Irresponsabilidade, negligencia, omissão, ganância, desumanidade
A tragédia na construção do Metrô em SP, não foi causada pelas chuvas, não foi a vontade divina. Foram responsáveis por essa tragédia, os acordos firmados entre o estado e o consórcio Via Amarela. Acordos muito lucrativos para o consócio, para as empreiteiras. O governo de SP não pode se eximir de culpa nessa tragédia, ele é tão culpado quanto o consórcio Via Amarela. Uma obra pública, sendo realizada pela iniciativa privada teria que ser fiscalizada pelos técnicos do governo, que não poderiam permitir o tal "pagamento de premios". Teria que ter como prioridade a segurança máxima da população, dos trabalhadores. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o consórcio Via Amarela, pagava prêmios para as empresas de projetos de engenharia que conseguissem reduzir o uso de materiais, como concreto, cimento ou vergalhões de ferro. A informação é de dois engenheiros que participaram do projeto da Via Amarela e não querem ver seus nomes divulgados por acreditarem que sofreriam retaliações. Essa prática que nada mais é do que o capitalismo selvagem, não visa a segurança humana, não tem a margem de segurança ampliada dando prioridade ao ser humano. Lucro, muito lucro é o que importa. Se caírem casas, se as pessoas perderem tudo o que construíram durante uma vida toda, se pessoas morrerem, não tem problema, paga-se uma indenização para os que ficaram vivos e fica tudo resolvido. É como se o dinheiro que compra governos, compra acordos espúrios, pacotes fechados mirabolantes, também comprasse os sentimentos das famílias dos mortos, comprasse a dor a saudade, a falta do pai, da mãe, do irmão. Comprasse a morte indigna desses que morreram soterrados, sufocados pela ganância brutal e desumana do capital.
A tragédia na construção do Metrô em SP, não foi causada pelas chuvas, não foi a vontade divina. Foram responsáveis por essa tragédia, os acordos firmados entre o estado e o consórcio Via Amarela. Acordos muito lucrativos para o consócio, para as empreiteiras. O governo de SP não pode se eximir de culpa nessa tragédia, ele é tão culpado quanto o consórcio Via Amarela. Uma obra pública, sendo realizada pela iniciativa privada teria que ser fiscalizada pelos técnicos do governo, que não poderiam permitir o tal "pagamento de premios". Teria que ter como prioridade a segurança máxima da população, dos trabalhadores. Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o consórcio Via Amarela, pagava prêmios para as empresas de projetos de engenharia que conseguissem reduzir o uso de materiais, como concreto, cimento ou vergalhões de ferro. A informação é de dois engenheiros que participaram do projeto da Via Amarela e não querem ver seus nomes divulgados por acreditarem que sofreriam retaliações. Essa prática que nada mais é do que o capitalismo selvagem, não visa a segurança humana, não tem a margem de segurança ampliada dando prioridade ao ser humano. Lucro, muito lucro é o que importa. Se caírem casas, se as pessoas perderem tudo o que construíram durante uma vida toda, se pessoas morrerem, não tem problema, paga-se uma indenização para os que ficaram vivos e fica tudo resolvido. É como se o dinheiro que compra governos, compra acordos espúrios, pacotes fechados mirabolantes, também comprasse os sentimentos das famílias dos mortos, comprasse a dor a saudade, a falta do pai, da mãe, do irmão. Comprasse a morte indigna desses que morreram soterrados, sufocados pela ganância brutal e desumana do capital.
Jussara Seixas