28 outubro 2006
Como já publicado aqui
[ http://amigosdabahia.blogspot.com/2006/10/muito-estranho.html ],
a Polícia Federal descobre mais integrantes de pessoas ligadas a Alckmin na montagem da compra do dossiê: depois do PFL, aparece um envolvido do PSDB.Além da participação da enteada de Gerson Luiz Cotta, candidato a vereador na cidade mineira de Ouro Preto, pelo PFL, na eleição de 2004, agora a Polícia Federal decidiu abrir inquérito para investigar se Rosely de Souza Pantaleão, secretária-executiva do PSDB em Minas Gerais, ( veja documento do TRE-MG - pág. 595 - Link
http://www.tre-mg.gov.br/partidos_politicos/diretorios_municipais/p.doc )
In: http://amigosdabahia.blogspot.com/2006/10/dossi-psdb-e-pfl-por-trs-da-origem-do.html
PETROBRAS FECHA ACORDO SOBRE GÁS NA BOLÍVIA
O Ministério das Minas e Energia anunciou no início da noite deste sábado que a Petrobras fechou um acordo com o governo boliviano sobre a exploração de gás e petróleo no país vizinho.
O anúncio formal será feito ainda esta noite pelo presidente Evo Morales e pelo presidente da subsidiária da Petrobras na Bolívia. Os detalhes do acordo ainda não foram revelados, mas o Ministério adiantou que a Petrobras continuará explorando os gigantescos poços de gás no sul da Bolívia. De: http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,AA1329428-5599,00.html
BANDEIRA BRANCA, AMOR
Pronunciamento do Presidente do TSE e JN de 28/10/2006 não fazem nenhum ataque ao virtual presidente reeleito para os próximos 4 anos. "Quem cai em si fratura a alma". Ou, reescrevendo para os entes em pauta: "QUEM QUEBRA A CARA CAI EM SI"
Pesquisas indicam vitória de Lula com 22 pontos de vantagem
Tanto Ibope quanto Datafolha apontam a mesma margem a favor do presidente
SÃO PAULO - As pesquisas de intenção de voto do Datafolha e do Ibope apontam vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial, neste domingo. Segundo anunciado no Jornal Nacional, da Rede Globo, ambas as pesquisas indicam a mesma vantagem de Lula sobre o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB): 22 pontos porcentuais.
As duas pesquisas são divulgadas após o último debate entre os dois candidatos, realizado pela própria Globo.
Tanto Lula quanto Alckmin realizaram atividades de campanha neste sábado. O presidente esteve em São Bernardo do Campo, seu berço político, onde caminhou entre a multidão, apertou mãos e distribuiu beijos. Mesmo criticando o que chamou de "desespero" da oposição, Lula assumiu um discurso conciliador: "Vocês sabem que sou um homem de paz. Ou seja, acabou a disputa eleitoral. Quem ganhar governa este País. Esta é a consagração da democracia", declarou.
Segundo Lula, a escolha de São Bernardo para o último evento de rua da campanha reflete a importância que a cidade tem para ele, tanto do ponto de vista pessoal - lá ele conheceu sua mulher e nasceram seus filhos - quanto pela relevância que o município teve para sua formação política.
Geraldo Alckmin, durante evento no Rio de Janeiro, disse apostar em uma virada. "Sinto a onda da virada nas ruas", afirmou, após participar de caminhada pelo Saara, maior área de comércio popular do Rio, no centro. "A expectativa é muito boa. A população está consciente de que o Brasil precisa mudar, e é o voto que muda. Precisamos corrigir muita coisa que está errada, e é o povo que constrói o futuro."
Alckmin repetiu o que fizera na véspera do primeiro turno, quando, assim como agora, até mesmo seus aliados duvidavam de sua ida à segunda etapa do pleito. "Alea jacta est. A sorte está lançada", disse.
Lula venceu o debate na opinião de 49%, diz Datafolha
da Folha Online, em Brasília
27/10/2006 - 21:44 Fábio Luís processa Veja por calúnia e difamação
Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entrou com ação de indenização por danos morais contra a editora Abril e o jornalista Alexandre Oltramari, da revista Veja.
A revista publicou informações caluniosas e difamatórias contra ele na edição que foi às bancas no último final de semana (data de capa de 25 de outubro). Fábio Luís também pede indenização por colocarem sua foto na capa sem autorização.
Segundo a ação, a reportagem ultrapassou o dever de informar, com a nítida intenção de difamar a honra do filho do presidente.
De acordo os advogados, a imprensa tem o dever de informar com prudência, o que impede a publicação de acusações sem o mínimo de provas.
“Não se pode envolver uma pessoa em um cenário de lobby, corrupção, tráfico de influência de forma irresponsável e baseada em afirmações inverídicas e caluniosas, como ocorreu no vertente caso. A prática do ilícito é flagrante.”
A reportagem de capa tentou fazer crer, de acordo com os advogados, que o filho de Lula era o proprietário da empresa Gamecorp. Eles afirmam que Fábio Luís não é nem sócio igualitário ou majoritário, e que apenas detém 16,25% das cotas da empresa.
Os advogados também alegam que Fábio nunca esteve no escritório do lobista Alexandre Paes dos Santos.
Outro fato rechaçado pelos advogados é o de que o filho de Lula usaria o Ford Fiesta do lobista para passear por Brasília. Eles afirmam que, como filho de presidente da República, todos seus deslocamentos são supervisionados pelo Gabinete de Segurança Institucional, como prevê a legislação sobre o assunto.
Os advogados também sustentam que a semanal não deu nenhuma oportunidade prévia para que o filho de Lula esclarecesse as acusações e que o único contato foi feito com a assessoria da Gamecorp.
Com informações do site Consultor Jurídico
È NISSO QUE ELES PENSAM
“O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fez ontem uma autocrítica a respeito de seu partido, dizendo que os tucanos deveriam ter sido mais veementes na defesa das privatizações realizadas pelo seu governo. "Eu não diria que é uma questão pessoal do Alckmin (candidato da legenda à Presidência, Geraldo Alckmin), eu diria que o PSDB tem de ser mais enérgico na defesa de suas crenças e na defesa do que fez", reiterou ele, em entrevista concedida há Rádio BandNews FM.
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Além de dizer que o PSDB não defendeu com ênfase as privatizações, FHC cobrou de seu partido idéias concretas para o desenvolvimento. "O PSDB precisa voltar a ter idéias que levem o Brasil adiante. E também precisa dizer como é que vamos dar esses passos", emendou. O tucano voltou a criticar duramente o governo do adversário, do PT, presidente candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva. "O governo Lula não teve nenhuma idéia nova, conta vantagem em cima do que os outros construíram (numa referência ao seu governo)".
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O ex-presidente voltou a dizer que sua legenda jamais votou e não irá votar contra os interesses do Brasil. E ironizou: "Já apanhei muito e estou com o couro grosso", em resposta à declaração de Lula de que "já havia batido muito no ex-presidente".
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Ao falar da falta de propostas concretas para o Brasil, FHC citou a área da Previdência Social, questionando: "O que dá para fazer? Precisamos conversar com o País, pois do jeito que está, a dívida é crescente. Como corrigir? Precisamos respeitar os direitos, mas como? É preciso ter clareza". O ex-presidente tucano disse também que essa falta de clareza atinge também outras legendas, sobretudo o PT.”
Da Tribuna da Imprensa
O presidente Lula foi muito bem no debate da Globo ontem, 27/10. Respondeu às perguntas de forma clara e objetiva. Mesmo com pouco tempo, mostrou o que fez e o que é possível fazer, sem soluções mágicas tiradas da cartola. A mágica flui no ar como fumaça, mas o que se faz com responsabilidade, conhecimento de causa, sabedoria e empenho é real e duradouro. Por exemplo, a nossa economia após quatro anos de governo Lula, sem sustos, sem pacotes, sem recessão, está sólida, estabilizada, apontando para um crescimento cada vez maior do país.
Mas não gostei do formato do debate, pois o tempo muito curto para as respostas favorecia Alckmin, que não tinha nada a dizer: preferiu atacar Lula ao invés de dar respostas objetivas. Os esclarecimentos de Lula ficaram truncados e as respostas tiveram que ser superficiais, devido à falta de tempo. Seria melhor se os temas fossem reduzidos e o tempo de resposta ampliado.
Alckmin usou sempre, em todos os debates, as mesmas palavras e frases, como um disco riscado, sem acrescentar qualquer novidade para os eleitores. Após todos esses debates, tenho certeza de que os telespectadores ainda não sabem quem é o Alckmin, o que fez como governador de SP. Com mais tempo para o tema segurança, por exemplo, Alckmin teria de explicar por quê disse aos jornais, antes dos ataques do PCC em SP, que o PCC estava dominado, enfraquecido e não oferecia perigo a população: ocorreu justamente o contrário.
Alckmin deveria explicar também por quê diminuiu o contingente das polícias. Por que arrochou os salários das polícias? Por que transformou a FEBEM em depósito de jovens infratores sem a mínima chance de recuperação, com tantas fugas rebeliões e mortes? Por que, ao invés de combater o crime organizado, fez acordos com os bandidos, proporcionando a eles celulares, visitas fora de hora e outras regalias adicionais? Por que manteve um torturador sanguinário da ditadura militar, o Calandra, vulgo "capitão Ubirajara", como alto funcionário da polícia? Por que manteve o Saulo de Abreu como secretário da segurança mesmo após ele ter se mostrado tão incompetente e negligente? Por que não mandou os presos de alta periculosidade para a prisão de segurança máxima do governo federal? Por que não aceitou ajuda do governo federal no auge dos violentos ataques do PCC em SP?
Se explicasse tudo isso, o eleitor poderia ter uma idéia do que ele faria para garantir a segurança da população. A verdade é que Alckmin foi omisso, negligente, incompetente, não investiu nas polícias de SP, não investiu em tecnologia, não investiu em novos equipamentos, não investiu no aperfeiçoamento nem na segurança dos policiais. Por isso as polícias de SP não podem garantir a segurança da população do estado mais populoso do país.
O governo Lula vigia as fronteiras com cuidado e empenho: basta ver os números de ações e prisões feitas nas fronteiras pela policia federal. Diariamente ocorrem prisões nas fronteiras por contrabando, por tráfico de drogas e por tráfico de armas. Mais de 80% das armas apreendidas com bandidos são de fabricação nacional, não entraram pelas fronteiras. As ordens para as ações do crime organizado partem de dentro das cadeias paulistas, graças a celulares ou à ajuda de advogados, parentes dos criminosos e até de policiais corruptos. Se houvesse tempo nos debates, toda a incompetências de Alckmin ficaria exposta, pois teria de se explicar e não poderia ficar se repetindo o tempo todo, como um papagaio destrambelhado.
Jussara Seixas
27 outubro 2006
MP vai denunciar Eduardo Azeredo do PSDB
Terminadas as eleições, o Ministério Público Federal vai denunciar o ex-presidente do PSDB, senador Eduardo Azeredo (MG), no inquérito do mensalão, informa Felipe Recondo, repórter do blog.
O processo corre em segredo de Justiça, mas a expectativa é de que Azeredo seja denunciado por supostamente ter se apropriado de recursos públicos em benefício próprio, neste caso, para sua campanha ao governo de Minas em 1998.
Na primeira denúncia do inquérito, encaminhada ao Supremo Tribunal Federal no dia 30 de março, o procurador-geral, Antônio Fernando de Souza, declarou que o mensalão começou justamente na campanha de Azeredo:
- Em conclusão, pode-se afirmar que o esquema embrião do que atualmente é chamado de “Mensalão” destinou-se ao financiamento da campanha política do candidato ao governo do Estado de Minas Gerais Eduardo Azeredo, escreve Antonio Fernando em trecho da denúncia.
Mas se os petistas acham que poderão comemorar o revés tucano, estão enganados. A denúncia deve respingar em Walfrido Mares Guia, atual ministro do Turismo, e colaborador da campanha de Lula.
Walfrido, na opinião da Procuradoria, participou ativamente da campanha de Azeredo e por isso pode ser responsabilizado pelos supostos desvios de dinheiro público.
27/10/2006 - 14:36 Último programa de Lula traz apoio de Paulo Coelho
O último programa do presidente Lula no horário eleitoral, exibido esta tarde (27), trouxe um depoimento de apoio do escritor Paulo Coelho, que desejou um feliz aniversário a Lula – o presidente comemora 61 anos hoje. Em seguida, Coelho afirma que ”neste domingo estaremos todos votando de novo por mais quatro anos de fé, esperança e realizações no nosso país”.
O programa traz também imagens de pessoas de várias partes do país e um pronunciamento de Lula destacando que “seja quem for o eleito, sua primeira missão será unir o Brasil em torno de um projeto de futuro. São grandes os desafios internos e externos para que a gente se perca em brigas pessoais ou em disputas partidárias menores. Qualquer projeto de nação pode - e deve - abrigar pessoas de origens e posições diversas. Somente assim ele poderá atender os anseios de toda a sociedade. É preciso ficar claro que a disputa eleitoral acaba domingo. Depois começa uma nova etapa onde só interessa a vitória do Brasil”.
Para assistir ao programa, clique aqui.
Do site www.lula.org.br
27/10/2006 - 12:09
Área protegida na Amazônia vai aumentar em 10 milhões de hectares
Durante o anúncio da estimativa de queda do desmatamento da floresta amazônica, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o governo federal pretende criar até o final deste ano mais 10 milhões de hectares de unidades de conservação na floresta. As áreas estão em fase de estudo e permitiriam a ampliação para 11,98% da parcela da Amazônia protegidas pelo governo federal. Atualmente, o percentual está em 9,98%.
A ministra ressaltou ainda medidas para estimular o desenvolvimento sustentável. Os instrumentos de fomento, como os fundos constitucionais, passaram a ter novas diretrizes para estimular o manejo ecologicamente correto dos recursos naturais e financiar programas de capacitação de mão-de-obra, principalmente na área de extrativismo.
O governo estuda a criação de um projeto de lei que torna o Protocolo Verde norma do Conselho Monetário Nacional (CMN). O protocolo é uma carta de princípios para o desenvolvimento sustentável assinada em 1995 pelo Ibama e por bancos oficiais. Com a medida, as atividades de assistência técnica aos projetos financiados por órgãos públicos e privados passariam a levar em conta a preocupação ambiental. Uma medida provisória sobre concessão de estímulos em operações de financiamento de atividades produtivas sustentáveis também está em análise.
Outro projeto em estudo pelo governo é a elaboração de um projeto de lei para regulamentar o acesso ao material genético de plantas e animais. O projeto propõe a utilização sustentável do patrimônio genético do país, com a fiscalização das entidades dedicadas à pesquisa e manipulação desse material.
O governo criou o Distrito Florestal Sustentável na BR-163, que liga o norte do Mato Grosso ao sul do Pará. Também está em andamento a criação do Distrito Florestal de Carajás, que abrangerá o leste do Pará, o oeste do Maranhão e o norte de Tocantins, e do Distrito de Juruá-Purus, no Amazonas. Nessas áreas, que abrangerão 82 milhões de hectares, dos quais 19 milhões de hectares serão destinados à exploração sustentável. "Nossa expectativa é que esses distritos gerem R$ 2 bilhões em impostos", afirmou Marina Silva.
Testemunha que incriminou Hamilton Lacerda mentiu, diz PF
Por Áureo Germano
BRASÍLIA (Reuters) - O testemunho dado à Polícia Federal por Agnaldo Henrique Lima, que afirma ter levado R$ 250 mil ao ex-coordenador da campanha do senador Aloizio Mercadante (PT) ao governo de São Paulo, Hamilton Lacerda, é uma farsa, segundo o superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, delegado Daniel Lorenz.
"As declarações deles não se mostraram verdadeiras. Não comprovamos as movimentações com documentos", afirmou o delegado à Reuters, por telefone, nesta sexta-feira.
Agnaldo será indiciado por falsidade ideológica, segundo o policial
A testemunha procurou jornais da região de Pouso Alegre em Minas Gerais e gravou entrevistas afirmando que teria levado dinheiro para Lacerda.
Convocado a depor à PF, ele foi ouvido em Varginha (MG) e afirmou que teria recebido em sua conta uma transferência no valor de R$ 80 mil, que teria sido juntados a outros R$ 170 mil. Todo o dinheiro, segundo suas declarações, teriam sido levados para Lacerda em São Paulo.
O montante teria sido repassado a ele por seu patrão Luiz Silvestre.
"Não há consistências em suas informações", disse Lorenz.
Segundo a assessoria de imprensa da PF, em Brasília, Agnaldo foi levado à mídia por Rosely Souza Pantaleão, que se apresentou como jornalista. As investigações do órgão descobriram que ela é servidora pública em Pouso Alegre e secretária-executiva do PSDB local.
Lula 63,2%
"O resultado eleitoral somente acontece no domingo. Essas viradas acontecem muito no final. A diferença é de apenas um dígito e é perfeitamente possível superar", disse Alckmin durante um debate com jornalistas de O Estado de S. Paulo.
Alckmin é muito burro! Um dígito? 20-21- 22-24-25-26
Com licença hahaahahahahahahahahaahahah
A campanha do presidente Lula está convencida de que Geraldo Alckmin não tem argumentos para defender o programa privatista do seu partido e por isso, agora, acusa injustamente o presidente Lula de editar lei para beneficiar empresas estrangeiras na exploração da Amazônia.
Diz o locutor do programa de Geraldo Alckmin veiculado nesta quinta-feira: "Lula assina lei que privatiza a Amazônia. Empresas estrangeiras vão poder explorar a floresta amazônica por até 60 anos".
A afirmação é uma mentira deslavada. Na verdade, a lei 11.284, criada pela União, possui um conjunto de instrumentos que vão possibilitar a gestão das florestas públicas. Ao contrário do que afirma o candidato tucano, ela foi criada para combater a privatização e o desmatamento da Amazônia e de todas as florestas públicas do Brasil. Pela nova lei, as florestas não poderão mais ser privatizadas e somente três formas de gestão serão permitidas: 1) Criação de unidades de conservação que permitam a produção florestal sustentável. 2) Destinação da florestas para uso comunitário, como nos assentamentos florestais, reservas extrativistas, áreas quilombolas e projetos de desenvolvimento sustentável. 3) Concessões florestais pagas, baseadas em processo de licitação pública. Este último mecanismo só poderá ser utilizado em beneficio de empresas brasileiras que estejam na atividade de exploração das florestas, desde que sejam atendidas as exigências do IBAMA e do Serviço Florestal.
Não há na legislação qualquer permissão para privatização ou exploração de atividade florestal por empresas estrangeiras, ao contrário do que afirma o programa do candidato Geraldo Alckmin.
Vocês têm que ver isso... Neo encontra Bonner e Homer na Matrix!
http://www.youtube.com/watch?v=Sv55JusfEC8
A coligação A Força do Povo, do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva, entrou com recurso no Tribunal Superior Eleitoral pedindo direito de resposta na propaganda eleitoral da coligação Por um Brasil Decente que apóia Geraldo Alckmin. O relator da representação é o ministro Ari Pargendler.
Lula afirma que no dia 25 de outubro, Alckmin veiculou na TV a informação de que a ferrovia Transnordestina estaria embargada e não em construção, como informou o governo federal. Vários populares afirmaram, em depoimento, que a obra “é coisa de fantasma” e que “a TV do Lula mostra uma coisa, a realidade é outra”.
Os petistas dizem que o programa de Alckmin divulgou fatos sabidamente inverídicos e que, por esse motivo, merece ser concedido o direito de resposta. A defesa lembra que a ferrovia Transnordestina foi implantada em 1990 e paralisada em 1992, mas que as obras foram reiniciadas em junho de 2006, no atual governo, “após liberação do canteiro de obras relativo ao trecho entre Missão Velha (CE) e Salgueiro (PE)”.
A coligação pede que a resposta concedida seja executada durante a programação normal das emissoras, nos dias que antecedem as eleições do próximo domingo (29/10), no mesmo horário em que a propaganda questionada foi exibida.
RP 1.320
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A derrota de Alckmin trará inúmeras vantagens para o povo brasileiro e para o país. Não teremos o ACM ministro, não teremos o FHC ministro, não teremos o Bornhausen ministro, não teremos o Saulo PCC de Abreu cuidando da segurança do país. Não teremos o ‘Chaleirita’ para acabar com a educação no país, como fez em SP. Não teremos o “Capitão Ubirajara”, torturador da OBAN, que no governo Alckmin comandou o Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo, ocupando o comando da Polícia Federal. Não teremos nossas estatais privatizadas, e a Petrobras, a Caixa, o BB e os Correios continuarão a ser patrimônio de todos os brasileiros. Não teremos aumento nos preços dos alimentos, como Alckmin propôs, nem aumento nos combustíveis. O PROUNI não será interrompido, o Bolsa Família não vai acabar, a diminuição da miséria da fome vai continuar. A derrota de Alckmin é a vitória da democracia e da justiça social. A derrota de Alckmin permitirá continuar com o programa do Biodiesel, que vai gerar emprego, renda e divisas para o país. A derrota de Alckmin é a continuação dos recordes na exportação, a continuação da queda dos juros e da inflação. A derrota de Alckmin é a certeza da queda do desemprego, do aumento dos salários, da queda dos empregos informais, do aumento de empregos com carteira assinada. A derrota de Alckmin é a certeza do fim do trabalho escravo, é o fim da impunidade. A derrota de Alckmin é a certeza de que a reforma agrária vai beneficiar milhões de pessoas. A derrota de Alckmin é a garantia de um Brasil soberano, livre do FMI. A derrota de Alckmin é a certeza que não teremos apagão, não teremos epidemia de dengue, não teremos o PCC atacando em todo o Brasil simultaneamente. A derrota de Alckmin é a certeza que CPIs não serão engavetadas. A derrota de Alckmin garante que PF irá continuar a combater o crime organizado e a corrupção como nunca antes neste país. A derrota de Alckmin é a certeza da estabilização econômica, é a certeza dos avanços do país, é a certeza de um crescimento sustentável e duradouro. A derrota de Alckmin é a certeza de que será Lula de novo com a força do povo.
Altamiro Borges
Talvez já prevendo a derrota do seu candidato, a Folha de S.Paulo finalmente estampou uma manchete crítica ao ex-governador Geraldo Alckmin. A edição desta segunda-feira revela que o governo paulista reduziu em até 80% os investimentos em projetos de infra-estrutura e paralisou várias obras. A matéria confirma o desastre do chamado “choque de gestão” que o candidato tucano queria implantar no país. Segundo a reportagem assinada por Alencar Izidoro e José Ernesto Credendio, “algumas das principais obras e projetos de infra-estrutura de transporte de São Paulo tiveram seu ritmo reduzido drasticamente ou foram até paralisadas pelo governo de Cláudio Lembro (PFL), que conta os dias para terminar o seu mandato... Os atrasos ou as interrupções dos investimentos – situação que será herdada por José Serra em 2007 – foram intensificados nos últimos meses e envolvem de rodovias do interior à expansão da rede sobre trilho da Grande São Paulo, do Rodoanel ao recapeamento das marginais Pinheiros e Tietê”. Ainda de acordo com o texto, “na metade do ano, Lembo enviou ofício a todos os secretários vetando novos investimentos e determinando ‘redobrada atenção’ e ‘rigorosa austeridade nos gastos públicos’... Das obras em curso de recuperação ou ampliação de estradas, a Folha apurou que a redução do ritmo em diversos casos é de 80%. A orientação é que alguns empregados sejam mantidos, evitando a desativação de canteiros”. A matéria não diz, mas é lógico que a maioria dos operários será demitida. Mito do “gerente eficiente” A reportagem da Folha de S.Paulo serve para destruir de vez uma falsa imagem criada sobre Geraldo Alckmin. Durante muito tempo, além de blindar a figura insossa do ex-governador, a mídia hegemônica difundiu a o mito de que ele seria um exemplo de “administrador competente” e de “gerente eficiente”. Tamanha mistificação enganou alguns inocentes e desinformados. Mas os fatos negam esta pretensa qualidade. Uma rápida pesquisa sobre a desordem administrativa de São Paulo, após os 12 anos sob comando da dupla Covas/Alckmin, desmascara mais esta engenhosa manipulação da mídia venal. 1- Caos na segurança. A mentira ficou mais visível na delicada e explosiva área da segurança pública. As três recentes ondas de violência urbana no Estado, que causaram a morte de quase 200 pessoas e a destruição de inúmeros bens públicos e privados, confirmaram a total incompetência dos tucanos e a sua insensibilidade social. Segundo o Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional de São Paulo, os sucessivos cortes de verba para o setor resultaram num déficit de 31 mil agentes na área, depreciaram os salários em quase 40% e superlotaram os presídios, que hoje demandam mais 70 mil vagas. Como presidente, Alckmin só teria a oferecer a trágica experiência do PCC, que transformou os presídios em “faculdades” do crime. 2- Abandono da educação. Também como efeito do choque de gestão, a educação pública sofreu brutal regressão. O ensino médio hoje atende 25% da demanda de jovens entre 15 e 19 anos; de 1999 a 2005, as matrículas baixaram de 1.720.174 para 1.636.526; a taxa de reprovação pulou de 3,6% para 15,6%; e a evasão escolar já atinge a marca recorde de 7% ao ano. Como forma de maquiar este desastre, o governo inventou a “progressão continuada”, com a aprovação automática do aluno sem qualquer correspondência com a realidade. Já foram encontrados estudantes analfabetos na quarta série devido a esta maquiagem. Levando em conta que o analfabetismo atinge 6,6% da população e que há mais cinco milhões de analfabetos funcionais (18% dos paulistas acima de 15 anos), fica patente a incompetência da “turminha do Alckmin”. 3- Mercantilização da saúde. Para impor o “estado mínimo” na saúde, o PSDB entregou os hospitais públicos à iniciativa privada sob a camuflagem das tais Organizações Sociais de Saúde (OSS). Elas administram os hospitais através dos contratos de terceirização, sem licitação ou qualquer controle do Tribunal de Contas. Atualmente, já são 18 hospitais, três ambulatórios de especialidades e um centro de referência para idosos entregues para a iniciativa privada. Além disso, o governo Alckmin cortou 170 mil cargos funcionais na área da saúde entre 1994 e 2006. Os hospitais geridos pelas OSS não realizam os atendimentos mais complexos para tratar apenas dos casos simples, classificados como de “rotatividade rápida”. Já os mais “caros” acabam sobrecarregando os hospitais da administração direta ou servem para elevar os lucros do setor privado. 4- Transporte precário. A política de transporte também se encaixa no modelo neoliberal, socializando prejuízos e privatizando lucros. E ainda serve a interesses sinistros. Em 1997, um diretor da Dersa, Celso Ferrari, provou que as licitações para a privatização das rodovias foram armadas em benefício de empresas privadas ligadas ao PSDB. O caso do Metrô é ainda mais escandaloso. No trecho Linha 4-Amarela, o governo investirá R$ 1 bilhão (73% do total de recursos necessários), enquanto que apenas R$ 340 milhões ficarão por conta da empresa privada que ganhar a concessão por 30 anos. Neste capitalismo sem risco, o grupo privado ganhará com a venda de bilhetes e com outros empreendimentos nas estações e arredores, como lojas, publicidade e estacionamentos. Estima-se que só com tarifas, ele faturará R$ 6 bilhões entre 2008/12. 5- Roubo nos pedágios. Estudo do Ipea revelou que, entre 1995 e 2005, as tarifas cobradas nos pedágios paulistas subiram em até 716%. O governo Alckmin privatizou as melhores estradas – com pistas duplas, canteiros centrais e situadas nas regiões mais ricas – e ficou com as piores. As 12 concessionárias presenteadas pelo PSDB exploram apenas 3,5 mil quilômetros (16% da malha rodoviária), mas que representam o filé mignon do setor. Após a privatização, o número de pedágios disparou. Em 1995, havia 11 pedágios; hoje, são 153 – sendo que apenas 14 estão sob controle estatal. Na Rodovia dos Imigrantes, que tem apenas 58,5 quilômetros ligando capital ao litoral e possui um movimento anual superior a 30 milhões de veículos, a concessionária Ecovias cobra R$ 14,80 por automóvel. É só fazer a conta para aquilatar o roubo! 6- Privatizações criminosas. Desde a criação do Programa Estadual de Desestatização (PED), em julho de 1996, setores estratégicos da economia paulista foram “vendidos” a monopólios privados por preços irrisórios. Sob a batuta de Geraldo Alckmin, presidente do PED, foram privatizadas a Eletropaulo, CPFL, Elektro, Cesp, Comgás, Ceagesp, aeroporto Viracopos e as rodovias Bandeirantes, Anhangüera, Castelo Branco, Dom Pedro, Carvalho Pinto, Ayrton Senna, Imigrantes e Anchieta. A alienação deste patrimônio rendeu R$ 35,6 bilhões. Fepasa e Banespa foram federalizados antes de serem privatizados. Os danos à economia foram brutais. No caso do Banespa, ele possuía ativos de R$ 29 bilhões e patrimônio de R$ 11 bilhões. Mas foi “vendido” ao Santander por apenas R$ 7,05 bilhões – que, descontada a isenção fiscal, não pagou nada pela compra. 7- Estado endividado. Todo este processo de desmonte foi feito sob o pretexto de que era preciso dar um choque de gestão para sanar a dívida pública. Pura balela. Os R$ 35 bilhões obtidos nas privatizações serviram para pagar juros e a situação financeira do Estado só piorou. A dívida publica pulou de R$ 34 bilhões no início do governo tucano, em janeiro de 1995, para R$ 123 bilhões em março passado. Até o Tribunal de Contas do Estado (TCE) tem criticado o volume excessivo de recursos drenados aos especuladores financeiros. Nos últimos três anos, o Estado de São Paulo desembolsou R$ 13,1 bilhões somente com juros e encargos da dívida. Esta política, que favorece apenas as elites detentoras de títulos da dívida, causou a redução de gastos na infra-estrutura e nas áreas sociais. Os investimentos na segurança, por exemplo, foram de apenas R$ 151 milhões em 2005 – 3% do que foi transferido aos banqueiros –, o que explica a guerra urbana no Estado. 8- Apagão na energia. O desmonte do Estado teve efeitos devastadores na infra-estrutura, em especial no setor de energia. Numa primeira fase, o governo fatiou as três estatais existentes, Eletropaulo, Cesp e CPFL, em onze empresas de geração, distribuição e transmissão de energia. Na segunda, promoveu o leilão das empresas fragilizadas, num criminoso processo de privatização e desnacionalização. Essa política resultou nos famosos apagões entre junho de 2001 e fevereiro de 2002. Geraldo Alckmin destruiu o sistema de energia construído desde os anos 50 e que havia alavancado a industrialização. “Moeda podre”, como o Certificado de Ativos, foi usada nos leilões. Com a privatização, piorou a qualidade dos serviços. No caso da CPFL, antes do leilão ela possuía 200 postos de atendimento no Estado; três anos depois, em 2000, eram apenas 30. 9- Locomotiva parada. O longo reinado tucano foi um desastre para a economia do Estado, que no passado ficou famoso como a locomotiva do país por seu forte dinamismo econômico. Ainda hoje, apesar do desmonte neoliberal, ele é responsável por 31,8% do PIB, 32% das exportações e 45% das importações. A sua receita, provinda dos tributos dos 37 milhões de habitantes, é de R$ 62,2 bilhões. Ele concentra 51,6% dos salários industriais e aloja sete dos 10 maiores bancos do país. Mas esse dinamismo foi emperrado pela medíocre gestão da turma do Alckmin. O peso de São Paulo no PIB, que atingiu 39,5% em 1970, teve queda abrupta. Hoje, a locomotiva está parada e virou um cemitério de indústrias e empregos. Mantida esta política, estima-se que o PIB per capita de São Paulo cairá da terceira posição no ranking nacional para 11º lugar até 2012. 10- Especulação e miséria Como resultado desta orientação ultraliberal, as contradições sociais se agravaram. A minoria parasitária, que vive dos juros das dívidas públicas, saiu ganhando. O número de famílias ricas saltou de 191 mil para 674 mil na última década – pulou de 37,8% para 58% do total de famílias abastadas no Brasil. “Grande parte da elite paulista encontra-se submersa no pacto neoliberal, enquanto beneficiária da financeirização. A riqueza não é mais distribuída entre os vários elos da cadeia de produção. Fica concentrada nas famílias de banqueiros e nas pessoas que as rodeiam”, afirma Marcio Pochmann. No outro extremo, o cruel ajuste fiscal e a criminosa privatização entravaram o desenvolvimento, causando elevadas taxas de desemprego, redução de gastos sociais e aumento da miséria e da violência. São Paulo possui hoje o maior número de pobres do país. Em 1980, por exemplo, 44,5% da renda vinham do trabalho; em 2003, caiu para 30%.
10.2006
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro “As encruzilhadas do sindicalismo” (Editora Anita Garibaldi, 2ª edição).
Prefeito afirma que seria "leviandade" descartar a possibilidade de reajuste da tarifa; valor discutido vai até R$ 2,40
DO "AGORA" DA REPORTAGEM LOCAL
Pressionada por donos de viações que acusam a Secretaria Municipal de Transportes de não reorganizar as linhas de ônibus da cidade, a gestão Gilberto Kassab (PFL) estuda reajustar a tarifa dos atuais R$ 2 para até R$ 2,40.As negociações estão em curso há mais de dois meses e a elevação deve ser aplicada ainda em 2006 -simultaneamente ao bilhete único integrado e à passagem da rede sobre trilhos, conforme intenção já revelada pelo presidente do Metrô, Luiz Carlos Frayze David.
Reduzir a desigualdade é um desafio que vem sendo encarado, com êxito, pelo presidente Luiz Inácio da Silva. Na história do país, em especial nos anos 1970, apesar do espetacular crescimento econômico e da produtividade, a desigualdade cresceu. Nas décadas de 1980 e 1990, o problema da desigualdade ficou ainda mais agravado com os seguidos choques econômicos.
Entre os anos de 1993 e 1997, apesar do crescimento médio de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), tivemos um "jobless growth", crescimento com pouca geração de empregos, que ampliou o trabalho informal. "Nos anos seguintes, apesar do baixo crescimento, houve um lento, mas decisivo processo de redução das desigualdades, associado à desinflação, ao aumento do salário mínimo e a ampliação das políticas de transferências sociais", diz o economista Antonio Prado, no boletim de número 14 do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O papel da desinflação é fundamental, segundo Prado, já que é fato que os segmentos de baixa renda sempre foram os mais afetados pelas abruptas acelerações de preços, principalmente em fenômenos de hiperinflação, como os que assolaram o país nos anos 80 e 90.
Para o economista do BNDES, "não houve política salarial e de salário mínimo que tenha sido capaz de proteger os salários dos vendavais inflacionários. Manter a inflação abaixo dos dois dígitos e sem volatilidade excessiva é fundamental para preservar o poder de compra dos assalariados", coisa que vem sendo conquistada de forma segura e gradual pelo governo do presidente Lula. "Houve desinflação, após o Plano Real, iniciado ainda em 1994, com a URV, que preparou a criação da nova moeda em junho daquele ano. Mas continuou havendo surtos inflacionários, depois, pela ausência de uma política fiscal consistente. Sem falar que, em 1999, devido ao colapso da âncora cambial, a realidade impôs uma correção das cotações do dólar; em 2001 e 2002, o quadro se repetiu devido às crises externas nos EUA, Argentina e Venezuela", continua o economista.
A partir de 2003, a desinflação foi acompanhada de queda da volatilidade dos preços. Isso permitiu uma maior proteção dos rendimentos nos anos seguintes, de 2004 a 2006, principalmente os da base da pirâmide salarial. Os 20% mais pobres têm um aumento real de 23,96%, enquanto a média de rendimentos sobe 3,75%. "Esses dados não revelam apenas o efeito positivo de uma inflação baixa e cadente, mas também o aumento real do salário mínimo e as transferências de rendas através das políticas públicas", afirma Prado.
À redução da inflação e de sua volatilidade e ao aumento real do salário mínimo foi acrescentado o aumento dos gastos sociais. Este cresceu o equivalente a 1,4% do PIB entre 2000/02 a 2003/06. A ampliação do gasto social é resultado do aumento real do salário mínimo, que corrige os benefícios de 80% deles; e da criação de novos direitos, como por exemplo o Estatuto do Idoso e o Programa Bolsa Família, que consolidou, melhorou a qualidade e ampliou vários programas que estavam dispersos. O Bolsa Família é fator de redução da pobreza e da desigualdade, como vários estudos do IPEA já comprovaram.
Identificados os principais fatores de redução da pobreza e da desigualdade, é preciso apresentar os dados mais recentes sobre esse processo, aportados pela PNAD-2005 e alguns estudos preliminares sobre o assunto.
Desde 1999, a indigência caiu em 4,6 milhões de pessoas e a pobreza, em 4,9 milhões. São números excelentes, na visão do economista. Segundo ele, "se a queda média dos anos 2004-2005, de 3,3 milhões, for mantida, a pobreza será reduzida em dois terços até 2015". Antonio Prado diz que é fundamental, para que esse objetivo se realize, que, além da estabilidade monetária, as políticas de transferência de renda sejam mantidas, assim como a trajetória de valorização do salário mínimo. "E, finalmente, que a economia seja colocada em crescimento sustentado. Para tornar a queda da pobreza irreversível e acelerar o recuo da desigualdade, será preciso mudar o patamar do crescimento do PIB, para pelo menos 5% ao ano", disse o economista.
No Estadão, só boas notícias na área econômica: "Inadimplência das empresas cai 6,8%", "Desemprego é menor desde 1997", "Indústria volta a crescer no 3o trimestre" e "Dívida pública em relação ao PIB é a menor desde 2001". Confira (para assinantes).enviada por Zé Dirceu
PRF APREENDE R$ 42,9 MIL COM ASSESSOR DE CUNHA LIMA NA PARAÍBA
“A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu R$ 42,9 mil, distribuídos em envelopes num veículo em que estava Gláucio Arnaud, apontado como funcionário da campanha de Cássio Cunha Lima (PSDB), governador da Paraíba candidato à reeleição. A apreensão foi realizada na noite de quinta-feira (26), na região metropolitana de João Pessoa.
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Segundo a PRF, Gláucio e Reinaldo da Silva, que conduzia o veículo, foram presos e levados para a Superintendência da Polícia Federal (PF) na capital paraibana, onde prestariam depoimento.A suspeita é que o dinheiro seria destinado a lideranças políticas do interior do estado, configurando crime eleitoral de compra de votos.”
Do G1
A Polícia Federal apreendeu na manhã desta terça-feira, no hotel Siena, em Curitiba, bolos de dinheiro (reais e dólares) e uma arma, pertencente a José Carlos Oliveira, que estaria a serviço da campanha do senador Osmar Dias e Geraldo Alckmin.
A Polícia Federal está entregando neste momento o dinheiro e a arma à Justiça Eleitoral.
O homem da mala José Carlos de Oliveira chegou ao Hotel Siena no domingo à tarde.
Portava uma mala pequena e uma mochila e saiu uma única vez do quarto em que se hospedou, na tarde de segunda-feira.
Oliveira deixou o hotel na manhã desta terça-feira. Neste momento, um funcionário do hotel está depondo na Polícia Federal.
Em segredo
O caso - configurado como crime eleitoral - foi encaminhado para a 177ª Zona Eleitoral, aos cuidados do juiz Rogério Ribas.
Ele decidiu manter segredo de Justiça para evitar o uso eleitoral do caso e só irá se manifestar depois de concluída a investigação.
Dinheiro do pedágio e base PSDBista de São Paulo
Os bolos de dinheiro apreendidos pela Polícia Federal eram em sua maioria de notas de cinco e dez reais. Inicialmente, acreditou-se que se tratava de dinheiro das empresas de ônibus.
Como na diretoria da Associação Brasileira de Concessionários de Rodovias (ABCR) existe um integrante com o mesmo nome do hóspede do hotel, José Carlos Ferreira de Oliveira Filho, as atenções se voltam para os pedágios.
Oliveira pediu para não arrumarem o quarto.
De acordo com informações de um funcionário do hotel Siena, que pede anonimato, José Carlos Oliveira tem entre 30 e 40 anos e nas primeiras horas da manhã desta terça-feira deixou o hotel.
Segundo o funcionário, Oliveira deixou ordens para que a camareira não arrumasse seu quarto, indicando que voltaria em seguida.
Ainda de acordo com as informações, de domingo até hoje pela manhã, José Carlos Oliveira teria feito várias telefonemas para São Paulo, "Ainda não foi possível verificar para onde ligou várias vezes, mas temos informações que seria para dirigentes do PSDB paulista, podendo até ser para um dos coordenadores de campanha de Alckmin" - Nome guardado em segredo por causa das investigações.
Copiado do site Hora News
LULA É IMBATÍVEL
26/10/2006 - 20:31
Ibope: com 62% dos votos válidos, vantagem de Lula é de 24 pontos
Faltando três dias para as eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém sua vantagem de 24 pontos sobre o adversário tucano Geraldo Alckmin.
Segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Jornal Nacional, da TV Globo, Lula tem agora o equivalente a 62% dos votos válidos, contra os 38% de Alckmin.
Em votos totais, a intenção de voto no presidente subiu de 57% (dia 20) para 58%; e a de Alckmin caiu de 36% para 35%.
Hoje, os votos brancos e nulos somam 3% e os indecisos são 4%. O Ibope também perguntou quantos mudariam seu voto. Os que poderiam mudar de candidato seriam 12%, enquanto 86% não mudam o voto. Os que não sabem são 2%.
O Ibope ouviu 3010 pessoas em 202 municípios entre terça-feira (18) e ontem. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.
Leia o manifesto de apoio a Lula divulgado por entidades representantivas de policiais de todo o país:
MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO
NÃO QUEREMOS PARA O BRASIL A VIOLÊNCIA, INSEGURANÇA, MEDO E CRISE DA SEGURANÇA PÚBLICA DE SÃO PAULO, CAUSADOS NO GOVERNO ALCKMIN
A segurança pública é um direito fundamental do povo e dever intransferível do Estado. Todavia, o Estado de São Paulo vive, nos últimos 12 anos, uma profunda crise na segurança pública, devido a inépcia e incompetência do Governo PSDB/PFL de Geraldo Alckmin, nesse serviço público essencial à defesa da vida, do patrimônio e dos direitos do povo brasileiro.
A violência, sem precedentes, mergulhou a sociedade paulista na insegurança e no medo, impondo, de 1995 a 2005, a perda de 131.535 vidas, pessoas assassinadas, e elevado prejuízo patrimonial, com 2.006.970 veículos roubados/furtados dos cidadãos contribuintes. O roubo de cargas, no Estado de São Paulo, supera a alta cifra de R$ 200.000.000,00, por ano, elevando o “Custo São Paulo”, que afeta a competitividade dos produtos da indústria paulista e o crescimento econômico, emprego e rendas, propiciando mais violência e criminalidade.
O crime organizado impôs toque de recolher, caos, medo e insegurança no Estado de São Paulo, cujo governo Alckmin perdeu o controle da situação nas ruas, na FEBEM e nas penitenciárias paulistas, deixando o povo e as atividades da sociedade a mercê do terror do PCC. Em nenhum país do mundo assassinam-se tantos policiais como no Estado de São Paulo. Centenas de famílias de Policiais Paulistas têm sido atacadas, em suas residências, por bandidos do crime organizado. É a herança maldita do governo Alckmin.
O caos na segurança pública no Estado de São Paulo já era esperado, devido ao desmonte do Estado pelos sucessivos governos do PSDB/PFL, com a falta de investimentos e má gestão nos serviços públicos básicos de saúde, educação e segurança, precarizados pelo governo Alckmin.
O governo Alckmin pagou salários de fome, aviltantes aos Policiais Paulistas, o segundo pior do País, e os descrimina por trabalharem em Municípios diferentes, pagando mais para uns dos que para outros, com Sargentos PM ganhando menos do que Soldados PM, independentemente da violência local, causando desmotivação e afetando a auto-estima dos profissionais de segurança pública e a eficiência policial.
O “Risco Alckmin” é uma realidade para os aposentados, em face de sua contumaz violação dos direitos constitucionais dos servidores públicos aposentados. Incompetente e mau pagador, deixou uma dívida superior a doze bilhões de reais, referente a precatórios sobre direitos violados.
Alckmin, um médico, destruiu os serviços de saúde pública dos Policiais Militares e de suas famílias.
A privataria selvagem e escandalosa de FHC e, em São Paulo, coordenada por Geraldo Alckmin, desnacionalizou a economia brasileira e entregou gigantesco patrimônio público a grupos econômicos, a preço de banana e contratos lesivos à economia popular, impediu o crescimento econômico do País e reduziu o emprego e renda, propiciando mais violência e criminalidade. Depois, escondem suas maracutaias debaixo do tapete e, ainda, procuram enganar o povo brasileiro dizendo que a privatização permitiu que todos tenham telefone, recorrendo, portanto, a uma versão sofisticada, cínica e inescrupulosa do “ROUBA MAS FAZ”. Defendem até a venda da Amazônia aos estrangeiros, sob a falácia antipatriótica de preservar o “pulmão” do planeta.
No Interior do Estado, Alckmin infestou as rodovias de pedágios e substituiu a construção de escolas por penitenciárias. Com isso, elevou o “CUSTO SÃO PAULO”, afetou o lazer e o turismo, prejudicando as economias regionais do Estado, com perdas de emprego e rendas; impediu a inclusão social de jovens e fortaleceu o crime organizado nas ruas das cidades e nas penitenciárias paulistas.
Com quem está a montanha de dinheiro, cerca de 98 bilhões de dólares, da privataria ?
Nós, lideranças e dirigentes sindicais e de associações de Policiais Brasileiros, abaixo-assinado, estamos convencidos que segurança pública tem jeito, depende de governo competente e sério, de policiais preparados, equipados, bem pagos e valorizados. Por isso, repudiamos o governo Geraldo Alckmin e vemos nele uma pessoa agressiva, simplista, arrogante, calculista, fria e desrespeitosa, portanto, um RISCO PARA O BRASIL. O Alckmin representa uma ameaça às nossas conquistas previdenciárias, com ameaça de destruição das nossas conquistas previdenciárias, com aumento de tempo de serviço para aposentadoria dos Policiais Brasileiros e das mulheres trabalhadoras, redução de direitos dos aposentados, extinção dos programas sociais, como o Bolsa Família (11 milhões de famílias pobres, agora tomando café, almoçando e jantando todos os dias), do ProUni - Universidade Para todos (200 mil jovens, filhos de pobres na Universidade - e, ainda, o RISCO de que o Alckmin, na presidência da República, continue dilapidando o patrimônio público, com a privataria selvagem, entregando a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, Correios e empresas de energia elétrica para grupos econômicos, beneficiados, ainda, com contratos lesivos à economia popular, prejudicando o crescimento econômico do País, o emprego, a renda e o bem-estar social do povo brasileiro, causando, em conseqüência, mais violência e criminalidade.
Vamos reagir ao golpismo direitista, liderado pelo PSDB/PFL/PPS, forças do conservadorismo, do atraso e da injustiça social no Brasil. Nesse sentido, nós, Policiais Brasileiros, apoiamos e votamos em LULA PRESIDENTE, de NOVO, porque ELE É O CERTO e O OUTRO É DUVIDOSO !
1. Francisco Jesus da Paz (Tenente Paz - SP) - Coordenador do “MANIFESTO AO POVO BRASILEIRO”;2. Capitão Res PM José de Menezes Cabral - Diretor de Segurança do Conselho de Sociedades e Amigos de Bairros e Clubes de Serviços da Zona Norte - São Paulo/SP - CONORTE;3. 1º Tenente Res PM Roberto Bossio (SP);4. Divinato da C. Ferreira, Presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Policiais Civis da Região Centro Oeste;5. Vilma Marinho César, Presidente da Federação Interestadual dos Policiais Civis do Nordeste;6. Paulo Roberto Martins, Presidente da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Policiais Civis da Região Sul-Sudeste;7. Hilton Ferreira da Silva, Presidente da Federação Interestadual dos Policiais Civis da Região Norte;8. Antonio Marcos Pereira, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais;9. Paulo Roberto Martins, Presidente do Sindicato das Classes Policiais Civis no Estado do Paraná;10. Isaac Delivan Lopes Ortiz, Presidente da União Gaúcha dos Escrivães, Inspetores e Investigadores do Rio Grande do Sul;11. João Batista Rebouças da Silva Neto, Presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia Civil do Estado de São Paulo, Mediador e Coordenador das Federações de Policiais Civis do Brasil;12. João Severino e Cleonice F. S. Felipe, Representantes do Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil do Estado de São Paulo;13. Pedro J. Cardoso, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Santa Catarina;14. Adroaldo Rodrigues, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul;15. Wellinghton Luiz de Souza Filho, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal;16. Cledison G. da Silva, Presidente do Sindicato de Investigadores de Polícia Civil e Agentes Prisionais do Estado do MG;17. Sadisley Damasceno, Presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Roraima;18. Valdir Antonio de Vargas, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Ex-Território Federal de Rondônia;19. Jair Coelho, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Amapá;20. Genima Evangelista, Presidente do Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil do Estado de Mato Grosso;21. Maurício Godoy, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Mato Grosso do Sul;22. Carlos Alberto do Nascimento, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis da Bahia;23. Silvano F. Araújo, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do Rio Grande do Norte;24. Cláudio Marinho da Silva Neto, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco;25. Luis Alberto Mesquita Marques, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Tocantins;26. Silveira Alves de Moura, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás;27. Cícero E. Moreira, Presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do Estado de Rondônia;28. Hilton Pereira da Silva, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Amazonas;29. Amaraji G. das Neves, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Roraima;30. Raimundo Nonato R. Pinheiro, Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Pará;31. Antonio Fialho Garcia Junior, Presidente da Associação dos Investigadores de Polícia Civil do Estado do Espírito Santo;32. Carlos E. de Almeida Pacheco, Presidente da Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro;33. Aldoir Prates, Presidente da União dos Policiais Civis do Estado do Rio Grande do Sul.
26 outubro 2006
Como já havia mostrado o Datafolha, na pesquisa realizada na terça-feira (24), a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva cresceu em todas as regiões do país. Na Pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta quinta-feira (26), Lula já lidera em todo o Brasil, inclusive está na dianteira de Alckmin, no Sul do país. No Norte e Centro-Oeste, segundo a pesquisa CNT/Sensus, Lula teve 19,9 pontos à frente de seu adversário. Se a eleição fosse hoje, o presidente teria 58.9% dos votos, contra 38,4% de Alckmin. No Nordeste, Lula segue liderando com tranqüilidade, com mais de 66% dos votos, segundo a pesquisa CNT/Sensus. Na região, Lula tem 74% dos votos, contra 18,6% de seu adversário.
Já no Sudeste, Lula tem, segundo o instituto Sensus, uma vantagem de 14,2% em relação à Alckmin. A pesquisa mostrou o presidente com 50,9% dos votos dos eleitores entrevistados, contra 36,7% do candidato tucano. No Sul, Lula continua crescendo, segundo a pesquisa CNT/Sensus, e já ultrapassou Alckmin. A amostragem mostrou, hoje, Lula com 45.5% dos votos, contra 45,2% de Alckmin.
Do site www.lula.org.br
26/10/2006 - 16h09
Jungmann terá de explicar ao STF declarações contra Lorenzetti
da Folha Online
Ação de Abel teria provocado rombo de R$ 4 milhões
“Abel Pereira, o suposto elo do PSDB com a máfia dos sanguessugas, agilizou a liberação de verbas do Ministério da Saúde para 50 municípios que compraram ambulâncias superfaturadas. A ação de Abel teria provocado rombo de R$ 4 milhões no Tesouro em 2002, último ano do governo Fernando Henrique. O ministro da Saúde, na ocasião, era Barjas Negri, amigo de Abel.
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A denúncia foi feita à Justiça por Luiz Antônio Vedoin e seu pai, Darci, donos do Grupo Planam e apontados pela Polícia Federal como criadores do esquema de emendas forjadas. Empreiteiro de obras públicas em Piracicaba (SP) e fazendeiro em Jaciara (MT), Abel depôs à PF segunda-feira e negou ter atuado como lobista dos sanguessugas. Mas ele caiu em contradições. Uma delas: disse que não era amigo de Barjas.
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Os depoimentos dos Vedoin apontam em outra direção. Mostram que Abel tinha livre trânsito no gabinete do ministro. Um exemplo é o caso do ex-prefeito de Jaciara Valdizete Martins Nogueira. Em 2002, Valdizete pediu ajuda a Abel para audiência com Barjas. Em duas semanas, o ministério liberou um dinheiro que estava parado havia 1 ano e 3 meses. A PF decidiu interrogar os Vedoin porque avalia como "muito graves" as denúncias que eles relataram à Justiça Federal, semana passada.”
Tribuna da Imprensa
26/10/2006 - 15h40 Lula mantém vantagem de 22 pontos sobre Alckmin, diz Vox Populi
SÃO PAULO (Reuters) - O presidente-candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manteve uma vantagem de 22 pontos percentuais contra seu adversário Geraldo Alckmin (PSDB), considerando-se apenas os votos válidos, mostrou pesquisa Vox Populi divulgada pela revista Carta Capital nesta quinta-feira.
A sondagem mostra que Lula venceria a corrida presidencial com os mesmos 61 por cento dos votos válidos --que excluem brancos, nulos e indecisos-- que apresentava na semana passada. No total entre os votos estimulados, o petista seguiu com 57 por cento.
Alckmin continuou com 39 por cento dos votos válidos da sondagem anterior --37 na pesquisa estimulada. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.
Ainda de acordo com o levantamento, divulgado no site da Carta Capital, os dois candidatos perderam 1 por cento na pesquisa espontânea: 56 para o petista e 36 para o tucano.
No Sudeste, região na qual Alckmin ganhou no primeiro turno por pequena margem e que comporta 50 milhões de votos, Lula agora tem vantagem de 9 pontos percentuais. Na sondagem de 13 de outubro, o petista vencia por 6 pontos.
A enorme vantagem que o presidente-candidato tinha diante do tucano no Nordeste caiu de 78 para 75 por cento.
O Vox Populi realizou 2.000 entrevistas entre segunda e terça-feira em 121 municípios do país.
(Por Maurício Savarese)
Presença confirmada: Marta Suplicy
Dia: 27 de outubro - sexta-feira
Horário: 11h (em frente ao Teatro Municipal)
Local de Concentração: Praça Ramos de Azevedo
Vista sua camiseta vermelha e traga sua bandeira !
Paulo Fiorilo
Presidente
Coordenador-Geral da Capital
Valdir Sant’Anna
Secretário-Geral
Coordenador de Mobilização da Capital
Olívio dispara e encosta em Yeda no RS, aponta pesquisa
Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (26) pelo instituto Methodus aponta redução de 19 pontos na distância entre Yeda Crusius (PSDB) e Olívio Dutra (PT). Em relação à pesquisa anterior do mesmo instituto, a candidata tucana caiu de 59,1% para 49,2%, enquanto Olívio subiu de 34% para 43,1%.
Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior
63,2%
Sensus dá 26 pontos de vantagem a Lula
Da 87ª Pesquisa CNT/Sensus que ouviu 2 mil pessoas em 195 municípios no período de 23 a 25 de outubro de 2006 e que acaba de ser divulgada em Brasília:
Lula - 63,2% (do total de votos válidos)Alckmin - 36,8%
Sensus dá 26 pontos de vantagem a Lula
Da 87ª Pesquisa CNT/Sensus que ouviu 2 mil pessoas em 195 municípios no período de 23 a 25 de outubro de 2006 e que acaba de ser divulgada em Brasília:
Lula - 63,2% (do total de votos válidos)Alckmin - 36,8%
Vantagem de Lula: 26,4%
Sobre o total de votos (incluindo brancos, nulos e indecisos):
Lula - 57,5%
Alckmin - 33,5%
Brancos e nulos - 3,3%
Indecisos - 5,9%
Por regiões (sobre o total de votos)
Nordeste - Lula, 74,% a 18,6%
Sudeste - Lula, 50,9% a 36,7%
Norte/Centro-Oeste - Lula, 58,3% a 38,4%
Sul - Lula, 45,5% a 45,2%
Margem de erro da pesquisa: 3 pontos percentuais para mais ou para menos.tagem de Lula: 26,4%
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou o apoio de 87 prefeitos de Mato Grosso, durante um ato realizado nesta quarta-feira (25), em um encontro realizado na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em Cuiabá, organizado pelo governador reeleito do Estado, Blagio Maggi.O evento visou engajar prefeitos e vereadores nesta reta final do segundo turno à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No encontro estavam políticos do PMDB, PP, PSB , PL e PPS, além dos deputados estaduais Vera Araújo e Ságuas Moraes e o deputado federal e coordenador da campanha de Lula em Mato Grosso, Carlos Abicalil. A senadora Serys Marli, adversária de Maggi na última eleição, chegou atrasada ao evento em decorrência de horário de vôo de Brasília. Entre os prefeitos presentes, o destaque ficou por conta da prefeita em exercício de Cuiabá, Jacy Proença (PMDB), que elogiou a posição de Maggi e declarou voto a Lula.
Em seu discurso, Maggi criticou o governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso ao apontar a crise na agricultura nos anos 94 a 96 como pior que a atual. “A crise foi a pior que o setor atravessou e colocou o agronegócio na lona”, avaliou, acrescentando: “As saídas para os problemas atuais estão perto de acontecer. Com uma vitória do Alckmin as negociações começariam do zero”.
Leiam o que diz FHC hoje no Estadão.
09:54 26/10
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) fez hoje uma autocrítica a respeito de seu partido, dizendo que os tucanos deveriam ter sido mais veementes na defesa das privatizações realizadas pelo seu governo. "Eu não diria que é uma questão pessoal do Alckmin (candidato da legenda à Presidência, Geraldo Alckmin), eu diria que o PSDB tem de ser mais enérgico na defesa de suas crenças e na defesa do que fez", reiterou ele, em entrevista concedida hoje à Rádio Bandeirantes.
NÃO ME DEIXEM SÓ!
Da Folha de S.Paulo, hoje:
"Dois dias depois de o governador eleito José Serra (SP) faltar ao debate eleitoral para ir ao cinema, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, não compareceu ontem ao último ato de campanha de Geraldo Alckmin à Presidência: um comício no Vale do Anhangabaú, em SP. Também convidados pelo comando da campanha, o ex-presidente Itamar Franco e o prefeito do Rio, Cesar Maia, não estavam presentes. O governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima, não compareceu porque enfrenta segundo turno no Estado. O senador Teotonio Vilela Filho (AL) chegou no momento da saída de Alckmin. O ex-governador de Goiás Marconi Perillo e o prefeito de Curitiba, Beto Richa, também faltaram. Para minimizar a ausência de Aécio, o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), brincou: "Ele não pôde vir porque está namorando", disse, rindo."
Venha você também participar da caminhada pró-Lula, pluripartidária, que acontecerá neste Sábado em São Bernardo do Campo, esse será o último ato permitido pela lei eleitoral, não perca.
Com as presenças de Luiz Inácio Lula da Silva, vários ministros, artistas, cantores, vereadores, deputados, prefeitos, sindicalistas, empresários e trabalhadores de todos os setores da sociedade. Apoio de vários integrantes de partidos políticos da região, entre eles: PT, PCdoB, PRB, PMDB, PTB, PP, PDT, PSB, PV, PMN, PSOL, PCB e outros, além do apoio da juventude brasileira representada pela: UNE, UMES e UBES.
Concentração em frente a Praça Lauro Gomes e caminhada pela Rua Marechal Deodoro até a Igreja Santa Filomena onde encerraremos a campanha Lula Presidente e rumaremos á vitória no dia 29.
Sábado
28/10/2006
Ás 10:00 horas
Em frente ao
Colégio Maria Iracema Munhoz
e da Lojas Americanas
Reúna a família, traga suas bandeiras e venha fazer parte deste movimento por um Brasil de Todos Nós!
O segundo turno nos coloca diante de uma alternativa clara:
1. Votar em Lula é votar a favor de uma possibilidade real de política popular e na crescente construção de uma democracia que seja também econômica, social, étnico-cultural. É votar pela liberdade de ação dos movimentos populares e pela possibilidade de cobrar do governo atual os seus melhores compromissos.É votar pela segurança de termos, em alguns ministérios, pelo menos, ministros autenticamente bons. É votar por uma política exterior que siga promocionando a verdadeira integração latinoamericana e caribenha, possibilitando a presença e a palavra dos povos do terceiro mundo e contestando o neoimperialismo.
Isso sim: Votando contra toda corrupção e contra toda impunidade.
Alckmin vai vender a Petrobras, o BB, a Caixa e os Correios
