Demitido em escândalo volta ao governo de SP
Falam que o Serra não sabe, então tá
Um ano depois de deixar o Palácio dos Bandeirantes sob a acusação de direcionamento político de verbas publicitárias do Banco Nossa Caixa, o jornalista Roger Ferreira está de volta ao governo de São Paulo.Assessor especial da gestão Geraldo Alckmin (2003-2006) até 27 de março do ano passado, quando, sob pressão, pediu exoneração, Ferreira, por meio de sua empresa, é hoje responsável pela comunicação da pasta da Educação.No final da gestão Alckmin, ele comandou a pasta da Comunicação e foi considerado uma peça estratégica na engenharia política que levou o tucano a ser indicado candidato do PSDB a presidente.Para a escolha da empresa de Roger não houve licitação. A Fator F - Inteligência e Comunicação, é subcontratada pela DPZ, uma das duas agências publicitárias encarregadas da comunicação do governo do Estado ao lado da Lua Branca.O valor original do contrato da DPZ com o governo é de R$13,1 milhões.Segundo o secretário de Comunicação do governo, Hubert Alquéres, a decisão foi tomada há cerca de 15 dias, sem conhecimento do governador José Serra (PSDB). Mas, antes mesmo da escolha, Ferreira já circulava pelo Palácio dos Bandeirantes. Em fevereiro, por exemplo, assistiu, ao lado de outros convidados de Serra, ao documentário "Uma Verdade Inconveniente", de Al Gore.
Conhecendo Roger Ferreira
Atuou nas equipes de marketing das campanhas presidenciais de Fernando Henrique (1998) e José Serra (2002). Foi chefe da Assessoria de Comunicação da Caixa Econômica Federal entre janeiro de 1999 e abril de 2002, em Brasília. Recebeu, com a equipe da CEF, o Prêmio About de Comunicação Institucional de 2001 com o caso da comunicação da Reestruturação Patrimonial da CEF.
Também comandou a comunicação da Nossa Caixa entre março e outubro de 2003. Trabalhou durante três anos na revista Veja, entre 1995 e 1998, como subeditor das seções "Brasil" e "Economia & Negócios". Também trabalhou na Folha de São Paulo entre 1988 e 1993 nas funções de redator de Exterior, redator de Política, correspondente em Buenos Aires e repórter de Política da Sucursal de Brasília. Foi colunista político da Folha da Tarde entre 1993 e 1995.
Em novembro de 2003 tornou-se Secretário-Adjunto de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo (gestão Geraldo Alckmin), sendo promovido a Secretário titular em março de 2004. Nessa função, coordenou ações de marketing e de imprensa para divulgar o Governo de São Paulo.
Também comandou a comunicação da Nossa Caixa entre março e outubro de 2003. Trabalhou durante três anos na revista Veja, entre 1995 e 1998, como subeditor das seções "Brasil" e "Economia & Negócios". Também trabalhou na Folha de São Paulo entre 1988 e 1993 nas funções de redator de Exterior, redator de Política, correspondente em Buenos Aires e repórter de Política da Sucursal de Brasília. Foi colunista político da Folha da Tarde entre 1993 e 1995.
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