02 setembro 2006

GOVERNO LULA
01/09/2006 - 16:06 Preço da cesta básica continua caindo em todo o país, aponta Dieese
O preço da cesta básica de alimentos continua caindo em quase todo o país, segundo apontou pesquisa divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O levantamento reforça tendência verificada no últimos meses e mostra, em agosto, queda em 14 das 16 capitais pesquisadas.

O maior recuo aconteceu em Belém (-4,65%). No Rio de Janeiro, em São Paulo e Brasília a pesquisa apontou declínios de 2,79%, 0,52% e 0,43%, respectivamente. Houve aumento em apenas em Belo Horizonte (2,23%) e Porto Alegre (0,41%).

De acordo com o Dieese, todas as 16 capitais pesquisadas tiveram queda acumulada no preço da cesta básica entre janeiro e agosto de 2006.

A redução menos significativa, de 1,8%, foi verificada em Salvador, enquanto a de maior impacto, de 12,84%, foi vista no Rio de Janeiro, cidade que foi seguida por Curitiba (-12,68%).

Na capital paulista, a cesta básica acumulou recuo de 7,53%; em Brasília, de 8,81%; Belo Horizonte, 9,41%; e Porto Alegre, 10,24%.

Nos últimos 12 meses - entre setembro de 2005 e agosto de 2006 - quatro capitais registraram alta no custo da cesta básica: Florianópolis (2,63%), Belo Horizonte (0,26%), Belém e Salvador (0,13%, em cada uma).

As retrações mais expressivas foram apuradas no Rio de Janeiro (-5,66%) e Goiânia (-5,14%). Em São Paulo e Brasília, foram verificadas quedas de 3,14% e 0,52%, respectivamente.

O levantamento apontou que, em agosto, a maior parte dos itens que compõem a cesta básica apresentou predominância de queda ante o mês anterior na maioria das capitais onde os preços são acompanhados.

Entre os destaques, o feijão recuou em todas as 16 cidades, a exemplo do que ocorreu em julho. As quedas mais significativas ocorreram em Belém (-14,54%), João Pessoa (-11,97%), Aracaju (-10,99%) e São Paulo (-10,87%). As retrações menos expressivas foram apuradas em Natal (-0,42%), Brasília (-1,74%) e Salvador (-1,89%).

Em comparação com os preços praticados em agosto de 2005, o custo atual do feijão é menor em 15 localidades, com variações entre -33,66%, em Belo Horizonte, e -13,87%, em Natal.

Dentre os produtos que tiveram alta nos preços, um dos destaques apontados pelo Dieese foi a carne, que se encontra em período de entressafra e cujo preço subiu em 14 cidades, entre julho e agosto, principalmente em Belo Horizonte (8,04%), Brasília (5,52%) e Porto Alegre (5,32%). Declínios foram notados em Belém (-6,59%) e Natal (-1,65%).

Em relação a agosto de 2005, a carne apresenta alta em 12 cidades, particularmente no sul do País: Florianópolis (12,63%), Porto Alegre (11,84%) e Curitiba (10,30%). Baixas foram verificadas em quatro localidades, com destaque para Fortaleza (-4,90%) e Rio de Janeiro (-4,14%).

O Dieese realizou a Pesquisa Nacional da Cesta Básica nas cidades de Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.

Jornada de trabalho
O Dieese destacou que, com a predominância de recuo no custo da cesta básica, em agosto, houve nova redução na jornada de trabalho exigida para quem ganha salário mínimo (R$ 350) comprar os gêneros alimentícios essenciais.

Assim, o tempo de trabalho necessário para a aquisição da cesta básica, na média das 16 capitais, ficou em 92 horas e 33 minutos, inferior ao de 94 horas e 10 minutos apuradas para julho e ao de 113 horas registradas em agosto de 2005.

No caso do salário mínimo líquido - após o desconto da parcela referente à Previdência Social - a compra da cesta básica exigia, em agosto, o comprometimento de 45,55% do rendimento recebido, enquanto no mês anterior correspondia a 46,35%. Em agosto de 2005 o comprometimento atingia 54,14%.
Com informações da Agência Estado
GOVERNO LULA
01/09/2006 - 14:55 Operação da PF foi duro golpe contra o PCC, diz Bastos
O ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos classificou a prisão de 28 pessoas ligadas à facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) como o maior golpe contra a organização.
Em entrevista coletiva na sede da Polícia Federal de São Paulo, na Lapa, zona oeste da cidade, Bastos divulgou um balanço da operação Facção Toupeira, deflagrada em dez Estados do País pela PF e que prendeu suspeitos de planejarem um grande assalto a dois bancos gaúchos, nos moldes do assalto ao Banco Central de Fortaleza, no ano passado.
Um dos presos é Lucivaldo Laurindo, conhecido como Tatuzão ou Torturado, procurado pela polícia por ser acusado de ter participado do roubo ao BC.
Ele foi preso em Porto Alegre, na manhã desta sexta-feira (1º), quando a facção planejava assaltar o Banco do Estado do Rio Grande do Sul e a Caixa Econômica Federal, na capital gaúcha. Tatuzão foi preso num quartel general da facção.
Também foi preso Carlos Alberto da Silva, conhecido como Balengo ou BL. Ele foi detido no túnel que estava sendo escavado em direção aos caixas-fortes do Banrisul e da CEF. O túnel saía de um prédio alugado e teria 85 metros de extensão.
Balengo é suspeito de ser um dos autores do seqüestro do repórter Guilherme Portanova e do auxiliar-técnico Alexandre Callado, da TV Globo de São Paulo.
A ligação entre o PCC e o furto ao BC, em Fortaleza, começou a ser desvendada com a localização de um cartão de telefone pré-pago deixado no local do crime, ocorrido em 6 de agosto de 2005. A quadrilha levou mais de R$ 167 milhões. Desse total, apenas R$ 20 milhões foram recuperados.
O ministro anunciou que, em São Paulo, foram presos 12 integrantes do crime organizado e que a polícia já seqüestrou três bens que teriam sido adquiridos com o dinheiro do assalto ao BC. Segundo Thomaz Bastos, esse foi o maior golpe contra a organização criminosa que age dentro e fora dos presídios paulistas.
O rastreamento dos dados do cartão levou a outros números de telefone usados pela quadrilha. Por meio de escutas telefônicas, a PF descobriu que o bando planejava praticar novos assaltos com o mesmo método usado em Fortaleza.
Agência Estado
LULA É IMBATÁIVEL!
01/09/2006 - 20h28
Lula seria reeleito no primeiro turno, aponta pesquisa do Ibope
Da RedaçãoEm São Paulo
Pesquisa do Ibope divulgada pelo "Jornal Nacional", da Rede Globo, nesta sexta-feira (1º/09) mantém a tendência de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno. Lula alcança 48% das intenções de voto contra 36% de todos os seus adversários juntos.Depois do presidente, aparecem o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, com 25% e Heloísa Helena, do PSOL, com 9%. Cristovam Buarque (PDT) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada. Os candidatos Ana Maria Rangel (PRP) e Luciano Bivar (PSL), não atingiram 1%. Eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto representam 8% do total. Não souberam ou não quiseram responder também 8% dos entrevistados.O levantamento também simulou um segundo turno entre Lula e Alckmin, apesar de apontar a reeleição do petista no primeiro turno. O presidente consegue 51% da intenção de votos contra 36% do ex-governador de São Paulo.De acordo com o Ibope, 43% dos brasileiros qualificam o governo de Lula como "ótimo" ou "bom". Consideram a gestão do petista "regular" 38% dos eleitores, enquanto 18% a classificam como "ruim" ou "péssima". 1% dos entrevistados se disseram indecisos.No total, 58% dos brasileiros aprovam o governo, e 34% o desaprovam. 7% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.O Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 142 cidades entre os dias 29 e 31 de agosto (da última terça à última quinta-feira). O levantamento, cuja margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral com o número 14820/2006.

01 setembro 2006

GOVERNO LULA, COMBATENDO O CRIME ORGANIZADO EM TODO PAÍS


01/09/2006 ¦ 10:33
Polícia Federal ataca PCC por todo o país

De Bob Fernandes no Terra Magazine:
"Depois de frustrar o megaassalto às agências do Banrisul e da Caixa Econômica em Porto Alegre no início desta manhã, a PF prendeu, em ação coordenada em todo o país, mais de 40 suspeitos de participar de grandes assaltos a bancos e empresas de segurança bancária. Em Porto Alegre, mais de 20 presos, parte deles presentes também ao roubo do BC em Fortaleza, haviam alugado um prédio no bairro do Paternon.
Na ação que está sendo deflagrada neste momento em todo país a partir de ordens judiciais, a polícia está seqüestrando fazendas, lojas, apartamentos, casas que estavam em nome de integrantes do PCC ou seus laranjas. Foram ainda apreendidos automóveis e contas bancárias estão sendo bloqueadas."
PF prende 25 homens do PCC em Porto Alegre

De Bob Fernandes, no Terra Magazine:

"Em ação deflagrada em Porto Alegre no início desta manhã de sexta-feira, uma centena de homens da Polícia Federal prendeu mais de 20 integrantes do PCC que se preparavam para um megaassalto a caixas-fortes do Banrisul e da Caixa Econômica à rua Caldas Júnior, próximo ao cais de Porto Alegre.
Alguns dos presos desta manhã participaram do assalto ao Banco Central em Fortaleza, a 5 de agosto de 2005. Então, através de um túnel de 80 metros foram roubados R$ 164,8 milhões. Com a ação de agora, a Polícia Federal prova a participação do PCC no assalto ao BC. Para executar o plano desta sexta, os integrantes da quadrilha escavaram um túnel de 85 metros que estava quase concluído e daria acesso aos dois bancos.
As investigações da PF duraram um ano e a quadrilha vinha sendo monitorada desde o assalto em Fortaleza. Quadrilha esta que age em todo o país e é especialista em roubos a bancos e empresas de segurança. Uma das suas características é, como no caso do Ceará, a escavação que dá acesso às caixas-fortes. O mesmo se passaria em Porto Alegre. A operação da polícia ocorreria daqui a quinze dias, mas foi adiantada devido ao estágio avançado do plano".
SÃO PAULO TAMBÉM É LULA.


Alckmin cai 3 pontos em São Paulo; Lula lidera com 41,3%
Luiz Antonio Magalhães
Agência Estado


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu abrir 7 pontos percentuais sobre o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, no Estado de São Paulo. Até abril deste ano, Alckmin era o governador paulista. Pesquisa DCI/Engrácia Garcia, realizada entre os dias 26 e 28 de agosto revela que Alckmin caiu 3 pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, feito uma semana antes, entre os dias 19 e 22. O tucano agora tem 34,1% da preferência dos paulistas contra 37,7% aferidos uma semana atrás. Lula ficou estável em 41,3% — no levantamento anterior, tinha 41,6%.
Há um mês, Alckmin estava 3 pontos à frente de Lula — o tucano tinha 38% e o presidente, 35%. Durante este período, que coincidiu com o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, Alckmin só fez cair em São Paulo. O presidente Lula, ao contrário, vem subindo a cada semana, estabilizando apenas neste último levantamento.
A candidata do PSOL à Presidência, senadora Heloísa Helena, também permaneceu estável: tinha 8,1% há uma semana e oscilou para 8,8%. Os candidatos José Maria Eymael e Cristovam Buarque têm 0,3% da preferência dos paulistas. Luciano Bivar e Rui Pimenta ficaram com 0,1% do total. Votos nulos e brancos somaram 8,2% e apenas 6,8% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar no dia 1° de outubro.
A pesquisa DCI/Engrácia Garcia ouviu 2000 pessoas e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 14.783/2006. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Comando do PSDB desiste de Alckmin no Nordeste

Alckmin não consegue superar a vantagem de Lula no Nordeste
Brasília
O comando nacional da campanha do candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB), da Coligação Por um Brasil Decente (PSDB-PFL), jogou a toalha no Nordeste, principal reduto eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato da Coligação A Força do Povo (PT-PRB-PC do B) à reeleição: é impossível obrigar os candidatos aliados a governador e a senador a pedirem votos para o tucano na publicidade eleitoral gratuita na TV, principalmente agora, em que ele está em desvantagem nas pesquisas.
ALCKMIN E ANTERO TUDO A VER




Está foto, não é montagem, não é uma charge, é a foto de Alckmin e Antero em Cuiabá. Está no site do PSDB.

Desde cedo, as lideranças matogrossenses aguardavam o candidato no aeroporto. A primeira previsão era da chegada às 10h45, mas houve um pequeno atraso, o que não desanimou a multidão que aguardava no aeroporto e acompanhou o candidato até o centro da cidade. Participaram da carreata os candidatos ao Senado Jaime Campos (PFL) e Rogério Salles (PSDB), a candidata a deputada federal Telma de Oliveira, o senador Jonas Pinheiro (PFL) e o candidato tucano ao governo do Estado, Antero Paes de Barros.


Antero denunciado e investigado pelo envolvimento com os sanguessugas, Antero denunciado pelo envolvimeto com o rei do crime organizado , o Arcanjo. Alckmin tem razão, ele não é igual ao presidente Lula. O presidente Lula não anda com bandidos e nem faz acordos com bandidos.

Coincidência , o estado que mais recebeu propina é MT que tem Antero como senador.

O deputado Carlos Sampaio do PSDB, disse que todas vezes que Vedoin falou comprovou o que disse e que tentar desacreditá-lo só interessaria aos envolvidos. " Todas as vezes que ele acrescenta um parlamentar novo, a CPI tem que colocar a disposição para receber as provas. Não importa o momento que Luiz Vedoin lembrou o nome do parlamentar, o que me importa é se ele vai trazer provas " , afirmou.O Estado que teria recebido mais propina é o Mato Grosso, com 11 prefeituras. O Rio de Janeiro tem oito, a Bahia, sete e Rondônia tem seis. Com cinco municípios cada Estado estão Paraíba, Pará e Paraná. Minas Gerais e Espírito Santo aparecem com quatro cada um. São Paulo tem duas. Goiás, Roraima e Tocantins tem uma prefeitura cada Estado. O levantamento mostra ainda as emendas de 37 parlamentares e um suposto envolvimento com a Planam. Esses parlamentares receberam dinheiro da empresa na própria conta, na de assessores ou na de parentes." Analisamos todas as emendas de ambulâncias e para que município ele apresentou essas emendas. Depois fomos no depoimento de Vedoin verificar que prefeitos, segundo ele, teriam recebido propina para verificarmos exatamente se o parlamentar que recebeu propina foi o autor da emenda para o município que o prefeito também recebeu propina " , explicou. (Agência Brasil)

Com a Força do Povo: Trabalhadores fazem ato nacional pró-Lula nesta sexta


Acontece nesta sexta-feira (1) o Dia Nacional de Mobilização da Classe Trabalhadora em Apoio a Lula, que prevê uma série de atos em pelo menos 13 capitais brasileiras e dezenas de outras cidades.

Haverá caminhadas, carreatas, bandeiraços e panfletagens. Todas as atividades contam com o apoio de dirigentes e militantes das seguintes centrais: CUT, Força Sindical, CGTB, CGT, SDS e Nova Central.
Confira abaixo o roteiro das manifestações pró-Lula nos Estados:


Acre
Manhã: bandeiraço e caminhada pelas avenidas Ceará, Getúlio Vargas e Via Chico Mendes. Tarde: Caminhada nos bairros Triângulo Novo e Taguari.Alagoas
Bandeiraço e caminhada, com saída da frente do Produban, na rua do Comércio.
Amazonas
Caminhada a partir das 9h, saindo de diversos pontos da cidade em direção ao Estádio Vivaldo Lima, onde haverá bandeiraço.

Goiás
Bandeiraço na praça do Bandeirante, no centro de Goiânia.
Maranhão
Panfletagem e bandeiraço, com carro de som, no terminal da Praia Grande. Panfletagem e bandeiraço, com carro de som, no retorno do São Francisco. Ocupação da avenida Colares Moreira. Panfletagem e bandeiraço em frente ao Tropical Shopping. Carreata com panfletagem nas cidades Coroatá, Timbira, Peritoró, Alto Alegre do Maranhão e Piracema, envolvendo a mulheres, trabalhadores rurais e servidores públicos municipais.
Minas Gerais
Panfletagem na Praça 7 a partir das 12h.. Em seguida, haverá campanha nos corredores de ônibus. Haverá atividade de panfletagem nas cidades de Uberlândia, Governado Valadares, Montes Claros e Ipatinga.
Mato Grosso
Manhã: arrastão no bairro Morada da Serra.
Tarde: bandeiraço na avenida Fernando Correa. Noite: bandeiraço em Porto Esperidião.
Pará
Panfletagem e bandeiraço nas cidades de São Miguel do Guamar, Pirituia, Mãe do Rio, Aurora do Pará e Ipixuna.
Rio de Janeiro
Manhã: Panfletagem em 28 fábricas e em empresas das categorias químicos, metalúrgicos, ferroviários e serviço público de saúde, entre outros.
Tarde: Ato na Central do Brasil. Simultaneamente, acontecerão atos nas cidades de Caxias, Nova Iguaçu, Niterói, são Gonçalo, Belford Roxo, Itaguaí, Cerupética, Paracambi, Xaperí, Queimados, São João do Meriti e Magé.
Rio Grande do Norte
9h - Ato em frente à agência central do correio, avenida Hildebrando de Góis. 12h - Ato em frente à fábrica Alpargatas, rua Simon Bolívar, bairro Neópolis, Capital.
Rio Grande do Sul
Panfletagens em portas de fábrica, em Porto Alegre e região metropolitana
.Santa Catarina
Panfletagens e caminhadas em Florianópolis, Blumenau, Joinvile, Crisciúma
São Paulo
Caminhada pelo centro da cidade. Concentração às 10h, em frente ao Sindicato dos Comerciários, rua Formosa, 409 - Anhangabaú. Às 12h haverá caminhada pelas ruas Líbero Badaró, Largo São Francisco, Rua São Bento e Praça Antonio Prado.
31/08/2006 - 18:21 Exposição recupera memória dos anos de chumbo
Os anos de chumbo da ditadura militar brasileiras estão retratados em exposição fotográfica aberta nesta semana no hall de taquigrafia da Câmara dos Deputados, em Brasília.

A exposição engloba o período todo período ditatorial, de 1964 a 1985. Os tanques na frente do Congresso Nacional, as passeatas estudantis, as prisões, mortes e torturas são retratadas em painéis de dois metros de altura. Junto, todos os fatos são recuperados em um texto em ordem cronológica.

Anistia
A mostra acontece na semana que a Lei da Anistia no país completa 27 anos. Assinada no dia 28 de agosto de 1979 pelo general Figueiredo, não foi a Anistia Ampla Geral e Irrestrita pedida pela população.

Recíproca, como quiseram os militares, no entender dos familiares dos mortos e desaparecidos, a lei foi parcial e restrita, dividindo os brasileiros em dois campos: os que mereciam perdão e os que deveriam ser eternamente condenados.

Conforme a Lei, não havia como fazer uma autodeclaração de anistia. Era necessário que a Justiça Militar se pronunciasse, e esta o fazia individual e nominalmente. Assim, a Anistia foi concedida àquelas pessoas processadas formalmente pela Justiça Militar, enquadradas na Lei de Segurança Nacional.
Muitos presos políticos não foram beneficiados e permaneceram nos cárceres até que a reformulação da Lei de Segurança Nacional atenuou suas penas. Eles foram soltos em liberdade condicional e viveram nessa condição durante muitos anos.
FERNANDO HADDAD

O Impacto do Prouni sobre a qualidade da educação

De 1988 a 2004, as instituições de ensino superior (IES) sem fins lucrativos, que respondem por 85% das matrículas, amparadas pelos artigos 150, inciso VI, alínea c, e 195, parágrafo 7º, da Constituição Federal, gozaram de isenções fiscais sem nenhuma regulação do poder público. Acórdão do STF, de 1991, garantia o gozo das isenções enquanto perdurasse essa situação. Até 2004, as IES concediam bolsas de estudos, mas eram elas que definiam quem seriam os beneficiários, em que cursos, o número de bolsas e os descontos concedidos. Raramente era concedida uma bolsa integral. E quase nunca num curso de medicina.

O Vilão sou Eu?

Wagner Tiso

Acho que posso dizer, com orgulho, que sou um artista com vínculos pré-históricos com o Partido dos Trabalhadores. Mas nunca ofereci, em sacrifício, a minha independência pa­ra pensar. O fato é que na certidão de nascimento do PT consta o meu no­me, e nos alicerces de fundação há rastros do meu esforço pessoal para coletar assinaturas de adesão ao par­tido. Participei de todas as campanhas presidenciais. Muitas vezes, lá no início, carregava o teclado nas costas para animar os comícios petistas. Nada disso impediu minha convivência com intelectuais e gente do mundo artístico com posições políticas diferentes da minha. Na democracia pela qual me bato há espaço amplo para divergências políticas
Meu velho coração de estudante palpitou quando Lula ganhou a eleição. Essa jornada para a ascensão do PT ao poder foi longa. Conhecendo os obstáculos históricos e os preconceitos encravados na sociedade brasileira, nem pensei que pudesse estar vivo quando a faixa presidencial fosse cruzada no peito de um operário metalúrgico. Aconteceu antes do que eu esperava. Vivi o bastante para ver.
Assim, era natural a minha presença na casa do ministro Gilberto Gil, no Rio, durante o encontro de intelectuais e artistas com o presidente Lula. Naquela noite recebi uma emocionante e inesperada homenagem do presidente. Havia o calor da amizade e mui­ta sinceridade nas palavras dele quando me agradeceu pela entrevista que dei ao GLOBO, em setembro de 2005. Naquela ocasião, defendi o que acre­dito e critiquei o que condeno, como foi o caso do uso de caixa dois nas campanhas políticas do partido. A oposição concentrava todas as forças para abalar o governo. Havia um cheiro de golpe branco no ar, denunciado com precisão e coragem pelo professor Wanderley Guilherme dos Santos.
Convidado para aquela entrevista (do ano passado), publicada pelo GLOBO, defendi um governo no qual acredito. Não vacilei em dizer como via as coisas. Disse o que disse – e repetiria, se preciso fosse - exatamente por acreditar que Lula não rasgou o compromisso com a ética, uma das principais razões pelas quais eu e tantos outros artistas aderimos à causa petista.
Cercado pelos repórteres ao sair do encontro com Lula, eu disse uma frase que, no tumulto, escapou do contexto. Um erro meu e não dos repórteres. Nela vi, posteriormente, que passei a impressão de repudiar a ética. Mas não é assim que penso e ajo, conforme disse em carta publicada pelo jornal O GLO­BO e desconsiderada na seqüência dos acontecimentos. Minha vida, com indissolúvel ligação entre as atitudes pessoais e as ações artísticas, é a ex­pressão do meu compromisso com a seriedade e a lisura. Nada me fará me esquecer de quem sou! Eu repudiei, sim, a manipulação do discurso sobre a ética, proposta pela oposição. É uma preocupação farisaica. Uma cortina de fumaça que oculta uma disputa implacável pelo poder. Olhem só para a cara dos principais porta-bandeiras do movimento. São vigaristas políticos que enriqueceram na vida pública sem qualquer preocupação com o caos social que vem se formando no Brasil. Eles dão as costas para a população carente e vomitam um discurso hipócrita sobre ética. É isso que repudio. Nesse contexto é que peço que seja inserido meu sentimento real, traído por uma frase mal colocada. A falta de traquejo para enfrentar um batalhão de perguntas - algumas muito agressivas - me fez tropeçar no meu próprio discurso. Agora vejo a frase como alavanca de um debate no qual faço o papel de vilão. Vilão, eu? Eu que pautei toda a minha vida em atitudes éticas. O pano de fundo é atingir Lula e o PT. Um governo que tem, segundo o Datafolha, 52% de aprovação da sociedade no patamar do "ótimo e bom".
O Brasil precisa mesmo de um de­bate sobre ética. Sério e fecundo. Mas, por favor, não a partir da manipulação cruel de uma frase minha.
Quando a fumaça desse momento se esvair, será possível ver em cena os vilões de sempre. Eu me refiro àqueles que, historicamente, saquearam os cofres públicos e trouxeram o país a essa complicada situação de violência e insegurança. Um país, além do mais, marcado mundialmente. pela vergonhosa distribuição de renda que desenha o mapa de uma sociedade injusta. Uma injustiça que faz corar aqueles que, de fato, reverenciam a ética.
WAGNER TISO é músico.
31/08/2006 - 16:21 Petistas inauguram comitê pró-Lula nos EUA
A AAPE (Associação Amigos Petistas no Exterior) inaugura em 7 de setembro primeiro comitê pró-Lula nos Estados Unidos, na cidade de Framingham, Massachussets.

O comitê ficará na Concord Street, na frente da prefeitura local. O local também abrigará o Comitê Evangélico pela reeleição de Lula, que será lançado no mesmo dia.

A Associação entende que o primeiro mandato do presidente Lula desenvolveu políticas que melhoraram a vida dos brasileiros residentes no exterior, e que o aprofundamento dessa mudança depende de sua reeleição.

Os projetos que pautam as reivindicações da AAPE são: Amplo atendimento consular, acompanhado da abertura de mais consulados em regiões como Framingham e Hayannes; instalação de um posto do INSS em área de grande concentração de brasileiros, para que possam voltar a contribuir com a previdência, garantindo assim, ao retornar ao Brasil, um benefício de aposentadoria; criação e instalação de uma Secretaria Social de apoio ao imigrante brasileiro no exterior; além de demais reivindicações descritas na Carta de Boston (1º Encontro de Lideranças Brasileiras/Outubro 2005).

O Comitê pró-Lula será um espaço onde AAPE prestará não somente esclarecimentos e divulgação da campanha eleitoral, mas também serviços à comunidade brasileira em Framingham.

Serviço
Coquetel de lançamento do Comitê Pró-Lula 2006
Data: 7 de setembro/2006
Horário: Entre 18h e 20h
Local: 133 Concord Av. Framingham, Ma. (ao lado da CVS).
Contato: 617.970.1194

LULA É IMBATÍVEL!

Lula amplia vantagem sobre adversários, diz Vox Populi

Alexandre Caverni e Vladimir Goitia
Em São Paulo


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua vantagem sobre os demais candidatos, reforçando a indicação de vitória já no primeiro turno das eleições, mostrou pesquisa do Vox Populi divulgada nesta quinta-feira (31/08) pela TV Bandeirantes.Segundo a sondagem, a intenção de voto no candidato Lula subiu de 45 por cento para 50 por cento, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB), passou de 24 por cento para 25 por cento. A senadora Heloísa Helena (PSOL) oscilou de 11 por cento para 9 por cento.Já o senador Cristovam Buarque (PDT), passou de 1 por cento, na pesquisa do início de agosto, para 2 por cento. Os demais candidatos não pontuaram. Na pesquisa anterior, Rui Pimenta (PCO) tinha 1 por cento.Com isso, a vantagem de Lula sobre a soma dos adversários passou de 8 pontos percentuais para 14 pontos.Os votos brancos e nulos agora somaram 5 por cento, enquanto os indecisos e os que não responderam foram 9 por cento.Segundo o site do Tribunal Superior Eleitoral, a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais e entrevistou 2.000 pessoas. A Band informou que o levantamento foi feito entre os dias 26 e 27 de agosto.

31 agosto 2006

31/08/2006 - 12:49 Governo mantém meta de crescimento, afirma Dulci
As variações de crescimento da economia são normais e o governo continua trabalhando com a perspectiva de que o país cresça 4% neste ano.
A avaliação foi feita pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Luiz Dulci, ao comentar o crescimento de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) no segundo trimestre.
“Pode ser cumprida sim. Há variações. Há trimestres mais fortes e isso acontece sempre. Continuamos trabalhando com a perspectiva de 4%, com a menor inflação da história do país”.
Questionado sobre a perspectiva de crescimento do PIB em relação a outros países emergentes, que tiveram melhores resultados, Dulci lembrou que o presidente Lula assumiu o Brasil, em janeiro de 2003, sob "gravíssima" crise econômica e financeira.
"Era necessário, primeiro, recuperar a estabilidade, criar condições sólidas para o crescimento sustentado”.
Para o ministro, o crescimento que o PIB vem apresentando é “muito significativo, sobretudo levando-se em conta que está havendo distribuição de renda”.
Dulci fez as declarações antes de participar do 1ª Congresso Interamericano e educação em Direitos Humanos, que começou ontem em Brasília e vai até sábado.
Com informações da Agência Estado
31/08/2006 - 14h38 A um mês das eleições, nada parece impedir a reeleição de Lula
Eduardo Davis Brasília, 31 ago (EFE).- A um mês das eleições, a própria oposição reconhece que será quase impossível derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que superou os escândalos do ano passado e concorre à reeleição.Segundo todas as pesquisas, Lula está em posição melhor do que há quatro anos, quando, um mês antes das eleições, tinha 37% das intenções de voto.Hoje, as pesquisas mostram que o presidente conta com o apoio de cinco em cada dez eleitores, e tem uma vantagem de 25 a 30 pontos percentuais sobre seu principal adversário, Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo.Em meio à morna campanha da oposição, a declaração mais desoladora foi feita por Cláudio Lembo, antigo aliado de Alckmin que assumiu o Governo do estado de São Paulo em abril, quando o ex-governador renunciou para se candidatar à Presidência."É muito difícil uma vitória da oposição. Somente um fenômeno muito especial pode mudar isso, pois a vantagem de Lula é muito grande, e não há um episódio realmente impactante para reduzi-la", declarou Lembo a jornalistas na semana passada.Segundo analistas, o "fenômeno" ao qual o atual governador se refere é totalmente imprevisível, levando-se em conta que Lula superou com carisma e com o efeito de seus vastos programas sociais os sérios escândalos de corrupção que abalaram o Governo no ano passado.A série de denúncias derrubou os ex-ministros José Dirceu e Antonio Palocci, dois de seus principais escudeiros, além de praticamente toda a cúpula do PT, que elegeu Lula em 2002.Hoje, os companheiros políticos de Lula respondem na Justiça por supostos subornos no Congresso, fraudes fiscais e eleitorais, abuso de poder e até lavagem de dinheiro. Nada disso, no entanto, foi capaz de diminuir a popularidade do presidente.Na opinião do sociólogo Hélio Jaguaribe, de 83 anos e um dos fundadores do PSDB, Lula "conseguiu construir um mito que resiste a tudo, e não pode ser destruído com argumentos racionais".Jaguaribe avaliou os programas sociais do Governo, que beneficiam cerca de onze milhões de famílias, e que Alckmin afirmou que não modificará caso vença as eleições."Lula deu uma contribuição significativa para reduzir a massa de miséria no país. O Brasil está menos pobre do que há quatro anos", admitiu Jaguaribe.Isso proporcionou a Lula uma mudança notável em sua base eleitoral, que antigamente era formada por setores intelectuais das camadas médias da população.O ex-sindicalista conta hoje com apoio majoritário no nordeste do país, região tradicionalmente dominada pela direita, e onde agora, segundo pesquisas, Lula tem o apoio de 70% dos eleitores.Analistas consideram que, além dos programas sociais de seu Governo, Lula foi favorecido pela falta de carisma de Alckmin.A confiança do presidente em sua reeleição é tamanha que Lula se nega a participar de debates e quase não fez campanha nas ruas.Alckmin, pelo contrário, se dedica a percorrer ruas de todo o país, mas costuma chamar atenção por situações inusitadas, que são alvo de brincadeiras diárias na imprensa.Segundo o jornal "Correio Braziliense", ao pedir um café em um bar no Rio de Janeiro, Alckmin confundiu o açúcar com o sal, em meio às gargalhadas dos presentes.Depois se aproximou para saudar algumas pessoas que faziam fila em frente a um cinema, e se afastou envergonhado quando um assessor o avisou de que no local seria exibido um filme pornográfico.
SERRA É MENTIROSO

31/08/2006 - 11:20 Kassab desmente Serra sobre escolas de lata
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PFL), disse ontem que ainda há escolas de lata na cidade de São Paulo e que pretende acabar com elas até o fim de setembro deste ano.A declaração contradiz o que vem sendo anunciado no programa de televisão do tucano José Serra, candidato do PSDB ao governo de São Paulo.No programa eleitoral de ontem, o locutor enunciou: "Serra acabou com as escolas de lata".Ontem, na rádio Eldorado, Kassab foi questionado sobre a eliminação dessas escolas e respondeu:
"Até o final de setembro queremos definitivamente eliminar as escolas de lata da cidade de São Paulo. Esta administração deu prioridade zero à questão e estamos felizes por ter atingido essa meta".Kassab era vice de Serra até março, quando o tucano deixou a prefeitura para disputar o Estado - descumprindo promessa feita durante a eleição de 2004, quando disse ficaria no cargo até o fim do mandato.
Com informações da Folha Online
GOVERNO DO PSDB/PFL DE ALCKMIN E SERRA
31/08/2006 - 09h23
Sabesp reajusta tarifas de água de SP em 6,71%, acima da inflação


da Folha Online
A Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) informou hoje que reajustou de forma linear todas as suas tarifas de distribuição da água e tratamento do esgoto cobradas na cidade de São Paulo, litoral e interior em 6,71%.
31/08/2006 - 03:32 Lula: "Pra dizer que o PT está pior, tem que dizer quem está melhor"
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou, durante entrevista ao Jornal da Globo levada ao ar na madrugada desta quinta-feira (31), porque lidera todas as pesquisas de intenção de voto para as próximas eleições. Com clareza e conhecimento de causa, Lula fez um veemente relato das ações de seu governo, respondeu às perguntas com precisão, contestou equívocos de análise e conduziu a conversa para um debate de idéias sobre o país, a economia e a política.

A entrevista foi concedida aos apresentadores William Waack e Cristiane Pelajo. Waack quis saber do presidente como ele via a expectativa de o PT “piorar” seu desempenho nas eleições deste ano. Lula saiu em defesa do partido. “Pra dizer que o PT está pior, tem que dizer quem está melhor”, rebateu.

Na seqüência, lembrou que haverá eleições para vários níveis neste ano, que uns vão perder, outros vão ganhar e que “a vida continua”. Daí por diante, analisou Lula, quem tiver piorado vai ter de rever seus erros para melhorar da próxima vez.

Lula também falou sobre alianças, acordos e governabilidade. Disse ter orgulho dos apoios que recebe, entre eles uma parte do PMDB, e afirmou que não escolhe nem veta as pessoas indicadas pelos partidos para compor seu conselho político.

“Vamos ganhar a eleição, se Deus quiser, e teremos a sustentabilidade que o Brasil precisa", disse.

Carga tributária
O presidente esclareceu que o governo não aumentou a carga tributária, como afirmaram os entrevistadores. A carga tributária brasileira, lembrou, só aumentou na comparação com o PIB (Produto Interno Bruto).Ele explicou que o que subiu, de fato, foi a arrecadação, porque a Receita Federal passou a ser mais eficiente. "Diga um único imposto que eu criei ou que aumentou em meu governo", questionou Lula a seus entrevistadores, sem obter resposta.Os jornalistas então perguntaram por que o governo não concedeu nenhum alívio fiscal, uma vez que houve aumento da arrecadação. Lula respondeu: "Mas como não houve alívio fiscal? Acabei de dizer que nós desoneramos diversos setores da economia".O presidente informou os repórteres que os preços de arroz, feijão, farinha de mandioca, entre outros produtos alimentícios, além de areia, cimento, tijolos e demais itens da construção civil, ficaram mais baratos em seu governo justamente porque ele determinou o alívio fiscal para itens de consumo popular, beneficiando as pessoas mais pobres. "Pergunta para a dona de casa", provocou."No total desoneramos R$ 19 bilhões. Houve também a redução das alíquotas do Imposto de Renda", reiterou Lula, lembrando que, quando assumiu, a alíquota não era atualizada havia cinco anos.O presidente também foi enfático ao revelar que já definiu os pontos básicos da reforma tributária com seu relator, o deputado federal Virgílio Guimarães (PT-MG), e que a reforma só não é votada porque a oposição não quer."Se eles quisessem, a reforma sairia ainda neste ano. Mas não permitem que os deputados votem. E depois tem candidato que diz que o meu governo aumenta imposto e não faz a reforma", ironizou.Crescimento econômicoLula também refutou a afirmação de que o Brasil tem crescimento baixo se comparado à China e outros países emergentes. O presidente afirmou que seu governo construiu a infra-estrutura sobre a qual o país poderá crescer com estabilidade e distribuição de renda pelos próximos anos."Já vi o Brasil sendo comparado com a Índia, com a China e até com o Haiti. Mas o Brasil deve ser comparado é com o Brasil. Nunca houve uma conjuntura de fatores tão positivos para a economia brasileira. As exportações crescem, o crédito é farto, a balança comercial é positiva, as transações correntes são favoráveis", disse Lula.O presidente explicou aos repórteres que seu governo também vai definir os marcos regulatórios das PPPs (Parcerias Público-Privadas) que permitirão o aumento do capital privado no investimento, um dos motores do crescimento econômico. Segundo Lula, seu governo estuda a expansão do Brasil em mercados em que pode assumir a liderança global, como o de papel e celulose."O Brasil nunca esteve tão preparado para dar o próximo passo", concluiu, defendendo um ciclo de crescimento contínuo com investimentos em educação.VolkswagenLula foi questionado sobre o que esperaria de um presidente se ainda fosse líder sindical, diante da crise da Volkswagen, que demitiu 1.800 empregados de sua fábrica de São Bernardo do Campo. O presidente revelou que já chorou na porta da Mercedes-Benz no passado, quando esta anunciou a demissão de 8 mil trabalhadores."A Volks se precipitou ao anunciar as demissões sem discuti-las com o governo e com o sindicato", disse o petista, que informou que 27 mil empregos na indústria automotiva foram criados em sua gestão. Lula afirmou desconhecer em profundidade a atual situação da montadora, mas afirmou que a Volks optou pelas demissões num momento em que "nunca se exportou tantos carros e o mercado interno cresce"."Eu sei o que é a fome"O presidente demonstrou irritação diante Waack, que perguntou por que o governo investe mais em programas sociais, "que dão o peixe", do que ações "que ensinam a pescar". Lula disse que o jornalista provavelmente “nunca foi pescador”, porque mesmo o pescador tem de comer alguma coisa enquanto o peixe não vem.

Depois informou que seu governo ataca nas duas frentes e que uma não anula a outra. "Eu sei o que é a fome. A criança que vai para a escola com fome aprende menos. Nossa política social garante três refeições diárias. Isso está na bíblia, deve estar na consciência de todo homem público", afirmou o presidente. "Eu sei o que é uma mãe ter cinco filhos pedindo comida e ela não ter nada para dar".Na seqüência, os jornalistas abordaram as fraudes no programa Bolsa-Família. Lula respondeu que o programa é fiscalizado pelo Ministério Público e pelo conjunto da sociedade.

"Um programa que atende 11 milhões de famílias pode ter um erro. Mas isso não nos impede de expandi-lo em três frentes: ampliar o número de beneficiados, aumentar a fiscalização e gerar empregos, por meio do crescimento econômico, que seriam a porta de saída do programa".EducaçãoO presidente discorreu com desenvoltura ao responder sobre a educação, enfatizando o Fundeb (Fundo para a Educação Básica), que está parado a um ano e meio no Congresso e, quando aprovado, vai destinar R$ 5 bilhões para o setor.

Os jornalistas apontaram apenas 23% das escolas públicas brasileiras com biblioteca, 10% com acesso à Internet e que somente 45% dos professores têm ensino superior completo.

"Este não é um quadro desolador?", perguntou Pelajo. “É”, respondeu Lula, ressaltando que esse quadro resulta dos 500 anos anteriores a seu mandato.

Na seqüência enumerou as ações em andamento e destacou a ampliação da Universidade Aberta, que estará presente em 80% dos municípios brasileiros, com a função de aprimorar a formação dos professores.O presidente também informou que seu governo passou a mensurar a qualidade da educação com o Prova Brasil, testes para alunos da 4ª e da 8ª séries, em 41 mil escolas, ao contrário do governo de Fernando Henrique Cardoso, quando apenas cerca de 6 mil escolas aplicavam os testes, e só para alunos da 4ª série.

Lula comentou que o único Estado que se recusou a participar da prova foi São Paulo. “Talvez temendo revelar que, embora sendo o Estado mais rico, não liderava o ranking da educação", disse Lula, que completou: "Depois o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) veio mostrar que São Paulo está na oitava posição no país", disse.
SEM NOVIDADE!

Por absoluta falta de projetos de governo para mostrar ao país, o PSDB/PFL de Alckmin vai reapresentar cenas da CPIs. Aquelas cenas que foram apresentadas em todas as telinhas das TVs durante meses, que foram matérias dos jornalões e de revistas durante um ano, em que eles, nas tribunas do Congresso, vociferavam e babavam como uns loucos. Essas cenas vão agora para o horário eleitoral de Alckmin. Vão mostrar o Marcos Valério, aquele que iniciou o mensalão, em 1998, com o Azeredo, senador de MG, do PSDB. Esse mesmo Azeredo do PSDB que está sendo denunciado pelo MP por apropriação de dinheiro das estatais mineira. Vão mostrar Duda Mendonça, que disse ter enviado dinheiro para exterior, e que durante anos foi marqueteiro do Maluf. Maluf, que tem conta em todos os paraísos fiscais com dinheiro das obras superfaturadas de São Paulo. Maluf, que elegeu Pitta, que também tem dinheiro em paraísos fiscais, e cujo Secretário de Finanças foi o Kassab. Kassab, atual prefeito de São Paulo, pois Serra abandonou a prefeitura mesmo após registrar documento em cartório com a promessa de não abandonar. O espetáculo não pára por aí, pois vão mostrar o Francenildo, mais conhecido como Farsenildo, que chantageou um suposto pai (que eu saiba, até agora não foi feito exame de DNA), que foi usado pela oposição feroz e virulenta e abandonado na rua da amargura. Farsenildo não tem mais prestígio, não tem mais a amizade da histérica Heloisa Helena, foi descartado como um papel higiênico usado.Está desempregado porque ninguém quer dar emprego a um dedo duro, chantagista; quem chantageou um suposto pai pode fazer chantagens muito piores com quem quer que seja. Eles não têm projetos ou propostas de governo, não têm o que mostrar. Mostrar os 8 anos de governo de FHC, não podem. Desemprego recorde, apagão, todas as CPIs engavetadas, a compra de parlamentares para a reeleição, os juros estratosféricos, as maracutaias das privatizações, o afundamento da plataforma P 36. A falência da economia brasileira, os 54 milhões de miseráveis, o risco-país em 2.400 pontos. FHC está certo quando diz que não é igual a Lula. Não dá para eles mostrarem isso no horário eleitoral de Alckmin, que é discípulo de FHC (tanto que FHC está acompanhando o pupilo em todos os eventos, e quer que ele seja eleito). Eles podem ser sádicos, mas o povo brasileiro não é masoquista, não gosta de sofrer. Alckmin não pode falar em segurança: depois de 5 anos governando SP, deixou o crime organizado tomar conta do estado. Vai propor o que? Fazer acordos com os bandidos em nível nacional, como ele fez no estado? Ele não tem outra proposta porque não sabe o que fazer, tanto que não fez. O crime organizado está livre, leve, solto, aterrorizando SP. Eles vão mostrar o Alckmin inaugurando a Loja da Daslu, da contrabandista do luxo e amiga Eliana Trancchesi, que foi presa pela PF? Vão mostrar a filha de Alckmin trabalhando como diretora da loja Daslu? Vão mostrar a Lu Alckmin desfilando os 400 modelitos que recebeu do estilista Rogério Figueiredo? Eles não têm propostas para governar, nunca tiveram, resolveram apenas que vão atacar o melhor presidente que o país já teve, Lula. Que conseguiu diminuir a desigualdade social, que fez o maior programa de transferência de renda do mundo. Que, com investimento, tornou o Brasil auto-suficiente em petróleo. Que está fazendo uma revolução com o Biodiesel, que vai gerar milhares de empregos e renda. O governo Lula conseguiu levar os juros ao patamar mais baixo desde de 1996, 14,25% ao ano. O governo Lula que está combatendo a corrupção como nunca foi feito antes no país. Lula é implacável no combate à corrupção. Eles não podem concorrer com o governo Lula, eles não têm o que apresentar. Nenhuma novidade, nada que já não se saiba há mais de 1 ano. Novidade seria se FHC subisse no palanque do Alckmin, ou aparecesse na telinha em seu programa eleitoral; isso sim seria novidade, FHC fora da toca discursando para o povo ao lado de Alckmin e Serra. Essa eu pagaria para ver!
Jussara Seixas
30/08/2006 - 23:01 Surra: No Amazonas, Lula tem 75%; Arthur Virgílio, só 3%
Pesquisa Ibope/TV Amazonas (retransmissora da Globo) divulgada na terça-feira (29) mostra a resposta popular ao senador Arthur Virgílio (PSDB), que no ano passado subiu à tribuna do Senado e ameaçou "dar uma surra" no presidente.
Na disputa estadual, Virgílio, que é candidato ao governo, tem apenas 3% das intenções de voto; enquanto Lula, na corrida presidencial, conta com o apoio de nada menos do que 75% do eleitorado amazonense.
Lidera a disputa para o governo do Amazonas Eduardo Braga (PMDB), candidato a reeleição, com 47%. Seu principal adversário, Amazonino Mendes (PFL) tem 36%.A pesquisa Ibope, realizada no período de 26 a 29 de agosto e ouviu 812 pessoas em 25 municípios amazonenses.De acordo com o Ibope, Braga tem hoje 54% dos votos válidos (descontados brancos, nulos e indecisos) e seria reeleito no primeiro turno.Em um eventual segundo turno, Braga teria 50%, e Amazonino, 40%.Presidência Na eleição presidencial a pesquisa do Ibope mostrou que Lula tem hoje 75% da preferência dos votos no Amazonas. Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9%, e Heloísa Helena (PSOL), 7%. Os outros candidatos não foram citados. Brancos e nulos são 2%, e 6% não sabem ou não opinaram.Na simulação para um eventual segundo turno, Lula tem 78% dos votos válidos, contra 13% de Alckmin.
Com informações da Folha Online
Com licença amigos hahahaahahahahahahahahahahahahahahahahahaha

30 agosto 2006

Alckmin é analfabeto funcional, o pior cego é aquele que não quer ver!

30/08/2006 - 19h45
Alckmin ignora pesquisas e diz que vai para 2º turno

CLARICE SPITZ da Folha Online, no Rio
Apesar do favoritismo de Lula nas pesquisas de opinião, Geraldo Alckmin, candidato do PSDB à Presidência da República, afirmou hoje que disputará o segundo turno com o petista

FHC exorta tucanos a "botarem fogo no Brasil"Qualquer semelhança com o PCC é mera coincidência!
Blog do Onipresente

E não é que o PCC fez uma série de ataques ontem em SP, incendiando caixas eletrônicos.
GOVERNO LULA
14,25 % MENOR TAXA DE JUROS DESDE 1996
da Folha Online, em Brasília
O Banco Central surpreendeu ao anunciar um corte na taxa básica de juros maior do que o esperado pela maior parte dos analistas. O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual, para 14,25% ao ano, enquanto a maioria do mercado esperava uma redução de só 0,25 ponto. .A taxa de juros é a menor desde o início das reuniões do Copom, em 1996. O fator que mais justifica o menor conservadorismo do Banco Central é a tendência de queda da inflação. No entanto, é a primeira vez desde maio do ano passado que a decisão do Copom diverge do levantamento feito semanalmente pela autoridade monetária, o chamado boletim Focus. No último Focus, o mercado financeiro esperava um corte de 0,25 ponto e uma inflação de 3,66% neste ano. Na reunião anterior, a previsão era de um aumento de preços de 3,77%.

30/08/2006 - 19:32 Lembo critica FHC e reafirma vitória de Lula
Em entrevista ao jornalista Paulo Henrique Amorim, o governador de São Paulo, Cláudio Lembo (PFL) reafirmou hoje (30) sua convicção na vitória do presidente Lula e condenou as declarações do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que pediu, na última terça-feira, que Alckmin baixasse o nível da campanha.“Ele (FHC) atrapalha o Alckmin. Democracia não se faz com agressividade”, disse Lembo. O governador disse também que não concorda com a declaração de FHC de que o marqueteiro de Alckmin precisaria “pôr fogo no palheiro”. “Não precisa por fogo em nada”, completou o governador na entrevista ao jornalista do site Conversa Afiada.Além disso, Lembo, que foi vice-governador de Alckmin, durante três anos e meio, afirmou que Lula deve vencer as eleições no primeiro turno. “As pesquisas mostram que o presidente está em uma situação privilegiada. Eu já havia dito que se não houver nenhum fato novo ele vence no primeiro turno e como até agora não houve o fato novo ele deve ser reeleito no dia primeiro de outubro”, disse Lembo.Segundo o governador, Lula tem raízes populares “e uma história épica, muito bonita”.
Do site www.lula.org.br
CEARÁ TAMBÉM É LULA!

O “Império” do senador Tasso Jereissati está ruindo...
Ibope: Lula tem 76% no Ceará

http://blog.opovo.com.br/politica/

O site do Ibope também antecipa os números da corrida presidencial no Ceará. Lula tem 76% das intenções de voto. Geraldo Alckmin aparece com 15% e Heloísa Helena tem 4%. Em julho, Lula tinha 70% das intenções de voto. Alckmin tinha 14% e Heloísa tinha 6%.
A pesquisa foi realizada entre 25 e 27 de agosto, e ouviu 1.204 pessoas em 58 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi contratado pela TV Verdes Mares.

Postado por Érico Firmo -
ericofirmo@opovo.com.br
HISTÓRIA DE
UM VERDADEIRO
SANGUESSUGA

Ou como José Serra ganha
aposentadoria ilegal
de R$ 6.600,00 por mês

1942 – José Serra nasce em São Paulo
1962 – elege-se presidente da UNE
1964 – deixa o curso (incompleto) de engenharia na Escola Politécnica
1968 – estuda economia na Universidad do Chile e trabalha na Cepal
1974 – muda-se para os EUA e faz doutorado

1977 – volta para o Brasil e arruma emprego como professor da Unicamp graças a interferência do amigo João Cardoso de Melo, que anos mais tarde seria um dos fundadores do PSDB. Serra vira professor da universidade SEM PRESTAR CONCURSO E SEM DIPLOMA DE MESTRADO, passando na frente de outros que tinham diploma, mas esperavam a realização de concurso. A contratação foi ilegal e desrespeita a Lei de Diretrizes Básicas da Educação.

1982 – Cinco anos depois de estar na Unicamp em situação irregular, SERRA ABANDONA O EMPREGO para ser secretário de Planejamento.
1985 –Serra vira chefe da Comissão de Plano de Ação de Governo
1986 – Elege-se deputado federal
1990 – Reelege-se deputado federal
1994 – Serra é eleito senador, aos 52 anos
1995 – Serra vira ministro do Planejamento do governo FHC
1998 – Serra vira ministro da Saúde do governo FHC
2002 – Serra disputa, e perde para Lula, a eleição para Presidência da República

2003 – MESMO DEPOIS DE TER ABANDONADO O EMPREGO QUE CONQUISTOU GRAÇAS A CARDOSO DE MELO, UM DOS FUNDADORES DO PSDB, SERRA APOSENTA-SE COMO PROFESSOR DA UNICAMP, DEPOIS DE TER DADO AULA POR APENAS CINCO ANOS, SEM NUNCA TER APRESENTADO TESE E SEM CONCURSO. PASSA A RECEBER O SALÁRIO INTEGRAL DE R$ 6.600,00.

2004 – Serra se elege prefeito de São Paulo e renuncia 15 meses depois.

http://eleicoes.uol.com.br/2006/estados/saopaulo/biografias/serra.jhtm
Do blog Brasil! Brasil! Imperdível!
@- Frase da Sambu: ‘Não sou igual a ele, não sou igual a ele...” FHC
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@-“Tirinha de Blog: “Como é que vêm com essa história agora? Quer dizer, quando era para acusar um determinado grupo de parlamentares, o depoimento de Vedoin valia, mas agora que aparecem outros, como o senador Antero Paes de Barros, o que o empresário disse tem de ser jogado no lixo? Não é bem assim. Aliás, Antero, aquele da
foto, disse ao Jornal Nacional que mandou cancelar suas emendas em setembro de 2001, só que no dia 7 de maio de 2001, segundo o Diário de Cuiabá, ele disse que participaria de um evento com o então ministro da Saúde, José Serra, que, ainda conforme o Diário de Cuiabá, estava na cidade para entregar ambulâncias.” Blog do Zé Dirceu
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@-“O ex-governador e ex-quase presidenciável Geraldo Alckmin está em plena campanha para prefeito de SP. Para se vingar de José Serra, espalha: "Serei eleito e garantirei ficar até o fim do mandato". Hélio Fernandez / Tribuna da imprensa
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@-Desalento e desespero tomaram conta na cúpula do PSDB/PFL; o PFL passa a exigir do candidato Alckmin um ataque frontal, sem limites contra Lula e o PT. Alckmin por sua vez resiste. Perder faz parte do jogo democrático, mas sair do pleito derrotado politicamente, inviabilizaria futuros vôos. Resultado do desespero: lançaram não de um “candidato desconhecido” para atacar o Presidente Lula.
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@-Ceará e Pernambuco entraram em guerra:
Lula: 76%
Alckmin: 15%
Heloísa Helena tem 4%. Pesquisa IBOPE (Ceará), divulgada ontem.
Cearenses e pernambucanos travam uma guerra para ficar com o titulo do Rio de Janeiro em 92.
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@-“Tirinha” de colunista: “O senador Antônio Carlos Magalhães resolveu entrar em cena, com tudo: em setembro, promove uma mega-concentração de 500 prefeitos de todo o Brasil, em Salvador, para o que chama de Ato de Virada , com direito a declaração conjunta contra Lula e pela candidatura de Alckmin. ACM aposta que consegue virar o jogo e quer provar que o PFL faz mais por Alckmin do que os próprios tucanos.” Giba Um
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@-A faixa da baixaria ficou “fora” do programa tucano. Estratégia tucana: abaixar o nível sem vincular a meiga imagem do candidato, mas tem um porem, o eleitor não é tolo. O estrategista tucano subestima o eleitor, pode dar com os burros n’água.
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@-“Vocês viram há pouco no horário de propaganda eleitoral na tv a estréia de um novo candidato a presidente da República? Ele apareceu logo depois do fim do programa de Alckmin. Não se apresentou. Bateu duro na corrupção do governo. E sumiu. Como quer que as pessoas acreditem no que disse se ninguém sabe quem ele é e o que pretende?
Soube que ele se valeu de um pedaço do tempo do programa de Alckmin, que vive se apresentando e se reapresentando na esperança de que acreditem no que diz. Bem, nesse caso, então teria sido melhor que Alckmin dissesse o que mandou o candidato desconhecido dizer.
Por que se não dá ainda para acreditar em Alckmin quando ele critica o governo dará para acreditar em um candidato desconhecido?”
Por Ricardo Noblat / Blog do Noblat
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@-Só para constar. Pesquisa DataFolha:
-Lula: 50%;-Alckmin: 27%;-Heloísa Helena: 10%.
Faltam dois institutos para completar o ciclo deste mês: IBOPE e Vox Populi. As duas últimas trarão alguma novidade? Apenas irão confirmar o favoritismo de Lula.
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@-As mais “clicadas” da Folha Online, ontem:
“Sonia Abrão explora "senhora do orgasmo" e atinge ibope recorde”
“Record antecipa resultado de "O Aprendiz" e irrita espectadores”
“Polícia encontra corpo em fosso de elevador”
“Leia íntegra do depoimento polêmico exibido em "Páginas da Vida"
“Em "O Aprendiz 3", Justus demite candidato por "inglês sofrível”
Parece que o internauta (pelo menos na Folha) não esta dando a mínima atenção para a política.
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@-O candidato ao Governo de São Paulo, José Serra não compareceu no almoço para arrecadar fundos na já combalida campanha tucana a presidência. Serra quer distância do Alckmin e do FHC o máximo possível.
Valor Econômico
Ciclo de crescimento é o mais longo dos últimos 19 anos
Sergio Lamucci
30/08/2006

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre a ser divulgado amanhã deverá mostrar mais um avanço da atividade econômica, elevando a duração do atual ciclo de expansão para 12 trimestres, a mais longa em 19 anos. Iniciado na segunda metade de 2003, o ciclo se caracteriza, para alguns analistas, por uma trajetória mais sustentável, marcada por mais crescimento, menos inflação e maior geração de empregos do que nos dois anteriores (ocorridos entre o primeiro trimestre de 1999 e o primeiro de 2001 e ao longo de 2002). Na atual fase de expansão do PIB, foram criados, em média, 315.468 postos de trabalho formais por trimestre, acima dos 190.603 de 2002.
Nelson Perez/Valor Caio Prates: crescimento neste ano é puxado pela demanda doméstica, com destaque para consumo e investimento
A atividade neste ano tem sido puxada pelo consumo das famílias e pelo investimento, segundo os economistas do Credit Suisse. O setor externo, que teve papel de destaque do começo do atual ciclo até o fim de 2005, terá contribuição negativa para o PIB em 2006 - o que não ocorre desde 2000.
Se confirmada a estimativa do Credit Suisse, de uma expansão de 1,4% do PIB no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2005, o crescimento médio trimestral no atual ciclo ficará em 2,9% (sempre na comparação com igual período do ano anterior). É mais que a média de 2,7% registrada entre 1999 e 2001 e do 1,9% de 2002.
Pelo critério adotado pelo Credit Suisse, o ciclo é interrompido quando há uma queda do PIB por dois trimestres seguidos na comparação com o trimestre anterior. No ciclo atual, o PIB só caiu no terceiro trimestre de 2005.
De meados de 2003 ao fim de 2004, a atividade foi liderada pelo investimento e pelo setor externo. A formação bruta de capital fixo (FBCF), que mede o investimento na construção civil e em máquinas e equipamentos, cresceu 10,9% em 2004. No ano passado, porém, a FBCF perdeu fôlego, afetada principalmente pela alta dos juros, iniciada em setembro de 2004. Neste ano, o investimento reagiu, passando a comandar a recuperação da atividade ao lado do consumo das famílias, ambos impulsionados pela queda dos juros, aumento da massa salarial, oferta de crédito e gastos públicos crescentes.
Para o Credit Suisse, a expansão da FBCF é um dos motivos que explicam por que o atual ciclo de crescimento é mais sustentável do que os dois anteriores. Do terceiro trimestre de 2003 ao primeiro trimestre deste ano, o investimento na construção civil e em máquinas e equipamentos cresceu 24%, na série livre de influências sazonais, ao passo que o PIB avançou 10,4%. Em 2002, a FBCF caiu 4,2%.
Com mais investimento, aumenta a capacidade produtiva, ainda que o investimento como proporção do PIB seja baixa. A relação deve fechar o ano em 21%, acima dos 19,6% de 2005, mas bem abaixo dos 31% da Coréia do Sul. Elevar essa taxa seria essencial para que a taxa média trimestral seja maior que os 2,9% observados de 2003 para cá, insistem os analistas.
A geração de empregos tem sido bastante robusta neste ciclo, o que se deve a uma expectativa de mais crescimento e menos inflação, segundo o economista Guilherme Maia, da Tendências Consultoria Integrada. Isso aumenta a previsibilidade na economia, dando mais confiança para as empresas contratarem funcionários, avalia ele.
O Credit Suisse também aponta a importância da solidez das contas externas para garantir uma expansão mais sustentável. "A mudança no setor externo ocorrida de 2002 para cá criou espaço para que o consumo e os salários cresçam sem que isso gere problemas no balanço de pagamentos."
Maia reforça essa idéia, ressaltando que as contas externas sólidas permitem um crescimento saudável do consumo e do investimento. Segundo ele, a reversão gradual dos elevados superávits externos é a "contrapartida" da expansão sem sobressaltos da demanda doméstica.
A inflação baixa e crescente também reforça a maior sustentabilidade do atual ciclo, segundo o Credit Suisse. Graças principalmente ao câmbio valorizado, a variação trimestral do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho de 2003 a junho deste ano é de 1,4%, inferior ao 1,7% do ciclo de 1999 a 2001 e aos 2,6% de 2002.
Ao analisar a composição do crescimento neste ano, fica claro que ele depende totalmente da demanda interna, como diz o economista Caio Prates, do grupo de conjuntura da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A valorização excessiva do câmbio acaba por levar a uma expansão muito mais forte das importações de bens e serviços do que das exportações, o que deve fazer o externo "roubar" algo como um ponto percentual do avanço do PIB em 2006, que ele estima em 3,6%.
Prates diz que o dólar barato tem reduzido as quantidades exportadas e provocado um deslocamento da produção doméstica pelas importações, o que explica o desempenho mais fraco da indústria nos meses que se seguiram à queda da Selic, iniciada no ano passado. Ele nota que de setembro de 2005 a junho deste ano, a produção industrial cresceu apenas 2,2%. Nos ciclos anteriores de redução dos juros, a indústria avançou mais, como os 6,8% dos nove meses seguintes à queda da Selic iniciada em junho de 2003.
Para Prates, o menor dinamismo da indústria decorrente do dólar barato é um dos sinais de que a valorização do câmbio foi longe demais. Se de um lado ajudou a reduzir a inflação, de outro começa a afetar a atividade econômica.

30/08/2006 - 11:48 Deputado Greenhalgh homenageia anistiados em sessão solene
O deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara lembrou nesta terça-feira (29) a luta pela anistia, durante sessão solene em homenagem ao 27º aniversário da Lei de Anistia (Lei 6683/79).

Em seu discurso, Greenhalgh lembrou a primeira conquista dos anistiados: a apresentação do projeto de lei da anistia, que teve o ex-senador Teotônio Vilela como relator. “Vilela, mais tarde, transformou-se num novo cavaleiro da esperança, desempenhando papel proeminente na história da recondução da democracia no Brasil”, disse Luiz Eduardo Greenhalgh.

“Com o tempo, o povo brasileiro começou a ver nos anistiados políticos uma referência de patriotismo, de ética, de coragem, de dignidade que representava a alma do povo brasileiro”, frisou o parlamentar petista.

O deputado Greenhalgh elogiou o governo Lula pela edição da medida provisória (MP 300/06), em junho deste ano, e que determina o pagamento de indenizações aos anistiados políticos. “Essa medida é fruto de acordo realizado pelos representantes dos anistiados e o Governo. Penso que a aprovação desta MP talvez seja a última providência para que, finalmente, os anistiados políticos possam ser, de verdade, anistiados. Mas a alegria será parcial, porque perdemos um sem-número de companheiros nessa caminhada”, frisou Greenhalgh.

O parlamentar petista é o relator da medida provisória e afirmou que pretende incluir os herdeiros no texto. “Quantos anistiados de 1979 a 2006 morreram sem poder usufruir dos direitos da anistia? Na medida provisória incluirei texto em que os herdeiros tenham direito a receber esses benefícios; herdeiros daqueles que já morreram como beneficiários da anistia. Essa é uma causa da Brasil. Essa é uma luta do povo brasileiro”, disse.

Como parte das comemorações dos 27 anos da Lei da Anistia, a Câmara inaugurou uma exposição de fotos, relembrando episódios da luta pelo fim da
ditadura militar.
Agência Informes (www.informes.org.br)

30/08/2006 - 12:45 Pesquisa no Piauí mostra vitória de Wellington Dias no 1º turno
Mais uma rodada de pesquisa do IPOP para governador do Piauí foi divulgada nesta quarta-feira (30). Os números apontam uma vitória no 1º turno do candidato a reeleição pelo PT Wellington Dias. Ele aparece com 46,88% dos votos válidos, seguido do senador Mão Santa (PMDB) com 29,73% e do tucano Firmino Filho com 13,46%. Essa é a primeira pesquisa do IPOP após o início da propaganda eleitoral no rádio e na TV. O candidato do PMN, pastor Macedo, aparece em quarto lugar com 0,53%, superando Edna Nascimento do PSOL (0,26%), Jonas Moura do PSDC (0,26%) e Lourdes Melo do PCO (0,18%). Apenas o candidato do PSL, Major Avelar não pontuou na pesquisa. Eleitores indecisos na quarta pesquisa IPOP somam 5,80%, brancos e nulos representam 2,90%. A margem de erro da pesquisa, que foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí-TRE/PI com o número 301 Classe 18, é de 2,85% para mais ou para menos. A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de agosto em 56 municípios. 1.137 pessoas foram ouvidas. 2º turnoNa simulação de um segundo turno, Wellington venceria seus dois principais adversários. Contra Mão Santa o resultado é o seguinte: WD (54,44%) e MS (37,12%). Na disputa com Firmino Filho os números são: WD (59,01%) e FF (32,10%). Ainda segundo a pesquisa divulgada pelo Jornal Meio Norte, Mão Santa é o candidato que aparece com a maior rejeição, 26,65%. Outros 16,45% disseram não votar em Wellington Dias. Firmino Filho aparece com um índice de rejeição de 13,28%, o menor entre os principais candidatos.

Do Portal do PT-PI (www.ptpiaui.org.br)

30/08/2006 - 15:31 Mercadante destaca simetrias entre seu plano de governo e de Lula

O candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, destacou as semelhanças entre seu Programa de Governo para o Estado de São Paulo e o Programa de Governo do presidente Lula, apresentado na terça-feira (29) na capital. "Eu destacaria o compromisso com o desenvolvimento acelerado no segundo mandato, acho que isso dá continuidade aos projetos para educação, distribuição de renda e políticas sociais", afirmou.Mercadante ressaltou que o grande desafio é acelerar o desenvolvimento. "Estamos com um cenário macroeconômico muito consistente; o obstáculo é a dívida pública, que pressiona a taxa de juros e a carga tributária. O documento do presidente ressalta que devemos ter pelo menos 25% de taxa de investimento anual". Segundo ele, o desenvolvimento será a marca do segundo mandato do presidente Lula.Mercadante salientou que as propostas contemplam o mesmo eixo de prioridades: desenvolvimento econômico, distribuição de renda e educação. "Tanto no plano federal como estadual, nossa política social mais estratégica é a educação, sem a qual não asseguraremos um cenário favorável, esse é o problema estrutural mais grave do país", completou.Sobre as parcerias necessárias entre o governo federal e o estadual, Mercadante também destacou que "para o Brasil voltar a crescer a taxas mais robustas precisa que São Paulo volte a crescer". O candidato lembrou "que isso seria mais fácil com os 30 anos de parceria que tenho com o presidente, fato que ele mesmo vem comentando nessa campanha".

Do Portal do PT-SP (www.pt-sp.org.br)
30/08/2006 - 15:34 Tucanos riem do Bolsa-Família

No mesmo jantar em que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pediu a correligionários tucanos para “pôr fogo no palheiro” justificando que “o povo quer mais sangue né?”, os comensais do PSDB tiveram ainda um “discurso” do comediante Tom Cavalcante como aperitivo.“O Bolsa-Esmola, eu não contemplo a atitude, não. Trata-se de reverberar a onda de quem não trabalha”, disse o humorista. O discurso do comediante foi interrompido por aplausos entusiasmados.O Bolsa-Família é considerado, inclusive por organismos internacionais, o maior programa de distribuição de renda da história do país, e atende hoje a mais de 11 milhões de famílias brasileiras. Faz parte da primeira iniciativa do presidente Lula, quando definiu que o combate à fome seria sua meta mais importante.
Do Portal do PT-SP (www.pt-sp.org.br)
Nesta quarta, até o governador de SP não recorre à polícia
Relatos da imprensa hoje:
1. O governador (de São Paulo) Cláudio Lembo já foi assaltado e não registrou boletim de ocorrência. Ele faz parte dos 35% dos paulistas que já foram roubados e dos 31% que não prestaram queixa à polícia quando vítimas de algum tipo de violência, conforme mostrou a pesquisa Estado/Ibope publicada ontem. [O Estado de S.Paulo]
2. Em meio à celebração da liberdade de imprensa e democracia que dominou a abertura do 6º Congresso Brasileiro de Jornais (CBJ), ontem, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um reconhecimento da importância dos jornais em sua trajetória pessoal e política por terem dado voz aos movimentos sindicais no processo de redemocratização do país, no final dos anos 80. - Meu compromisso com a liberdade é sagrado, em particular com a liberdade de imprensa que ajudou a criar e a manter a democracia moderna que temos - afirmou Lula, que chegou ao evento acompanhado de quatro ministros de seu governo. [Zero Hora]
3. O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) prevê que as importações brasileiras de aço este ano vão dar um expressivo salto de 66,7%, fruto principalmente da parada do alto-forno 3 da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda. As importações devem atingir US$ 1,5 bilhão em 2006, ante US$ 900 milhões no ano passado. [Gazeta Mercantil]
4. O nível de emprego formal na construção civil cresceu 6,1% no primeiro semestre deste ano no Brasil. Entre janeiro e junho, foi registrado aumento de 85,3 mil pessoas empregadas no setor, de acordo com dados divulgados pelo Sindicato da Indústria de Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No final de junho, o setor de construção contava com 1,48 milhão de trabalhadores. Em dezembro de 2005, havia 1,396 milhão de pessoas empregadas pelo setor. [Valor Econômico]
enviada por Zé Dirceu
Continuo a me perguntar: cadê o segundo turno?


Essa pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje, mais a pesquisa Ibope/Estadão de domingo, confirmaram a tendência de crescimento de Lula em detrimento dos candidatos de oposição. Ele amplia a vantagem e venceria no primeiro turno. Ainda assim, continuam a surpreender certos setores da mídia. Eles insistem em ver uma luz no fim do túnel para Alckmin.No domingo, no Estadão, A socióloga Fátima Pacheco Jordão fez uma análise com falas proféticas, indicando um possível crescimento de Alckmin baseado numa melhor percepção do eleitor sobre os programas eleitorais. A análise chega a ser até engraçada, com frases do tipo: “Mas a atual pesquisa do Ibope ainda não captou esta mudança” ou “Resta mesmo a performance de cada um na TV”. Eles insistem.Desde o final de semana, o clima foi mais firme, no rádio e na TV, nas ruas e nos comícios. O verbo baixou bastante, o humor mudou. Alckmin atacou Lula, mas não como o consórcio PSDB/PFL queria e nem tão light como o tucano pretendia. As previsões de Alckmin de que iria melhorar depois do horário eleitoral não deram certo e serviram, isto sim, para consolidar Lula.Os aliados de Alckmin já falam em derrota. Cláudio Lembo previu a vitória de Lula já no primeiro turno, e FHC disse que "Lula está muito consolidado". Como diria um tucano, para que inimigos, se temos esses amigos? Por outro lado, já se fala, em reuniões e conversas com setores da oposição, de um segundo governo Lula. Conversar é preciso, mas quando e se o principal personagem estiver presente – caso contrário, é traição.
MENTIROSOS E COVARDES!

O PSDB/PFL, de Alckmin, FHC et caterva, ataca o presidente Lula com baixarias e mentiras, invencionices. Assim é que eles pretendem tentar ganhar a eleição: enganando o povo. Não lhes importa usar a calúnia, a ofensa, a mentira, importa é voltar ao poder. FHC foi mentor de Alckmin no governo de SP, ensinou Alckmin a engavetar todas as CPIs, como fez ele FHC; com o dinheiro das privatizações,que até hoje ninguém sabe onde foi parar, deu exemplo de como se beneficiar dos desvios de recursos públicos, exemplo que Alckmin seguiu com os desvios de recursos da Nossa Caixa. Se bem que o da Nossa Caixa a gente sabe que foi parar em publicidades, em sites e revistas. Descaradamente, a publicitária Christina Carvalho Pinto – presidente da agência Full Jazz –, uma das beneficiadas dos desvios dos recursos da Nossa Caixa, fez um discurso pela "dignidade" no almoço de Alckmin. O Tribunal de Contas do Estado, no entanto, considerou "irregularidade grave" o pagamento, pela Nossa Caixa, banco do governo paulista, na gestão Alckmin por serviços prestados pela agência dela sem contrato. Haja dignidade! Mas enquanto planejam mentiras e calúnias para atacar o presidente Lula, o crime organizado volta a atacar SP. Esta é a realidade nua e crua da incompetência de Alckmin e do PSDB, que durante 12 anos governaram SP. "A nova onda de atentados seguiu o mesmo padrão das anteriores: os alvos foram a polícia e bancos. A suspeita da polícia é que tudo tenha sido causado pela transferência de 76 presos do Centro de Readaptação Penitenciária (CRP) de Presidente Bernardes para Avaré feita pela Secretaria da Administração Penitenciária, nesta terça-feira, 29. A atitude pode ter feito o PCC adiantar o plano de voltar a atacar no dia 31 de agosto, data da fundação da organização criminosa. Na Região Metropolitana, o primeiro ataque atingiu um carro estacionado na frente de uma base PM em São Bernardo do Campo. A segunda ação ocorreu às 21h30. Um homem encapuzado ateou fogo em quatro caixas eletrônicos do Unibanco no Brooklin, zona sul. Imagens do ataque foram registradas pelo circuito interno de TV. Depois, bandidos atacaram uma agência bancária no Sumaré, zona oeste". O ataque ocorreu porque 76 presos foram transferidos! Ou seja, quando o governo faz acordos com bandidos, e não combate o crime organizado com responsabilidade, o governo se torna refém dos criminosos: faz o que eles querem ou a população vai pagar com a vida essa irresponsabilidade. Como Alckmin e o PSDB querem fugir dessa responsabilidade, não falam no assunto e não têm propostas para combater o crime organizado. Como também não têm propostas para governar o país, atacam o presidente Lula. Partem para atacar todos os programas do governo Lula, que beneficiam milhões de brasileiros. O Bolsa Família, que é o maior programa de transferência de renda do mundo, reconhecido, elogiado e apoiado mundialmente por combater a miséria e diminuir a desigualdade social, eles chamam de "bolsa esmola". Não reconhecem a importância e a magnitude desse programa. Se, por uma imensa desgraça, Alckmin fosse eleito, iria acabar com o programa no primeiro dia de seu governo. Mentir, para eles, não é problema, eles mentem sem pudor. Vejam o caso do Serra, que prometeu, jurou, registrou documento em cartório prometendo não abandonara a prefeitura: abandonou sem nenhum constrangimento. FHC se esquece que ele foi escorraçado pelo povo em 2002, FHC se esquece que ele e o PSDB/PFL afundaram este país. FHC se esquece do apagão, das privatizações escusas, do desemprego fantástico e dos juros pornográficos de seu governo. FHC se esquece de que no governo dele, por total falta de investimento, e por irresponsabilidade, a plataforma P 36 afundou, matando funcionários da Petrobras e causando um imenso prejuízo financeiro e ambiental. FHC, que arruinou o Brasil, que chamou os aposentados de vagabundos, é o mentor de Alckmin, que quer atacar o presidente Lula. FHC é esperto, ele faz esses ataques em seu reduto, para a elite – eu o desafio a fazer esse discurso no horário político de Alckmin na TV, nos palanques de Alckmin e Serra. Eu desafio Alckmin a citar em seu programa eleitoral o governo de FHC e revelar ao vivo e em cores que ele vai fazer igual. Serra, quando diz em seu programa, que foi ministro da saúde e do planejamento, não diz que foi no governo de FHC. Serra, muito esperto, nem compareceu no almoço no Jóquei, para arrecadação de fundos para Alckmin. Estavam presentes a cúpula do PSDB e vários empresários e artistas. Serra não quer de forma alguma que o povo lembre dele como ministro do governo de FHC. O desafio está lançado: quero ver se FHC, que está por trás dos ataques sórdidos ao presidente Lula, vai ter coragem de aparecer nos programas de Alckmin e Serra, na TV e nos palanques, falando para o povo. Ou, além de formarem o trio do apocalipse, eles são também imensamente covardes?
Jussara Seixas
DATAFOLHA CONFIRMA LULA É IMBATÍVEL!
29/08/2006 - 20h26
Lula seria reeleito no primeiro turno, com 50% dos votos, aponta Datafolha
Da Redação
Em São Paulo
Presidente durante evento sobre os 60 anos da Cinemateca
Se as eleições fossem hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seria reeleito no primeiro turno, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta terça-feira (29/08) pelo "Jornal Nacional", da Rede Globo. O petista aparece com 50% de intenção de votos enquanto seu principal adversário, Geraldo Alckmin (PSDB) fica com 27%.O índice do presidente aproxima-se do que lhe foi atribuído pela pesquisa do Instituto Sensus, também divulgada nesta terça, segundo a qual Lula venceria no primeiro turno com 51,4% dos votos. O Sensus confere a Alckmin menos do que o tucano alcança no Datafolha: 19,6%.Na seqüência, segundo o Datafolha, aparecem a candidata do PSOL Heloísa Helena, com 10%, e Criotovam Buarque, do PDT, com 1%. Os candidatos Luciano Bivar (PSL), Rui Costa Pimenta (PCO) e José Maria Eymael (PSDC) não atingiram 1%. Eleitores que pretendem anular o voto ou votar em branco representam 6% do eleitorado. Não souberam ou não quiseram responder 6% do total.Apesar de apontar a vitória de Lula no primeiro turno, o Datafolha simulou o placar de um eventual segundo turno. O presidente seria reeleito com 55% dos votos, contra 37% de Geraldo Alckmin.No último levantamento do Datafolha, realizado entre os dias 21 e 22 de agosto, Lula atingiu 49% da intenção de votos. Alckmin ficou com 25% e Heloísa Helena, 11%. Avaliação do governoDe acordo com o Datafolha, 48% dos entrevistados qualificam o governo de Lula como "ótimo" ou "bom", um recuo de quatro pontos percentuais com relação à última pesquisa do instituto, na qual a aprovação a Lula atingiu o recorde histórico de 52%. Na atual pesquisa, consideram o governo regular 36% dos entrevistados e "ruim" ou "péssimo" 16%.O Datafolha entrevistou 2.863 eleitores nesta terça-feira, dia 29, em 175 cidades. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo 14772/2006.

29 agosto 2006

29/08/2006 - 16:08 Programa de Governo prioriza crescimento com distribuição de renda
O segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá a marca do crescimento econômico com distribuição de renda. O Programa de Governo para os próximos quatro anos (2007-2010), organizado em seis eixos de ação, foi divulgado nesta ter4ça-feira (29) pelo presidente, numa cerimônia em São Paulo.
Lula considera que no primeiro mandato foram criadas as condições para que o país cresça de forma sustentada durante vários anos. Para dar continuidade ao crescimento, o programa prevê a execução ou conclusão de grandes obras de infra-estrutura em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias.Na área social serão ampliados os benefícios do Programa Bolsa-Família, e será dada continuidade à política de aumentos reais para o salário mínimo.
"O segundo mandato do Governo Lula continuará avançando na erradicação da fome, manterá e ampliará as bem-sucedidas políticas sociais até agora implementadas no programa Fome Zero, especialmente o Bolsa-Família", diz o texto do programa.A reforma política terá tratamento preferencial no próximo mandato, especialmente quanto ao financiamento de campanhas eleitorais e da fidelidade partidária.
Na área da Segurança Pública, o presidente pretende fortalecer a vigilância nas fronteiras e consolidar o Sistema Único de Segurança Pública, com a interligação dos órgãos repressores nas esferas federal, estadual e municipal.
Saúde e Educação continuarão tendo especial atenção no segundo mandato. Para isso, Lula quer universalizar o ensino fundamental de nove anos e estabelecer, em parceria com o Congresso, um piso salarial para professores.Na introdução do documento, de 30 páginas, a coligação PT, PCdoB e PRB, responsável pela elaboração do programa, faz um breve relato da situação encontrada no país em 2002 e critica duramente o que chamou de "herança negativa" deixada pelo governo passado.
As políticas implementadas pela coligação PSDB-PFL, diz o texto, frearam o crescimento, concentraram renda e riqueza, debilitaram o Estado, generalizaram a corrupção.
No texto, a coligação reconhece que, apesar dos avanços obtidos no primeiro mandato, ainda há um longo caminho pela frente e, por isso, defende a reeleição do presidente:
"A reeleição de Lula é a garantia de que não haverá retrocesso, de que a transição para um novo Brasil não terá seu curso interrompido. É certeza também de que as mudanças se farão com o fortalecimento da democracia e a renovação da cultura política do país".O Programa de Governo ainda contesta a tese neoliberal de que o aumento dos gastos sociais prejudica as contas do país.
"A direita vê esses investimentos sociais (Bolsa Família), assim como o aumento do salário mínimo acima de inflação, como ameaças ao equilíbrio fiscal, tese que foi desmentida pela realidade nos últimos três anos. O projeto da oposição é o de voltar à era FHC, com redução dos investimentos sociais e retomada das privatizações”, diz o documento.Ainda na busca de consolidar o crescimento econômico, o plano de governo de Lula promete aprofundar a redução da taxa de juros, aproximando-a daquela praticada nos países em desenvolvimento.
Essa redução permitiria ao país elevar para a casa dos atuais 20% para 25% a taxa interna de investimentos no setor produtivo. O presidente se compromete em dar continuidade ao Plano Nacional de Reforma Agrária, mantendo a prioridade de implantar assentamentos com qualidade e recuperar os assentamentos existentes.No caminho do desenvolvimento de longo prazo, o programa lista como prioritária a construção do Pólo Petroquímico e a Siderúrgica do Rio de Janeiro, além da construção do Gasoduto (Gasfor), responsável pelo fornecimento de gás à Siderúrgica do Ceará.
São obras prioritárias na infra-estrutura, entre outras: a continuidade da duplicação da BR-101 Sul, BR-101 Nordeste (com ampliação do trecho em direção à Bahia), construção da BR-163 no Pará, da BR-158 no Mato Grosso, da BR-364 no Acre, duplicação da BR-153 em Goiás e Minas Gerais, e da BR-040 em Minas Gerais.O programa também prevê a conclusão das obras de recuperação e ampliação de outros eixos estruturais de escoamento de carga e passageiros, como as BR-153/010 (Belém-Brasília), BR-163 em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, BR-116 entre Bahia e Minas Gerais, além da construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro.
O governo também vai licitar a concessão para o início da construção das hidroelétricas de Rio Madeira e Belo Monte.Assim como aconteceu no primeiro mandato, o segundo governo do presidente Lula vai aperfeiçoar e fortalecer o SUS (Sistema Único de Saúde), que terá mais controle social.
A meta é identificar as necessidades da população, o atendimento ao interesse público e o combate à corrupção. O cartão SUS será universalizado e pretende ser o carro-chefe da informatização e do acesso aos atendimentos.Ainda na saúde, serão criados Centros de Atendimentos Especializados de média complexidade, para assegurar o tratamento completo dos usuários do SUS.
Estes Centros poderão realizar consultas especializadas, exames, serviços de reabilitação com fornecimento de órteses e próteses, pequenas urgências e cirurgias eletivas que não necessitam de hospitais ou pronto-socorros e distribuição de medicamentos excepcionais.O Programa Fome Zero continuará avançando, aprimorando a Bolsa Família e as demais iniciativas que ampliam o acesso dos mais pobres à alimentação, como os programas de alimentação escolar, aquisição de alimentos, restaurantes populares, entre outros.
O Fome Zero também continuará articulando ações estruturantes, como a reforma agrária, a agricultura familiar e os programas de geração de emprego e renda, educação alimentar, em uma política integrada.
Do site www.lula.org.br