24 junho 2006


23/06/2006 - 18:38 Alencar aceita convite de Lula para vice em chapa à reeleição
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira que deve repetir a chapa de 2002 para as eleições de outubro com o atual vice-presidente José Alencar (PRB). Durante entrevista em Chapecó (SC), o presidente questionou porque haveria de mudar seu vice, se "o time está ganhando". Ele deve anunciar neste sábado (24), durante a convenção nacional do PT, que vai sair candidato à reeleição.
Em jantar ontem à noite, o presidente fez o convite a Alencar, que aceitou. "O José Alencar é o tipo da pessoa que eu não preciso convencer e não preciso nem conversar porque ele já é o vice", afirmou Lula.
Pela manhã, o presidente nacional do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), já havia adiantado que o partido deve anunciar durante a convenção, em Brasília, o nome de Alencar para repetir a dobradinha de 2002.PT homologa
Berzoini afirmou, há pouco, que a Convenção Nacional irá votar neste sábado (24) se indica o nome do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato petista à reeleição. Também será colocada em votação a manutenção do vice-presidente José Alencar (PRB) na chapa."A candidatura de José Alencar à reeleição como vice era o caminho mais natural", afirmou. Segundo ele, a chapa não estava fechada "porque outro partido poderia pleitear". "Como isso não ocorreu e há total confiança do PT e do presidente Lula em Alencar, não havia motivo nenhum para mudar a configuração da chapa". Berzoini afirmou que, em nenhum momento, qualquer outro partido apresentou formalmente interesse em compor a chapa com Lula. E que o PT não buscou ninguém para o lugar de Alencar. Mesmo com a chapa fechada, Berzoini disse que deve haver coligações com outros partidos como o PCdoB. Mas considera difícil a aliança com PSB. "O que está definido é que o PSB apóia integralmente a reeleição do presidente Lula. A única coisa que impede a coligação formal é uma estratégia que montaram para ultrapassar a cláusula de barreiras". Segundo Berzoini, o PSB deve lançar candidato na maioria dos estados para garantir votos. "Temos hoje configurada a chapa do presidente e vice-presidente. Qualquer outra aliança formal, deve ser fechada até o dia 29 deste mês", referindo-se ao prazo final para inscrição de alianças na Justiça Eleitoral."É óbvio que seria melhor ter coligação, mas é bom lembrar que a governabilidade se dá por conta de acordos programáticos que podem ser feitos no processo eleitoral ou depois da eleição", afirmou. "Vamos ter uma pulverização de votos de novo e acho que nenhum partido vai ter maioria no Congresso", considera o secretário-geral do partido, deputado estadual Raul Pont (RS). "Claro que o Congresso é importante, mas você pode governar fazendo acordos pontuais em cada projeto e fazendo uma disputa pública das propostas para pressionar os parlamentares".
Agência Brasil

23 junho 2006



23/06/2006 - 10:35 PF continua com depoimentos para investigar lista sobre caixa 2 de Furnas
A Polícia Federal continua investigando as denúncias registradas na lista que indicava parlamentares que teriam recebido recursos de Furnas Centrais Elétricas, mais conhecida como "lista de Furnas". O documento traz o nome de 156 políticos de 12 partidos que teriam recebido doação ilegal, por meio de caixa 2. A maioria dos parlamentares citados era da base governista do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Uma equipe da PF colhe novos depoimentos em Minas Gerais para avançar na investigação. Na semana passada, foi atestada a autenticidade do documento e das assinaturas, mas ainda não há comprovação sobre o seu conteúdo. Segundo a assessoria da PF, até agora nenhum parlamentar está sendo investigado no caso. Contudo, caso a investigação encontre indícios de que houve beneficiado de políticos, a Polícia Federal pode solicitar apoio do Ministério Público para obter novas informações, desde que haja autorização do Supremo Tribunal Federal (STF). Isso porque os parlamentares possuem foro privilegiado.A lista de Furnas foi divulgada em outubro de 2005 e tinha a assinatura do ex-diretor de Engenharia da estatal Dilmas Toledo. Em depoimento na CPI, Toledo negou e acusou o loobista Nilton Monteiro, o autor da lista. "É montagem ou falsificação", disse Toledo. A perícia da Polícia Federal agora mostrou que a assinatura do documento era mesmo de Dimas Toledo. O relatório final da CPI dos Correios chega a citar que a lista era uma falsificação, mesmo sem dar dados objetivos para esta conclusão.
Agência Brasil

SEGURANÇA DE ALCKMIN DO PSDB

Ameaça põe presídios em alerta

Possibilidade de novos ataques do PCC muda rotina de agentes
Chico Siqueira
O sistema prisional paulista entrou em alerta ontem como prevenção a possíveis ataques do Primeiro Comando da Capital (PCC) contra agentes penitenciários. Diretores dos presídios recomendaram aos agentes que adotassem medidas de segurança para se proteger.Na noite de anteontem, a Polícia Civil confirmou as ameaças feitas pelo PCC, de assassinar os agentes como protesto contra a situação de seus homens, que estariam feridos e sem atendimento nas unidades de Mirandópolis, Itirapina e Araraquara, e contra a restrição das visitas na P-2 de Presidente Venceslau.A mesma ameaça já tinha sido feita na segunda-feira por presos do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, na capital. Na quarta-feira, a Polícia Civil interceptou ligações de presos na Grande São Paulo confirmando as ameaças e imediatamente repassou as informações aos diretores de presídios, que alertaram os agentes."Pedimos que eles evitem ficar reunidos em frente das unidades, que dêem caronas para não ir embora sozinhos, que não parem em bares e lanchonetes e façam outros caminhos de volta para casa. Eles devem ficar bem atentos", disse o diretor de uma penitenciária do oeste paulista. Segundo ele, é quando vão ou voltam do trabalho que os agentes estão menos protegidos. "Pode ser que essas ameaças não se concretizem, mas temos que nos precaver."GREVEEm algumas unidades do interior, como o CDP e Instituto Penal Agrícola (IPA) de São José do Rio Preto e a Penitenciária de Riolândia, funcionários vão entrar em greve hoje de manhã. A paralisação será feita por servidores administrativos, enfermeiros, médicos, motoristas e profissionais de outras categorias que não receberam o abono de R$ 400,00 repassados os agentes de segurança no mês passado.Esses profissionais representam cerca de 30% do total de 21 mil servidores do sistema. Como não conseguiram avançar nas negociações com a SAP para ter direito ao mesmo repasse nas últimas duas semanas, decidiram pela greve por tempo indeterminado. No dia 27, eles vão se reunir com o secretário Antonio Ferreira Pinto para novas negociações

GOVERNO LULA

Folha de São Paulo (23/06/06)
Governo inaugura hoje sua superprisão
José Maschio para a
Folha de São Paulo
O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, inaugura hoje, em Catanduvas (438 km a oeste de Curitiba), a primeira penitenciária federal do país. A principal característica é que o regime de segurança será o mais rígido do Brasil, superando o RDD (Regime Disciplinar Diferenciado) adotado em três prisões do Estado de São Paulo -até agora o mais rigoroso. No RDD federal, os presos terão banho de sol dentro da própria cela, em um compartimento que será aberto em horário determinado pela direção, e o banho será de três minutos e em horário também determinado pela direção -a água sairá de um buraco no teto. Outra novidade é que os funcionários deverão usar microfone de lapela, e as conversas entre eles e os presos serão controladas pelo sistema de monitoramento interno.
GOVERNO LULA
FINANCIAL TIMES
23/06/2006


Invenção brasileira planta a idéia de cultivar combustível nos campos
A "era da agro-energia" chega com um óleo diesel enriquecido por vegetal
Jonathan Wheatley
O segundo de uma série de testes industriais de uma forma modificada de diesel teve um resultado extraordinário.Na refinaria Presidente Getúlio Vargas em Araucária, no sul do Brasil, estiveram esta semana o presidente, dois governadores de estado, três ministros, três embaixadores e vários senadores e deputados federais, juntamente com o presidente e centenas de funcionários da Petrobras -o grupo de petróleo de propriedade do governo-, suas famílias e moradores.Houve muita pompa e muitas trocas de terno para macacão e vice-versa. Um dos motivos não tinha nada a ver com o diesel: Luiz Inácio Lula da Silva vai declarar neste fim de semana sua candidatura para as eleições de outubro e está aproveitando todas as oportunidades para inaugurar tudo o que puder, antes que seja impedido de misturar deveres presidenciais com campanha eleitoral, a partir de 1º de julho.Mas o novo diesel merece atenção. A Petrobras o chama de H-Bio, e Roberto Rodrigues, o ministro da Agricultura, diz que ele anuncia "a construção de uma nova era, a era da agro-energia".


O H-Bio usa óleo vegetal, mas não deve ser confundido com o biodiesel, o combustível verde que já é amplamente usado no Brasil e em outros lugares.O H-Bio usa um processo em que óleo vegetal refinado feito de soja, girassol e diversas outras fontes é misturado com óleo diesel mineral comum durante o processo de refino, para produzir um diesel que em termos práticos é indistinguível de qualquer outro, mas tem qualidade superior à do que é normalmente produzido no Brasil.O processo foi desenvolvido pela Petrobras nos últimos 18 meses, e seus detalhes, atualmente tema de um pedido de patente, são mantidos em segredo.Mas ele é barato. A maior parte dos US$ 38 milhões que a Petrobras pretende investir na fase inicial da produção em três refinarias, neste ano e no próximo, será gasta em armazenamento e linhas de abastecimento.Durante os testes, o óleo vegetal está sendo misturado com diesel mineral em uma proporção de 18%. Na produção a quantidade vai variar inicialmente entre 10% e 15%. O plano, em sua primeira fase, é utilizar 256 mil metros cúbicos de óleo vegetal por ano, o suficiente para substituir importações de óleo diesel no valor de US$ 145 milhões. O volume aumentaria para 425 mil m3 em 2008, substituindo importações de diesel no valor de US$ 240 milhões.Os números não são enormes. No início, o H-Bio vai representar apenas 1% a 1,5% do óleo diesel consumido no Brasil. Mas suas implicações podem ser revolucionárias.Como o biodiesel ou a tecnologia flex de combustível -que permite que os motoristas decidam no posto se abastecem com gasolina ou álcool e está presente em quase todos os novos carros vendidos no Brasil-, o H-Bio coloca o país na vanguarda do desenvolvimento de combustíveis verdes, alternativos.Enquanto o sistema flex dá liberdade de opção aos consumidores no momento da compra, o H-Bio vai um passo além e não exige qualquer modificação no motor."Em 15 anos estaremos vivendo em um mundo de combustível diferente", diz Jean-Paul Prates, analista da indústria no Rio de Janeiro. "Uma grande parte da economia dos combustíveis fósseis são os custos de transporte. Agora existe uma alternativa e, se ela crescer, a geopolítica dos combustíveis vai mudar completamente. Até o Iraque e a Arábia Saudita vão perder seu predomínio."A idéia de que óleos combustíveis possam ser plantados nos campos, em vez de extraídos do subsolo, é atraente.O impacto imediato poderá não ser grande. O ministro Rodrigues diz que o uso de soja para biodiesel e H-Bio, por exemplo, representará 2% da safra brasileira para começar, aumentando para 4% a partir de 2008.Mas, embora o Brasil não tenha planos para exportar o combustível H-Bio, pretende ganhar royalties exportando sua tecnologia. As implicações poderão ser abrangentes. "Imagine o que os EUA poderiam fazer colocando óleo de soja no petróleo cru", diz Rodrigues. "Estamos abrindo novos horizontes para a agricultura e para a indústria de petróleo."
ALCKMIN ANJO EXTERMINADOR!
Ontem muito contra a vontade do meu marido, assisti o programa do PSDB, com o Alckmin como principal ator. Pude ver a auréola sobre a careca de Alckmin, as asas de anjo, e aquele semblante de candura. Fiquei pasma e pensei, "é um anjo". Anjo Alckmin, da Opus Dei, das 67 CPIs engavetadas, da compra de votos para tentar eleger o Aparecido do PSDB presidente da ALSP, dos 400 modelitos da Lu Alckmin, das publicidades feitas com o dinheiro da Nossa Caixa, da Sabesp. Anjo Alckmin que consta na lista de Furnas como tendo recebido R$ 9 milhões do Dimasduto da estatal de Furnas. Anjo Alckmin que mandou a PM bater em estudantes que faziam manifestação, que sucateou a policia de SP, que reduziu o número do contingentes da PM, que deu um arrocho imenso nos salários das policias, dos professores. Anjo Alckmin que no exercício financeiro de 2003 o Estado de São Paulo, atingiu um déficit (receita menos despesa) em suas contas de mais de 572 milhões de Reais. Anjo Alckmin que extinguiu cursinho pré-vestibular gratuito (Pró-Universitário), deixando de investir R$ 3 milhões e impediu a matrícula de 5.000 alunos que agora estão muito mais longe da formação superior graças ao PSDB. Anjo Alckmin que devido à incompetência, o Hospital Sapopemba tem aproximadamente 90% de seus leitos desocupados e quase todos desativados. Anjo Alckmin que abandonou a segurança de SP nas mãos do crime organizado, seqüestros, assaltos, arrastões em condomínios, mortes, furtos de veículos, rebeliões, fugas em massa nos presídios, na FEBEM, acordos, negociatas com os chefes do PCC. Anjo Alckmin que com o Serra promessinha disse que iriam trabalhar juntos desde a "primeira hora", para fazer SP a capital dos sonhos. Nem um e nem outro fizeram nada, nem juntos nem separados, a ainda entregaram SP nas mãos do corrupto e incompetente PFL. Uma coisa me deixou intrigada, porque o Alckmin estava usando a camisa azul do Serra? Parece coisa de confraria, tipo a KKK, TFP, quando aparecem em publico vestem o uniforme. Anjo Alckmin, só se for anjo exterminador.

22 junho 2006

21/06/2006 - 14:57 Lista de Furnas desmente Serraglio e CPI dos Correios, afirma Dr. Rosinha
A confirmação da autenticidade da chamada Lista de Furnas desmente as conclusões do relatório final da CPI dos Correios, cujo texto afirma que a falsificação do documento teria sido "comprovada" pela comissão.

Na última semana, a Polícia Federal divulgou o resultado da perícia do Instituto Nacional de Criminalística sobre os originais da lista —documento que registra um caixa-dois de R$ 39,9 milhões distribuído a 156 políticos de 12 partidos nas eleições de 2002. Do total de políticos citados, 86 são do PSDB ou do PFL.
SEIS MESES DO ANO DE 2006

Esses seis meses do ano de 2006 mostrou o desespero, incompetência político-administrativa e agonia da oposição. Desespero porque eles sabem que Lula será reeleito, sabem porque embora não revelem, eles têm consciência do que o governo Lula fez de bom pelo país e pelo povo brasileiro. Sabem que o governo Lula tem mais de 60% de aprovação da população, e que essa aprovação não se deve às propagandas do governo, mas ao fato de que o povo sabe que foi beneficiado de fato, e não há como contestar essa realidade. O desespero da oposição em saber que ficará mais 4 anos fora do poder está fazendo com que eles ultrapassem os limites da democracia, do ridículo e da razão. Houve de tudo nesses seis primeiros meses de 2006: tentativa de impeachement do tucano presidente da OAB, passeata de dondocas despirocadas, a hilária e inédita greve de fome de Garotinho, o pedido descarado de ACM pelo fim da democracia e volta da ditadura militar, etc. etc. A CPI do Fim do Mundo, desesperada para conseguir provas contra o presidente Lula, só faltou chamar para depor os espíritos malignos do outro mundo, porque os deste ela providenciou todos. A histérica Heloisa Helena, sabiamente expulsa do PT, que antes aparentava ter horror ao ACM, à corja do PSDB/PFL e a tudo de ruim que eles representam, hoje revela que na realidade eles são a sua paixão e devoção, está unida a eles como unha e carne, até nas ameaças físicas ao presidente. O desespero deles faz com que usassem a tribuna do Congresso Nacional, não para apresentar propostas de melhora da vida do povo brasileiro e nem para apresentar projetos que favorecessem o crescimento do país, eles usaram a tribuna do Congresso para destilar todo o ódio que sentem, porque o presidente Lula, apesar deles, conseguiu fazer deste país um pais de todos, com desenvolvimento, investimentos, geração de empregos, diminuição sensível da miséria. O desespero deles deve-se também ao fato de que o presidente Lula mostrou o quanto o governo de FHC foi ruim para o país, foi nocivo para o povo brasileiro, e os candidatos deles, tanto para a presidência, Alckmin, como para o governo de SP, Serra, são cópias pioradas (por impossível que pareça) de FHC, são crias de FHC e de tudo de mal que ele representa. O desespero é tão visível que eles escolheram para vice do Alckmin o ex-ministro do apagão de FHC, José Jorge; é ou não é uma demonstração de desespero e incompetência? Ficou demonstrado que Roberto Freire, do PPS, que se diz de esquerda, socialista, é um embuste, pois se une ao PSDB/PFL, direita radical: isso é ridículo, imoral, enganou alguns inocentes úteis durante décadas. Ficou demonstrado que a incompetência deles é gritante, pois o governo de SP, do PSDB/PFL, não consegue conter a violência, não consegue conter rebeliões, fugas, mortes de presos, ataques de facções criminosas, e claramente faz acertos, acordos, negociatas, com os chefes dessas organizações. Cedem a todos os pedidos de regalias, como TVs, celulares, transferências, visitas, tudo em troca de uma fictícia e enganosa segurança da população de SP. O desespero deles é tão grande que Serra, após ter prometido, jurado, assinado compromisso público de não abandonar a prefeitura nas mão do Kassab, ex-secretário de finanças do Pitta, o fez sem nenhum pudor; e a mídia, em uma demonstração de total parcialidade com a oposição, não deu ao fato escandaloso a devida atenção. Como se fosse natural promessas não serem cumpridas, palavras não serem honradas. Por outro lado também podemos entender que a palavra de Serra não vale nada, nunca valeu: como confiar nesse homem sem palavra para governar o Estado de SP? Esses xingamentos, ofensas, ameaças ao presidente Lula mostram a agonia política da oposição, sem propostas para um governo melhor do que o governo Lula (aliás, nunca tiveram, e a prova está na desgraça que foram 8 anos de FHC), por isso xingar para eles é o que resta fazer. O governo de FHC foi marcado por corrupção, omissão, negligência, descaso, escândalos e mais escândalos, pela compra de votos para a reeleição, passando pelo Dimasduto de Furnas, pelo PROER dos Bancos, pelas privatizações escusas e pelo engavetamento de todas as CPIs para investigar as maracutaias engavetadas. Agonia política demonstrada pelos discursos vazios, sem pé nem cabeça, sem propostas, do Alckmin e do Serra. Eles não podem citar nada do governo FHC para comparar com o governo Lula, perdem feio, como não podem usar o governo de FHC como parâmetro do que eles vão fazer, e eles fariam igual e até pior; se falarem, não se elegem nem para vereador. Mas esses 6 meses de 2006 também revelaram que o presidente Lula é o melhor presidente do Brasil em todos os tempos, revelaram que o povo brasileiro é Lula de norte a sul do país, revelaram que o povo não é bobo, e revelarão que xingamentos, caras feias, ameaças, são armas de nefastos incompetentes. Por isso é que o povo vai de Lula outra vez, sem medo de continuar a ser feliz.
Jussara Seixas
GOVERNO LULA

Folha de São Paulo (21/06/06)

Crédito imobiliário bate recorde na Caixa

A Caixa abriu os cofres para o crédito imobiliário. Nos primeiros seis meses, as aplicações em habitação já atingiram o recorde de R$ 6,1 bilhões, o dobro do mesmo período de 2005. A previsão é fechar o ano com um total de R$ 11 bilhões, um resultado bem superior aos R$ 9 bilhões do ano passado e também acima da meta de R$ 10,3 bilhões. A Caixa estuda até um reforço suplementar de verba nas suas linhas do crédito imobiliário. Segundo Jorge Hereda, vice-presidente de Habitação da Caixa, esse aumento dos empréstimos imobiliários se deve a um trabalho de planejamento da instituição para incentivar o setor, além do ambiente favorável que predomina hoje na economia. "Tanto que vamos continuar aumentando os financiamentos no ano que vem", diz.
GOVERNO LULA COMBATE A SONEGAÇÃO DE IMPOSTOS


22/06/2006 - 11:35 Arrecadação federal atinge cifra recorde no mês

A Receita Federal informou, nesta quinta-feira, que o governo federal arrecadou R$ 28,720 bilhões em maio, cifra recorde para o mês.
O valor é 2,82% superior aos 27,934 bi de reais recolhidos em igual mês de 2005, segundo dados corrigidos pela inflação.
No ano, a arrecadação soma R$ 155,065 bi, 2,70% acima dos R$ 150,993 bi em igual período de 2005.
Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Agência Reuters
Carta aberta ao senador Arthur Virgílio

Vi com perplexidade o depoimento de V.Exa. na tribuna do Senado na noite de ontem. Mais uma vez utilizando-se de bravatas e agora numa atitude de chantagem explícita, o senhor desafia o Ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, a derrubar o laudo da Polícia Federal que atesta a autenticidade da “lista de Furnas” num prazo de 24 horas, caso contrário “ele vai ver o que é bom prá tosse”. Fica clara a tentativa do senador em tentar evitar a apuração das denúncias de caixa dois tucano nas eleições de 2002.

Desde o aparecimento das cópias da famosa lista, V,Exa. e vários outros tucanos de alta plumagem, tentam desqualificá-la, assim como tentaram fazer com a lista de Cláudio Mourão, que além de demonstrar o imenso caixa dois na campanha à reeleição do então governador Eduardo Azeredo, mostrou a utilização na mesma de recursos públicos oriundos de empresas estatais e o nascedouro do valerioduto. A tática foi a mesma utilizada agora: desqualificar o denuncinte, falar em falsificação e, quando da comprovação da autenticidade da assinatura e de que não houve montagem, tentar se passarem por vítimas de perseguição da Polícia Federal.

O senhor senador que ameaçou até bater no presidente, me processar, dar prazo de 24 horas para o ministro dizer que a lista é falsa, não mostra a mesma valentia contra o autor da lista. Se, como diz V.Exa. a lista é falsa, a responsabilidade é somente dele, afinal o laudo comprova ser verdadeira a sua assinatura e também não haver montagem. Porque então não processa o Sr. Dimas Toledo? Estaria o senador com medo da verdade?

A bravata e a chantagem de V.Exa., na tentativa de intimidar e sufocar a apuração, pode acabar sendo um tiro no pé. Que Furnas, através de Dimas Toledo, sempre foi utilizada como fonte de arrecadação para as campanhas tucanas, todos aqui em Minas já sabiam, embora até então não fosse ainda comprovado. Era um verdadeiro segredo de polichinelo. Resta agora à PF tornar público o laudo e avançar nas investigações. O ministro é um homem honrado e a Polícia Federal tem atuado com total isenção e liberdade. Nunca se apurou tantos crimes como agora, coisa impossível de acontecer em governos tucanos, que se especializaram em varrer a sujeira para debaixo do tapete..

Por fim, é bom se lembrar que Nilton Monteiro falou que além do original da “lista de Furnas”, já apresentado e periciado como verdadeiro, ele possui recibos assinados pelos beneficiados pelo esquema. E é bom não duvidar pois, foi através de suas denuncias, que se desbaratou o grande esquema de corrupção do então governador capixaba (também tucano) José Ignácio e se mostraram mentirosas as versões de Cláudio Mourão, Eduardo Azeredo e agora Dimas Toledo. A verdade virá à tona!

Rogério Correia
Deputado estadual
2º vice-presidente da ALMG
GOVERNO LULA


22/06/2006 - 11:01

Desemprego cai em todo país; renda do trabalhador tem alta de 7,7%

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quinta-feira (22) revela que a taxa de desemprego caiu em todo o país no mês de maio. O levantamento apontou queda de 0,2 ponto percentual em relação a abril, ficando em 10,2% da população economicamente ativa do país.
O quadro é de estabilidade na comparação com maio do ano passado, quando foi verificada a mesma taxa de desocupação.Por outro lado, houve aumento no rendimento médio real dos trabalhadores (descontada a inflação). O valor passou de R$ 1.012,50 em abril para R$ 1.027,80, em maio.
A alta é de 1,3% em relação ao mês passado, mas chega a 7,7% na comparação com o mesmo período de 2005. Este é o décimo primeiro mês consecutivo em que a variação anual dos rendimentos é positiva.A pesquisa mostra que também cresceu o número de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado. O aumento foi de 6,7% em relação ao número apurado em maio do ano passado. Houve alta em cinco das seis regiões pesquisadas.O número de pessoas ocupadas em serviços prestados à empresa, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira registrou crescimento de 6,3% na comparação com o mesmo mês de 2005. Em relação a abril, a taxa ficou estável. A Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE mede a relação entre ao mercado e a força de trabalho no país. O levantamento é realizado mensalmente nas seis principais regiões metropolitanas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte. São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho, disponíveis, e tomaram alguma atitude para conseguir trabalho nos trinta dias anteriores à entrevista.
Agência Brasil

21 junho 2006

GOVERNO LULA

21/06/2006 - 14:17 Governo Lula já criou 4,2 milhões de empregos
O Brasil gerou, em maio, 198.837 empregos com carteira assinada. A expansão em todos os setores da economia é atribuída, entre outros fatores, ao aumento consumo, devido à elevação da massa salarial, e ao declínio da taxa de juros.

De janeiro a maio de 2006, foram criados 768.343 postos de trabalho, resultado bem próximo ao registrado nos cinco primeiros meses de 2005, quando o número de empregos celetistas foi de 770.767. Nos últimos 12 meses, foram geradas 1.251.557 vagas. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregos, do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados hoje pelo ministro Luiz Marinho.

Desde janeiro de 2003, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou posse, já foram criados perto de 4,2 milhões de postos formais de trabalho, o que mantém a média de mais de 100 mil empregos por mês.

Segundo o ministro, em 2006, o total de empregos gerados deverá ficar entre 1,3 milhão e 1,4 milhão.

“Teremos uma economia melhor do que a do ano passado, em função de um crescimento mais robusto do PIB. A geração de emprego não irá acompanhar esse crescimento na mesma proporção, mas haverá um ganho de produtividade. E crescimento de emprego associado a ganho de produtividade torna a economia brasileira mais consistente, de forma sustentável, o que a fortalece perante o mercado internacional”, disse.

Em maio, o setor que mais gerou empregos foi a agricultura (+ 55.077), seguida do setor de serviços (+ 52.335), que teve o maior desempenho no ramo de comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviços técnicos e profissionais, com a criação de 17.776 empregos com carteira assinada.

Já a indústria de transformação ficou em terceiro lugar na geração de postos de trabalho (+ 48.764). O Caged registrou crescimento em dez dos 12 segmentos que compõem o setor industrial, com destaque para a indústria de produtos alimentícios (+ 38.147).

O comércio respondeu pela criação de 21.080 empregos celetistas, enquanto a construção civil apresentou o maior saldo para o mês de maio: + 16.282 empregos.
Em termos geográficos, o crescimento foi maior na Região Sudeste, que abriu 155.557 vagas, e na Região Nordeste, que gerou 28.589 empregos.

Os Estados com melhor desempenho foram São Paulo, com a criação de 87.115 vagas, e Minas Gerais, com 48.116.

O conjunto das nove regiões metropolitanas (BA, CE, MG, PA, PE, PR, RJ, RS e SP) foi responsável, em maio, pela ampliação de 50.315 vagas. O melhor resultado foi verificado na Grande São Paulo (+ 21.501 empregos), seguida da Região Metropolitana de Belo Horizonte (+ 9.991 postos) e do Rio de Janeiro (+ 5.980 empregos).

Nos municípios não metropolitanos desses Estados, houve elevação no nível de emprego em maio (+ 128.894 postos), comparado ao mês anterior. Isso se deve à sazonalidade positiva da agroindústria nesses municípios.
GOVERNO LULA

BRASIL UM PAÍS DE TODOS

21/06/2006 - 09:35

ProUni: Negros são mais da metade dos bolsistas no segundo semestre
Dos bolsas concedidas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), 22.010 são para alunos que se declararam negros. Além das inscrições gerais, o programa preencheu a grande maioria das vagas destinadas a alunos cotistas para o segundo semestre. Das 13.898 reservadas aos negros, indígenas e pardos, sobraram apenas 425 – cerca de 3%.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, lembra que o dado das vagas de cotas não é suficiente para mostrar o interesse desta população pelo programa, já que eles não são obrigados a se inscrever como tal. Portanto, o número de alunos pertencentes a estes grupos étnicos é maior. Ele mencionou o fato de mais da metade dos bolsistas terem se declararado negros.No caso dos índios, o número de aprovados foi bem menor que na seleção de 2005, que registrou 527. Haddad explica que houve mudança no modo de avaliação da declaração de raça, devido a queixas recebidas no ano passado. "Foi aberto um campo em que o autodeclarado indígena tinha que informar a língua e a região de onde provinha. Isso fez cair o número de selecionados". De acordo com ele, o procedimento foi adotado em comum acordo com a Funai (Fundação Nacional do Índio) e com os órgãos internacionais que lidam com o assunto. O ministro informou ainda que a metodologia havia sido adotada no primeiro processo seletivo deste ano. "Isso foi feito para justamente inibir a autodeclaração de indígenas, já que é mais difícil de constatar, na presença da pessoa, se a informação procede ou não".Independentemente da autodeclaração, todos os inscritos devem preencher alguns requisitos, como nota mínima de 45 pontos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e renda familiar de no máximo R$ 525.O ProUni oferece ao todo 47.059 bolsas em universidades particulares para o segundo semestre, das quais 93% foram preenchidas na primeira seleção – haverá outra. O governo já disponibilizou 138.668 neste ano e mais de 250 mil ao todo.
Agência Brasil
GENTINHA SEM PALAVRA
Esses malandros não tem palavra mesmo! Serra prometeu, jurou, assinou compromisso de não deixar a prefeitura de SP nas mãos do Kassab do PFL e o fez sem nenhum pudor. Roberto Freire PPS, fez a mesma coisa disse que abandonaria a vida política, faz o maior discurso, e horas depois diz que vai ser suplente do Jarbas Vasconcelos. Que gentinha sem palavra!

20/06/2006 - 20h01
Freire recua da decisão de deixar vida pública e decide ser suplente de senador
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ANDREZA MATAIS da Folha Online, em Brasília
Depois de afirmar para a Folha Online que não iria mais disputar eleições por estar desanimado com o quadro político, o presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire (PE), resolveu aceitar convite para ser suplente de Jarbas Vasconcelos, ex-governador de Pernambuco, que vai disputar uma chapa para o Senado.Freire disse que recebeu a proposta depois de conversar com a Folha Online. "Depois que falei com você conversei com o Jarbas e ele me perguntou o que iria fazer. Disse que não tinha vontade de disputar a eleição e ele levantou a possibilidade de eu ser o suplente. Aceitei", contou.
GOVERNO LULA

"O resultado dessa pedra fundamental daqui a um ano será lançado, gerando emprego, gerando produção agrícola, gerando combustível novo", afirmou. "E isso é tudo o que o povo brasileiro precisa: paz, tranqüilidade, muita democracia, emprego, educação, distribuição de renda e cultura. Se nós conseguirmos oferecer isso podemos morrer que o nosso lugar no céu está garantido."
Luiz Inácio Lula da Silva

GOVERNO PSDB/PFL

Descaso deixa ruas de São Paulo às escuras
O descaso da Prefeitura deixa ruas de São Paulo às escuras e agrava o problema da segurança na capital. A deficiência na iluminação pública favorece a ação dos marginais e faz com que o paulistano mude sua rotina. A população enfrenta o problemas tanto na periferia quanto em bairros como Higienópolis, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Vila Nova Conceição e Campo Belo. Paulo de Freitas, morador da rua Fiandeiras, na Vila Olímpia, descreve a sensação de insegurança. Já o secretário municipal de Serviços, Antonio Marsília Neto, promete que haverá melhoria no serviço após publicação de edital e contratação de novas empresas. A reportagem da JP circulou pela região de Higienópolis e verificou que caminhar depois do pôr-do-sol virou um motivo de preocupação. Ouça. Serra /Kassab


Presídios de SP continuam destruídos
Diversos presídios do estado de São Paulo continuam destruídos, mais de um mês após o início das rebeliões provocadas pelo PCC. A pior situação é na penitenciária de Iaras, onde os presos estão abrigados em uma oficina pois as telhas foram quebradas durante a megarrebelião em maio. Alckmin/PFL/PCC

MÍDIA SAFADA


TJ condena Editora Abril a pagar R$ 250 mil

O Tribunal de Justiça condenou, nesta terça-feira, a Editora Abril, responsável pela revista Veja, a pagar indenização de R$ 250 mil, por danos morais, aos ex-proprietários da Escola Base. Foram beneficiados o casal Icushiro Shimada e Maria Aparecida Shimada e o motorista Maurício Monteiro de Alvarenga, apontados em reportagens como envolvidos em abusos sexuais contra menores matriculados na escola. Civita


http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/noticias/ultimasnoticias/#86789

Petrobras prevê economia de US$ 240 mi com novo diesel

A Petrobras lançou ontem um novo óleo diesel obtido a partir de óleo vegetal e diesel mineral, o H-Bio. O presidente Lula participou do teste de obtenção do produto na Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas), em Araucária, região de Curitiba.Ainda em fase de testes e sem custo de referência para o mercado revelado pela empresa, o produto chega às bombas de consumo ainda neste ano. Postos da BR Distribuidora da região de Belo Horizonte (MG) serão os primeiros a receber o produto, com 1% do volume total de diesel distribuído na região.Para o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, deve ser considerado o novo passo da companhia na direção da independência da importação de diesel, ainda elevada, segundo ele.A Petrobras projeta economia de US$ 240 milhões, para 2008, com a redução de 25% do volume de diesel importado hoje (neste ano, a empresa estima a importação de 1,709 milhão de metros cúbicos de diesel). Para isso, serão necessários 425 mil metros cúbicos de óleo vegetal na mistura.A Petrobras está investindo US$ 38 milhões na obtenção do H-Bio. A soja terá preferência no abastecimento das refinarias, mas os testes mostraram que mamona, girassol, dendê e algodão também podem ser utilizados.O H-Bio é apresentado como um combustível mais limpo por liberar menos partículas de enxofre, além de apresentar as características normais do diesel. Ele já pode ser obtido em refinarias equipadas para hidrotratamento do enxofre. Segundo a definição do engenheiro responsável pela pesquisa, Jefferson Roberto Gomes, hidrotratamento é o processo de bombardeio das moléculas do óleo com hidrogênio, para fragmentação e, como conseqüência, combustão.Para uma platéia de cerca de 1,5 mil pessoas, na maioria funcionários da Repar, Lula disse que, por investimentos como este, daqui a 10 ou 15 anos, ""o Brasil irá se transformar no país mais importante quando se trata de energia renovável". "Ninguém vai poder competir com o nosso país". Ainda conforme Lula, o país criou um combustível ""que gera mais emprego, é menos poluente [...]", comparando o processo de obtenção do H-Bio com a dificuldade de extração de petróleo.
Contratos da Transpetro chegam ao preço internacional
A Transpetro conseguiu reduzir em 16,2% ou US$ 257 milhões o preço inicial ofertado pelos estaleiros para a construção de 16 dos 26 navios da primeira etapa do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Segundo o presidente da Transpetro, Sergio Machado, o maior preço negociado está apenas 4% acima do equivalente no mercado internacional e o menor valor situa-se 2% abaixo dos praticados no exterior. Parte da conquista deve-se à negociação do preço do aço fabricado no Brasil, que superava o valor de mercado externo em até 30%. A Transpetro conseguiu reduzir este valor em 20%, o que contribuiu para a redução dos preços dos navios. O lote de 16 petroleiros custará, portanto US$ 1,27 bilhão, contra US$ 1,52 bilhão proposto anteriormente.A comissão de licitação da empresa anunciou ontem os vencedores dos primeiros lotes. O consórcio Rio Naval, composto pelas empresas IESA, Sermetal e MPE Participações, arrebanhou nada menos que nove navios. São cinco aframax, com contrato no valor total de US$ 517 milhões, e quatro panamax, por US$ 349 milhões ao todo. Os quatro navios de produtos serão construídos pelo estaleiro Mauá Jurong, de Niterói, pelo valor total de US$ 277,07 milhões. Já os navios gaseiros (GLP) serão construídos pelo Estaleiro Itajaí, de Santa Catarina, por US$ 130,90 milhões. A assinatura dos contratos deverá acontecer ainda esta semana.Agora, a Transpetro está negociando o preço dos 10 navios suezmax com o estaleiro Atlântico Sul, do consórcio formado por Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Aker Promar e Queiroz Galvão. O licitante ainda não chegou ao preço pretendido pela subsidiária da Petrobras. Caso não haja consenso, o que de acordo com Sergio Machado é improvável, a Transpetro convidará os estaleiros pré-qualificados para uma nova rodada licitatória, uma vez que o Rio Naval, segundo colocado, desistiu do lote.Os 16 navios licitados vão gerar aproximadamente 15 mil empregos diretos na indústria naval, principalmente no estado do Rio de Janeiro, que detém a maior parte das construções.

21/06/2006 - 09:41 PT indica nomes para CPI de compras irregulares de ambulâncias
O 1º vice-líder da bancada do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), encaminhou nesta terça-feira (20) ofício à Mesa Diretora da Câmara com os nomes dos parlamentares petistas que vão integrar a CPI Mista que vai apurar a compra superfaturada de ambulâncias. Na avaliação de Fernando Ferro, a investigação começará avançada em função dos dados já apurados pelo Ministério Público e Polícia Federal.
Comporão a CPMI como titulares pelo PT os deputados Antônio Carlos Biscaia (RJ), Nelson Pellegrino (BA) e Paulo Rubem Santiago (PE). Vão integrar o colegiado como suplentes os deputados Eduardo Valverde (RO), Fernando Ferro (PE) e Dr. Rosinha (PR).
Para Fernando Ferro, preocupa o tempo para fazer essa investigação, num ano eleitoral. “No entanto, a partir do que foi apurado pelo Ministério Público e Polícia Federal é possível que possamos economizar alguns passos para trazer os esclarecimentos para a sociedade ”, disse.
Agência Informes (www.informes.org.br)
DA SÉRIE HERANÇA MALDITA


APAGÃO DE FHC TOMOU UM 13º DE CADA BRASILEIRO

O apagão de 2001, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso, custou R$ 60 bilhões. Esse valor, dividido pelos 180 milhões de brasileiros, significa que o apagão custo a cada brasileiro R$ 320 por brasileiro: “O apagão tomou um 13º. De cada brasileiro”, calcula Delfim Netto, deputado (PMDB-SP) e economista que conversou com Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 19 (clique aqui para ouvir). “O apagão foi uma barbeiragem do Governo FHC, só comparável à de D Maria I, a Louca”, concluiu Delfim.
Esses cálculos se originam na coluna “Sextante”, de Delfim, na revista Carta Capital (de 21 de junho de 2006), que está nas bancas.
Delfim calcula, apoiada numa estimativa da Fundação Getulio Vargas, que o Brasil perdeu dois pontos percentuais do PIB, por causa do apagão. Isso custou R$ 50 bilhões. Mais R$ 10 bilhões, de um “imposto apagão”, usado para financiar a construção de usinas térmicas.
Na mesma coluna, Delfim calcula que, se a produção industrial de 2006, estimulada pela queda dos juros, aumentar entre 6% e 7%; se o crescimento do PIB ficar entre 3,5% e 5%; se a inflação fechar o ano perto de 4,5%; e o superávit em conta corrente for de 0,8% do PIB, 2006 será o melhor ano dos últimos 12 anos.
Delfim também disse que “o Brasil é um país singular. Quando eu ouço dizer que os nossos fundamentos estão corretos e a indústria e a agricultura quebradas, eu não sei a que fundamento eles se referem".
Veja outros pontos da entrevista de Delfim Netto:
O apagão custou dois pontos de redução do PIB brasileiro, em 2001. “A perda de dois pontos no PIB é irrecuperável,” diz Delfim.
Delfim está “com medo” do “think tank” de FHC. Quando Paulo Henrique ponderou que Fernando Henrique tinha montado um “think tank” para refutar as criticas ao seu governo – e portanto os dados de Delfim sobre o apagão poderiam ser refutados – Delfim disse que estava “com medo” do “think tank” de FHC.
Os brasileiros comem mais. Delfim, na mesma entrevista, observou que, com a queda da inflação e o real valorizado, os alimentos estão muito baratos. “Com um salário mínimo hoje se compram duas cestas básicas. Quer dizer, o brasileiro passou a comer mais,” concluiu Delfim. E, segundo ele, isso pode ter um efeito eleitoral muito forte.
Folha de S. Paulo - 21/06/2006

ELIO GASPARIO
Inchaço da máquina do Estado é lorota

Lula não elevou o custeio da máquina. Seu governo ampliou o investimento em programas sociaisUmLULA INCHOU a máquina do Estado e torrou o dinheiro dos impostos no funcionalismo. Um bom "choque de gestão" permitiria que esse dinheiro custeasse as obras de infra-estrutura necessárias para tirar a economia brasileira do atoleiro. Quem quiser acredite, mas essa crença é uma lorota.
Três economistas (Samuel Pessoa, Mansueto Almeida e Fábio Giambiagi) produziram um estudo que informa: "A percepção de que houve inchamento dos gastos com funcionalismo ao longo dos últimos dez anos, em particular, está errada. (...) Julgar que seja possível implementar um ajuste fiscal duradouro, que permita o crescimento do investimento público e a redução da carga tributária com base apenas em um maior controle dos gastos mais diretamente ligados ao funcionamento da máquina pública é, a nosso ver, um equívoco".
Aos números:Entre 2003 e 2005 os gastos com servidores ativos ficou onde estava (2,3% do PIB). O rombo poderia vir das aposentadorias. Ao contrário: corresponderam a 2,5% do PIB em 2002 e fecharam em 2,2% em 2005.
Se os vilões não foram os servidores, por certo teria sido a gastança com a máquina do Estado. Falso. Essas despesas baixaram de 2,3% do PIB em 2002 para 2% em 2005.Tudo bem, mas entre 2001 e 2005 os gastos não-financeiros do governo federal pularam de 16,1 % do PIB para 17,7% e a carga tributária está em 37% da produção. Se a máquina do Estado não bebeu o ervanário, quem o bebeu? Resposta: ele foi comido pelos programas sociais, custeando uma política iniciada no segundo governo FFHH. As transferências de renda dobraram, de 0,7% para 1,4% do PIB. As despesas com programas sociais passaram de 2% do PIB em 2002 para 2,7% no ano passado. Um aumento de 20% ao ano, numa economia que cresce à taxa média de 2,5%.
A boa notícia é que esse investimento encheu a geladeira do andar de baixo, diminuiu as desigualdades sociais e ampliou o mercado consumidor. A má notícia: nesse mesmo período o investimento caiu de 0,9% do PIB para 0,6%. Como é o investimento que gera produção, chega-se ao dilema do bolo que não deve ser comido enquanto cresce.Nos anos 70, quando essa metáfora entrou em circulação, o andar de cima comeu o melhor bocado. Agora, segundo os três economistas, trata-se de dizer ao andar de baixo que ele precisa parar de comer ou contentar-se com o que tem no prato, sem querer mais.
O trio sugere que se pise no freio, para que "o crescimento dos gastos sociais e da previdência (gastos do INSS) aumente a um ritmo menor do que o crescimento do PIB nominal. (....) É importante que a sociedade se conscientize de que esse padrão de gasto público está intrinsecamente associado a um crescimento modesto. Na perspectiva de que a população discuta os rumos do país nos próximos anos, no contexto do debate eleitoral de outubro, é importante que esses dilemas sejam expostos claramente aos eleitores".É o segundo lance da dúvida de Garrincha. Querem que o técnico Vicente Feola convença Gavril Kachalin do brilho de sua armação. Em 1958, Kachalin era o técnico da seleção russa. Tinha um futebol científico e perdeu por 2x0, gols de Vavá.

Sob o título "Gastos sociais deveriam crescer a ritmo menor do que o PIB" , o trabalho está anunciado no sítio do Ipea, o Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada.
A ÉTICA É UM ESTORVO... PARA A OPOSIÇÃO.

Assistindo à TV Senado, em 20/06, vi a indignação do senador tucano Arthur Virgilio com a Lista de Furnas. Concordo em parte com o que ele disse, que "não gosta das coisas paradas", que "isso não leva a nenhuma conclusão". Não compreendo por que, se ele está indignado, não toma uma atitude decente, ao invés de ficar falando que a lista é falsa, se perícias feita pela PF atestam que lista não é falsa, não é uma montagem, que a assinatura na lista de Furnas é do Dimas Toledo, e que até o Roberto Jefferson já declarou à PF que recebeu o montante exato que consta na Lista de Furnas, R$ 75.000,00? Por que A. Virgílio não pede a rigorosa apuração da Lista de Furnas? Por que não solicita a quebra do sigilo bancário dos que constam na Lista de Furnas? Por que não pede a quebra do sigilo fiscal e telefônico dos que constam na Lista de Furnas? Por que os que constam na lista de Furnas não se defendem, apresentando provas contrárias do que está sendo divulgado pela Lista de Furnas? Ao invés disso, pede a saída do ministro Thomaz Bastos, pede que o ministro se manifeste sobre a veracidade da Lista de Furnas, coloca em dúvida as investigações da PF. Quando há uma acusação há também o direito à defesa, mas eles não querem se defender provando que são inocentes, provando com provas documentais que são ilibados, ou que, pelo menos no caso Lista de Furnas, eles não estão envolvidos. Eles querem brecar as investigações da PF sobre a lista de Furnas. Esse caso da Lista de Furnas é muito grave, pois envolve dinheiro da estatal de Furnas, e isso é apenas a ponta do iceberg. De que modo a saída do ministro Thomaz Bastos irá elucidar a lista de Furnas? O ministro se verá obrigado, devido às apurações da PF, diante das perícias feitas que comprovam que não há montagem na Lista de Furnas, a pedir a rigorosa investigação dos que constam na Lista de Furnas. Será que eles não querem essas investigações, e por isso pedem a saída do ministro Thomaz Bastos? Mas como? Justamente eles que atuaram nas CPIs e cujos nomes estão na Lista de Furnas? Justamente eles, que foram tão rigorosos com pessoas ligadas ao governo Lula, com os petistas, negam-se agora a serem investigados, negam a oportunidade de provarem sua inocência? Como é possível alguém não querer provar que é inocente de acusações tão graves? Por que eles estão tão relutantes em ao menos se defenderem? Assim não tem jeito, fica a dúvida pairando no ar: serão eles culpados ou inocentes? Enquanto isso, a Lista de Furnas está sendo divulgada para o mundo todo através da internet, em blogs, sites e por e-mail, está sendo xerocada e distribuída em firmas e escolas. Constam na lista de Furnas inclusive os nomes de Alckmin, candidato à presidência, e de Serra, candidato ao governo de SP, como beneficiários do recebimento de dinheiro vivo --talvez caixa 2, talvez propina -- da estatal Furnas, do Dimasduto. Que moral eles têm para vir a público e enxovalhar o PT se paira a dúvida que eles fizeram muito pior. E não querem ser investigados, friso novamente, nem para provar que são inocentes, como dizem. Será que eles estão achando que a ética é um estorvo quando eles têm que provar que são éticos, que combatem a corrupção, que combatem a impunidade? O PSDB e o PFL são os maiores beneficiários do desvio de dinheiro público que consta na Lista de Furnas, além de outros: PPS, PL, PP, PMDB, PTB, PDT. Ninguém vai provar que é inocente, apresentando provas contrárias? Tudo bem, não precisa desenhar, todo mundo está entendendo tudo nos mínimos detalhes!
Jussara Seixas
Dirigentes da Nossa Caixa são convocados

FREDERICO VASCONCELOSDA REPORTAGEM LOCAL
A Comissão de Finanças da Assembléia paulista convocou mais quatro dirigentes da Nossa Caixa e o secretário de Recursos Hídricos, Mauro Arce, para prestarem esclarecimentos sobre a suspeita de direcionamento de verba publicitária de estatais no governo Geraldo Alckmin.Além disso, três publicitários (Oscar Colucci, Maria Christina Carvalho Pinto e Saint'Clair de Vasconcelos) e quatro ex-funcionários da diretoria do banco serão convidados a depor. Eles deverão esclarecer o pagamento de R$ 44 milhões às agências de publicidade Colucci e Full Jazz no período em que não tinham contrato em vigor e as suspeitas de favorecimento a deputados que apoiavam o PSDB com a veiculação de anúncios.Já Arce deverá esclarecer publicidade, de R$ 120 mil, da Cteep na revista "Ch'an Tao", de propriedade do acupunturista do governador, Jou Eel Jia.

20 junho 2006

GOVERNO LULA
20/06/2006 - 19:05 Produção de álcool combustível já é 14% maior que na safra anterior
A produção de álcool da atual safra de cana-de-açúcar alcançou 2,68 bilhões de litros no dia 1º de junho, resultado que é 14% superior ao do ano passado, anunciou hoje (20) a União da Agroindústria Canavieira de São Paulo (Unica). O aumento da oferta de álcool combustível fez baixar os preços para o consumidor final nos postos e foi um dos fatores de maior peso na deflação de preços ao consumidor no país, segundo apuração divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas.
De acordo com o balanço divulgado pela Unica, a colheita da safra atual na região Centro-Sul já resultou na moagem de quase 70 milhões de toneladas. "Essa matéria-prima proporcionou a fabricação de 2,68 bilhões de litros de álcool (1,07 bilhão de anidro e 1,61 bilhão de hidratado) e 4,03 milhões de toneladas de açúcar". O álcool anidro é adicionado à gasolina e o hidratado vai direto para o tanque do automóvel. Para efeitos comparativos, informou a nota, "a produção da safra anterior foi de cana-de-açúcar, 59,38 milhões de toneladas; açúcar, 3,32 milhões de toneladas; e álcool, 2,35 bilhões de litros (1,29 bilhão de litros de hidratado e 1,06 bilhão de litros de anidro)".
O aumento da oferta de álcoois combustíveis foi destacado hoje pela Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, como um dos fatores que gerou deflação de 0,39% nos preços ao consumidor em todo o país entre 11 de maio e 10 de junho, apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Também foi apontado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) como o segundo fator para a deflação de 0,5% ao consumidor na cidade de São Paulo na semana passada, também divulgada hoje.
A entressafra de cana-de-açúcar, no final do ano passado, gerou aumento nos preços do álcool ao consumidor e forte pressão inflacionária no início deste ano. Segundo relatório da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), " em janeiro, o governo e os representantes do setor sucroalcoleiro fizeram um acordo para fixar o preço do álcool anidro nas unidades produtoras em R$ 1,05/litro durante o período de entressafra.(...) Pelo lado dos produtores de cana-de-açúcar, seria garantido o abastecimento do produto no mercado interno e, se necessário, seria antecipado o início da próxima safra para março. Como contrapartida à redução do preço nas usinas, o governo se comprometeu a definir novas formas de financiamento para aumentar os estoques de álcool."
No entanto, segundo a FGV, esse acordo não foi cumprido e os preços do álcool nas unidades produtoras aumentaram entre fevereiro e março em São Paulo e entre março e abril em Alagoas. Em março de 2006 foi decretada a redução do percentual obrigatório de adição de álcool etílico anidro combustível à gasolina, de 25% para 20%. "Esta medida foi definida como um meio de punir os usineiros pela quebra do acordo de manutenção do preço do álcool anidro a R$ 1,05/litro", afirmou a nota. "Assim, essa mudança na composição da gasolina vendida nos postos ocorreu para regular a oferta de álcool no mercado interno e reduzir o preço do álcool hidratado." No mesmo mês, a Unica anunciou o início da colheita antecipada da safra.
Agência Brasil

20/06/2006 - 15:16H-BIO: Brasil caminha para ser país produtivo e desenvolvido, diz Lula
Ao acompanhar hoje (20), na Refinaria Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR), o teste industrial para produção do H-Bio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil está caminhando para ser um país "produtivo e desenvolvido". O H-Bio é um novo tipo de óleo diesel produzido a partir de uma mistura de óleo de soja ou outros óleos vegetais com petróleo, durante o processo de refino.
"Esse sinal que a Petrobras dá hoje é uma demonstração de que as coisas estão acontecendo, e vão continuar acontecendo com muito mais força. E, quando menos a gente esperar, vão abrir-se as cortinas e a gente vai perceber que o Brasil mudou de patamar", ressaltou o presidente, após a coleta da amostra de óleo diesel por meio do H-Bio.
De acordo com a Petrobras, a tecnologia para produção do H-Bio é inédita no mundo e representará um grande passo do país na direção dos combustíveis alternativos e na expansão da atividade agroindustrial.
O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que também assistiu ao teste com o H-Bio, informou que o novo combustível foi desenvolvido pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (Cenpes) da empresa nos últimos 18 meses. "Ao desenvolvermos essa tecnologia, estamos permitindo um avanço enorme na independência energética do Brasil, também na área do óleo diesel", destacou Gabrielli. Segundo ele, no teste de hoje, deu-se mais um passo para a criação de um novo tipo de combustível.
A Petrobras informou que descobriu que poderia acrescentar óleo vegetal ao petróleo durante a fase de refino para produção de diesel e obter um combustível com as mesmas características do diesel convencional, com a vantagem de apresentar menor teor de enxofre. Testes realizados na Refinaria Gabriel Passos, em Betim (MG), confirmaram a viabilidade técnica e comercial do processo, cujo registro de patente já foi solicitado ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), e que ganhará escala industrial ainda em 2006.
De acordo com a Petrobras, a produção do H-Bio vai permitir ao Brasil reduzir as importações de óleo diesel em cerca 250 milhões de litros por ano, contribuindo para o superávit comercial do país. Em dezembro deste ano, as refinarias Gabriel Passos, em Minas Gerais, Presidente Getúlio Vargas, no Paraná, e Alberto Pasqualini, no Rio Grande do Sul, produzirão o novo combustível. A partir de 2008, a Petrobras pretende estender a produção para outras duas refinarias.
As informações são da Agência Brasil.
19/06/2006 - 13:59

Caixa 2 tucano: PF confirma autenticidade da lista de Furnas
A Polícia Federal confirmou na última sexta-feira (15) a autenticidade da chamada lista de Furnas, documento que traz o nome de 156 políticos de 12 partidos que teriam recebido, ilegamente, R$ 40 milhões da da estatal Furnas Centrais Elétricas para campanhas eleitorais em 2002.
Todos os nomes da lista faziam parte da base aliada do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Entre os supostos beneficiados, 82 são do PSDB e do PFL, incluindo Geraldo Alckmin, José Serra e Aécio Neves, hoje candidatos tucanos à presidência da Répública, ao governo de São Paulo e ao governo de Minas Gerais, respectivamente.
Na época, as três campanhas juntas teriam ficado com mais da metade do dinheiro do esquema: a campanha à Presidência de Serra teria recebido R$ 7 milhões, a reeleição de Alckmin R$ 9,3 milhões e a campanha de Aécio R$ 5,5 milhões.
O resultado da perícia concluiu que não se trata de uma montagem e que a assinatura é mesmo do ex-diretor de Furnas, Dimas Toledo. A Polícia Federal não confirma a autenticidade do conteúdo, mas adianta que já está investigando.
Em depoimento na CPI dos Correios, no dia 15 de fevereiro, Dimas Toledo havia dito que a lista era uma "montagem ou falsificação" e negou que a assinatura fosse sua.
Durante o depoimento, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM), procurou desqualificar a lista, atribuindo ao lobista Nilton Monteiro sua autoria e relatando uma série de processos a que ele estaria respondendo na Justiça.
Ao invés de aprofundar as investigações sobre a lista, o relatório final da CPI pediu ao Ministério Público que investigasse Nilton Monteiro e o assessor da prefeitura de Belo Horizonte Luiz Fernando Carceroni.
Até o mês passado, Monteiro só tinha entregue uma cópia da cópia autenticada. Por isso, a PF a havia qualificado como falsa. Acusado de calúnia por 11 deputados estuaduais de Minas Gerais, Monteiro entregou os originais à PF no dia 5 de maio.Em depoimento à PF, em janeiro, o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ) disse que a lista é verdadeira e que recebeu R$ 75 mil.
Com agências
JORGE BORNHAUSEN NAZISMO DÁ CADEIA, CUIDADO!
20/06/2006 - 07h15
Justiça condena gaúcho por nazismo


LÉO GERCHMANN da Agência Folha, em Porto Alegre
O Tribunal de Justiça gaúcho condenou Alexandro Fraga Carneiro, 26, a pena de reclusão de dois anos e 11 meses, convertida a prestação de serviços à comunidade e pagamento de um salário mínimo a alguma entidade beneficente, pelos crimes de apologia ao nazismo, incitamento à discriminação e preconceito a grupos étnicos, raças, homossexuais, judeus, negros e outras minorias.
Globo Online
(19/06/06)
Delegado começa a ouvir envolvidos no azeredoduto
Época
Valério financiou caixa dois de R$ 9 milhões da coligação pela reeleição de Azeredo em Minas (98).O delegado Luiz Flavio Zampronha, da Polícia Federal, começa a interrogar esta semana, provavelmente a partir desta terça-feira, de 80 políticos, funcionários públicos e empresários acusados de envolvimento com o suposto caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais em 1998. Depois de analisar o caso por três meses, o procurador-geral da República Antônio Fernando devolveu o inquérito à PF, há duas semanas, e pediu novas diligências para aprofundar as investigações. A polícia suspeita que o caixa dois foi abastecido com recursos de estatais mineiras e de empreiteiras. Documentos recolhidos pela PF no final do ano passado indicam que a campanha de Azeredo teria movimentado aproximadamente R$100 milhões sem declarar à Justiça Eleitoral e à Receita Federal. Entre os papéis em poder da polícia está um relatório de despesas assinado por Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo. O dossiê informa que boa parte dos recursos foi transferida para financiar campanhas de deputados e vereadores, aliados do senador tucano.
Azeredo é senador pelo PSDB -MG, criador do valérioduto
José Jorge reencarnou D.Maria I a Louca!

José Jorge é o vice de Alckmin ex ministro do apagão de FHC



Paulo Henrique Amorim para o Globo Online

O apagão de 2001, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso, custou R$ 60 bilhões. Esse valor, dividido pelos 180 milhões de brasileiros, significa que o apagão custo a cada brasileiro R$ 320 por brasileiro: "O apagão tomou um 13º. De cada brasileiro", calcula Delfim Netto, deputado (PMDB-SP) e economista que conversou com Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, dia 19 (clique aqui para ouvir). "O apagão foi uma barbeiragem do Governo FHC, só comparável à de D Maria I, a Louca", concluiu Delfim.
Petistas criticam ex-ministro do apagão

O deputado Mauro Passos (PT-SC) rebateu ontem as críticas que o senador José Jorge (PFL-PE) tem feito ao governo Lula. "Como ministro de Minas e Energia à época do "apagão", o senador tem criticado o governo Lula sem olhar o que foi sua desastrosa atuação no governo anterior", disse Mauro Passos. José Jorge é candidato a vice-presidente na chapa do candidato tucano Geraldo Alckmin à presidência da República.
Passos citou um artigo do deputado Delfim Netto (PMDB-SP), publicado nesta semana na revista Carta Capital, no qual mostra que o consumidor brasileiro, até hoje, é obrigado a pagar a conta pelo erro do governo FHC, quando o senador José Jorge era ministro. "O senador pefelista deveria mostrar para a população como o governo passado foi tão relapso com a questão da energia", disse Mauro Passos.
Em seu artigo, Delfim Netto afirmou que a "barbeiragem administrativa do governo FHC com a falta de energia, que se chamou apagão, representa uma nota de R$ 60 bilhões que, trocada em miúdos, corresponde a uma cobrança de R$ 320 que o governo FHC pendurou na conta de cada um dos 186 milhões de consumidores brasileiros para pagar a taxa do apagão".
Mauro Passos observou que "a energia é um dos insumos básicos da nossa economia e do nosso desenvolvimento e o governo FHC não teve responsabilidade para administrar a questão". De acordo com o petista, a CPI das Privatizações poderia revelar o que realmente aconteceu. "A CPI ainda não foi instalada, mas seria um excelente instrumento para os consumidores brasileiros identificarem as causas do apagão e suas conseqüências. Teríamos a apuração de todas as irregularidades cometidas durante as privatizações ocorridas no governo FHC", frisou.
Desastre - Para o deputado Luciano Zica (PT-SP), a gravidade do erro do governo FHC "vai além da conta de R$ 320 paga pelos consumidores brasileiros", como afirma o deputado Delfim Netto. "Na verdade, o governo FHC foi omisso, porque houve várias tentativas, do Núcleo de Infra-estrutura da bancada do PT, na Comissão de Minas e Energia da Câmara, de alertar com antecedência sobre o risco do apagão. No entanto, o ministro do apagão, senador José Jorge, preferiu não dar ouvidos aos alertas e aconteceu o problema, trazendo grandes dificuldades para o Brasil", destacou Zica
"O desastre provocado pelo apagão interrompeu o crescimento do País, que ainda sofre com as conseqüências do erro do governo FHC. A questão energética foi relegada com o desmonte do Ministério de Minas e Energia pelo então ministro e hoje senador José Jorge. No entanto, o governo Lula está reorganizando o modelo do setor elétrico", disse Zica.
Ele ainda destacou que as críticas do "ministro do apagão" ao governo Lula demonstra incompetência. "Com as suas críticas,m o ex-ministro e hoje senador pelo PFL revela que não foi por acaso que coordenou o apagão, além de deixar claras a sua fraqueza e debilidade para ocupar uma posição importante no cenário nacional, como por exemplo, candidato a vice na chapa de Alckmin para a presidência da República", frisou o petista.
OS SITES DE ALUGUEL!
Entenda porque o site Primeira Leitura encerrou as suas atividades na data de hoje.

Não tem mais "grana", " bufunfa", "por fora", desvio de dinheiro público da Nossa Caixa para sustentar os mercenários travestidos de jornalistas.



Íntegra da denúncia da Folha de S. Paulo
Veja a íntegra da matéria de capa do jornal Folha de S. Paulo deste domingo (26), sobre a ação da Nossa Caixa, banco estatal paulista, em favor de aliados do governador Geraldo Alckmin. O texto, intitulado "Nossa Caixa beneficia aliados de Alckmin", é assinado pelo jornalista frederico Vasconcelos.
"O governo Geraldo Alckmin (PSDB) direcionou recursos da Nossa Caixa para favorecer jornais, revistas e programas de rádio e televisão mantidos ou indicados por deputados da base aliada na Assembléia Legislativa.Documentos obtidos pela Folha confirmam que o Palácio dos Bandeirantes interferiu para beneficiar com anúncios e patrocínios os deputados estaduais Wagner Salustiano (PSDB), Geraldo "Bispo Gê" Tenuta (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB).A cúpula palaciana pressionou o banco oficial para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de Rádio. Autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista "Primeira Leitura", publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso. Ele é cotado para assessorar Alckmin na área econômica. Recentemente, a Quest Investimentos, empresa de Mendonça de Barros, foi escolhida para gerir um novo fundo da Nossa Caixa.O banho de ética anunciado pelo candidato tucano à Presidência da República torna-se uma ducha de água fria com o resultado de uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa, que revela o descontrole nas contas, e com a investigação, pelo Ministério Público do Estado, a partir de denúncia anônima, sobre o uso político-partidário do banco oficial.Entre setembro de 2003 e julho de 2005, as agências de propaganda Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. e Colucci Propaganda Ltda. continuaram prestando serviços sem amparo legal, pois o banco não renovara os contratos, conforme a Folha revelou em reportagem de dezembro último. O caso está sendo apurado pelo promotor de Justiça da Cidadania Sérgio Turra Sobrane.Ao analisar 278 pagamentos às duas agências no período em que operaram sem contrato -no total de R$ 25 milhões-, a auditoria interna apontou irregularidades em 255 operações (91,73%).Não foram localizados documentos autorizando pagamentos que somavam R$ 5,1 milhões. Em 35% dos casos, não havia comprovantes da realização dos serviços. Em 62,23%, os pagamentos não respeitaram o prazo mínimo legal de 30 dias. O patrocínio de campanhas de marketing direto era autorizado verbalmente.A responsabilidade por esses pagamentos é atribuída ao ex-gerente de marketing Jaime de Castro Júnior, 48, ex-auditor do banco, com 28 anos de casa. Ele admitiu ter liberado pagamentos em valores acima dos limites que podia autorizar e, a partir de 2002, sem ter procuração para tal. "Reafirmo que assumi a responsabilidade pela liberação dos pagamentos, dados sua urgência e os interesses da instituição", afirmou à comissão de sindicância.Ele foi demitido por justa causa, em dezembro, pelo presidente do banco, Carlos Eduardo Monteiro, sob a acusação de "mau procedimento", "desídia" e "indisciplina". O ex-presidente do banco Valdery Frota de Albuquerque também foi responsabilizado.PressõesPor entender que a comissão de sindicância poupou outros envolvidos, inclusive o presidente do banco, o ex-gerente preparou um relatório de 42 páginas em que revela outras irregularidades e as pressões que recebeu do Palácio dos Bandeirantes. "Houve atendimentos a solicitações de patrocínio e mídia, de deputados estaduais da base aliada, nas ocasiões de votação de projetos importantes para o governo do Estado", afirma Castro Júnior nessa peça.O ex-gerente explicitou: "Por ser um órgão do governo do Estado, a pressão de cunho político para liberação de anúncios, verbas para eventos e patrocínios sempre foi muito forte. Fosse através da Secretaria da Comunicação, diretamente por deputados, vereadores, secretarias de Estado, do gabinete do governador, para atendimentos de natureza política, para sustentação da base política do governo do Estado".Há suspeitas de que o esquema envolve outras empresas do Estado. Consultadas, Sabesp, Prodesp, CDHU e Dersa não responderam questionário da Folha.O direcionamento da publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes veio à tona com a quebra de sigilo da correspondência (e-mails) de Castro Júnior, autorizada pela direção do banco nas investigações.Essa troca de mensagens indica que as determinações para a veiculação de interesse dos tucanos partiram do assessor especial de Comunicação do governo do Estado, jornalista Roger Ferreira.Ele atuou nas equipes de marketing das campanhas presidenciais de Fernando Henrique Cardoso e José Serra. Foi chefe da Assessoria de Comunicação da Caixa Econômica Federal, entre 1999 e 2002, na gestão de Valdery Frota de Albuquerque, que o levou para assessorá-lo na Nossa Caixa.Jornada duplaAntes de trabalhar com Alckmin no Palácio dos Bandeirantes, Ferreira foi assessor da presidência da Nossa Caixa, entre março e outubro de 2003. Recebia R$ 17 mil mensais, salário superior ao do presidente do banco. O jornalista foi contratado pela agência Full Jazz, empresa cujos serviços deveria controlar. A agência pagava a Ferreira, que fornecia nota fiscal da RF Produções e Editora Ltda., com sede em São Lourenço da Serra (SP). A agência cobrava esses "serviços" do banco, com acréscimo de 10% a título de honorários. Trata-se de forma de driblar a legislação que veda a contratação sem licitação de serviços de publicidade e divulgação.Segundo Castro Júnior, "a partir de sua contratação, o sr. Roger Ferreira passou a manter estreito relacionamento com as duas agências de propaganda, por ordem da presidência, coordenando as ações de marketing, notadamente aquelas pertinentes a campanhas e anúncios na mídia"."Ele não poderia jamais ser contratado pela agência. Houve uma ilegalidade", diz o advogado Toshio Mukai, especialista em contratos e licitações públicas. Com a saída de Ferreira, Monteiro determinou a contratação da jornalista Shirley Emerich, para substituí-lo, no mesmo esquema da Full Jazz e o mesmo salário. Ela deixou a Nossa Caixa em julho de 2005, com o rompimento do contrato com a agência. Castro Júnior diz que não havia rubricas contábeis específicas para os pagamentos mensais dessas contratações."
Fonte: Folha de S. Paulo


19 junho 2006


obs.: a expressão em inglês "tongue in cheek" (língua na bochecha) significa "não falar sério" ou "dizer o contrário do que realmente é"...





Pessoal, essa foto do Alcaamim que o Alexandre descobriu é um verdadeiro achado!
Vão no Informante conferir a matéria: de Gilberto Maringoni, Governo Alckmin: Pavor de Investigação.

Lista de Furnas: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com/
O Informante
19/06/2006 - 14:21
Berzoini: Campanha vai priorizar avanços do governo Lula

O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, afirmou durante entrevista ao programa Canal Livre, levado ao ar pela TV Bandeirantes na noite deste domingo (18), que, na campanha eleitoral, o partido vai priorizar o debate sobre os avanços do governo Lula e os projetos para um eventual segundo mandato.
Os entrevistadores lembraram que a oposição deverá centrar fogo nas denúncias relativas à crise política do ano passado, usando para isso o relatório do procurador-geral da República, Luiz Fernando de Souza, que mandou o STF (Supermo Tribunal Federal) investigar 40 pessoas sob suspeita de terem praticado ilegalidades.
"Li três vezes (o relatório) e discordo de mais de dois terços do que está ali", ressaltou Berzoini, completando: "Se vai ser um roteiro para a oposição? Ótimo, a oposição pode usar à vontade. Nós vamos discutir com a população os quatro milhões de empregos formais gerados, o alcance do Bolsa Família, o avanço da saúde e assim por diante."
LEIA O INFORMANTE, AQUI AS NOTICIAS NÃO SÃO MANIPULADAS.

O volume de crédito ainda é menor que o alcançado em janeiro de 1995 (36,9%), mas com certeza já é o mais duradouro da história.
Valor Online (19/06/06)Volume de venda do varejo em abril cresce 7,42% ante abril de 2005, mostra IBGE
O volume de vendas do comércio varejista nacional aumentou 1,52% em abril em relação ao mês anterior, com ajuste sazonal.
Agência Brasil (19/06/06)
Segundo o Ministério de Minas e Energia, o governo já investiu até agora R$ 5,5 bilhões em eletrificação rural por meio do Luz para Todos.
Ministério da Previdência (16/06/06)
A ligação para o 135, a partir de telefone fixo, será gratuita. Quem ligar de celular pagará a ligação; porém, o valor será o da tarifa local.
Entrevista: Celso Amorim"Estamos no rumo certo"
O crescimento dos negócios com os parceiros da América Latina nos últimos anos é uma prova de que nossa ênfase na região está correta.
Folha de São Paulo (18/06/06)CDHU omite anúncio em revista de tucano
CDHU, Sabesp e Nossa Caixa publicaram, ao mesmo tempo, anúncios na revista "DeFato", do deputado Wagner Salustiano (PSDB).
Entrevista: Tarso GenroReeleição e governo de coalizão
A estabilidade econômica, programas sociais, recuperação de poder aquisitivo da população e sua inclusão no processo político.
Entrevista: Ricardo Berzoini"O governo não tem medo"
Lula mostrou que o governo não tem medo. A oposição está errando em dar prioridade a esse tema, que não é o assunto central da conjuntura.
SÉRGIO MACHADOBem-vindo a bordo, Brasil
A indústria naval é um grande gerador de riquezas e empregos em vários países. O Brasil não pode ficar de fora deste mercado.
GILBERTO MARINGONIGoverno Alckmin: Pavor de investigação
Apesar de tentar construir imagem de bonzinho, o PSDB usou de rolo compressor para impedir CPIs que investigariam seu governo.
BERNARDO KUCINSKIConfusão na crise do mensalão
Apesar da intensa cobertura de todos os meios de comunicação, a maioria dos brasileiros considera-se mal informada sobre a crise política.
CÉSAR ROCHAA máquina eleitoral de Lula
Alcance de programas sociais e medidas do governo garantem popularidade do presidente e devem desequilibrar a disputa com Alckmin.
Diretório do Rio do PT (17/06/06)
Para Jandira, no PCdoB, não há dúvida a respeito de que para o Brasil restabelecer um projeto nacional de desenvolvimento é fundamental reeleger Lula.
MEMÓRIA: Folha de São Paulo (30/03/01)
O "plano B" trancaria a pauta do Congresso. Para ACM, FHC vai pagar preço alto por evitar CPI. Somente "os bagrinhos" foram punidos pelo governo.
Jornal Meio Norte (17/06/06)Pesquisa IPOP, na capital Teresina, diz que Wellington Dias tem 41 pct das intenções de voto
Em nova pesquisa eleitoral, IPOP constata que o governador Wellington Dias está crescendo na aceitação junto ao eleitorado de Teresina.
Diário de Natal (17/06/06)
Quando perguntados se aprovam ou desaprovam o governo Lula, 70,6% dos eleitores respondem que aprovam, enquanto que 23,1% desaprovam.
Correio da Paraíba (17/06/06)
Com isso, o PT se juntará à Frente de Esquerda, e disputará com o PSB, PCB e PC do B a vaga de vice-governador na chapa encabeçada por José Maranhão.
ALOISIO MERCADANTESem argumentos, escolheram a tática da difamação
Um partido que se apresenta na tv, escondendo suas lideranças para que a população não saiba de quem parte tanta baixaria, não pode falar em ética.
Agência Estado (16/06/06)
O SPC destacou que os brasileiros limparam o nome em maio e foram às compras com vontade. Calote no país sobe menos que total de crédito liberado.
Agência Brasil (16/06/06)
Desde que foi criado em 2003, o programa Arca das Letras já levou 1,8 mil bibliotecas a comunidades rurais de 18 estados brasileiros.
Hora do Povo (16/06/06)Criada CPI dos Sanguessugas para investigar o esquema montado na gestão Serra
A operação sanguessuga partiu de um levantamento feito pela CGU, em 2004, que identificou uma irregularidades nos orçamentos de 2000, 2001 e 2002.
Hora do Povo (16/06/06)
Para o professor de direito trabalhista da Faculdade de Direito da USP, Antônio Rodrigues de Freitas, projetos dessa natureza são inconstitucionais.
O Estado de São Paulo (14/06/06)
Retirada de madeira com valor comercial passará a ser contabilizada por sistema desenvolvido pelo Inpe e Imazon.
MMA (15/06/06)Corredores de Biodiversidade da Mata Atlântica ganham portal na internet
O novo site dos Corredores conta com espaços dedicados aos debates e intercâmbio de informações, tais como fóruns e chats.
MAURO SANTAYANAOs neogolpistas
Com uma diferença: há 52 anos, os opositores dispunham do inegável talento de Carlos Lacerda. Hoje se valem de Jorge Bornhausen.
Globo Minas (16/06/06)SUS vê irregularidades em hospital administrado por deputado do PSDB mineiro
O Hospital Sagrado Coração de Jesus tem como diretor o deputado estadual Rêmolo Aloise (PSDB), vice-presidente da Assembléia Legislativa de Minas Gera
Canal Executivo (16/06/06)Crédito para imóvel usado fica mais barato
Um cenário gratificante para nossa categoria que, há anos, vem lutando por maiores facilidades para a população ter acesso à casa própria.
Valor Online (16/06/06)TCU considera regular aquisição de carteira do BMG pela Caixa
Relator do processo, Ubiratan Aguiar do TCU argumentou "que não foram evidenciadas" as irregularidades que Dias atribuiu aos dirigentes da Caixa.
ROGÉRIO CORREIALista de Furnas: ainda vem muita bomba por aí
Validando a máxima de Roberto Jefferson de que são "donzelas furadas", o PSDB tenta evitar as investigações, afirmando que a PF estaria sendo imparcia
O Vermelho (16/06/06)Alckmin e PFL continuam apostando na baixaria. Para Lembo presidente precisa ser respeitado.
Em abril de 2005, Arruda deu uma entrevista na qual acusava Paulo Octávio de abusar de seu poder econômico para se promover politicamente.
Folha Online (16/06/06)STF notifica Lula por ofensa supostamente dirigida a Diogo Mainardi
Mainardi pede na ação que Lula considerando o pronunciamento "de caráter ofensivo e potencialmente caracterizador de crime contra a honra".
Página 20 (16/06/06)Governo do Acre inaugura Via Verde e terceira ponte
Uma das novidades da Via Verde é a criação de uma APA que garantirá a preservação das árvores existentes em parte do percurso.
Jornal do Commercio-PE (16/06/06)Eles torcem pra gente fazer o jogo rasteiro deles
Lula afirmou que não cairá no jogo deles e avisou que àqueles que lhe transmitirem ódio, ele dará em troca carinho, alegria e amor.
JOSÉ DIRCEUO Brasil e a energia no século XXI
Surge, portanto, uma oportunidade histórica para o Brasil, maior produtor mundial de etanol com 17,8 bilhões de litros em 2006.
Jornal do Commercio-PE (16/06/06)Lula inaugura call center do INSS no Recife com capacidade para 4 milhões de atendimentos
A nova Central atenderá pelo número 135 e começará a funcionar em caráter experimental para o agendamento da perícia médica.
JUSSARA SEIXASAnônimos, corruptos e covardes
Eles querem ter novamente o poder e recorrem ao anonimato para esconder o que foram poder no passado e que afundaram o país.
RICARDO BERZOINIPor um debate de idéias
Vamos confrontar o projeto democrático e popular do PT com o programa neoliberal posto em prática pela direita na gestão anterior.
Entrevista: Luiz DulciEstado tem papel insubstituível para dinamizar desenvol-vimento
A questão central, recuperada ao longo deste mandato, é a afirmação do papel insubstituível do Estado para dinamizar o mercado interno.
Apesar deste problema não estar resolvido, o governo Lula conseguiu aumentar a renda dos mais pobres, e isso não é pouco.
TCU DERRUBA UMA DAS PRINCIPAIS DENÚNCIAS DA CPMI DOS CORREIOS. MAS A MAIORIA DOS JORNAIS ESCONDE A NOTÍCIA
19 de Junho de 2006 às 08:08 · admin · Arquivado sob Notícias
Apenas dois jornais – Folha de S.Paulo e O Globo -, durante o fim de semana prolongado, registraram a decisão unânime do TCU (Tribunal de Contas da União) que elimina uma das principais acusações da CPMI dos Correios, – a de que os negócios entra a Caixa Econômica Federal e o BMG serviram para fazer caixa para o esquema do publicitário Marcos Valério que, por sua vez, abasteceu o mensalão.
No sábado, a colunista Tereza Cruvinel escreveu que “o TCU considerou totalmente regular a operação de aquisição da carteira de crédito consignado do BMG pela Caixa Econômica Federal”. A decisão dos ministros, continua, foi “unânime” e acompanhou voto do relator, ministro Ubiratan Aguiar (ex-deputado pelo PSDB), julgando improcedente a representação de um procurador e do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). “Este foi um dos tambores da oposição na CPI dos Correios”, lembra a colunista.
A Folha de S.Paulo diz o mesmo na reportagem assinada por Marta Salomon, de sábado passado, “Operação entre BMG e Caixa foi legal, diz TCU”, e detalha:
“Menos de seis meses depois de uma auditoria do TCU apontar ‘claro favorecimento’ ao BMG em operações com a Caixa, os ministros do tribunal decidiram avalizar os negócios que garantiram a um dos bancos envolvidos no esquema do mensalão lucro imediato de cerca de R$ 120 milhões.”“Entre dezembro de 2004 e setembro de 2005, a Caixa fez seis operações de compra de carteiras de empréstimos a aposentados do BMG. Pagou por elas R$ 1,09 bilhão.”“O lucro do banco mineiro é quatro vezes o valor repassado pelo BMG a empresas do publicitário Marcos Valério de Souza, que administrou o caixa dois do PT. O BMG alimentou o ‘valerioduto’ com cerca de R$ 26 milhões, de fevereiro de 2003 a julho de 2004.”“A recente decisão do TCU não anula as investigações em curso sobre supostos favorecimentos ao BMG. Mencionados na primeira fase da denúncia, eles representam uma das principais linhas de investigação da segunda fase do inquérito comandado pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza.”
Todos os demais jornais esconderam a decisão dos seus leitores. Por que será?
Alceu Nader