08 abril 2006

07/04/2006 - Passeata de professores contra Serra/Kassab reúne 20 mil em SP

No 11º dia da greve dos professores e servidores da rede municipal de ensino, mais de 20 mil professores partiram em passeata do vão livre do Masp, na avenida Paulista, até a sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú.
Os profissionais de educação realizam assembléia geral para definir os rumos da paralisação, iniciada em 28 de março.
A greve é uma resposta à política iniciada pelo ex-prefeito tucano José Serra (e continuada pelo pefelista Gilberto Kassab), que se recusa a atender às reivindicações econômicas, funcionais e de alteração das diretrizes educacionais implantadas na rede.
A proposta apresentada pelo governo municipal, restrita ao pagamento, em julho, da Gratificação por Desenvolvimento Educacional no valor de R$ 350, foi rejeitada pela categoria.
A estimativa é de que pelo menos 75% das 1.292 escolas da rede municipal estão total ou parcialmente paradas.
07/04/2006 - Privatização no Brasil "foi uma grande fraude", diz pesquisadora

A privatização da eletricidade é uma grande fraude montada sobre mentiras e os governos latino-americanos deveriam analisar exemplos como o do Brasil antes de decidir privatizar o setor, afirmou a pesquisadora australiana Sharon Beder. Beder, que está no México para apresentar seu livro Energia e Poder: A luta pelo controle da eletricidade no mundo
Beder considera uma mentira que a privatização do setor elétrico permita reduzir os preços e atrair maiores investimentos de capital. Quando a energia é privatizada, "as tarifas, em vez de diminuir, aumentam. Raras vezes o capital privado investe na infra-estrutura", disse. Ela afirmou que, normalmente, as empresas adquirem infra-estrutura já existente. Só investem em benefícios se houver um "acordo de compra em que o governo garanta que assumirá todos os riscos e que haverá sempre grandes lucros". Além disso, a eletricidade produzida pelas companhias privadas "é mais cara e o custo para o governo sai maior do que se tivesse pedido um empréstimo para construir a infra-estrutura", afirmou. “O governo assume todos os riscos, e os empresários, todos os lucros", disse ela.
A australiana, professora da Universidade de Wollongong, lembrou o caso do Brasil, que até 2001 "tinha um sistema confiável de energia hidroelétrica mas privatizou seu setor por pressão do Banco Mundial (BM) e do Fundo Monetário Internacional (FMI)". Por isso, "os preços aumentaram até 400% em cidades como o Rio de Janeiro. Quando Brasil sofreu uma temporada sem chuvas, em 2001, as usinas hidroelétricas não puderam enfrentar a demanda porque as empresas privatizadas exigiam uma série de garantias que o governo não concedeu para investir em novas instalações", explicou.
O povo está acordandoO presidente do México, Vicente Fox, defende que o setor privado possa investir em eletricidade, na prospecção e em produção petrolífera. Já o candidato Andrés Manuel López Obrador, que lidera as pesquisas para as eleições presidenciais de julho, é contra. Beder lembrou que "o México pode aprender lições com os outros países". A Coréia do Sul "estava em caminho de privatizar o setor mas, depois de consultar especialistas, acadêmicos e a comunidade, o governo decidiu que os riscos eram muito altos e os benefícios duvidosos", afirmou.
A australiana, que em maio vai publicar um livro sobre a influência das grandes corporações nas negociações comerciais internacionais, disse que "permitir que as empresas disputem o mercado com o setor público é só um passo rumo à privatização total". As companhias privadas não vão competir a não ser "que o governo garanta o lucro", porque "em condições de concorrência real, elas não investem", criticou. Para Beder, a tendência política de esquerda em vários países da América Latina nos últimos meses demonstra "que o povo está acordando, vendo o problema do neoliberalismo e da privatização, percebendo que isso não interessa". A pesquisadora acha possível voltar atrás. Ela acredita que os países podem nacionalizar setores da economia.
As informações são do Portal Vermelho, do PCdoB,

07 abril 2006

TENHA VERGONHA NA CARA SENADOR JEREISSATI!
Fala do senador Tasso Jereissati do PSDB : "que o presidente Lula com a CPI, quer a desmoralização do Senado e do Congresso Nacional, que é o objetivo final”.

Tenha vergonha na cara senador, desde quando a desmoralização do Congresso Nacional precisa de ajuda do presidente Lula? Esse Congresso está desmoralizado a décadas, sem nenhuma interferência do presidente Lula, a desmoralização do Congresso Nacional é espontânea.

Quem não se lembra da violação do painel do senado pelo ACM, e pelo Arruda na cassação do Luiz Estevão , em que ACM disse que a Heloisa Helena que era do PT votou contra a cassação, na época ela chorou muito, e foi defendida pelo partido, e hoje essa histérica desclassificada se une ao ACM, resto da ditadura militar, para combater o melhor presidente que o Brasil já teve. Quem não se lembra que a Câmara votou em Severino para presidente da casa com a intenção clara de obter vantagens como o tal aumento prometido de 65%, e para desestabilizar o governo Lula dificultando ainda mais as votações dos projetos do governo que beneficiam milhões de brasileiros. O Brasil todo sabe que os parlamentares se venderam por R$ 200.000,00 per capita para votar a favor da reeleição de FHC, que destruiu o Brasil. Estas são pequenos exemplo da desmoralização do Congresso Nacional, tem mais tem muito mais. Como brasileira não desisto nunca, tenho fé nos homens e nas mulheres conscientes deste país, tenho certeza que essa corja que senta a bunda no Congresso Nacional para não fazer nada, absolutamente nada pelo país e pelo brasileiro, apresenta um espetáculo circense de baixa qualidade, transformando o Congresso Nacional em um picadeiro de horrores, será escorraçada nas eleições de 2006.
Bobagem, não é nada. Afinal não é um Deputado do PT!

"O relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), admitiu ontem que fez mudanças de última hora em seu texto por pressão política. Ele atendeu ao deputado Onyx Lorenzoni (PFL-RS) ao retirar o pedido de investigação pela Procuradoria de duas pessoas acusadas de irregularidades nos Correios.


Depois do relatório final ter sido lido, Serraglio excluiu os nomes de Armando Ferreira da Cunha e de João Leite Neto, que exploravam a franquia Tamboré, dos Correios, em São Paulo. As franquias são concedidas sem licitação e a suspeita da CPI é que as lojas maiores, que mantêm como clientes grandes corporações, como bancos, são comandadas por parlamentares através de laranjas.


Lorenzoni confirmou o pedido, mas alegou que não tinha interesse próprio no caso. "Tinha um problema de ideologização. Há uma posição contrária às franquias e eu sempre tive uma posição a favor da iniciativa privada em áreas em que o governo teoricamente tem o monopólio".


Serraglio justificou a modificação dizendo que o sub-relator de contratos, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), direcionou a investigação para a Tamboré, quando também haveria problemas em outras franquias."

Fernanda Krakovics / Folha de S.Paulo

Nogueira Jr do blog Brasil! Brasil!

http://www.nogueirajr.blogspot.com/

Só para assinantes:

A VOZ DO POVO NÃO SERÁ CALADA!
Alguns blogs, como todos os jornalões brasileiros, estão expurgando opiniões contrárias e críticas ácidas do espaço para comentários. É o caso do Verbo Solto, no OI. Se me calam, como reivindicar meu direito e expor minha razão? Nos jornalões não há espaço para comentários que sejam lidos, jogam o leitor em espaços reservados ou fóruns selvagens onde nenhum editor ou repórter terá coragem de fuçar. Deixam que as opiniões divergentes se entrechoquem numa balbúrdia sem sentido ou conseqüência enquanto continuam perpetrando notícias falsas e opiniões caluniosas sob encomenda do dono. Lembrem-se das crises em tomaram a voz aos oprimidos. Lembrem-se de 1798, de 1954. Quando o silêncio substituir a discordância e a crítica nos blogs, o som que os jornalistas ouvirão em seguida será o de um tijolo arrebentando a vidraça da redação climatizada e o urro da multidão enfurecida na rua, pronta a linchar os que a espoliaram de sua voz, sua razão e seu direito.
Enviado por Luiz
A indignação dele também é a minha, e de milhões de brasileiros.
GOVERNO LULA


Combate à pirataria: valor das mercadorias apreendidas atinge o recorde R$ 601 milhões

Dados da Secretaria da Receita Federal mostram que o combate mais efetivo ao contrabando e à pirataria resultou no aumento de 32,8%, no valor total das apreensões de mercadorias em 2005, se comparado a 2004. O valor dos produtos recolhidos atingiu a cifra recorde de R$ 601 milhões. No mesmo período, o número de prisões de pessoas ligadas a esse tipo de crime, efetuadas pela Polícia Federal, subiu de 33 para 1.200. Esses resultados revelam o incremento das ações de combate à pirataria adotadas pelo governo e apoiadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP).
O conselho, órgão vinculado ao Ministério da Justiça, é o único no mundo a reunir governo e sociedade civil para enfrentar o problema da pirataria e elaborou um plano com ações repressivas, educativas e econômicas. A atuação do conselho tem resultado no crescimento expressivo das operações de repressão à pirataria, no melhor preparo dos profissionais envolvidos no combate ao problema e no desenvolvimento de iniciativas pelo setor privado, que permitam à população produtos alternativos, porém legítimos, e com preços mais acessivos.
A atuação do conselho, em funcionamento desde de novembro de 2004, tem a finalidade de reverter estatísticas preocupantes, como: por ano, o Brasil deixa de arrecadar R$ 27,8 bilhões por causa da pirataria, segundo informações do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Unafisco). Essa quantia representa todo o investimento dos programas do Fome Zero entre 2003 e 2005 que incluem o Bolsa Família, a construção de cisternas e a merenda escolar.
Ações
Um dos destaques das ações repressivas desenvolvidas em 2005 foi a Operação Plata da PF realizada em conjunto em a Receita Federal nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Foram cumpridos 70 mandados de prisão, 88 de busca e apreensão de documentos e computadores e 63 mandados de seqüestro de bens. O objetivo foi desarticular uma organização criminosa que vinha atuando no contrabando de mercadorias (principalmente eletrônicos, material de informática e equipamento hospitalar) que entravam no Brasil pela fronteira com o Uruguai e eram distribuídas até mesmo em grandes redes de magazine. A estimativa era a de que o valor dos produtos chegasse a R$ 24 milhões mensais. Outras seis operações similares foram realizadas no segundo semestre de 2005.
O desempenho do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), principalmente na fronteira com o Paraguai e Bolívia no combate à sonegação fiscal, também apresentou resultados expressivos. As apreensões de dvds aumentaram 256,07% em 2005 em relação a 2004. Já o cd teve um acréscimo de 980% na quantidade apreendida. Já a Polícia Rodoviária Federal dobrou as apreensões de cd e dvd e as de bebida quase triplicaram no ano passado.
A articulação do conselho com a iniciativa privada tem permitido uma redução na diferença dos preços entre os produtos originais e os piratas, por meio de descontos, incentivos ficais e da criação de linhas de produto a preço popular. Já foi possível verificar no país descontos nos preços de softwares, dvs, cds e a produção de livros de baixo custo.
Na vertente educativa, o conselho tem participado de seminários e cursos voltados para o combate à pirataria e este mês foi lançada a campanha “Pirata, Tô Fora! Só uso original". A campanha aborda o problema da pirataria no Brasil e no mundo e alerta para os prejuízos que causam ao país e os riscos a saúde e a segurança dos consumidores.
Conselho Nacional de Combate à Pirataria
O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP) instalado em novembro de 2004 dedica seis assentos para a iniciativa privada, hoje representada pelos setores de software, audiovisual, música, industrial, jurídico e reprográfico. As outras 11 vagas são ocupadas por órgãos do governo federal e o poder Legislativo. Com a participação de todos, o conselho elaborou o Plano Nacional de Combate à Pirataria, composto de 99 ações, divididas em três segmentos: ações de caráter educativo, repressivo e econômico. Com a atuação do CNCP, o problema da pirataria deixou de ser visto como fenômeno social para ser encarado como atividade do crime organizado.

06 abril 2006

VAMOS ÀLUTA JÁ !
Como aos textos da Folha, do Estado e do Globo (sem falar no JB e nas revistinhas), aos textos que criticam a imprensa também faltam consistência e objetividade. São frouxos, não incomodam os jornalões nem oferecem argumentos a quem vê sua cidadania espoliada por um grande cartel que monopoliza a informação. O Mesquita é um inimigo tradicional da democracia e da civilização. Mas por que Civita e Frias querem a cabeça de Lula e do PT, a ponto de se unirem àquele? Por rancor, já que não receberam a grana do PROER da mídia? Por interesses que não podem confessar, dependentes da ascensão do PSDB ao poder? Questiono o óbvio porque os escrivãos a serviço desses indivíduos esquecem os avanços promovidos pelo governo Lula em todas as áreas macro e microeconômicas. Esquecem os grandes avanços na educação, na saúde, na alimentação, no emprego, na renda. Come-se mais hoje, gastando menos. Os superávits tornaram-se comuns, corriqueiros, até inevitáveis. A imagem do país no exterior foi promovida a níveis nunca imaginados antes: o Brasil lidera grupos de países importantes, é ouvido com atenção em todos os fóruns mundiais, evitou sangrentas guerras civis na Venezuela, Equador, Bolívia e Haiti. A única mancha em nossa imagem deve-se aos escândalos fabricados pelo espúrio conluio da oposição com a imprensa. Algum governo já fez igual pelo Brasil? Pelos brasileiros? Pelos pobres? Faz parte do esquema golpista o fato de que o caseiro foi comprado para abalar o governo. Faz parte do esquema o relatório Serraglio, uma monstruosidade a merecer cadeia para seu autor. Fazem parte outros tantos esquemas em andamento e por vir. Não há vantagem em permanecer na defensiva, argumentando com surdos. Chega! Estão esperando pelo corpo de Lula para reagir à altura, como em 54, quando os jornais foram depredados e lacerda e seus asseclas escorraçados para fora do país? Vamos à luta já. Que o MST, a CUT, o PT e os homens e mulheres de bem botem o bloco na rua. Começamos com centenas de milhares, depois milhões com paus e pedras nas mãos, a ocupar as ruas e praças e estradas. Vamos à caça, buscar em suas tocas os que não tiveram tempo para fugir, fazê-los engolir as mentiras, as calúnias, os conluios. Vamos à luta já!
Luiz
Se a OAB, o PSDB, o PFL, a Opus Dei e a TFP continuarem articulando um golpe no Brasil, vamos virar uma Venezuela nas ruas. Conte com isso, conte comigo.
Em português castiço: o pau vai cantar.

postado por Nelson R.Perez às 12:26
Assino em baixo Nelson, contem comigo também.













BLOCO DOS SUJOS DANÇA NO CONGRESSO

O bloco "só no do Azeredo" saúda e pede passagem

O Bloco carnavalesco "só no do Azeredo" pediu passagem no sambódromo do Congresso Nacional e evoluiu. A ala do "no meu não" - com forte torcida de blogueiros e colunistas com telhado de vidro - não se conteve com o resultado da CPI e caiu no samba. Fantasiados com paletó e gravata os integrantes do bloco "só no do Azeredo" foram vistos em plena cadência se dirigindo para comemorar na confraria Quo Vadis na Asa norte do plano piloto.Nada como um dia depois do outro...diria Angela Guadagnin.
http://nelsonperez.blogspot.com/
FARSENILDO VAI SER INVESTIGADO.


PF pede à Justiça que investigue Francenildo

BRASÍLIA. Numa decisão contrária à do Ministério Público, a Polícia Federal enviou ontem um relatório à Justiça Federal propondo a continuidade das investigações sobre a movimentação financeira do caseiro Francenildo Costa, pivô da queda do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e do ex-presidente da Caixa Jorge Mattoso. No documento, o delegado Rodrigo Carneiro Gomes, que está à frente do inquérito sobre a quebra ilegal do sigilo, sustenta que é importante aprofundar a apuração sobre a origem do dinheiro que Francenildo recebeu no início deste ano, antes de prestar depoimento contra Palocci na CPI dos Bingos.
Francenildo ganha R$ 700 por mês, e recebeu em sua conta de R$ 25 mil, segundo informações divulgadas pela revista “Época”. O caseiro disse que recebeu o dinheiro do pai biológico, dono de uma pequena empresa de ônibus em Teresina, no Piauí.
http://oglobo.globo.com/
ATENÇÃO PF, FARSENILDO DECLAROU QUE QUERIA SAIR DO PAÍS.
ATENÇÃO DASPU
LÚ ALCKMIN É DIVULGADORA DE MODA BRASILEIRA.
Atenção DASPU, o governador de SP, Cáudio Lembo, afirmou que os 400 modelitos que Lú Alckmin, primeira dama de SP recebeu do estilista Figueiredo, é para mostrar a moda brasileira. Enviem as roupas de sua grife DASPU que a Lú Alckmin vai fazer a divulgação, se ela fez a divulgaçõa das 400 modelitos do Figueiredo, com certeza vai fazer a divulgação de vocês sem nenhum problema ou preconceito, afinal ela é divulgadora mor da moda brasileira, mas mandem coleções acima de 400 peças, menos que isso ela não aceita.


Em sua primeira viagem ao interior após tomar posse, o governador de São Paulo, Cláudio Lembro (PFL), defendeu ontem em Jundiaí (SP) Lu Alckmin, ex-primeira dama do Estado, que recebeu 400 peças de roupas de um estilista e é alvo de uma investigação na Promotoria. Para ele, Lu Alckmin apenas "mostrou que a moda brasileira é boa".
GOVERNO LULA


Globo Online (04/04/06)Produção Industrial cresceu 5,4 por cento em fevereiro, diz IBGE
Folha Online (04/04/06)Venda de carros cresce 13,65 por cento no trimestre
Globo.com (04/04/06)INPI lança sistema integrado para reduzir burocracia em processos
Globo Online (03/04/06)Superávit da balança em março é o maior da História
Reuters (03/04/06)Furlan vê como possível expansão de 5pct, defende meta para PIB
Reuters (03/04/06)Furlan destaca corrente comercial acima de US$200 bi pela 1 vez
Agência Brasil (03/04/06)Governo pode recorrer à Justiça para aprovar orçamento
Valor Econômico (03/04/06)Cresce fila de candidatas para abrir capital
Valor Online (03/04/06)Saldo da balança sobe 10% e atinge US$ 3,68 bi em março
Agência Brasil (03/04/06)Lula: é possível distribuir renda para crescer
DIEESE INFORMASalário mínimo de hoje, R$ 350, tem maior poder de compra desde 1979
ANTÔNIO AUGUSTO DE QUEIROZSalário mínimo e Congresso
Isto É Dinheiro (01/04/06)A economia mudou
Isto É Dinheiro (01/04/06)BNDES: o novo dono do cofre
O Globo (01/04/06)Salário-mínimo de R$ 350 vale a partir de hoje
Folha Online (31/03/06)CMN reduz TJLP para 8,15% ao ano no segundo trimestre
Folha de Pernambuco (30/03/06)Venda de PCs cresce 112 por cento no Brasil neste início de ano
Reuters (30/03/06)Brasil está no início de um boom de investimentos, diz corretora americana

05 abril 2006

CALA A BOCA FHC!

05/04/2006 - FHC critica Lula, mas demorou 200 dias para demitir ministro denunciado

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou em artigo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por ter demorado onze dias para demitir o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Entretanto, esqueceu que ele próprio demorou sete meses para demitir o seu ministro dos Transportes, Eliseu Padilha, envolvido em várias denúncias, entre elas remessas ilegais de divisas para o exterior.
A constatação foi feita em levantamento publicado nesta terça-feira (4) pelo Jornal do Brasil. “O calendário não mente na comparação do tempo que permeou a derrocada de Palocci com o desgaste de alguns dos principais assessores de FH: o ex-ministro peemedebista Eliseu Padilha (Transportes), por exemplo, passou longos sete meses sendo fritado desde a primeira denúncia que o envolveu com remessas ilegais de recursos para o exterior”, diz o jornal.
A acusação contra Padilha surgiu em março de 2001, mas Padilha só foi afastado por FHC em outubro. Segundo recordou o JB, o ex-ministro teria informações sobre o pagamento de dívidas judiciais do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) pelo menos desde 1997.
“As fraudes no extinto DNER levaram o Ministério Público Federal a denunciar Padilha, o ex-secretário-geral da Presidência da República Eduardo Jorge Caldas Pereira e outros 14 suspeitos, entre funcionários públicos, empresas e lobistas.”
Ao fazer a crítica a Lula, o ex-presidente ignorou o telhado de vidro tucano. Em seu artigo, o ex-presidente tucano disse que teria demitido, “por muito menos”, muitos ministros que não tinham culpa no cartório e se disse indignado com a demora na demissão de Palocci.
Abaixo, a lista de alguns ministros que caíram durante o governo FHC, depois de permanecerem longo tempo no cargo, mesmo com várias denúncias contra eles. A lista foi publicada pelo JB:
Eliseu Padilha
Denúncia: 8 de março de 2001. O ex-ministro de Fernando Henrique só caiu em 24 de outubro, mais de sete meses depois. Padilha foi acusado de envolvimento com esquema de remessas de recursos ilegais ao exterior. À época, as investigações assinalavam que o ex-ministro dos Transportes tinha informações sobre o pagamento de dívidas judiciais do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) pelo menos desde 1997.
Élcio Álvares
Denúncia:
em 12 outubro de 1999 apareceram indícios de envolvimento com o crime organizado. Élcio deixou o governo em 19 de janeiro de 2000. O ex-ministro da Defesa foi acusado de encobrir traficantes no Espírito Santo.
Mauro Gandra
Denúncia:
As transcrições dos grampos teriam sido descobertas por FH em 9 de novembro de 1995 e o ministro da Aeronáutica se demitiu no dia 19 de novembro. O ex-presidente do Incra Francisco Graziano teria ordenado grampo telefônico, que acabou flagrando o então embaixador Júlio César dos Santos ao arquitetar a escolha da empresa que forneceria os equipamentos do projeto Sivam. Na gravação ele cita o nome de Gandra. O embaixador também foi afastado.
Mendonça de Barros
Denúncia:
Os grampos teriam sido feitos no dia 28 de julho de 1998, mas a crise só foi deflagrada em 8 de novembro. Mendonça pediu demissão no dia 21, 13 dias depois do início da crise. Durante a privatização da Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e o ex-presidente do BNDES André Lara Resende. Na gravação eles articulavam o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FH entrou na história. À época, especulou-se que o ex-presidente teria autorizado o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão.”
Agência Informes (www.informes.org.br)
05/04/2006 - Lula visita Complexo Industrial da Ford na Bahia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja às 7h30 para Salvador (BA). Às 10 horas, ele terá reunião privada com a presidência da Ford e, em seguida, visita o Complexo Industrial Ford Nordeste em Camaçari. Às 11h40, o presidente conhece a linha de produção de pneus da Continental do Brasil Produtos Automotivos e, na seqüência, inaugura oficialmente a primeira fábrica de pneus da empresa.O presidente retorna às 14h10 a Brasília, onde deve chegar às 16 horas. No Palácio do Planalto, ele recebe, às 17 horas, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e, em seguida, participa de reunião sobre o programa Bolsa Família. Às 19h10, Lula conversa com o astronauta brasileiro Marcos César Pontes por meio de videoconferência. De acordo com a Secretaria de Imprensa e Porta-Voz da Presidência da República, a conversa de Lula com Pontes vai durar cerca de 10 minutos e será transmitida pela Radiobrás da sala de audiências do Palácio do Planalto. O ministro da Ciênica e Tecnologia, Sérgio Rezende, também participará da videoconferência.
Agência Brasil
Estamos de olho!

Em relatório sigiloso, OAB sugere impeachment
A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) promove desde o ano passado um debate interno sobre a conveniência de propor um processo de impeachment contra Lula. O assunto está sendo discutido por uma comissão de cinco advogados, designados pelo Conselho Federal da ordem......Comentário do Leitor no blog do Josias:A OAB, o PSDB e o PFL planejam, a um bom tempo, um golpe para derrubar o presidente Lula, afinal ele é um pobre no poder e isso contraria os interesses da classe dominante. Eu os incentivo a levar adiante o golpe, principalmente agora, época de eleição. Um golpe para derrubar o presidente, também chamado de Impeachment por alguns, levaria a uma onda de protestos e faria com que grupos mais exaltados e radicais fossem às armas, e até ao terrorismo, para restabelecer o Presidente no cargo. Diante dessa convulsão social e visando restabelecer a ordem teria que ser decretado estado de sítio no país. Isso suspenderia definitivamente as eleições, levaria ao fechamento do congresso, à fuga em massa dos golpistas (se é que ainda estarão vivos), etc. Assim, o Presidente Lula continua governando para o povo (e o melhor sem os golpistas da classe dominante) e, para ver se a população concorda com a continuidade de seu governo, faz um plebiscito a cada 5 anos. Coragem OAB, PSDB e PFL executem o golpe.
Leonildo Correa
Do blog Amigos do Presidente

http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
ISTO É SERRA, ALCKMIN E PSDB


http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/index.html
VERDADE:DASLU X FILHA DE ALCKMINhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u100349.shtmlhttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI668077-EI306,00.htmlMENSALÃO DO ALCKMINhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u77082.shtmlSERRA:Mensalão do Serrahttp://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2006-03-26_2006-04-01.html#2006_03-29_18_36_55-10045644-0Mafia do transportehttp://www1.folha.uol.com.br/agora/spaulo/sp2903200602.htmVETO do Passe Desempregohttp://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u110078.shtmlBilhete Único (PSDB quer e o fim)http://clipping.planejamento.gov.br/Noticias.asp?NOTCod=203606http://www.ntu.org.br/Clipping/NTUQuadros.asp?MATERIA=true&GUID_MATERIA={4787AF85-09AE-416E-B7FA-A56B532B1225}Veto no desconto do IPTUhttp://www.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2006/jan/27/279.htmhttp://br.news.yahoo.com/060128/25/11dpf.htmlVeto do estacionamento gratuitohttp://forum.estadao.com.br/forum/materia/view/05062456Mentira sobre fim das escolas de lata:http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18482.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u18511.shtmlFHC PRESIDENTE:http://cartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3021http://www.contee.org.br/secretarias/politicasociais/materia_2.htmAnalise os fatos e perceba o que querem fazer com opovo:http://www.sindquimsp.org.br/interag/publi_pdf/142401.pdfFique bem informado:http://www.polis.org.br/artigo_interno.asp?codigo=123
Gilberto Maringoni:
"PSDB ressuscita a Arena em SP"

Um feito: PSDB ressuscita a Arena
O PSDB conseguiu um tento em São Paulo: patrocinou a volta da Arena – o partido de apoio à ditadura militar – à prefeitura e ao governo estadual. É um feito impressionante, celebrado em 31 de março, justamente o dia em que se comemoravam os 42 anos do golpe de 1964.Gilberto MaringoniO PSDB conseguiu um tento em São Paulo, estado e município: patrocinou a volta da Arena – o partido de apoio à ditadura militar – à prefeitura e ao governo. Deste último, ela havia sido escorraçada em 1982, e nunca mais voltara. Agora, Geraldo Alckmin e José Serra desincompatibilizaram-se de seus cargos e deixaram as respectivas cadeiras sob responsabilidade de seus vices, Claudio Lembo – ex-secretário do prefeito biônico de São Paulo, o banqueiro Olavo Setubal (1975-1979) – e Gilberto Kassab, direitista de nova cepa. Ambos são dirigentes do PFL, herdeiro da velha legenda.É um feito impressionante, celebrado em 31 de março, justamente o dia em que se comemoravam os 42 anos do golpe de 1964. Viúvas do regime que desgraçou o país por 20 anos, saudosistas dos tempos da censura, prisões arbitrárias, torturas e assassinatos devem estar radiantes. O PFL (Partido da Frente Liberal) surgiu em fins de 1984, como um dos rachas do PDS (Partido Democrático Social), criado em 1979. Eleitoralmente sempre teve um desempenho desastroso em São Paulo. Voltemos a fita, para que tudo não acabe em sopa de letrinhas.Uma derrota difícil de engolirEm outubro de 1965, pouco mais de um ano após o golpe, são realizadas eleições para governadores em 11 estados. O regime é derrotado em cinco deles, entre os quais Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os setores mais duros pressionam o presidente Castello Branco a acabar com a festa. O Ato Institucional nº. 2 extingüe os partidos políticos. No início do ano seguinte, o AI-3 acaba com as eleições diretas para presidente, governadores e prefeitos das capitais. Nos meses seguintes são criados dois partidos, a Arena, governista, e o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), oposicionista, para dar uma fachada arejada à vida nos tempos de exceção. A Arena cumpriu seu roteiro, mas o MDB, por força de várias pressões, fugiu do script e começou a acolher os descontentes com a situação.Herdeira do fisiologismo e do reacionarismo que sempre marcaram a vida nacional, a Arena nunca teve um bom desempenho nos grandes centros urbanos, mesmo nos períodos mais duros. Em 1974, a agremiação sofreu vexatória tunda em 16 estados, nas eleições para o Senado, a Câmara dos Deputados e as Assembléias Legislativas. O MDB, de Ulysses Guimarães, emerge como o grande vencedor e espinha dorsal da frente de oposições que acaba por derrotar a ditadura na década seguinte.Panteão de reaçasIntegraram a Arena, entre outros luminares da direita nacional, Plínio Salgado, líder integralista, Filinto Müller, temido chefe de polícia do Estado Novo (1937-1945) e responsável pelo envio de Olga Benário para a morte num campo de concentração nazista, Roberto Campos, economista modelo de gente como Pedro Malan e Antonio Palocci (e de tão entreguista era apelidado de Bob Fields), Paulo Maluf, Jorge Bornhausen, Antonio Carlos Magalhães e Delfim Netto.Desacreditado, o regime resolve, em 1979, dar uma rasteira nas regras do jogo que seus ideólogos haviam estabelecido. Para dividir o MDB, incentiva a criação de vários partidos, enquanto tenta uma operação plástica em sua legenda. A Arena ressurge com o nome de Partido Democrático Social e as eleições municipais de 1980 são canceladas, como parte da manobra.Inútil. Em 1982, as primeiras eleições para governador desde 1965, transformam-se em um claro plebiscito sobre a ditadura. Nova surra na Arena, que vê a oposição eleger dez mandatários em 22 estados. Detalhe: entre essa dezena estavam São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais,Paraná e Rio Grande do Sul, os mais importantes.No estado de São Paulo, Franco Montoro, do PMDB, tem 5,2 milhões de votos e derrota Reynaldo de Barros, do PDS, com 2,7 milhões. Como não havia eleições diretas nas capitais, Montoro indica como prefeito Mario Covas, antes de sua conversão neoliberal. Anos depois, a direita ganharia uma sobrevida na cidade de São Paulo, com a eleição de Janio Quadros (1985-1988). Mas aí, o candidato do PMDB não ajudava. Era ninguém menos do que Fernando Henrique Cardoso. A essa altura, após a campanha das Diretas-Já e com o fim da ditadura, o PDS divide-se em dois, para tentar salvar os cacos da representação política das várias nuances do reacionarismo pátrio. Uma de suas marcas-fantasia, o PPB (Partido do Povo Brasileiro) surpreende ao eleger Paulo Maluf (1992-1996) e Celso Pitta (1996-2000) prefeitos da capital. Mas no estado, os continuadores na Arena não tiveram mais vez.É certo que o governo Lula, ao evitar a todo custo mostrar a existência de interesses econômicos diversos na sociedade e ao perpetuar a orientação econômica de seus antecessores, dá sua mãozinha para a criação de um ambiente propício à volta da velha Arena. Mas o mérito maior vai para Geraldo Alckmin e José Serra. Nas tumbas onde se encontram, Castello Branco, Costa e Silva, Garrastazu Médici, Ernesto Geisel e João Figueiredo e golpistas de ontem e de hoje têm uma dívida de gratidão para com o PSDB de São Paulo.Gilberto Maringoni, jornalista e cartunista da Agência Carta Maior, é autor de “A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez” (Editora Fundação Perseu Abramo) e observador, a convite do CNE, no processo do referendo revogatório na Venezuela.
Guerra irresponsável

Luiz Gushiken

Na história recente da política brasileira, raramente ações políticas foram tão dramatizadas e tensas como as ocorridas no âmbito da CPMI dos Correios, instalada em 15 de junho de 2005.
A referida CPMI teve méritos inegáveis. De sua vigorosa ação investigadora, haverá de resultar maiores vigilância e controle da máquina pública e, espero, a retomada mais corajosa em torno da urgência de uma profunda reforma política no Brasil. Mas teve também sua imagem nublada quando, na voragem das denúncias, permitiu a proliferação de comportamentos abusivos, danosos à imagem pública de instituições e pessoas inocentes.
Na Antigüidade, cunhou-se a frase, hoje clássica: "À mulher de César não basta ser honesta, mas, também, parecer honesta". Da sabedoria política dos mineiros, cravou-se outro ensinamento: "Em política, o mais importante não é o fato, mas a versão sobre o fato".
Mas foi no palco da CPMI, com ampla repercussão na mídia, que se adicionou e se impôs uma outra regra, inquisitorial em seus métodos e perigosa em seus efeitos, que se firma na idéia de que "a suspeição equivale à prova".
Essas armas foram exploradas à exaustão, e poucas vezes se viu tamanho estímulo para a prática de denúncias vazias e tamanha condescendência com o exercício da calúnia.
"Estou encantado, porque vamos nos ver livres dessa raça pelos próximos 30 anos", bradou o senador Jorge Bornhausen em uma reunião com empresários, em 27/9/05, se referindo ao Partido dos Trabalhadores, revelando inequivocamente a fúria oposicionista contra o governo Lula.
"O sr. organizou uma quadrilha no governo Lula", foi o que disse, de dedo em riste, o deputado Onyx Lorenzoni, no dia 14 de setembro passado, no plenário da CPMI, sem a mínima prova que pudesse amparar tão contundente acusação contra a minha pessoa.
Comportamentos semelhantes se repetiram ao longo da CPMI, que se transformou em terreno fértil para disseminar o veneno do desrespeito, da mentira e da difamação. Os adversários se armaram para deflagrar tempos de guerra na política.
Quando a política se resume ao horizonte da luta pela conquista do poder, a esfera pública se torna campo fértil para uma guerra aberta, na qual aniquilar o outro é a primeira e única regra do jogo. Arruinar reputações e destruir o estoque de credibilidade são os primeiros passos.
Mas a destruição de reputações só tem eficácia quando a comunicação atinge a opinião pública. Em meio a essa batalha -que ocorre desde maio de 2005-, informações centrais para a opinião pública praticamente desapareceram ou passaram despercebidas.
Quando compareci ao plenário da CPMI dos Correios, por cerca de 12 horas, dentro do mais elevado respeito político ao Parlamento, sem uso de nenhum instrumento prévio de defesa jurídica, debati exaustivamente as questões levantadas pelos membros da CPMI. Rebati ponto por ponto e desfiz uma série de interpretações incorretas e ilações.
De lá para cá, sempre que surgiram questionamentos ou interpretações equivocadas, enviei prontamente esclarecimentos integrais, baseados em documentação e fatos.
Em que pesem a consistência e a clareza das informações que ofereci, o texto apresentado pelo relator, no entanto, preferiu adotar o juízo precipitado e sem fundamentação. Faltou o devido "controle de qualidade" para afastar teses e acusações categoricamente desmascaradas.
Se tudo foi feito em nome da opinião pública, como alardeiam alguns, é imperativo reconhecer que, ao invocar o sagrado nome da opinião pública, não se pode cometer injustiças e prejulgamentos e jamais se pode culpar aqueles que são inocentes.
A execração pública é de difícil reparação "a posteriori", o que exigiria do relator redobrada prudência e a postura equilibrada de um magistrado. Emitir sentenças com poder de abalar e destruir reputações é um mal que correções tardias não conseguem atenuar.
[Luiz Gushiken, 55, formado em administração de empresas pela FGV, é chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Foi ministro da Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica, deputado federal (1987 a 1998), presidente nacional do PT (1989-1990) e coordenador das campanhas de Lula à Presidência em 1989 e 1998.]
Folha de S.Paulo, 4/4/2006
O DÉBIL PAULO VANCESLAU
Paulo de Tarso Vanceslau deu ontem na CPI dos bingos demonstração de insanidade mental. Paulo de Tarso esteve preso por 5 anos nos porões da ditadura militar, ele participou do seqüestro do embaixador americano Charles Elbrick, em 1969. Talvez a prisão as torturas tenham deixado seqüelas. Mas maior demonstração de insanidade de Vanceslau foi quando ele se referiu a Okamoto presidente do SEBRAE, petista, militante da esquerda, como sendo seu algoz, pela sua demissão.Vanceslau estava na frente de seus algozes que o fizeram sofrer com as torturas, que foram responsáveis pelos 5 anos de prisão, se juntou a eles para tentar denegrir a imagem do presidente Lula. Ele se juntou a ACM, Agripino Maia, José Jorge, apoiadores oficiais do regime militar, isso só pode ser sérios problemas mentais, para quem passou o inferno nos porões da ditadura. Vanceslau é um fraco, invejoso, ele queria ser alguém dentro do partido e dentro do governo, como demonstrou incapacidade, incoerência, foi posto pra fora do partido e não se conforma com isso. A oposição feroz e virulenta se aproveita de tipos assim, usou Paulo de Tarso, como usou o caseiro Francenildo, para exclusivamente atacar o governo Lula e o presidente Lula. È somente isso que interessa a eles, nada mais importa para esses parasitas, eles querem é voltar ao poder, eles querem tirar da Presidência o melhor presidente que o Brasil já teve.
SERRA É DESQUALIFICADO

Serra diz que disputa eleição para evitar que SP caia em "mãos não qualificadas".

Serra não tem noção, não entendeu que desqualificado é ele, uma pessoa que promete, assina documento, jura e depois faz tudo ao contrário, mostra que mentiu desde da primeira hora é um desqualificado. Serra tirou com suas mentiras, promessas que não cumpriu, com propaganda enganosa, a melhor prefeita que SP já teve, Marta Suplicy. Deixou SP nas mãos do Kassab do PFL, que foi secretário de finanças do Pitta, e na época aumentou seu patrimônio em 300%. Serra ficou frente a prefeitura de SP 15 meses, não fez absolutamente nada de bom para o povo de SP. Serra mente desavergonhadamente, Serra é um embuste, Serra é um desqualificado.

04 abril 2006

04/04/2006 - Manifesto condena ataque da CPMI a Carceroni, que denunciou a Lista de Furnas

Manifesto enviado nesta segunda-feira (3) a deputados e senadores condena o pedido de indiciamento do Luiz Fernando Carceroni, proposto pelo relator da CPMI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-GO). Carceroni foi a pessoa que acionou a Polícia Federal e outros órgãos para que investigassem a denúncias contidas na chama Lista de Furnas.

Na lista, aparecem os nomes de 156 políticos que teriam recebido dinheiro da estatal em 2002. Todos eram ligados à base aliada do então presidente Fernando Henrique Cardoso, sendo a maioria do PSDB e do PFL.

O manifesto, acompanhado de 129 assinaturas, condena o fato de CPMI ter preferido cirminalizar o denunciante à investigar a denúncia.

Leia a íntegra abaixo:

Senhores deputados e Senadores,

Causou-nos estranheza e indignação a sugestão de indiciamento do Prof. Luiz Fernando Carceroni, no relatório proposto pelo Dep. Osmar Serraglio por, supostamente, ter divulgado uma lista de beneficiários de Cx2 (lista de Furnas) , que o relator entendeu ser falsa.

Sem entrar no mérito se a "Lista de Furnas" é falsa ou verdadeira, isso deixamos a cargo dos peritos, achamos que a CPMI deveria ter buscado esclarecer, convocando as pessoas certas para prestarem depoimentos, se as informações contidas nela são verdadeiras ou falsas.

Essa resposta não nos foi dada pelo relatório da CPMI, mas confiamos que o trabalho de investigação da PF e outros Órgãos competentes dirá à Nação esta verdade.

Outra questão a ser considerada é a questão do original da lista. A imprensa publicou entrevistas com o Sr. Nilton Monteiro onde ele declarou textualmente possuir o original e que o entregaria à CPMI se fosse convidado a depor. Neste sentido, o próprio prof. Carceroni enviou carta (anexo I) ao relator da CPMI, solicitando que providências fossem tomadas para se esclarecer os fatos.

Até o momento, não encontramos resposta plausível para nossas dúvidas:

1) Porque a CPMI não convocou o Nilton Monteiro dando a ele o direito de apresentar sua versão e até mesmo criando a oportunidade para que ele entregasse o prometido original?

2) Porque o Deputado Rogério Correia não foi convidado a prestar depoimentos à CPMI a respeito da lista?

3) Porque pedir o indiciamento do Professor Carceroni? Será porque ele ousou encaminhar, aos órgãos competentes, uma denúncia para apuração?

Diante desses fatos conclamamos V. Exa. a refletir conosco:

É justo que o Professor Carceroni seja punido por ter cumprido o seu dever de cidadão?
Onde os princípios legais e constitucionais que este Congresso tem o dever de defender?
Será possível que nesta sanha de se opor ao PT e suas forças políticas, este congresso vai trazer à tona métodos tão contestados e que foram praxe durante a ditadura militar? Será que muitos companheiros viveram e outros morreram pela democracia para que agora tenhamos que assistir a essa afronta ao estado de direito?

Manifestada nossa indignação, solicitamos de V. Exa. sejam tomadas providências no sentido de se restabelecer a justiça.

Que o nome do Professor Luiz Fernando Carceroni seja retirado desse relatório por entendermos que a menção do digníssimo professor é um ato arbitrário que afronta o direito à cidadania.

Se ele for citado, que seja por mérito, pois ele teve a coragem de levar aos Órgãos competentes informações que chegaram até ele, para que fossem tomadas as providências cabíveis.

ISSO É EXERCER CIDADANIA!

Agradecemos

Seguem 129 assinaturas.
Carlito Merss lança "Opinião e Debate"

"Não esqueçam o que escrevi". Desta forma bem humorada é que o deputado Carlito Merss (PT-SC) fala de seu primeiro livro "Opinião e Debate", que será lançado na próxima sexta-feira (7), em Joinville.
Contendo uma coletânea de pronunciamentos e artigos publicados na imprensa desde 1993, quando Carlito elegeu-se vereador de Joinville, o livro registra fatos históricos importantes e debates polêmicos de Joinville e Santa Catarina até os dias atuais. Com isso "Opinião e Debate" mescla os principais assuntos do desenvolvimento do Estado com a crescente trajetória política de Carlito, que depois de vereador, elegeu-se deputado estadual, em 1994 e deputado federal por dois mandatos (1998 e 2002).
"Tive o privilégio de participar junto com outros parlamentares da época, de discussões importantes, em 1993 e desde então tenho me aprofundado por diversas questões relativas ao Estado", revela Carlito. "O mais interessante é constatar uma grande evolução da política de lá pra cá", conclui.
Segundo o presidente do PT Nacional, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), que assina a apresentação do livro, "Opinião e Debate" é um ótimo instrumento de pesquisa além de revelar um levantamento histórico riquíssimo para os estudantes de Santa Catarina.
O lançamento do livro será realizado no Centro Diocesano Pastoral, em Joinville. O evento é aberto ao público.
QUER ANDAR DE CARRO VELHO, AMOR? ENTÃO VENHA PRA SÃO PAULO!

"A Prefeitura de São Paulo cedeu a parte das reivindicações das viações e decidiu permitir que ônibus com idade superior a dez anos continuem rodando nas ruas da cidade por mais tempo.Os contratos firmados em 2003, no governo Marta Suplicy (PT), proíbem a circulação dessa frota, sujeita a mais quebras e desconforto, mas a regra vem sendo descumprida desde então e a prefeitura decidiu dar um novo prazo para ela ser exigida integralmente: 31 de dezembro de 2008, no final da administração Serra/Kassab.Os coletivos com mais de dez anos de uso somam hoje mais de 1.500 -quase 20% do total. Há outros 1.500 fabricados em 1996 que deveriam ser substituídos em 2006, mas que terão um novo limite de uso devido ao acerto de sexta passada, no último dia de José Serra (PSDB) como prefeito."FSP, 4/4/2006
O leitor Luiz deixou este comentário, ele continua indignado.
Prestem atenção nesta matéria da FSP na data hoje. Aguardem um novo aumento das tarifas dos velhos ônibus. SP vai conseguir ter o pior e mais caro transporte do país, graças a Serra/ Kassab. O povo de SP não merece.



TRANSPORTES
Veículos com mais de 10 anos, que hoje chegam a quase 20% da frota da cidade, poderão rodar até o final de 2008 Prefeitura cede e libera ônibus velhos por mais dois anos

Um deles avaliou que os problemas só foram adiados e que os reajustes vão "pelo ralo" em maio, no dissídio dos condutores. Ele considerou ainda que os repasses extras para quem comprar ônibus novos têm conotação eleitoral.As empresas queriam elevar a remuneração de R$ 158 milhões para R$ 200 milhões. Alegam que os contratos previam obras que não foram feitas pela prefeitura, afetando a produtividade -incluindo os 300 km de corredores (faltaram 180 km), 46 terminais (faltaram 21) e 345 estações de transferência (faltaram 343).
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0404200620.htm
OPOSIÇÃO FAZ MUITO MAL AO PAÍS

No Congresso,Oposição paralisa Congresso, obstrui votações e prejudica a Nação


A crise política aliada ao acirramento precoce do clima eleitoral no Congresso tem atrapalhado os trabalhos dos plenários das duas Casas e mostra as dificuldades de se votar matérias relevantes nos próximos meses. Depois de uma convocação extraordinária marcada pelo alto volume de propostas apreciadas, os parlamentares não conseguiram aprovar mais do que poucos projetos desde a volta dos trabalhos efetivos, a partir de 15 de fevereiro.
Antes de 01/04, o Congresso Nacional tinha pouco mais de uma semana para votar o projeto de lei, enviado pelo governo nos idos do ano passado, que aumenta o salário mínimo, de R$ 300 para R$ 350, entre em vigor no próximo dia 1º, como foi decidido. E este á apenas um item, em maior destaque social e político, entre muitos que atravancam a pauta legislativa.O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, veio a público alertar os parlamentares e as bancadas sobre a questão do mínimo. "Evidente que isso é um constrangimento porque o Congresso garantiu que teria tempo para aprovar e que nós ficássemos tranqüilos em encaminhar o projeto de lei. Nós cumprimos a nossa parte", afirmou o ministro.
Para contornar a situação e garantir o SM em 01/04, o Presidente Lula teve que editar uma Medida Provisória
e várias outras estão sendo editadas para garantir crédito extraordinário para projetos de ministérios. A paralisação pela falta de recursos orçamentários seria uma tragédia e prejudicaria a população.
Note-se que o Congresso ainda não votou o Orçamento da União para este ano. Mesmo sem a votação do Orçamento, o governo tem conseguido manter a máquina pública, liberando mensalmente parcelas do projeto orçamentário original enviado ao Congresso, como determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias. O governo foi autorizado no final do ano passado a liberar neste ano cerca de R$ 12 bilhões de restos a pagar de 2005. Além disso, tem usado de medidas provisórias para liberação de novos investimentos.
Para o relator-geral do projeto orçamentário, deputado Carlito Merss (PT-SC), os parlamentares do PFL e do PSDB, "que seguraram por meses a tramitação", agora "estão desesperados" por causa da pressão de prefeitos e governadores desses partidos. “Sem o Orçamento, como é que os prefeitos e governadores vão se candidatar a convênios do governo federal para novas obras?”, questionou Merss.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou que o governo pode recorrer a mecanismos jurídicos para que o Orçamento Geral da União de 2006 seja aprovado. O Congresso Nacional ainda não apreciou a proposta."Não há como minimizar o fato. Se isso acontecer (o Orçamento não ser aprovado), o governo vai utilizar de todos os instrumentos jurídicos para tentar superar essa situação. Agora, sem sombra de dúvida, é algo muito grave. Eu não acredito que a não aprovação do Orçamento seja um bom sinal. "Não cabe esse tipo de embate, principalmente quando ele ocorre em ano eleitoral", acrescentou.Dilma Rousseff explicou que o atraso na votação da matéria paralisa os investimentos e pagamentos do governo. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, também criticou a demora na aprovação. Marinho alfinetou os parlamentares da oposição: "Eles trabalham bastante, mas talvez estejam dispersando esforços com assuntos que não sejam de interesse tão real da sociedade brasileira, como a CPI dos Bingos, por exemplo".

O líder da minoria, José Carlos Aleluia (PFL-BA), prevê um ano fraco de votações. " As crises políticas do Executivo e do Legislativo e as eleições vão comprometer o ano no plenário " , avalia.

No Senado, a situação é pior: desde 22 de fevereiro, os senadores só aprovaram a indicação da ministra Ellen Gracie, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao Conselho Nacional de Justiça. Os líderes dos partidos governistas e da oposição já tentaram fazer vários acordos para que o plenário vote e desobstrua a pauta, mas o processo é sempre interrompido por bate-boca ou troca de acusações.

" Estamos há um mês sem votar nada. Temos de contornar os problemas políticos e retomar as votações " , reclamou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O líder do governo, Aloizio Mercadante (PT-SP), faz coro: " Isso não pode continuar. A cada sessão, ocorre um pequeno incidente que passa a ser hegemônico. Vamos retirar um pouco esse tom acusatório para retomar aquilo que é a essência no Parlamento " .É fato que o Congresso, com suas duas Casas, possui outras tarefas além da de legislar. É também um fórum de debate qualificado, arena de embates entre as diferentes correntes políticas e ideológicas que a sociedade contém, e ainda um investigador de denúncias. Mas não pode ser transformar em um grande “Big Brother”, um reality show de gosto duvidoso. O país exige que o Parlamento se debruce sobre outras agendas, decisivas para a vida de seus 190 milhões de habitantes, a começar pela da retomada do desenvolvimento nacional, tema apontado pelo presidente da Câmara , deputado Aldo Rebelo, como prioritário. Nesse sentido, antes tarde do que nunca, é necessário que se vote o orçamento de 2006. Os parlamentares da oposição de olho nas eleições de outubro, seja a presidencial, seja a sua própria ao impedirem a votação de matérias de interesses do povo e do país empreendem uma jogada arriscada. Ao fim de mais de duas décadas de normalidade democrática, é perfeitamente possível que o eleitor brasileiro distinga nas urnas de outubro aqueles que têm contribuição, de fato, ao debate nacional e aqueles que não são e não aspiram a ser mais do que personagens de um show de TV.

03 abril 2006

PESSOAL, OLHA A CENSURA ! VEJAM ATÉ AONDE ELES CHEGAM, ELES NÃO TEM LIMITES PARA O GOLPE!


03/04/2006 - PSDB tenta impedir jornal metalúrgico de circular em SP


O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que impeça o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC de distribuir o jornal Tribuna Metalúrgica.
O jornal publicou matéria denunciando que PSDB e PFL se utilizaram de dinheiro de "caixa dois" durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, quando foram distribuídos R$ 40 milhões a 156 políticos da base do governo.
Na representação apresentada ao TSE, os tucanos sustentam que o jornal cometeu crime de calúnia e violou a lei eleitoral ao realizar propaganda negativa antecipada do PSDB, insinuando que seus filiados seriam criminosos e beneficiários de doações ilícitas.
CALA A BOCA FHC
QUEM É VOCÊ PARA FALAR
DO MELHOR PRESIDENTE QUE O BRASIL JÁ TEVE!
Cala boca FHC, a quantidade de vezes que o país viveu momentos delicados no seu desgovernos foram muitos! Além do engavetamentos de todas as CPIs, existem 45 motivos que o país viveu momentos tão delicados.Além do que FHC você criou o maior desemprego que este páis já viu, você criou o apagão elétrico por total descaso e omissão, você foi responsável por ter deixado o país com 54 milhões e miseraveis,(IBGE 2002) , você foi responsável pelos maiores juros que este país já teve, 42% ao ano.Quem é você FHC para falar em indignação, quando comprou parlamentares para se reeleger por R$ 200.000,00 per capita, com dinheiro de estatais, quem sabe FURNAS através do Dimasduto?





Para FHC, poucas vezes o Brasil viveu um momento tão delicado quanto o que acontece neste momento, em termos de incorreção ética dentro de um governo. "Fico olhando isso e me pergunto: onde é que vamos parar? Sinceramente, neste momento, meu sentimento, como brasileiro, é de indignação e preocupação", declarou????


1 - Conivência com a corrupção O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 - O escândalo do Sivam O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
Em S. Paulo não tem ladrão”, diz o chefe da folia

O governador Geraldo Alckmin, pelo telefone, mandou avisar para o deputado Afanázio que tinha um “cala-boca” para lhe entregar. O deputado, que é vice-líder do PFL na Assembléia Legislati-va, afirmou que chegou a receber uma parcela de R$ 8 mil da Nossa Caixa, mas os recursos foram cortados porque ele não se submeteu às pressões para apoiar Alckmin. “Nunca pedi pessoalmente, fui procurado”, afirmou.

http://www.horadopovo.com.br/

SP não tem ladrão, tem ladrões, tem ladras, (dona da Daslu) tem mentirosos, (Serra) tem engavetador de CPIs (68) Todos unidos ao Alckmin e ao PSDB/PFL e ao Pitta (Kassab).
Dá vergonha. Há quarenta anos, fui às ruas com paus e pedras combater os simpatizantes do regime militar. Quinta feria, 30/3, um indivíduo desqualificado, o caseiro Farsenildo, foi homenageado no centro de SP sem que ninguém, um único estudante, padre ou operário aparecesse para baixar o cacete naquela gente, rebotalho da escumalha de direita que sobrou dos anos de chumbo. Eu me envergonho por não ter passado adiante sequer essa herança -- de coragem e vergonha na cara.
Luiz
O leitor Luiz continua indignado, deixou este comentário, ele tem muitos motivos para isso. Mas o mais vergonhoso e cruel é o uso que esse rebotalho está fazendo do Farsenildo, com a única intenção de atacar o presidente Lula. Luiz fica tranqüilo o que é desses rebotalhos está guardado, é deles, e não deixaremos de dar para eles.
O meu amigo Adauto está certo, se isso ocorrer, eu vou dizer que Deus é brasileiro de verdade e que ama este país.


Ninguém fala também da condenação de Serra. O processo dele entrou na fila da pauta de julgamentos do STF essa semana, se a condenação for confirmada, Serra fica inelegível. A Folha não acha essa informação importante para os eleitores??? AM
Sabem porque a oposição está tão feroz?

Por isso, eles sabem que no voto, nas urnas, eles vão perder feio. A grande imprensa esconde a gente mostra.

Alguns números que a grande imprensa não divulga !

Pernambuco: Lula:63%
Alckmin: 7%

Paraíba: Lula:55%
Alckmin:15%

Ceará: Lula:65%
Alckmin:9%

Piauí: Lula:53%
Alckmin:4%

Rio Grande do Norte: Lula:68%
Alckmin:11
Agora SP vai, vai para o buraco, SP está nas mãos do Kassab do PFL ex secretário de finanças do Pitta.Você que votou no Serra, fez papel de palhaço, de otário, foi traído enganado.Você tem um prefeito que não elegeu, e que com certeza não elegeria. Imaginem os tipos que serão colocados na administração da prefeitura se SP, SP não merece esses safados.


Serra rasga promessa e entrega SP a ex-secretário de Pitta

O tucano José Serra rasgou nesta sexta-feira (31) o compromisso firmados duas vezes – verbalmente e por escrito - na campanha eleitoral de 2004, quanto prometeu caso, eleito, governar a cidade por 4 anos. Indiferente à palavra empenahda junto aos seus eleitores, Serra renunciou hoje ao cargo para disputar o governo de São Paulo no pleito deste ano. De quebra, entregou a cidade ao pefelista Gilberto Kassab, ex-secretário de Celso Pitta.

Como o governo do Estado também foi entregue ao PFL – com a saída de Geraldo Alckmin para disputar a presidência da República, assumiu o vice Cláudio Lembo -, o partido que mais representa a direita nacional agora vai ter controle sobre um orçamento R$ 98,5 bilhões (Estado mais município).

É a primeira vez que o PFL tem os dois principais cargos de São Paulo, embora o partido nunca tenham vencido uma eleição majoritária para tais postos. Muito pelo contrário: vitórias eleitorais relevantes, só tem duas, ambas para o Senado, e ambas com Romeu Tuma (em 1994 e 2002), quando estavam em disputa duas vagas.O poder do PFL em São Paulo agora supera sua força na Bahia, seu tradicional reduto e terra de uma das principais lideranças pefelistas, Antonio Carlos Magalhães. Tradicionalmente associado a Estados pequenos, sobretudo os do Nordeste, o PFL agora administra o maior Estado do país, com uma população estimada de 40,4 milhões de habitantes.O orçamento do Estado de São Paulo é o segundo maior orçamento do país, com R$ 81,3 bilhões, de acordo com a secretaria estadual de Planejamento. É cerca de 10% do orçamento deste ano da União, que soma R$ 803,3 bilhões, segundo a lei orçamentária de 2006 (sem incluir o financiamento da dívida do país).Já o orçamento da Prefeitura de São Paulo para 2006 é R$ 17,2 bi. É o quinto maior do país, ficando atrás somente dos orçamentos da União e dos Estados de SP, Minas Gerais (R$ 27 bi) e Rio Grande do Sul (R$ 19,5 bi). Os números são das leis orçamentárias de 2006.A receita da prefeitura paulistana supera a de Estados grandes, como as da Bahia (R$ 16,4 bilhões) e do Rio de Janeiro (R$ 15,9 bi em 2005). Cláudio Lembo fica no Palácio dos Bandeirantes até 31 de dezembro. Em janeiro de 2007, assumirá o governador a ser eleito em outubro. Já a gestão de Kassab será mais longa: até dezembro de 2008 - ano em que o pefelista também terá direito a disputar a reeleição.
Com informações da Folha Online.

02 abril 2006

À Polícia Federal

Por não confiar na grande mídia que, sabidamente, manipula opiniões, sonega e desvirtua informações, omite e deturpa fatos e nos sentindo lesados no direito de acesso à informação baseada em dados reais, verídicos e competentes que só a PF pode nos fornecer, perguntamos: 1) A polícia federal está investigando os dados da “Lista de Furnas”?
2) Em que ponto está a investigação das ações do Sr. Dimas Toledo que supostamente tem ligações com este esquema de propina e repasse ilegal para 156 políticos do PSDB e PFL?
3) A PF encara com suspeição o fato do filho do Sr. Dimas ter sido eleito com cerca de 100.000 votos numa cidade que não possui 50.000 eleitores?
4) A PF conseguiu recuperar os dados do HD do computador do Sr. Dimas que foi apreendido ? 5) O Sr Nilton Monteiro será intimado a entregar o original da “Lista de Furnas” e/ou os recibos que ele declarou, salvo lapso, possuir?
6) Existe alguma ação no sentido de quebra do sigilo bancário e/ou telefônico dos políticos listados?
7) Por fim, gostaríamos de saber o por quê da polícia civil de Minas Gerais, na pessoa do delegado João Otacílio da Silva Neto, proceder ao indiciamento de Luiz Fernando Carceroni e de Nilton Monteiro, acatando denúncia de sete deputados do PSDB e PFL, com alegação de que a Polícia Federal já determinou a falsidade da lista. Ressaltamos que nenhum desses fatos foi devidamente noticiado pela grande mídia. Antecipadamente, agradecemos a resposta e as informações.
Esta carta foi assinada por 153 brasileiros

ÉTICA TUCANA? OU ROUBALHEIRA PURA E SIMPLES?

Empresa aprovou dois pagamentos de R$ 60 mil a publicação de acupunturista do ex-governador; tucano está na capa da última edição
Estatal banca revista que promove Alckmin
CHICO DE GOISDA REPORTAGEM LOCAL
A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), empresa do governo de São Paulo, pagou R$ 60 mil a título de "patrocínio institucional" à revista Ch'an Tao, da Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, presidida pelo médico Jou Eel Jia, acupunturista do pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0204200613.htm



Eles, assim como o comandante Albuquerque, sentiram orgulho do que fizeram, sentiram orgulho das atrocidades cometidas!

O Comandante Francisco de Albuquerque, disse que o Exército se orgulha do passado, fazendo referencia aos anos de chumbo, a maldita ditadura militar, ao período negro da história recente do Brasil. Hitler, Pinochet, Nixon, Bush, Milosevic, também sentiram e sentem orgulho do que fizeram, e fazem. O mundo todo os condena, o mundo todo repudia esses facínoras