15 abril 2006

Alckmin e Serra buscam reforçar caixa




Enquanto um busca eventos públicos para aparecer na mídia e crescer na preferência popular, o outro procura fugir dos eventos e encurtar a campanha. Separados nas estratégias, o ex-governador Geraldo Alckmin e o ex-prefeito José Serra se unem numa dificuldade: a falta de recursos para a campanha eleitoral.

Alckmin, com aproximadamente metade dos porcentuais de preferência do seu adversário, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é obrigado a "correr atrás" e buscar ampla exposição pública para conquistar votos. Serra, ao contrário, favorito ao governo estadual, segundo todas as pesquisas de opinião, não tem necessidade de se expor muito e até aproveitou a semana com feriados para fazer uma cirurgia e aproveitar a fase de recuperação para organizar a sua campanha.

As dificuldades dos dois são as mesmas dos candidatos que não concorrem à reeleição: têm de descobrir um ritmo e uma estruturação de campanha adaptados aos novos tempos, que reservam poucos recursos para a fase de busca do voto.

Alckmin tem aproveitado as viagens a Brasília para, com o suporte natural do PSDB, conseguir criar fatos políticos para aparecer na mídia sem maiores gastos. Mas ainda está viajando pouco, improvisando roteiros, já que sua estrutura de campanha não está pronta e não há recursos para grandes eventos, enquanto seu adversário, Lula, tem contínua cobertura de mídia em suas atividades usuais. Ontem, Alckmin foi a Pernambuco num roteiro improvisado pelo coordenador de campanha, senador Sérgio Guerra.

Já Serra vive uma realidade diferente, embora com problemas semelhantes. No dia 10, quando se internou no Hospital Sírio e Libanês para refazer uma cirurgia de hérnia, seus médicos previram a alta para o dia seguinte, mas Serra só saiu na noite de quinta-feira, dia 13. Não houve problemas na cirurgia: a alta foi adiada porque ex-prefeito preferiu continuar internado para descansar, antes da maratona da campanha.

Ele explicou a assessores que optou por ficar no hospital mais dois dias para evitar a procissão de visitas que fatalmente ocorreria se voltasse logo para casa. Agora, já em casa, Serra vai aproveitar o descanso para estruturar a sua campanha. O principal desafio é o mesmo que tem feito Alckmin penar: a falta de um padrão de campanha.O ex-prefeito tem dito a assessores que, a seu ver, a campanha será extremamente curta e terá poucos eventos públicos.

Candidatura Alckmin desmorona no interior de SP. Ninguém explica a razão



Alckmin: por que o tucano caiu tanto no interior de S.Paulo?Por Luis Weis/Verbo SoltoA números em geral e aos números de pesquisas em especial aplica-se o famoso dito do chanceler prussiano Otto von Bismarck sobre as baionetas: "Pode-se fazer tudo com elas, menos sentar em cima.

"A mídia, principalmente quando ela própria tem um braço pesquiseiro, como é o caso da Folha de S.Paulo, corre o risco de se ferir diante do leitor quando se aboleta sobre os dados das preferências eleitorais que publica periodicamente.Ou seja, divulga a numeralha, com tabelas, gráficos e tudo mais, e não oferece ao leitor explicações – no plural, de preferência – sobre as suas causas prováveis.Para ajudar a entender pelo menos os seus aspectos mais inusitados.

Hoje, debulhando pela terceira edição consecutiva os resultados de seu novo levantamento sobre as tendências de voto em outubro, a Folha noticia mal e explica pior, por omissão, a mais espetacular mudança ocorrida em São Paulo da pesqisa anterior, de 17 de março, para esta, de 7 de abril.Noticia mal porque dá em manchete na página A 9 que "Vantagem de Alckmin em SP cai 10 pontos". É verdade. Mas não a verdade mais importante.

Essa está nas tabelas que desdobram os dados por área de residência dos entrevistados – capital, região metropolitana e interior.Na capital, nada mudou: Alckmin perdeu 2 pontos, Lula, 1. Na Grande São Paulo, as mudanças tampouco são significativas: Alckmin perdeu 4 pontos, Lula 3.Mas no interior, onde vive a maioria dos 27,7 milhões de eleitores paulistas, as coisas mudaram – e como!

Em apenas três semanas, Alckmin caiu de 50% para 41% e Lula subiu de 27% para 36%.
Com isso, a diferença entre eles encolheu de 23 pontos para 5. Um terremoto. Chose de loque, diria o Jô Soares.Correndo os olhos pela matéria para saber o que pode estar por trás dessa guinada cavalar, o leitor topará com o que diz o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino:"A pesquisa captou melhor os reflexos das denúncias em relação a Alckmin, que, aparentemente, foram mais acentuados no Estado de S.Paulo.

"É uma análise que compara São Paulo com o conjunto do país. Não contém uma mísera pista para se entender por que, para usar as palavras de Paulino, os reflexos foram mais acentuados – e ponha-se acentuados nisso – não na capital, nem na região metropolitana, cujas populações seriam supostamente mais bem informadas do que as outras, mas no interior.Justamente no interior, onde o então governador nadava de braçada em matéria de popularidade. Um mistério.Que tal a Folha levantar o traseiro [como diria o presidente Lula] dos números e tentar identificar os fatos que eles traduzem?

Alckmin na linha de tiro

Ex-governador diz que PT quer desestabilizar sua candidatura

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, negou, em nota à imprensa, que o governo de São Paulo tenha pago ao médico acupunturista Jou Eel Jia para ministrar cursos em convênio com a Secretaria de Educação. "O governo do estado nunca pagou um só centavo ao médico", diz a nota.

Deputados do PT, no entanto, vão propor que Thomaz Alckmin, filho de Geraldo Alckmin, e Suellen, filha do acupunturista Jia Eol, compareçam à Assembléia Legislativa para prestar esclarecimentos sobre as suas relações comerciais. Os dois são sócios de uma empresa que forneceria ervas para o spa de Jia e teriam sido beneficiados em contratos entre o governo Alckmin e o spa. O spa, por sua vez, sediou curso para professores do estado e teria cobrado diárias elevadas, pagas com cartões de crédito corporativos. Como Thomaz e Suellen não são funcionários públicos, não será feita convocação formal. O líder do governo, Edson Aparecido, julga a medida "retaliação pessoal e infeliz fora do campo político".

14 abril 2006

'Le Monde' defende Lula como modelo para América Latina

O jornal francês Le Monde defende em editorial o modelo de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em oposição ao do venezuelano Hugo Chávez, como exemplo a ser seguido por outros líderes de esquerda que estão asumindo o poder na América Latina.

Leia abaixo o texto

"Entre Hugo Chávez e Lula da Silva, duas esquerdas se opõem. Uma propõe um discurso radical com acentos populistas e avanço de soluções nacionalistas. A outra, centrista, propõe uma política orçamentária ortodoxa a fim de atrair capitais e busca inserir a economia na globalização", afirma o Le Monde.

Para o diário francês, é forte e legítima a "tentação" de gastar os recursos obtidos com a recente melhora da situação econômica da região "distribuindo rapidamente subvenções aos mais necessitados".
"É necessário esperar, no entanto, que para além dessas necessidades imediatas, os governos de esquerda saberão se preservar do eleitoralismo para conduzir políticas de longo prazo."

O jornal vê uma guinada à esquerda na região, movimento que atribui às "profundas desigualdades que caracterizam a América Latina" - divididas, na descrição do Le Monde, entre burguesias "norte-americanizadas" e classes pobres, principalmente rurais, que acumulam miséria, desemprego e analfabetismo.
O Le Monde calcula que, das 17 eleições que terão ocorrido na região entre dezembro de 2005 e dezembro de 2006, 80% delas terão sido ganhas por forças de esquerda.

"A solução brasileira de jogar o jogo da inserção na globalização impõe constrangimentos que limitam o crescimento e as margens de manobra. Mas o investimento na educação e na infra-estrutura e a abertura aos capitais preparam o futuro", conclui o Le Monde.

Presidente da Nossa Caixa contradiz versão de Alckmin

O presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro, disse ontem que Jaime de Castro Júnior, ex-gerente de marketing do banco, tratava diretamente da publicidade da estatal com Roger Ferreira, ex-assessor de comunicação do governo de São Paulo. Esta versão é diferente da divulgada por Ferreira e também colide com a apresentada por Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo e candidato à Presidência.Em nota divulgada anteontem, Ferreira disse que a Nossa Caixa "não tem nenhuma subordinação formal ou informal, no que se refere à comunicação, a nenhuma instância ou pessoa exterior à empresa".

Por sua vez, Alckmin disse, quando a Folha revelou que a Nossa Caixa beneficiava com propaganda seus aliados na Assembléia Legislativa, que "o governo do Estado não interfere em banco público" e que "o critério de distribuição da mídia do governo é eminentemente técnico".Monteiro contradiz a versão de Ferreira e Alckmin ao apresentar o decreto de número 43.834, de 1999. O decreto mostra que todo o plano de comunicação do banco deve ser submetido à Assessoria Especial de Comunicação do Estado, que era gerida por Ferreira.

Segundo Monteiro, que ontem deu entrevista a três jornais, o decreto estabelece que o plano de marketing do banco não precisava passar pela presidência do banco: "O relacionamento era do marketing com o Sicom, é outra coisa que está no decreto", afirmou. O Sicom é o Sistema de Comunicação do Governo do Estado de São Paulo, ligado a pasta que Roger Ferreira comandava. Monteiro também disse que não tinha "nem idéia de quais são [eram] os critérios" usados para a veiculação de publicidade. E acrescentou: "O que cabe à diretoria do banco? Aprovar as políticas gerais de propaganda. Não cabe a mim dizer onde colocar os anúncios"

Para "tentar" alcançar Lula, Alckmin vai ‘morar’ no Nordeste





Em acerto com o presidente do PSDB, Tasso Jereissati (CE), e com o coordenador nacional de sua campanha, Sérgio Guerra (PE), o candidato tucano à presidência decidiu realizar pelo menos uma viagem por semana à região Nordeste. De acordo com uma metáfora que ele próprio cunhou, Alckmin vai praticamente “morar” naquela região.

Alckmin evitará a pobreza nordestina nesta incursão por Pernambuco. Serão privilegiadas as experiências “bem sucedidas” do Estado. Iniciativas que possam ser aproveitadas no programa de governo do candidato. Em companhia de Guerra e do governador Mendonça Filho (PFL), Alckmin visitará, por exemplo, o Porto de Suape, um dos mais importantes da região.

O candidato irá também a duas localidades que, segundo Sérgio Guerra, “orgulham” os pernambucanos: o município de Caruaru, considerado um pólo comercial do Estado, e a região de Toritama. Ali, em meio ao agreste de Pernambuco, foram assentadas várias fábricas de confecção de roupas. “É uma experiência fantástica. Precisa ser vista por qualquer um que pretenda tornar-se presidente da República”, diz Sérgio Guerra.

E por falar em guerra: Antes de dar seqüência ao plano de “mudar-se” para o Nordeste, Alckmin terá de pacificar duas de suas novas “moradas”. No Ceará, terá de contornar uma briga que opõe o governador Lúcio Alcântara ao senador Tasso Jereissati. Na Bahia, terá de aplainar a ira do aliado Antonio Carlos Magalhães (PFL), inconformado com a decisão do PSDB baiano de apoiar a candidatura de seu desafeto João Durval, contra o carlista Paulo Souto, candidato à reeleição.

13 abril 2006

Lula pede que PT deixe família Alckmin em paz


Em diálogo telefônico com uma liderança do PT, Lula disse que deseja ver o partido longe do que chama de “baixaria” eleitoral. Condenou as investidas de petistas contra Lu e Thomaz Alckmin, respectivamente mulher e filho do candidato tucano Geraldo Alckmin. “Família”, disse o presidente, “não é assunto para campanha”.



Lula expressou opinião semelhante em contatos com auxiliares que têm algum tipo de interferência na cena política. Ao ministro Tarso Genro (Coordenação Política), afirmou que a busca da retaliação, envolvendo inclusive questões familiares, serve apenas para envenenar a conjuntura. Acha que o PT e o governo devem priorizar o debate programático, com ênfase nos projetos –Bolsa Família e Agricultura Familiar, por exemplo— e iniciativas do governo –recuperação do salário mínimo e investimentos em educação.


12 abril 2006

"Pobre quando chega lá em cima acha que é outra coisa" Fernando Henrique Cardoso, sociólogo e ex-presidente da República, no Programa do Jô (06/04/2006)
Envido pelo Luiz
QUE LADRÃO BONZINHO, PROTEGENDO O ALCKMIN. FALA SÉRIO!!!


12/04/2006 - 15h35

Documentos do caso Nossa Caixa são levados em assalto
da Folha Online
O escritório político do corregedor da Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Romeu Tuma Júnior (PMDB), foi assaltado na segunda-feira. No assalto, vários documentos que eram guardados no escritório foram levados. Entre os documentos que foram levados estão aqueles que fazem parte do processo que apura possíveis irregularidades no direcionamento das verbas publicitárias do banco estatal Nossa Caixa. Também foram levados os documentos do processo que apura possíveis irregularidades na doação peças do estilista Rogério Figueiredo para a ex-primeira-dama Lu Alckmin.Assessores de Tuma disseram que o assalto foi registrado no 36º DP. Segundo eles, o deputado fez um requerimento de informação ao delegado para saber quantos assaltos na região tinham acontecido nos últimos anos. A delegacia teria informado, segundo eles, que foram registrados dois assaltos nos dois últimos anos: os dois ao escritório de Tuma.Procurado pela reportagem, Tuma não foi encontrado para comentar o assalto. Ele acompanha o depoimento do ex-gerente de marketing da Nossa Caixa Jaime de Castro ao promotor Sérgio Turra, do Ministério Público Estadual. Ele disse que Castro deve depor na Corregedoria da Assembléia Legislativa de São Paulo. O ex-gerente é responsável pelas denúncias sobre a existência de um suposto direcionamento político de verbas de publicidade da Nossa Caixa para deputados estaduais. Ele já foi chamado para falar em duas comissões da Assembléia: Segurança Pública e Finanças. Segundo Tuma, ele já recebeu oficialmente a convocação da Comissão de Finanças
CONVITE

CONVIDO A TODOS PARA ENGROSSAREM A MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES MUNICIPAIS,HOJE, DIA 12/04, NA RUA LÍBERO BADARÓ, EM, FRENTE À SECRETARIA DE GESTÃO MUNICIPAL, PARA DEMONSTRAR NOSSO DESCONTENTAMENTO COM A POLÍTICA TUCANA/PEFELÊ QUE FECHOU OS LABORATÓRIOS DE INFORMÁTICA COM 23 COMPUTADORES EQUIPADOS COM INTERNET E DEMAIS PERIFÉRICOS DAS ESCOLAS MUNICIPAIS, FECHOU AS BIBLIOTECAS COM ACERVO DE MAIS DE 30 MIL LIVROS, RETIROU A INCORPORAÇÃO DE JORNADA PARA FINS DE APOSENTADORIA DO PROFESSOR, CONGELOU NOSSOS SALÁRIOS, RETIROU PARTE DOS SALÁRIOS COM DESCONTOS ABSURDOS, RETIROU NOSSA GRATIFICAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DE ENSINO E ACENA COM UMA ESMOLA DE 350 REAIS NO MÊS DE JULHO, COMO SE PRECISÁSSEMOS DE ESMOLA.

ABRAÇOS,
ANA MARIA

Charge
Maringoni

Carta Maior
A HIPROCRISIA DA OPOSIÇÃO.

Como sempre alertei, o valérioduto, foi cria do PSDB, agora sendo oficializado pelo PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA. Mas o valérioduto em 1998 com certeza não beneficiou somente o Azeredo, quem mais ele beneficiou do PSDB, do PFL e outros? Não seria Azeredo o único privilegiado por um esquema tão grande. Infelizmente alguns integrantes do PT usaram o esquema de Marcos Valério, para pagar despensas de campanha, muitos já pagaram pelo erro. E os outros das campanhas passadas, 1994, 1998 aonde o PSDB/PFL reinou absoluto no país, aonde todas as CPIs foram engavetadas pelo engavetador mor Geraldo Brindeiro? Esses que hoje fazem acusações, e muitas delas sem provas, acusações inverídicas, são ilibados, puros, castos, nunca usaram esquemas de arrecadação para caixa 2, dinheiro não contabilizado? Que dinheiro pagou os parlamentares que foram comprados para reeleição de FHC por R$200.000,00 per capita? Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. E as propinas das privatizações escusas? E os desvios do PROER? O escândalo do Sivam ? E as campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões. ? Tem também o economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Tudo isso e muito mais merecia ser investigado como foi investigado o PT, o governo Lula, mas eles fazem parte da direita, fazem parte da elite deste país, fazem parte do chamado grupo de "pessoas de bem".


EXCELENTÍSSIMO SENHOR MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

O PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA, nos autos do
Inquérito nº 2245 e no uso de suas atribuições constitucionais e legais, com
fundamento no artigo 129, inciso I, da Constituição Federal e no artigo 6º,
inciso V, da Lei Complementar n.º 75/93, vem oferecer
D E N Ú N C I A

Para a exata compreensão dos fatos, é preciso pontuar
que Marcos Valério é um verdadeiro profissional do crime, já tendo prestado
serviços delituosos semelhantes ao Partido da Social Democracia Brasileira –
PSDB em Minas Gerais, na eleição para Governador do hoje Senador Eduardo
Azeredo, realizada em 1998. fato que é objeto do inquérito nº 2280 em curso
perante essa Corte Suprema.
Como forma de ilustrar essa realidade, interessante
observar que a denunciada Simone Vasconcelos, principal operadora do
esquema dirigido por Marcos Valério, trabalhou na campanha eleitoral do
Senador Eduardo Azeredo em 1998 e foi indicada para Marcos Valério pelo
tesoureiro da campanha, Cláudio Mourão7.
6 Vide, entre outros, depoimento de Marcos Valério (fls. 728/729, especialmente: “Que,
a atuação na área de publicidade de um modo geral envolve a submissão a interesses
políticos, sem o que as empresas não sobrevivem nesse mercado; (...) Que, nos termos já
consignados no depoimento anterior, o declarante, assim como todos os profissionais da
área de publicidade, sempre objetivam participar, da forma mais próxima possível, dos
partidos políticos e candidatos com maior possibilidade de eleição.” ).
7 Vide, entre outros, depoimento de Simone Vasconcelos (fl. 588, especialmente: “QUE
foi indicada para trabalhar na SMP&B pelo ex-Secretário de Administração do Governo
do Estado de Minas Gerais CLÁUDIO ROBERTO MOURÃO; (...) Que trabalhou durante
dois meses na campanha política do candidato à reeleição ao Governo do Estado de
Minas Gerais, EDUARDO AZEREDO, em um comitê que era coordenador pelo ex-
Secretário de Administração CLÁUDIO ROBERTO MOURÃO; Que foi apresentada a
MARCOS VALÉRIO por CLÁUDIO ROBERTO MOURÃO.”).

O que a Veja quer esconder



Escondendo Azeredo Serra e o "alto Tucanato" não sabem mais o que fazer para esconder o ex-presidente do PSDB pego tomando "água" no "Valerioduto".

Saiba muito mais em:
http://www.novae.inf.br/pensadores/veja_esconde.htm
11/04/2006 - As faces de Alckmin

Por Joaquim Soriano

Foi só o ex-governador Geraldo Alckmin virar o candidato presidencial do PSDB, vencendo a disputa contra o ex-prefeito de São Paulo, José Serra, para aparecer na imprensa denúncias de promiscuidade entre o público e o privado em vários episódios que o envolvem.

Começou com a publicidade da “Nossa Caixa” direcionada para programas de rádio e de TV de aliados da administração tucana, depois apareceram os presentes de luxo para a ex-primeira dama paulista, Lu Alckmin. Agora surge uma sociedade entre seu filho Thomaz Rodrigues e a filha de um médico de Alckmin. O tal médico acupunturista, Jou Eel Jia, tem uma revista chamada “Ch’an Tao” que coloca o ex-governador na capa e recebe 120 mil reais da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista.

Ouve-se em círculos especializados em prognósticos e fofocas que, por trás destas denúncias,, há interesses serristas. Dizem que José Serra quer destruir Alckmin para ainda tornar-se candidato à presidente em 2006. A racionalidade das disputas partidárias rejeita esta hipótese, pois desta forma o PSDB passaria a carregar um enorme fardo pesado e difícil de explicar.

Pelo lado do PMDB, o pré-candidato Garotinho continua ganhando as partidas preliminares. Mantém-se candidato com direito a muita projeção nos programas de rádio e TV a que seu partido tem direito. A decisão sobre ter candidato ou não ficou para a convenção de junho. E a dúvida cruel permanece para o PMDB: ser ou não ser? A candidatura ajudaria o fortalecimento das instituições democráticas, incluindo aí os partidos políticos nacionais. Será que ganhará força a tese de que é o PMDB e não o PSDB que disputará um segundo turno com o PT de Lula? As últimas pesquisas publicadas de intenção de voto para presidente, dando empate técnico entre Alckmin e Garotinho, favorecem esta perspectiva.

As pesquisas dizem também que o ex-governador de São Paulo é pouco conhecido nos outros Estados e que, portanto, tem possibilidade de crescimento. Se isto é aceitável, é verdade também que sua expansão pode ser carregada com as marcas que ele tem e que são rejeitadas pelo eleitorado: a) sua identidade com o governo FHC – que continua muito mal avaliado e do qual o povo quer distância; b) o fato de ser o preferido dos mais ricos; c) suas idéias conservadoras e suas relações com organizações de ultra-direita, como a Opus Dei; d) as denúncias de sua gestão em São Paulo, pois caiu o bloqueio que o protegia até agora.

A grande imprensa paulista trata pouco do governo estadual, a atenção fundamental é para o cenário nacional e algo para o município. Na sombra, Alckmin projetava para o eleitorado de São Paulo uma imagem positiva. Já com um pouco mais de luz, outras faces são reveladas. Alckmin será rejeitado pelo que ele é e pelo que representa.


Joaquim Soriano é secretário-geral adjunto do PT.

11 abril 2006

11/04/2006 - Itália: Vitória da esquerda é momento de comemoração e reflexão, diz estudioso


A vitória apertada da coalizão de centro-esquerda encabeçada por Romano Prodi nas eleições da Itália é, ao mesmo tempo, motivo de comemoração e de reflexão para a esquerda no mundo. A avaliação é do professor de ciência política da Unesp e pesquisador do Cedep (Centro de Estudos de Cultura Contemporânea), Túlio Vigevani, que tem acompanhado de perto as movimentações políticas naquele país.

Segundo Vigevani, que integra o coletivo da Secretaria de Relações Internacionais do PT, a derrota do grupo do atual primeiro-ministro é um momento interessante para a centro-esquerda - mas de comemoração moderada, ressalta. "Mais do que comemoração, é de interrogação. Por que um governo que parecia perdido [o do Berlusconi], com pesquisas eleitorais apontando para sua derrota, com parte da elite italiana contra ele, consegue 50% dos votos?”, questiona o cientista político.

Respondendo à sua própria indagação, o professor cita alguns motivos que acredita terem levado Berlusconi e seu grupo a um desempenho melhor do que o esperado — entre eles, a grande capacidade midiática do atual primeiro-ministro. Mas o professor acrescentou outros que merecem reflexão: a dificuldade da esquerda de formular um programa político e a não clareza, para parte da opinião pública italiana, sobre as diferenças entre o governo Berlusconi e o de Prodi. “É um momento de reflexões sobre o que é a política da esquerda”, resumiu.

O que é certo, segundo o cientista político, é que o establishment italiano — a federação industrial e os principais órgãos de imprensa, por exemplo — estava mais simpático a Prodi nessas eleições.

Mas Vigevani prevê um período de grande instabilidade por conta da divisão que as eleições evidenciaram na Itália, fato que pode ser bem contornado se o novo primeiro-ministro começar agindo bem politicamente e se conquistar um razoável apoio da opinião pública logo de saída. “Ele deve fazer um governo eficiente e, o que é mais importante, ampliar a base de apoio na sociedade. Se não, vai aumentar o descontentamento e abrir uma brecha para que a centro-direita liderada por Berlusconi questione a legitimidade desse governo”, analisa.

Para garantir a estabilidade, Vigevani também aponta a necessidade de haver o mínimo de acordo no grupo de partidos que sustentaram a candidatura Prodi — que vai desde o Marguerita, passando por pequenos partidos com origem na democracia cristã até a Refundação Comunista. “A heterogeneidade no grupo de sustentação do Prodi é muito grande e certamente haverá divergências na condução dos negócios do Estado”, avalia.

Sobre a decisão de Berlusconi de pedir recontagem de votos, Vigevani não acredita que isso poderá modificar os resultados.

O que o fim da era Berlusconi representa à Itália? Novamente cauteloso, Vigevani pondera que, considerando que “o mundo político dá voltas”, ainda é cedo para decretar o seu fim. Mas faz um resumo do que deve representar o novo governo: "a gestão Prodi será mais européia e menos favorável aos norte-americanos. Ele prometeu as retiradas das tropas do Iraque —se ele vai conseguir fazer isso, nós não sabemos, justamente por esse resultado apertado nas eleições; mas, por ser um ponto importante da sua campanha, acho que vai conseguir, até porque eles têm o exemplo do Zapateiro, na Espanha, que já fez isso." E em termos econômicos? “Provavelmente o governo Prodi manterá algumas conquistas do estado de bem-estar, o que não significa que ele manterá política de controle econômico, macroeconômico. Tudo isso porque é uma lógica global e ele não poderá mudar essa perspectiva.”
Escritório de deputado é arrombado e documentos que complicam Alckmin desaparecem

21:03 10/04
Redação
SÃO PAULO – O escritório político do deputado estadual Romeu Tuma Jr foi arrombado na madrugada desta segunda-feira. Segundo a assessoria do deputado, foram furtados documentos relativos ao escândalo da Nossa Caixa e da doação de 400 vestidos para ex-primeira-dama do Estado de São Paulo Lu Alckmin.Segundo um assessor, a Polícia Civil do Estado já fez a perícia e deve se pronunciar sobre o arrombamento do escritório. Além dos documentos que, segundo a assessoria, comprovariam irregularidades ligadas ao ex-governador Geraldo Alckmin.
Documentos obtidos pelo jornal “Folha de S. Paulo” mostram que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) interferiu para beneficiar aliados com anúncios ou patrocínios. Os recursos sairiam da Nossa Caixa e favoreciam jornais, revistas, programas de rádio e televisão indicados por deputados.
Uma auditoria na área de publicidade da Nossa Caixa mostraria que o banco foi pressionado para patrocinar eventos da Rede Vida e da Rede Aleluia de rádio. Além disso, autorizou a veiculação de anúncios mensais na revista “Primeira Leitura”, publicação criada por Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso.
As ordens beneficiariam os deputados estaduais Wagner Salustiano (PSDB), Geraldo “Bispo Gê" Tenuta (PTB), Afanázio Jazadji (PFL), Vaz de Lima (PSDB) e Edson Ferrarini (PTB).
Entre as provas das pressões, segundo o jornal, estão e-mails trocados entre Saint’Clair de Vasconcelos, presidente da Contexto – agência que detinha a conta da Casa Civil e, agora, atende à Nossa Caixa -, e o ex-gerente de marketing do banco, Jaime de Castro Júnior.
Em um deles, de agosto de 2004, Saint’Clair pede a Castro Júnior ajuda para “acalmar” o deputado Afanásio Jazadji. “Acertei com ele um montante que estou distribuindo entre os nossos parceiros. Você consegue programar uns 8 mil nos programas que ele tem no Canal SP-TVA?”, dizia o e-mail conseguido pelo jornal.
O assessor especial de comunicação do governo, Roger Ferreira, disse que os critérios para gastos de comunicação são “técnicos”. A Nossa Caixa informou que os veículos citados pelo jornal receberam apenas 1% do total de gastos do banco.
Em outra denúncia, a Folha revela que uma empresa estatal do Estado pagou R$ 60 mil a titulo de “patrocínio institucional” à revista Ch’na Tao, da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil. A associação é presidida pelo médico Jou Eel Jia, acupunturista do pré-candidato à presidência da República, Geraldo Alckmin
A OPOSIÇÃO CRENTE QUE ESTÁ ABAFANDO!
VÃO VER NAS URNAS,SERÃO DEFENESTRADOS DA POLÍTICA.

11/04/2006 - Trabalho das CPIs é reprovado por 62,8% dos eleitores

A população está bastante insatisfeita com o desempenho das CPIs do Congresso Nacional que investigam as denúncias contra o PT e no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mostrou nesta terça-feira (11) a pesquisa do instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Ao serem perguntados se estavam contentes com a atuação e os resultados das CPIs, 62,8% dos entrevistados disseram que não, contra apenas 20,1% que deram uma resposta positiva à questão. Outros 17,2% não souberam ou não quiseram responder.
Ricardo Guedes, diretor do instituto Sensus, lembrou que há alguns meses, havia uma expectativa muito positiva de que as CPIs poderiam apurar. Mas ele preferiu não interpretar as razões que levaram ao descontentamento da maioria.
A CPI dos Correios encerrou seus trabalhos na semana passada sem conseguir provar a existência do chamado "mensalão", embora o relatório final - duramente contestado - afirme sem provas que o esquema teria ocorrido.
Já a CPI dos Bingos abriu tanto seu leque de atuação e foi tão partidarizada que acabou rebatizada de "CPI do Fim do Mundo": investiga tudo, menos os bingos.
Com informações do Portal Terra.
11/04/2006 - Pesquisa CNT/Sensus confirma ampla vantagem de Lula

A ampla vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida sucessória deste ano foi confirmada nesta terça-feira (11), com a divulgação de mais uma pesquisa CNT/Sensus.
Se as eleições fossem hoje, Lula venceria em todos os cenários propostos, tanto no primeiro como no segundo turno, batendo com folga os que são considerados seus principais adversários: Geraldo Alckmin (PSDB) e Anthony Garotinho (PMDB).
Nos dois cenários de primeiro turno propostos pela pesquisa, Lula abre 17 pontos percentuais sobre Alckmin. Sobre Garotinho, a vantagem é de 23 pontos. No cenário com menos candiatos, Lula tem 37,6%, seguido de Alckmin (20,6%), Garotinho (15%) e Heloísa Helena, do Psol (4,3%). Brancos, nulos e indecisos somam 22,7%.
Com o acréscimo de outros postulantes, o quadro fica assim: Lula (36,6%), Alckmin (19,6%), Garotinho (13,6%), Heloísa Helena (4,9%), Cristóvam Buarque, do PDT (1,7%), Roberto Freire, do PPS (1,3%) e José Maria Eymael (0,2%). Brancos, nulos e indecisos são 22,3%.
Num eventual segundo turno, Lula bateria Alckmin por 45% a 33,2%; Garotinho por 48,5% a 24,2%; e Heloísa Helena por 52,4% a 17,9%. Nos três casos, o percentual de brancos, nulos e indecisos varia de 21,9% a 29,8%.
Espontâneo e rejeiçãoNa declaração espontânea de voto, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Lula tem 26,4%, Alckmin 9% e Garotinho 2,8%.
Entre os candidatos em que o eleitor afirma que não votaria, a maior rejeição é a de Garotinho, com 50,7%. Em seguida, vem Heloísa Helena, com 47,5%. Lula e Alckmin estão praticamente empatados nesse quesito, com 35,7% para o petista e 33,5% para o tucano.
Lula também lidera entre os eleitores que só votariam em um candidato. Nesse item, o presidente tem 30,5%. Alckmin aparece com 6,8%, Garotinho com 4,9% e Heloísa Helena com 2,2%.

Lula lidera com folga, diz pesquisa CNT/Sensus

Aprovação pessoal de Lula fica em 53,6% em abril, diz CNT/Sensus

As informações são da para Folha Online
TEVE UM BLOG DA OPOSIÇÃO QUE NOTICIOU QUE: LULA E ALCKMIN, PELA PESQUISA CNT/SENSUS ESTAVAM EMPATADOS .
12 PONTOS DE DIFERENÇA O CARA DIZ QUE É EMPATE? FALA SÉRIO!
Jussara


Pela sondagem encomendada pela Confederação Nacional do Transporte, num eventual segundo turno entre Lula e Alckmin, o petista bateria o tucano por 45 a 33,2%, se a eleição fosse hoje. Em fevereiro, o presidente tinha 51,3% das intenções de voto contra 29,7% do ex-governador de São Paulo.
Pela última pesquisa do DATAFOLHA, LULA bateria o CHUCHU por 52 a 37%, no SEGUNDO TURNO (mesma diferença da CNT/SENSUS , + ou - 15 pontos)
Pela CNT/SENSUS no primeiro turno, Lula aparece com 37,5%, seguido por Alckmin, com 20,6% e o pré-candidato do PMDB, Anthony Garotinho, com 15,0%, mostrou o levantamento.
Pelo DATAFOLHA no primeiro turno, LULA aparece com 40%, seguido pelo CHUCHU com 20%
e o MENININHO (O GAROTO) com 15%.
Do blog, Os Amigos do Presidente Lula.
ALÔ OPOSIÇÃO! É LULA LÁ 2006

11/04/2006 - Aprovação de Lula é a maior desde setembro

Pesquisa CNT/Sensus diovulgada nesta terça-feira (11) mostra que a avaliação positiva do governo Lula e a aprovação do desempenho do presidente são as maiores desde setembro do ano passado.
O índice dos que acham o governo ótimo ou bom, segundo a pesquisa, é de 37,6%, enquanto os que acham ruim ou péssimo ficou em 24,1%. A avaliação regular é de 36,7%.
A aprovação ao presidente Lula continuou em patamar elevado e estável em 53,6% - era 53,3% na pesquisa anterior. Já o índice de desaprovação recuou de 38% para 37,6% - uma queda de 0,4 pontos. Também foi o menor desde setembro.Para Ricardo Guedes, do Instituto Sensus, a estabilidade da imagem do presidente deve-se ao bom desempenho do governo nas áreas econômica e social.
"A parte econômica está estável, há geração de empregos, os programas sociais ajudam o governo e o reajuste do salário mínimo ficou acima da inflação", disse Guedes.A pesquisa ouviu 2.000 entrevistados entre 3 e 6 de abril. A margem de erro é de 3 pontos para cima ou para baixo.
Com informações da Folha Online.


11/04/2006 Desfile dos 400 vestidos pede instalação de CPI em São Paulo, hoje


O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região realiza nesta terça-feira (11), um desfile de moda para pedir instalação de CPI que apure as denúncias contra o governo Alckmin. O desfile - uma paródia para lembrar os cerca de 400 vestidos presenteados à ex-primeira-dama Lu Alckmin - será realizado a partir das 12h30, na rampa da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).
Logo depois, os participantes devem percorrer os gabinetes dos deputados entregando alguns "fogões", numa alusão à compra duplicada de fornos pela Nossa Caixa. Devem participar do ato - que pede também a apuração do uso da máquina pública do banco em contratos de publicidade - aproximadamente 250 pessoas das diferentes categorias de trabalhadores ligados ao governo estadual.
"Vamos fazer de tudo para que essa não seja mais uma denúncia não apurada e que, se instalada, essa CPI não se junte às outras 67 que o governo conseguiu barrar ao longo dos últimos anos", afirma Raquel Kacelnikas, diretora do Sindicato e funcionária da Nossa Caixa. "Nosso objetivo é mostrar aos brasileiros que o Alckmin só fala em ética e moralidade da boca para fora, que aqui no estado de São Paulo os trabalhadores sofrem e nenhuma denúncia contra o governo é apurada porque os deputados tucanos e da base aliada ao PSDB são maioria", destaca Raquel.
A diretora do Sindicato lembra, ainda, a luta contra privatização do último banco público do estado de São Paulo, que vem sendo feita aos poucos, com a venda de subsidiárias da empresa. "Vamos continuar na Justiça e nas ruas para proibir o governo tucano de vender mais esse patrimônio do povo brasileiro", completa a dirigente.
Do Portal do PT-SP (www.pt-sp.org.br

Personagens (no sentido horário): José Serra, Wigberto Tartuce, Jorge Bornhausen, Valéria Monteiro, Ricardo Sérgio Oliveira, delegado José Francisco Castilho Neto, perito Renato Barbosa, Sérgio Motta e o procurador Luiz Francisco







O CASO BANESTADO é o que eles ( PFL e PSDB ) mais querem que caia no esquecimento,
porque envolve, além do Serra, variados figurões do governo FHC.

Em junho de 2002, por exemplo, a revista Isto É denunciou: "Na investigação sobre remessa ilegal de dinheiro, Polícia Federal acha boleto bancário em nome de Bornhausen". A matéria descrevia em detalhes um megaesquema de corrupção no envio irregular de bilhões de dólares do Brasil ao exterior."Na papelada encontrada por investigadores americanos na agência do Banestado em Nova York havia um boleto bancário no valor de R$ 185 mil em nome de Jorge Konder Bornhausen". Esse montante teria saído da agência do Banco Araucária em Foz do Iguaçu. Em seguida, passou por um offshore num paraíso fiscal e desembarcou nos EUA. Com 35 mil páginas, o relatório da PF revelava a movimentação de 137 contas suspeitas feita através da CC-5. Entre 1992 e 1997, pessoas e empresas utilizaram este recurso para enviar ilegalmente ao exterior R$ 124 bilhões. Deste montante, a PF identificou quase R$ 12 bilhões que provinham de dinheiro sujo, "procedente de corrupção, tráfico de drogas e de armas e outros ilícitos" [2].Estranhamente, FHC arquivou o dossiê da PF e ainda afastou o delegado José Castilho Neto, responsável pela investigação. "O estopim foi a divulgação do nome do presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen, entre os envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro". A investigação ainda incriminou vários tucanos de alta plumagem, como o próprio FHC, José Serra e o falecido Sérgio Mota [4]. Revelou que o Banespa, sob controle do PSDB, usou este mesmo esquema de lavagem para enviar US$ 50 bilhões ao exterior em 1997. O Banestado quebrou em 1998, num escândalo que causou prejuízos de US$ 200 milhões para seus quatro mil clientes. Essa lavanderia mundial foi uma das fontes de recursos do condomínio PSDB-PFL.Jorge Bornhausen também aparece em outros casos sinistros. Segundo o deputado Eduardo Valverde (PT-RO), ele esteve diretamente envolvido no escândalo da Pasta Rosa, que relacionou 49 parlamentares que receberam dinheiro para suas campanhas da Febraban e do Banco Econômico que nunca foi contabilizado - o famoso caixa-2. Luiz Carlos Bresser Pereira, tesoureiro da campanha de FHC em 1994, reconheceu publicamente que cerca de R$ 10 milhões destes recursos não foram contabilizados. O senador ainda é citado no caso da Feira de Hannover, "em que sua filha, sócia de uma empresa, ganhou sem licitação um contrato de quase R$ 17 milhões para a organização da feira. Jorge Bornhausen foi o principal defensor do governo FHC porque obtinha vantagens, não era por ideologia", ironiza o deputado petista.Em junho de 2003, os procuradores Luiz Francisco de Souza, Raquel Branquinho e Valquíria Quixadá entregaram à Receita Federal cerca de seis mil documentos sobre 52 mil pessoas que lavaram US$ 30 bilhões nos EUA a partir do Banestado de Foz do Iguaçu. O maior foco de investigações recaiu sobre "a família do sr. Jorge Bornhausen, do PFL, cujo banco familiar, o Araucária, lavou ao menos US$ 5 bilhões nesse esquema, que envolvia dinheiro de traficantes, de doleiros, mas sobretudo das sobras de campanhas eleitorais" [5]. Todos estas graves denúncias, infelizmente, não fluíram no conciliador governo Lula. Elas bem que poderiam desmascarar muitos dos que hoje pousam de políticos honestos e esbanjam arrogância.Notas1- Marco Aurélio Weissheimer. "Escolha o seu lado e as suas causas". Agência Carta Maior, 04/11/05.
Leia, em:
http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2270
2- Andrei Meireles e Expedito Filho. "Surpresa para todos". Revista Isto É, 17/06/2002. Leia, em:http://www.sinal.org.br/lavagem_de_dinheiro/comentarios/show_materias.asp?codigo=22
3- Amaury Ribeiro e Sônia Filgueiras. "Operação maluco". Revista Isto É, 21/06/2002. Leia, em:
http://www.terra.com.br/istoe/1708/brasil/1708_operacao_maluco.htm
4- Leonardo Attuch e Hugo Studart. "Os nomes e as provas do dossiê da PF". Isto É Dinheiro, 07/07/02.
Leia,em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/305/economia/305_nomes_provas.htm5-
"MP acusa Bornhausen de lavar US$ 5 bilhões no exterior". Revista Consultor Jurídico, 15/06/03
Leia, em:
http://www.tognolli.com/html/mid_lavado.htm
Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro "Encruzilhadas do sindicalismo" (Editora Anita Garibaldi, junho de 2005).
SERRA SERÁ CANDIDATO A PRESIDÊNCIA, ALCKMIN É UM EMBUSTE.

Lendo estas perolas da oposição, e tendo assistido a entrevista com Tarso Genro fica mais do que evidente que Serra é que será candidato a presidência. Diz o Aloysio Nunes Ferreira, que Serra seria "desleal e burro". Desleal ele já foi, mentiu para o povo, enganou, prometeu e não cumpriu, disse que não deixaria a prefeitura para concorrer a eleição e deixou com a maior cara de pau SP nas mãos do ex secretário do Pitta, e burro também é pois deixou o certo, que é a prefeitura da maior cidade da AL, pelo duvidoso, pois sabe que Lula é imbatível. Alckmin não percebeu ainda que quem está por trás das denúncias contra ele, alias revelações de seu governo corrupto, é o Serra e seus aliados, Afanazio Jazadi que diz ter recebido dinheiro de Alckmin é do PFL não é do PT. Outro fato importante é que a mídia está poupando Serra, vejam que não há noticias sobre o Serra na mídia, nem boas, nem ruins, nem declarações, entrevistas, e muito menos os planos de governo dele como governador de SP, nem que seja para disfarçar.


A JUSTIFICATIVA PARA A TROCA DE ALCKMIN
Embora admita o baque, o presidente do PFL, Jorge Bornhausen (SC), disse que é cedo para conclusões: "Não dá para esconder o Sol com a peneira, e a pesquisa foi ruim. Mas esta é uma eleição plebiscitária e o Serra tinha assumido a posição de anti-Lula, até pelo embate de 2002. Quando a população identificar no Alckmin o anti-Lula, ele vai crescer".


PFL FEZ AS DENÚNCIAS
"O interessante é que tudo isso apareceu depois que virei candidato a presidente. Uma coisa totalmente oportunista", disse.Alckmin se encontrou ontem à noite com Tasso Jereisssati


DESLEAL E BURRO
O secretário de Governo de São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, por exemplo, disse que Serra ficou "indignado" com a disseminação da idéia de que apostaria na substituição. "Isso é uma infâmia inominável. É chamar Serra de desleal e burro", reagiu Aloysio, afirmando que "seria uma estupidez destruir o palanque do PSDB".
A ENTREVISTA

A entrevista da Miriam Leitão com o ministro Tarso Genro, no programa Espaço Aberto, da Globonews (subitamente interrompida e não retomada, mas disponível no site do programa) confirma uma opinião cada vez mais disseminada no país: Alckmin não vai ser candidato a presidência. O ministro Tarso Genro sugeriu, referindo-se a rumores de que Alckmin será defenestrado da candidatura à presidência, que o adversário ideal de Lula seria FHC, para que o eleitor pudesse comparar as gestões do ex e do atual presidente, mas que Alckmin também pode vir a ser substituído por Serra. Desta vez Serra bateria seu próprio recorde de renúncias, desistindo da prefeitura de São Paulo e da candidatura a governador em menos de três meses.

Assista a entrevista em:

http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M439681,00.html



http://www.porumnovobrasil.org/web/

10 abril 2006

OPOSIÇÃO NÃO TEM MORAL

10/04/2006 - Pesquisa comprova acerto do governo Lula, analisam deputados
Deputados do PT avaliaram que a onda de denuncismo contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não atinge sua administração e que a população está reconhecendo os avanços promovidos pelo governo. A avaliação foi feita a partir da análise de dados de pesquisa Datafolha divulgada no último final de semana e que demonstra ampla vantagem do presidente sobre os demais candidatos.“Nas minhas caminhadas pelo país, percebo que boa parte desta crise recai sobre o Congresso. Entendo que o bom desempenho do presidente Lula se dá em função da percepção da população da melhoria nas condições de vida, emprego, salários e assistência social”, disse a deputada Iara Bernardi (PT-SP).Para a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), o favoritismo do governo Lula frusta as diversas tentativas da oposição de desestabilizar o governo Lula. “A oposição apostou que com mais denúncias contra membros do governo Lula seu desempenho iria despencar nas pesquisas eleitorais mas, pelo contrário, ele continua liderando como o candidato favorito”, disse.Segundo a parlamentar, a população esta conseguindo separar o “joio do trigo”. “As pessoas estão percebendo o acerto do governo. Estão reconhecendo os inúmeros avanços que estamos realizando em diversos setores”, destacou. Além disso, de acordo com a petista, o desempenho do presidente é ainda maior quando as pessoas comparam as ações deste governo com as do governo anterior.Na avaliação do deputado Dr. Rosinha (PT-PR) a liderança do presidente Lula ocorre por três razões: resultados do governo, saturamento das denúncias e pela falta de credibilidade da oposição para denunciar. “Em primeiro lugar, a população sente as melhorias do governo petista em relação ao governo de 8 anos de Fernando Henrique Cardoso. O segundo motivo, é que as pessoas estão cansadas de denúncias vazias e forçadas e, o terceiro motivo, é a falta de credibilidade da oposição para fazer críticas ao governo Lula. As pessoas sabem que o PFL e o PSDB não têm moral para este tipo de coisa”, disse.Novos rumosPara Rosinha, a forma com que a oposição está tentando construir suas candidaturas é equivocada e não surtirá efeitos. “Se eles (a oposição) forem inteligentes vão perceber que não é desta forma que se conquista votos. Eles precisam construir suas candidaturas a partir de propostas e projetos de melhoria”, finalizou. Segundo Rosinha, a expectativa é que o presidente continue liderando todas as pesquisas eleitorais até o final de seu mandato.
Pesquisa: Sem PMDB, Lula vence no 1º turno
Maioria acredita que Lula será reeleito, diz Datafolha
Agência Informes (www.informes.org.br)
http://www.blogdoonipresente.blogspot.com/

O meu amigo Oni é uma pessoa admirável, ele mostra com perfeição como teria de ser as noticias da FSP se ela fosse imparcial, se fosse imparcial, e não tucana roxa e golpista.

09 abril 2006


Quando vou ao dentista, ou em consultórios médicos e vejo pessoas lendo a Veja na sala de espera, tenho que me controlar para não gargalhar, pois a imagem de quem lê a Veja que me vem à mente é está. As pessoas não entendem porque estou rindo, está cada dia mais difícil disfarçar.


FHC OU SERRA, ALCKMIN É QUE NÃO VAI SER.
A entrevista da Miriam Leitão com o ministro Tarso Genro, no programa Espaço Aberto, da Globonews (subitamente interrompida e não retomada, mas disponível no site do programa) confirma uma opinião cada vez mais disseminada no país: Alckmin não vai ser candidato a presidência. O ministro Tarso Genro sugeriu, referindo-se a rumores de que Alckmin será defenestrado da candidatura à presidência, que o adversário ideal de Lula seria FHC, para que o eleitor pudesse comparar as gestões do ex e do atual presidente, mas que Alckmin também pode vir a ser substituído por Serra. Desta vez Serra bateria seu próprio recorde de renúncias, desistindo da prefeitura de São Paulo e da candidatura a governador em menos de três meses.

Assista a entrevista em:

http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M439681,00.html
Próxima chamada da noticia da pesquisa Datafolha, Heloisa Helena encosta em Roberto Freire.

Heloisa Helena 1,5%

Roberto Freire 1,8%

Depois no texto: Lula é imbatível, vence todos os candidatos, com 53% de votos.

A manipulação de informações da FSP é hilária!

Astronauta Pontes pousa no Cazaquistão

"Obrigado, obrigado a todos", disse o astronauta brasileiro


Urubu é um animal tétrico, ele fica rodeando as suas presas agourando para que elas sucumbam, para ele saciar a sua fome.O urubu senador Arthur Virgilio, agourou a viagem do astronauta Marcos Pontes, alertou inclusive a família do astronauta que ele poderia morrer na missão espacial, que ele não estava preparado para a missão.Isso tudo porque foi graças a um acordo firmado pelo governo Lula através da Agência Espacial Brasileira e a Agência Espacial da Federação Russa em outubro de 2005, é que o astronauta Marcos Pontes pode participar da missão espacial. O presidente Lula iria falar com o astronauta na Estação Espacial Internacional, como o fez, é lógico que quando chegar ao Brasil, Marcos vai ser homenageado no Palácio do Planalto pelo presidente Lula. Claro que o urubu Virgilio torceu para que a missão não fosse um grande sucesso, como foi. Arthur Virgilio deve ter torcido para a espaçonave explodir no ar, assim ele poderia por a culpa no presidente Lula. O mau agouro não graçou, graças a Deus, graças ao bom preparo do astronauta Marcos Pontes nesses 8 anos na NASA. Quando se tem coragem e determinação não há limites para que sonhos sejam realizados. Parabéns ao Marcos Pontes pelo sucesso na missão, é mais um motivo para termos orgulho em ser brasileiros, é mais um motivo que se soma a tantos outros para que o presidente Lula seja o melhor presidente do Brasil.

Marcos Pontes: Acho que valeu a pena o sacrifício feito. Levei a bandeira do Brasil para o espaço. A mensagem que gostaria de deixar para os jovens brasileiros é de que, com persistência, se chega onde quer.

PARABÉNS MARCOS PONTES, PARABÉNS BRASIL!

Pesquisa Datafolha mostra, Lula continua imbatível!

Lula 52% X 37% Alckmin
Lula 54% X 32% Garotinho
http://www.uol.com.br/