29 setembro 2006
29/09/2006 - 11:26 CNBB condena clima de golpe
O presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), d. Geraldo Majella Agnelo, lamentou que o clima de denúncias tenha tomado conta do debate eleitoral.
Para o cardeal, denúncias às vezes são apenas "artimanhas para confundir" o eleitorado. O vice-presidente da CNBB, d. Antônio Celso de Queirós, foi além: criticou a proposta de impeachment feita pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), usando como referência o golpe militar.
"Não estamos de olhos fechados para perceber que a dimensão da corrupção é muito maior do que um, dois, três, quatro ou cinco acontecimentos que possam ser utilizados numa campanha eleitoral. Afinal, já houve até golpe de Estado neste País em função do pretexto de combater a corrupção", afirmou d. Antônio.
"É preciso verificar o nível de responsabilidade. Um impeachment não se decreta assim", afirmou, irritado.
MoralD. Antônio chegou a defender que o combate à corrupção deva aparecer fora do clima eleitoral. "Temos de tomar cuidado. Não está em jogo a moral de uma pessoa, mas o futuro do Brasil", afirmou.
O secretário-geral da CNBB, d. Odilo Scherer, ponderou que o debate sobre corrupção pode integrar a discussão política. "Mas ele não deveria ser a prioridade. O ideal seria que programas e idéias dos candidatos também fossem debatidos."
Com informações da Agência Estado
O Lula não fala inglês, não fala espanhol. Fala o português, aquele do povo.
Ele estudou, sim, tem o ensino fundamental. Não estudou mais porque não pôde. Não nasceu em berço de ouro, como Fernando Henrique, Alckmin e Serra. Sentiu, à flor DA pele, as agruras DA fome, DA miséria. Foi retirante, veio, ainda criança, para Santos. Sua mãe o criou, juntamente com seus irmãos; deu-lhe caráter.
Ele trabalhou, sim, e foi líder porque soube. Não foi imposto, foi escolhido.
Soube negociar com empresários; conversava ( e conversa) com else de igual para igual, sem medo, sem preconceitos. E foi assim que ele obteve grandes conquistas para a classe trabalhadora.
Foi preso durante a ditadura. Sua mãe, que era seu esteio, faleceu quando ele ainda estava preso. Mas ele nunca desistiu, foi à luta.
Herdou de Fernando Henrique, do PSDB, e dos seus aliados do PFL, um país afundado em dívidas. Pagou todas. A com o FMI e a com o Clube de Paris. O Brasil já não é refém do FMI de Fernando Henrique e sua turma.
Durante o seu governo, foram criados mais de seis milhões de empregos, mais de quatro milhões com carteira assinada. Esses números fazem com que seus adversários, que falam inglês, espanhol, francês, que estudaram nas melhores escolas, o odeiem, porque else não conseguiram isso em oito anos.
Somente no ano de 2006 foram criados 1.800.000 empregos com carteira assinada, e a renda do trabalhador subiu 5,8% em setembro, em comparação a agosto do mesmo ano.
A pobreza, no seu governo, teve redução de 19,5%!
Sobre corrupção, é bom que quem acusa o Lula informe melhor a vocês, que estão sendo mal informados. Cerca de 80% das falcatruas que a Polícia Federal, o Ministério Público e a Corregedoria Geral DA União estão descobrindo, ocorreram no governo passado. Acontece que, naquela época, o PSDB de Fernando Henrique, de Alckmin e de Serra, abafava tudo. Vocês se lembram DA compra de votos para a reeleição (R$ 200.000 cada)? Mas não foi só isso. O valerioduto foi obra do PSDB, com o Eduardo Azeredo. Mas, naturalmente, o Sr. Fernando Henrique e sua turma nunca souberam de nada. Agora, querem dizer que o Lula tinha a obrigação de saber! Else usam dois pesos e duas medidas.
O governo Fernando Henrique nunca foi investigado, porque o PSDB e OS partidos aliados arranjaram um jeitinho de impedir as CPIs, e o Sr. Geraldo Brindeiro, que era o Procurador Geral DA República (também conhecido como engavetador geral); jogava tudo para debaixo do tapete. Mas, agora muita coisa começa a aparecer, como a participação do Serra no esquema dos sanguessugas, e do envolvimento de vários políticos do PSDB e do PFL na máfia dos vampiros e no esquema dos sanguessugas.
Os Vedoin nunca ganharam tanta grana como na época em que o Serra foi Ministro DA Saúde.
O Sr. Geraldo Alckmin também impediu a abertura de 69 CPIs para investigar a sua administração suspeita quando era governador de São Paulo. Entre elas podem ser citadas alguma, como o uso de verbas DA Nossa Caixa para comprar apoio de parlamentares, a suspeita de superfaturamento e de benefício de empresas em várias obras (Rodoanel, etc). OE o caso dos vestidos DA D. Lu, esposa do Alckmin? Da sociedade do seu filho (suspeita) com o acupunturista do Alckmin? E o uso de verba pública para patrocinar a revista desse acupunturista? O Sr. Alckmin tem muito que explicar, assim como o Sr. José Serra, mas else se fingem de donos DA moral e DA ética, com a colaboração DA maioria DA imprensa, que não informa sobre esse fatos.
Sobre o caso desse suposto dossiê, vale algumas observações. Não há´como negar o envolvimento de alguns petistas debilóides no caso. Mas como se explica que a primeira rede de televisão a estar presente na hora do flagrante DA PF era. Justamente A QUE FAZIA A COBERTURA DA CAMPANHA DE JOSÉ SERRA? Muito estranho, não? Else chegaram primeiro que todas as outras. Quem OS informou? Foi armação. Deixo para você raciocinar.
O Sr. Abel Pereira, amigo íntimo de Barjas Negri, do PSDB, que substituiu o Serra no Ministério DA Saúde, esteve em Mato Grosso um dia antes de estourar o caso do dossiê .Hospedou-se em um hotel próximo a Planam (uma das empresas dos Vedoin), com uma bolada de R$ 4000.000!. Estranho, não?
Vale dizer que o Barjas Negri era homem de confiança do Serra. E foi justamente na gestão Serra/Barjas Negri no Ministério DA Saúde que OS Vedoin ganharam mais dinheiro, e o Sr. Abel Pereira era o intermediário das falcatruas.
Eleitor, não deixe que enganem você.
Analise OS fatos. Quem aponta hoje não tem um passado que permita acusar ninguém. Estão querendo Dar uma de bonzinhos, com um passado tão nebuloso?
Compare a situação do país hoje com o passado. Em 2003 havia uma expectativa de inflação de mais de 25% ao ano; hoje, a projeção é de menos e 3%. E ainda querem dizer que a política do Lula é continuação da do Fernando Henrique. Se fosse, estaríamos na bancarrota, com certeza.
O salário mínimo, hoje, embora baixo, tem um poder de compra muito maior do que na época em que o PSDB e PFL governaram o país. O poder de compra do assalariado aumentou! Hoje, não levamos mais sustos quando entramos no supermercado. A venda de celulares, se TVs, de geladeiras, de DVDs, etc, amentou, e muito. E grande parte vai para AS CLASSES QUE ANTES NÃO PODIAM COMPRAR ESSES PRODUTOS.
O BRASIL MELHOROU! COM UM PRESIDENTE QUE NÃO SABE INGLÊS, ESPANHOL OU FRANCÊS. QUE FALA MAL O PORTUGUÊS, MAS EU ENTENDO A SUA LINGAGEM. ELE NÃO TRAIU O POVO COMO QUEREM FAZER VOCÊ ACREDITAR. QUEM TRAIU FOI FERNANDO HENRIQUE (E O PSDB DE ALCKMIN), QUE CHAMOU OS APOSENTADOS DE MALANDROS! LULA TIROU 19000000 DE BRASILEIROS DA MISÉRIA! CRIOU O PROUNI! O POBRE TEM MAIS ACESSO ÀS UNIVERSIDADES.
Há muitas outras coisas grandiosas que ele fez, mas querem mostrar a vocês somente os defeitos. Defeitos que não vêm de hoje, são antigos, e todos têm.
NÃO SE DEIXEM ENGANAR POR UMA ELITE QUE QUER MANIPULAR VOCÊS! COMPAREM! ELES ROUBARAM MUITO MAIS!
O POBRE ESTÁ COMENDO MELHOR! ESTÁ VIVENDO MELHOR!
E O RESPONSÁVEL POR ISSO NÃO FOI UM SOCIÓLOGO (FERNANDO HENRIQUE), O PSDB OU SEUS ALIADOS. FOI UM EX-TORNEIRO MECÂNICO, DE LINGUAJAR RUDE MAS COM IDÉIAS E IDEAIS QUE NÃO SE ADQUIREM EM BANCOS UNIVERSITÁRIOS, MAS NO CONTATO DIRETO COM O POVO!
REPASSE . VAMOS CONTINUAR VENDO O BRASIL MELHOR. COM LULA!
AMIGOS, AQUI NA MINHA PACATA E PEQUENA CIDADE, CASTELO, ES, ANDA CIRCULANDO UMA CARTA, IDEALIZADA POR UM MÉDICO (VERGONHA PARA A CLASSE), ACHINCALHANDO O LULA COM OS MAIS BAIXOS E VIS QUALIFICATIVOS.
COMO RESPOSTA, RESOLVI ESCREVER ESTA, PARA DISTRIBUIR AOS MEUS CONCIDADÃOS.
SE, POR ACASO, FOR DE UTILIDADE PARA AJUDAR O LULA, NESTA RETA FINAL, FIQUE Á VONTADE.
PAZ.
UBIRATAN ROSA PASSOS (MÉDICO)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comunicou às organizações Globo que não participará do debate promovido pela emissora nesta quinta-feira (28).
Leia abaixo a integra da correspondência enviada à direção da emissora:Venho agradecer, respeitosamente, o convite desta emissora para participar do debate sobre as eleições presidenciais, marcado para hoje. Sou um dos políticos que mais participou de debates eleitorais neste país. No entanto, é fato público e notório o grau de virulência e desespero de alguns adversários, que estão deixando em segundo plano o debate de propostas e idéias, para se dedicar, quase exclusivamente, aos ataques gratuitos e agressões pessoais.
Tenho demonstrado, em toda a minha vida, compromisso com os princípios democráticos e disposição para enfrentar qualquer tipo de debate. Somente na TV Globo, participei de três entrevistas ao vivo - no “Jornal Nacional”, no “Jornal da Globo” e no “Bom Dia Brasil” – com perguntas livres e contundentes. O tom polêmico destas entrevistas, e a maneira como me comportei, demonstram que não tenho receio de enfrentar o debate franco e democrático. Não posso, porém, render-me à ação premeditada e articulada de alguns adversários que pretendiam transformar o debate desta noite em uma arena de grosserias e agressões, em um jogo de cartas marcadas.
Aproveito para reafirmar o meu respeito à TV Globo e parabenizá-la pelo trabalho isento que vem fazendo na cobertura destas eleições.
Dados apresentados hoje (28) pela entidade mostram que, no período, os investimentos atingiram o maior patamar desde 1997. Entre abril e junho, eles somaram R$ 102,2 bilhões, o que representa 20,1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas produzidas por um país).
“É um efeito positivo, porque quanto mais investimentos tivermos agora, mais retorno vamos ter no futuro”, avaliou Muanis.
Por outro lado, a taxa de poupança teve queda se comparada ao segundo trimestre do ano passado, ficando em 23,2% do PIB. Em 2005, o resultado havia sido de 23,9%.
Segundo a economista, o desempenho pode explicado pelo aumento do consumo total, tanto das famílias como do governo. No segundo trimestre de 2006, as famílias gastaram R$ 282,3 bilhões e o governo R$ 94,2 bilhões.
“A poupança é um resíduo do consumo no total da renda. Quando o consumo aumenta, a poupança sofre redução”.
Na análise da oferta, a agropecuária foi o único setor a apresentar queda no período, totalizando R$ 37,9 bilhões. Em 2005, o acúmulo em igual período foi de R$ 41,2 bilhões.
“O trimestre não foi muito bom para a agropecuária em volume produzido, mas principalmente pela queda dos preços. Essa combinação levou a uma redução de seus valores”, destacou Muanis.
Os demais componentes do PIB tiveram resultados superiores na comparação com igual período de 2005. A indústria totalizou R$ 184,5 bilhões em 2006 frente R$ 170,8 bilhões em 2005; e serviços registraram R$ 252,9 bilhões frente aos R$ 239,2 registrados no ano passado.
Agência Brasil
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28/09/2006 - 19:58 Empresário que denunciou grampo no TSE é indiciado por falsidade ideológica
A Polícia Federal indiciou nesta quinta-feira (28) por falsidade ideológica e falsa comunicação o empresário Ênio Gomes Fontenelle, dono da empresa Fence.
A Fence também estaria envolvida em escutas telefônicas realizadas em 2002 para monitorar a campanha do então candidato do PPS à Presidência, Ciro Gomes. A PF não deu informações sobre este caso.
Além disso, a Fence é suspeita de ter participado da operação de implofiu a candidatura Roseana Sarney (PFL), no mesmo ano. Na época, a empresa tinha contratos com o Ministério da Saúde, cujo titular, José Serra (PSDB), também concorria à presidência.
Fontenelle foi o responsável por informar ao presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Marco Aurélio Mello, que uma varredura de sua empresa encontrou grampos nos telefones de três ministros - dois deles no STF (Supremo Tribunal Federal).Segundo a Polícia Federal, em uma acareação hoje entre o empresário e o diretor-geral do TSE, Athayde Fontoura Filho, Fontenelle admitiu que pode ter errado na conclusão sobre a existência dos grampos.A PF entendeu que o diretor do TSE e o presidente do tribunal foram levados ao erro pela empresa quando anunciaram que as linhas tinham sido grampeadas.A perícia realizada pela Polícia Federal não detectou nenhum grampo. Segundo a PF, era impossível realizar uma escuta nos telefones apontados pela Fence. Ela considerou que pode ter havido má-fé do empresário, já que ele tem 40 anos de experiência e a chance de erro é pequena.Com o indiciamento, a Fence perde a licença para atender qualquer órgão público.Em sua defesa, o empresário disse que nunca afirmou que havia grampos nos telefones e que foi pego de surpresa com o indiciamento.
Com informações da Folha Online
28 setembro 2006
VITÓRIA DO POVO BRASILEIRO
Domingo, dia 1º de outubro, vou votar em Lula, o melhor presidente que o Brasil já teve. Vou votar como em 2002, sem medo de ser feliz, com a certeza que estou elegendo o melhor para o meu país. Vou votar na queda da desigualdade social, na diminuição da miséria, na geração de emprego e renda. Vou votar no crescimento sustentável, na solidez econômica. Vou votar no combate à exclusão social, vou votar pela dignidade de um povo. Vou votar em quem pensou e fez o possível e o impossível para melhorar a vida das pessoas e do país. Vou votar para que o PROUNI não acabe, vou votar para que o Bolsa Família não acabe, vou votar para que o crédito consignado não acabe, vou votar para que o Brasil continue auto-suficiente em petróleo. Vou votar no Lula. Vou votar para que cada vez mais as pessoas tenham oportunidades, tenham um presente e um futuro com dignidade. Vou votar para que cada vez mais pessoas tenham energia elétrica e acesso a crédito para aquisição da casa própria. Vou votar em quem vai fazer a Transposição do Rio São Francisco e, com isso, levar dignidade ao povo nordestino, gerar milhares de empregos e acabar com a seca no Sertão. Voto em quem gerou 6 milhões de empregos, voto em quem acabou com a inflação, voto em quem deu o maior aumento real para o salário mínimo, melhorando o poder de compra do povo. Voto em quem derrubou os preços dos alimentos, para que as pessoas possam comer mais e melhor. Voto em quem combateu a corrupção como nunca foi feito antes neste país. Voto contra a desigualdade social, voto contra o apagão, voto contra a fome e a miséria, voto contra a elite. Voto contra a volta do FHC, que desgraçou este país, pelas mãos de Alckmin. Voto contra Alckmin, o discípulo de FHC. Voto contra a volta do FMI, contra os juros altos, voto contra a instabilidade econômica, contra o desemprego, contra a privatização da Petrobras, da Caixa Federal, do Banco do Brasil. Voto contra quem deixou o meu estado, SP, ser dominado pelo crime organizado. Voto contra quem faz acordos com bandidos. Voto contra quem engavetou 70 CPIs para investigar a corrupção em seu governo, voto contra quem protege, apóia e acoberta o contrabando de luxo e a sonegação fiscal. Voto contra quem não repassa verba para a educação e manda a PM bater em estudantes e professores. Voto contra quem faz uso do dinheiro publico, como da Nossa Caixa, para se autopromover, pagando sites e revistas de aliados de FHC, do PSDB. Voto contra quem quer desgraçar o meu país, trazer de volta o caos econômico e social, a miséria e a fome. Os filhos do Brasil não fogem à luta, por isso é Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas
27 setembro 2006
Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo Jornal Nacional confirmam a expectativa de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva será reeleito em primeiro turno no próximo domingo. Nas duas, o petista aparece com 53% dos votos válidos.
Segundo o Datafolha, Lula tem hoje 49% das intenções de voto. Em segundo lugar, bem atrás, aparece Geraldo Alckmin (PSDB), com 33%, seguido por Heloísa Helena (8%) e Cristóvam Buarque (2%). Brancos e nulos somam 4%. Indecisos são 3%.
O Ibope traz números parecidos: 48% para Lula, 32% para Alckmin, 8% para Heloísa Helena e 2% para Cristóvam. Brancos e nulos também são 4%, mas os indecisos, aqui, aparecem com 5%.
Segundo as duas pesquisas, Lula também venceria Alckmim num eventual segundo turno, por 52% a 40% (Ibope) e 52% a 41% (Datafolha).
A aprovação ao governo Lula também continua em alta. No Datafolha, 47% consideram sua administração boa ou ótima, 34% acham que é regular e 17% a avaliam como ruim ou péssima. No Ibope, os índices são, respectivamente, 44%, 35% e 21%.
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 200 cidades entre segunda-feira e ontem. Já o Datafolha entrevistou 7.528 pessoas em 368 municípios nesta quarta. Nas duas, a margem de erro é de dois pontos percentuais.
26/09/2006 - 15:56 Armação?: PF descarta grampo no TSE e coloca em xeque empresa suspeita
A Polícia Federal deve concluir nesta quarta-feira (27) o inquérito sobre a suposta instalação de grampos em linhas telefônicas usadas pelo presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Marco Aurélio de Mello, e por mais dois ministros da Corte.
Um laudo preliminar do Instituto Nacional de Criminalística, que será concluído hoje, informa que não foram encontrados nem mesmo indícios de escutas clandestinas nos telefones de Marco Aurélio e de seus colegas Marcelo Ribeiro e Cezar Peluso, este último ministro também do Supremo Tribunal Federal.
O suposto grampo anunciado no início da semana passada. Nos dias seguintes, Marco Aurélio deu entrevistas em que se apressou a atribuir a “agentes do Estado” a instalação dos grampos.
A “possibilidade” de grampo constou em relatório produzido pela empresa de segurança privada Fence, contratada pelo TSE. A Fence esteve envolvida em denúncias de superfaturamento de contratos, sem licitação, durante a gestão do tucano José Serra no ministério da Saúde, em 2002.
Naquele mesmo ano, levantaram-se suspeitas de que a empresa teria participado da operação que resultou na apreensão de R$ 1,4 milhão no cofre da empresa Lunus, em São Luís (MA), quantia supostamente destinada à campanha presidencial de Roseana Sarney (PFL-MA).
Na época, a notícia implodiu a candidatura de Roseana e beneficiou diretamente a de José Serra (PSDB), que também concorria à Presidência da República e disputava com a pefelista o direito de ir ao segundo turno.
"A coincidência de uma empresa que já tem uma folha corrida de envolvimento com episódios pré-eleitorais mostra a gravidade do momento, em que o golpismo freqüenta a ação política de muitos atores. Não podemos permitir que esse ambiente golpista prospere", afirmou nesta terça-feira o líder do PT na Câmara dos deputados, Henrique Fontana (RS).
Grampo só se for no cabelo
“Grampo naquelas linhas telefônicas, só se tivesse sido feito por alguma operadora e, ainda assim, não são todas as operadas que têm equipamentos suficientes para fazer este tipo de grampo. Grampo ali (TSE e STF) só se for no cabelo de alguém”, disse ao jornal O Globo um dos investigadores do caso.
A denúncia sobre a suposta espionagem dos ministros do TSE e do Supremo foi formalizada segunda-feira da semana passada pelo diretor-geral do tribunal eleitoral, Athayde Fontoura Filho.
Com base em relatório da Fence - Consultoria Empresarial Ltda, Fontoura convocou uma entrevista coletiva para informar que as linhas telefônicas usadas por Marco Aurélio, Peluso e Ribeiro poderiam ter sido alvo de espionagem clandestina.
A partir dessas informações, Marco Aurélio acionou o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza. O procurador pediu, então, para que a PF abrisse inquérito para apurar o caso. Em menos de uma semana, a Divisão de Contra-Inteligência da PF chegou à conclusão de que não há vestígios de grampo nas linhas indicadas pela Fence.
A empresa é contratada para fazer varreduras mensais nos telefones fixos dos ministros do TSE desde 2003. Depois da primeira denúncia, o TSE determinou que as varreduras fossem feitas a cada semana até o fim deste mês.
A Fence apontou a existência de indícios de grampos em telefones dos gabinetes de Marco Aurélio e Peluso no STF. Também foram denunciados grampos no telefone-fax do gabinete no TSE do ministro Marcelo Ribeiro.
O diretor Athayde explicou, na ocasião, que os próprios ministros indicam que telefones desejam ver checados. Na última checagem, Peluso pediu que, além dos telefones do TSE, também fossem verificados os telefones que usa no STF, assim com o Marco Aurélio e o ministro Carlos Ayres Britto.
No início do ano, a PF também foi acionada para investigar suspeita de grampos nos telefones do então relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-GO), mas nada foi encontrado.
DesequilíbrioHenrique Fontana (RS), cobrou "maior equilíbrio" do presidente do TSE. "Esse episódio transmite a todos nós a necessidade de maior equilíbrio daqueles que ocupam funções públicas relevantes, como o ministro Marco Aurélio de Mello. Ele, mais do que ninguém, deve preservar a noção de que ninguém pode ser condenado ou absolvido antes de feita uma investigação", afirmou.
Fontana lamentou a repercussão de boatos disseminados às vésperas da eleição presidencial. "Repercutir boatos que incidem em um processo democrático às vésperas de uma eleição é muito perigoso para a democracia do país. Temos que redobrar os cuidados, porque há um clima entre alguns setores da sociedade brasileira de criar instabilidade no regime democrático, e isso é inaceitável. É bom que esses esclarecimentos tenham chegado antes da eleição, para que o povo brasileiro perceba que alguns boatos têm siso espalhados com a intenção de prejudicar a candidatura Lula", afirmou.
Com agências
Lula dispara em Minas Gerais 53%
“Nem mesmo o favoritismo do candidato do PSDB à reeleição, Aécio Neves, para o governo de Minas Gerais conseguiu alavancar a campanha para presidente de Geraldo Alckmin, também do PSDB, no Estado
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Nem mesmo o favoritismo do candidato do PSDB à reeleição, Aécio Neves, para o governo de Minas Gerais conseguiu alavancar a campanha para presidente de Geraldo Alckmin, também do PSDB, no Estado. A diferença entre as intenções de voto para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, e Geraldo Alckmin chega a 30 pontos porcentuais em Minas Gerais, de acordo com pesquisa do Instituto EMData, publicada nesta terça-feira pelo jornal Estado de Minas.
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Conforme o levantamento, realizado de 21 a 23 de setembro, Lula alcançou 53% das intenções de voto, contra 23% de Alckmin. A pesquisa revela também que a candidatura de Lula apresenta uma curva ascendente no Estado, o segundo maior colégio eleitoral do País.
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Na primeira pesquisa do Instituto RMData, realizada entre 25 e 28 de junho, Lula tinha 49% da preferência do eleitorado, mas caiu para 47% no levantamento seguinte, realizado de 8 a 10 de agosto. Na terceira pesquisa - de 12 a 14 de setembro -, o petista subiu para 50% e agora tem 53%. Lula, porém, oscilou dentro da margem de erro, que é de três pontos porcentuais para mais ou para menos. O mesmo ocorreu com a candidatura de Alckmin, que na última pesquisa tinha 25% das intenções e agora aparece com 23%.”
Eduardo Kattah / Agência Estado
26 setembro 2006
A Coligação A Força do Povo irá montar, em frente à sede do Comitê Nacional, em Brasília, uma estrutura para que os militantes e simpatizantes da campanha pela reeleição do presidente Lula acompanhem a apuração das eleições deste domingo, cuja votação se encerra às 17 horas. O acompanhamento será feito por meio do site do Tribunal Superior Eleitoral (www.tse.gov.br) e de flashes sobre as eleições que serão veiculadas pelas emissoras de TV. Além do telão, haverá música mecânica para animar os militantes.
O Comitê Nacional situa-se no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 2, Bloco C, nº 256, Edifício Toufic.
http://www.informante.net/#Cena_1O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, ficou praticamente estável na pesquisa de intenção de voto CNT/Sensus, divulgada nesta terça-feira, 26. De acordo com a pesquisa de voto estimulado, Lula passou de 51,4%, na pesquisa realizada no período de 22 a 25 de agosto, para 51,1% na sondagem realizada entre os dias 22 e 24 de setembro. Esses 51,1% representam 59% dos votos válidos (que excluem indecisos, brancos e nulos, que somaram 13,5%). O percentual mostra que, se a eleição fosse hoje, Lula estaria eleito no primeiro turno, com nove pontos percentuais de diferença sobre os demais candidatos.
Da Redação
11:53 26/09
A Pesquisa CNT/ Sensus divulgada nesta terça-feira, 26, aponta o vencimento do candidato Lula (PT) com 51,1% dos votos, contra 27,5 de Geraldo Alckmin (PSDB). A pesquisa apontou ainda a queda da candidata Heloísa Helena (PSOL), que registrou 5,7% das intenções. O candidato Cristovam Buarque (PDT) tem 1,4% das intenções de voto.
Leia abaixo o texto
O candidato Geraldo Alckmin cresceu desde a última pesquisa mas não tira votos de Lula, e sim de Heloísa Helena e conquista os votos de indecisos.
A soma dos indecisos e dos que votariam em branco ou nulo está em 13,5%, o que representa uma queda de 4%.
Esse é o 86º levantamento da CNT/Sensus. A pesquisa apresentou aos entrevistados a lista de candidatos a presidente da República e opções de segundo turno das eleições 2006.
O levantamento perguntou sobre o conhecimento dos eleitores sobre o caso "dossiê Vedoin" e se isso muda a intenção de voto para presidente da República. A pesquisa questionou ainda qual dos candidatos apresentou a melhor propaganda eleitoral
A 86ª pesquisa CNT/Sensus ouviu duas mil pessoas em 195 municípios entre 22 e 24 de setembro. A pesquisa está registrada no TSE sob o número 19.329, de 21 de setembro de 2006. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Wellington Dias seria reeleito no primeiro turno no Piauí
Candidato petista tem 53% das intenções de voto no Estado, segundo mais recente pesquisa Ibope
SÃO PAULO - A última pesquisa Ibope divulgada sobre intenção de votos para o governo do Piauí aponta o governador e candidato à reeleição, Wellington Dias (PT), como líder da corrida, com 53% das intenções.
Realizada entre os dias 22 e 24 de setembro, a pesquisa aponta Dias como eleito ainda no primeiro turno, caso as eleições fossem realizadas hoje.
Seu principal concorrente no Piauí, o senador Mão Santa (PMDB), aparece em segundo lugar, com 25%. Em terceiro vem Firmino Filho (PSDB), com 11% das intenções de voto. Os demais candidatos somar 2%.
26/09/2006 - 10:02 Porto Alegre faz festa de 30 mil pessoas para Lula
“Eu ouço as vozes / eu vejo as cores /eu sinto os passos /de outro Brasil que vem aí” começou declamando o presidente, enquanto as bandeiras dos candidatos da coligação A Força do Povo se agitavam na praça. “Qualquer brasileiro poderá governar esse Brasil/ lenhador /lavrador /pescador /vaqueiro /marinheiro /funileiro /carpinteiro /contanto que seja digno do governo do Brasil”, diz um outro trecho do poema (veja a íntegra abaixo).
Antes do poema, o presidente destacou os problemas que seu governo e a campanha da reeleição vêm sofrendo justamente por causa do preconceito das elites. “Hoje tenho noção do preconceito contra mim e o meu partido. No último comício eu levei um catador de papel até o palanque. Um sem teto me visitou no Palácio. Isso eles não admitem, que eu seja chamado de Lula. Querem que eu seja chamado de Vossa Excelência. Mas o meu nome é Lula”, afirmou ele, antes de ser interrompido pelos gritos de “Lula” vindos da platéia.
Citando o recente caso do dossiê sobre a participação do ex-ministro da Saúde, José Serra, na Máfia das Sanguessugas, Lula reafirmou seu desejo de ver tudo apurado pela Polícia Federal. “Nós queremos saber quem foi o responsável, de onde veio o dinheiro, mas também queremos saber o que tem no dossiê. Queremos apuração total. Tem companheiros que erraram e temos que punir todos que erraram”, afirmou.
Mas o presidente também reclamou do tratamento diferenciado que a mídia e a oposição dão ao PT e a seu governo: “Quando um companheiro do PT erra, parece que caiu uma bomba atômica. Quando eles erram, a notícia entra no jornal num dia e sai no outro. A nossa fica meses e meses”. “Prefiro sofrer com a verdade do que dormir tranqüilo com a mentira. Agora, eles têm que elevar o nível do debate. Eles não querem discutir política econômica porque nós damos um banho neles, não querem discutir política social porque nós damos um banho neles, não querem discutir educação porque nós damos um banho neles”, disse o presidente.
Lula voltou a dizer que há plenas condições para que a reeleição seja confirmada no primeiro turno e que a vitória vai garantir “um segundo mandato melhor, com uma melhor equipe, pois aprendemos com os erros e acertos do primeiro mandato”.
Ao fazer um balanço do seu governo, o presidente anunciou que o Brasil investiu muito mais na geração de energia que os outros governos. “Em 3 anos e meio fizemos 22% do que foi feito em 22 anos”, disse ele, para depois anunciar o investimento de R$ 950 milhões na Usina de Candiota, no Rio Grande do Sul, junto com a China, para gerar 370 novos MW.“Duvido que houve um presidente que fez em 45 meses o tanto de investimento que eu fiz no Rio Grande”, afirmou, citando em seguida as políticas sociais, o financiamento de R$ 1 bilhão para auxiliar a indústria de calçados em crise e de R$ 600 milhões para os agricultores familiares, para minimizar os efeitos da seca de 2005.
Antes do presidente, discursaram o vice-presidente José de Alencar, os candidatos da coligação ao governo do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, e ao senado, Miguel Rossetto.
26/09/2006 - 10h23
Desemprego cai e renda sobe em São Paulo, diz Seade/Dieese
KAREN CAMACHO da Folha Online
O IPAT ouviu 5.576 pessoas nas cidades de Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá e Cubatão. Não foram feitas entrevistas nos outros quatro municípios da região: Bertioga, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe.
.A candidata do PSOL, senadora Heloísa Helena, mantém a terceira posição no levantamento, com 7,9% (tinha 8,2% na segunda e 7,7% na primeira).
.Repetindo o quadro das duas rodadas anteriores, os candidatos Ana Maria Rangel (PRP), Cristovam Buarque (PDT), José Maria Eymael (PSDC), Luciano Bivar (PSL) e Rui Pimenta (PCO) não atingiram 1% das intenções de voto.Nesta rodada, Ana Maria obteve 0,7% das intenções; Buarque, 0,6%; Eymael, 0,1%; Bivar, 0,1%. Pimenta ficou com 0%.”
Luigi Di Vaio / A Tribuna
Alckmin cresceu de 19,6% para 32% e um quebradinho. Helô ficou onde estava - na casa dos 8%.
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Na pesquisa diária do Instituto Vox Populi feita para consumo interno da campanha de Lula, a diferença entre ele e a soma dos índices dos demais candidatos oscila entre 10 e 12 pontos percentuais.
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O Vox fazia 500 entrevistas a domicílio até estourar o escândalo do dossiê contra políticos do PSDB. Aumentou a amostra para 1.000.
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Quer dizer: até aqui, o estrago do escândalo na imagem de Lula não o impede de vencer no primeiro turno.
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A última pesquisa do Datafolha deu 8 pontos de frente para Lula. A do IBOPE, três pontos.
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Não encontrei um só analista de pesquisa ligado ao PSDB e ao PFL que acredite na diferença de apenas três pontos. Falei ontem com quatro deles, pelo menos.”
Ricardo Noblat / Blog do Noblat
O ministério explicou que R$ 44 milhões, que seriam usados na compra de equipamentos, foram repassados diretamente, e que outros R$ 35 milhões, que serão usados na construção de dois centros de detenção provisória, já estão disponíveis na Caixa Econômica Federal, mas esperam a assinatura do governo paulista com a Caixa.
"O restante dos recursos, R$ 23 milhões, aguardam a apresentação de projetos e contrapartidas do governo do estado de São Paulo para serem liberados", completou a nota.
Com informações da Agência Estado
Com informações da Folha Online

FHC, ALCKMIN, SERRA: DIABOS UNIDOS CONTRA O POVO
Em 2002 o povo deste país escorraçou do governo do Brasil tudo e todos que representavam FHC. O povo foi às urnas e disse basta ao inferno que viveu nos anos em que FHC foi presidente. Durante 8 longos anos o povo comeu o pão que o diabo amassou. E 54 milhões de pessoas, no governo de FHC, nem esse pão puderam comer, amargaram a miséria e a fome. Dizem que o diabo incorpora várias fisionomias para se disfarçar e assim continuar a fazer suas maldades, causar o horror, o pânico, a degradação e a indignidade. O diabo é tinhoso, ele se esconde por um tempo para ver se o povo se esquece do que ele disse, do que ele fez, do que escreveu, das maldades cometidas. Mas o diabo é vaidoso e reapareceu. FHC não agüentou o ostracismo político que o povo lhe impôs nas urnas e surge agora, a poucos dias da eleição, unido com Alckmin, que tenta dar continuidade às desgraças que ele iniciou em 1994. FHC subiu no palanque de Alckmin para dizer que está de volta, na figura de Alckmin. Alckmin já demonstrou que é um bom sucessor FHC: por exemplo, permitiu que durante o seu governo em SP a facção criminosa PCC dominasse o estado, trazendo o pânico e a morte para a população. Os ataques do PCC em SP só foram possíveis devido à irresponsabilidade e incompetência de Alckmin no combate à criminalidade. O descaso com o sistema prisional foi condenado até por órgãos internacionais. O jeito de Alckmin lidar com os bandidos consiste em fazer acordos e negociatas, cedendo privilégios aos chefes de facções criminosas; assim os bandidos podem, de dentro das cadeias, continuar a comandar a violência e o crime. Alckmin, como fez FHC, engavetou todas as CPIs para investigar a corrupção em seu governo: 70 CPIs foram engavetadas na ALSP. Alckmin, como FHC em 1997, que comprou parlamentares para aprovar a sua maldita reeleição, também tentou comprar deputados da ALSP para eleger o presidente da casa. Alckmin usou dinheiro público da Nossa Caixa para pagar matérias que elogiassem o seu governo em revistas e sites de ex-ministros e aliados de FHC. Isso já está comprovado, mas o diabo conta com aliados para postergar as investigações, que já foram autorizadas pelo STF. FHC reaparece ao lado de Alckmin em público porque sempre esteve com Alckmin às escondidas, na moita, tramando a sua volta ao poder pelas mãos de Alckmin. FHC pensa que o povo que o escorraçou do governo em 2002 já esqueceu que ele foi responsável pelo maior desemprego que o país já viveu, pelo apagão de 2001, tanto que tiveram a cara de pau de colocar como vice de Alckmin o José Jorge, do PFL, ex-ministro do apagão. FHC acha que o povo se esqueceu que no fim do seu governo os juros eram os mais altos da história, o risco país era de 2.400 pontos e a economia do país estava no fundo do poço. A inflação no governo de FHC era de 12,53%, os salários estavam arrochados e a população não tinha poder de compra. Como FHC, Alckmin defende a volta do FMI, a flexibilização das leis trabalhistas, o fim do Bolsa Família e do PROUNI. Alckmin não vai investir no Nordeste, porque a elite que ele preza está no sul maravilha. Alckmin diz que vai privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil, a Eletrobrás, a Caixa Econômica, e assim, como fez FHC, vai aumentar o desemprego e nos tornar de novo dependentes do capital estrangeiro. FHC quebrou o país três vezes porque não tinha projeto e nem metas econômicas e sociais para o país. Alckmin, como FHC, não tem programa de governo. Como FHC, vai depender de pacotes e mais pacotes de maldades contra o povo, vai pela quarta vez quebrar o país. Para Alckmin não interessa a auto-suficiência em petróleo, nem interessa investir no biodiesel e Hbios. A idéia do PSDB de FHC sempre foi privatizar a Petrobras. FHC, Alckmin e Serra contam com um grande aliado, a mídia, que forma uma cortina de fumaça para disfarçar os demos e esconder seus verdadeiros objetivos espúrios. O objetivo desses demônios é um só: tirar Lula de lá. Nem que para isso seja necessário quebrar o país. A mídia faz isso porque sempre esteve ao lado da elite, porque os donos da mídia fazem parte da elite, e eles têm a promessa de que o trio do apocalipse – Alckmin, FHC e Serra – vai providenciar o PROER da Mídia, o dinheiro público de nossos impostos vai ser desviado para pagar as dívidas da Folha, do Estadão, da Editora Abril e da Rede Globo. Para combater esses demônios, vamos reeleger o presidente Lula, um homem do povo, que governa com o povo, para o povo. Lula não faz milagres, ele não é santo, ele é um homem como a grande maioria dos homens e mulheres deste país. Mas Lula tem coragem, determinação, tem projetos verdadeiros para o crescimento do país, com geração de empregos e renda, como já demonstrou em menos de 4 anos de governo. Lula melhorou muito a vida de milhões de brasileiros que estavam abandonados, sem esperança, humilhados pelo governo de FHC. O povo, no dia 1º de outubro, vai combater esses ferozes diabos nas urnas, com o seu voto para o melhor presidente que o Brasil já teve, Luiz Inácio Lula da Silva.
Jussara Seixas
25 setembro 2006
ABAIXO A DIREITA GOLPISTA E PRIVATIZACIONISTA !!!!!
VAMOS LUTAR PELA NÃO PRIVATIZAÇÃO DO BANCO DO BRASIL, DA CAIXA ECONÔMICA , DA SERPRO, DA DATAPREV, DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, E SOBRETUDO, DA PETROBRÁS entre muitos outros. !!!
QUE TIREM AS PATAS DO PATRIMÕNIO QUE AINDA NOS RESTA !
DIGA NÂO E ESSES POLÍTICOS ABUTRES QUE VIVERAM ÁS NOSSAS CUSTAS DURANTE DÉCADAS, BABARAM O OVO DA DITADURA, E NADA FIZERAM ALÉM DE ENRIQUECER E GOZAREM DOS PRAZERES DE ESTAREM NO PODER COMO VELHOS CORONÉIS E QUE POR ISSO NÃO ADMITEM SABER QUE VÃO PERDER FEIO !!
E VÃO PERDER SIM ! VÃO TER QUE ACATAR A VONTADE DA ACACHAPANTE MAIORIA DO POVO BRASILEIRO !
Máfia dos vampiros atua desde a gestão de FHC, diz procurador
GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília
O empresário paulista Abel Pereira, acusado de ser o suposto operador dos tucanos na máfia das ambulâncias, é o mais novo personagem envolvido no episódio da compra de documentos que ligam o ex-ministro José Serra à máfia das ambulâncias.
De acordo com matéria publicada este fim de semana pela revista IstoÉ, Abel Pereira, segundo informações da Polícia Federal, manteve contato com os donos da Planam, empresa responsável pela compra superfaturada de ambulâncias com dinheiro público, mesmo depois de reveladas as falcatruas.
O empresário, que até a semana passada não havia tido seu nome envolvido no esquema, ganhou notoriedade com a entrevista concedida à IstoÉ pelos donos da Planam.
Na ocasião, Abel foi apontado como operador dos tucanos na máfia das ambulâncias. Mesmo tendo seu nome citado somente na semana passada, segundo a revista, os passos do empresário já estavam sendo monitorados pela PF há pelo menos quatro meses, desde que foi descoberto o esquema dos sanguessugas.
Darci e Luiz Antônio Vedoin, tidos como os chefes da quadrilha, estavam com os telefones monitorados e, a partir de suas conversas, a Polícia Federal descobriu que mesmo depois de reveladas as falcatruas Abel e os donos da Planam continuaram a manter contato.
“Essa relação, de acordo com agentes da PF envolvidos no caso, pode explicar duas coisas. A primeira é por que os Vedoin pouparam, tanto nos depoimentos prestados ao Ministério Público em Mato Grosso quanto na CPI, políticos ligados ao PSDB, inclusive os ex-ministros da Saúde, José Serra e Barjas Negri. A segunda é a relativa facilidade com que caíram nas garras da polícia os petistas envolvidos com a compra de um fajuto dossiê que envolveria José Serra com os sanguessugas”, diz a revista.
Para o deputado Fernando Ferro (PT-PE), todas essas informações reforçam ainda mais a necessidade de se investigar, não só a compra do dossiê, mas também o seu conteúdo.
Segundo o petista, a imprensa brasileira está fechando os olhos para o principal assunto e dando visibilidade somente à compra do documento que envolve petistas.
“A imprensa brasileira precisa dar a mesma prioridade que está sendo dada para a compra do dossiê ao seu conteúdo. Todas essas informações só reforçam a necessidade de se investigar ao fundo o conteúdo deste dossiê”, disse.
Segundo a revista, a informação que circula entre os policiais é a de que Abel Pereira estaria oferecendo mais de R$ 4 milhões para que os Vedoin não entregassem os documentos e permanecessem em silêncio com relação aos tucanos.
Os empresários, por sua vez, estariam reticentes em aceitar a oferta, pois temiam que a CPI chegasse rapidamente aos cheques entregues a Abel e com isso eles perderiam os benefícios da delação premiada.
“Essa postura teria levado o até então misterioso Abel a protagonizar um outro jogo. Já que não conseguiria manter os Vedoin calados, poderia minimizar, temporariamente, os efeitos de suas denúncias caso os Vedoin pudessem levar aos petistas um dossiê absolutamente frágil em relação aos tucanos. Assim, a divulgação das informações pouco consistentes poderia abafar a repercussão sobre a documentação efetivamente entregue à Justiça e ao Ministério Público”, diz a matéria do jornalista Mário Simas Filho.
Na última quinzena de agosto, segundo a revista, Abel esteve pelo menos duas vezes em Cuiabá. Na primeira, se hospedou no Hotel Taiamã, a poucos metros da sede da Polícia Federal, onde ocupou o apartamento 417. Do próprio hotel, enviou diversos recados a Luiz Antônio Vedoin. Da outra vez, ficou em uma fazenda e também manteve contatos. Os registros constam das gravações feitas pelo grampo autorizado judicialmente. “Temos a convicção de que os Vedoin fizeram um verdadeiro leilão com as informações que têm”, afirma um dos agentes da PF que monitoraram os passos de Abel em Cuiabá.
Ainda distante dos holofotes, Abel tem afirmado que manteve dois ou três encontros com os Vedoin e que trataram de negócios ligados a fazendas de gado no interior de Mato Grosso. As gravações feitas pela Polícia Federal e o trânsito de dinheiro entre ele e os Vedoin indicam uma outra história. Nesta semana, o Ministério Público deverá convocá-lo para depor.
Agência Informes
RIO - O setor de siderurgia deverá investir R$ 46,4 bilhões no período de 2007 a 2011, segundo previsão feita hoje pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Esse montante representa mais do que o dobro dos investimentos feitos entre 2001 e 2005, que somaram R$ 19,5 bilhões. Já os financiamentos do banco corresponderam a R$ 4,8 bilhões. De acordo com o presidente do BNDES, Demian Fiocca, o banco de fomento poderá financiar R$ 16,7 bilhões para o setor siderúrgico.Além disso, a instituição tem intenção de apoiar a aquisição de ativos no exterior por grupos nacionais. Nesse caso, o apoio seria por meio de participação acionária, e não de financiamento direto. Segundo Fiocca, esse apoio estaria condicionado a um aumento das exportações da empresa. "O surgimento de multinacionais brasileiras é um sinal do avanço da economia do país e do setor privado brasileiro", afirmou o dirigente.Conforme as projeções do banco, o investimento até 2011 vai dobrar a capacidade instalada de produção de aço país, que passará de 36 milhões de toneladas ao ano para 72 milhões de toneladas anuais. "Estamos falando numa perspectiva de dobrar, em cinco ano, o que o Brasil construiu nos últimos 70 anos", disse Fiocca.Entre os projetos considerados nas estimativas de investimento figuram duas plantas da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com capacidade anual de 3 milhões de toneladas e investimento de US$ 2,5 bilhões cada uma. Segundo o representante da CSN, Isaac Popoutche, uma das plantas ficará em Itaguaí (RJ) e a outra a empresa ainda está decidindo se ficará também em Itaguaí ou em Minas Gerais.A CSN também negocia uma associação com a empresa norte-americana Wheeling-Pittsburgh, na qual teria 49% de participação acionária. O executivo acrescentou ainda que mantém conversas com possíveis parceiros na Europa.Já a Usiminas tem um projeto de construir uma usina no Brasil em parceria com estrangeiros ou com a Companhia Vale do Rio Doce. Essa usina tem previsão de produção de 5 milhões de toneladas por ano e investimento estimado de US$ 3 bilhões a US$ 3,5 bilhões. Entre janeiro e setembro deste ano, os projetos apoiados pelo BNDES no setor siderúrgico somaram R$ 7 bilhões, dos quais R$ 3,5 bilhões foram financiados pelo banco de fomento.(Ana Paula Grabois Valor Online)
Agência Carta Maior
25/09/2006 - 13:05Lei Maria da Penha é instrumento de pressão para Marcha Mundial das Mulheres
A Lei Maria da Penha, que coíbe a violência contra as mulheres dentro de casa, geralmente praticada por familiares ou companheiros, já está em vigor. O desafio, a partir de agora, é aplicá-la. A avaliação é de Maria Fernanda Marcelino, assessora técnica da Marcha Mundial de Mulheres, movimento que luta contra a pobreza e a violência sexista.
A Lei Maria da Penha aumentou de três para cinco anos o tempo de prisão dos agressores e eliminou o pagamento de cestas básicas como forma de punição. Também tipifica a violência psicológica, caracterizada por ameaças, intimidações e assédio."A Lei Maria da Penha é um instrumento de pressão. Trará mudanças sociais no país, desde que o Estado dê garantias para que ela funcione. A aplicação depende muito da vontade política de prefeitos, governadores e sociedade", afirmou. De acordo com Maria Fernanda Marcelino, faltam mais Delegacias de Atendimento Especializado à Mulher – elas estão restritas aos grandes centros: "Nas cidades do interior e no meio rural, as mulheres estão excluídas do serviço. E em geral essas delegacias não estão preparadas para lidar com o tema". Um avanço da lei que pode ser prejudicado com a falta de atuação do Estado, segundo a assessora, é o afastamento do agressor do lar: "A mulher agüentava a violência por muitos anos porque, por exemplo, não tinha para onde ir com os filhos. Agora, o marido deve sair de casa, o que só é interessante se o Estado garantir que o agressor não vai matá-la ou agredi-la novamente". Para Maria Fernanda Marcelino, uma mudança no quadro da violência contra a mulher no país depende de mudanças na educação e na prevenção, aliadas ao monitoramento da violência.
Agência Brasil
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou à Agência Brasil que os consórcios já estão dando resultados. “Há estados já iniciando a terceira turma. Muitas das pessoas que se formaram na primeira e na segunda turma hoje estão com seus empreendimentos na área artesanal e na área da alimentação”, disse o ministro.
Os cursos têm duração de seis meses e são divididos em duas etapas de 200 horas cada: de qualificação dos jovens e inserção no mercado de trabalho. Na primeira, obrigatória para todos os que participam do programa, há cursos de inclusão digital, valores humanos, ética, cidadania, saúde, qualidade de vida, educação ambiental e reforço escolar. Em seguida, são ministradas oficinas estruturadas de acordo com as demandas de mercado e com o potencial do jovem. A partir dessa qualificação profissional é que se inicia a inserção do jovem no mercado de trabalho.
O programa é voltado para jovens de 16 a 24 anos que estejam no ensino fundamental ou tenham cursado parte do ensino médio incompleto, com renda per capita familiar de até meio salário mínimo. Além disso, os consórcios pretendem atingir os jovens de maior exclusão social. Terão preferência os afro-descendentes, quilombolas, indígenas e jovens portadores de deficiência e em conflito com a lei.
Os consórcios são formados por entidades e movimentos da sociedade civil organizada. Cada consórcio deve ter a sua rede composta por, no mínimo dez entidades que atuem há pelo menos um ano. Elas devem estar em dia com toda a sua regularidade fiscal, trabalhista e previdenciária e ter experiência tanto na qualificação quanto na inserção dos jovens no mercado de trabalho.
Segundo a coordenadora-geral dos Consórcios Sociais da Juventude, Luciana Tannus, os consórcios têm uma meta de encaminhamento de, no mínimo, 30% dos jovens para o mercado de trabalho. Ela afirma que até agora já foram firmados 46 convênios e repassados recursos de R$ 131 milhões.
A lista de consórcios está disponível no site do Ministério do Trabalho e Emprego. O jovem que quiser participar do programa também pode se dirigir às delegacias regionais do trabalho de seu estado para se informar. Durante o período de qualificação, o participante pode receber um auxílio-financeiro no valor de R$ 150, desde que ele preste um serviço voluntário nos finais de semana.
25/09/2006 - 12:01 Juro bancário para pessoa física é o menor da história
A taxa média de juros recuou, nas operações com pessoas físicas, de 54,3% para 53,9% ao ano, de julho para agosto. Este dado representa o menor porcentual da série histórica do Banco Central.
A taxa média de juros dos empréstimos bancários sem direcionamento obrigatório (livres) caiu 0,4 ponto porcentual, em agosto, ante julho - de 42,2% para 41,8% ao ano, segundo o Depec. No ano, a taxa de juros do crédito livre acumula uma redução de 4,1 ponto porcentual.
Nos empréstimos para pessoas jurídicas, a taxa caiu de 28,3% para 27,9% ao ano, em agosto, na comparação com os dados de julho. O spread do crédito livre, em contrapartida, permaneceu estável, em agosto, em 27,5 pontos porcentuais. No ano, o spread livre ainda tem uma queda acumulada de 1,3 ponto porcentual. Nas operações com pessoas físicas, o spread recuou, em agosto, ante julho, de 39,7 pontos porcentuais para 39,6 pontos porcentuais.
Nos empréstimos para pessoas jurídicas, o spread aumentou, em agosto, ante julho, de 13,4 pontos porcentuais para 13,5 pontos porcentuais. A taxa média de juros ao ano para pessoas jurídicas, na comparação de agosto com julho, é a menor desde outubro de 2002.
Crédito
As operações de crédito do sistema financeiro tiveram um crescimento de 0,8% em agosto ante julho, de acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira pelo Departamento Econômico (Depec) do Banco Central. Com a expansão, o estoque dos empréstimos bancários aumentou em agosto contra julho de R$ 668,711 bilhões para R$ 674,281 bilhões. Apesar deste crescimento, o crédito em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) manteve-se estável em 32,8%.
No acumulado do ano, o crédito já experimenta aumento de 11,1% até agosto. Em 12 meses até agosto, a expansão do crédito está em 20,9%. Em julho, o crédito tinha apresentado alta de 1,5% em relação a junho.
Base monetária
A base monetária (papel-moeda emitido, mais reservas bancárias) teve em agosto uma expansão de 0,5%, na média dos saldos diários. Com a variação, o saldo da base subiu de R$ 95,528 bilhões para R$ 96,009 bilhões. O valor ainda se encontra dentro do intervalo de variação da base monetária, fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o terceiro trimestre do ano, entre R$ 81,6 bilhões e R$ 110,4 bilhões.
No acumulado em 12 meses, até agosto, a base monetária, pelo conceito de média, teve uma expansão de 17%.
No conceito de ponta (final do período), a base monetária teve expansão de 5,6% em agosto. Com isso, o estoque da base no final do período aumentou de R$ 94,592 bilhões para R$ 99,861 bilhões.
No acumulado em 12 meses até agosto, a base monetária teve expansão de 25,1% no conceito de ponta.
Da Agência Estado
