12 agosto 2006


Palocci pede apoio a Lula e desculpas aos eleitores

Em sua primeira aparição pública após deixar o cargo, em jantar-comício, o ex-ministro da Fazenda defendeu com veemência o apoio à reeleição do presidente
Gustavo Porto
Célio Messias/AE
Palocci em jantar-comício para cerca de 500 militantes e simpatizantes

RIBEIRÃO PRETO - Em sua primeira aparição pública após deixar o cargo, o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci defendeu com veemência, na noite de sexta-feira, o apoio à reeleição do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pediu desculpas aos eleitores por seu distanciamento durante o período em que esteve no governo. A defesa da reeleição de Lula aconteceu um dia após o próprio presidente admitir, pela primeira vez, que afastou Palocci do ministério da Fazenda por suspeitas de irregularidades.
O agora candidato a deputado federal participou de um jantar-comício para cerca de 500 militantes e simpatizantes que marcou também, após um ano e três meses, seu retorno para um evento oficial em Ribeirão Preto (SP), cidade a qual governou por duas vezes. Depois de demorar 15 minutos da entrada do local até o palco, Palocci citou, em um curto discurso, 11 vezes o nome de Lula e só pediu voto para ele próprio no final de sua fala.
No início, pediu dedicação da militância para a reeleição do presidente. "Hoje, o Brasil tem o menor grau de risco de sua história, sob a presidência de Lula. Hoje o Brasil tem a menor inflação da história recente, sob a presidência de Lula. Hoje temos a melhor situação de distribuição de renda dos últimos anos, sob a presidência de Lula", justificou o ex-ministro que elogiou programas sociais implantados no atual governo, como o Bolsa-Família.
Em seguida, Palocci afirmou aos militantes e simpatizantes que precisava saldar uma dívida com os presentes que o apoiaram e o elegeram nas cinco campanhas eleitorais disputadas e vencidas - vereador, deputado estadual e federal, além de prefeito por duas vezes. "Durante os três últimos anos e meio fui convocado para uma grande batalha: estabilizar a economia brasileira e tenho certeza que fiquei mais distante de vocês do que eu gostaria e que vocês gostariam. Quero me desculpar com vocês neste momento por essa distância", afirmou sob aplausos.
Apesar das desculpas pela ausência, Palocci deve evitar novas aparições em Ribeirão Preto até o final das eleições, como relatou sua própria mãe, Antonia Palocci, a dona Toninha. Antes do jantar, ela revelou que Palocci deve priorizar ações na região metropolitana de São Paulo e deixar para ela e apoiadores a busca por votos na cidade em que foi prefeito por duas vezes. Disse ainda esperar que o filho tenha entre 150 mil e 200 mil votos, sendo 65 mil a 80 mil em Ribeirão Preto.
Livro
Palocci voltou ainda a falar sobre o governo Lula e contou que está escrevendo um livro sobre suas experiências no Ministério de Fazenda a ser publicado e entregue aos eleitores antes do final do ano. "Estou escrevendo um livro com todos os momentos felizes e tristes do trabalho no ministério; sobre todos os momentos de vitórias e derrotas nesse período de muita luta", afirmou. O ex-ministro encerrou o discurso pedindo ainda o apoio aos candidatos paulistas a governador e senador pelo PT, respectivamente Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy.
Quando os jornalistas se aproximaram e Palocci explicava que já tinha falado tudo no discurso, a assessoria de imprensa do ex-ministro o interrompeu com empurrões nos repórteres. Palocci retornou e afirmou: "vocês são bem-vindos, mas já falei tudo".
A reportagem da Agência Estado fora barrada no evento e só conseguiu acompanhá-lo porque uma militante petista estava dando convites para os que não possuíam. Até então, a informação era de que todos os 500 convites estavam esgotados desde quarta-feira e foram vendidos a R$ 40 cada. No entanto, vários convidados do evento relataram que tinham ganhado o convite. "Eu recebi de uma professora da USP", afirmou uma delas, moradora do bairro Adelino Simioni, periferia de Ribeirão Preto.
SER PAI

O que é ser pai? Ser pai é amar aquele ser que chegou na vida dele pedindo carinho e proteção. Ser pai é ser responsável, ser criativo, ser paciente, ser enérgico quando necessário, ser amável a maior parte do tempo. Ser pai é compreender que cada filho é único, entender a diferença de cada um , o desejo da cada um, o pensamento de cada um, tendo por todos o mesmo amor. Ser pai é realizar sempre na medida do possível os anseios, os desejos de cada filho. Ser pai é estender a mão para garantir os primeiros passos, para que eles sejam seguros, sem quedas, para que com confiança o filho consiga caminhar só. Ser pai é estar sempre preocupado em proporcionar uma vida digna para seus filhos. È a alimentação que não pode faltar, é a saúde que não pode faltar, é o remédio que não pode faltar, é a educação o estudo que não podem faltar, é a brincadeira o lazer que não podem faltar. Ser pai é dividir com os filhos o seu conhecimento, a sua vivencia, as suas conquistas, as suas derrotas e vitórias, para que ele siga a vida escolhendo sempre o melhor caminho. O caminho certo mesmo que tortuoso, com os bons exemplos e ensinamentos do pai, vão faze-lo optar pelo certo, pelo melhor, pelo mais seguro. Ser pai é estar sempre alerta, é perder noites de sono quando um filho não está bem, é pensar em como ajuda-lo e socorre-lo nos momentos difíceis. Ser pai muitas vezes é tomar medidas amargas para garantir um futuro doce e duradouro para os seus filhos. Ser pai é ser um forte, é ser guerreiro em defesa de seus filhos, em defesa de uma vida justa, digna, prospera sem muitos percalços, sem sustos. Diz a oposição ao governo Lula, que ele é o pai dos pobres, não é verdade, o presidente Lula é o grande pai de todos os brasileiros, somos mais de 180 milhões, todos filhos desta mãe gentil, pátria amada Brasil. Temos Lula como nosso pai porque nós os filhos da pátria o escolhemos e ele como um grande pai nos acolhe com muito amor, dedicação, e com muita responsabilidade. Por mais rebelde que sejam alguns filhos o pai nunca deixa de ampara- los e de ama-los. Feliz dia dos pais a todos aqueles que como o presidente Lula, com dedicação, amor, e responsabilidade, cuida dos seus filhos.

Jussara Seixas
GOVERNO LULA

Foi o maior já registrado por uma empresa de capital aberto nos últimos 20 anos, em toda a América Latina.

11/08/2006 - 20h08m Petrobras anuncia aumento de 41% no lucro do segundo trimestre

Juliana Rangel - O Globo Online


RIO - A Petrobras anunciou nesta sexta-feira um lucro líquido de R$ 7 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 41% sobre o mesmo período de 2005. Com o resultado, a empresa acumulou ganho de R$ 13,634 bilhões nos primeiros seis meses do ano - valor 37% superior aos R$ 9,951 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
De acordo com a Economatica.com, o resultado semestral da Petrobras foi o maior já registrado por uma empresa de capital aberto nos últimos 20 anos, em toda a América Latina.
A estatal atribuiu o resultado trimestral ao crescimento de 7% na produção de petróleo e de LGN, impulsionado pela entrada em operação das plataformas P-43, P-48 e do FPSO Capixaba (navio para produção e armazenamento de petróleo).
Entre abril e junho, no entanto, a produção cresceu apenas 2% em função da parada para manutenção de nove unidades de produção desde maio.
A empresa destacou ainda que a carga processada nas refinarias do país aumentou no semestre, de 85%, em 2005, para 91%, e afirmou que a alta do petróleo no mercado internacional ajudou a aumentar seu caixa e a reduzir sua dívida.
A Petrobras aproveitou para afirmar - mais uma vez - que os preços praticados no Brasil estão alinhados com os do mercado internacional
(saiba mais) .
A empresa também conseguiu aumentar seu superávit na balança comercial de petróleo, de 54 mil barris por dia, no ano passado, para 76 mil barris diários. Não fosse pelo aumento dos estoques nas plataformas e pelo maior processamento nas refinarias nacionais, diz a estatal, o superávit teria sido ainda maior
(entenda) .
Durante o período, a empresa investiu R$ 13, 644 bilhões - montante 24% superior ao registrado no mesmo período de 2005. A maior parte, ou R$ 7,195 bilhões, foram para projetos de exploração e produção no Brasil.

11 agosto 2006

GOVERNO LULA


Quadrilha presa por fraudar licitações movimentou R$ 354 mi


A Polícia Federal prendeu 30 acusados de integrar um esquema que envolve compras superfaturadas de alimentos pela Conab, pelo Exército, pelo governo do Amazonas e por prefeituras
Liege Albuquerque e Agência Brasil
Dida Sampaio/AE

Na foto, com a cabeça coberta, o sargento do Exército Alexandre da Silva Souza

SÃO PAULO - A Polícia Federal já executou 30 dos 32 mandados de prisão preventiva da Operação Saúva, que trouxe a público um esquema de fraudes em licitações no Amazonas, envolvendo compras superfaturadas de alimentos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), pelo Exército brasileiro, pelo governo estadual e pelas prefeituras da capital, Manaus, e de Presidente Figueiredo, no interior do Estado.
Foram criadas cerca de 30 empresas beneficiadas em processos licitatórios. Dessas, 19 movimentaram cerca de R$ 354 milhões nos últimos seis anos, mas declararam à Receita Federal apenas R$ 27,7 milhões referentes ao mesmo período.
Entre as concorrências públicas manipuladas está a aquisição de 230 mil cestas básicas pela Conab, durante a seca do ano passado. Além de superfaturadas, parte dos produtos alimentícios distribuídos aos ribeirinhos - como feijão e leite em pó - estavam vencidos, impróprios para o consumo humano. As fraudes nas licitações podem passar de R$ 126 milhões.
Já foram apreendidos documentos que indicam a prática de crimes contra a ordem tributária, como sonegação fiscal, falsidade ideológica, contra o sistema financeiro, contra a administração pública e lavagem de dinheiro. À tarde, representantes da Receita e da PF darão entrevista sobre a operação em Manaus.
Os presos
De acordo com o chefe da Delegacia de Prevenção e Repressão a Crimes Fazendários da Polícia Federal, Jossenildo Cavalcante Carvalho, apenas o empresário José Maurício Gomes de Lima permanece foragido. “Há também um capitão da Polícia Militar (Quintas, que estaria na França) no exterior”, disse o delegado.
Cinco suspeitos foram presos fora do Amazonas, todos eles militares: o coronel Vitor Augusto de Felippes, no Rio Grande do Norte; o tenente- coronel Omar Santos, em São Paulo; o tenente-coronel Francisco Nilton de Souza Júnior, no Ceará; o capitão Erick Correa Baduíno de Lima, no Distrito Federal; e o capitão Carlos Alberto Teixeira Ramos, no Rio de Janeiro. Eles estão sendo trazidos para Manaus, onde deverão prestar depoimento.
Os outros cinco militares detidos em Manaus são o capitão Henrique dos Santos Botelho, o capitão Fábio José Capechi, o segundo-sargento Francivaldo da Costa Gomes, o terceiro-sargento Joelson Freitas de Jesus e o terceiro-sargento Silva Alexandre da Silva Souza.
Entre os servidores públicos presos na operação está o secretário executivo da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), Afonso Lobo Moraes; o superintendente da Conab, Juscelino de Souza Moura; o presidente da Comissão de Licitação da Secretaria Estadual de Assistência Social, Roberto Carbonari Santana, e o assessor do vice-governador do Amazonas, Manoel Paulino Costa Filho. Os outros servidores, que ocupam cargos de nível hierárquico mais baixo, são: Graça Maria Fonseca da Silva, da Sefaz; Dyrce da Conceição Barros Edwards e Aparecida Maria Fernandes Junior, da Secretaria Estadual de Educação; Cimara Santos da Silva e Maristela Lago Pinheiro, da Covisa.
Das 25 pessoas presas em Manaus, 11 são empresários do ramo de fornecimento e distribuição de alimentos: Cristiano Cordeiro, apontado como “a formiga mãe” do esquema criminoso; João Leite Limeira e seu filho Derik Costa Limeira, Claudomira Pinto Cavalcante, Adalto Carneiro Portela Junior, Lamark Barroso de Souza, Ricardo de Oliveira Lobato, Adams Emmanuel Pinto Cavalcante, Alberto Paulo Cavalcante Xavier e Júlio César Ferreira de Almeida.
A saúva é uma espécie de formiga com alto poder de destruição na área em que atua, semelhante ao que fazia a organização criminosa ora desmantelada ao dilapidar com voracidade o patrimônio público. Por isso a escolha do nome.
Empresários preparam manifesto pela reeleição de Lula
Um grupo de empresários está finalizando um manifesto de apoio à reeleição do presidente Lula. A idéia é recolher assinaturas em todo o país e realizar um evento de lançamento em São Paulo, na primeira quinzena de setembro. Um primeiro esboço já está pronto e passa por discussões internas.

A iniciativa é dirigida por quatro empresários historicamente ligados ao partido: Lawrence Pih, do Moinho Pacífico; José Pessoa de Queiroz Bisneto, do Grupo J. Pessoa; Michael Haradom, da Fersol; e Marco Piva, do setor de comunicação.

Eles têm se reunido com representantes de empresas em busca de apoio ao manifesto. “Nosso trabalho é mostrar que o setor empresarial tem afinidade com o governo Lula pela combinação de dois fatores: o econômico e o social”, afirma Michael Haradom.

O manifesto deverá ser um texto objetivo, com foco específico na reeleição do presidente Lula, mostrando a importância do crescimento econômico com o combate à desigualdade social.

“Nossa relação é orgânica, definida por princípios de identidade”, diz Marco Piva, secretário-executivo do grupo.

Os empresários não estão envolvidos com a arrecadação de recursos financeiros. “Nossa tarefa é essencialmente política”, explica Lawrence Pih. Ele antecipa que o grupo pretende elaborar sugestões para o programa de governo nas áreas trabalhista, previdenciária, tributária e política.

“O bom cenário de hoje precisa ser aprimorado, daí a necessidade de implementar novas medidas para que esse governo avance ainda mais, econômica e socialmente”, diz Pih.

História
A relação entre o PT e os empresários nem sempre foi tranqüila. Lawrence Pih lembra que a primeira iniciativa formal de engajar empresários de São Paulo no partido aconteceu em 1986, durante a campanha do senador Eduardo Suplicy ao governo do Estado. As reuniões aconteciam em seu escritório, no Jardim Europa, bairro nobre da capital. Até mesmo petistas viam com restrição esse apoio.

Na campanha presidencial de 1989, empresários se manifestaram individualmente em favor de Lula. Foi o caso de Oded Grajew, do setor de brinquedos. Em 1994, foi criado o Comitê de Empresários Lula Presidente, que realizou iniciativas ousadas para combater o preconceito contra o candidato.

Uma delas foi uma panfletagem na Bolsa de Valores de São Paulo. O pequeno grupo foi hostilizado e vaiado. Em 1998, a campanha não entusiasmou o empresariado, mas, em 2002, o grupo voltou e, dessa vez, conseguiu apoios de peso como Eugênio Staub, da Gradiente, e Ivo Rossetti, da Valisére. A idéia foi mostrar que não haveria instabilidade econômica com a vitória de Lula.

A reedição do comitê em 2006 tem foco no empresário como cidadão, que tem o direito de expressar sua opção ideológica, e na adesão de pequenos e médios empreendedores.
ESTUDANTES PROTESTAM CONTRA O GOVERNO ALCKMIN

11/08/2006 - 11h38
Protesto de estudantes pára trânsito em avenidas de São Paulo
Folha Online

Um protesto de ao menos mil estudantes contra a política educacional do governo do Estado de São Paulo provoca congestionamento em pontos das regiões central e Ibirapuera na manhã desta sexta-feira.Às 11h30, os estudantes estavam perto do viaduto Pedroso, na avenida Brigadeiro Luiz Antônio, e seguiam para o Largo São Francisco, na região central de São Paulo. A CET (Companhia de Engenharia e Tráfego) registrou lentidão nas avenidas Bridadeiro e Paulista e nas alamedas próximas ao local da manifestação --alternativas para quem pegaria as duas avenidas.Segundo informou a CET, o principal ponto de lentidão entre 11h e 11h30 foi registrado em trecho próximo à avenida Pedro Álvares Cabral e à rua Ascendino Reis, no Ibirapuera. O congestionamento chegou a 3 km.Às 11h30, o índice de congestionamento da cidade chegou a 72 km, quando a média para o horário é de 40 km.
BRASIL UM PAÍS DE TODOS!

11/08/2006 - 09:46 Lula visita projeto Soldado Cidadão no interior paulista
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita hoje (11), às 11 horas, o projeto Soldado Cidadão em Barueri (SP). Ele chega à cidade às 11h45 e, em seguida, participa de solenidade de formatura do Comando Militar do Sudeste. Às 13h30, Lula almoça com cabos e soldados do 20° Grupo de Artilharia de Campanha Leve do Exército.
O programa Soldado Cidadão oferece qualificação social e profissional a jovens militares de todo o país, com o objetivo de prepará-los para o exercício da cidadania e para o primeiro emprego, ao término do serviço militar. De 2003 a 2005, o programa recebeu investimentos de R$ 26,8 milhões, habilitando mais de 58 mil jovens, na Marinha, Exército e Aeronáutica.
Para este ano, a previsão é de que mais 22 mil participem dos cursos, totalizando cerca de 80 mil jovens beneficiados. Atualmente, 11.600 estão em sala de aula e só em Barueri, o programa atende 280 recrutas.
Às 15h20, Lula deixa São Paulo com destino ao Rio de Janeiro.
Agência Brasil
SÃO MENTIROSOS

Saulo de Castro diz que fica no cargo
O secretário de Segurança Pública de São Paulo afirmou que fica no cargo mesmo com assinatura de convênio entre os governos federal e estadual. Saulo de Castro Abreu Filho assinala que o repasse de R$ 79 milhões acertados não chegará ao Estado ainda em 2006. Segundo ele, "São Paulo terá de esperar e essa fatura de hoje vai ficar pendurada para o próximo governo pagar". No início da semana, o secretário prometeu que deixaria o cargo se o governo federal repassasse algum dinheiro.

http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/noticias/ultimasnoticias/#88991


Que gentinha sem palavra essa do PSDB, um promete que sai, e fica, o outro, o Serra, promete que que fica e saia. Não dá para ter a mínima confiança nessa gentinha.Que horror!

Espaço humor

Rir faz bem a saúde!


Tutty Vasques - site No Mínimo
Quase Zero
Risco país cai e já está tecnicamente empatado com Geraldo Alckmin.
Zen Total
Geraldo Alckmin acertou ao se definir como um candidato "absolutamente zen". Zen voto, zen idéias, zen grana, zen apoio e zen chance.

A ENTREVISTA DO PRESIDENTE.
A entrevista do presidente Lula ontem, 10/8, no JN, não foi boa, foi ótima! O presidente teve a oportunidade de esclarecer, perante milhões de pessoas, as acusações levianas que a oposição raivosa e virulenta faz contra ele. O presidente Lula não deixou nenhuma pergunta sem resposta, não enrolou, não fugiu do assunto, não titubeou para responder, como fez o Alckmin. A entrevista do presidente Lula deve ter sido uma decepção para a oposição raivosa e virulenta, para aqueles que não aceitam que o país seja governado por um migrante nordestino, ex metalúrgico, ex sindicalista.Mesmo que esse presidente tenha feito um ótimo governo, mesmo que ele tenha recuperado a economia do país que estava falida, mesmo que ele tenha proporcionado o crescimento do país, tenha gerado empregos e renda, tenha diminuído sensivelmente a miséria, eles não aceitam. Não aceitam porque não é isso que lhes convém. Mesmo que ele esteja combatendo a corrupção como nenhum outro presidente fez, mesmo que ele prove que não é corrupto e não compactua com a corrupção, a oposição raivosa e virulenta prefere o doutor phd. O doutor phd que engaveta todas as CPIs, que não combate a corrupção, que compactua com ela, e que nas entrevistas não responde perguntas e foge dos assuntos pertinentes ao seu governo como o diabo da cruz.O presidente Lula mostrou e provou que o seu governo está, de forma implacável, combatendo a corrupção, a violência, o tráfico de drogas, de armas, a lavagem de dinheiro. No governo Lula a PF prende seja quem for que tenha cometido algum delito, pode ser juiz, delegado, político, advogado, não tem acordo, não tem negociata: o governo Lula não negocia com bandidos. O Procurador Geral, no governo Lula, não engaveta denuncias, não protege ninguém, é independente para encaminhar à justiça todas as denúncias. Ao contrário do que a oposição tenta impingir à população, o Procurador Geral da Republica não julga, ele faz o indiciamento. Só a Justiça vai julgar, condenar ou absolver, mediante provas cabais, irrefutáveis. O presidente Lula tem carisma, mostrou ser detentor de sinceridade e sensatez invejáveis. Pena que a entrevista foi curta, pois o presidente Lula tem muito a mostrar e dizer sobre o que fez e vai fazer de bom pelo país e pelo povo brasileiro. Agora, com o início do horário eleitoral, ele vai ter essa oportunidade de mostrar e demonstrar que é e será o melhor presidente do Brasil em todos os tempos.
Jussara Seixas
É LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO!
10/08/2006 - 22:48 Ibope e Vox Populi confirmam aumento da vantagem de Lula
Quatro pesquisas divulgadas em 48 horas. E todas confirmando a mesma tendência: Lula sobe e Alckmin despenca. Nesta noite (10), foi a vez dos institutos Ibope e Vox Populi divulgarem os seus números.
A pesquisa Ibope, encomendada pela Rede Globo, e divulgada durante o Jornal Nacional, apontou o presidente com 46% da preferência do eleitorado, contra 21% do candidato tucano e 12% da senadora Heloísa Helena (Psol). Se as eleições fossem hoje, Lula seria eleito já no primeiro turno.
Os votos nulos e brancos foram 9%, enquanto 10% dos entrevistados manifestaram-se indecisos. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 142 cidades entre segunda e quarta-feira. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número 12.672/2006.
Em relação à pesquisa anterior do Ibope, divulgada no último dia 4, Lula subiu de 44% para 46%. Já Alckmin caiu de 25% para 21%. Na simulação de um segundo turno, Lula teria 51% (50% na pesquisa anterior) e Alckmin 33% (36% na anterior).
Vox Populi
Pouco antes da Rede Globo, a TV Bandeirantes divulgou a pesquisa realizada pelo instituto Vox Populi. Nela, Lula aparece com 45% das intenções de voto contra 24% do tucano.
Em relação à pesquisa anterior, o presidente cresceu três pontos, enquanto Alckmin caiu nada menos que oito pontos. Ou seja, a diferença entre os dois candidatos aumentou de 10 para 21 pontos percentuais. A senadora Heloísa Helena apareceu com 11%.
Os votos brancos e nulos somaram 8%, enquanto 10% não responderam ou estão indecisos. O Vox Populi ouviu 2.004 eleitores entre os dias 5 e 7 de agosto e a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.
Antes do Ibope e do Vox Populi, os institutos Datafolha e Sensus divulgaram seus números. E todos confirmaram: Lula está ampliando a sua vantagem sobre Alckmin e venceria as eleições no primeiro turno.

10 agosto 2006

10/08/2006 - 18:36 Mercadante: Agora Saulo tem a obrigação de renunciar
O candidato do PT ao governo do Estado de São Paulo, Aloizio Mercadante, cobrou nesta quinta-feira (10) a renúncia do secretário de Segurança Pública paulista, Saulo de Castro Abreu Filho.
Ele havia prometido deixar o cargo caso recebesse recursos do governo Federal para investimentos no setor. A autorização das verbas, inicialmente R$ 79,8 milhões, está sendo formalizada por Brasília. Isso só não ocorreu antes porque o Estado não havia enviado os projetos necessários.“O secretário Saulo, agora, tem a obrigação de renunciar, conforme tinha prometido. Se isto não for feito, é porque (José) Serra faz escola e a palavra dele (Saulo) também não vale nada”, afirmou Mercadante na tarde desta quinta-feira.
José Serra, candidato tucano ao governo de São Paulo, prometeu em 2004 que, se ganhasse a prefeitura da capital, cumpriria seu mandato até o fim. Ele, no entanto, renunciou aio cargo este para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes.
Hoje, a Caixa Econômica Federal empenhou R$ 35,08 milhões para a construção de dois centros de detenção provisória nos municípios paulistas de Franca e Serra Azul, com capacidade para 768 vagas.
Nesta sexta-feira (11), o Ministério da Justiça emitirá uma ordem bancária no valor de R$ 44,7 milhões para aquisição de equipamentos de segurança e inteligência como veículos, aparelhos de raio-x, detectores de metal, entre outros.Segundo o Ministério da Justiça, a Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo ficou de apresentar, nas próximas semanas, novos projetos para a construção de mais uma unidade prisional, em Santos, e aquisição de equipamentos de informática e inteligência.
Com isto, o Estado de São Paulo poderá utilizar o total de R$ 107 milhões disponibilizados pelo governo federal.

10/08/2006 - 18:00 Serra terá de responder na Polícia Federal acusações feitas ao PT
A Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo requisitou à Superintendência da Polícia Federal instauração de inquérito policial para apuração de prática de crime eleitoral em razão de declarações prestadas pelo candidato ao governo do Estado, José Serra, nas quais acusou o PT de ter ligações com o facção criminosa PCC.

À requisição, a Procuradoria anexou documentação originada por notícia crime encaminhada pelo PT de São Paulo ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

A notícia crime relatava que, no dia 13 de julho, ao comentar os atos de violência perpetrados durante aquela semana pelo PCC, o candidato tucano asseverou haver indícios de ligação entre o grupo criminoso e o PT.

Acompanham o processo matérias jornalísticas nas quais foram reproduzidas as declarações de Serra. Para o Diretório Estadual do PT, Serra cometeu os delitos previstos nos artigos 324, 325 e 326 do Código Eleitoral, que tratam respectivamente da prática de calúnia, difamação e injúria na propaganda eleitoral, bem como o crime previsto no artigo 323, sobre divulgação na propaganda eleitoral de fatos que se sabe inverídicos.

Em seu despacho, o Procurador Regional Eleitoral indica que os elementos informativos disponíveis sugerem a possível prática dos ilícitos previstos nos artigos 323 e 325, merecendo a devida apuração.

Para isso, a Procuradoria requisitou a instauração do inquérito em ofício encaminhado ao Superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Geraldo José de Araújo. Devem ser ouvidos o representante do PT, os jornalistas responsáveis pela matéria e o candidato José Serra.
Com informações da TRE
LULA SOBE NAS PESQUISAS, ALCKMIN DESABA, O RISCO PAÍS DESABA TAMBÉM. 205 PONTOS

O risco Brasil caiu 1,44% e atingiu novo mínimo histórico: 205 pontos.
Com a manutenção dos juros americanos em 5,25% ao ano pelo Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) na terça-feira, os grandes investidores estrangeiros voltam gradualmente a comprar ativos dos emergentes.O risco, que serve como indicador do nível de segurança de se investir no país, avalia os títulos de dívida externa: quando ele está em 205 pontos, como hoje, significa que os bônus brasileiros oferecem uma taxa de retorno 2,05 pontos percentuais acima das pagas pelos treasuries (títulos do Tesouro norte-americano), que são os mais seguros do mundo.
Saulo ajuda o PCC
Em vez de demonstrar que as autoridades estaduais e federais estão dispostas a trabalhar unidas na luta contra o crime organizado, o sr.Saulo de Castro, secretário de Segurança de SP, transmitiu o contrário aos bandidos e à sociedade. Se há divergências entre Estado e Governo Federal, que sejam sanadas entre quatro paredes. Na verdade, sabemos muito bem que Saulo, assim como seu chefe Alckmin, fazem exatamente aquilo que acusam em Lula: se omitem. São covardes, estúpidos e a sua reação aos ataques é fascista.
Clique aqui para ler mais.
oleododiabo.blogspot.com
E TOME ÁGUA FRIA!

Alckmin perde mais votos no Sul e no Sudeste, diz diretor do Datafollha

Veja a entrevista em vídeo

Da redação
Céu de brigadeiro para o presidente Lula.
Pesquisa Datafolha revela que o presidente abriu 23 pontos de vantagem sobre o candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin. Se as eleições fossem hoje, Lula teria 47% das intenções de voto, contra 24% de Alckmin e 12% de Heloísa Helena, o que daria a vitória ao petista ainda no primeiro turno. No segundo turno, Lula bateria Alckmin por 54% contra 37% das intenções de voto. O Datafolha também fez pela primeira vez uma simulação de segundo turno com a candidata Heloísa Helena. Ainda assim Lula venceria com 54% dos votos contra 35% da senadora.Para falar sobre o resultado da pesquisa, o UOL News conversou com o diretor do Datafolha, Mauro Paulino.Da pesquisa anterior, realizada entre os dias 17 e 18 de julho, para essa, Lula subiu de 44% para 47% e Alckmin caiu de 28% para 24%. Essa vantagem de sete pontos de Lula sobre Alckmin era esperada? Qual a principal explicação para o aumento da diferença entre os principais candidatos?
Mauro Paulino - Percentuais de pesquisa nunca são previsíveis, não dá para dizer que a gente espera que um candidato ganhe ou perca pontos. O que verificamos é que entre a pesquisa anterior e essa, o que aconteceu foi uma apresentação maior dos candidatos junto ao eleitorado. Nos veículos de comunicação - principalmente entrevistas -, o eleitor vai tomando conhecimento de que a eleição se aproxima e passa a se definir com mais nitidez.Onde é que o ex-governador paulista perdeu e Lula ganhou?
Mauro Paulino - Os contrastes principais em relação à pesquisa anterior foram verificados na região Sul do país, onde Alckmin perdeu oito pontos, caiu de 31% para 23%, e Lula subiu seis pontos: de 31% para 37%. Na região Sudeste também houve uma variação significativa, Alckmin perdeu seis pontos, de 35% para 29%, enquanto Lula ganhou quatro pontos e foi de 38% para 42%. Nas demais regiões a situação ficou praticamente sem mudanças.E com relação à questão da escolaridade dos eleitores também mudou um pouco, não?
Mauro Paulino - A diferença agora é que Lula volta a conquistar eleitores em segmentos de nível superior. Ele teve uma oscilação positiva, de 31% para 33%, mas Alckmin perdeu quatro pontos, e é o segmento onde ele tinha um melhor desempenho.Ao que se deve isso? A exposição maior dos candidatos, maior conhecimento do eleitor?
Mauro Paulino - Acredito que é em decorrência da exposição, da forma como o candidato vem se comunicando nesses últimos dias. Um indício disso é que os eleitores têm se definido também por Heloísa Helena. Ela mostrou nessa pesquisa que manteve uma linha ascendente, continuou ganhando votos.A senadora Heloísa Helena subiu dentro da margem de erro, não, foi de 10% para 12% das intenções de voto?
Mauro Paulino - Dentro da margem, mas confirmou a tendência de subida que já tínhamos detectado na pesquisa anterior.Ela, inclusive, está superando Alckmin como alternativa a Lula em todo o país - com 26% contra 23% do ex-governador paulista...
Mauro Paulino - Ela é hoje a segunda opção de voto preferencial daqueles que não pretendem votar em Lula.Isso é uma surpresa?
Mauro Paulino - É um reflexo do desempenho da Heloísa Helena nesses primeiros dias de campanha.A gente pode chegar a conclusão de que ela e o presidente Lula estão se saindo melhor, então, ao contrário de Geraldo Alckmin...
Mauro Paulino - Pode. Pelo menos nesses primeiros dias, quando os candidatos começaram a se apresentar de forma mais explícita, é nítida a vantagem, a preferência do eleitorado por Lula e Heloísa Helena. O único candidato que vem caindo é Geraldo Alckmin.O Datafolha também constatou que o interesse do eleitor pelo horário eleitoral gratuito diminuiu, ainda que tenha registrado praticamente o mesmo percentual de eleitores que dizem que devem assistir à propaganda na TV. Isso é bom ou ruim?
Mauro Paulino - Isso reflete um estado de espírito do eleitor nesse momento. A eleição hoje não é um problema que esteja entre as prioridades do eleitor - ele começa a se interessar pela eleição -, e esse interesse pelo horário eleitoral certamente deve aumentar a partir do momento que os programas começarem a ser transmitidos. Mas em relação às pesquisas anteriores, por exemplo, em 2002, a taxa dos que não têm nenhum interesse pelo horário eleitoral subiu de 38% para 43%.Os analistas dizem que quem começa a campanha na TV já em vantagem, acaba levando as eleições. É isso o que as pesquisas dizem também?
Mauro Paulino - Não gosto de estabelecer padrões, principalmente em relação à eleição presidencial, porque a gente não tem histórico muito longo no Brasil - voltamos a ter eleição direta para presidente em 1989. E, desde então, as campanhas, os processos eleitorais tiveram suas características próprias. Não creio que dê para desenhar ainda um padrão de comportamento do eleitor brasileiro em relação ao voto para presidente.O presidente Lula está com uma vantagem ainda maior em relação a Alckmin do que Fernando Henrique Cardoso tinha com ele, em 1998. Isso pode dar ainda tranqüilidade ao candidato petista?
Mauro Paulino - Ele tem hoje uma posição realmente muito tranqüila, o presidente Lula é o franco favorito para vencer a eleição e com boa chance de vencer no primeiro turno. Isso considerando a hipótese que a gente apresenta ao eleitor, se a eleição fosse hoje. É claro que tem ainda boa parte da campanha para se desenvolver e isso certamente pode sofrer mudanças, como em todas as eleições passadas se verificou mudanças durante o processo, principalmente depois do início do horário eleitoral gratuito.
BIOGRAFIA DE LULA É IMACULADA
A biografia de Lula, antes e depois da presidência, é imaculada. Os brasileiros também não merecem essa cruel ilação da oposição raivosa, que engana e induz a erro, pois em nenhum momento da história do Brasil – e da humanidade – propiciou-se tanto para tantos em tão pouco tempo,como fez o presidente Lula.
O amigo Luiz deixou este pequeno e belo texto nos comentários.
Muito obrigada!
NÃO TEM MARQUETEIRO QUE DE JEITO!


FHC tem razão quando diz que não se pode colocar todos os partidos no nível do PSDB, tem que mostrar a diferença. Ele, mais que ninguém, conhece todas as maracutaias e a corrupção praticadas pelo PSDB e seu rabo, o PFL. Desde compra de votos para a maldita reeleição dele em 1998, a assassinato de fiscais do MT em Unaí, MG, passando pela Lista de Furnas, pelos Vampiros da Saúde quando Serra era ministro, pelos Sanguessugas, ao caos na Segurança, ou melhor, na insegurança de SP do governo Alckmin. Não há falha na campanha do PSDB. Eles estão mostrando o que são, estão mostrando o que têm e o que fizeram e deixaram de fazer. A campanha do PSDB é autêntica, e por isso o Alckmin está caindo mais que chuchu em fim de feira na ladeira. Culpar marqueteiro é bobagem, não há marqueteiro que faça Alckmin subir nas pesquisas, ele é muito ruim, fez um péssimo governo em SP, engavetou 69 CPIs para não investigarem o seu governo corrupto, como fez FHC. Acabou com a educação em SP, arrochou os salários dos professores, das polícias civi e militar, diminuiu contingente da PM. Mentiu quando afirmou que o PCC não oferecia mais perigo para a sociedade, não aprovou repasse de verbas para a educação que tinha sido aprovada pela AL de SP e ainda deu ordem para a PM descer o cassetete nos estudantes que estavam fazendo manifestação contra o veto. Além do mais, Alckmin tem que explicar os desvios da Nossa Caixa, para publicidade, os 400 modelitos da Lu Alckmin (para evitar maior constrangimento ela nem aparece ao lado de Alckmin na campanha). De nada adiantam palavras, como diz FHC, que “magnetizem”, “eletrizem”: o povo sabe que é mentira, o povo sabe o que FHC e Alckmin não fizeram para o país. O povo sabe a herança maldita que o presidente Lula recebeu de FHC: desemprego, fome, miséria, apagão, juros estratosférico, risco-país a mais de 2000 pontos. O país não tinha credibilidade, não conseguia investimentos, a economia estava um caos. O povo não quer palavras eletrizantes e nem acredita mais em mentiras eletrizantes. O povo quer quem fez, quer quem faz e vai fazer muito mais, quer ações e projetos que beneficiem todos os brasileiros. Bolsa- Família, PROUNI, Luz Para Todos, investimentos como os que levaram à auto-suficiência em petróleo pela Petrobras, aos seguidos recordes em exportações, à geração de empregos, à queda dos juros, ao controle da inflação, ao aumento do salário mínimo, à queda nos preços de alimentos, ao crédito para todos, à Transposição do Rio São Francisco, à Transnordestina, aos seguros e incentivos para a agricultura, ao financiamento para casa a própria através da Caixa Econômica Federal. O presidente Lula recuperou a economia do país, o risco-país hoje, de208 pontos, é o mais baixo da história do Brasil. O presidente Lula combateu a corrupção como nunca foi feito antes por nenhum governo anterior, a Polícia Federal não dá trégua aos corruptos, prendeu juízes, delegados, políticos, empresários, desembargadores, advogados. CPIs foram instaladas, e não engavetadas, como fizeram FHC e Alckmin .Eles têm muito a esconder. FHC tem razão: não somos todos iguais!

Jussara Seixas
"É CHEGADA A HORA DE MODIFICAR A REALIDADE"
Entrevista com o jornaleiro que decidiu parar de comercializar as revistas Veja, Época e Primeira Leitura

Thaís Fernandes/fazendomedia.com

Fábio Marinho em sua banca de revistas
Trinta e três anos, jornaleiro há nove. Proprietário da banca que fica num movimentado ponto de Porto Alegre, Fábio Marinho tomou uma decisão: não vai mais vender a revista Veja. "Não é mais possível ficarmos esperando que os outros venham fazer algo por nós (...). Todos somos, de alguma forma, responsáveis pelo mundo em que vivemos". Fábio está se formando em História e comunicou sua decisão em carta enviada ao jornalista Hamilton Octávio de Souza e publicada na revista Caros Amigos de julho (leia a íntegra
aqui). Sua esperança é, como conta nessa entrevista, contribuir para que outros jornaleiros "também tenham uma tomada de consciência e percebam a importância de seu trabalho na sociedade e tomem iniciativas, por pequenas que sejam, que contribuam para pormos um fim a este avanço dos liberais, ou neoliberais, se preferir, que só tem trazido sacrifícios para a grande maioria da população". Seu endereço eletrônico é: marinho147@hotmail.com. E seu endereço físico, pra quem quiser fazer uma visita, é o número 100 da Rua Dom Diogo de Souza, Cristo Redentor.
Entrevista concedida a Marcelo Salles - salles@fazendomedia.com

Há quanto tempo você trabalha como jornaleiro?
Tenho 33 anos, sou jornaleiro há nove anos, sempre como proprietário e no mesmo ponto de venda.
Qual o perfil dos seus clientes?
O perfil de meus clientes é variado devido ao fato de minha banca ficar próximo a um terminal de ônibus que atravessa a cidade de norte a sul e na frente de uma instituição de ensino particular. Então, atendo desde o desempregado sem perspectiva até ao empresário de sucesso; atendo pessoas de todas as classes econômicas.
Por que a decisão de parar de comercializar a revista Veja?
A gota d'água que me fez parar com a Veja foi uma "reportagem" sobre o presidente venezuelano Hugo Chávez, onde ele era retratado como um tiranete, um ser exótico, só que tudo era escrito num tom muito ofensivo, sem o menor respeito por um presidente de Estado, de uma nação soberana, eleito pelo voto popular. Aí eu pensei: a Veja foi longe demais. E tomei a decisão de não vendê-la novamente. Mas era uma decisão que vinha sendo amadurecida desde a época do "escândalo" do jornalista [Larry Rother], aquele que chamou o Lula de bêbado, quando a Veja fez uma série de reportagens tentando afirmar a mesma coisa. Olha, não sou lulista, mas a Veja foi desrespeitosa naquele momento, e comecei a pensar em não vendê-la. Essa decisão foi levada a termo a partir da tomada de consciência de que não é mais possível ficarmos esperando que os "outros" - ou o Lula, ou o "salvador" - venham fazer algo por nós, e de que todos nós, de alguma forma, somos responsáveis pelo mundo em que vivemos. Então, na minha opinião, é chegada a hora de fazermos algo para modificar a realidade que nos cerca; o que eu posso fazer é isto, então fiz.
Sua decisão se estende a alguma outra publicação ou é restrita à revista Veja?A revista Época recebe um tratamento semelhante, embora há menos tempo, a partir da crise do "mensalão" (um ano, não é?). Também não sou petista, mas é fato que a revista forçou a barra, se calou durante os anos FHC e agora resolve praticar jornalismo investigativo? Dá licença! A revista Primeira Leitura também recebe tratamento semelhante, nem preciso dizer por quê, né?
Thaís Fernandes/fazendomedia.com"Não dá mais para agüentar a Veja"
Isso não pode prejudicar o seu trabalho, visto que a Veja é uma das publicações mais vendidas e que, portanto, gera grande retorno à banca?Sobre perder vendas, bem, entre ganhar dinheiro com a Veja ou perder algumas vendas e contribuir para que os meus clientes descubram a Caros Amigos, a CartaCapital, a Reportagem, fico com esta segunda opção, sem falar no componente ético que em mim é muito forte.
Você não corre risco de sofrer algum tipo de boicote pelo mercado editorial como um todo, ou pela editora Abril em especial?
Realmente não dá mais para agüentar a Veja. Olha, não temo boicote, mas estou surpreso com a repercussão. Recebi vários e-mails de pessoas me cumprimentando e elogiando minha atitude. Vamos ver como a [editora] Abril vai reagir. Se me boicotarem, espero contar com sua ajuda para denunciarmos mais uma da Abril.
O que você gosta de ler, entre livros, jornais, revistas e sítios na internet?
Estou me formando em História e, portanto, gosto de tudo que esteja relacionado à política, teoria e educação. Afora isto, gosto dos grandes escritores nacionais como Machado de Assis, Guimarães Rosa, João Cabral de Mello Neto, Érico Veríssimo, Mário Quintana. Enfim, ler é meu vício. Revistas eu não leio muito por ter pego o vício de ler um livro inteiro de um autor e tentar entender suas teses. As poucas revistas que leio são Caros Amigos, CartaCapital e Reportagem e só. Jornal aqui no sul não tem um que preste, pelo menos que eu conheça. Infelizmente não consegui leitores para o Brasil de Fato e a distribuidora cortou meu reparte, de modo que evito ler jornais. De internet eu não gosto muito não, só utilizo para correspondência e downloads.
Pelo que você observa entre seus clientes, há uma insatisfação com as publicações da grande imprensa?
Você acredita haver espaço entre os leitores para publicações com linhas editoriais que destoam da mídia hegemônica?
Pois é, já está tão difícil vender as revistas alternativas... não sei se há espaço para novas publicações. Se você já esteve em alguma edição do Fórum Social Mundial, deve ter percebido que a indignação é maior do que a gente pensa, mas daí a sustentar uma nova revista eu já não sei, minha percepção de jornaleiro é que não, mas estou vendo a situação de um ponto de observação muito restrito que é minha banca.
Por favor, esteja à vontade para acrescentar qualquer outra informação que julgue relevante.Olha, escrevi aquela carta para o Hamilton Octávio de Souza na esperança de vê-la publicada e que outros jornaleiros como eu fizessem algo parecido. A minha categoria é muito desunida e o sindicato (pelo menos aqui em Porto Alegre) trabalha para mantê-la desunida. Assim, espero que outros também tenham uma tomada de consciência e percebam a importância de seu trabalho na sociedade e tomem iniciativas, por pequenas que sejam, que contribuam para pormos um fim a este avanço dos liberais, ou neoliberais, se preferir, que só tem trazido sacrifícios para a grande maioria da população.
www.fazendomedia.com
/08/2006 - 10:00
Ministro da Defesa está "perplexo" com recusa do governador de SP

O ministro da Defesa, Waldir Pires, disse estar "bastante preocupado" com a nova onda de ataques a prédios públicos, agências bancárias, ônibus e trens no Estado de São Paulo. Após reunião no Ministério da Justiça para tratar do assunto, na tarde de ontem (9), ele também se disse "perplexo" diante do fato de "não estar havendo uma ampla parceria entre os governos federal e estadual no sentido de atuar no combate ao crime organizado naquele estado".

Segundo Pires, "temos um regime constituicional que estabelece esses pressupostos, que prevê uma participação de autoridades federais e estaduais". Ele opinou que "deveríamos somar todas as áreas dos poderes públicos para que, de forma muito consensual e participativa, pudéssemos ter a atenção das necessidades de paz e tranquilidade da população".

Em entrevista à imprensa, o ministro deixou claro que essa "ampla parceria" não consiste, necessariamente, em uma intervenção federal. "Se há parceria, é o que está, digamos assim, subjacente na letra da Constituição. Quando ela não diz especificamente que haverá intervenção, a não ser como forma de chegar a uma medida muito extrema, toda presunção é a de que o governo federal e o governo do estado estão preocupados com a vida da população e, conseqüentemente, darão as mãos".

Pires, no entanto, não descartou a possibilidade de uma intervenção federal: "Desejamos pensar que não haverá agravamento da crise, porque na realidade estamos preocupados com a população". E acrescentou: "Nós não queremos fazer nada que não seja de acordo com os órgãos constitucionais legítimos que existem em São Paulo".

O ministro reiterou ainda que o governo federal está disponível para somar esforços com as autoridades de São Paulo, no sentido de combater o crime organizado e reduzir as tensões da população. "Estamos dispostos a fazer o que estiver ao nosso alcance para que, juntos, possamos ganhar essa batalha. Nós continuamos insistindo na conveniência da parceria, na conveniência de trocarmos idéias, de estabelecermos meios de participação comum", finalizou.

VERDADE SEJA DITA!

Alckmin cai nas pesquisas e fez o risco-país cair ontem a seu nível mais baixo.
09/08/2006 - 17:58 Turismo gera três vezes mais divisas no governo Lula
A entrada de divisas na área do turismo no Brasil saltou de US$ 2 bilhões em 2002 para cerca de US$ 6 bilhões este ano, devendo em 2007 chegar a US$ 8 bilhões. A expectativa do Ministério do Turismo é de que até o próximo ano tenham sido gerados no país 1,2 milhão de empregos no setor.
Segundo a diretora da Área de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do ministério, Tânia Brizolla, a atividade turística no Brasil pode ser medida com realidades muito diferentes, antes e depois da criação do Ministério.
Em entrevista à Agência Brasil, ao final da 12a Reunião da Câmara Temática de Regionalização do Turismo, em Brasília, Tânia disse que apesar da grande diversidade de opções encontradas no país, o principal nicho que desperta atenção tanto de brasileiros quanto de estrangeiros é o litoral de 8 mil quilômetros.
Ela disse que o Rio de Janeiro, com suas belezas naturais, continua a trazer o turista estrangeiro para o país, além de Salvador, Maceió, Fortaleza e Natal.
Tânia lembrou também que o Ministério trabalha na promoção do ecoturismo, que tem como maior ponto de atração o Pantanal Sul-matogrossense, no turismo de aventura, onde se destaca uma preocupação com a questão da segurança, o rural, o de negócios e o de eventos.
Com informações da Agência Brasil
Agência Brasil (09/08/06)

Para cientistas, nenhum governo investiu mais em conhecimento

Reproduzido da Agência Brasil
"Este governo investiu e construiu os alicerces para que o país possa crescer com soberania e desenvolvimento tecnológico", disse Cerqueira Leite.
O governo Lula foi o que mais investiu em ciência e tecnologia na história do país, segundo os cientistas que participaram do encontro com o presidente nesta quarta-feira (9), em Brasília. Na reunião foram debatidos os avanços e os problemas do setor, além dos projetos que devem ser priorizados em um segundo mandato. Mais de 55 cientistas participaram da reunião. Todos eles reconhecidos nacional e internacionalmente na sua área de atuação, como os físicos Luiz Pinguelli Rosa e Rogério Cerqueira Leite

http://www.informante.net/#Cena_1
ANTES TARDE DO QUE NUNCA!

Alckmin disse que: Vai fazer um pacote anticorrupção. "Não só consertar o que aconteceu, mas evitar que aconteça", disse Alckmin. Muito bom ele fazer isso, ele deve começar por tirar da gaveta as 69 CPIs que foram engavetas por ele e pelo PSDB/PFL para investigar o seu governo em SP.Algumas das 69 são:

Constituição de CPI, composta por 5 membros, com a finalidade de, no prazo de 180 dias, investigar a existência do CRIME ORGANIZADO NA ÁREA FISCAL.

Constituição de CPI, composta por 9 membros, com a finalidade de, no prazo de 120 dias, investigar a corrupção, a sonegação e a renúncia fiscais no Est. de São Paulo.

Constituição de CPI, composta por 9 membros, para no prazo de 90 dias, investigar o funcionamento das Casas de Bingo instaladas no Estado.
Constituição de CPI, composta por 9 membros, com a finalidade de, no prazo de 90 dias, apurar eventual ocorrência de 1) fraude tributária contra a arrecadação do ICMS envolvendo a Telefonica.

Constituição de CPI, composta por 9 membros, com a finalidade de, no prazo de 90 dias, investigar a responsabilidade das autoridades responsáveis pela FEBEM, pela inexistência de medidas próprias ao equacionamento de seus problemas.

Constituição de CPI, composta por 9 membros, com a finalidade de, no prazo de 90 dias, investigar denúncias de irregularidades na CDHU. Corrupção tucana na CDHU: O TCU (Tribunal de Contas da União) também detectou irregularidades em 120 contratos da CDHU, que recebe 1% do ICMS arrecadado pelo Estado, ou seja, cerca de R$ 400 milhões. Mais uma evidência de atos ilícitos cometidos pelo PSDB paulista de Geraldo Alckmin.

Alckmin também tem que explicar os famosos 400 modelitos que sua esposa recebeu do estilista Rogério Figueiredo, os desvios de recursos da Nossa Caixa para publicidade, desvios da SABESP, a compra de parlamentares para tentar eleger o seu candidato Edson Aparecido do PSDB, para presidente da AL de SP. Fita envolve governador Geraldo Alckmin em compra de voto: Diálogo telefônico entre os deputados estaduais Romeu Tuma Jr. (PMDB-SP) e Paschoal Thomeu (PTB-SP) evidencia flagrante esquema de compra de votos na Assembléia Legislativa de São Paulo, envolvendo diretamente o governador Geraldo Alckmin (PSDB). O diálogo, gravado, ocorreu às vésperas da eleição do novo presidente da Assembléia Legislativa do Estado, vencida por Rodrigo Garcia (PFL) em 15 de março deste ano. A gravação foi divulgada em 06/07/05 em matéria da repórter Laura Capriglione no jornal Folha de S.Paulo.

Alckmin tem que ser investigado porque ofereceu regime tributário especial, por meio da Secretaria Estadual da Fazenda, que dá vazão a fragilidade fiscalizatória para a empresa Daslu, que recentemente teve sua proprietária presa pela Polícia Federal por crimes de sonegação fiscal e evasão de divisas. Vale mencionar que Alckmin esteve presente na abertura desta loja e chegou até a cortar a fita inaugural. Então Alckmin mãos a obra, faça como o presidente Lula, que não engavetou nenhuma CPI para investigar o seu governo, e está combatendo a corrupção no país como nunca foi feito.
Jussara Seixas



09 agosto 2006


09/08/2006 - 16:28
"Combate à corrupção é marca do governo Lula", diz Ferro

"O combate à corrupção é uma das marcas do atual governo. Isso nos diferencia dos tucanos. Eles hoje fazem um discurso moralista, mas é um discurso que não se sustenta no passado de impunidade e omissão". A afirmação é do deputado Fernando Ferro (PE), vice-líder do PT na Câmara, que comentou nesta quarta-feira as ações positivas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na repressão ao crime.
Para Fernando Ferro, o esforço do governo Lula no combate à corrupção "é infinitamente superior" ao da gestão passada. "Primeiro, pelas próprias ações da Polícia Federal, que tiveram extensão e quantidade muito superior no nosso governo. Depois, porque o atual governo não tem poupado aliados – diferente do que ocorreu no governo passado, quando delegados eram afastados de casos quando tentavam investigar tucanos", afirmou.
As ações Polícia Federal no combate ao crime cresceram 815% entre 2002 e 2005. Nos dois últimos anos da gestão de Fernando Henrique Cardoso, foram realizadas apenas 20 operações, com a prisão de 54 pessoas – uma média de 27 capturas por ano. Durante o governo Lula, a Polícia Federal realizou 183 operações e 2.961 prisões – uma média de 987 presos por ano. Na área específica de combate à corrupção, foram presas 1.300 pessoas (entre elas, 515 servidores públicos e 130 agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal).
Na gestão FHC, foram engavetados vários escândalos. Um levantamento elaborado pela Liderança do PT na Câmara em maio de 2005 revela que o governo passado obstruiu a instalação de várias comissões parlamentares de inquérito (CPIs). Segundo o documento, para driblar as investigações no Legislativo, a base aliada do ex-presidente lançava mão de duas estratégias: a pressão para que os pedidos de investigação não alcançassem o número de assinaturas necessárias e o esvaziamento de investigações em andamento. Confira alguns dos escândalos que tiveram as investigações abortadas ou esvaziadas pelo tucanato.
Sivam
O contrato para a criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) foi o primeiro dos vários escândalos ocorridos durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 1995, denúncias de corrupção e tráfico de influência no contrato de US$ 1,4 bilhão derrubaram um ministro de Estado e dois assessores presidenciais.
No ano seguinte, os deputados conseguiram reunir assinaturas suficientes para criar uma CPI sobre o caso na Câmara. Mas a investigação só começaria em 2001, porque parlamentares governistas obstruíram a pauta da Casa com CPIs sem importância. Esvaziada pelos aliados de FHC, a CPI do Sivam limitou-se a enviar, em maio de 2002, um relatório com informações requentadas ao Ministério Público Federal, que já acompanhava o caso.
Proer e pasta rosa
Em agosto de 1995, o Banco Central interveio nos bancos Econômico da Bahia, Mercantil de Pernambuco e Comercial de São Paulo. O senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), amigo de Ângelo Calmon de Sá, dono do Econômico, deu um ultimato ao governo para acabar com a intervenção. O presidente FHC rendeu-se à pressão e decidiu aceitar a solução oferecida por ACM: a desapropriação do Econômico pelo governo da Bahia, que assumiria o controle acionário da instituição.
Por intermédio do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer), o Econômico foi beneficiado com R$ 9,6 bilhões. Os deputados conseguiram reunir assinaturas para criar uma CPI sobre o caso em 1996, mas os aliados de FHC retardaram a instalação dos trabalhos até 2001.
Após cinco meses de investigações, o relator tucano Alberto Goldman (SP) concluiu que o “socorro” aos bancos quebrados era inevitável diante da crise vivida pelo sistema bancário. Em fevereiro de 1996, o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, já havia anunciado o fim das investigações sobre a chamada pasta rosa, que continha nomes de 25 políticos supostamente beneficiados com dinheiro do Econômico.
Precatórios
Em novembro de 1996, o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) foi o principal foco de corrupção no governo FHC. As irregularidades estavam no pagamento dos precatórios. A manobra consistia em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo, mas os aliados de FHC impediram a instalação de uma CPI para investigar o caso.
Compra de votos
Gravações telefônicas realizadas em 1997 indicam que a emenda constitucional que permitiu a reeleição do presidente FHC custou caro aos cofres públicos. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Um pedido de CPI foi apresentado em maio de 1997 para apurar o caso, mas, até o final do segundo mandato de FHC, não foi aprovado. O projeto de resolução que previa a investigação da compra de votos foi rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a partir do relatório da deputada tucana Zulaiê Cobra (SP).
Desvalorização do real
Durante a desvalorização do real, ocorrida entre janeiro e fevereiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto era de que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. O então deputado e hoje senador Aloísio Mercadante (PT-SP) propôs a instalação de uma CPI para investigar o favorecimento às duas instituições. Mas o projeto de resolução tramitou durante dois anos na Câmara e foi arquivado, depois de rejeitado pela Comissão de Finanças e Tributação da Casa. A matéria foi relatada pelo deputado tucano Custódio Mattos (MG).
Grampos no BNDES
Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) flagraram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES. Eles articulavam o apoio da Previ, a caixa de previdência do Banco do Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Por pressão do governo, parlamentares aliados a FHC retiram o apoio ao pedido de CPI, que não obteve o número de assinaturas exigido pelo regimento da Câmara.
CPI da Corrupção
Em 2001, o governo jogou pesado contra a criação de uma CPI para investigar denúncias de corrupção no governo de FHC. Aliados foram ameaçados com o corte de verbas e de cargos na administração pública. Uma tropa de choque foi articulada para evitar a chamada CPI da Corrupção. O deputado Francisco Dornelles (PPB-RJ) pediu demissão do Ministério do Trabalho e reassumiu sua cadeira na Câmara. Com isso, sua suplente, a deputada Alcione Athayde (PPB-RJ), que já havia assinado o pedido de CPI, teve o nome retirado da lista. O senador Fernando Bezerra, ao contrário, não foi exonerado do cargo de ministro da Integração Nacional. Assim, não pôde assinar o requerimento para criação da CPI, como prometera ao pedir exoneração do cargo. Para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Corregedoria-Geral da União, órgão que, na gestão tucana, especializou-se em abafar denúncias.
Caso Eduardo Jorge
O secretário-geral da Presidência da República, Eduardo Jorge Caldas, foi alvo de denúncias durante o governo FHC. As suspeitas se referiam a um suposto esquema de liberação de verbas para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo; a um caixa-dois para a reeleição de FHC; a um lobby para empresas de informática; e à manipulação de recursos dos fundos de pensão nas privatizações. No final do governo passado, a Corregedoria-Geral da União, criada por FHC, arquivou os processos contra Eduardo Jorge. Uma operação-abafa sepultou a possibilidade de criação de CPI para o caso.
“Engavetador-Geral”
Durante os anos em que esteve à frente da Procuradoria-Geral da República, na gestão FHC, Geraldo Brindeiro ganhou o apelido de “engavetador-geral da República”. Segundo informações publicadas pela imprensa, dos 626 inquéritos que passaram pela mesa de Brindeiro até maio de 2001, 242 haviam sido engavetados e 217 haviam sido arquivados. Dos 242 que estiveram parados na gaveta do procurador, 194 tinham deputados federais como réus. Outros 33 se referiam a senadores, 11 a ministros e ex-ministros e quatro ao próprio presidente FHC.
Agência Informes (www.informes.org.br)
GOVERNO LULA

quarta feira - 09/08/2006 - 14h58 Aos 207 pontos, risco-país atinge menor nível da história

O risco-país brasileiro alcançava na tarde desta quarta-feira seu nível mais baixo da história. Às 13h45, o indicador marcava 207 pontos. Quanto mais baixo o número, maior é a confiança dos investidores estrangeiros no país.Os investidores estão interessados em papéis de países emergentes porque no dia anterior o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) decidiu interromper o ciclo de aumento dos juros no país. Nações como o Brasil, com juros mais altos, remuneram melhor os investimentos.Em momentos de crise, o risco sobe. Em 2002, com a especulação sobre as eleições, o risco Brasil chegou a atingir o recorde de 2.443 pontos em 27 de setembro.
Medido pelo banco JP Morgan, o risco-país representa a sobretaxa paga por títulos de países quando comparados aos juros de papéis do Tesouro norte-americano (treasuries), considerados de risco zero.O indicador serve de referência para o mercado internacional: quanto maior, mais elevada a possibilidade de o país não honrar suas dívidas.Os governos recorrem ao mercado internacional para lançar títulos. Com esses papéis, tomam dinheiro emprestado de investidores a uma determinada taxa.Os países "competem" pelos recursos dos investidores, e a taxa de remuneração desses papéis depende do risco de cada nação.Um país que tenha um histórico de pagamentos em dia capta dinheiro a uma taxa muito inferior do que outros com problemas recentes de crédito.O banco JP Morgan criou em 1993 o Embi+ (Emerging Markets Bond Index Plus), ou Índice de Bonds de Países Emergentes, que mede o grau de risco.(Com informações da Reuters)
08/08/2006 - 19:06 Lula destaca função social das Forças Armadas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou nesta terça-feira (8) o papel das Forças Armadas na defesa da soberania, da justiça social e do desenvolvimento do país. Segundo o presidente, as Forças Armadas compreenderam bem esse desafio e se engajaram na batalha do desenvolvimento.
“A redução das disparidades regionais e sociais de nosso país só continuará ocorrendo com sucesso se os homens de fardas continuarem com a mesma determinação que hoje dedicam a essa causa”, disse Lula, no discurso da cerimônia de apresentação dos 16 novos oficiais-generais da Aeronáutica, Exército e Marinha, ao presidente da República.
“Os mesmos marinheiros que defendem a costa brasileira são aqueles que levam saúde e assistência às populações ribeirinhas, e os soldados que guardam as fronteiras são aqueles que constroem as importantes estradas do país. Os aviadores que cruzam o nosso céu representam para nossas comunidades isoladas o elo de ligação com o mundo”, afirmou Lula.
O presidente citou como exemplo a construção de pontes e o asfaltamento de trechos da BR 163, que liga Santarém, no Pará, a Cuiabá, em Mato Grosso.
“Também na duplicação da BR-101 no Nordeste, onde disputas jurídicas impediram por muitos anos a realização das obras por empreiteiras privadas”, destacou.
Com informações da Agência Brasil

08/08/2006 - 18:55 PT-SP entra com notícia crime contra Saulo de Castro
O Diretório estadual do PT-SP entrará com notícia crime na Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo contra o secretário de Segurança Pública do estado, Saulo de Castro Abreu, por calúnia, injúria, difamação e por divulgar fatos que são inverídicos para prejudicar o PT e seus filiados. O secretário, em suas declarações, vem sugerindo que o partido possui ligações com crime organizado. Saulo tenta incitar a população contra o PT e criar um clima ruim na sociedade, afirmou na tarde desta terça-feira (8) o presidente do PT Estadual, Paulo Frateschi, em entrevista coletiva na sede do partido.

“Ele tem que ser o promotor da paz, usar seu poder de polícia para combater o crime e não para combater seus adversários políticos, o que é uma lástima e uma irresponsabilidade”. Frateschi acredita que o discurso adotado por Saulo tem refletido na campanha eleitoral. Na segunda-feira (7), foi detido em flagrante na Assembléia Legislativa o subtenente da reserva, Donato Aparecido de Biagi, que distribuía panfleto com acusações de vinculação dos ataques da facção criminosa PCC com o PT, os candidatos petistas Lula e Aloizio Mercadante, e fazia campanha favorável ao candidato tucano Geraldo Alckmin. “A ação do subtenente é fruto desta incitação ao ódio que Saulo está fazendo”.Opositores ao PT estão incorrendo no mesmo crime, analisa Frateschi. “Serra cometeu (no mês passado José Serra também chegou a insinuar relações entre PT e PCC), o subtenente da reserva cometeu e Saulo cometeu. Precisamos frear isto e contar com o apoio da sociedade para dizer a eles que não é assim que se faz campanha”. As declarações estão sendo feitas, segundo o presidente, por motivações eleitorais. É necessário dialogar. “A campanha eleitoral deve ser tratada com limpeza, com propostas, com debate público”.AfastamentoFrateschi defendeu o afastamento de Saulo da Secretaria. “Para que o governador (Cláudio Lembo) preserve as prerrogativas do Estado, é necessário que afaste imediatamente seu secretário. Ele macula a imagem do Estado”, afirmou.

Em meados de julho, o PT já havia ingressado com uma notícia crime contra o candidato tucano ao governo do estado, José Serra, pelos mesmos motivos. “Buscam, na verdade, atribuir responsabilidade a quem não geriu o sistema de segurança pública de São Paulo nos últimos 12 anos”, diz nota assinada pelo presidente estadual, à época das declarações do candidato tucano.
As informações são do PT de São Paulo
LULA É IMBATÍVEL!

08/08/2006 - 20h41

Lula amplia vantagem sobre Alckmin e seria reeleito já no 1º turno, diz Datafolha
da Redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa para a Presidência, com 47% das intenções de voto contra 24% de Geraldo Alckmin (PSDB), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira (8/8). Com o resultado, Lula seria reeleito já no primeiro turno.A candidata do PSOL, senadora Heloísa Helena (AL), ficou com 12%. Cristovam Buarque (PDT) teve 1%. José Maria Eymael (PSDC), Rui Pimenta (PCO) e Luciano Bivar (PSL) não atingiram 1%. Os brancos e nulos somaram 7%, e outros 7% disseram que estão indecisos. A pesquisa ouviu os eleitores nos dias 7 e 8 de agosto (ontem e hoje). Em relação ao levantamento anterior, de 17 e 18 de julho, Lula subiu, de 44% para 47%. Alckmin teve queda, de 28% para 24%. Heloísa Helena oscilou de 10% para 12%, dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos percentuais para cima e para baixo.Segundo turnoNa simulação de segundo turno, Lula bate Alckmin por 54% a 37%, segundo a pesquisa. Na pesquisa anterior, a vantagem de Lula era de 50% a 40%.Na simulação entre Lula e Heloísa Helena, o presidente bate a candidata do PSOL por 54% a 35%.A pesquisa Datafolha ouviu 6.969 eleitores em 306 municípios de 25 unidades da Federação. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número 12.633/2006.O levantamento foi divulgado no "Jornal Nacional", da TV Globo, e será publicado na edição desta quarta da "Folha de S.Paulo".
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Aprovação ao governo cresce, diz Datafolha
Lula sobe para 47,9% e Alckmin cai para 19,7%, diz CNT/Sensus

08 agosto 2006

08/08/2006 - 14:38 Preferência nacional: Lula vence em todas as regiões, aponta pesquisa
A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira (8) mostra o bom desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em quase todos os segmentos sociais, com qualquer critério que se adote. A única exceção é entre o eleitorado mais ricos, onde o tucano Geraldo Alckmin tem a preferência.

Na simulação de primeiro turno, Lula bate Alckmin em todas as regiões: no Nordeste, por 66,6% a 11%; no Sul, por 37,5% a 27,7%; no Sudeste, por 39,3% a 21,6%; e no Norte/Centro-Oeste, por 47,4% a 22,8%.

O petista também vence nas quatro faixas de escolaridade definidas pela pesquisa: até a 4ª série do Fundamental, Lula tem 56%; de 4ª a 8ª, 45,1%; no Ensino Médio, fica com 42,7%; e no Superior, com 37,8%. A maior pontuação de Alckmin está no Ensino Médio: 25,5%.

Na categoria Renda Familiar, o presidente alcança 59% entre os que ganham até 1 salário mínimo; 45,2% na faixa seguinte (de 1 a 5 mínimos); e 38,5% na posterior (de 5 a 10 mínimos). Entre os que recebem entre 10 e 20 salários mínimos, há empate: 35% para Lula e Alckmin. Acima desse patamar, vence o tucano, com 62,5%, contra 37,5% do petista.

Rejeição menor
Segundo o levantamento, a rejeição a Lula diminuiu de 32,4% em julho para 27% em agosto. O mesmo aconteceu com Heloisa Helena, cujo índice caiu de 46,4% para 41,7%.

Já a rejeição ao candidato tucano aumentou. Entre os entrevistados, 37,6% disseram que “não votariam” em Alckmin. Em julho, eram 35,8%.

No voto espontâneo, Lula manteve-se praticamente estável. Tinha 33,5% em julho e agora tem 32,3%. Já a intenção espontânea em Heloisa Helena subiu de 1,4% para 4,6%, enquanto a de Alckmin caiu de 12,6% para 10,1%.

Para 59,3% dos entrevistados, independentemente de quem irão votar, o vencedor das eleições será o presidente Lula.

Bom governo
A pesquisa voltou a medir a avaliação positiva do governo e a popularidade de Lula – que também subiram.

Para 43,6% dos eleitores, a administração federal é ótima ou boa, enquanto 39,5% a consideram regular. Apenas 15,6% acham o governo ruim ou péssimo. Em julho, estes índices eram, respectivamente: 41%, 38,5% e 19,3%.

A avaliação positiva do governo é a maior desde dezembro de 2004 - quando chegou a 44,5% - e a quarta maior de toda a série CNT/Sensus, iniciada em julho de 2003.

Da mesma maneira, houve melhora na percepção do despenho pessoal do presidente: 59,3% aprovam e 32,5% desaprovam, contra 55,8% e 37%, respectivamente, no mês passado.

Para ler a íntegra da pesquisa, clique aqui.

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Lula sobe para 47,9% e tucano despenca 7,5 pontos

08/08/2006 - 13:33
Deputado do PFL denuncia gestão Alckmin

As irregularidades praticadas em 974 contratos do governo de São Paulo desde 1997 geraram um rombo de R$ 2 bilhões aos cofres públicos. A informação é do deputado José Caldini Crespo (PFL), presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Assembléia Legislativa do estado. Crespo é autor do pedido de uma CPI para apurar os crimes de desvio de verbas, superfaturamento e aditamentos ilegais praticados no governo de Geraldo Alckmin em vários órgãos do estado, como CDHU, DER, Nossa Caixa, Dersa e Metrô. As informações são do jornal Hora do Povo.

No requerimento de constituição da CPI, Crespo afirma que, “em muitos casos, as irregularidades foram cometidas pelo mesmo órgão público, reiteradamente e durante longo período, fatos que indicam a possibilidade de ações dolosas, premeditadas e criminosas contra o Erário e favorecendo terceiros”.

Para o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), as irregularidades da gestão Alckmin precisam ser investigadas. "Eles fazem as falcatruas deles, mas não deixam instalar uma CPI para investigar. Essa é a cara do PSDB: diz que é campeão da moralidade, mas quando fala de investigação, fecha as portas", afirmou.

Agência Informes (www.informes.org.br)

08/08/2006 - 16:35 PSB pede a cassação de Fernando Gabeira

O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, ingressa nesta terça-feira (8) com representação no Conselho de Ética da Câmara contra o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ). O documento pede a cassação do mandato de Gabeira por quebra de decoro parlamentar.Como é assinado pelo presidente do partido, o requerimento não precisa ser analisado pela Mesa Diretora da Câmara e segue direto para o Conselho.Gabeira acusou ontem o PSB de ter loteado o Ministério da Ciência e Tecnologia. O partido comanda a pasta desde o início do governo Lula.O deputado levantou suspeitas sobre a atuação de Amaral e do deputado Eduardo Campos à frente da pasta. Na época em que eram ministros, teriam liberado emendas para prefeituras comprarem ônibus para o programa de Inclusão Digital.Ao saber das acusações ontem, o presidente do PSB chamou Gabeira de "cretino" e negou as acusações. Na avaliação de Amaral, Gabeira quebrou o decoro parlamentar ao fazer uma denúncia sem provas.
Com informações da Folha Online
08/08/2006 - 16:28 MP pede pena máxima a Serra e ao PSDB paulista

O Ministério Público Eleitoral interpôs recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a aplicação de multa no valor de 50 mil Ufirs ao candidato ao governo de São Paulo, José Serra, e ao diretório estadual do PSDB, por prática de propaganda eleitoral antecipada.
O recurso contesta decisão do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), que julgou improcedente a ação contra Serra e o PSDB.
O Ministério Público argumenta que o programa veiculado pelo PSDB em rede estadual de televisão no último dia 29 de maio, das 20h30 às 20h50, representa notória violação ao artigo 36 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições).
"Sob o pretexto de transmitir programa partidário do PSDB, procedeu-se a verdadeira campanha política antecipada de José Serra, exaltando-se a figura do ex-prefeito municipal de São Paulo", diz o texto.
E continua: "Nesse programa, o próprio José Serra presta depoimento, em primeira pessoa, acerca de seus feitos e realizações, colocando-se no desafio atual de dar o melhor de si e colocar toda a sua disposição de trabalho e experiência para fazer de São Paulo um Estado cada vez melhor para se viver".
O artigo 36 da Lei das Eleições estabelece que a propaganda eleitoral somente é permitida após o dia 5 de julho do ano da eleição.
De acordo com o parágrafo 3º, "a violação do disposto neste artigo sujeitará o responsável pela divulgação da propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o beneficiário, a multa no valor de vinte mil a 50 mil Ufirs ou equivalente ao custo da propaganda, se este for maior". Uma Ufir equivale a R$ 1,0641.
Com informações do TSE
DEUS EXISTE É BRASILEIRO E AMA O BRASIL!
Bornhausen abandonará política
Presidente do PFL há treze anos, o senador Jorge Bornhausen (SC) decidiu abandonar a política. Concluído o seu mandato de senador, em dezembro, passará a dedicar-se a “atividades privadas”. Deixará também a presidência do PFL em maio de 2007. “Termino um ciclo de mandatos como presidente do partido e vou tratar da minha vida”.
Bornhausen, que já decidira não disputar um novo mandato de senador neste ano, agora radicaliza a sua decisão. Ministro por duas vezes –da Educação, sob Sarney, entre 86 e 87, e da Secretaria de Governo, nos estertores do governo Collor, em 92— o senador JURA (PSDB que ganha, e POLÍTICO que jura, é mentira pura) que recusaria até mesmo um eventual convite para voltar ao Executivo caso o tucano Geraldo Alckmin venha a eleger-se presidente da República.“Não tenho nenhuma intenção de participar do Executivo”, diz Bornhausen. “Não há nenhuma razão que me faça mudar de idéia. Já fui ministro de Estado duas vezes. Hoje, a função pública é muito carregada de percalços. E não estou mais a fim de me incomodar”. Planeja integrar o conselho consultivo de “uma ou outra empresa”. Como ex-presidente do PFL, terá um assento na Executiva do PFL na qualidade de "membro nato". Não exclui a hipótese de participar de reuniões esporáricas. E é só.
Terça, 8 de agosto de 2006, 13h25
CNT/Sensus: Alckmin cai em todas regiões

Maria Clara Cabral Direto de Brasília

Segundo pesquisa realizada pelo instituto Sensus, em agosto, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o índice de intenção de votos do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) caiu em todas as regiões. Até mesmo no Sudeste, seu reduto eleitoral, onde é mais conhecido, a diferença para agosto é de 10,8 pontos percentuais. De 32,4% das intenções de votos em julho, o percentual caiu agora para 21,6% em agosto. Já o percentual do presidente Lula, na mesma região, subiu de 36,4% em julho para 39,3% em agosto. O levantamento ouviu 2 mil pessoas, entre os dias 1º e 4 de agosto. A margem de erro máxima é de 3 pontos percentuais. A pesquisa está registrada no TSE sob número 12310 /2006.

No Nordesde, Alckmin caiu de 15,8% para 11%, enquanto Lula subiu de 62,9% para 66,6%. No Sul, em julho, o tucano tinha 32,1% das intenções de votos e agora conta com 27,7%. O presidente tinha 34,1% e agora tem 37,5%.
A pesquisa faz uma amostra conjunta dos eleitores da região Norte e Centro Oeste, onde Alckmin tinha 29,1% e cai para 22,85. Na mesma região, Lula sobe de 40,5% para 47,4%.
Na pesquisa geral, o ex-governador de São Paulo cai de 27,2% para 19,7%. Já o petista aparece com 47,9% das intenções de voto. Na pesquisa de julho, ele tinha 44,1%. Segundo o diretor do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, um dos motivos para a queda do tucano pode ser a aparição na mídia não tão eficiente quanto aos outros candidatos.
Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1091448-EI6686,00.html
ANÁLISE E COMENTÁRIOS DO MEU AMIGO ONI.
Alckmin DESPENCA VERTIGINOSAMENTE e Lula venceria no 1º turno, diz CNT/Sensus
da Folha Online, em BrasíliaO candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, CAIU, DESPENCOU, DESABOU, IMPLODIU, SAI HUMILHADO em todas as simulações da pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira.
Já o presidente Luiz Inácio "CAMPEÃO DE VOTOS" Lula da Silva continua vencendo a eleição presidencial no primeiro turno.Se a disputa fosse hoje, Lula teria 60,5% dos votos válidos, contra 24,9% de Alckmin e 11,7% de Heloísa Helena (PSOL).Na pesquisa estimulada (em que eleitor recebe uma lista com os nomes dos candidatos), o tucano despencou 7,5 pontos percentuais. Em julho, ele tinha 27,2% das intenções de voto e agora, 19,7%. O presidente, por sua vez, cresceu 3,8 pontos percentuais, passando de 44,1% para 47,9%. A candidata do PSOL também cresceu na pesquisa. Em julho, ela tinha 5,4% das intenções de votos e hoje, 9,3%.Os demais candidatos ficaram com menos de 1% das intenções de voto --Cristovam Buarque, do PDT (0,6%); José Maria Eymael, do PSDC (0,4%); Luciano Bivar, do PSL (0,2%); e Rui Pimenta, do PCO (0,1%). Os votos indecisos, brancos e nulos permaneceram estáveis, com 20,9%.Segundo turno
Num eventual segundo turno, Lula aparece com 63,8% dos votos válidos, contra 36,2% de Alckmin.Dos entrevistados, incluindo os indecisos, brancos e nulos, 52,5% votariam no presidente no 2º turno, enquanto 29,8% votariam no tucano.Neste cenário, a pesquisa revelou novamente uma queda de Alckmin, de seis pontos percentuais. Já o presidente cresceu três pontos. Numa simulação com Heloísa Helena, Lula também venceria, com 56,9% das intenções de voto, contra 22,7% da senadora. O índice se manteve estável em relação à última pesquisa, em julho.Hipóteses
O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, apontou três hipóteses para a queda de Alckmin nas pesquisas:
1- a expectativa dos eleitores de que ele não vencerá as eleições
2- o fraco desempenho de sua aparição na mídia
3- e os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em São Paulo, onde foi governador.Na região Sudeste, o tucano CAIU, DESPENCOU, DESABOU, IMPLODIU, SAIU HUMILHADO com 10,8 pontos em apenas um mês, o que justificaria a última hipótese de Guedes.A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 195 municípios brasileiros, entre os dias 1º e 4 de agosto. A margem de erro varia de um a três pontos percentuais.DatafolhaNa última pesquisa Datafolha, divulgada no dia 19 de julho pela Folha de S.Paulo, Lula aparece com 44% das intenções de voto e Alckmin, com 28%. A candidata do PSOL à Presidência vem em terceiro, com 10%.
http://www.blogdoonipresente.blogspot.com/
ALCKMIN DESPENCA LULA SOBE!

E TOME BANHO DE ÁGUA FRIA!!




08/08/2006 - 12h21mCNT/Sensus:

O Globo

Alckmin perde 7,5 pontos, Lula e Heloisa sobem
Adriana Vasconcelos - O Globo
O tucano Geraldo Alckmin perdeu 7,5 pontos percentuais na pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta terça-feira em relação à pesquisa de julho. No voto estimulado, aquela em que o entrevistador menciona os nomes dos candidatos, Alckmin caiu de 27,2% em julho para 19,7% em agosto. Já as intenções de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiram de 44,1% para 47,9% entre julho e agosto. A senadora Heloisa Helena, do PSOL, que tinha 5,4% das intenções de voto em julho, tem agora 9,3%. Indecisos, brancos e nulos somam em agosto 20,9%, contra 20,0 em julho. Com o resultado, o presisente Lula seria reeleito no primeiro turno
QUEM MANDA SÃO OS PRESOS
08/08/2006 - 09h59m SP deve liberar 10 mil presos para o Dia dos PaisFabiana Parajara e João Sorima Neto, Globo Online
SÃO PAULO - Entre 10 mil e 12 mil detentos devem ser liberados dos presídios de São Paulo a partir desta quinta-feira para passar o Dia dos Pais com a família. A saída de presos foi confirmada nesta terça-feira pela Secretaria de Administração Penitenciária. O número de beneficiados com a saída temporária representa cerca de 10% dos detentos no estado.
Apesar dos apelos do Ministério Público aos juízes para que não autorizassem a saída de parte dos presidiários, isso não deve ocorrer. A lei prevê o benefício e, para ter direito à saída temporária, mais conhecida como 'indulto', o preso precisa cumprir pena em regime semi-aberto, ter bom comportamento e ter cumprido 1/6 da pena, se for primário, e um 1/4, se for reincidente.
O promotor José Herbert Mendes, responsável pela região de Campinas, diz que o único jeito de suspender o benefício seria alegar preservação da ordem pública, o que depende da concordância e de um acordo entre os tribunais e as secretarias de Administração Penitenciária e Segurança Pública.
- Dar passe-livre aos criminosos mostra a incompetência do Judiciário para lidar com uma situação de emergência. Os atentados registrados nesta segunda são uma resposta dos criminosos ao nosso pedido aos juízes. O ataque à sede do MP mostrou isso. Nós, promotores estamos na linha de frente, sendo ameaçados. Num país sério isso não aconteceria - diz o promotor Antônio Baldin, da Vara de Execuções de São José do Rio Preto.
Baldin havia pedido que a Justiça indeferisse a saída dos 760 presos do Instituto Penal Agrícola (IPA), mas não foi atendido e os detentos serão liberados.
A decisão do Ministério Público de recomendar aos juízes que vetassem a saída temporária de parte dos presos para o Dia dos Pais é baseada nas informações de que detentos beneficiados no Dia das Mães teriam participado da primeira série de ataques a São Paulo e levado ordem de líderes criminosos para fora das cadeias.
Para promotores das Varas de Execuções Penais, a saída dos presos deveria, pelo menos, ser adiada.
O promotor José Herbert Mendes defende a suspensão do benefício. Na região de Campinas fica o complexo de Hortolândia, conhecido como 'Carandiru caipira'. No total, a região abriga 8 mil presos e pelo menos 1.200 devem sair neste fim de semana. Ele reclama que o Ministério Público está de mãos amarradas e que, juridicamente, não há como negar o benefício aqueles que preenchem todos os requisitos da Lei de Execução Penal.
- Depois desses ataques, acho que à Justiça cabe repensar o benefício institucionalmente, para todo o estado. Ele poderia ser suspenso, passado para uma outra data - afirma Mendes.
Na avaliação de Mendes, é temeroso colocar entre 10 mil e 12 mil presos na rua agora:
- A população não pode se iludir. Não há medidas efetivas de combate ao crime organizado. Infelizmente, uma solução vai demorar e novos ataques podem ocorrer a qualquer momento - afirma.
Há ainda quem defenda a saída apenas de presos que não pertencem à facção criminosa que comanda os ataques a São Paulo, pois são alinhados à facção rival. É o caso do promotor de Guarulhos, Marcos Bento da Silva, para quem o estado deveria avaliar a situação de cada presídio. Segundo ele, em Guarulhos a penitenciária do sistema semi-aberto é controlada por membros de uma facção oposta àquela que comanda os atentados.
- Esses presos se sentiriam duplamente penalizados porque eles ficariam sem o benefício por causa de seus opositores. É o tipo de situação que causa revolta. É preciso analisar cada presídio e ver quais presos têm condições de serem libertados - diz Silva.
Para o promotor, São Paulo vive uma situação especial, de exceção, com comoção pública e sensação de guerra urbana.
- Poderia haver a restrição do benefício até o controle completo da situação, quando todos os líderes estiverem isolados - diz Silva.
Para o promotor Antônio Baldin, a liberdade para os presos no Dia dos Pais vai mostrar apenas uma coisa:
- Quem está mandando são os presos.