19 agosto 2006

JUSTIÇA ELEITORAL TRE tira alusão a mensaleiros de site da Transparência Brasil

DA REDAÇÃO

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo julgou como parcialmente procedente a representação movida pelo PT contra a organização Transparência Brasil, que, segundo o partido, fez propaganda ofensiva em seu site ao publicar uma lista de candidatos e chamá-los de "mensaleiros, vampiros e outros animais da mesma família".O tribunal determinou a retirada do parágrafo no prazo de 24 horas, sob pena de retirada do site do ar.

18/08/2006 - 17:44 Tucanos perdem direito de resposta em site de Mercadante
O juiz auxiliar, James Siano, analisando o pedido de revogação da liminar feito pela Coligação Melhor Para São Paulo e Aloizio Mercadante, suspendeu a veiculação do direito de resposta concedido a José Serra (Coligação Compromisso com SP - PSDB/PFL/PTB/PPS) em liminar, em 16/08, até o julgamento da representação.O juiz auxiliar, Roberto Bellocchi, concedeu liminar a Serra para suspender a página da Internet da candidatura de Mercadante (PT) e Coligação Melhor Para São Paulo (PRB-PT-PL-PCdoB), até que fosse retirada a notícia "Serra culpa migrantes por resultado ruim no ensino público - Serra culpa nordestinos pela ´má educação´ ”. A notícia se refere à entrevista concedida por Serra ao Jornal SPTV, da Rede Globo, em 16/8. Além da suspensão do site, a decisão havia concedido a Serra o direito de resposta.Segundo Siano, “como se depreende do site do representado, a alegada ofensa já não existe, portanto, fica suspensa a inserção da resposta, até decisão final”. As informações são do site do TRE.
Do Portal do PT-SP (www.pt-sp.org.br)
18/08/2006 - 20:07

Ibope: Após horário eleitoral, Lula é único que cresce
O Jornal Nacional, da TV Globo, divulgou nova pesquisa Ibope, em que o candidato à reeleição à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, foi o único que apresentou oscilação para cima, após o início do horário eleitoral e as entrevistas feitas pelo telejornal. O petista subiu dos 46% que apresentava na pesquisa do dia 10, para os 47% do novo levantamento.
Não houve variação na pontuação dos demais candidatos. Geraldo Alckmin (PSDB) continua com 21% e Heloisa Helena manteve os 12%. Os demais candidatos mantiveram um ponto percentual de intenção de voto, à excessão de Rui Costa Pimenta, do PCO, que não obteve 1%. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Na simulação de segundo turno, Lula continua vencendo com 53% contra 32% de Alckmin. Antes, a simulação apresentava uma correlação de 51% contra 33%.
A pesquisa também avaliou o governo do presidente Lula. A proporção de entrevistados que consideram bom e ótimo o governo se manteve em 41%, enquanto as avaliações de regular aumentou de 35% para 37%. Ruim e péssimo foram avaliações que oscilaram para baixo de 22% para 21%. Os que não souberam avaliar subiram de 1% para 2%.
Os que aprovam o governo subiram de 56% para 57%, enquanto os que desaprovam se reduziram de 37%dos entrevistados para 34%. O número dos que não sabem responder a esta pergunta também cresceu de 6% para 8%

Veja a variação da inteção de voto estimulada no Ibope/TV Globo:
Lula: 44% (julho) / 44% (agosto) / 46% (dia 10) / 47% (hoje)
Alckmin: 27% (julho) / 25% (agosto) / 21% (dia 10) / 21% (hoje)
Heloisa: 8% (julho) / 11% (agosto) / 12% (dia 10) / 12% (hoje)

Cezar Xavier, do Portal do PT

18 agosto 2006

GOVERNO LULA

18/08/2006 - 10:19 Vannuchi abre seminário sobre segurança pública em São Paulo

O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, participa hoje (18), em São Paulo, do seminário Segurança Pública e Direitos Humanos. O encontro, que começa às 10 horas, é promovido pelo Núcleo de Estudos de Violência da USP na sede da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP).
Logo após a abertura, às 11 horas, será debatido o tema Crime organizado e crise do sistema de Justiça Criminal, com a participação da secretária de Justiça e Defesa da Cidadania, Eunice Aparecida Prudente, e do ex-ministro da Justiça, José Gregori.
À tarde, das 15 às 17 horas, o tema será Crime organizado, corrupção e sistema prisional. Das 17 às 19 horas, os participantes discutirão a Reforma do sistema de segurança pública.
Agência Brasil


18/08/2006 - 12:20 Lula tem apoio inédito de lideranças da Força Sindical no 1º. turno
Lideranças de diversas categorias que compõem a Força Sindical estão mobilizadas em defesa da reeleição do presidente Lula, numa atitude que só ocorreu no segundo turno da eleição de 2002. Hoje, além do Encontro com lideranças da Força Sindical no Hotel Sofitel (rua Sena Madureira, 1.355, Ibirapuera), às 17h, o presidente Lula deverá receber o apoio destes sindicalistas na Plenária Sindical no Clube Atlético Juventus (rua Juventus, 690, Moóca), às 18h. O evento da noite reunirá apoios formais e informais de todas as centrais sindicais existentes no país, hoje. Serão cerca de 3 mil sindicalistas vindos de todos os Estados.

Dentre as lideranças que apóiam o presidente Lula, está Danilo Pereira da Silva, um dos vice-presidentes da Força Sindical e presidente da Federação dos Químicos de São Paulo. Ele levará as reivindicações da categoria à reunião de hoje.

Em entrevista ao Portal do PT, tanto Danilo, quanto o presidente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, ressaltaram a liberdade que sempre foi dada às lideranças da entidade para apoiar quem desejarem no primeiro turno, mas que cresceu em direção a Lula, nesta eleição.

Os avanços do governo Lula para o movimento sindical e os direitos dos trabalhadores, assim como as melhorias na economia são apontadas como principais argumentos que tem atraído os sindicalistas da central. Juruna defende que o próximo governo deve ampliar ainda mais a distribuição de renda, continuar reduzindo os juros e investir na área de educação, questões com as quais o candidato já demonstrou estar afinado.

Outro diferencial desta eleição é a participação ativa de lideranças da entidade na formulação do programa de governo de um eventual próximo mandato do presidente Lula. A reunião de hoje é uma prova disso.

Juruna afirmou que não iria aos eventos de hoje, por definição da entidade, que não quer que o presidente abra confronto com lideranças que apoiam as candidaturas de Geraldo Alckmin (PSDB) e Cristovam Buarque (PDT). Apesar disso, o líder da entidade explicou os motivos que têm levado ao crescimento da aposta num segundo governo do presidente Lula por parte de lideranças da Central. Leia, a seguir, a integra da entrevista com Juruna ao Portal do PT:

Qual o caráter do apoio que Lula tem recebido de importantes lideranças da Força Sindical?
A Central não formalizou nenhum apoio, mas deu liberdade para aqueles que queiram apoiar algum candidato neste primeiro turno. O que tem se expressado é o apoio de lideranças sindicais que apostam na candidatura do companheiro Lula. Alguns setores têm feito encontros com o Alckmin, mas a gente observa que houve um certo crescimento de dirigentes nossos que apóiam ao governo Lula já no primeiro turno

O que justifica esse aumento de apoio na entidade?
Primeiro, porque houve uma valorização das centrais sindicais nas negociações de interesse dos trabalhadores, como o salário mínimo, o reajuste dos aposentados. A medida provisória da legalização das centrais sindicais também contribuiu muito para isso. Isso do ponto de vista mais geral. Do ponto de vista social, observamos uma melhoria da renda, do salário mínimo. Nos últimos três anos, houve uma melhoria dos acordos salariais que as entidades levaram a cabo com os empresários. Essa melhoria é fruto também da melhoria da situação econômica do país. Por esse motivo, lideranças nossas vão dar esse apoio. Haverá um outro encontro com o Lula, no sentido de que haja um aumento da participação das instituições nas negociações que haverá no governo nos próximos anos.

Este apoio é inédito?
Na eleição passada, esse apoio ocorreu mais no segundo turno. Mas não havia esse debate que está ocorrendo neste primeiro turno. O entendimento com o Lula vai permitir que haja incorporação de propostas nossas no programa de governo.

De que forma a central pode contribuir para a campanha?
Os sindicalistas podem contribuir caso mobilizem suas categorias em torno da campanha. A Força vai fazer um encontro com os quatro candidatos com maior intenção de voto para um debate na sede nacional. Só falta a confirmação do Lula, mas ele disse que virá.

O que o movimento sindical espera do próximo mandato?
O próximo mandato deve, cada vez mais, pensar a questão da distribuição de renda. Repensar a questão econômica do ponto de vista da alta dos juros e investimentos melhores na área da educação.

Porque essas lideranças optaram pelo Lula e não pelo Alckmin?
A Central nunca se definiu por um candidato. Ela é plural e você vai ver que, mesmo em outras eleições, nossos dirigentes sempre se dividiram entre campanhas distintas.

O que distingue a Força Sindical das demais centrais?
A CUT nasceu num momento muito próximo do PT. Por isso, a maioria de seus dirigentes tem uma coloração partidária mais próxima do PT e daqueles partidos mais comprometidos, nos anos 80, com a luta dos trabalhadores. No meio da Força Sindical, você vai ver pessoas com origem no PT, também, mas que optaram pela pluralidade partidária maior dos nos anos 90. A convivência na central já não se dava mais sob um leque, um matiz de esquerda, mas de diversos outros partidos de centro e esquerda. Não é uma coisa que nos enquadre. Esta pluralidade tem ajudado a central a ter canais com todos os segmentos.

Qual tem sido a relação da Central com o Lula, desde que surgiu?
Conheço o Lula desde os anos 80, quando trabalhava na Villares, embora a central só tenha surgido em 91. Minha relação com ele foi boa, assim como o Paulinho e o José Ibrahim, que foram do PT, e o Medeiros, do partidão, e conviviam com o Lula. A instituição foi fundada em 1991, portanto, já pegou o Lula no patamar político-partidário. Agora, na relação com o presidente da República, desde que o Luiz Marinho assumiu o ministério do Trabalho, creio que melhorou bem a relação entre as centrais sindicais. Com o governo, a relação melhorou, de forma geral, desde a criação do Fórum Nacional do Trabalho e com as negociações que já mencionei.

Quantos sindicatos e trabalhadores a central aglutina, hoje?
A nossa central aglutina 1.300 sindicatos e 6 milhões de trabalhadores. Aqueles que forem apoiar o Lula certamente vão se mobilizar na campanha deste primeiro turno.
Cezar Xavier, do Portal do PT
GOVERNO LULA

18/08/2006 - 10:21 Gabinete de Gestão Integrada da Segurança é instalado em São Paulo

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, e o governador de São Paulo, Cláudio Lembo, instalam o Gabinete de Gestão Integrada (GGI). De acordo com o Ministério da Justiça, São Paulo é o único estado que ainda não havia colocado em funcionamento o gabinete, como parte do processo de implementação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) do governo federal.O secretário de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, participa da solenidade, a partir das 10 horas, no quartel do comando do Exército, no Bairro do Paraíso.Os principais objetivos do GGI são o planejamento integrado de ações policiais, o compartilhamento de informações e a otimização de recursos para combater o crime organizado. Caberá aos integrantes do Gabinete definir as prioridades para investimentos federais na área de segurança pública no estado.
Agência Brasil
GOVERNO LULA


17/08/2006 - 15:55 Outro recorde: Saldo em conta corrente é o maior em 59 anos

O saldo em conta corrente, que envolve todas as transações comerciais e financeiras com o exterior, atingiu US$ 3,043 bilhões no mês de julho, e foi o mais alto da série histórica, iniciada em 1947, de acordo com relatório sobre o Setor Externo, divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Departamento de Política Econômica do Banco Central.
O superávit cresceu 18,5% em relação a julho do ano passado, e soma US$ 6,13 bilhões no acumulado janeiro-julho. Nos últimos 12 meses, o acumulado equivale a 1,45% do PIB (Produto Interno Bruto).
O relatório do Banco Central indica também que a conta capital e financeira fechou julho com saldo de US$ 378 milhões, e soma US$ 6 bilhões no ano.
Essa evolução contribui para o superávit de US$ 3,91 bilhões no balanço de pagamentos de julho, que teve como destaque, mais uma vez, a balança comercial (exportações menos importações) com saldo de US$ 5,63 bilhões.
Com informações da Agência Brasil
GOVERNO LULA
17/08/2006 - 20:28 Comparativo: Campanha Lula lança cartilha com balanço do governo

A campanha da coligação a Força do Povo (PT, PRB e PCdoB) lança nesta sexta-feira (18) uma cartilha com um balanço das ações do governo Lula e dados comparativos com a gestão anterior. O lançamento será durante a plenária de sindicalistas com o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em São Paulo, a partir das 18h.

Com linguagem acessível e uma série de gráficos, o material é destinado à militância dos partidos da coligação. A intenção é distribuir 1 milhão de cópias por todo o país.

A cartilha é dividida em quatro grandes capítulos: Retrato do Brasil até 2002, que mostra como estava o país quando Lula assumiu; Novo Modelo de Desenvolvimento, com os avanços econômicos e de infra-estrutura; Redução da Desigualdade, com dados sobre o crescimento de emprego, programas sociais, de educação, saúde, além de segurança, combate à corrupção e política internacional; e Estratégia de Campanha, texto dirigido às coordenações de campanhas estaduais.

O material foi elaborado pela Secretaria de Formação Política do PT, sob a supervisão da comissão de programa de governo da campanha Lula. “A cartilha não se limita a um banco de dados. É um documento mais amplo, com argumentos que justificam as ações realizadas pelo governo federal”, afirma Marlene da Rocha, secretária de Formação Política do partido.

17 agosto 2006

É LULA COM A FORÇA DO POVO!
@-Pesquisa realizada pelo Instituto Sensus para a TV Tribuna. Pernambuco:-Lula: 71,7%;-Alckmin: 10,2%-Heloísa Helena: 4,5%. Coluna Painel da Folha de São Paulo

@-Última: quarenta vagas no presídio federal de Catanduvas (PR) estão guardadinhas para os lideres do PCC, mas o Governo paulista leia-se Alckmin & Saulo, não querem ouvir falar desta transferência. Transferiria votos...
Brasil! Brasil!
ALCKMIN A BENGALA!

17/08/2006 - 14h08
Aécio diz que não precisa de bengala para fazer campanha

da Folha Online

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), candidato à reeleição, diz que não fará campanha "ancorado" em Geraldo Alckmin, ex-governador paulista e candidato tucano à Presidência da República."Obviamente, todos os nossos eventos aqui em Minas com o Alckmin aparecerão na campanha, mas eu não farei a minha campanha ancorado em quem quer que seja", afirmou ele, acrescentando que "não precisa de bengala para caminhar".
O Brasil pode crescer mais e com qualidade

Antônio Palocci

O cenário da economia brasileira reúne, hoje, a melhor combinação de fundamentos das últimas três décadas. A inflação, um problema que marcou forte e negativamente nossa história econômica contemporânea, esta baixa e sob controle. Exige, e por muito tempo exigirá, cuidados e atenção, mas o sistema de metas funcionou e prestou um bom serviço ao comportamento dos preços. O país está crescendo a taxas maiores que na década anterior. As contas externas do país tiveram um desempenho extraordinário nos últimos anos, fazendo com que a fragilidade externa – que era o principal componente das sucessivas crises em nossa economia – tenha deixado de ser um problema.
Nos reflexos sociais desse desempenho econômico, há dois fatores a se destacar: a geração recorde de empregos formais e a redução importante na desigualdade de renda, um dos principais obstáculos a nosso crescimento como nação. No que se refere ao emprego, o salto em relação à década anterior é expressivo, chegando, durante o governo Lula, a uma marca de mais de 100 mil empregos formais por mês. Hoje, o emprego formal cresce muito mais do que o emprego informal, mostrando um ganho de qualidade fundamental no mercado de trabalho, que se transforma em um fator importante de realimentação do crescimento econômico.
No campo da desigualdade, além da melhora do emprego e dos ganhos de renda dos assalariados, o que contribuiu de forma decisiva foram os aumentos reais do salário mínimo. E, principalmente, a atitude correta do presidente Lula de não desmontar os programas de renda que existiam de forma pulverizada. Ao contrário, foram aperfeiçoados, reorganizados e tiveram seu alcance expandido, atingindo números próximos à totalidade de famílias que estavam afastadas dos direitos básicos do consumo essencial, particularmente a alimentação. Isso resultou em um processo de mobilização social extremamente sadio e sustentado, duradouro, diferente dos picos de mobilidade verificados em momentos de melhoria da renda que não se sustentavam por muito tempo, algo característico dos planos que tiveram nome.
Aliás, este é um aspecto dos mais importantes do desempenho do governo Lula na área econômica. Qual é o nome do plano econômico de Lula? Você não sabe porque não existiu um plano de heterodoxias, como foi tão comum na história econômica do país. E qual a importância disso? O fato do atual governo não ter recorrido a medidas exóticas dá mais consistência ao equilíbrio atual da economia, dá garantia de longevidade dos resultados e dá certeza da sustentabilidade dos ganhos sociais de emprego e renda. E, ainda, elimina totalmente os custos para as gerações futuras, característica que marcou todos os planos anteriores, cuja conta estamos pagando até hoje, em demandas judiciais de bilhões de reais que recaem sobre o orçamento corrente. Isso nem de longe significa que possamos fazer tabula rasa dos avanços conquistados nos anos e governos anteriores. Ao contrário, os acertos do passado são a base dos avanços de hoje. Os erros são lições que vão corrigindo nosso caminho.
Mas, muitos se perguntam sobre duas questões: até que ponto o atual ciclo de crescimento se sustentará nos próximos anos e o que é possível fazer para aumentar nossas taxas de crescimento. Não há dúvida sobre a sustentabilidade do atual ciclo. Ele já é o mais longo dos últimos 15 anos e tem tudo para se manter durante um longo período, exatamente pelo comportamento atual dos fundamentos econômicos e porque a maneira ordenada e clássica com que este último ciclo foi concebido não resultou em nenhuma bomba de efeito retardado. O Brasil caminha serenamente na direção da consistência econômica.
Entretanto, a segunda questão não é tão óbvia. Aumentar o potencial de nosso produto para crescer mais, exigirá, no próximo período, a continuidade do esforço pelas reformas e pelo aperfeiçoamento das instituições. Dezenas de ítens devem compor a pauta futura do país. Não podemos cometer os erros dos extremos. De um lado, acreditar que não é preciso fazer nada porque o Brasil vai crescer mais, apenas porque Deus é brasileiro; ou, de outro, querer fazer todas as reformas e mudanças institucionais que aguardam seu momento. Nem uma coisa nem outra ajudarão o país. Devemos escolher um conjunto de ações e reformas, macro e microeconômicas e melhorar a performance da ação do Estado em direção a um Estado forte e atuante – que fuja do dilema entre o Estado mínimo e o Estado grande e ineficiente.
Assim, os temas da reforma política, da continuidade da reforma tributária, da redução consistente do déficit previdenciário, das reformas que visam melhorar o ambiente de negócios, da manutenção do esforço fiscal, de medidas que melhorem o investimento público e privado e muitos outros estarão na pauta do novo governo. Saber escolher o caminho destas reformas, a melhor maneira de desenhá-las e construir grandes consensos sobre elas será o maior desafio dos próximos anos.
O novo governo que nascerá das urnas de outubro não pode perder tempo. Deve convocar todo o país e suas forças políticas e sociais para esse esforço por mudanças. Nossa geração não tem o direito de perder esta grande janela de oportunidade aberta para o Brasil. Colocar o país definitivamente no caminho de Nação forte, rica e justa é o mínimo que podemos deixar para as futuras gerações.

Antônio Palocci é ex-ministro da Fazenda e candidato a deputado federal pelo PT no Estado de São Paulo.
GOVERNO LULA


Últimas Notícias

17/08/2006 - 10h09 Reajustes salariais têm melhor 1º semestre desde 1996, mostra Dieese
SÃO PAULO (Reuters) - Quase todas as negociações de reajuste salarial no primeiro semestre do ano conseguiram pelo menos repor a inflação acumulada nos 12 meses anteriores à data-base, o melhor resultado desde o início da pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), iniciada em 1996.
Das 271 negociações pesquisadas, 82% obtiveram reajuste superior ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e 14% tiveram reajustes iguais à inflação, segundo a sondagem divulgada nesta quinta-feira.
"As baixas e decrescentes taxas inflacionárias verificadas neste ano, que seguem em declínio e passaram de pouco mais de 5% nos 12 meses anteriores à data-base, permitiram que as negociações registrassem os melhores resultados para um primeiro semestre desde que o Dieese começou a realizar esse levantamento", afirmou o estudo.
O comércio foi o setor que mais obteve reajustes salariais superiores à inflação —91%. Na indústria, esse percentual foi de 84%, e no setor de serviços, de 77%.
Em relação ao primeiro semestre de 2005, houve um crescimento superior a dez pontos percentuais na proporção de reajustes que ao menos conseguiram repor a inflação.
(Por Vanessa Stelzer)
É LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO

Região Carbonífera do RS sela apoio pluripartidário a Lula

Uma plenária realizada na noite desta terça-feira (15), na Câmara de vereadores de São Jerônimo marcou a confirmação de uma série de apoios à candidatura à reeleição do presidente Lula na região Carbonífera do Rio Grande do Sul. Durante a plenária, dois vereadores e um dirigente do PFL, um vereador sem partido, e um ex-vereador do PMDB da região Carbonífera declararam apoio à reeleição do presidente Lula.Além do prefeito local, Paulo Borba, do prefeito de Charqueadas, Jaime Guedes (sem partido) e de uma série de lideranças da região, o ato foi prestigiado pelo senador Paulo Paim (PT), pelo coordenador da campanha Lula no Rio Grande do Sul e prefeito licenciado de Santa Maria, Valdeci Oliveira (PT), e pelos candidatos a deputado estadual do PT Paulo Terina e Stela Farias, e pela candidata a deputada federal Emília Fernandez (PT). No seu pronunciamento, Valdeci agradeceu o apoio pluripartidário recebido e enfatizou que o governo do presidente Lula tratou com respeito todos os partidos. Ele lembrou dos investimentos do Bolsa Família e do Luz para Todos que beneficia a ampla maioria dos pequenos municípios brasileiros.Também prestigiaram o evento os vereadores de Charqueadas Clairton Manica (PT), Edegar Tassoni (PT), e o vereador de São Jerônimo, Luis Henrique Severo (PT). A secretária de Educação de Arroio dos Ratos, Isolda Dutra, a vice-prefeita de Charqueadas, Paula Inajá, o presidente do Sindicato dos Municipários de Triunfo, Valnei Azambuja, o diretor do Sindicato dos Telefonistas do Rio Grande do Sul, Gilnei Azambuja, coordenador da Macroregional do PT, Margenato Matos, os presidente do PT de Charqueadas, Encruzilhada do Sul, de São Jerônimo, de Arroio dos Ratos também participaram da plenária.

17/08/2006 - 09:25 Lula vistoria obras da plataforma P-53 no Rio Grande do Sul
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja às 8 horas para Pelotas (RS). De lá, segue para Rio Grande, onde sobrevoa, às 11h10, a área do dique seco. Às 11h30, Lula vistoria as obras de construção dos módulos da plataforma P-53. Ele ouve apresentação sobre as obras e participa da assinatura de contrato para fornecimento de infra-estrutura destinada à construção, montagem e reparo de plataformas. O presidente retorna às 13h25 a Pelotas, onde almoça. Às 15h45, embarca para Brasília, com chegada prevista à Base Aérea às 18h30.
Agência Brasil

SERRA E O PRECONCEITO CONTRA OS NORDESTINOS
Não dá para engolir um candidato a governador de SP, o estado mais rico do país, o mais populoso, com uma imensa concentração de atividades produtivas que usam muita mão-de-obra, dizer que "São Paulo tem muita migração. Muita gente que continua chegando... Este é um problema", como afirmou Serra. Quem não entende que o migrante nordestino é o grande responsável pela riqueza deste estado é extremamente preconceituoso e burro. As construções suntuosas, os prédios imensos de São Paulo foram erguidos pelas mãos dos migrantes nordestinos. Mãos que estão presentes ns rodovias, nos parques industriais, nas praças, escolas, universidades, catedrais, ruas e avenidas, cinemas, teatros, shoppings, redes de transmissão elétrica, de telefonia, nas plantações... Da fundação dos alicerces ao brilho dos espelhos, em tudo que São Paulo produz nota-se as mãos do migrante nordestino. Eles trabalham, ganham, compram, consomem e impulsionam a economia do estado. Nada mais justo que esse brasileiro, trabalhador nordestino, que faz este estado ser o mais rico do país com seu suor, com suas mão calejada, sua força de vontade, tenha moradia decente, transporte de qualidade, escola e saúde de qualidade para ele e para sua família. A grande maioria dos filhos desses migrantes nordestinos nasceu em SP, são paulistas, são filhos deste estado; mesmo que não fossem, o estado tem a obrigação de fornecer educação de qualidade para quem escolheu este estado para viver. O descaso do governo de SP, do PSDB, com a educação pública é histórica: faltam escolas, vagas, carteiras escolares, professores, falta de manutenção dos prédios (há escolas cujos banheiros estão interditados por falta de manutenção). Faltam salários dignos para os professores, merenda de qualidade nas escolas, espaço decente para a prática de esportes. E o mais grave: falta segurança para os alunos, professores e funcionários. Escolas são invadidas, alunos são baleados e mortos dentro das salas de aula, alunos e professores são assaltados na porta das escolas. A prefeita Marta, durante a sua gestão, tinha plena consciência desse descaso do PSDB com a educação em SP, e por isso criou os CEUs, escolas de qualidade, com ensino de qualidade, para os alunos da rede pública municipal. Serra fez com os CEUs a mesma coisa que o PSDB faz há 12 anos em SP com as escolas do estado: abandonou, sucateou, não construiu mais nenhum CEU, como prometera em sua campanha para prefeito. Com essa declaração, Serra mostrou todo o seu preconceito contra o povo nordestino, toda a sua falta de conhecimento sobre a população deste estado. Demonstrou total falta de conhecimento da história deste estado. Serra, como Alckmin, conhece bem a Daslu, conhece bem os bons restaurantes, os bons shoppings. Do povo e dos problemas deste estado eles querem distância. Eles querem o poder a serviço apenas da “elite branca” que sempre mandou aqui. O povo de SP não merece!
Jussara Seixas
ALCKMIN, MAIOR ABANDONADO!
Assim não pode, assim não dá, chama FHC para ficar junto ao Alckmin!
Horário eleitoral de aliados omite imagens de Alckmin
Líder nas pesquisas, Lula é citado na maioria dos programas estaduais de sua aliançaNos programas de ontem, candidatos do PSDB aos governos estaduais não citaram nem sequer o nome do presidenciável tucano
DA REDAÇÃO DA AGÊNCIA FOLHA

O candidato à Presidência do PSDB, Geraldo Alckmin, enfrentou um ostracismo ontem nas campanhas de TV de seus colegas de partido e aliados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Ceará. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), líder nas pesquisas, teve melhor desempenho: esteve na maioria dos programas estaduais de seus aliados.Candidatos ao governo dos dois maiores colégios eleitorais do país, Serra e Aécio, que disputaram com o ex-governador a candidatura ao Planalto, ignoraram Alckmin. Nem mesmo o nome do candidato apareceu na TV. O ex-prefeito paulistano fez tímida referência ao colega. "São Paulo avançou muito nos últimos anos", disse. No programa da noite, Alckmin apareceu rapidamente, enquanto Serra votava em 2002.No Sudeste, Alckmin perdeu seis pontos percentuais em 21 dias, segundo o Datafolha.Em Pernambuco, até seu vice apareceu mais. A propaganda do candidato à reeleição José Mendonça Filho (PFL) colou sua imagem à de José Jorge, também pefelista. Além de não citar o tucano, o programa exibiu, à noite, imagens de Lula.O tucano também ficou de fora dos programas no Ceará e no Rio Grande do Sul. Seu colega de sigla Lúcio Alcântara (PSDB-CE), que tenta a reeleição, se esqueceu de Alckmin. No Paraná, onde é apoiado pela coligação PPS-PFL, seu nome também não apareceu ontem.Ao desembarcar na tarde de ontem na capital mineira, Alckmin minimizou seu sumiço da TV. "Toda a prioridade é para os candidatos aos governos falarem das suas propostas, das suas campanhas."Amigo há 30 anosAloizio Mercadante (PT) fez o contrário do adversário Serra. Com uma desvantagem de 32 pontos, usou a imagem de Lula à exaustão. Nos seus 3min51s da tarde, o senador exibiu 19 imagens de Lula. Se colocou como "amigo e companheiro de Lula há 30 anos" e mostrou um depoimento do presidente, no qual é chamado de "companheiro de todas as horas".O mesmo fez Nilmário Miranda (PT) em Minas Gerais. No depoimento ao seu ex-ministro, o presidente disse que é a oportunidade para que Minas faça uma "grande parceria" com o governo federal.Em Pernambuco, Lula esteve em três programas. Além de aparecer no de Mendonça Filho, foi exibido no de Humberto Costa (PT), que foi apresentado como "o candidato de Lula", e no de Eduardo Campos (PSB), que disse ter ajudado Lula a "assegurar investimentos" para o Estado.No Ceará, Lula e o ex-ministro Ciro Gomes (PSB) foram os principais personagens do programa de Cid Gomes (PSB). No Rio Grande do Sul, no Paraná e no Rio, Lula ficou de fora ontem dos programas.
(MICHELE OLIVEIRA, PAULO PEIXOTO, FÁBIO GUIBU, MARI TORTATO E KAMILA FERNANDES) Colaborou a Sucursal do Rio

16 agosto 2006

16/08/2006 - 18:34 Lula ressalta papel social do BB e crítica os que queriam privatizá-lo

Ao visitar nesta quarta-feira (16) o edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou quem defendeu a privatização do banco por causa dos prejuízos da instituição. Ele elogiou o desempenho do banco, que alcançou lucro líquido de R$ 3,9 bilhões no primeiro semestre deste ano.
“É com muito orgulho que eu recebo a notícia de que o Banco do Brasil está tendo lucros, todo ano, nos últimos anos. O mais importante é que essa mudança é importante porque as pessoas vão tendo consciência de que o Banco do Brasil estará muito mais forte para fazer políticas sociais quanto mais dinheiro ganhar”, disse.
“Algumas pessoas devem estar dizendo: "mas não é possível o Banco do Brasil ter lucro, o Banco do Brasil não foi feito para isso". Essas mesmas pessoas deveriam ter dito, em outros momentos da história do Banco do Brasil, que o Banco do Brasil também não deveria ter prejuízo”, afirmou.
O presidente conheceu ações socioambientais do banco, entre elas o Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável, que apóia pequenos agricultores de municípios pobres, como produtores de mandioca e criadores de frango.
De acordo com o BB, 187 mil famílias foram beneficiadas e R$ 697 milhões investidos até o final de julho. A meta para 2007 é investir R$ 1 bilhão e atender 500 mil famílias.
Lula visitou o Departamento de Agronegócio, que liberou R$ 39,9 bilhões em junho para financiamento das exportações.
Para o presidente, o banco é referência no sistema financeiro brasileiro. “Se depender da minha vontade, enquanto eu for vivo, eu quero ver todo ano notícia de que o Banco do Brasil ganhou um pouquinho de dinheiro a mais”.
O presidente almoçou com a diretoria do banco e disse que pretende visitar outras empresas públicas. No dia 4 de agosto, Lula visitou a sede da Caixa Econômica Federal
Agência Brasil
AMIGO CONTRABANDISTA DE ALCKMIN VOLTA PARA CADEIA


16/08/2006 - 17h07
Irmão de Eliana Tranchesi, dona da Daslu, volta a ser preso
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KAREN CAMACHO da Folha Online
Antonio Carlos Piva de Albuquerque, irmão de Eliana Tranchesi, dona da butique de luxo Daslu, voltou a ser preso pela Polícia Federal. O habeas corpus que havia permitido sua liberação foi cassado pela 1ª Turma do TRF (Tribunal Regional Federal).Ontem, às 23h, ao saber do pedido de prisão, Albuquerque se apresentou à Polícia Federal e na tarde desta quarta-feira foi transferido para o CDP 2 (Centro de Detenção Provisória), em Guarulhos, onde ficará preso.
16 de agosto de 2006 - 16:18
Alckmin é esquecido pelos aliados no horário gratuito em PE
O tucano foi lembrado somente de forma negativa pelo candidato ao Senado pelo PC do B

Angela Lacerda
RECIFE - Sem apelo nem apoio popular em Pernambuco, de acordo com as pesquisas de opinião, o candidato tucano a presidente Geraldo Alckmin não foi citado uma só vez pelos seus aliados no Estado no primeiro programa eleitoral gratuito dos candidatos a governador, senador e deputado estadual. O candidato do PFL, governador Mendonça Filho, preferiu atrelar sua campanha a Jarbas Vasconcelos (PMDB), ex-governador e candidato ao Senado. Jarbas ligou sua imagem à de Mendonça.
http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/eleicoes2006/

Pessoal com licença, hahaahahahahahahahahahahha.Hilário

16/08/2006 - 13:17 Justiça Federal condena Veja a direito de resposta à Itaipu Binacional
Por decisão do Juiz Hélio Egydio M. Nogueira, da 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo, a revista Veja foi condenada, em sentença proferida no dia 9 de agosto de 2006, a publicar direito de resposta requerido pela Itaipu Binacional, em face de matéria inverídica e ofensiva contra a imagem da empresa e seu diretor-geral brasileiro Jorge Samek.
LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM:
http://www.pt.org.br/
GOVERNO LULA
Recursos são para expansão da linha verde
O metrô de São Paulo deve fechar o mês de agosto com a liberação de mais R$ 118 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em junho deste ano, o banco assinou com o Metrô de São Paulo um financiamento de R$ 313 milhões para a expansão da Linha Verde.A primeira parcela, de R$ 195 milhões, foi liberada dias depois da assinatura. Serão construídas as estações Chácara Klabin, Imigrantes e Alto do Ipiranga, na capital paulista. O financiamento será utilizado também na complementação do trecho Ana Rosa/Vila Madalena.Dos R$ 950 milhões investidos na Linha 2, R$ 331 milhões são oriundos do BNDES. Além da Linha 2, o metrô de São Paulo está em processo de licitação para a construção da Linha 4 do metrô, que sairá por Parceria Público Privada (PPP). O projeto está orçado em US$ 1,26 bilhão (R$ 2,76 bilhões).GerdauA diretoria do BNDES aprovou também o financiamento de R$ 345,4 milhões para a Gerdau Açominas ampliar a produção de aço líquido da unidade industrial de Ouro Branco (MG), dos atuais 3 milhões de toneladas anuais para 4,5 milhões de toneladas/ano. O projeto total está orçado em R$ 1,2 bilhão e prevê novas coquerias, sinterização e um novo alto-forno. O banco participará com 29% dos investimentos totais, que vão gerar 190 empregos diretos.O apoio do BNDES ao projeto da Gerdau, que entrará em produção no segundo trimestre de 2007, possibilitará o aumento significativo da capacidade de produção de aço líquido do Grupo no Brasil, em um momento no qual há perspectiva de crescimento mundial da demanda dos produtos fabricados pela empresa. Outro mérito do projeto é a proximidade com o mercado de abastecimento de matérias-primas e dos principais mercados consumidores nacionais (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais).O BNDES lançou, ainda, nesta semana, o Edital de Seleção Pública de Projetos Cinematográficos de 2006, que prevê um investimento de R$ 12 milhões em até 20 longas dos gêneros ficção, animação e documentário, nas categorias produção e finalização. São R$ 2 milhões a mais do que em 2005. Estão aptos a concorrer apenas projetos que já tenham sido aprovados pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a quem cabe emitir o registro de emissão e distribuição de Certificados de Investimento Audiovisual. O investimento do BNDES é feito através do artigo 1º da Lei do Audiovisual.
TUCANALHA DESABA

16/08/2006 - 11h47
Vantagem de Alckmin sobre Lula cai na capital paulista
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da Folha Online
Os paulistanos foram rigorosos com o candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, que perdeu 7,3 pontos percentuais de intenção de voto na capital paulista, a cidade com o maior colégio eleitoral do país, em um espaço de quase 30 dias. O período coincide com a retomada dos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) no Estado.Pesquisa da Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) divulgada hoje mostra que Alckmin teria 39,6% dos votos na capital contra 31,6% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Foram ouvidos 960 eleitores na capital no último dia 4.

Piora avaliação sobre governo AlckminA intenção de voto no presidente Lula subiu 4,5 pontos percentuais apesar da avaliação sobre seu governo ter ficado praticamente estável entre os meses de julho e agosto. A "Pesquisa de Avaliação Política" da Fecomercio mostrou que a taxa de aprovação (ótimo/bom) do governo Lula oscilou de 48,9% para 48% entre os dois meses. A avaliação sobre o governo de Geraldo Alckmin, no entanto, piorou. A chamada "taxa de aprovação" de seu governo caiu de 76% para 70%. Em paralelo, também piorou a avaliação dos paulistanos sobre a administração de outro tucano, o ex-prefeito José Serra, que não completou seu mandato no comando da administração municipal. Sua taxa de aprovação caiu de 53% em julho para 46,7% nesse mês. O tucano é o favorito nas pesquisas sobre a disputa estadual.
SERRA O GRANDE MENTIROSO
Serra mente, mente, e mente. Serra não disse que saiu da prefeitura para concorrer a presidência, Serra não diz que foi atropelado por Alckmin nessa corrida. Serra mente, ele não quer ser governador ele quer ser presidente. Sede de poder também mudou de nome, agora são "circunstâncias"


16/08/2006 - 12h36
Serra justifica saída de prefeitura por "mudança de circunstâncias"


da Folha Online
O candidato do PSDB ao governo paulista, o ex-prefeito José Serra, afirmou que saiu da prefeitura no meio de seu mandato por uma "mudança de circunstâncias". "Eu percebi o quão importante é o Estado para a prefeitura", disse ele, em entrevista concedida hoje ao telejornal "SP TV", da Rede Globo. Serra não mencionou --e também não constou da entrevista- que no início do ano disputou a indicação para concorrer à Presidência da República no PSDB, quando foi derrotado pelo então governador Geraldo Alckmin. Ele somente assumiu a candidatura ao governo paulista cerca de 15 dias após a decisão deu seu partido para o cargo federal.O ex-prefeito negou que tivesse assinado em cartório um compromisso para ficar na prefeitura e não sair candidato. "Naquela ocasião, eu disse a verdade, totalmente a verdade do que eu pensava. O que houve de lá para cá foi uma mudança de circunstâncias", afirmou.

Então Serra mentiu porque ele disse que tinha assinado o documento,tem vídeo que confirma isso, qualquer pessoa pode assistir
Serra rebateu as críticas de que não conseguiu cumprir suas promessas de campanha para a prefeitura e citou a unificação do bilhete único (que integra ônibus, metrô e trem) e a pavimentação e calçamento de ruas.

Não cumpriu, prometeu não aumentar as tarifas de ônibus,e o fez assim que eleito

Não cumpriu, prometeu construir mais CEUs e não o fez.
O ex-prefeito também sugeriu que já está de olho nas eleições de 2010 --ano de de nova disputa presidencial-- ao responder um questionamento se permaneceria até o fim de seu mandato como governador, caso fosse eleito.

Serra se eleito governador não vai cumprir nada de novo, vai abandonar o estado nas mão do vice, para se candidatar a presidência novamente.
16/08/2006 - 09:57 Agenda:

Lula faz comícios em Criciúma, São Paulo, Diadema e Osasco
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, tem os seguintes compromissos agendados entre esta quarta-feira (16) e o próximo domingo (20):

Hoje (16)
Brasília - Encontro com educadores no Hotel San Marco (SHS Quadra 5 Bloco C, Setor Hoteleiro Sul), a partir das 17h30.

Amanhã (17)
Criciúma (SC) - Comício na praça Nereu Ramos, centro, a partir das 19h.

Sexta-feira (18)
São Paulo - Encontro com lideranças da Força Sindical no Hotel Sofitel (rua Sena Madureira, 1.355, Ibirapuera), às 17h

São Paulo - Plenária de sindicalistas no Clube Atlético Juventus (rua Juventus, 690, Moóca), às 18h.

Sábado (19)
São Paulo - Comício em Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo, às 16h30. Endereço a definir.

Diadema (SP) - Comício na praça da Moça, centro da cidade, às 19h.

Domingo (20)
Osasco (SP) - Comício pela manhã na praça do Bairro Santo Antonio
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16/08/2006 - 09:56 Lula visita a sede do Banco do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita hoje (16), às 11h30, a sede do Banco do Brasil em Brasília. Às 12h25, ele assiste à apresentação Rumo aos 200 Anos, das ações socioambientais da instituição. Em seguida (13 horas), almoça com os funcionários.
Às 15 horas, Lula recebe o ministro da Fazenda, Guido Mantega; às 15h30, o ministro Luiz Dulci, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República: e às 16h30, o ministro da Educação, Fernando Haddad
Agência Brasil
16/08/2006 - 10h24
Presidente recebe apoio de 182 prefeitos em MG e promete solução para dívidas




PAULO PEIXOTO da Agência Folha, em Montes Claros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prometeu, em encontro de campanha com prefeitos de vários partidos em Montes Claros (no norte de Minas Gerais), na noite de ontem, resolver a questão das dívidas dos municípios em um eventual segundo mandato."Vai começar a mudar a questão das dívidas dos municípios. Porque do jeito que estamos hoje, nenhum município tem condição de pegar dinheiro, nenhum município. Então vamos ter que mudar isso", disse Lula aos prefeitos e lideranças políticas de Minas.Após pontuar as facilidades de acesso que os prefeitos conseguiram em Brasília depois que ele assumiu a Presidência, em 2003 --citando em especial o acesso mais facilitado à Caixa Econômica Federal--, Lula prometeu também, em um eventual segundo mandato, criar uma forma de ajudar os prefeitos assessorando-os a fazer projetos. Segundo ele, a maior dificuldade dos acessos aos recursos pelos municípios é pela falta de projetos. 182 prefeitosParticiparam do encontro, conforme anunciado, 182 prefeitos de 13 partidos, sendo 87 deles da região de Minas Gerais que é atendida pela Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste).Lula disse não fazer distinção do "perfil ideológico" do prefeito. Disse que, com ele, todos serão ajudados, votem ou não no candidato do PT. O presidente da associação dos municípios da área mineira da Sudene, Valmir Morais de Sá (PTB), disse que apoiava Lula, mas que também apoiava o governador Aécio Neves (PSDB-MG). Parte das cerca de 450 pessoas presentes vaiou e gritou o nome de Nilmário Miranda (PT), que disputa a eleição ao governo contra Aécio. "Nenhum de vocês será tratado diferente se não votar em mim", disse Lula.
GOVERNO LULA
16/08/2006 - 12h07 Lula quer acelerar projetos de hidrelétricas
BRASÍLIA - Inconformado com a demora na liberação de grandes projetos do setor elétrico pelo Ibama e Ministério Público, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu intervir. Ele pressionou ontem, publicamente, integrantes do governo para dar rapidez às discussões sobre o futuro das duas usinas hidrelétricas que formam o Complexo do Rio Madeira, em Rondônia. Lula se disse " angustiado " com a situação do empreendimento e de outro projeto, a usina de Belo Monte, no Pará, cujos estudos ambientais enfrentam entraves na Justiça.Lula chamou ontem ao seu gabinete, no Palácio do Planalto, o presidente do Ibama, Marcus Barros. Em cerimônia de assinatura dos contratos de concessão de hidrelétricas licitadas no fim do ano passado, anunciou a formação de uma espécie de força-tarefa, que funcionará a partir da próxima semana, para melhorar a articulação do governo em torno dos projetos.Segundo o presidente, a idéia é colocar " numa única mesa " todos os setores que " direta ou indiretamente têm alguma incidência sobre esse projeto " , referindo-se ao complexo do Madeira. O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, explicou que a licença ambiental do Ibama, atestando a viabilidade da obra, precisa ser dada até o fim de setembro. Só dessa forma, afirmou, será possível incluir uma das usinas do Madeira no leilão de energia nova que o governo vai promover em outubro.A intenção, disse Rondeau, é vender a concessão de Santo Antônio, que tem capacidade para gerar 3.150 megawatts (MW) de energia. A outra usina do complexo, Jirau, deverá agregar mais 3.300 MW ao sistema. No total, as duas têm potência equivalente a meia Itaipu e a construção está avaliada em R$ 20 bilhões.Sem transformar a sua manifestação de inconformismo em puxão de orelha pública a qualquer órgão ou ministério, Lula afirmou que " o culpado, na verdade, possivelmente seja todo o conjunto do arcabouço da legislação que nós temos no Brasil " ." Muitas vezes o Ministério do Meio Ambiente quer que faça, muitas vezes o Ibama quer que faça, muitas vezes o Ministério Público quer que faça " , afirmou o presidente, sob o olhar de Rondeau e de empresários do setor elétrico. " Mas, às vezes, basta uma pessoa entrar com uma ação que esse conjunto de desejos fica soterrado por alguns meses e, por que não dizer, por alguns anos " , acrescentou Lula.No mês passado, o Ibama devolveu o estudo preliminar de impacto ambiental realizado por Furnas e Odebrecht para as usinas do Madeira, por considerá-lo insatisfatório, e pediu esclarecimentos complementares às empresas. O projeto é considerado pelo próprio governo como fundamental para garantir o abastecimento de energia depois de 2010. " Não queremos voltar ao tempo do apagão " , frisou Lula.Questionado se a cobrança do presidente não representa ingerência política sobre os órgãos ambientais, Rondeau negou. " É uma articulação de governo para integrar todas as ações " , respondeu o ministro. Além dos projetos que carecem de licença ambiental para serem tocados, está parado o plano de retomar a construção da usina nuclear de Angra 3. Mas, nesse caso, Rondeau atribuiu a demora na decisão à falta de competitividade da energia que poderia ser gerada. " Quem decide sobre Angra 3 é o preço da energia " , afirmou.As concessões assinadas ontem envolvem sete hidrelétricas de médio porte, oferecidas em dezembro à iniciativa privada, que somam 804,6 MW. O investimento previsto é de R$ 3,2 bilhões. As estatais do setor elétrico abocanharam 68% das concessões, se o critério usado for a oferta de energia.
GOVERNO LULA
IMPLACÁVEL NO COMABATE A CORRUPÇÃO
16/08/2006 - 09h26
PF e Receita prendem suspeitos de maior esquema de fraudes com importação

da Folha Online
Após cerca de dois anos de investigações, a Polícia Federal e a Receita Federal deflagraram hoje operação contra o que consideram "o maior esquema já constatado de fraudes no comércio exterior" brasileiro. A sonegação de impostos aduaneiros chegaria a pelo menos R$ 500 milhões.Batizada de "Operação Dilúvio", a operação envolve 950 policiais federais e 350 servidores da Receita que executam mandados de prisão e busca e apreensão em oito Estados (Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e Espírito Santo).Entre os presos estão diretores e sócios de grandes distribuidoras de produtos importados que são clientes do esquema fraudulento de importação, reais beneficiários da "economia" irregular de tributos, servidores públicos federais e estaduais, entre outros.O esquema seria comandado por um grupo empresarial em São Paulo e teria ramificações até nos Estados Unidos. Os mandados de busca, expedidos pela Justiça Federal de Paranaguá (SC) e Itajaí (SC), incluem 200 endereços, incluindo residências dos envolvidos, empresas, principais clientes, depósitos de mercadorias, escritórios de advocacia, despachantes e colaboradores. Os envolvidos são suspeitos de fraudes no comércio exterior, interposição fraudulenta, sonegação, falsidade ideológica e documental, evasão de divisas, cooptação de servidores públicos.Com a colaboração do Departamento de Segurança Interna dos EUA, uma equipe de policiais federais também faz buscas na cidade de Miami (EUA), sob autorização da justiça americana, em empresas controladas pelo grupo empresarial brasileiro. Segundo a PF, trata-se de um fato inédito na história que dá a essa operação um caráter transnacional.O principal líder do grupo é um empresário paulista que morou no Paraguai e constituiu elevado patrimônio. Nos últimos dez anos, o grupo registrou dezenas de empresas importadoras, conhecidas como "tradings", além de diversas "distribuidoras" que intermediavam as operações de forma a ocultar e a "blindar" o real importador (cliente do grupo), e realizar uma expressiva redução fraudulenta de tributos.Uma das "tradings", criada no inicio do grupo, foi citada no relatório final da CPI da Pirataria do Congresso por envolvimento na rede de abastecimento para o esquema de Law Kim Chong.O esquema permitiu a importação de aparelhos eletrônicos, equipamentos de informática e telecomunicações, pneus, equipamentos de ortopedia e luvas cirúrgicas, frutas, embalagens plásticas, tecidos e vestuários, pilhas e baterias, carros e motos, vitaminas e complementos alimentares, produtos de perfumaria, entre outros. Os principais clientes estão localizados nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco.As investigações mostram que as empresas do grupo importaram mais de R$ 1,1 bilhão nos últimos quatro anos. Considerando que os valores declarados provêm de um subfaturamento em média de 50%, pode-se estimar uma sonegação de tributos federais aduaneiros em mais de R$ 500 milhões, sem levar em conta outros tributos como ICMS, IPI, PIS, Cofins e Imposto de Renda.Estudo realizado pelo Ministério do Desenvolvimento demonstra que para cada R$ 1 bilhão em exportações há a necessidade da criação de 40 mil empregos. Inversamente, tendo em conta que a sonegação da organização criminosa foi de R$ 500 milhões, indiretamente deixaram de ser criados cerca de 20 mil empregos no Brasil.Na maioria dos casos, as empresas importadoras promovem uma simulação fraudulenta, registrando operações como se as importações tivessem sido realizadas por conta própria ou com registro na modalidade "Por Conta e Ordem". Nesse caso eram indicadas como compradoras empresas de fachada controladas pelo próprio grupo, acobertando o real cliente.Os reais importadores muitas vezes tinham conhecimento e até participavam das irregularidades, principalmente declarando preços subfaturados. O esquema permitiu expressiva redução de seus custos operacionais. Esta vantagem vinha basicamente do subfaturamento dos preços declarados nas importações pela quebra da cadeia do IPI, pela utilização indevida de incentivos de ICMS incidentes sobre importações implantados principalmente nos Estados do Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Bahia.As investigações apuraram que enquanto as empresas importadoras (tradings) e distribuidoras do grupo atuavam diretamente nas operações de comércio exterior e circulação no mercado interno, o grupo constituiu diversas empresas para promover uma "blindagem patrimonial". Isso era feito com o uso de empresas "offshore" do Uruguai, Panamá, Ilhas Virgens Britânicas ou Estados Unidos (Estado de Delaware).Os importadores de fachada também não são empresas efetivas. O quadro societário destas empresas é constituído por pessoas sem aparente capacidade econômico-financeira ("laranjas"), vinculadas ao grupo. Também ficou demonstrado que o grupo tinha estrutura para atender a um variado perfil de clientes, desde aqueles de menor expressão econômica a grandes distribuidores de marcas conhecidas no mercado. A Receita Federal já havia agido contra o esquema ilegal em 2002 na chamada "Operação São Paulo" e o grupo também já foi alvo da "Operação Daslu". A Polícia Federal, através da delegacia em Paranaguá (PR), também já havia esbarrado com a organização criminosa em 2005, na "Operação Carga Pesada", com a prisão de auditor fiscal da Receita Federal, empresários e despachantes de Paranaguá. Foi a partir daquela operação que se estruturou a "Operação Dilúvio", deflagrada hoje. Desde 2002, a Polícia Federal e a Receita Federal já realizaram 45 operações conjuntas.No final da manhã de hoje, haverá uma entrevista sobre a "Operação Dilúvio" na sede da Polícia Federal em Brasília.
PSDB/PFL E A VOLTA DA CENSURA

Na ditadura militar, nos anos negros, nos anos de chumbo que envergonharam o Brasil, foi imposta a censura da mídia. As redações dos jornais eram invadidas pelos agentes do regime militar, pessoas eram presas, levadas para os porões da ditadura, torturadas, muitas foram mortas. Bancas de jornais e revistas eram queimadas, a truculência imperava.Tudo isso para que a população não fosse informada das atrocidades cometidas pelo regime. Quanto menos informações fossem divulgadas sobre as ações brutais do regime militar, mais eles se fortaleciam no poder, como ocorreu. Os jornais e as TVs somente podiam mostrar o que fosse favorável ao regime ditatorial militar. Ninguém podia falar, cantar, escrever, encenar contra regime militar: era imediatamente preso e torturado. A censura fiscalizava o que podia ou não ser apresentado ao público, e o que fosse censurado não seria jamais apresentado. Estou falando disso hoje, quando não há mais censura, quando a liberdade de imprensa é total, porque estão querendo a volta da censura nesta eleição. Com a desculpa de que a campanha do presidente Lula está sendo beneficiada por matérias jornalísticas de emissoras de TV, ninguém menos do que o PSDB/PFL, que agrega muitos filhotes da ditadura, está pedindo ao TSE a notificação judicial do SBT e da Rede Globo. Exigem eles que "não dêem tratamento privilegiado ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição". A coligação quer que seja determinada a notificação das duas emissoras sob pena de serem punidas pela prática de transgressão à Lei 9.504/97. O pedido de notificação do SBT aconteceu porque no último dia 12, à 0h50, no noticiário Jornal do SBT, foi divulgada extensa reportagem na qual teria sido dado destaque às atividades do candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva. Já a TV Globo exibiu, no último dia 12, às 12h50, uma reportagem no RJ-TV, jornal local carioca da emissora, que teria dado especial destaque aos comícios de que o candidato à reeleição presidencial Luiz Inácio Lula da Silva participou no dia anterior. A coligação afirma que o jornal foi apresentado em horário de almoço, no sábado, o que potencializaria os seus efeitos. Isso é censura, eles não querem que a mídia mostre os comícios do presidente Lula, a campanha do presidente Lula, e muito menos os bons resultados do governo Lula. Não é para mostrar, mas se tem que mostrar que não seja em horário nobre, mostrem às 2h da madrugada, por exemplo! Essas são as pessoas que querem o poder, esses são os partidos do Alckmin e de seu vice, José Apagão Jorge, de FHC, e dos filhotes da ditadura ACM, Bornhausen e corja. O desespero deles é imenso, sabem que com o voto do povo não ganham a eleição, sabem que se agirem com seriedade, sem trapaças, sem armações, sem mentiras, Alckmin não chega nem a ser o segundo colocado. Quando a censura funcionou a favor deles, ficaram 20 anos do poder – pode funcionar novamente, pensam os cabecinhas desses partidos! Por essa amostra dá para imaginar o horror que seria essa corja de volta ao governo. O povo não vai permitir esse retrocesso, por isso é Lula de novo com a força do povo!
Jussara Seixas
Alckmin ama tudo isso.
Daslu, sonegação fiscal, contrabando de luxo, formação de quadrilha. O que ele odeia mesmo é pobre, trabalhador, gente humilde porém honesta. As fotos não me permitem mentir.
ATÉ ELES SABEM QUE É LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO!

The Financial Times
Limited 2006
O jornal britânico Financial Times desta terça-feira dedica uma página do seu jornal, com o título:"Back from the brink: how a resilient Lula is homing in on a second term" sobre o presidente Lula se reeleger no primeiro turno das eleições deste ano. Afirmando que Lula "passou por cima" dos escândalos, o jornal britânico classifica o presidente de "resistente" e destaca a vantagem que ele tem mostrado nas pesquisas de intenção de voto. Para o jornal, a explicação para o desempenho está tanto no próprio candidato como nos eventuais problemas da oposição. A principal vantagem de Lula estaria, segundo o Financial Times, na percepção de que ele está "beneficiando os pobres do país com uma economia bem-administrada". O jornal destaca também as dificuldades do principal adversário do presidente, Geraldo Alckmin, de fazer ataques frontais. "Muitos eleitores podem se perguntar por que arriscar em uma mudança", afirma o jornal.O Financial Times também aponta para o maior tempo de Alckmin no horário gratuito eleitoral como um problema para os planos do presidente. Mas ressalva: "Isso deve pesar em seu favor (de Alckmin) - desde que os eleitores não fiquem cansados nas quase sete semanas de campanha".

15 agosto 2006

A TUCANALHA PSDB/PFL, EM DESESPERO , PERDERAM O SENSO DE RIDÍCULO.ELES PENSAM QUE ESTÃO NA DITADURA MILITAR AONDE AS TVS SOMENTE MOSTRAVAM O QUE ELES DETERMINASSEM. O QUE ELES CENSURAVAM NÃO ERA EXIBIDO. LOUCOS!

PSDB pede ao TSE notificação contra Globo e SBT

A coligação PSDB/PFL pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) notificação judicial do SBT e da Rede Globo para que não dêem tratamento privilegiado ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição. A coligação solicita que seja determinada a notificação das duas emissoras sob pena de serem punidas pela prática de transgressão à Lei 9.504/97.

O pedido de notificação do SBT aconteceu porque no último dia 12, à 0h50, no noticiário Jornal do SBT, foi divulgada extensa reportagem na qual teria sido dado destaque às atividades do candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva.

Já a TV Globo exibiu, no último dia 12, às 12h50, uma reportagem no RJ-TV, jornal local carioca da emissora, que teria dado especial destaque aos comícios que o candidato à reeleição presidencial Luiz Inácio Lula da Silva participou no dia anterior. A coligação afirma que o jornal foi apresentado em horário de almoço, no sábado, o que potencializaria os seus efeitos.

No artigo 45, inciso IV, a lei eleitoral determina que, a partir de 1.º de julho do ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, na programação normal e noticiário, dar tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou coligações


É LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO

15/08/2006 - 13:46
Lula: melhor é avançar rapidamente do que começar do zero
O candidato da coligação A Força do Povo à reeleição, presidente Luis Inácio Lula da Silva, questionou hoje, no programa eleitoral gratuito, se o melhor para o país é avançar rapidamente, a partir do que já foi feito, ou começar do zero, “como querem alguns”. O programa mostrou os avanços obtidos, desde que o petista foi eleito. “Depois de 44 meses de governo, posso olhar nos olhos de cada brasileiro e pedir outro voto de confiança”, diz Lula, na abertura de seu discurso.

Diferentes apresentadores - uma jovem negra, um rapaz índio e um homem branco - , disseram que um presidente pode ser conhecido por suas grandes obras, seu trabalho social, o desempenho econômico de seu governo e as metas que superou, enquanto mostraram as realizações do governo Lula em seus diferentes âmbitos de prioridades.

Também disseram que o presidente pode ser conhecido como “o presidente do povo brasileiro". “Lula é a cara do povo brasileiro”, disseram os apresentadores, contando um pouco da trajetória do candidato, desde a infância pobre em Pernambuco até a consagração como um dos mais respeitados chefes de Estado do mundo.

Realizações
A cada motivo para reconhecimento do presidente, foram mencionadas realizações do governo Lula. Dentre as grandes obras, foram mostrados aeroportos, portos, hidrelétricas, refinarias, pólos petrolíferos, indústria naval, plataformas, estradas e rede de transmissões.

Reconhecido por seu trabalho social, Lula é lembrado pelo maior programa de transferência de renda do mundo, que atende 11 milhões de famílias, a expansão recorde da agricultura familiar, oferta de energia elétrica para populações carentes, bolsas para universitários e atendimento de emergência médica.

O desempenho econômico foi exemplificado com a inflação mais baixa, o preço dos alimentos, o pagamento da dívida com o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a auto-suficiência do petróleo.

As metas superadas lembraram os apagões do governo Fernando Henrique que não mais ocorreram, a recuperação salarial, os recursos para famílias carentes e as dez universidades federais construídas.

O programa pontuou estas conquistas para demonstrar que “é possível crescer e distribuir renda ao mesmo tempo”. Antes do discurso do candidato, foi dito que ele será lembrando como o presidente do futuro, pelo que fez e porque pode fazer muito mais.

Prioridades
Em seu discurso, ao final do programa, Lula lembrou que o Brasil está bem melhor do que encontrou no início de seu governo. “Crescer e distribuir renda é fundamental para que isso não pare”, equacionou Lula, acrescentando que vai cuidar ainda mais dos pobres e aumentar o apoio à classe média num eventual segundo mandato.

Lula voltou a afirmar a educação como prioridade máxima de seu segundo governo. Mas também ressaltou a importância que dará à aprovação de uma ampla reforma política. “Não se engane, a crise ética que atingiu os partidos é uma crise de todo o sistema política”, resumiu. “Os que cometeram erros precisam ser punidos”, afirmou ele.
Cezar Xavier, do Portal do PT
DEBATE QUE DEBATE?

Sobre o debate ontem na TV Bandeirantes, estou sem palavras. Ridículo, imoral, baixo nível, inócuo, insípido, desrespeitoso. Nunca vi tanta pobreza de espírito junto, foi um fiasco. O presidente Lula teve o bom senso e não participar dessa presepada. Bando de despirocados, não dizem coisa com coisa, e muito menos falaram algo que se aproveite. Alckmin é muito ruim, não tem carisma, não é articulado, não tem nenhum projeto de programa de governo. Um horror!
Jussara Seixas
14/08/2006 - 17:03 Prefeito de São José do Rio Preto, do PPS, também declara apoio a Lula
Mais um prefeito do interior de São Paulo declarou apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Edinho Araújo, do PPS, governa São José do Rio Preto e juntou-se às centenas de administradores municipais de todo o país – e de vários partidos – que nas últimas semanas têm manifestado sua preferência pela candidato da coligação A Força do Povo (PT, PCdoB e PRB).

Em texto enviado ao Portal do PT, Edinho afirma que o apoio é um reconhecimento ao trabalho que Lula vem fazendo com os municípios, bem como à forte atuação do governo nas áreas social e econômica.

Ele afirma que, em 3 anos e meios de mandato, Lula foi “extremamente generoso” com a região de São José, que concentra 2 milhões de habitantes. “Vou percorrer os municípios e, de peito aberto, trabalhar pela reeleição do presidente Lula”, assegura o prefeito.

Leia abaixo a íntegra da declaração:

Com mais de 34 anos de vida pública, como prefeito de Santa Fé do Sul, três mandatos como deputado estadual, dois como deputado federal e agora prefeito reeleito de São José do Rio Preto (SP), preciso reconhecer que os mais pobres sabem o que tem significado o governo do presidente Lula para o povo brasileiro.

É preciso dizer ainda que tenho uma dívida de gratidão com o presidente Lula. Em 2000, coligado com o PT, recebi do Partido e do presidente todo o apoio, que culminou com a minha primeira vitória a prefeito. Em 2004, apesar de não coligado formalmente com o Partido dos Trabalhadores, outra vez tive o apoio do presidente.

Na esfera administrativa, o governo Lula tem sido extremamente generoso com Rio Preto e região. Para citar como exemplo, o tratamento do esgoto do município só está sendo possível graças a financiamentos liberados pelo governo federal, através do BNDES e da Caixa, além de recursos para a recuperação e obras complementares no trecho urbano da BR-153 (rodovia Transbrasiliana).

Não fossem por essas razões, é preciso deixar registrado que no atual governo, além de sua atuação na área social, o controle da inflação tem sido exemplar e a estabilidade dá aos brasileiros motivos para comemorar um dos períodos mais longos de estabilidade de sua história. A atuação do governo Lula na área econômica propiciou o pagamento da dívida junto ao FMI e a recuperação da credibilidade do País junto à comunidade financeira internacional.

Importante destacar que São José do Rio Preto se situa no extremo noroeste do Estado de São Paulo, com uma população de mais de 400 mil habitantes e é grande pólo irradiador de progresso para uma região de mais de 2 milhões de pessoas. Vou percorrer os municípios e, de peito aberto, trabalhar pela reeleição do presidente Lula.

Prefeito Edinho Araújo.

14 agosto 2006

GOVERNO LULA
14/08/2006 - 16:19 Ecomonia: Risco país tem novo recorde de baixa e chega a 204 pontos
O risco Brasil (índice que mede a confiança dos investidores em aplicações no País) atingiu às 15h14 desta segunda-feira (14) um novo recorde de baixa, ao ceder cinco pontos e atingir 204 pontos base.
O menor nível do índice - 208 pontos - havia sido atingido na semana passada. Ainda nesta segunda, no mesmo horário, o risco de emergentes permaneceu em 182 pontos base.
O indicador já apresentava sinais de queda no início da tarde. Medido pelo EMBI+, do JP Morgan, ele cedia quatro pontos, para 205 pontos-base, às 13h39.
Propondo um novo modelo de avaliação de risco, os analistas do banco de investimentos Morgan Stanley, Gray Newman e Daniel Volberg, explicaram que a dívida externa da América Latina parece destinada à extinção, em razão da agressiva recompra de seus títulos negociados no exterior e quitação da dívida junto ao Fundo Monetário Internacional.
Enquanto isso, o Ibovespa (índice que mede a variação das ações mais negociadas da Bolsa da Valores de São Paulo) cedia 0,34% às 15h15, renovando as mínimas do dia. O dólar à vista comercializado no balcão voltava às máximas às 15h20, valendo R$ 2,162.
Agência Estado
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Noticiario © Blue Bus
Nao queria q ninguem soubesse Tentou impedir video na Globo


09:42 O secretário da Segurança Pública de Sao Paulo, Saulo de Castro Abreu Filho, tentou evitar, na noite do sabado, que a Rede Globo exibisse o vídeo com o manifesto do PCC. Está na Folha Online. Procurou dois diretores da Globo por telefone. Ontem, sua assessoria de imprensa disse que "a secretaria nao iria comentar o assunto". Policiais envolvidos na operaçao para localizar o repórter Guilherme Portanova confirmaram a ligaçao de Saulo - informa a Folha. 14/08
Blue Bus
GOVERNO LULA
14/08/2006 - 11h16 Saldo da balança comercial mais que dobra em uma semana
Da Redação Em São Paulo
O saldo da balança comercial brasileira foi de US$ 1,453 bilhão na segunda semana de agosto (entre os dias 7 e 13), com cinco dias úteis. Isso significa aumento de 122,5% sobre o superávit da semana anterior. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento (Secex).O saldo é resultado de exportações de US$ 3,158 bilhões -média diária de US$ 631,6 milhões- e de importações de US$ 1,705 bilhão -média de US$ 341 milhões por dia útil.Nas duas primeiras semanas do mês, o superávit comercial é de US$ 2,106 bilhões, com vendas de US$ 5,543 bilhões e compras de US$ 3,437 bilhões.Com isso, a balança acumula no mês saldo de R$ 2,106 bilhões e, no ano, de R$ 27,275 bilhões -aumento de 3,3% sobre o mesmo período de 2005.Em janeiro, a balança comercial acumulou saldo de US$ 2,836 bilhões, com US$ 9,271 bilhões em exportações e US$ 6,435 bilhões em importações. No mês de fevereiro, o superávit comercial foi de US$ 2,820 bilhões, após vendas de US$ 8,75 bilhões e compras de US$ 5,930 bilhões.O superávit atingiu recorde de US$ 3,677 bilhões no mês de março, resultado de exportações de US$ 11,366 bilhões e de importações de US$ 7,689 bilhões.Em abril, foram US$ 9,803 bilhões em vendas e US$ 6,712 bilhões em compras do exterior, produzindo saldo positivo de US$ 3,091 bilhões.No quinto mês de 2006, a balança comercial teve superávit de US$ 3,026 bilhões, sendo que as exportações somaram US$ 10,275 bilhões e as importações, US$ 7,249 bilhões.Em junho, as vendas externas atingiram US$ 11,435 bilhões e as compras chegaram a US$ 7,353 bilhões, resultando em um saldo comercial superavitário de US$ 4,082 bilhões.O superávit comercial em julho foi de US$ 5,637 bilhões, fruto de exportações de US$ 13,622 bilhões e importações de US$ 7,985 bilhões.(Com informações de Folha Online e Valor Online)
FIQUE BEM INFORMADO

ALCKMIN E A INDIGNAÇÃO DE BUSATO

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, repudiou o seqüestro do auxiliar técnico Alexandre Coelho Calado e do repórter Guilherme Portanova, ambos da TV Globo, por membros da organização criminosa PCC. Não somente o seqüestro do repórter da Globo merece repúdio, todos os seqüestros merecem nosso repúdio e indignação. Toda forma de violência merece ser repudiada, deve ser condenada, deveria ser evitada. O PCC se fortaleceu nesses 12 anos do governo do PSDB em SP. Alguns irão pensar que eu estou usando isso eleitoreiramente, o que é um equívoco. Os fatos mostram que o governo de SP, o governo de Alckmin, não soube controlar a violência, não teve a vontade e o empenho necessários para combater o crime organizado. Alckmin deixou o sistema penitenciário de SP apodrecer, os presídios estão superlotados, os presos estão confinados de forma degradante, desumana. Muitos dirão que eles não são gente direita, são criminosos que cometeram vários crimes bárbaros. É verdade. Mas as nossas leis determinam que eles sejam presos, que sejam afastados da sociedade, porque livres oferecem perigo. O Estado não pode agir como os bandidos, não pode cometer barbáries contra os presos. O Estado é responsável pela construção e manutenção dos presídios, e pela vida dos detentos; o Estado é responsável pela integridade física dos presos. O Estado é responsável por evitar fugas e rebeliões, mortes de presos, de agentes e policiais. Os próprios bandidos sabem que o sistema de segurança em SP está falido, sabem quem são os funcionários públicos que podem subornar. Eles sabem quem são os advogados corruptos que os ajudam, que fornecem celular, que levam as ordens dos chefes do crime organizado para fora dos presídios. Eles sabem que podem subornar diretores de presídios para obter regalias, eles sabem que podem fazer acordos com o secretário de segurança. Que moral tem o governador Alckmin para combater o crime organizado? Se ele desvia dinheiro da estatal Nossa Caixa em beneficio próprio, se foi conivente com a sonegação fiscal da contrabandista dona da Daslu, se sua esposa recebeu 400 modelitos (cada um vale milhares de reais) do estilista Rogério Figueiredo, caracterizando improbidade administrativa, se diminuiu o contingente da PM e arrochou os salários das polícias? Como combater a violência e a criminalidade se as pessoas – pretensamente ilibadas – que deveriam fazê-lo de forma correta, dentro das leis, estão envolvidas com o crime organizado? Em todos os segmentos da sociedade, em todas as profissões, temos os bons e os maus profissionais. São Paulo, nesses 12 anos de PSDB no governo do estado, escolheu os piores para gerenciar e coordenar a segurança pública. Esses fatos foram revelados por reportagens, por matérias investigativas na TV e nos jornais. Há juizes, advogados, policiais, políticos e militares presos pela PF do governo Lula, por terem compactuado com o crime organizado. Alckmin não pode transferir para o governo Lula responsabilidades que são exclusivas do governo do estado. Ele não teve competência para cuidar da segurança pública em SP, foi incompetente para nomear seu secretário de segurança pública, foi incompetente, negligente, omisso, para governar o estado mais rico e populoso do país. O governo Lula está oferecendo desde maio ajuda para combater a violência e o crime organizado, sob forma de homens da Força de Segurança Nacional, tropas do Exército, agentes da Polícia Federal: o governo de SP, do PSDB/PFL, não aceita. Eles não estão preocupados com a segurança da população, com as vidas de inocentes, mas estão preocupados com o quanto essa ajuda vai mostrar a incompetência de Alckmin e o quanto isso poderá ser prejudicial para sua campanha eleitoral. Alckmin e o governo de SP, do PSDB/PFL, estão usando essa violência de modo eleitoreiro. O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Roberto Busato, deveria se indignar com isso, deveria se indignar com os advogados que estão a serviço do crime organizado, deveria se indignar com a incompetência de Alckmin. Espero que o Sr. Busato, que diz estar tão indignado, não apóie Alckmin para a eleição presidencial. A conferir!
Jussara Seixas

13 agosto 2006



13/08/2006 14:58 A moçada hoje em dia aprende bem rápido
Uma das colaboradoras deste blog me mandou essas fotos, que tirou com o seu celular. Foi uma passeata realizada entre a Brigadeiro Luiz Antônio e a Paulista, na sexta-feira, Dia do Estudante. Estavam lá representantes da Ubes, Upes, Umes, UNE e UEE-SP (que eu presidi na minha época de movimento estudantil). Os estudantes de São Paulo protestavam contra Alckmin e Serra, "denunciando o estado da educação pública no governo Alckmin", que se tornou um caos. Também pedem o fim da aprovação automática. Essa moçada está esperta. enviada por Zé Dirceu
http://blogdodirceu.blig.ig.com.br
MILITARES DA ATIVA ERAM CÚMPLICES EM FRAUDE DE LICITAÇÃO
11/08/2006
A Operação Saúva, da Polícia Feral, prendeu 10 militares da ativa e um da reserva, acusados de cumplicidade em fraudes na licitação de alimentos para escolas, disse o delegado Jocenildo Cavalcanti em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta sexta-feira, dia 11 (clique aqui para ouvir). Foram presas 30 pessoas entre empresários, servidores públicos e militares envolvidos no esquema que desviou R$ 350 milhões dos cofres públicos em seis anos. “Tal como os servidores de outros órgãos, a organização militar também teve servidores cooptados e aliciados pelos membros dessa organização criminosa e, com conseqüência disso, eles ajudavam a fraudar os processos”, explicou o delegado. Veja os principais pontos da entrevista com o delegado Jocenildo Cavalcanti: O grupo fraudava licitação de produtos alimentícios, como comidas de merenda escolar das redes municipal e estadual, de quartéis militares e da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Até o leite das crianças era vendido de forma fraudulenta. No fim do ano passado houve uma forte seca na região amazônica. A Conab providenciou a entrega de cestas básicas para a população ribeirinha. A licitação para a entrega dessas cestas também foi fraudada. O chefe da quadrilha é um empresário de distribuição de alimentos do Amazonas. A Operação Saúva nasceu da Operação Mercúrio, deflagrada no ano passado pela Polícia Federal, quando foi desarticulada a quadrilha de policiais rodoviários federais.