Sem argumentos, escolheram a tática da difamaçãoÉ lastimável a postura agressiva, mal educada e irresponsável que, agora, vem sendo adotada pela oposição do PSDB, tendo o PFL como porta-voz, como estratégia para reverter o quadro eleitoral, que aponta a vitória do presidente Lula no primeiro turno das eleições, segundo todas as recentes pesquisas de opinião. A Imprensa e a opinião pública, e até mesmo lideranças oposicionistas como o governador Cláudio Lembo, vêm demonstrando indignação com a maneira desrespeitosa e virulenta como a figura do presidente da República foi tratada no programa do PFL e pelo senador José Jorge, vice na chapa do PSDB, durante a convenção do PFL, na última quinta-feira, em Brasília. Os violentos ataques ao presidente Lula extrapolaram todos os limites da compostura e da decência. Um partido que desrespeita tão acintosamente um dos poderes da República, dando um triste exemplo para a nossa gente, não pode falar em educação. Ao contrário, deseduca e revela o atraso com que insiste em fazer política. Um partido que ofende e que incita a população a agredir um presidente da República eleito democraticamente pelo povo, não pode falar em segurança. Ao contrário, estimula a violência e o conceito de que para vencer não importam os meios. Um partido político que se apresenta na televisão, escondendo suas lideranças para que a população não saiba de quem e de onde parte tanta baixaria, não pode falar em ética e transparência. Pelo contrário, revela o mais absoluto desprezo pela inteligência do nosso povo. É preciso que toda a população brasileira fique atenta porque até as eleições de outubro vai ser este o comportamento do PFL e do PSDB que, sem argumentos, escolheram a tática da difamação, da ofensa e do discurso vazio para contrapor ao sucesso de um governo com tantas realizações.
17 junho 2006
E AGORA SERRAGLIO??
16/06/2006 - 17h39m
PF conclui que lista de Furnas não é montagem e que assinatura de Dimas é autêntica
Agência Brasil
BRASÍLIA - A Polícia Federal confirmou nesta sexta-feira a autenticidade da chamada "lista de Furnas". A lista traz o nome de 156 políticos de 12 partidos que teriam recebido doação ilegal, por meio de caixa 2, da estatal Furnas Centrais Elétricas para campanhas eleitorais. O resultado da perícia concluiu que não se trata de uma montagem e que a assinatura é mesmo do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo. A Polícia Federal não confirma a autenticidade do conteúdo, mas adianta que já está investigando.
A maioria dos parlamentares citados era da base do então presidente Fernando Henrique Cardoso e do então candidato a governador de São Paulo Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência da República.
Em depoimento na CPI dos Correios, no dia 15 de fevereiro, Dimas Toledo havia dito que a lista era uma "montagem ou falsificação" e negou que a assinatura fosse sua.
Durante o depoimento, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM), procurou desqualificar a lista, atribuindo ao lobista Nilton Monteiro sua autoria e relatando uma série de processos a que ele estaria respondendo na Justiça. Os processos contra Monteiro seriam por roubo de veículo, estelionato, roubo de documentos, falsificação de documentos, chantagem, extorsão, corrupção ativa e tráfico de influência.
O relatório final da CPI dos Correios pediu ao Ministério Público (MP) que investigasse Nilton Monteiro e o assessor da prefeitura de Belo Horizonte Luiz Fernando Carceroni. O relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na ocasião, que "Monteiro forjou, ou se valeu da mencionada relação, com o claro intuito de caluniar políticos ligados à oposição ao governo federal".
Serraglio classificou Monteiro de "falsário contumaz" e disse que esse episódio contou com a participação de Luiz Fernando Carceroni. Serraglio sugeriu ao MP que os dois fossem processados por calúnia, falsidade de selo ou sinal público e falsidade ideológica.
BRASÍLIA - A Polícia Federal confirmou nesta sexta-feira a autenticidade da chamada "lista de Furnas". A lista traz o nome de 156 políticos de 12 partidos que teriam recebido doação ilegal, por meio de caixa 2, da estatal Furnas Centrais Elétricas para campanhas eleitorais. O resultado da perícia concluiu que não se trata de uma montagem e que a assinatura é mesmo do ex-diretor de Furnas Dimas Toledo. A Polícia Federal não confirma a autenticidade do conteúdo, mas adianta que já está investigando.
A maioria dos parlamentares citados era da base do então presidente Fernando Henrique Cardoso e do então candidato a governador de São Paulo Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência da República.
Em depoimento na CPI dos Correios, no dia 15 de fevereiro, Dimas Toledo havia dito que a lista era uma "montagem ou falsificação" e negou que a assinatura fosse sua.
Durante o depoimento, o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto (AM), procurou desqualificar a lista, atribuindo ao lobista Nilton Monteiro sua autoria e relatando uma série de processos a que ele estaria respondendo na Justiça. Os processos contra Monteiro seriam por roubo de veículo, estelionato, roubo de documentos, falsificação de documentos, chantagem, extorsão, corrupção ativa e tráfico de influência.
O relatório final da CPI dos Correios pediu ao Ministério Público (MP) que investigasse Nilton Monteiro e o assessor da prefeitura de Belo Horizonte Luiz Fernando Carceroni. O relator da CPI, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na ocasião, que "Monteiro forjou, ou se valeu da mencionada relação, com o claro intuito de caluniar políticos ligados à oposição ao governo federal".
Serraglio classificou Monteiro de "falsário contumaz" e disse que esse episódio contou com a participação de Luiz Fernando Carceroni. Serraglio sugeriu ao MP que os dois fossem processados por calúnia, falsidade de selo ou sinal público e falsidade ideológica.
PFL/PSDB NÃO SABEM FAZER NADA ALÉM DISSO!
Lula reage às críticas do vice de Alckmin Em Pernambuco, Lula reagiu às críticas da oposição dizendo que está trabalhando porque tem caráter
Olinda (PE)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva qualificou ontem de "sem caráter" os políticos que têm feito críticas a ele e ao Governo.
"Todo dia, aparece alguém para me agredir, possivelmente porque estas pessoas estão pensando assim: ‘Poxa vida, nós estamos governando o Brasil desde que Cabral pôs os pés aqui e nós não conseguimos fazer (nada). Por que este metalúrgico está fazendo?’", disse, durante o anúncio de liberação de R$ 74,9 milhões para a erradicação de palafitas e melhorias urbanas de favelas de seis cidades de Pernambuco. "Este metalúrgico está fazendo porque tem uma coisa que eles (os políticos que o atacam) não têm", disse, para uma platéia que, vez por outra, gritava "olê, olê, olá, Lula lá" e "está reeleito". "Este metalúrgico tem caráter. Este metalúrgico só é o que é não pela quantidade de diplomas que eu tenho ou pelo apoio da elite política brasileira, mas pelo sentimento e pela alma do povo deste País", afirmou.Emendou, em seguida, que não perderia tempo com respostas aos detratores. "A eles, que vivem transmitindo ódio todo dia, a eles, que vivem transmitindo inveja e preconceito todo dia, não quero dedicar um minuto, mas, certamente, quero dedicar a vida inteira para ajudar o povo pobre deste País a viver com dignidade e a viver com decência".Depois, numa resposta direta aos que dizem que ele não trabalha e viaja muito, Lula desafiou-os. "Onde eles estão? Eu estou aqui, no meio de vocês". O presidente disse que a oposição vive torcendo para que ele fique nervoso e entre no jogo rasteiro. Para Lula, sempre que for atacado, a resposta será trabalhar mais e dar carinho para a população. "É a gente mostrar mais amor com o povo deste País". O presidente acrescentou que não fará jogo baixo "porque o povo não merece isso, o povo merece respeito, merece ser tratado com dignidade".Lula repetiu o que tem dito sempre nos últimos dias, que a administração federal está cada dia melhor. O presidente disse que as manchetes dos jornais lembravam que, pela primeira vez, os recursos destinados aos pobres são maiores do que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês. "Pela primeira vez, este povo está comendo, os pobres estão tomando café da manhã, almoçando e jantando. Pela primeira vez, as pessoas estão percebendo que as coisas nos supermercados estão mais baratas, as pessoas estão percebendo que até o material de construção está mais barato".Logo pela manhã, Lula inaugurou, no centro do Recife, uma central de teleatendimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que empregará cerca de 1.300 funcionários de uma empresa terceirizada. O prédio foi inaugurado antes mesmo das reformas. O presidente estava de cara amarrada. De acordo com assessores do Poder Executivo, ficara irado ao saber do conteúdo da fala de Jorge e da publicidade partidária gratuita do PFL. Nem quis fazer discurso, o que é raro. Quando o governador Mendonça Filho (PFL) encerrou o breve discurso, Lula deu um tapa na perna direita, mostrando toda a impaciência.Parlamentares aliados do presidente corriam para o defender. O prefeito da capital pernambucana, João Paulo (PT), disse que o candidato do PFL a vice-presidente na chapa de Alckmin tinha sido "garoto de recados do PSDB"; o deputado Fernando Ferro (PT-PE) afirmou que Jorge é um político de segunda categoria, que "só é capaz de organizar festas de São João, assim mesmo, em Brasília", e o deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE) afirmou que o PFL e o pefelista estão "nervosos". "Quanto mais eles falam, mais perdem votos. A campanha de Geraldo Alckmin é igual rabo de cavalo, só cresce para baixo", disse.
"Todo dia, aparece alguém para me agredir, possivelmente porque estas pessoas estão pensando assim: ‘Poxa vida, nós estamos governando o Brasil desde que Cabral pôs os pés aqui e nós não conseguimos fazer (nada). Por que este metalúrgico está fazendo?’", disse, durante o anúncio de liberação de R$ 74,9 milhões para a erradicação de palafitas e melhorias urbanas de favelas de seis cidades de Pernambuco. "Este metalúrgico está fazendo porque tem uma coisa que eles (os políticos que o atacam) não têm", disse, para uma platéia que, vez por outra, gritava "olê, olê, olá, Lula lá" e "está reeleito". "Este metalúrgico tem caráter. Este metalúrgico só é o que é não pela quantidade de diplomas que eu tenho ou pelo apoio da elite política brasileira, mas pelo sentimento e pela alma do povo deste País", afirmou.Emendou, em seguida, que não perderia tempo com respostas aos detratores. "A eles, que vivem transmitindo ódio todo dia, a eles, que vivem transmitindo inveja e preconceito todo dia, não quero dedicar um minuto, mas, certamente, quero dedicar a vida inteira para ajudar o povo pobre deste País a viver com dignidade e a viver com decência".Depois, numa resposta direta aos que dizem que ele não trabalha e viaja muito, Lula desafiou-os. "Onde eles estão? Eu estou aqui, no meio de vocês". O presidente disse que a oposição vive torcendo para que ele fique nervoso e entre no jogo rasteiro. Para Lula, sempre que for atacado, a resposta será trabalhar mais e dar carinho para a população. "É a gente mostrar mais amor com o povo deste País". O presidente acrescentou que não fará jogo baixo "porque o povo não merece isso, o povo merece respeito, merece ser tratado com dignidade".Lula repetiu o que tem dito sempre nos últimos dias, que a administração federal está cada dia melhor. O presidente disse que as manchetes dos jornais lembravam que, pela primeira vez, os recursos destinados aos pobres são maiores do que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês. "Pela primeira vez, este povo está comendo, os pobres estão tomando café da manhã, almoçando e jantando. Pela primeira vez, as pessoas estão percebendo que as coisas nos supermercados estão mais baratas, as pessoas estão percebendo que até o material de construção está mais barato".Logo pela manhã, Lula inaugurou, no centro do Recife, uma central de teleatendimentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que empregará cerca de 1.300 funcionários de uma empresa terceirizada. O prédio foi inaugurado antes mesmo das reformas. O presidente estava de cara amarrada. De acordo com assessores do Poder Executivo, ficara irado ao saber do conteúdo da fala de Jorge e da publicidade partidária gratuita do PFL. Nem quis fazer discurso, o que é raro. Quando o governador Mendonça Filho (PFL) encerrou o breve discurso, Lula deu um tapa na perna direita, mostrando toda a impaciência.Parlamentares aliados do presidente corriam para o defender. O prefeito da capital pernambucana, João Paulo (PT), disse que o candidato do PFL a vice-presidente na chapa de Alckmin tinha sido "garoto de recados do PSDB"; o deputado Fernando Ferro (PT-PE) afirmou que Jorge é um político de segunda categoria, que "só é capaz de organizar festas de São João, assim mesmo, em Brasília", e o deputado Inocêncio Oliveira (PL-PE) afirmou que o PFL e o pefelista estão "nervosos". "Quanto mais eles falam, mais perdem votos. A campanha de Geraldo Alckmin é igual rabo de cavalo, só cresce para baixo", disse.
São Paulo, sábado, 17 de junho de 2006
Oposição faz jogo rasteiro, afirma Lula Sem citar nomes, presidente respondeu ao ataque do vice de Alckmin, José Jorge (PFL)Em discurso em Olinda, Lula disse que seus adversários não têm caráter; PT contesta no TSE programa de TV do PFL O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que a oposição faz jogo "rasteiro" e que seus adversários não têm caráter."Todo dia aparece alguém para me agredir, possivelmente porque essas pessoas estão pensando assim: puxa vida, nós estamos governando o Brasil desde que Cabral pôs os pés aqui e não conseguimos fazer [nada]. Por que esse metalúrgico está fazendo?", disse Lula, em discurso para moradores da periferia de Olinda (PE).O presidente mesmo respondeu à indagação: "Este metalúrgico está fazendo porque tem uma coisa que eles [ seus adversários ] não têm: este metalúrgico tem caráter".Na véspera, o senador José Jorge (PFL-PE), candidato a vice-presidente na chapa do tucano Geraldo Alckmin, havia dito, em discurso, que Lula "não trabalha, só viaja e bebe muito". O presidente também foi atacado anteontem no programa partidário do PFL, integralmente dedicado ao escândalo do "mensalão".Sem citar nomes, Lula voltou à carga contra os adversários no discurso: "A eles que vivem transmitindo ódio todo dia, a eles que vivem transmitindo inveja e preconceito todo dia, não quero dedicar um minuto, mas, certamente, quero dedicar a vida inteira para ajudar o povo pobre deste país a viver com dignidade."Lula anunciou em Pernambuco a liberação de R$ 74,9 milhões do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social para melhoria das condições de moradia de 5.473 famílias que vivem em assentamentos precários em seis cidades de Pernambuco.Mais tarde, em Brasília, em encontro com estudantes, o presidente voltou a fazer referências indiretas aos ataques da oposição. "Hoje, a situação é igual àquela do jogador malandro, que fica provocando, fica infernizando para cavar a expulsão do adversário."As declarações foram feitas na abertura do 13º Congresso da União da Juventude Socialista, entidade ligada ao PC do B. O auditório, um dos mais caros de Brasília, levou Lula a fazer ironia com os cerca de 1.500 estudantes presentes: "Há dez anos, chamariam vocês de pequena burguesia, de traidores da revolução".Ainda no momento em que rebatia as críticas da oposição, Lula se comparou aos torturados pela ditadura militar."Vocês não sabem o que é a gente aprender a apanhar. É mais difícil do que aprender a bater", afirmou, dizendo depois ter respeito pelos que foram torturados pela ditadura, mas que nem assim delataram os companheiros. "Suportar a dor física é tão duro quanto suportar a dor da infâmia, da leviandade e das falsidades. Quanta indignação houve por parte de alguns quando, depois de nos baterem por um ano e meio, sai uma pesquisa em que eu subo e eles descem."Programa do PFLO PT decidiu entrar com uma representação contra o PFL na Justiça Eleitoral por conta do programa de TV de anteontem, no qual Lula foi relacionado ao escândalo do mensalão. De acordo com Berzoini, o programa desrespeitou a lei eleitoral por ter sido usado só para atacar o PT e o governo, sem apresentar propostas do partido.
Sex, 16 Jun 2006 - 21h07
Lula vê "raiva e ódio" em discurso de adversários BRASÍLIA (Reuters) - Em discurso para uma platéia de jovens militantes ligados ao PCdoB, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta sexta-feira, seus adversários na campanha eleitoral, que estariam agindo com "raiva e ódio", mas conclamou seus aliados a não "aceitar provocações" nem sair "do jogo democrático"."Há uma certa inquietação no cumprimento das regras do jogo democrático", disse Lula. "Quando inauguro uma obra, dizem que é campanha eleitoral, talvez porque eles não tivessem obra nenhuma para inaugurar", ironizou o presidente, que é objeto de ações do PSDB e do PFL na Justiça Eleitoral, acusado de fazer uso político da máquina pública."Meu papel não é ficar nervoso, não posso dar a eles o pretexto que eles querem", acrescentou Lula. "A democracia é boa para nós porque somos a maioria", advertiu, sob aplausos e coros de cerca de 1.500 militantes da União da Juventude Socialista (UJS), no auditório da Academia de Tênis de Brasília.Um dia depois de ter sido duramente criticado em programa nacional de televisão do PFL, que acusou seu governo de corrupto, Lula lembrou que os ex-presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek foram chamados de corruptos pelos adversários."Por que tanto ódio, tanta inveja, tanta raiva?", indagou Lula. "Eles não sabem o que é a gente aprender a apanhar, que é mais difícil que aprender a bater", prosseguiu, sem mencionar uma só vez o motivo das acusações do PFL: o caso do mensalão.Lula recordou aos os jovens comunistas a tortura de militantes de esquerda na ditadura militar (1964-1985), para fazer uma comparação com as críticas que recebe. "Suportar a dor física é tão difícil quanto suportar a dor das mentiras, da leviandade, do discurso fácil."
"JOGADOR MALANDRO"
Lula usou o discurso aos comunistas para rebater, indiretamente, o senador José Jorge (PFL-PE), vice do candidato tucano Geraldo Alckmin, que na véspera havia dito que o presidente "trabalha pouco, viaja muito e bebe muito"."O jogador de futebol malandro fica provocando o melhor do adversário, xingando, passando a mão, para ver se ele fica nervoso e provoca a própria expulsão", disse Lula. "Na política também tem gente que faz isso para ver se o adversário provoca um cartão amarelo, verde, vermelho, sei lá a cor."O presidente relacionou a "inquietação" dos adversários com os resultados das últimas pesquisas nacionais de opinião, que indicam o crescimento das intenções de voto na reeleição e a estagnação do candidato tucano."Que indignação houve, depois de quase um ano e meio nos batendo sem parar, sai uma pesquisa, eu subo, eles descem", disse Lula aludindo ao levantamento do Ibope divulgado esta semana."Muitos não levaram em conta que existia uma coisa chamada povo no meio desse debate", disse Lula. "Um povo que vê uma possibilidade, na vida, de ter um país governado de forma justa." Lula falou durante pouco mais de uma hora sem mencionar nem uma vez a candidatura à reeleição, mas anunciou ao final que "nos próximos dias, com muita calma, vamos tomar a decisão necessária".Ele fez um balanço dos 34 meses de governo destacando os investimentos em educação, o acesso de estudantes pobres à universidade pelo Prouni e, especialmente, o estabelecimento da auto-suficiência na produção de petróleo."Deus já foi muito generoso comigo", disse Lula, referindo-se ao fato de a marca ter sido atingida pela Petrobras em seu mandato, 53 anos depois de a empresa estatal ter sido criada.
Por essa o José Jorge, ex- apagão, não esperava!
O José Jorge ex ministro do apagão de FHC, atual vice do Alckmin, pediu para Receita Federal investigar o PT, após o Delúbio Soares ter revelado que fez uso de caixa dois, isso em 2005 no auge das CPIs. Notem bem, apenas o PT era para ser investigado, foi o pedido do ex ministro do apagão de FHC. A Receita Federal ampliou a investigação, José Jorge não contava com isso, e detectou irregularidades no PFL partido do denunciante, por uso de caixa 2. O PSDB partido aliado do PFL, também está sendo investigado porque também fez uso de caixa 2. Isso é hilário, isso é conhecido como "deu o tiro no próprio pé". Vamos deixar de hipocrisia, alguém em sã consciência acredita que o PFL/PSDB não usaram caixa 2? Se duvida veja a Lista de FURNAS que é verdadeira, como atestou a perícia feita pela PF. Quem duvidar acesse a lista de Furnas e fique bem informado.
16 junho 2006
ANÔNIMOS, CORRUPTOS E COVARDES
O PFL, em horário político na TV, apresentou anonimamente, em 15/6, um programa de mentiras e calúnias atacando o presidente Lula e o PT. Notem: anonimamente, em comum acordo com as emissoras de TV. O JN foi interriompido dizendo que iria trazer mais noticias da Copa em alguns minuto, não disse que seria após o horário político obrigatório. Entrou no ar direto o programa do PFL, sem identificação, passando ao telespectador a impressão de ser uma matéria do JN. Somente no fim da apresentação aparece a logomarca do PFL. Isso foi um total desrespeito aos telespectadores, que, sem saber que se tratava do PFL, não desligaram a TV ou passaram para um canal a cabo. Isso fez com que o telespectador fosse quase obrigado a assistir àquela montagem horrorosa para só no fim -- quem agüentou -- descobrir que se tratava do PFL (Ah, bom, então é isso...). Anonimamente, disfarçados, mentindo; o PFL agiu como no passado. Indívíduos como ACM, Bornhausen, José Jorge, Romeu Tuma, passaram a ter poder após o golpe de 64. Eram colaboradores da ditadura, torturadores anônimos da ditadura. Anonimamente eles matavam e os corpos dos que lutavam por justiça, por liberdade, por dignidade do povo brasileiro, eram anonimamente enterrados em cemitérios clandestinos. Anonimamente, no governo de FHC, eles votaram projetos que prejudicaram o povo brasileiro, provocando desemprego recorde, com privatizações espúrias, com acordos imprudentes com o FMI. Anonimamente eles se venderam a FHC em favor da reeleição, e anonimamente foram também compradores de votos para a maldita reeleição de FHC. Anonimamente eles elegeram Severino Cavalcanti presidente da Câmara, para tentar desestabilizar o governo Lula e de olho no prometido aumento de 65% de Severino, que iria engordar seus bolsos. Assim age o PFL, na obscuridade, como agem os bandidos. Age no anonimato quem tem muitos crimes a esconder. Age assim quem tem a certeza de que sendo mentiroso, falso, cretino, não terá credibilidade: tem que enganar para ser ouvido. Agem no anonimato os dissimulados, os hipócritas e os covardes. Eles querem ter novamente o poder e recorrem ao anonimato para esconder o que foram poder no passado e que afundaram o país. Eles agem no anonimato porque não têm, como nunca tiveram, propostas para fazer deste país um país de todos, como está fazendo, de cara limpa, de peito aberto, com a sua assinatura, o presidente Lula. O presidente Lula não tem o que esconder, não tem que agir anonimamente. O presidente Lula veio a público dizer que alguns integrantes do PT cometeram erros, ele disse que iria investigar e punir quem agiu de forma errada e assim o fez; o PT puniu dirigentes supostamente envolvidos em caixa 2, e não engavetou nenhuma CPI, como fizeram FHC e Alckmin do PSDB. O presidente Lula fala olhando diretamente no olho do povo, ele não se esconde no anonimato dos criminosos corruptos. O PPS do Roberto Freire também mentiu ontem, 15/6, em seus minutos políticos na TV, disse que não há ninguém do PPS envolvido com caixa 2. Há sim. Eles constam na lista de Furnas, estão lá os nomes de políticos do PPS, com o respectivo valor recebido do Dimasduto. São eles: Fernando Coruja, deputado federal por SC, Paulo Piauí, de MG, Dimas Ramalho, de SP, Julio Delgado, de MG, Athos, de MG. Quem afirma isso é a Polícia Federal, que confirmou em 15/6 a autenticidade da chamada "lista de Furnas", documento de cinco páginas que registra contribuições de campanha, num esquema de caixa 2, a 156 políticos, durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles receberam R$ 40 milhões. Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. O PPS de Roberto Freire se uniu ao PSDB/PFL, que foram os maiores beneficiários do Dimasduto. Entre as campanhas eleitorais abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas, em 2002, receberam, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Curiosamente, o JN não disse absolutamente nada a respeito dos envolvidos na lista de Furnas, que a imprenssa escrita está divulgando. Há 32 nomes de políticos do PFL: também por isso eles têm que agir no anonimato, na obscuridade, como agem os bandidos, os corruptos e os covardes.
Jussara Seixas
O PFL, em horário político na TV, apresentou anonimamente, em 15/6, um programa de mentiras e calúnias atacando o presidente Lula e o PT. Notem: anonimamente, em comum acordo com as emissoras de TV. O JN foi interriompido dizendo que iria trazer mais noticias da Copa em alguns minuto, não disse que seria após o horário político obrigatório. Entrou no ar direto o programa do PFL, sem identificação, passando ao telespectador a impressão de ser uma matéria do JN. Somente no fim da apresentação aparece a logomarca do PFL. Isso foi um total desrespeito aos telespectadores, que, sem saber que se tratava do PFL, não desligaram a TV ou passaram para um canal a cabo. Isso fez com que o telespectador fosse quase obrigado a assistir àquela montagem horrorosa para só no fim -- quem agüentou -- descobrir que se tratava do PFL (Ah, bom, então é isso...). Anonimamente, disfarçados, mentindo; o PFL agiu como no passado. Indívíduos como ACM, Bornhausen, José Jorge, Romeu Tuma, passaram a ter poder após o golpe de 64. Eram colaboradores da ditadura, torturadores anônimos da ditadura. Anonimamente eles matavam e os corpos dos que lutavam por justiça, por liberdade, por dignidade do povo brasileiro, eram anonimamente enterrados em cemitérios clandestinos. Anonimamente, no governo de FHC, eles votaram projetos que prejudicaram o povo brasileiro, provocando desemprego recorde, com privatizações espúrias, com acordos imprudentes com o FMI. Anonimamente eles se venderam a FHC em favor da reeleição, e anonimamente foram também compradores de votos para a maldita reeleição de FHC. Anonimamente eles elegeram Severino Cavalcanti presidente da Câmara, para tentar desestabilizar o governo Lula e de olho no prometido aumento de 65% de Severino, que iria engordar seus bolsos. Assim age o PFL, na obscuridade, como agem os bandidos. Age no anonimato quem tem muitos crimes a esconder. Age assim quem tem a certeza de que sendo mentiroso, falso, cretino, não terá credibilidade: tem que enganar para ser ouvido. Agem no anonimato os dissimulados, os hipócritas e os covardes. Eles querem ter novamente o poder e recorrem ao anonimato para esconder o que foram poder no passado e que afundaram o país. Eles agem no anonimato porque não têm, como nunca tiveram, propostas para fazer deste país um país de todos, como está fazendo, de cara limpa, de peito aberto, com a sua assinatura, o presidente Lula. O presidente Lula não tem o que esconder, não tem que agir anonimamente. O presidente Lula veio a público dizer que alguns integrantes do PT cometeram erros, ele disse que iria investigar e punir quem agiu de forma errada e assim o fez; o PT puniu dirigentes supostamente envolvidos em caixa 2, e não engavetou nenhuma CPI, como fizeram FHC e Alckmin do PSDB. O presidente Lula fala olhando diretamente no olho do povo, ele não se esconde no anonimato dos criminosos corruptos. O PPS do Roberto Freire também mentiu ontem, 15/6, em seus minutos políticos na TV, disse que não há ninguém do PPS envolvido com caixa 2. Há sim. Eles constam na lista de Furnas, estão lá os nomes de políticos do PPS, com o respectivo valor recebido do Dimasduto. São eles: Fernando Coruja, deputado federal por SC, Paulo Piauí, de MG, Dimas Ramalho, de SP, Julio Delgado, de MG, Athos, de MG. Quem afirma isso é a Polícia Federal, que confirmou em 15/6 a autenticidade da chamada "lista de Furnas", documento de cinco páginas que registra contribuições de campanha, num esquema de caixa 2, a 156 políticos, durante a disputa eleitoral de 2002. No total, eles receberam R$ 40 milhões. Segundo a assessoria da direção geral da PF, em Brasília, perícia do INC (Instituto Nacional de Criminalística) concluiu que a lista não foi montada e que é autêntica a assinatura que aparece no documento, de Dimas Toledo, ex-diretor de engenharia de Furnas, empresa estatal de energia elétrica. O PPS de Roberto Freire se uniu ao PSDB/PFL, que foram os maiores beneficiários do Dimasduto. Entre as campanhas eleitorais abastecidas pelo esquema estão as do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, hoje candidato à Presidência pelo PSDB, do ex-prefeito de São Paulo José Serra (PSDB), atual pré-candidato ao governo paulista, e do atual governador mineiro, Aécio Neves (PSDB). As campanhas, em 2002, receberam, respectivamente, R$ 9,3 milhões, R$ 7 milhões e R$ 5,5 milhões. Curiosamente, o JN não disse absolutamente nada a respeito dos envolvidos na lista de Furnas, que a imprenssa escrita está divulgando. Há 32 nomes de políticos do PFL: também por isso eles têm que agir no anonimato, na obscuridade, como agem os bandidos, os corruptos e os covardes.
Jussara Seixas
15 junho 2006
PT pode presidir CPMI sobre fraudes em compra de ambulâncias
O líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS) afirmou, ontem, que indicará até a próxima terça-feira (20) os nomes dos parlamentares que vão integrar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que vai apurar fraudes na compra de ambulâncias. O requerimento para a instalação da CPMI foi lido ontem em sessão conjunta do Congresso Nacional. O texto prevê que a CPMI terá prazo de 180 dias para concluir seus trabalhos. Se houver acordo entre os líderes partidários, esse prazo poderá ser reduzido para 30 dias. O líder Fontana ressaltou que a escolha dos nomes pelo PT será feita "com equilíbrio democrático" e que o partido reivindicará a presidência da CPMI.
"Pelo critério da proporcionalidade partidária, queremos indicar o presidente da CPMI e a escolha será feita com o equilíbrio necessário para que possamos indicar uma pessoa preparada para o critério da investigação e que contribua para que essa comissão atue sem aquele incentivo ao holofote desnecessário. Defendemos que a comissão trabalhe muito mais em cima de documentos, sem apelo da chamada exposição cotidiana do ponto de vista de mídia, com assunto que muitas vezes têm conseqüência zero para a investigação efetiva", disse o líder petista.
Na avaliação de Henrique Fontana, com 80% da investigação já realizada pelo Ministério Público e Polícia Federal, o Congresso Nacional não acrescentará muita coisa na apuração. "Na minha opinião, o Parlamento tem pouca possibilidade, nesse momento, de contribuir como precisaria para uma investigação como essa. Estamos a três meses e meio de um processo eleitoral e não tenho grandes ilusões do trabalho que uma CPI possa fazer nesta altura da conjuntura política. Além disso, precisamos ter cuidado para que uma eventual intervenção do Parlamento não estrague uma investigação que está vindo com correção, equilíbrio e profundidade", disse o líder do PT.
Eleições - Sobre o processo eleitoral, Henrique Fontana lembrou que as recentes pesquisas de opinião refletem um sentimento real da população. "Quando a população avalia e compara o governo do presidente Lula com o anterior, define por ampla maioria que o governo Lula está sendo melhor para o país. Isso dá favoritismo ao presidente Lula, mas recebemos isso com humildade e prudência", disse.
Judiciário - O líder do PT informou que está sendo preparado um recurso para que seja apreciado em plenário o projeto de lei (PL 5845/05), que reestrutura as carreiras dos servidores do Poder Judiciário, aprovado esta semana na CCJ. Por ser conclusivo, o PL poderia seguir para análise do Senado Federal, sem apreciação do plenário da Câmara.
De acordo com Henrique Fontana, foi feito um esforço para viabilizar no Orçamento de 2006 recursos para garantir reajustes salariais a todas as categorias do funcionalismo público federal. "Conseguimos viabilizar R$ 5 bilhões para o reajuste destas carreiras, então não é exequível, pelo menos a curto prazo, que um projeto que atende apenas o Judiciário tenha um custo de R$ 5,3 bilhões. O Judiciário, os seus servidores, tem um papel importantíssimo, estratégico para qualquer país, como é para o Brasil. Mas, estamos recorrendo ao plenário, porque entendemos que absorver essa despesa em dois ou três anos não é razoável e o país não teria como suportar isso. Acho que o diálogo e a negociação vão encontrar uma alternativa", afirmou o líder petista.
Aposentados - Fontana voltou a criticar a atitude da oposição de aprovar emenda na medida provisória (MP 288/06), do salário mínimo e que estendeu o reajuste de 16,66% do mínimo para aposentados e pensionistas do regime geral da previdência. Sobre a possibilidade de derrubar a emenda no Senado, onde tramita a MP, para evitar um veto do presidente da República, o líder petista ressaltou que estão sendo discutidas alternativas para garantir o reajuste de 5% já concedido para aposentados e pensionistas. Para Fontana, a oposição está agindo de forma eleitoreira e demagógica.
"Pelo critério da proporcionalidade partidária, queremos indicar o presidente da CPMI e a escolha será feita com o equilíbrio necessário para que possamos indicar uma pessoa preparada para o critério da investigação e que contribua para que essa comissão atue sem aquele incentivo ao holofote desnecessário. Defendemos que a comissão trabalhe muito mais em cima de documentos, sem apelo da chamada exposição cotidiana do ponto de vista de mídia, com assunto que muitas vezes têm conseqüência zero para a investigação efetiva", disse o líder petista.
Na avaliação de Henrique Fontana, com 80% da investigação já realizada pelo Ministério Público e Polícia Federal, o Congresso Nacional não acrescentará muita coisa na apuração. "Na minha opinião, o Parlamento tem pouca possibilidade, nesse momento, de contribuir como precisaria para uma investigação como essa. Estamos a três meses e meio de um processo eleitoral e não tenho grandes ilusões do trabalho que uma CPI possa fazer nesta altura da conjuntura política. Além disso, precisamos ter cuidado para que uma eventual intervenção do Parlamento não estrague uma investigação que está vindo com correção, equilíbrio e profundidade", disse o líder do PT.
Eleições - Sobre o processo eleitoral, Henrique Fontana lembrou que as recentes pesquisas de opinião refletem um sentimento real da população. "Quando a população avalia e compara o governo do presidente Lula com o anterior, define por ampla maioria que o governo Lula está sendo melhor para o país. Isso dá favoritismo ao presidente Lula, mas recebemos isso com humildade e prudência", disse.
Judiciário - O líder do PT informou que está sendo preparado um recurso para que seja apreciado em plenário o projeto de lei (PL 5845/05), que reestrutura as carreiras dos servidores do Poder Judiciário, aprovado esta semana na CCJ. Por ser conclusivo, o PL poderia seguir para análise do Senado Federal, sem apreciação do plenário da Câmara.
De acordo com Henrique Fontana, foi feito um esforço para viabilizar no Orçamento de 2006 recursos para garantir reajustes salariais a todas as categorias do funcionalismo público federal. "Conseguimos viabilizar R$ 5 bilhões para o reajuste destas carreiras, então não é exequível, pelo menos a curto prazo, que um projeto que atende apenas o Judiciário tenha um custo de R$ 5,3 bilhões. O Judiciário, os seus servidores, tem um papel importantíssimo, estratégico para qualquer país, como é para o Brasil. Mas, estamos recorrendo ao plenário, porque entendemos que absorver essa despesa em dois ou três anos não é razoável e o país não teria como suportar isso. Acho que o diálogo e a negociação vão encontrar uma alternativa", afirmou o líder petista.
Aposentados - Fontana voltou a criticar a atitude da oposição de aprovar emenda na medida provisória (MP 288/06), do salário mínimo e que estendeu o reajuste de 16,66% do mínimo para aposentados e pensionistas do regime geral da previdência. Sobre a possibilidade de derrubar a emenda no Senado, onde tramita a MP, para evitar um veto do presidente da República, o líder petista ressaltou que estão sendo discutidas alternativas para garantir o reajuste de 5% já concedido para aposentados e pensionistas. Para Fontana, a oposição está agindo de forma eleitoreira e demagógica.
Três anos de Lula foram melhores que os 8 anos de FHC
Pesquisa CNI-Ibope divulgada esta semana mostrou o favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as próximas eleições. Revelou também que 55% dos brasileiros consideram os três anos e meio de governo Lula melhores do que os 8 anos de gestão de FHC. Para 23% a situação está igual e apenas 18% acham que piorou.
A avaliação pró-Lula é a melhor desde setembro de 2003, quando o presidente tinha os mesmos 55%, e 16 pontos acima do índice apurado em dezembro do ano passado - quando o massacre da mídia contra o petista atingiu seu auge. Mesmo entre os eleitores do tucano Geraldo Alckmin, segundo a nova pesquisa, a taxa dos que consideram Lula melhor ou igual a FHC é de 57%.
Para a deputada D. Clair (PT-PR) a avaliação positiva do presidente Lula em relação a FHC se deve ao reconhecimento da população do acerto da política econômica, do aumento do salário mínimo, da geração de empregos e da estabilidade da inflação praticada neste governo. No entanto, Clair considera que para o próximo mandato é preciso definir uma meta de crescimento econômico para que o país acompanhe o rítimo dos demais países da América Latina, que alcançaram números superiores ao Brasil.
Segundo a deputada, o crescimento brasileiro poderia ser ainda maior em função da nossa potencialidade. "Precisamos fazer uma comparação mais ampla sobre os níveis de crescimento do país. Temos que definir metas de crescimento econômico para o próximo mandato, pois tivemos um crescimento aquém das nossas necessidades e potencialidades", disse.
Na avaliação do deputado Fernando Ferro (PT-PE) as ações sociais e econômicas do governo Lula estão ficando cada vez mais claras para a população. "A população tem captado facilmente as melhorias promovidas por este governo em diversos campos, especialmente no campo social. Não é difícil perceber o diferencial deste governo em relação ao governo FHC", disse.
O desespero do PSDB, segundo o parlamentar, se dá exatamente pela constatação deste desempenho por parte da população que não consegue desvincular a imagem do candidato tucano daquela do governo FHC. "A questão é: continuamos crescendo com Lula ou retornamos a um governo semelhante ao anterior?", questionou.
Melhora generalizada - O levantamento também apontou que houve melhora na avaliação da atuação do governo em quase todos os itens investigados. Em relação ao combate à fome e à pobreza, aumentou o percentual dos que aprovam a política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: de 51%, na rodada de março, para 56% neste mês.
Na área de economia, o destaque é para o combate à inflação, cuja aprovação cresceu de 41% para 48%. Mesmo com uma ligeira melhora, impostos, juros, segurança pública e combate ao desemprego permanecem como as áreas de maior desaprovação do governo.
No combate ao desemprego, o governo Lula recebeu a aprovação de 42% dos entrevistados, contra 38% da pesquisa anterior. A pesquisa CNI-Ibope foi feita com 2.002 eleitores em 143 municípios brasileiros entre os dias 5 a 7 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.
A avaliação pró-Lula é a melhor desde setembro de 2003, quando o presidente tinha os mesmos 55%, e 16 pontos acima do índice apurado em dezembro do ano passado - quando o massacre da mídia contra o petista atingiu seu auge. Mesmo entre os eleitores do tucano Geraldo Alckmin, segundo a nova pesquisa, a taxa dos que consideram Lula melhor ou igual a FHC é de 57%.
Para a deputada D. Clair (PT-PR) a avaliação positiva do presidente Lula em relação a FHC se deve ao reconhecimento da população do acerto da política econômica, do aumento do salário mínimo, da geração de empregos e da estabilidade da inflação praticada neste governo. No entanto, Clair considera que para o próximo mandato é preciso definir uma meta de crescimento econômico para que o país acompanhe o rítimo dos demais países da América Latina, que alcançaram números superiores ao Brasil.
Segundo a deputada, o crescimento brasileiro poderia ser ainda maior em função da nossa potencialidade. "Precisamos fazer uma comparação mais ampla sobre os níveis de crescimento do país. Temos que definir metas de crescimento econômico para o próximo mandato, pois tivemos um crescimento aquém das nossas necessidades e potencialidades", disse.
Na avaliação do deputado Fernando Ferro (PT-PE) as ações sociais e econômicas do governo Lula estão ficando cada vez mais claras para a população. "A população tem captado facilmente as melhorias promovidas por este governo em diversos campos, especialmente no campo social. Não é difícil perceber o diferencial deste governo em relação ao governo FHC", disse.
O desespero do PSDB, segundo o parlamentar, se dá exatamente pela constatação deste desempenho por parte da população que não consegue desvincular a imagem do candidato tucano daquela do governo FHC. "A questão é: continuamos crescendo com Lula ou retornamos a um governo semelhante ao anterior?", questionou.
Melhora generalizada - O levantamento também apontou que houve melhora na avaliação da atuação do governo em quase todos os itens investigados. Em relação ao combate à fome e à pobreza, aumentou o percentual dos que aprovam a política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: de 51%, na rodada de março, para 56% neste mês.
Na área de economia, o destaque é para o combate à inflação, cuja aprovação cresceu de 41% para 48%. Mesmo com uma ligeira melhora, impostos, juros, segurança pública e combate ao desemprego permanecem como as áreas de maior desaprovação do governo.
No combate ao desemprego, o governo Lula recebeu a aprovação de 42% dos entrevistados, contra 38% da pesquisa anterior. A pesquisa CNI-Ibope foi feita com 2.002 eleitores em 143 municípios brasileiros entre os dias 5 a 7 de junho. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.
Valério depõe em inquérito que apura Caixa 2 de Azeredo
Eduardo Kattah
BELO HORIZONTE - O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza prestou depoimento durante cerca de cinco horas na sede da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira, em Belo Horizonte. Valério foi interrogado pelo delegado Luiz Flávio Zampronha sobre o inquérito que investiga a denúncia de caixa 2 na campanha à reeleição ao governo de Minas, em 1998, do atual senador Eduardo Azeredo (PSDB). O inquérito foi devolvido à PF na última semana pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, que solicitou novas diligências.
Valério admitiu ter sido o operador do empréstimo com valor original de R$ 8,35 milhões ao Banco Rural, feito pela DNA Propaganda naquele mesmo ano. De acordo com o empresário, os recursos foram captados a pedido do então tesoureiro Cláudio Mourão - que tinha procuração de Azeredo - e usados para o financiamento paralelo da campanha.
http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2006/jun/14/410.htm
Eduardo Kattah
BELO HORIZONTE - O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza prestou depoimento durante cerca de cinco horas na sede da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira, em Belo Horizonte. Valério foi interrogado pelo delegado Luiz Flávio Zampronha sobre o inquérito que investiga a denúncia de caixa 2 na campanha à reeleição ao governo de Minas, em 1998, do atual senador Eduardo Azeredo (PSDB). O inquérito foi devolvido à PF na última semana pelo procurador-geral da República, Antônio Fernando Souza, que solicitou novas diligências.
Valério admitiu ter sido o operador do empréstimo com valor original de R$ 8,35 milhões ao Banco Rural, feito pela DNA Propaganda naquele mesmo ano. De acordo com o empresário, os recursos foram captados a pedido do então tesoureiro Cláudio Mourão - que tinha procuração de Azeredo - e usados para o financiamento paralelo da campanha.
http://www.estadao.com.br/ultimas/nacional/noticias/2006/jun/14/410.htm

RIO DE JANEIRO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi ovacionado nesta quarta-feira ao chegar ao ginásio de esportes do Clube Mauá, em São Gonçalo, área metropolitana do Rio. Ele foi recebido por cerca de quatro mil pessoas com cânticos evangélicos, encomendados especialmente para sua visita, pela prefeita Aparecida Panisset (PFL), que fretou 110 ônibus para levar estudantes e beneficiários do Bolsa Família.
Foi a primeira visita de um presidente da República ao município, que é o segundo maior colégio eleitoral do Estado. Lula foi lançar a pedra fundamental do Centro de Inteligência que a Petrobras vai instalar no local para dar suporte tecnológico e capacitar profissionais que vão operar no Complexo Petroquímico de Itaboraí.
14/06/2006 - 19:46
Biodiesel vai gerar energia elétrica na região Norte
O galpão industrial de transformação de óleo vegetal em biodiesel foi um dos destaques do Centro de Energia e Tecnologia Sustentáveis, inaugurado nesta quarta-feira (14) na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
A planta do galpão, montada em uma estrutura de fácil transporte, será levada para o Pará, com a proposta de substituir diesel por óleo de dendê na geração de energia elétrica. A idéia é utilizar o novo combustível em comunidades que dependem de geradores, fonte de energia comum na região Norte.Segundo Luiz Pinguelli Rosa, coordenador do projeto, um dos objetivos é reduzir o gasto público com a compra de diesel.
"Esse biodiesel vai substituir um diesel que viaja muito até chegar ao local de geração de energia elétrica, recebendo um subsídio total de R$ 4 bilhões por ano".
Outra grande vantagem, diz ele, é a redução da emissão de gases que provocam efeito estufa. "Cada litro de biodiesel substitui um litro de diesel, evitando a emissão de dióxido de carbono".A casa ecológica popular, que consome metade da energia de uma convencional, é outra inovação desenvolvida pela UFRJ, em parceria com a Eletrobrás, para o Centro de Energia e Tecnologia Sustentáveis.
Agência Brasil
O galpão industrial de transformação de óleo vegetal em biodiesel foi um dos destaques do Centro de Energia e Tecnologia Sustentáveis, inaugurado nesta quarta-feira (14) na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).
A planta do galpão, montada em uma estrutura de fácil transporte, será levada para o Pará, com a proposta de substituir diesel por óleo de dendê na geração de energia elétrica. A idéia é utilizar o novo combustível em comunidades que dependem de geradores, fonte de energia comum na região Norte.Segundo Luiz Pinguelli Rosa, coordenador do projeto, um dos objetivos é reduzir o gasto público com a compra de diesel.
"Esse biodiesel vai substituir um diesel que viaja muito até chegar ao local de geração de energia elétrica, recebendo um subsídio total de R$ 4 bilhões por ano".
Outra grande vantagem, diz ele, é a redução da emissão de gases que provocam efeito estufa. "Cada litro de biodiesel substitui um litro de diesel, evitando a emissão de dióxido de carbono".A casa ecológica popular, que consome metade da energia de uma convencional, é outra inovação desenvolvida pela UFRJ, em parceria com a Eletrobrás, para o Centro de Energia e Tecnologia Sustentáveis.
Agência Brasil
Informes.org (14/06/06)
Lista de Furnas: Lobista revela que originais do documento já estão com a PF
O lobista Nilton Monteiro, responsável pela divulgação da chamada lista de Furnas, informou nesta quarta-feira (14) que entregou os originais do documento à Polícia Federal. A revelação foi feita após audiência judicial com os 11 deputados estaduais de Minas Gerais que processam Monteiro, sob alegação de que este teria forjado a lista. Na época da primeira denúncia, no final do ano passado, a PF teve acesso apenas a uma cópia da lista. Nela aparecem os nomes de 156 políticos que teriam se beneficiado de um esquema de desvio de recursos de Furnas, da ordem de R$ 40 milhões, para financiamento de campanhas eleitorais. Todos eram ligados à base governista do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Entre os supostos beneficiados, 82 são do PSDB e do PFL. Os originais, segundo Monteiro, foram entregues no último dia 5 de maio. Ele mostrou o “auto de apresentação e apreensão” lavrado pela Polícia Federal no ato da entrega. O delegado da PF em Belo Horizonte, Praxíteles Fragoso Praxedes, recebeu os papéis e os encaminhou para perícia. O esquema de financiamento da campanha de 1998, do PSDB de Minas, que teve como arrecadador assumido o empresário Marcos Valério, junto com Cláudio Mourão, está em fase adiantada de apuração pela PF. Segundo notícia veiculada pelo jornal O Globo a PF vai convocar para oitivas os 80 nomes listados no esquema de 1998. É bom lembrar que a campanha de FHC foi beneficiária disso também, já que os votos que obteve em Minas, têm a chancela desses recursos não-contabilizados de campanha.
O lobista Nilton Monteiro, responsável pela divulgação da chamada lista de Furnas, informou nesta quarta-feira (14) que entregou os originais do documento à Polícia Federal. A revelação foi feita após audiência judicial com os 11 deputados estaduais de Minas Gerais que processam Monteiro, sob alegação de que este teria forjado a lista. Na época da primeira denúncia, no final do ano passado, a PF teve acesso apenas a uma cópia da lista. Nela aparecem os nomes de 156 políticos que teriam se beneficiado de um esquema de desvio de recursos de Furnas, da ordem de R$ 40 milhões, para financiamento de campanhas eleitorais. Todos eram ligados à base governista do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Entre os supostos beneficiados, 82 são do PSDB e do PFL. Os originais, segundo Monteiro, foram entregues no último dia 5 de maio. Ele mostrou o “auto de apresentação e apreensão” lavrado pela Polícia Federal no ato da entrega. O delegado da PF em Belo Horizonte, Praxíteles Fragoso Praxedes, recebeu os papéis e os encaminhou para perícia. O esquema de financiamento da campanha de 1998, do PSDB de Minas, que teve como arrecadador assumido o empresário Marcos Valério, junto com Cláudio Mourão, está em fase adiantada de apuração pela PF. Segundo notícia veiculada pelo jornal O Globo a PF vai convocar para oitivas os 80 nomes listados no esquema de 1998. É bom lembrar que a campanha de FHC foi beneficiária disso também, já que os votos que obteve em Minas, têm a chancela desses recursos não-contabilizados de campanha.
14 junho 2006
GRANDE DIRCEU
14/06/2006 - 14:00
Em entrevista publicada pela edição da revista Imprensa deste mês, o ex-ministro José Dirceu acusa a “imprensa em geral” de ter voltado aos tempos da Oban e do Doi-Codi – órgãos repressivos da ditadura militar –, quando a perseguição aos adversários do regime contava com o apoio de boa parte da mídia.“As notícias que nós temos é que houve muita pressão nas redações contra os jornalistas que não estavam na corrente geral para derrubar o PT e o governo Lula”, afirma Dirceu, lembrando o caso emblemático da demissão de Franklin Martins da TV Globo. “Isso pode significar uma tendência de um certo macartismo na imprensa”, diz.Leia abaixo trechos da entrevista:Qual foi o maior erro seu e do governo em relação à imprensa?
José Dirceu – Um dos grandes erros que nós cometemos foi subestimar o papel da mídia conservadora no governo Lula e no processo político brasileiro.
A mídia sempre tomou partido.Em nome de quem essa mídia conservadora está discursando?
A mídia discursa em nome da volta dos tucanos para o governo, em nome da aliança PFL-PSDB. Ela é anti-PT. Tomou partido dentro do governo e das disputas internas partidárias. Quando o PT era um partido que não fazia aliança, era criticado pela imprensa por isso. Depois, quando começou a construir um programa mínimo, construíram a imagem que o partido se descaracterizou, que ficou igual ao PSDB. Agora, durante esse processo todo, a mídia apoiou as facções dentro do PT que aceitavam a leitura da direita sobre a crise. Se você olhar o noticiário, vai perceber: todo mundo que se opôs a mim, que queria me tirar da chapa do campo majoritário (na eleição interna do PT), que queria me expulsar, foi apoiado pela imprensa. Diziam que era eu que estava derrotando o Tarso Genro, que eu estava articulando, sendo que eu estava afastado. Se você olhar como se comportou o jornal O Globo dentro da luta interna...eles tomaram partido. Basta observar como a mídia promoveu o PSOL...
Quando você fala em mídia está se referindo exatamente a quem?
Eles agem em bloco?
Em alguns momentos eles se articulam e estabelecem uma agenda e uma pauta comum. Se você lesse, durante a crise, os quatro grandes jornais do país, via que eles tinham o mesmo conteúdo.
Só que eles não assumem suas posições abertamente, em editorial...
Nem a veja?
A Veja, em petit comité, assume que apoiou o Serra em 2002. Eles fizeram campanha. Às vezes, fazendo bravata, eles assumem isso. A mídia de São Paulo, em geral, elegeu o Serra prefeito antes da eleição. Ele nem precisou fazer campanha. Eles desconstruíram o governo da Marta, que foi o melhor que a cidade já teve. A mídia, inclusive a Folha de S.Paulo, que é serrista,
desmontou a gestão Marta.
O maior inimigo do governo nas bancas é a Veja?
A Veja está desmoralizada, apesar de ter criado um eleitorado próprio, uma base social, que é de direita. A Abril associou-se à Nasper (grupo empresarial sul-africano), que é a direita dos neoconservadores. A notícia, hoje, em geral, aparece totalmente editorializada. Veja o "Bom Dia Brasil", por exemplo. Podia chamar "Nossa Opinião Brasil". Eles dão opinião o tempo todo. Não tem notícia. Não ouvem o outro lado. Fica lá o Renato Machado, dando opinião...Me assusta essa tendência de haver só um lado de opinião nos jornais.E o Diogo Mainardi...Ele é o pistoleiro da Veja. Geralmente, os donos dos meios de comunicação contratam pistoleiros para matar a honra das pessoas. E pagam bem para isso. Aquilo que o manual de redação proíbe, é feito pelo pistoleiro ou por um "Painel" de notinhas. Diogo Mainardi não tem credibilidade nenhuma.
Como você avalia a saída do Franklin Martins da Globo?
Fiquei estarrecido. Não sei exatamente o que aconteceu, mas ele tinha uma opinião divergente, ou pelo menos plural. Isso pode significar uma tendência de um certo macartismo na imprensa. As notícias que nós temos é que houve muita pressão nas redações contra os jornalistas que não estavam na corrente geral para derrubar o PT e o governo Lula.
Você mantém alguma estrutura fixa de comunicação para responder a todas as reportagens?
Eu tive, até janeiro, uma assessoria de imprensa. Leio todo dia cedo uns quatro clippings de jornais. Também dou uma olhada na Internet de manhã. Agora, estou contratando uma empresa de assessoria de imprensa. Parei de dar entrevistas...
A demanda ainda é muito alta?
Tenho uma demanda represada de praticamente todos os jornais e revistas. Mas parei de dar entrevistas. A minha principal meta é a reeleição do Lula.Quantos processos vocês está movendo contra a imprensa?
Contra o irmão do Celso Daniel e outro contra a Veja.
E contra a IstoÉ Dinheiro, que fez aquela matéria sobre a moto Harley Davidson que você teria comprado?
Vou processar também. Eles procuraram meus advogados oferecendo um acordo, de fazer uma entrevista onde ficaria claro que a matéria não correspondia aos fatos. Mas não vou fazer acordo. Vou processar a revista e o jornalista. Não dá mais... Essa matéria, por exemplo, das contas no exterior, feita pela Veja. É uma matéria covarde, que faz um habeas corpus preventivo. Ela mesma diz, a mando dos advogados, para escapar de um processo, que a matéria não é verdadeira. A imprensa em geral desceu um nível do tempo que a imprensa apoiava a OBAN e o DOI-CODI.A mídia ainda tem um certo fetiche com você...Tem essa história que a Folha divulgou, de que eu fui vaiado no aeroporto. Eles demoraram 10 dias para publicar minha carta. O "Painel" da Folha afirmou que eu pedi para ir para a sala VIP da Varig, como se eu estivesse me escondendo. Em primeiro lugar, eu tenho direito à sala VIP, porque sou cliente diamante. Em segundo lugar, nunca viajei para o México pela Varig. Em terceiro, nunca fui vaiado. No caso do Genoíno, publicaram que ele foi vaiado no restaurante Famiglia Mancini. Só que ele não vai lá há anos. Eles não estão publicando notícia, estão mobilizando a base social deles para nos vaiar e nos hostilizar nos locais públicos, como se estivéssemos sendo condenados pela sociedade. É evidente que tem uma parcela que me condena. Tenho consciência da imagem negativa que tenho junto a uma parte importante da sociedade. Mas tem muita gente que me apóia. A oposição que existe a mim é maior do que a que existe ao Lula e ao governo, até pelo papel que eu joguei. É uma acusação improcedente, mas foi feita. Ninguém sabe dizer por que fui cassado. Enfim, o fato é que nunca fui hostilizado em local público.
E aquela palestra na PUC?
Isso é natural. Qualquer político do PT que for lá defender o Lula vai ser hostilizado. A maioria do pessoal era tucano ou do PSOL e PSTU. Eles começaram com "vai tomar no cu"...Isso foi mais o pessoal do PSOL. Começaram a jogar papel. É uma disputa política. Parte da mídia mobiliza sua base social contra nós.
Quais os veículos estão mais engajados nesta mobilização?
Os mais engajados são o Estadão, a Veja e O Globo, que trabalhou abertamente para me depor e, depois, pela minha cassação. A Folha vai e vem. Os processos contra mim são kafkianos.Jornalistas de Brasília costumam dizer que você, quando era ministro, era muito arrogante com os jornalistas.Minha relação com a imprensa era pautada pelo meu cargo e por minhas relações com o presidente. Isso limitava meu off, por exemplo. Não falei em off e paguei caro por isso. Em on, eu falava. Só que a imprensa está viciada na troca de informação, na intriga e na disputa interna. Eu nunca fiz isso. Errei porque devia ter construído uma relação de passar mais informações para a imprensa sobre os assuntos que estavam na Casa Civil. Eu devia ter organizado de outra maneira minha assessoria. Mas mesmo que tivesse organizado...Hoje existe um comportamento muito vil em alguns setores da imprensa. Se você não dá off, eles começam a falar mal, a te atacar. Se você se recusa a uma entrevista, vem represália. Começam a aparecer charges, te dão apelido, fazem notinha.
14/06/2006 - 14:00
Dirceu: Imprensa brasileira voltou aos tempos do Doi-Codi
Em entrevista publicada pela edição da revista Imprensa deste mês, o ex-ministro José Dirceu acusa a “imprensa em geral” de ter voltado aos tempos da Oban e do Doi-Codi – órgãos repressivos da ditadura militar –, quando a perseguição aos adversários do regime contava com o apoio de boa parte da mídia.“As notícias que nós temos é que houve muita pressão nas redações contra os jornalistas que não estavam na corrente geral para derrubar o PT e o governo Lula”, afirma Dirceu, lembrando o caso emblemático da demissão de Franklin Martins da TV Globo. “Isso pode significar uma tendência de um certo macartismo na imprensa”, diz.Leia abaixo trechos da entrevista:Qual foi o maior erro seu e do governo em relação à imprensa?
José Dirceu – Um dos grandes erros que nós cometemos foi subestimar o papel da mídia conservadora no governo Lula e no processo político brasileiro.
A mídia sempre tomou partido.Em nome de quem essa mídia conservadora está discursando?
A mídia discursa em nome da volta dos tucanos para o governo, em nome da aliança PFL-PSDB. Ela é anti-PT. Tomou partido dentro do governo e das disputas internas partidárias. Quando o PT era um partido que não fazia aliança, era criticado pela imprensa por isso. Depois, quando começou a construir um programa mínimo, construíram a imagem que o partido se descaracterizou, que ficou igual ao PSDB. Agora, durante esse processo todo, a mídia apoiou as facções dentro do PT que aceitavam a leitura da direita sobre a crise. Se você olhar o noticiário, vai perceber: todo mundo que se opôs a mim, que queria me tirar da chapa do campo majoritário (na eleição interna do PT), que queria me expulsar, foi apoiado pela imprensa. Diziam que era eu que estava derrotando o Tarso Genro, que eu estava articulando, sendo que eu estava afastado. Se você olhar como se comportou o jornal O Globo dentro da luta interna...eles tomaram partido. Basta observar como a mídia promoveu o PSOL...
Quando você fala em mídia está se referindo exatamente a quem?
Eles agem em bloco?
Em alguns momentos eles se articulam e estabelecem uma agenda e uma pauta comum. Se você lesse, durante a crise, os quatro grandes jornais do país, via que eles tinham o mesmo conteúdo.
Só que eles não assumem suas posições abertamente, em editorial...
Nem a veja?
A Veja, em petit comité, assume que apoiou o Serra em 2002. Eles fizeram campanha. Às vezes, fazendo bravata, eles assumem isso. A mídia de São Paulo, em geral, elegeu o Serra prefeito antes da eleição. Ele nem precisou fazer campanha. Eles desconstruíram o governo da Marta, que foi o melhor que a cidade já teve. A mídia, inclusive a Folha de S.Paulo, que é serrista,
desmontou a gestão Marta.
O maior inimigo do governo nas bancas é a Veja?
A Veja está desmoralizada, apesar de ter criado um eleitorado próprio, uma base social, que é de direita. A Abril associou-se à Nasper (grupo empresarial sul-africano), que é a direita dos neoconservadores. A notícia, hoje, em geral, aparece totalmente editorializada. Veja o "Bom Dia Brasil", por exemplo. Podia chamar "Nossa Opinião Brasil". Eles dão opinião o tempo todo. Não tem notícia. Não ouvem o outro lado. Fica lá o Renato Machado, dando opinião...Me assusta essa tendência de haver só um lado de opinião nos jornais.E o Diogo Mainardi...Ele é o pistoleiro da Veja. Geralmente, os donos dos meios de comunicação contratam pistoleiros para matar a honra das pessoas. E pagam bem para isso. Aquilo que o manual de redação proíbe, é feito pelo pistoleiro ou por um "Painel" de notinhas. Diogo Mainardi não tem credibilidade nenhuma.
Como você avalia a saída do Franklin Martins da Globo?
Fiquei estarrecido. Não sei exatamente o que aconteceu, mas ele tinha uma opinião divergente, ou pelo menos plural. Isso pode significar uma tendência de um certo macartismo na imprensa. As notícias que nós temos é que houve muita pressão nas redações contra os jornalistas que não estavam na corrente geral para derrubar o PT e o governo Lula.
Você mantém alguma estrutura fixa de comunicação para responder a todas as reportagens?
Eu tive, até janeiro, uma assessoria de imprensa. Leio todo dia cedo uns quatro clippings de jornais. Também dou uma olhada na Internet de manhã. Agora, estou contratando uma empresa de assessoria de imprensa. Parei de dar entrevistas...
A demanda ainda é muito alta?
Tenho uma demanda represada de praticamente todos os jornais e revistas. Mas parei de dar entrevistas. A minha principal meta é a reeleição do Lula.Quantos processos vocês está movendo contra a imprensa?
Contra o irmão do Celso Daniel e outro contra a Veja.
E contra a IstoÉ Dinheiro, que fez aquela matéria sobre a moto Harley Davidson que você teria comprado?
Vou processar também. Eles procuraram meus advogados oferecendo um acordo, de fazer uma entrevista onde ficaria claro que a matéria não correspondia aos fatos. Mas não vou fazer acordo. Vou processar a revista e o jornalista. Não dá mais... Essa matéria, por exemplo, das contas no exterior, feita pela Veja. É uma matéria covarde, que faz um habeas corpus preventivo. Ela mesma diz, a mando dos advogados, para escapar de um processo, que a matéria não é verdadeira. A imprensa em geral desceu um nível do tempo que a imprensa apoiava a OBAN e o DOI-CODI.A mídia ainda tem um certo fetiche com você...Tem essa história que a Folha divulgou, de que eu fui vaiado no aeroporto. Eles demoraram 10 dias para publicar minha carta. O "Painel" da Folha afirmou que eu pedi para ir para a sala VIP da Varig, como se eu estivesse me escondendo. Em primeiro lugar, eu tenho direito à sala VIP, porque sou cliente diamante. Em segundo lugar, nunca viajei para o México pela Varig. Em terceiro, nunca fui vaiado. No caso do Genoíno, publicaram que ele foi vaiado no restaurante Famiglia Mancini. Só que ele não vai lá há anos. Eles não estão publicando notícia, estão mobilizando a base social deles para nos vaiar e nos hostilizar nos locais públicos, como se estivéssemos sendo condenados pela sociedade. É evidente que tem uma parcela que me condena. Tenho consciência da imagem negativa que tenho junto a uma parte importante da sociedade. Mas tem muita gente que me apóia. A oposição que existe a mim é maior do que a que existe ao Lula e ao governo, até pelo papel que eu joguei. É uma acusação improcedente, mas foi feita. Ninguém sabe dizer por que fui cassado. Enfim, o fato é que nunca fui hostilizado em local público.
E aquela palestra na PUC?
Isso é natural. Qualquer político do PT que for lá defender o Lula vai ser hostilizado. A maioria do pessoal era tucano ou do PSOL e PSTU. Eles começaram com "vai tomar no cu"...Isso foi mais o pessoal do PSOL. Começaram a jogar papel. É uma disputa política. Parte da mídia mobiliza sua base social contra nós.
Quais os veículos estão mais engajados nesta mobilização?
Os mais engajados são o Estadão, a Veja e O Globo, que trabalhou abertamente para me depor e, depois, pela minha cassação. A Folha vai e vem. Os processos contra mim são kafkianos.Jornalistas de Brasília costumam dizer que você, quando era ministro, era muito arrogante com os jornalistas.Minha relação com a imprensa era pautada pelo meu cargo e por minhas relações com o presidente. Isso limitava meu off, por exemplo. Não falei em off e paguei caro por isso. Em on, eu falava. Só que a imprensa está viciada na troca de informação, na intriga e na disputa interna. Eu nunca fiz isso. Errei porque devia ter construído uma relação de passar mais informações para a imprensa sobre os assuntos que estavam na Casa Civil. Eu devia ter organizado de outra maneira minha assessoria. Mas mesmo que tivesse organizado...Hoje existe um comportamento muito vil em alguns setores da imprensa. Se você não dá off, eles começam a falar mal, a te atacar. Se você se recusa a uma entrevista, vem represália. Começam a aparecer charges, te dão apelido, fazem notinha.
14/06/2006 - 10:21
Lista de Furnas: PF vai investigar indícios de caixa dois tucano
A Polícia Federal está se preparando para intimar nos próximos dias cerca de 80 políticos, funcionários públicos e empresários acusados de envolvimento com o suposto caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo ao governo de Minas em 1998. As informações são do jornal O Globo.
Depois de analisar o caso por três meses, o Procurador-Geral da República, Antônio Fernando, devolveu o inquérito à PF semana passada e pediu novas diligências para aprofundar as investigações. A polícia suspeita que o caixa dois foi abastecido com recursos de estatais mineiras e de empreiteiras.
Para o deputado Fernando Ferro (PT-PE), primeiro vice-líder da bancada do PT, é importante a PF retomar as apurações, até porque alguns parlamentares tentaram desqualificar as denúncias. No seu entendimento, “é importante apurar a raiz do problema” para que se possa contribuir com o fim dessa prática no país. Na avaliação do deputado, “o caixa dois tem DNA tucano e do PFL”.
Documentos recolhidos pela PF no final do ano passado indicam que a campanha de Azeredo teria movimentado aproximadamente R$ 100 milhões sem declarar à Justiça Eleitoral e à Receita Federal.
Entre os papéis em poder da polícia está um relatório de despesas assinado por Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo. O dossiê informa que boa parte dos recursos foi transferida para financiar campanhas de deputados e vereadores aliados do senador tucano.
O dossiê de Cláudio Mourão chegou à PF pelas mãos do lobista mineiro Nilton Monteiro. No início, segundo o jornal, o documento foi encarado com reserva. Mas depois que a perícia técnica constatou a autenticidade dos papéis, a PF e o Ministério Público decidiram ampliar a apuração.
O deputado Dr. Rosinha (PT-PR) defendeu a continuidade das investigações do caso. "A continuidade dessa investigação prova que Nilton Monteiro, ao fazer a denúncia de caixa dois na campanha de Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais, não estava mentindo. Portanto, a chamada Lista de Furnas também deve ser investigada em profundidade", afirmou.
Agência Informes (www.informes.org.br)
A Polícia Federal está se preparando para intimar nos próximos dias cerca de 80 políticos, funcionários públicos e empresários acusados de envolvimento com o suposto caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo ao governo de Minas em 1998. As informações são do jornal O Globo.
Depois de analisar o caso por três meses, o Procurador-Geral da República, Antônio Fernando, devolveu o inquérito à PF semana passada e pediu novas diligências para aprofundar as investigações. A polícia suspeita que o caixa dois foi abastecido com recursos de estatais mineiras e de empreiteiras.
Para o deputado Fernando Ferro (PT-PE), primeiro vice-líder da bancada do PT, é importante a PF retomar as apurações, até porque alguns parlamentares tentaram desqualificar as denúncias. No seu entendimento, “é importante apurar a raiz do problema” para que se possa contribuir com o fim dessa prática no país. Na avaliação do deputado, “o caixa dois tem DNA tucano e do PFL”.
Documentos recolhidos pela PF no final do ano passado indicam que a campanha de Azeredo teria movimentado aproximadamente R$ 100 milhões sem declarar à Justiça Eleitoral e à Receita Federal.
Entre os papéis em poder da polícia está um relatório de despesas assinado por Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo. O dossiê informa que boa parte dos recursos foi transferida para financiar campanhas de deputados e vereadores aliados do senador tucano.
O dossiê de Cláudio Mourão chegou à PF pelas mãos do lobista mineiro Nilton Monteiro. No início, segundo o jornal, o documento foi encarado com reserva. Mas depois que a perícia técnica constatou a autenticidade dos papéis, a PF e o Ministério Público decidiram ampliar a apuração.
O deputado Dr. Rosinha (PT-PR) defendeu a continuidade das investigações do caso. "A continuidade dessa investigação prova que Nilton Monteiro, ao fazer a denúncia de caixa dois na campanha de Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais, não estava mentindo. Portanto, a chamada Lista de Furnas também deve ser investigada em profundidade", afirmou.
Agência Informes (www.informes.org.br)
Jornalista Juan Arias do EL PAÍS está muito mal informado.
14/06/2006O homem que desafia Lula
Desafia Lula? Desafia em que com 19%, nas pesquisas sem propostas, sem programa de governo?
Geraldo Alckmin, candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Social - Democracia com ACM do PFL, que pediu na tribuna do senado na semana passada a volta dos militares, junto com todos os filhotes da ditadura que o PFL abriga?
Juan Arias
Rio de Janeiro
O jornalista saberia quais seriam esses 12 ministérios eliminados, sabendo os eliminados saberíamos os programas a serem cortados, será que ele entende que quando Ackmin fala em " incentivos à iniciativa privada", significa privatização?
Outro pilar do programa do rival de Lula é a educação. As políticas educacionais se concentrarão na qualidade do ensino e no preparo dos professores. Ele também pensa em criar um ministério da segurança cidadã, tema que preocupa 70% dos brasileiros, segundo as pesquisas.
O jornalista sabe que Alckmin acabou com ensino público em SP, ele sabe que professores da USP e funcionários fazem ato na Assembléia hoje, o objetivo é pressionar os deputados para aumentarem as verbas da educação, que Alckmin não concedeu.? Alckmin vai criar o ministério da segurança cidadã,quando ele não conseguiu cuidar de segurança em SP, assaltos, assassinatos, seqüestros, rebeliões nos presídios, fugas em massa, rebeliões na FEBEM, ataques do PCC, negociações do governo de SP com o crime organizado, 12 anos de PSDB e a violência só fez aumentar.
Embora o programa eleitoral deva agora ser aperfeiçoado pelos líderes dos partidos que apóiam Alckmin, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, fez grandes elogios ao plano de governo, reconhecendo que Alckmin tem as idéias claras e que suas propostas são verossímeis e sólidas. O candidato também propõe uma reforma profunda dos sistemas político e judicial.
O jornalista sabe que ele ficou 12 anos no governo de SP, que proposta ele fez para reforma política e judicial para SP ou para o país através de sua bancada PSDB, no Congresso?
Alckmin, sem carisma, mas que deixou o governo do estado de São Paulo com um índice de aprovação popular de 70%, quer aparecer, em oposição a Lula, como um "bom administrador". Apresenta-se como cuidadoso com os gastos públicos e um obcecado por levar o índice de crescimento do país -- que foi de 2,5% no ano passado, um dos menores da América Latina -- ao nível dos países emergentes, isto é, em torno de 5%.
O jornalista sabe que fizer essa pesquisa na periferia de SP, esses 70% viram 20% no maximo, sabe que ele é tão cuidadoso com gasto público que barrou 69 CPIs para investigar os desvios financeiros de seu governo? Sabe que ele comprou votos de deputados para eleger o presidente da ALSP? Como ele vai elevar esse crescimento na pratica ele pode explicar isso detalhadamente?
Volto a informar ao jornalista que Alckmin engavetou 69 CPIs para investigar corrupção em seu governo. Alckmin abrigou executivos e assessores acusados de supostas irregularidades e fraudes em licitações na administração de outros bancos oficiais durante o governo FHC. A Nossa Caixa é investigada pelo Ministério Público estadual por suspeita de direcionamento de recursos de publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes para favorecer deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo. E os 400 modelitos que Lú Alckmin recebeu, toda aquela rouparia de graça? Cada modelito de Rogério Figueiredo sai entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Pela média, R$ 4 mil vezes 400 dá R$ 1,6 milhão. Isso é improbidade administrativa e delitos afins. Alckmin deu mais lições de combate àcorrupção: mantém amizade sólida com uma contrabandista sonegadora de impostos, Eliane Tranchesi, da Daslu: e ainda diz que é implacável no combate a corrupção.
Alckmin chegou a qualificar Lula de "chefe da quadrilha dos 40 ladrões", referindo-se às 40 pessoas do entorno do presidente para as quais o Ministério Público solicitou um processo. O ex-presidente Cardoso, que apoiou Alckmin em Belo Horizonte, afirmou que uma das maiores emoções de sua vida foi "ter podido passar a faixa presidencial ao sindicalista Lula", mas que hoje se sente decepcionado porque ele acabou "com as mãos sujas".
O jornalista sabe que o presidente Lula foi investigado exaustivamente por 3 CPIs, ninguém conseguiu provar nada contra o presidente Lula, eles tentaram até com ilações, mentiras, falsos testemunhos, ameaças, e nem assim conseguiram. Alckmin deveria ser processado por fazer acusações sem provas.
Apesar de Alckmin ter apresentado um bom programa de governo, alternativo ao de Lula, sua candidatura não arranca nas pesquisas. Segundo ele, que ganhou as oito eleições que disputou, é preciso esperar o início, em agosto, da verdadeira campanha eleitoral para que sua imagem e suas propostas sejam conhecidas fora do estado de São Paulo. Os problemas também vêm da pequena esperança que depositam nele muitos chefes do PSDB e do PFL, que já olham para 2010, diante das dificuldades de derrotar Lula em outubro.
Gostaria que o jornalista me informasse: que programa? Que propostas? Até agora ele faz o que sempre fez atacar o presidente Lula, fica rolando o léro de trololó com o nhém -nhém de FHC.
Para enfrentar Lula, o PSDB contava com dois candidatos com maior carisma que Alckmin: o prefeito de São Paulo, José Serra, que disputou as presidenciais em 2002 e que aparecia nas pesquisas acima de Lula, e o jovem governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que tem o apoio de mais de 70% em seu estado e um perfil mais carismático. Ainda se desconhecem as razões pelas quais o PSDB escolheu Alckmin como candidato, apesar de seus parceiros do PFL preferirem Serra.
Respondo o jornalista, Serra o promessinha, seria derrotado por Lula nas urnas, enterraria sua carreira política e levaria junto o PSDB.Perderia a prefeitura de SP, o estado de SP e presidência mais uma vez. O PSDB fora de SP é um partido nanico, se perder SP está fora da política. Serra com carisma, fala sério Juan ?
A última pesquisa nacional publicada na terça-feira indica que a popularidade do presidente Lula continua aumentando. Se as eleições se realizassem esta semana, Lula ganharia com uma grande margem de todos os seus rivais. Ele tem 48% das intenções de voto, contra 19% de Alckmin e 6% de Heloisa Helena, presidente do novo partido P-Sol (Partido Socialista da Liberdade), formado pelos expulsos do PT depois da crise de financiamento ilegal do ano passado. Lula volta a ter o mesmo índice de aprovação pessoal anterior à crise, e a gestão de seu governo para 44%.
Informo ao jornalista que a informação está incorreta em parte: Heloisa Helena foi justamente expulsa do partido muito antes da crise de caixa dois, porque contrariou decisões do PT em votação de questões importantes para o governo Lula e para o país. Agora está unida com que há de pior, com a direita conservadora formada por filhotes de ditadura.
Jussara Seixas
14/06/2006O homem que desafia Lula
Desafia Lula? Desafia em que com 19%, nas pesquisas sem propostas, sem programa de governo?
Geraldo Alckmin, candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Social - Democracia com ACM do PFL, que pediu na tribuna do senado na semana passada a volta dos militares, junto com todos os filhotes da ditadura que o PFL abriga?
Juan Arias
Rio de Janeiro
Geraldo Alckmin, candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), em aliança com o conservador Partido da Frente Liberal (PFL) para as eleições presidenciais de outubro próximo, ouviu o tiro de largada para a corrida eleitoral. Durante o fim de semana, em Belo Horizonte, diante de cerca de 10 mil militantes, Alckmin anunciou suas propostas para enfrentar seu rival, o atual presidente Lula, que muito provavelmente acabará oficializando sua candidatura para um segundo mandato nos próximos dias, incentivado pelas pesquisas que por enquanto lhe dão uma ampla vantagem sobre Alckmin.
O jornalista Juan Arias do El País sabe que quem faz parte do conservador PFL é o ACM, Bornhausen, filhotes da ditadura militar, será que ele sabe o José Jorge do PFL,ecolhido como seu vice foi o ministro do apagão de FHC?
O aspirante do PSDB prometeu que caso seja eleito manterá as atuais "políticas sociais" de Lula, mas eliminará os 12 novos ministérios criados por ele. Alckmin
afirmou que fará o país crescer "no ritmo da China", dando incentivos à iniciativa privada, que reduzirá boa parte dos gastos públicos e diminuirá os impostos.
O jornalista Juan Arias do El País sabe que quem faz parte do conservador PFL é o ACM, Bornhausen, filhotes da ditadura militar, será que ele sabe o José Jorge do PFL,ecolhido como seu vice foi o ministro do apagão de FHC?
O aspirante do PSDB prometeu que caso seja eleito manterá as atuais "políticas sociais" de Lula, mas eliminará os 12 novos ministérios criados por ele. Alckmin
afirmou que fará o país crescer "no ritmo da China", dando incentivos à iniciativa privada, que reduzirá boa parte dos gastos públicos e diminuirá os impostos.
O jornalista saberia quais seriam esses 12 ministérios eliminados, sabendo os eliminados saberíamos os programas a serem cortados, será que ele entende que quando Ackmin fala em " incentivos à iniciativa privada", significa privatização?
Outro pilar do programa do rival de Lula é a educação. As políticas educacionais se concentrarão na qualidade do ensino e no preparo dos professores. Ele também pensa em criar um ministério da segurança cidadã, tema que preocupa 70% dos brasileiros, segundo as pesquisas.
O jornalista sabe que Alckmin acabou com ensino público em SP, ele sabe que professores da USP e funcionários fazem ato na Assembléia hoje, o objetivo é pressionar os deputados para aumentarem as verbas da educação, que Alckmin não concedeu.? Alckmin vai criar o ministério da segurança cidadã,quando ele não conseguiu cuidar de segurança em SP, assaltos, assassinatos, seqüestros, rebeliões nos presídios, fugas em massa, rebeliões na FEBEM, ataques do PCC, negociações do governo de SP com o crime organizado, 12 anos de PSDB e a violência só fez aumentar.
Embora o programa eleitoral deva agora ser aperfeiçoado pelos líderes dos partidos que apóiam Alckmin, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, fez grandes elogios ao plano de governo, reconhecendo que Alckmin tem as idéias claras e que suas propostas são verossímeis e sólidas. O candidato também propõe uma reforma profunda dos sistemas político e judicial.
O jornalista sabe que ele ficou 12 anos no governo de SP, que proposta ele fez para reforma política e judicial para SP ou para o país através de sua bancada PSDB, no Congresso?
Prometeu a tão esperada e sempre anunciada reforma agrária, mas advertiu que não cederá às pressões e à violência dos movimentos sociais, referindo-se ao Movimento dos Sem Terra (MST).
O jornalista sabe que ele teve 12 anos em SP para fazer reforma agrária no estado de SP, não fez, e sempre agiu com truculência e violência com os movimentos sociais, quantas famílias ele assentou no estado de SP?
O jornalista sabe que ele teve 12 anos em SP para fazer reforma agrária no estado de SP, não fez, e sempre agiu com truculência e violência com os movimentos sociais, quantas famílias ele assentou no estado de SP?
O jornalista sabe que fizer essa pesquisa na periferia de SP, esses 70% viram 20% no maximo, sabe que ele é tão cuidadoso com gasto público que barrou 69 CPIs para investigar os desvios financeiros de seu governo? Sabe que ele comprou votos de deputados para eleger o presidente da ALSP? Como ele vai elevar esse crescimento na pratica ele pode explicar isso detalhadamente?
Por fim, Alckmin promete uma luta implacável contra a corrupção, começando "pela dos políticos", disse. Consciente de que o que mais preocupa a maioria dos cidadãos, junto com o problema da segurança, é a corrupção generalizada em todas as instituições do Estado, ele aproveitou para fazer duros ataques a Lula pelo escândalo de corrupção que agitou seu governo e seu Partido dos Trabalhadores, e que parece não ter afetado sua grande popularidade.
Volto a informar ao jornalista que Alckmin engavetou 69 CPIs para investigar corrupção em seu governo. Alckmin abrigou executivos e assessores acusados de supostas irregularidades e fraudes em licitações na administração de outros bancos oficiais durante o governo FHC. A Nossa Caixa é investigada pelo Ministério Público estadual por suspeita de direcionamento de recursos de publicidade pelo Palácio dos Bandeirantes para favorecer deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo. E os 400 modelitos que Lú Alckmin recebeu, toda aquela rouparia de graça? Cada modelito de Rogério Figueiredo sai entre R$ 3 mil e R$ 5 mil. Pela média, R$ 4 mil vezes 400 dá R$ 1,6 milhão. Isso é improbidade administrativa e delitos afins. Alckmin deu mais lições de combate àcorrupção: mantém amizade sólida com uma contrabandista sonegadora de impostos, Eliane Tranchesi, da Daslu: e ainda diz que é implacável no combate a corrupção.
O jornalista sabe que o presidente Lula foi investigado exaustivamente por 3 CPIs, ninguém conseguiu provar nada contra o presidente Lula, eles tentaram até com ilações, mentiras, falsos testemunhos, ameaças, e nem assim conseguiram. Alckmin deveria ser processado por fazer acusações sem provas.
Gostaria que o jornalista me informasse: que programa? Que propostas? Até agora ele faz o que sempre fez atacar o presidente Lula, fica rolando o léro de trololó com o nhém -nhém de FHC.
Para enfrentar Lula, o PSDB contava com dois candidatos com maior carisma que Alckmin: o prefeito de São Paulo, José Serra, que disputou as presidenciais em 2002 e que aparecia nas pesquisas acima de Lula, e o jovem governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que tem o apoio de mais de 70% em seu estado e um perfil mais carismático. Ainda se desconhecem as razões pelas quais o PSDB escolheu Alckmin como candidato, apesar de seus parceiros do PFL preferirem Serra.
Respondo o jornalista, Serra o promessinha, seria derrotado por Lula nas urnas, enterraria sua carreira política e levaria junto o PSDB.Perderia a prefeitura de SP, o estado de SP e presidência mais uma vez. O PSDB fora de SP é um partido nanico, se perder SP está fora da política. Serra com carisma, fala sério Juan ?
A última pesquisa nacional publicada na terça-feira indica que a popularidade do presidente Lula continua aumentando. Se as eleições se realizassem esta semana, Lula ganharia com uma grande margem de todos os seus rivais. Ele tem 48% das intenções de voto, contra 19% de Alckmin e 6% de Heloisa Helena, presidente do novo partido P-Sol (Partido Socialista da Liberdade), formado pelos expulsos do PT depois da crise de financiamento ilegal do ano passado. Lula volta a ter o mesmo índice de aprovação pessoal anterior à crise, e a gestão de seu governo para 44%.
Informo ao jornalista que a informação está incorreta em parte: Heloisa Helena foi justamente expulsa do partido muito antes da crise de caixa dois, porque contrariou decisões do PT em votação de questões importantes para o governo Lula e para o país. Agora está unida com que há de pior, com a direita conservadora formada por filhotes de ditadura.
JN É IMPARCIAL?
E-mail que enviei ao JN
O JN de 13/06, mostrou como não fazer jornalismo. Ao noticiar a pesquisa sobre os candidatos a presidência, da CNI/IBOPE, disse que o presidente Lula estava estabilizado, disse que não houve novidades em relação a pesquisa passada. Mentiu, omitiu informação correta, a pesquisa mostra que o presidente Lula tinha na pesquisa passada 43% contra 19% de Alckmin, agora o presidente Lula tem 48% e Alckmin 19% . Quem souber somar dois mais dois, saberá que a diferença de 43% para 48% é de 5 pontos percentuais. O presidente Lula subiu 5 pontos e Alckmin manteve os 19%. Outro dado omitido é que a avaliação do governo Lula aumentou de 38% para 44% ou seja subiu 6 pontos em relação a pesquisa passada. Outro dado da pesquisa que não foi noticiado, é que, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desfruta do menor índice de rejeição entre todos os possíveis candidatos à Presidência da República. Ou os editores do JN não sabem fazer conta, ou agiram com descaso e má fé. Talvez se o presidente Lula tivesse caído na pesquisa o ênfase e boa vontade tivesse sido maior, e os dados não seriam omitidos. O JN poderia ao menos ter disfarçado ser imparcial.
Jussara Seixas
Jussara Seixas
PFL É IMORAL!
Brasília, 13/06/2006 -
Brasília, 13/06/2006 -
O ministro Marcelo Ribeiro, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liminar na Representação (RP 933) do Partido dos Trabalhadores (PT) para proibir o Partido da Frente Liberal (PFL) de exibir, em seu sítio na internet, a propaganda impugnada pelo PT.
"A imagem de fls. 06, que veicula a frase 'Chega de corrupção! Em 2006, Lula não!', configura, ao que posso entender em uma análise preliminar, propapaganda eleitoral antecipada, na forma negativa. Infere-se da mensagem que o atual Presidente da República estaria envolvido em corrupção e, claramente, o usuário da internet é conclamado a nele não votar em 2006", argumentou o ministro Marcelo Ribeiro ao fundamentar a decisão.
Na propaganda contestada pelo PT, surge a seguinte mensagem, automaticamente, sempre que o site do PFL é acessado na internet: "A CPI dos Correios apresenta: Os Indiciados. Delúbio Soares, lavagem de dinheiro e corrupção ativa; Luiz Gushiken, corrupção ativa", e prossegue, nessa linha de considerações sobre Marcos Valério, José Dirceu, José Genoíno, entre outros.
"A página da internet, em flagrante propaganda eleitoral negativa extemporânea, traz mensagem ofensiva, difamatória e injuriosa ao Partido dos Trabalhadores, aos seus filiados e ao Presidente da República", alega o autor da Representação. Segundo o PT, a propaganda não inclui "meras informações acerca de eventuais e possíveis processos investigativos, mas ilações e afirmações diretas sem respaldo em provas ou fatos cabais".
Pelas razões expostas na inicial, o PT pediu ao TSE, liminarmente, a retirada imediata da propaganda eleitoral da internet e a proibição de qualquer mensagem com o mesmo teor para divulgação em qualquer mídia. Requereu, também, a aplicação ao PFL da multa prevista no parágrafo 3º do artigo 36 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições) "em seu valor máximo, dada a gravidade da propaganda impugnada".
O referido artigo 36 estabelece que a propaganda somente é permitida após o dia 5 de julho do ano eleitoral. A multa em caso de descumprimento varia de 20 mil a 50 mil Ufir.
RS/AV
"A imagem de fls. 06, que veicula a frase 'Chega de corrupção! Em 2006, Lula não!', configura, ao que posso entender em uma análise preliminar, propapaganda eleitoral antecipada, na forma negativa. Infere-se da mensagem que o atual Presidente da República estaria envolvido em corrupção e, claramente, o usuário da internet é conclamado a nele não votar em 2006", argumentou o ministro Marcelo Ribeiro ao fundamentar a decisão.
Na propaganda contestada pelo PT, surge a seguinte mensagem, automaticamente, sempre que o site do PFL é acessado na internet: "A CPI dos Correios apresenta: Os Indiciados. Delúbio Soares, lavagem de dinheiro e corrupção ativa; Luiz Gushiken, corrupção ativa", e prossegue, nessa linha de considerações sobre Marcos Valério, José Dirceu, José Genoíno, entre outros.
"A página da internet, em flagrante propaganda eleitoral negativa extemporânea, traz mensagem ofensiva, difamatória e injuriosa ao Partido dos Trabalhadores, aos seus filiados e ao Presidente da República", alega o autor da Representação. Segundo o PT, a propaganda não inclui "meras informações acerca de eventuais e possíveis processos investigativos, mas ilações e afirmações diretas sem respaldo em provas ou fatos cabais".
Pelas razões expostas na inicial, o PT pediu ao TSE, liminarmente, a retirada imediata da propaganda eleitoral da internet e a proibição de qualquer mensagem com o mesmo teor para divulgação em qualquer mídia. Requereu, também, a aplicação ao PFL da multa prevista no parágrafo 3º do artigo 36 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições) "em seu valor máximo, dada a gravidade da propaganda impugnada".
O referido artigo 36 estabelece que a propaganda somente é permitida após o dia 5 de julho do ano eleitoral. A multa em caso de descumprimento varia de 20 mil a 50 mil Ufir.
RS/AV
13 junho 2006
PRESIDENTE LULA É ILUMINADO!
"Quando tomei posse o Brasil já existia e as fábricas existiam, mas a impressão era que eu estava diante de um brinquedo Lego desmontado, um quebra-cabeça", comparou. "Hoje, depois do descrédito, estou feliz, com alma branda e lavada e não perderei a ternura."
Presidente Lula
O presidente Lula é um ser iluminado. Em uma frase simples, compreensível por todos os cidadãos, ele explícita a realidade em que recebeu o país das mãos de FHC do PSDB/PFL. Tal qual um Lego desmontado, eu diria ainda mais, desmontado, embaralhado, e o que é pior faltando peças. Nada no Brasil do PSDB de FHC, Alckmin, Serra e toda a corja estava no lugar. A economia um caos trágico, juros pornográficos, descrédito internacional,FMI ditando a nossa economia, arrocho salarial, desemprego, queda da produção, queda de investimentos, queda do PIB, aumento do dólar, inflação. Na saúde caos total, epidemia de dengue, falta de medicações, vampiros tomando conta da saúde, desperdício grandioso com os hemoderivados, falta de vacinas, falta de medicações para AIDS. Hospitais públicos suacateados, falta de leitos, falta de UTI, falta de ambulâncias, falta de médicos. No social a tragédia, 54 milhões de pessoas miseráveis, a fome imperava. O nordeste abandonado a sua própria sorte e destino, além de fome a seca, a falta de infra-estrutura, a escuridão nos sertões. A corrupção no país estava livre leve e solta, juizes vendendo sentenças, funcionários públicos roubando o INSS, policiais envolvidos com trafego de drogas, armas, contrabando, fiscais achacando pessoas. Fazendeiros mantendo trabalhadores em regime de escravidão, fraudes em licitações, fraude no SIVAM, fraude na SUDAM, propinas enchendo as burras de muitos políticos com as privatizações, compra de votos. Doleiros em plena atividade, tudo isso sendo feito sem que ninguém fosse denunciado, investigado, e preso. Para encerrar esse período psdebista no país houve a apoteose, o apagão. O apagão ocorreu por falta de investimento em geração de energia, devido falta de chuvas a situação ficou caótica. Além e causar imenso transtorno e prejuízo a população, pois fabricas param, quem necessitava de refrigeração continua perdeu os seus produtos, aumentou o desemprego, e nós ainda pagamos a conta da irresponsabilidade desse governo de FHC. Consumidores de energia elétrica pagaram R$ 7 bilhões a mais nas suas contas de luz, nos últimos três anos, por conta da Recomposição Tarifária Extraordinária (RTE). Fruto do acordo firmado entre geradoras, distribuidoras e o governo Fernando Henrique Cardoso, após o apagão, a RTE impôs aos consumidores, em 2003, um reajuste extra de tarifas para cobrir as perdas das empresas de energia com o racionamento. Notem que nós literalmente arcamos com todo o ônus dessa irresponsabilidade, as geradoras de energia, o governo de FHC saíram sem o mínimo prejuízo financeiro. As peças que estão faltando nesse Lego foram privatizadas, a preço de chuchu, Vale do Rio Doce,Teles, Energia, 134 empresas estatais a maioria em setores estratégicos da economia , foram "vendidas" o dinheiro dessas privatizações ninguém sabe, ninguém viu aonde ele foi parar de fato. Outra peça desse Lego, foi a plataforma P36 que afundou, fala-se que isso seria usado para estimular a privatização da Petrobrás, sonho do FHC e do PSDB/PFL. Hoje o Brasil não é mais um Lego desmontado, nem é um país sem dono, o presidente Lula, com competência, com responsabilidade, com amor, o recuperou. Entregou a todo o povo brasileiro, o que pertence a todo povo brasileiro, o Brasil um país de todos!
O presidente Lula é um ser iluminado. Em uma frase simples, compreensível por todos os cidadãos, ele explícita a realidade em que recebeu o país das mãos de FHC do PSDB/PFL. Tal qual um Lego desmontado, eu diria ainda mais, desmontado, embaralhado, e o que é pior faltando peças. Nada no Brasil do PSDB de FHC, Alckmin, Serra e toda a corja estava no lugar. A economia um caos trágico, juros pornográficos, descrédito internacional,FMI ditando a nossa economia, arrocho salarial, desemprego, queda da produção, queda de investimentos, queda do PIB, aumento do dólar, inflação. Na saúde caos total, epidemia de dengue, falta de medicações, vampiros tomando conta da saúde, desperdício grandioso com os hemoderivados, falta de vacinas, falta de medicações para AIDS. Hospitais públicos suacateados, falta de leitos, falta de UTI, falta de ambulâncias, falta de médicos. No social a tragédia, 54 milhões de pessoas miseráveis, a fome imperava. O nordeste abandonado a sua própria sorte e destino, além de fome a seca, a falta de infra-estrutura, a escuridão nos sertões. A corrupção no país estava livre leve e solta, juizes vendendo sentenças, funcionários públicos roubando o INSS, policiais envolvidos com trafego de drogas, armas, contrabando, fiscais achacando pessoas. Fazendeiros mantendo trabalhadores em regime de escravidão, fraudes em licitações, fraude no SIVAM, fraude na SUDAM, propinas enchendo as burras de muitos políticos com as privatizações, compra de votos. Doleiros em plena atividade, tudo isso sendo feito sem que ninguém fosse denunciado, investigado, e preso. Para encerrar esse período psdebista no país houve a apoteose, o apagão. O apagão ocorreu por falta de investimento em geração de energia, devido falta de chuvas a situação ficou caótica. Além e causar imenso transtorno e prejuízo a população, pois fabricas param, quem necessitava de refrigeração continua perdeu os seus produtos, aumentou o desemprego, e nós ainda pagamos a conta da irresponsabilidade desse governo de FHC. Consumidores de energia elétrica pagaram R$ 7 bilhões a mais nas suas contas de luz, nos últimos três anos, por conta da Recomposição Tarifária Extraordinária (RTE). Fruto do acordo firmado entre geradoras, distribuidoras e o governo Fernando Henrique Cardoso, após o apagão, a RTE impôs aos consumidores, em 2003, um reajuste extra de tarifas para cobrir as perdas das empresas de energia com o racionamento. Notem que nós literalmente arcamos com todo o ônus dessa irresponsabilidade, as geradoras de energia, o governo de FHC saíram sem o mínimo prejuízo financeiro. As peças que estão faltando nesse Lego foram privatizadas, a preço de chuchu, Vale do Rio Doce,Teles, Energia, 134 empresas estatais a maioria em setores estratégicos da economia , foram "vendidas" o dinheiro dessas privatizações ninguém sabe, ninguém viu aonde ele foi parar de fato. Outra peça desse Lego, foi a plataforma P36 que afundou, fala-se que isso seria usado para estimular a privatização da Petrobrás, sonho do FHC e do PSDB/PFL. Hoje o Brasil não é mais um Lego desmontado, nem é um país sem dono, o presidente Lula, com competência, com responsabilidade, com amor, o recuperou. Entregou a todo o povo brasileiro, o que pertence a todo povo brasileiro, o Brasil um país de todos!
Jussara Seixas
Caixa dois tucano Azeredo, do PSDB
PF vai ouvir 80 pessoas sobre caixa dois tucano
PF vai ouvir 80 pessoas sobre caixa dois tucano
Jailton de Carvalho
BRASÍLIA. Com o fim das investigações sobre a fase mais complicada do inquérito do mensalão, a Polícia Federal está se preparando para intimar nos próximos dias cerca de 80 políticos, funcionários públicos e empresários acusados de envolvimento com o suposto caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais em 1998. Depois de analisar o caso por três meses, o procurador-geral da República Antônio Fernando devolveu o inquérito à PF, semana passada, e pediu novas diligências para aprofundar as investigações.
A polícia suspeita que o caixa dois foi abastecido com recursos de estatais mineiras e de empreiteiras. Documentos recolhidos pela PF no final do ano passado indicam que a campanha de Azeredo teria movimentado aproximadamente R$ 100 milhões sem declarar à Justiça Eleitoral e à Receita Federal.
Entre os papéis em poder da polícia está um relatório de despesas assinado por Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo. O dossiê informa que boa parte dos recursos foi transferida para financiar campanhas de deputados e vereadores, aliados do senador tucano.
Azeredo diz que gastou R$ 8,5 milhões na campanha
Pelas informações já colhidas pela polícia, o suposto caixa dois teve a participação também do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, denunciado como um dos principais operadores do caixa dois petista no inquérito do mensalão.
O senador Eduardo Azeredo foi interrogado pela PF ano passado, logo no início das investigações. O senador disse que nada sabia sobre o suposto caixa dois. Em declaração encaminhada à Justiça Eleitoral, Azeredo sustenta que gastou apenas R$ 8,5 milhões ao longo de sua campanha pela reeleição ao governo de Minas, em 1998.
Com base nas sugestões do procurador-geral Antônio Fernando, a equipe do delegado Luiz Flávio Zampronha fez uma lista com os nomes de 80 pessoas que devem ser ouvidas a partir da próxima segunda-feira. A PF deverá interrogar de novo Marcos Valério, Cláudio Mourão e os políticos que teriam se beneficiado do chamado valerioduto tucano.
O dossiê de Cláudio Mourão chegou à PF pelas mãos do lobista mineiro Nilton Monteiro. No início, o documento foi encarado com reserva. Mas depois que a perícia técnica constatou a autenticidade dos papéis, a PF e o Ministério Público decidiram ampliar a apuração.
Também na semana passada, o ministro do STF, Joaquim Barbosa, relator do caso do mensalão, pediu à PF que interrogue Marcos Valério, a ex-diretora da SMP&B Geiza Dias dos Santos e o banqueiro Daniel Dantas, entre outros. Barbosa quer que eles esclareçam alguns aspectos do valerioduto petista que teriam ficado obscuros na primeira etapa das investigações.
Para a PF, investigação é desdobramento natural
Para a polícia, a retomada das investigações sobre o valerioduto mineiro é um desdobramento natural das investigações sobre o mensalão. Na primeira fase, a PF investigou a movimentação financeira de Marcos Valério de 2002 até o ano passado. Agora, para polícia, chegou o momento de centrar as investigações nos negócios que Valério fez entre 1998 e 2002. Num dos primeiros despachos sobre o caso, o então presidente do STF, Nelson Jobim, determinou que as investigações sobre o mensalão teriam que retroceder às origens do valerioduto.
http://oglobo.globo.com/jornal/pais/284225998.asp
BRASÍLIA. Com o fim das investigações sobre a fase mais complicada do inquérito do mensalão, a Polícia Federal está se preparando para intimar nos próximos dias cerca de 80 políticos, funcionários públicos e empresários acusados de envolvimento com o suposto caixa dois da campanha do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) ao governo de Minas Gerais em 1998. Depois de analisar o caso por três meses, o procurador-geral da República Antônio Fernando devolveu o inquérito à PF, semana passada, e pediu novas diligências para aprofundar as investigações.
A polícia suspeita que o caixa dois foi abastecido com recursos de estatais mineiras e de empreiteiras. Documentos recolhidos pela PF no final do ano passado indicam que a campanha de Azeredo teria movimentado aproximadamente R$ 100 milhões sem declarar à Justiça Eleitoral e à Receita Federal.
Entre os papéis em poder da polícia está um relatório de despesas assinado por Cláudio Mourão, ex-tesoureiro da campanha de Azeredo. O dossiê informa que boa parte dos recursos foi transferida para financiar campanhas de deputados e vereadores, aliados do senador tucano.
Azeredo diz que gastou R$ 8,5 milhões na campanha
Pelas informações já colhidas pela polícia, o suposto caixa dois teve a participação também do empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, denunciado como um dos principais operadores do caixa dois petista no inquérito do mensalão.
O senador Eduardo Azeredo foi interrogado pela PF ano passado, logo no início das investigações. O senador disse que nada sabia sobre o suposto caixa dois. Em declaração encaminhada à Justiça Eleitoral, Azeredo sustenta que gastou apenas R$ 8,5 milhões ao longo de sua campanha pela reeleição ao governo de Minas, em 1998.
Com base nas sugestões do procurador-geral Antônio Fernando, a equipe do delegado Luiz Flávio Zampronha fez uma lista com os nomes de 80 pessoas que devem ser ouvidas a partir da próxima segunda-feira. A PF deverá interrogar de novo Marcos Valério, Cláudio Mourão e os políticos que teriam se beneficiado do chamado valerioduto tucano.
O dossiê de Cláudio Mourão chegou à PF pelas mãos do lobista mineiro Nilton Monteiro. No início, o documento foi encarado com reserva. Mas depois que a perícia técnica constatou a autenticidade dos papéis, a PF e o Ministério Público decidiram ampliar a apuração.
Também na semana passada, o ministro do STF, Joaquim Barbosa, relator do caso do mensalão, pediu à PF que interrogue Marcos Valério, a ex-diretora da SMP&B Geiza Dias dos Santos e o banqueiro Daniel Dantas, entre outros. Barbosa quer que eles esclareçam alguns aspectos do valerioduto petista que teriam ficado obscuros na primeira etapa das investigações.
Para a PF, investigação é desdobramento natural
Para a polícia, a retomada das investigações sobre o valerioduto mineiro é um desdobramento natural das investigações sobre o mensalão. Na primeira fase, a PF investigou a movimentação financeira de Marcos Valério de 2002 até o ano passado. Agora, para polícia, chegou o momento de centrar as investigações nos negócios que Valério fez entre 1998 e 2002. Num dos primeiros despachos sobre o caso, o então presidente do STF, Nelson Jobim, determinou que as investigações sobre o mensalão teriam que retroceder às origens do valerioduto.
http://oglobo.globo.com/jornal/pais/284225998.asp
12 junho 2006
12/06/2006 - 17:23
Livro recupera início da trajetória de Lula
Mostrar o início da trajetória que levaria Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República é o objetivo do livro Lula – O Início, lançado na semana passada pela editora Nova Fronteira.
Trata-se de uma reedição ampliada da obra do jornalista Mário Morel, publicada originalmente nos anos 80. Além de entrevistas e perfis, o livro traz uma apresentação assinada pelo jornalista Alberto Dines e um novo prefácio de Morel, que contextualiza a reportagem feita em São Bernardo, além de um caderno de fotografias com 16 páginas e de um apêndice que resume a trajetória posterior dos principais personagens citados.
O livro, de 208 páginas, recupera a infância de Lula, a migração de sua família para São Paulo, sua dificuldade de relacionamento com o pai, seu primeiro emprego, o acidente que o levou a perder um dedo no torno, sua entrada para o movimento sindical e sua prisão por causa das greves no ABC paulista. Mostra ainda o que o hoje presidente pensava há 25 anos, quando do nascimento do PT.
A publicação está a venda nas maiores livrarias do Brasil e pode ser adquirida também pela internet, nos sites da Saraiva, da Siciliano, do Submarino e da Editora Nova Fronteira.
Mostrar o início da trajetória que levaria Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República é o objetivo do livro Lula – O Início, lançado na semana passada pela editora Nova Fronteira.
Trata-se de uma reedição ampliada da obra do jornalista Mário Morel, publicada originalmente nos anos 80. Além de entrevistas e perfis, o livro traz uma apresentação assinada pelo jornalista Alberto Dines e um novo prefácio de Morel, que contextualiza a reportagem feita em São Bernardo, além de um caderno de fotografias com 16 páginas e de um apêndice que resume a trajetória posterior dos principais personagens citados.
O livro, de 208 páginas, recupera a infância de Lula, a migração de sua família para São Paulo, sua dificuldade de relacionamento com o pai, seu primeiro emprego, o acidente que o levou a perder um dedo no torno, sua entrada para o movimento sindical e sua prisão por causa das greves no ABC paulista. Mostra ainda o que o hoje presidente pensava há 25 anos, quando do nascimento do PT.
A publicação está a venda nas maiores livrarias do Brasil e pode ser adquirida também pela internet, nos sites da Saraiva, da Siciliano, do Submarino e da Editora Nova Fronteira.
Amigos com licença, haahahahahhhaahahahahahhahahaha.
Na convenção do PSDB, militantes não sabiam nem o nome do candidato
In: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1206200606.htm
Segunda-feira, 12 de junho de 2006
Atraídos pelos lanches, militantes não sabiam nem o nome do candidato
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELO HORIZONTE
A maioria das pessoas que empunhavam bandeiras de Geraldo Alckmin na convenção admitiu ter ouvido o nome do candidato tucano à Presidência pela primeira vez. Levadas a Belo Horizonte de ônibus, disseram que a viagem foi motivada pelas promessas de lanche grátis e de emprego na campanha.A distribuição dos lanches, que começou às 9h, por pouco não causou um grande problema: ela foi interrompida por volta das 11h, para que as pessoas voltassem ao pavilhão para acompanhar os discursos. A paralisação gerou reclamações, xingamentos, empurra-empurra e bate-boca entre os organizadores. Após 30 minutos, a distribuição dos lanches foi retomada.Segundo a empresa Anjos da Guarda, que prestou segurança ao evento, a convenção reuniu 6.000 pessoas. O presidente do PSDB mineiro, Nárcio Rodrigues, falou em 15 mil. O custo das convenções nacional e estadual foi de R$ 1 milhão, segundo o PSDB.Os ônibus fretados pelos diretórios tucanos - a reportagem contou cerca de 200 - começaram a chegar a Belo Horizonte às 8h. Uma hora depois teve início a convenção estadual do PSDB, que referendou o nome do governador Aécio Neves à reeleição.Foram confeccionadas 10 mil bandeiras com o rosto de Alckmin. A Folha ouviu pelo menos 20 pessoas que carregavam essas bandeiras nas filas das barracas que distribuíam feijão tropeiro, sanduíche de pernil, espetinho de porco, cachorro-quente e refrigerante. Nenhuma conhecia Alckmin. Esse "desconhecimento" também era visível nas faixas penduradas no local, que grafavam seu nome de várias formas."Eu não o conheço nem nunca vi na TV", disse Laura Gomes, 43, atraída ao local pela promessa de trabalho. "Foi a primeira vez agora", disse Nilvânia da Silva, 34. Os adolescentes Shirlene Basílio, 17, e Jéssico Emílio Simão, 21, afirmaram que, além dos sanduíches, receberiam R$ 10 cada um na volta para casa. O presidente do PSDB mineiro negou o pagamento: "O PSDB ofereceu lanche e transporte, não existe nada sobre pagamento".
Na convenção do PSDB, militantes não sabiam nem o nome do candidato
In: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1206200606.htm
Segunda-feira, 12 de junho de 2006
Atraídos pelos lanches, militantes não sabiam nem o nome do candidato
DA AGÊNCIA FOLHA, EM BELO HORIZONTE
A maioria das pessoas que empunhavam bandeiras de Geraldo Alckmin na convenção admitiu ter ouvido o nome do candidato tucano à Presidência pela primeira vez. Levadas a Belo Horizonte de ônibus, disseram que a viagem foi motivada pelas promessas de lanche grátis e de emprego na campanha.A distribuição dos lanches, que começou às 9h, por pouco não causou um grande problema: ela foi interrompida por volta das 11h, para que as pessoas voltassem ao pavilhão para acompanhar os discursos. A paralisação gerou reclamações, xingamentos, empurra-empurra e bate-boca entre os organizadores. Após 30 minutos, a distribuição dos lanches foi retomada.Segundo a empresa Anjos da Guarda, que prestou segurança ao evento, a convenção reuniu 6.000 pessoas. O presidente do PSDB mineiro, Nárcio Rodrigues, falou em 15 mil. O custo das convenções nacional e estadual foi de R$ 1 milhão, segundo o PSDB.Os ônibus fretados pelos diretórios tucanos - a reportagem contou cerca de 200 - começaram a chegar a Belo Horizonte às 8h. Uma hora depois teve início a convenção estadual do PSDB, que referendou o nome do governador Aécio Neves à reeleição.Foram confeccionadas 10 mil bandeiras com o rosto de Alckmin. A Folha ouviu pelo menos 20 pessoas que carregavam essas bandeiras nas filas das barracas que distribuíam feijão tropeiro, sanduíche de pernil, espetinho de porco, cachorro-quente e refrigerante. Nenhuma conhecia Alckmin. Esse "desconhecimento" também era visível nas faixas penduradas no local, que grafavam seu nome de várias formas."Eu não o conheço nem nunca vi na TV", disse Laura Gomes, 43, atraída ao local pela promessa de trabalho. "Foi a primeira vez agora", disse Nilvânia da Silva, 34. Os adolescentes Shirlene Basílio, 17, e Jéssico Emílio Simão, 21, afirmaram que, além dos sanduíches, receberiam R$ 10 cada um na volta para casa. O presidente do PSDB mineiro negou o pagamento: "O PSDB ofereceu lanche e transporte, não existe nada sobre pagamento".
Enqunto o PSDB/PFL ficam de trololó, rolando o léro de nhém-nhém, o PT vai contruido um páis de todos,com todos.
12/06/2006 - 16:44
12/06/2006 - 16:44
Berzoini: Construção do programa será processo de mobilização e politização
O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, afirmou hoje, em entrevista coletiva a jornalistas, que o processo de debate para a elaboração do programa de governo do PT deve se tornar um processo de mobilização e de politização, “tanto para a base do partido, como para a base de todos os partidos que participam do governo do presidente Lula como também para a sociedade.”
Berzoini, que é o coordenador-geral da campanha do PT à Presidência da República, diz que é preciso convocar, estimular e provocar a militância e “as pessoas que estudam os vários aspectos da vida nacional” a participar desse debate.
Ele ressaltou que a proposta de programa de governo já leva em consideração um período de realizações do governo — tanto em suas qualidades quanto em suas insuficiências — , para se projetar um período mais avançado de um programa que teve início em 2002 e que tem “um balanço muito positivo”.
“A sistematização, ao final do processo, será decorrência de um conjunto de diretrizes e valores políticos que nós defendemos, mas é importante ter o contraditório, a crítica e o questionamento nesse processo. Temos que fazer uma reflexão sobre o que pode ser feito de estratégia, nos próximos quatro anos para o Brasil dar um salto de qualidade na gestão pública, nas estratégias de desenvolvimento, na implementação das políticas sociais e em todos os ramos da atividade governamental e da relação com a sociedade civil.
12/06/2006 - 16:17
O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, afirmou hoje, em entrevista coletiva a jornalistas, que o processo de debate para a elaboração do programa de governo do PT deve se tornar um processo de mobilização e de politização, “tanto para a base do partido, como para a base de todos os partidos que participam do governo do presidente Lula como também para a sociedade.”
Berzoini, que é o coordenador-geral da campanha do PT à Presidência da República, diz que é preciso convocar, estimular e provocar a militância e “as pessoas que estudam os vários aspectos da vida nacional” a participar desse debate.
Ele ressaltou que a proposta de programa de governo já leva em consideração um período de realizações do governo — tanto em suas qualidades quanto em suas insuficiências — , para se projetar um período mais avançado de um programa que teve início em 2002 e que tem “um balanço muito positivo”.
“A sistematização, ao final do processo, será decorrência de um conjunto de diretrizes e valores políticos que nós defendemos, mas é importante ter o contraditório, a crítica e o questionamento nesse processo. Temos que fazer uma reflexão sobre o que pode ser feito de estratégia, nos próximos quatro anos para o Brasil dar um salto de qualidade na gestão pública, nas estratégias de desenvolvimento, na implementação das políticas sociais e em todos os ramos da atividade governamental e da relação com a sociedade civil.
12/06/2006 - 16:17
Programa de governo terá 32 comissões temáticas
A comissão encarregada de elaborar o Programa de Ação de Governo (PAG) 2007-2010 do PT criou 32 comissões temáticas que cuidarão de áreas específicas do programa de governo.
A composição das comissões ainda não está definida. Muitas delas, por serem muito amplas, terão subdivisões.
Confira as comissões temáticas constituídas:
Programa de Governo 2006
A comissão encarregada de elaborar o Programa de Ação de Governo (PAG) 2007-2010 do PT criou 32 comissões temáticas que cuidarão de áreas específicas do programa de governo.
A composição das comissões ainda não está definida. Muitas delas, por serem muito amplas, terão subdivisões.
Confira as comissões temáticas constituídas:
Programa de Governo 2006
Comissões Temáticas
1. Assistência Social
2. Brasil sem Homofobia
3. Cidades: Habitação, Saneamento, Política e Transporte Urbano
4. Ciência e Tecnologia
5. Comunicação e Democracia
6. Cultura
7. Defesa
8. Desenvolvimento Regional: Nordeste e Amazônia
9. Direitos Humanos
10. Economia e Desenvolvimento
11. Educação
12. Esportes
13. Igualdade Racial
14. Justiça
15. Juventude
16. Meio-ambiente
17. Mulheres
18. Pesca
19. Pessoa Portadora de Deficiência
20. Política Energética e Mineral
21. Política Externa
22. Povos Indígenas
23. Previdência Social
24. Reforma Agrária e Política Agrícola
25. Reforma do Estado: participação democrática, transparência e combate à corrupção
26. Reforma política
27. Saúde
28. Segurança Alimentar
29. Segurança Pública
30. Trabalho e Emprego
31. Transportes
32. Turismo
Comissão Nacional de Programa
Marco Aurélio Garcia (coordenador)
Glauber Piva
Miriam Belchior
Juarez Guimarães
Valter Pomar
12/06/2006 - 16h17
Após deixar Globo, Franklin Martins estréia hoje na Band
da Folha Online
Após deixar Globo, Franklin Martins estréia hoje na Band
da Folha Online
O comentarista Franklin Martins estréia hoje na Bandeirantes. É a volta do jornalista à TV depois de ter deixado a Globo. Sua primeira aparição será no "Jornal da Band", que vai ao ar às 19h20.Na grade aberta, Martins participa ainda do programa Canal Livre, além da cobertura especial para as eleições deste ano. O jornalista vai atuar também nas rádios Bandeirantes e BandNews FM, além da BandNews (canal pago do Grupo).Martins não teve seu contrato renovado com a Globo em maio --fato que poderia estar relacionado com um suposto caso de uso de influência no governo Lula (o que foi negado pela emissora).
GOVERNO LULA
12 de junho de 2006 - 10:58
Vendas de eletroeletrônicos crescem 7,61% no 1º trimestre
12 de junho de 2006 - 10:58
Vendas de eletroeletrônicos crescem 7,61% no 1º trimestre
Os maiores índices de crescimento foram dos televisorese aparelhos de DVD, com, respectivamente, 43,75% e 26,24%Milton F.da Rocha Filho SÃO PAULO - Levantamento preliminar da Associação Nacionalde Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros)divulgado nesta segunda-feira mostrou que as vendasdosetor cresceram à taxa média de 7,61% no primeiro trimestredeste ano, puxadas pela linha de aparelhos de imageme som, com crescimento de 18%, e linha branca (geladeiras,fogões, e outros), com incremento de 7,84%. Os maioresíndices de crescimento foram dos televisores e aparelhosde DVD, com, respectivamente, 43,75% e 26,24%.Para o presidente da Eletros, Paulo Saab,"o crescimentoda demanda no segmento de imagem e som é estimuladopelaCopa do Mundo, queda no preço dos produtos, aumentodarenda das classes C e D e pela maior oferta de crédito,além do apelo das novas tecnologias".
Chumbo inútil
08/06/2006
Pesquisas internas que serão entregues ao PFL no fim da semana confirmam o crescimento de Lula, já revelado por outras sondagens eleitorais. Mas mostram que a aprovação ao governo do presidente, ponto especialmente explorado na pesquisa do partido, também disparou. (Mônica Bergamo/FSP)
08/06/2006
Pesquisas internas que serão entregues ao PFL no fim da semana confirmam o crescimento de Lula, já revelado por outras sondagens eleitorais. Mas mostram que a aprovação ao governo do presidente, ponto especialmente explorado na pesquisa do partido, também disparou. (Mônica Bergamo/FSP)
PÕE DESCONEXO NISSO.
O texto do discurso do Alckmin, que não é do Alckmin e sim do ex- aspone de FHC, Eduardo Graeff, como divulga a mídia. È longo, cansativo, vazio e desconexo. Tive que ter uma paciência de Jó para ler. Analisei o texto, ( que maçada) o que está entre aspas é parte da fala do discurso do Chuchu, vulgo Alckmin.
" É simbólico que esta jornada se inicie aqui, em Minas Gerais"
" É simbólico que esta jornada se inicie aqui, em Minas Gerais"
Alckmin escolheu MG, terra do pai do valérioduto, Azeredo. Foi em 1998 que o PSDB mineiro criou o valérioduto, Azeredo o pai foi uzeiro e vezeiro, Alckmin quis prestar uma homenagem.
" Exponho aqui minhas idéias, minhas convicções, minha visão sobre a realidade brasileira, minhas propostas e a minha motivação para ser candidato a Presidente do Brasil."
Idéia de Alckmin estampada em toda mídia, atacar o presidente Lula.
"Posso resumir meus objetivos em poucas palavras: quero um Brasil mais justo, menos desigual, com menos miséria, mais oportunidades. Com crescimento econômico acelerado e permanente. "
Resumindo Alckmin quer Lula presidente, a desigualdade social é a menor desde da década de 60, a miséria diminuiu sensivelmente no governo Lula, (PNAD 2004), o crescimento econômico é sólido e duradouro, foram gerados no governo Lula mais de 4 milhões de empregos.
"No ano passado, na América Latina, o Brasil só cresceu mais do que o Haiti, um país pequeno e despedaçado pela guerra. Em 2002, o Brasil respondia por 56% de tudo o que se produzia na América Latina. No ano que vem, segundo projeções dos organismos internacionais, vamos produzir só 47%. Estamos perdendo terreno, mesmo comparados a vizinhos que sempre foram mais frágeis e mais lentos. Não há propaganda ou discurso que esconda essa constatação: o Brasil de Lula ficou para trás. Apequenou-se. "
Taxa média de crescimento do PIB: comparação entre Governo FHC e Lula
Retomada do crescimento com inclusão social e distribuição de renda é compromisso do Governo Lula. A taxa média de crescimento do PIB Governo Lula de 3%, quase um terço superior a taxa média dos oito anos do Governo FHC, que foi de 2,3%. Se a previsão de crescimento do PIB for 4,5% no próximo ano - taxa prevista na LDO de 2006 –, a taxa média de crescimento do PIB dos quatro anos do Governo Lula será de 3,8%. Fonte: IBGE.
A média de crescimento da economia brasileira, ao longo da década tucana, foi a pior da história, em torno de 2,4%. Pior até mesmo que a taxa média da chamada década perdida, os anos 80, que girou em torno de 3,2%. No período, o patrimônio público representado pelas grandes estatais foi liquidado na bacia das almas. No discurso, essa operação serviria para reduzir a dívida pública e para atrair capitais. Na prática assistimos a um crescimento exponencial da dívida pública. A dívida interna saltou de R$ 60 bilhões para impensáveis R$ 630 bilhões, enquanto a dívida externa teve seu valor dobrado.
"Pior: além do crescimento medíocre, o Governo Lula não fez nada, absolutamente nada, para que as condições de crescimento no futuro sejam melhores."
Além dos dados acima sobre o PIB, nos últimos três anos, a economia brasileira alcançou patamares não verificados desde o início da década passada. Inflação baixa e sob controle, aumento do emprego formal, números recordes da balança comercial e aumento do poder de compra da população e de renda dos trabalhadores são realidade hoje no país. Além disso, o Brasil, em 2005, saltou da 15ª para 11ª posição no ranking das maiores economias do mundo, conforme a consultoria Austin Rating a partir de dados de 155 países fornecidos pelo Fundo Monetário Internacional. Temos, a auto-suficiência em petróleo.
"Com a taxa de juros mais alta do mundo, com impostos levando 40% da riqueza produzida por ano; com a manutenção das desigualdades regionais; com as estradas esburacadas e a infra-estrutura abandonada; com sua burocracia; com o empreguismo, o Governo é responsável por um ambiente pouco propício ao empreendimento; ao investimento produtivo; à geração de riqueza; à criação de postos de trabalho."
O Governo Lula tem conseguido reduzir a taxa básica de juros da economia (taxa Selic). No Governo FHC a taxa média de juros da Selic foi de 26,90%. O valor médio da taxa Selic é de 15,25% no Governo Lula. Com a tendência de queda da taxa de juros do Selic, o valor médio da taxa Selic se reduzirá ainda mais com impacto positivo no investimento, emprego e renda dos trabalhadores. A taxa Selic em dezembro de 2002 no governo FHC do PSDB era de: Taxa Selic. 46,2%
"Fazer a economia crescer é um clamor da sociedade brasileira hoje"
Lula está fazendo com muita competência a economia crescer, já no governo de FHC do PSDB de Alckmin, leia o que diz Altamiro Borges, jornalista, editor da revista Debate Sindical.
No terreno econômico, os dois mandatos de FHC foram um desastre. Apesar dele ficar irritadinho na tal entrevista, "que herança maldita, que nada", ela foi, de fato, maldita. Seu governo deixou o país quebrado, totalmente pendurado na brocha. A média de crescimento foi de menos de 2% - em três anos (1998, 1999 e 2002), beirou apenas 1%. As taxas de crescimento foram as menores do século passado e a economia nacional retrocedeu de nona para décima primeira posição entre as maiores do mundo. Além de estagnar a economia, o governo sucateou boa parte da infra-estrutura - estradas, energia elétrica, saneamento, etc. - cortou drasticamente os investimentos públicos e desorganizou a produção nacional.
No triste reinado de FHC, o Brasil ficou ainda mais vulnerável. O Estado foi privatizado: 134 empresas estatais, a maioria em setores estratégicos da economia, foram "vendidas" à iniciativa privada. Junto com a criminosa desestatização, veio o brutal processo de desnacionalização.
"Deve se afirmar como opção soberana, que permite e facilita o melhor aproveitamento de todo o seu potencial. "
Lula está fazendo isso,por exemplo temos a auto-suficiência da Petrobrás, transformado a empresa em uma das maiores do mundo, gerando empregos, renda. Isso torna a economia do país mais forte, com estabilidade para crescer.
"O Brasil precisa tanto de educação de qualidade e emprego para seus filhos como de polícia eficiente, justiça rápida e prisões seguras para se defender dos criminosos. Sugerir que uma coisa substituiria a outra é tripudiar sobre a aflição das famílias que sentem falta de ambas. Não se deve ter complacência com o crime porque o País é injusto. "
Este ponto é o mais cínico desse texto, Alckmin acabou com a educação publica em SP, esse ponto é comum entre todos os professores e diretores de escolas de SP, mesmo os docentes que declaram o voto em Alckmin reconhecem que ele sucatou o ensino em SP. Educação de qualidade deu Lula com o PROUNI.Empregos no governo Lula foram gerados mais de 4 milhões, no governo de FHC do PSDB de Alckmin o desemprego foi recorde.Policia eficiente tem no governo Lula, nunca a PF trabalhou tanto, com muita independência e eficácia. Alckmin sucateou a policia em SP, reduziu o efetivo, reduziu os salários. SP 12 anos de PSDB, vive um clima de violência sem precedentes, a ponto de fazer acordos com bandidos. Nunca houve tantas rebeliões,nas cadeias, nas FEBEMs, fugas em massa, seqüestros, assaltos, mortes de policiais como no governo Alckmin.
O resto do discurso é tanta encheção de lingüiça, bastante repetitivo, que nem vale a pena perder tempo. Está faltando no discurso as explicações do Alckmin que agora é só Geraldo, porque ele engavetou todas as CPIs (69) , para investigar o seu governo, e os 400 modelitos de Lu Alckmin, e amizade sólida com a Trancchesi dona da Daslu, a compra de votos para eleger o seu candidato para a ALSP. O caso Nossa Caixa e a publicidade, o caso do acumputurista, a escola de samba Leandro de Itaquera e o dinheiro público, Alckmin precisa explicar porque fez redução generalizada de investimentos públicos: apesar do excedente de arrecadação de 2001 a 2004 ter chegado a aproximadamente R$ 13 bilhões, o Estado deixou de gastar cerca de R$ 1,5 bi na Saúde; R$ 4 bi na Educação; R$ 705 milhões na Habitação; R$ 1,8 bilhão na Segurança Pública; R$ 163 milhões na área de Emprego e Trabalho. Alckmin tem que explicar porque gastou R$5,5 milhões com obra em aeroporto "fantasma": O aeroporto estadual Antônio Ribeiro Nogueira Júnior em Itanhaém, no litoral sul de São Paulo. A estrutura que tem capacidade para receber até um Boeing 737, com cem passageiros a bordo, recebeu apenas cinco pessoas, em média, a cada dia, entre janeiro e julho deste ano. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, há dias em que não há nenhum pouso ou decolagem em Itanhaém. Entediados, funcionários fazem palavras cruzadas e alguns até cochilam nas dependências do aeroporto no horário de serviço.È assim que ele cuida da coisa pública, é assim que ele gasta bem o dinheiro dos contribuintes de SP.
Jussara Seixas
PSDB TEM CONTA BLOQUEADA!
Conta bloqueada
A 26 Vara Cível da Justiça do Rio determinou o bloqueio da conta do PSDB do Rio. O problema foi causado pela cobrança de uma dívida de campanha de 1996 no valor de R$ 168.475,08 com a ML Aguilera Serigrafia.
O presidente do PSDB no Rio, Luiz Paulo Correa da Rocha, atribui a dívida à campanha para prefeito do hoje senador Sérgio Cabral, que está no PMDB.
ancelmo@oglobo.com.br
http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ancelmo.asp
Conta bloqueada
A 26 Vara Cível da Justiça do Rio determinou o bloqueio da conta do PSDB do Rio. O problema foi causado pela cobrança de uma dívida de campanha de 1996 no valor de R$ 168.475,08 com a ML Aguilera Serigrafia.
O presidente do PSDB no Rio, Luiz Paulo Correa da Rocha, atribui a dívida à campanha para prefeito do hoje senador Sérgio Cabral, que está no PMDB.
ancelmo@oglobo.com.br
http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/ancelmo.asp
ÍDOLOS
Nelson de Sá FSP
O esforço concentrado de Ronaldo e Globo chegou à família do atacante.Seus pais surgiram no treino para "photo-op". E o pai até exagerou, pelo que noticiaram as páginas iniciais do UOL à Globo.com:- Estava em Munique, não acompanhei o noticiário. Mas o Lula é uma grande personalidade, o admiro muito. Votei e voto de novo nele.Aliás, garantiu, "o Ronaldo também vota no Lula". E tem mais, "o Lula é um grande presidente". E mais:- Ele é um ídolo brasileiro.GOOOOOOAAAALL!!
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1206200608.htm
Nelson de Sá FSP
O esforço concentrado de Ronaldo e Globo chegou à família do atacante.Seus pais surgiram no treino para "photo-op". E o pai até exagerou, pelo que noticiaram as páginas iniciais do UOL à Globo.com:- Estava em Munique, não acompanhei o noticiário. Mas o Lula é uma grande personalidade, o admiro muito. Votei e voto de novo nele.Aliás, garantiu, "o Ronaldo também vota no Lula". E tem mais, "o Lula é um grande presidente". E mais:- Ele é um ídolo brasileiro.GOOOOOOAAAALL!!
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1206200608.htm
GERALDO PARA OS ÍNTIMOS!!
PSDB tem novo candidato a presidente trata-se de Geraldo.Como Alckmin mais conhecido como Picolé de Chuchu não decola, eles escolheram o Geraldo! Se o povo não vota Alckmin tão falado na TV, nos jornais, nas andanças dele pelo Brasil, que foi governador de SP por 12 anos, imagina no tal Geraldo ilustre desconhecido.O PSDB tenta a todo custo desvincular o nome de FHC de Alckmin, tudo o que Serra e Alckmin não querem é ter FHC no palanque.Agora o PSDB tenta desvincular o nome de Alckmin do Alckmin. Foi a trapalhada mais absurda e engraçada que eu vi até hoje em matéria de marketing para candidato a eleição, hilário! O que será que se passa na cabecinha deles, que um mesmo candidato com dois nomes tem maior chance de vencer? Ou seja você vota Alckmin o voto para Alckmin, você vota no Geraldo e leva o Alckmin. Constará nas pesquisas de opinião os dois nomes, separados, ou agora será Geraldo? Ou seja eles vão tentar enganar o povo, o slogan deve ser: NÃO VOTEM NO ALCKMIN VOTEM EM GERALDO!!!!!!
ELEIÇÕES 2006/PRESIDÊNCIA PSDB troca Alckmin por Geraldo para conquistar indeciso
ELEIÇÕES 2006/PRESIDÊNCIA PSDB troca Alckmin por Geraldo para conquistar indeciso
Partido quer investir na divulgação do prenome do candidato, de mais fácil assimilação, para tornar tucano mais íntimo do povo
11 junho 2006
10/06/2006 - 15:19 Governo popular: Lula diz que foi eleito para estender a mão aos mais fracos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou neste sábado (10) os políticos que pensam apenas na parte mais rica da população, ressaltando que o Brasil o elegeu porque precisava de alguém que conhecesse a situação dos mais pobres.
A fala aconteceu em Vitória (ES), durante a inauguração das obras do Gasoduto Cabiúnas-Vitória (Gascav), trecho inicial do Gasoduto Sudeste-Nordeste (Gasene).
"Para governar apenas para os ricos, tem muita gente, mas para governar para ricos e pobres e para estender a mão aos mais fracos, era preciso que o Brasil elegesse alguém que conhecesse por dentro a situação", disse.
Lego
Lula ressaltou que, ao assumir o governo, em janeiro de 2003, pegou o país desmontado.
"Quando eu tomei posse, (...) o Brasil já existia, as fábricas já existiam, o povo já existia, mas a impressão que eu tinha é que eu estava diante de um Brasil feito aqueles brinquedos "Lego", desmontado. Era um quebra-cabeças para a gente consolidar", afirmou .No discurso, o presidente enumerou conquistas obtidas durante seu governo, como a auto-suficiência do Brasil em petróleo, o desenvolvimento do programa de biodiesel, a construção de ferrovias no Nordeste e a redução da desigualdade social."Hoje eu posso estar vivendo esse dia 10 de junho de 2006 com a alma mais branda, com a alma feliz, porque, finalmente, nós estamos numa situação sólida", afirmou.
O presidente voltou a afirmar que, se for candidato à reeleição, sua campanha, tanto quanto seu primeiro mandato, não terá promessas mágicas. "Tem gente que inventa muita coisa para as eleições e depois o povo passa 10 anos pagando por isso (...) Eu não quero fazer mágica, quero medir passo a passo, pois depois quem paga é o povo", afirmou.
GasodutoO Gasoduto vai ligar a região Sudeste ao Nordeste para o escoamento do gás natural. O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, e o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, participaram da inauguração.
Segundo informações da Petrobras, o Gascav terá 300 quilômetros de extensão e deve estar terminado até outubro de 2007. O investimento será de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,1 bilhão) e a construção deve gerar 2,6 mil empregos diretos e 7,8 mil indiretos.
Além do Gascav, o Gasene terá outros dois trechos. O gasoduto Vitória-Cacimbas terá 125 quilômetros de extensão e o trecho Cacimbas-Catu, já em construção, será o maior com 765 quilômetros.
Com agências
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