28 janeiro 2006


Está imagem diz tudo, o presidente Lula é amado e respeitado pelo povo, porque a reciproca é verdadeira. Presidente Lula vem fazendo tudo de bom para o povo brasileiro, Lula sabe que respeito,amor, não se impõem como dedo em riste, se conquista com diálogo e entendimento, e realizações que beneficiem todos. É o povo nas ruas mostrando que não tem medo de ser feliz.



27/01/2006 - Lula: Inflação baixa beneficia o povo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a comemorar nesta sexta-feira (27) o bom desempenho da economia, com destaque para reajuste do salário mínimo e o aumento real da renda do trabalhador em 2005, segundo pesquisa divulgada ontem pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mas lembrou que nada disso teria valor se a inflação não estivesse sob controle.

“O importante é aumentar o salário mínimo sem permitir que a inflação volte”, afirmou Lula em Castilhos, interior de São Paulo, onde lançou uma linha de crédito habitacional para 12 mil famílias assentadas no Estado. Segundo ele, quando a inflação sobe, quem paga são as pessoas pobres.

“Nós sabemos que inflação baixa é dinheiro no bolso da parte mais pobre do povo brasileiro”, afirmou.

O presidente também lembrou na queda histórica nos índices de desemprego, igualmente apontada pela pesquisa do IBGE. E disse que os bons indicadores não surgiram por milagre, mas devido ao trabalho de seu governo.

A pesquisa do IBGE constatou que o número de desempregados nas seis principais regiões metropolitanas do país diminuiu de 2,131 milhões em novembro para 1,840 milhão em dezembro. É o menor índice desde 2002, quando o cálculo começou a ser feito nas bases atuais. Pela primeira vez, o resultado mensal ficou abaixo da faixa de 2 milhões de pessoas.

O IBGE detectou ainda aumento no rendimento médio da população ocupada que avançou 1,8% em relação a novembro, situando-se em R$ 995,40. No acumulado do ano, a renda cresceu 2%. Este é o primeiro crescimento desde 1997."É tudo que nós queremos. Agora, ninguém pode fazer isso por milagre. Isso tem que ser construído e nós estamos construindo com muita tranqüilidade", afirmou Lula, que destacou também o ineditismo do acordo feito com as centrais sindicais para o reajuste do mínimo. O presidente aproveitou para defender a política econômica e a forma como as decisões são tomadas para que a economia mantenha a rota de crescimento. "Se a gente ficar tomando decisão por manchetes de jornais, por discurso de oposição ou por palpiteiros, não se faz nada", declarou, em entrevista coletiva.

Ele disse ainda estar disposto a comparar a administração da economia do País durante seu mandato com os de outros presidentes nos últimos 50 anos.

"Se quiser comparar na questão econômica, pode escolher as décadas de 50, 60 ou 70 e vai verificar que nunca teve, em momento algum na história econômica do Brasil, outro (governo) que tivesse tantos fatores positivos combinando entre si o crescimento econômico, a geração de empregos e o aumento de renda", argumentou.

Segundo ele, é preciso que a administração atual tenha tranqüilidade. "O País está bem cuidado, numa situação privilegiada interna e internacionalmente".

As informações são das agências Brasil e Estado.

Leia também:
Para presidente, Palocci foi "sincero, honesto e digno"
No governo Lula, assistência a assentados aumentou 500%

Está imagem diz tudo, Serra é truculento, violento, preconceituoso, um perfeito ignorante. Não admite ser criticado, imagina esse sujeito como presidente, vai ser o famoso, "prendo, bato e arrebento"





Serra veta projeto de lei que previa desconto no IPTU

http://ultimainstancia.uol.com.br/noticias/ler_noticia.php?idNoticia=24450&canal=st

27/01/2006 - Serra é recebido com protestos em inauguração
O prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), enfrentou ontem um protesto de moradores durante a inauguração de duas escolas de alvenaria na zona norte.Cerca de 200 pessoas munidas de cartazes e aos gritos de "queremos moradia" lotaram a sala onde o prefeito discursava.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/

27 janeiro 2006

27/01/2006 - Lula expressa "felicidade" com aprovação do Fundeb


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, ontem (26), que está "muito feliz" com a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) na Câmara dos Deputados. "Há muito tempo venho colocando o Fundeb em todos os meus discursos e estou muito feliz com o comportamento da Câmara. Em poucos momentos, o Congresso Nacional se recusou a votar leis sobre educação", disse o presidente, ao discursar durante reunião com diretores dos Centros Federais de Educação Tecnológica, no Palácio do Planalto.Lula aproveitou para dizer que o que está sendo feito pelo governo na área de educação é para recuperar o tempo perdido. "Houve muito tempo perdido na educação brasileira", ressaltou o presidente, referindo-se a governos passados, que, segundo ele, tinham a concepção de que tinham de conter despesas e, por isso, cortavam verba da educação. "Inovamos na visão de educação no Brasil. Está proibido, quando se tratar de qualquer investimento na educação, qualquer ministro falar que estamos aumentando gastos", afirmou. A proposta que cria o Fundeb foi aprovada na última terça-feira (24) em primeira votação, no plenário da Câmara dos Deputados, por 457 votos a cinco. A PEC precisa ainda ser aprovada em segundo turno, daqui a pelo menos cinco sessões, para ser enviada ao Senado. A aprovação de uma mudança na Constituição exige o voto de pelo menos três quintos dos 513 deputados – isto é, 308 votos.O Fundeb tem como meta principal abranger toda a educação básica, das creches ao segundo grau. O fundo visa a atender 11 áreas do ensino, substituindo o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef), criado em 1996. Hoje, apenas o ensino fundamental (1ª à 8ª séries) tem investimento da União assegurado por meio do Fundef. O fundo é repassado pela União a estados e municípios.
Agência Brasil
más o que a BR, Caixa e BNDS está fazendo aquí, empresas estatais são do povo, não podem finaciar propaganda politica.quero resposta neste site
Adilson José da Silva 01.26.06 - 2:02 pm



Respondendo a este leitor.

Todas essas estatais estão sob o comando do governo Lula, elas fazem parte do governo Lula.Todas essas instituições estão fazendo hoje parte do crescimento do país, estão com linhas de crédito para o povo, estão promovendo aberturas de novas industrias, e isso faz gerar emprego e renda.CAIXA,BB,BNDES, estão com linhas de crédito para pequenos agricultores, estão com linha de crédito para aquisição da casa própria para os que mais precisam. Ou seja hoje no governo Lula, tudo está sendo feito em beneficio do povo brasileiro e não somente para elite. Não há como falar do governo Lula sem falar nas instituições que fazem parte do governo. Quem disse para você que essas instituições estão financiando propaganda política? É o contrário meu caro eu faço de graça, de livre e expontânea vontade propaganda do governo Lula. Faço porque tenho certeza que Lula é o melhor presidente do Brasil, faço por ideologia política, faço porque tenho todo o tempo disponível para faze-lo, faço por amor aos meus filhos, por amor ao meu país.
Entendeu ou quer que eu desenhe?
Enviado pelo amigo Adauto


ECONOMIA & POLÍTICA - XLIX 26/01/2006

a) O salário mínimo 2006 – maior poder de compra continuado desde 1966

O salário mínimo é a menor remuneração permitida por lei que seja paga aos trabalhadores de um país. Ele deve atender uma cesta básica de bens e serviços que atendam as necessidades dos trabalhadores. No Brasil entrou em discussão em 1931 com a criação do Ministério do Trabalho; foi incluído na Constituição de 1934 e 1937, regulamentado em 1938, mas só começou a ser pago a partir de 2 de julho de 1940. Ele é fixado pelo governo federal, que define um piso mínimo nacional, mas também pode ser fixado pelos governadores, a partir do piso nacional um salário mínimo maior, de acordo com a capacidade de cada estado. Nesses 66 anos de vigência do salário mínimo houve perdas consideráveis do poder de compra, principalmente após o golpe de 1964 e que é acirrado com a crise econômica da década de 1980 (vide gráfico), devido principalmente ao processo de superinflação que o país atravessou e que não houve uma política deliberada de recuperação do salário mínimo. No final dos anos 1980 ele atinge o fundo do poço e só começa a reagir nos anos 1990. No governo do Presidente Lula o salário mínimo teve um reajuste nominal de 75% (Em 2002 ele era de R$ 200,00). O salário mínimo de R$ 350,00 anunciado pelo governo Lula, segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) deverá proporcionar o mais elevado poder de compra ao trabalhador em 40 anos, devido à perspectiva de inflação baixa em 2006. Os analistas projetam uma inflação de 1,22% do INPC para o primeiro trimestre de 2006. Dessa forma o salário mínimo real em abril terá caído para R$ 345,76. Nos 12 meses seguintes, com a projeção de uma inflação de 0,4% ao mês, o valor do mínimo no final do ano será de R$ 337,13. O salário mínimo não tinha um valor tão alto em 12 meses desde 1966, que pelos dados deflacionados do IpeaData, foi de R$ 338,39. Em 1985 o mínimo equivalia a R$ 354,11, mas cinco meses depois devido ao ambiente inflacionário ele valia R$ 219,20, dando uma média nos 12 meses de R$ 264,48. Esses dados evidenciam a importância para os trabalhadores do controle da inflação. Quanto menor a inflação, maior vai ser o salário real ao longo do ano. Outro dado eloqüente também é a importância de uma política de recuperação do salário mínimo, pois 40 milhões de trabalhadores e aposentados dependem do seu valor para viver. Se persistir o aumento real de 12% (descontado a inflação do período), o salário mínimo dobra em 7 anos. Uma política de recuperação do mínimo é uma ferramenta eficaz na diminuição da pobreza e no aumento do nível de emprego, pois os trabalhadores que recebem salário mínimo consomem bens intensivos em trabalho como alimentos, material de construção, vestuários, calçados, entre outros. Com o novo mínimo serão colocados na economia mais de R$ 24 bilhões, que vão principalmente para as regiões menos desenvolvidas do Brasil, como a Nordeste e a Norte. E pela primeira vez desde 1964 as centrais sindicais, legítimas representantes dos trabalhadores participaram do processo de definição do novo mínimo e da correção de 8% na tabela do imposto de renda, o que vai beneficiar mais ainda a classe trabalhadora. Finalmente Brasil, um país de todos.
PSDB É ASSIM

UM PROMETE E NÃO CUMPRE, O OUTRO FAZ O QUE SEMPRE SOUBE FAZER BEM AUMENTAR A INFLAÇÃO.

SERRA FOI MINISTRO DE PLANEJAMENTO DE FHC


Alckmin promete, mas não dá bolsa a 12 jovens


Eles deviam estar se preparando para iniciar o segundo ano da faculdade. Passaram no vestibular quando eram internos da Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor) de São Paulo, comemoraram como calouros, mas nunca chegaram a entrar em uma sala de universidade.Doze internos passaram no vestibular no final de 2004, mas ficaram sem a bolsa integral prometida pela Febem. Para a maioria, o sonho da faculdade cedeu lugar à rotina do desemprego. Um dos jovens, porém, retornou para a prisão, desta vez como adulto.


27/01/2006 - 07h57
Inflação de São Paulo avança para 0,62%
da Folha Online
A inflação acelerou para 0,62% no município de São Paulo na terceira quadrissemana de janeiro --período de 30 dias terminado em 23/01. A informação é da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP).A taxa divulgada hoje é maior que a da semana passada, que apontou variação positiva de 0,59% nos preços.Entre os grupos que fazem parte da pesquisa, a maior taxa nos últimos 30 dias foi verificada em Educação, de 3,46%.Os demais itens apresentaram as seguintes variações: Habitação (0,25%); Alimentação (0,17%); Transportes (0,99%); Despesas Pessoais (1,49%); Saúde (0,33%); e Vestuário (0,18%).
RESULTADO DA PESQUISA DO JORNAL O GLOBO

Interessante esse resultado da pesquisa, o SIM dado ao presidente Lula soma 55% , o não soma 45%. Alguém duvida que Lula se reelege?





Pesquisa:Opine:

Lula deve tentar a reeleição?
Sim. Ele fez um bom governo até agora e merece mais quatro anos - 34%
Não. Seu governo acabou quando estourou a crise do mensalão - 30%
Sim. Os avanços nas áreas econômica e social compensaram os erros políticos - 21%
Não. Com a imagem desgastada, ele deveria desistir logo e dar a vez a outro - 15%
http://oglobo.globo.com/online/pais/default.asp?2
PFL QUER O PODER
ESSE É O RISCO PSDB
O PFL que reúne os remanescentes de ditadura militar, ACM, Bornhausen , Bolsonaro, Agripino Maia, e outros da casta, tentaram mas não conseguiram o tão sonhado golpe contra o povo. Essa casta sabe muito bem que nunca mais vai se eleger para a presidência do Brasil, o passado deles é negro, mentalidade é retrógrada, são os reis da corrupção e da truculência. Sabendo disso, eles só podem continuar a existir se estiverem dependurados no PSDB, que é tão ruim quanto eles mas que posa de bom partido, de ético, mesmo tendo sido o idealizador e ter usado o velérioduto desde 1998, mesmo tendo comprado votos para a maldita reeleição de FHC, mesmo tendo sido 8 anos governo e ter destruído o país, o PSDB acha que vai enganar o povo novamente. O PFL não querem mais ficar só dando apoio, eles querem o poder, eles querem ministérios. Alguém imagina o ACM ministro da Educação? ou o Bolsonaro ministro da Justiça? ou o Bornhausen Secretaria Especial dos Direitos Humanos, aquele que disse que acabaria com essa raça por 30 anos?Esse é o verdadeiro risco PSDB, seja Serra, Alckmin, Aécio, o risco do Brasil retroceder 30 anos é iminente se eles tomarem o poder novamente. Eles estão desesperados porque o governo Lula deu mais certo do que eles esperavam, afinal eles sabiam o tamanho da herança maldita que repassaram para Lula, eles foram os coadjuvantes dessa herança maldita, isso os deixou desatinados, e ficam se perguntando como é que Lula conseguiu colocar o país nos trilhos, como é que o presidente Lula conseguiu fazer tanto pelo país e principalmente para o povo brasileiro? O presidente Lula diminuiu drasticamente a miséria no país, deu oportunidade de estudo para quem antes somente sonhava, deu esperança ao povo com estímulos a geração de empregos em todo o país. O presidente Lula levou Luz para os rincões deste país que em pleno século XXI estavam vivendo como no século XIX, com lampião de querosene, velas .O presidente Lula implantou em todo o Brasil o SAMU, serviço médico de urgência de qualidade para todos. Ambulâncias com médicos, enfermeiras, equipadas para os atendimentos de urgências. O presidente Lula combateu a corrupção no país como nunca tinha sido feito antes, ele não poupou ninguém que fosse corrupto, juízes, advogados, delegados, policiais, políticos, fosse de que partido fosse, banqueiros, funcionários públicos, até Maluf foi para a cadeia. A oposição se desespera a cada dia, os números positivos do governo, a recuperação de Lula nas pesquisas estão tirando o sono e a paciência deles. Eles sabem que o povo sabe que Lula é o melhor presidente do Brasil, eles sabem que Lula será reeleito, eles sabem que correm o risco de deixar de existir na política e na vida publica, eles sabem que nunca serão eleitos para governar o país com o voto nas urnas, a única chance deles é de unir ao PSDB e impor ao povo o seu governo. Assim está acontecendo em SP, Serra antes de ser prefeito já sabia que seria candidato novamente para a presidência, ele enganou o povo de SP na maior cara dura, a chance do PFL não deixar de existir era ter um prefeito na maior capital do país, o Kassab do PFL ex-Secretário de Pitta, sem ter recebido um único voto do povo de SP vai ser o prefeito de SP, é o PFL impondo a sua vontade ao povo de SP. Essa artimanha toda já estava sendo planejada desde 2004, aos poucos e pelo desespero deles em ver que não adiantou toda a armação que fizeram, eles começam a mostrar a verdadeira intenção, eles querem o poder mesmo que o povo não os queira. Povo, vontade do povo? Isso para eles não é e nunca foi importante, funcionou tão bem na ditadura militar, é assim que eles estão acostumados a governar, sem o povo e para as elites.
Jussara
Exte texto abaixo é parte da entrevista da Lilian Witte Fibe no UOL.

Ele se queixou do comportamento do PSDB no primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso. "O PFL era sócio-minoritário, ficava apenas com a missão de defender matérias sempre desgastantes. Desta vez, para que exista uma aliança, seja com Serra, Alckmin ou Aécio, se ocorrer será com um documento mínimo e com o PFL sendo parte integrante do governo, não apenas assumindo poucos postos."Traduzindo: o PFL quer ministérios importantes. "Ou o PSDB acredita que a aliança com o PFL é de idéias, de um programa, que o PFL está pronto para assumir a Saúde, a Educação, a Infra-estrutura, ou o PFL vai preferir ter candidatura própria. Assim, poderemos apresentar nossas idéias e procurar uma aliança no segundo turno. Não uma aliança com o PFL vindo apenas como sublegenda do PSDB."
NADA MAIS ATINGE A ECONÔMIA SÓLIDA DO GOVERNO LULA.

Ninguém acredita mais nas armações da oposiçã para desestabilizar o governo Lula.


26/01/2006 - Após depoimento de Palocci, Bovespa bate 8º recorde do ano
No dia de depoimento do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, na CPMI dos Bingos, o mercado demonstrou tranqülidade, com alta da Bolsa e queda do dólar.
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) bateu o oitavo recorde do ano e chegou a 38.014 pontos. A moeda americana caiu e ficou no menor nível do ano, a R$ 2,231. Além disso, o risco-país recuava no fim da tarde 1,85%, aos 265 pontos.
GOVERNO LULA
Governo federal assenta 245 mil famílias e garante 850 mil novos empregos no campo
Entre os anos de 2003 e 2005, o governo federal garantiu o assentamento de 245 mil famílias - o que representa a criação de 850 mil empregos no campo. Somente em 2005, 127.506 famílias tiveram a acesso à terra, um recorde histórico desde que se iniciou o processo de reforma agrária no Brasil. Além disso, aliado ao aumento da quantidade de famílias assentadas houve a adoção de medidas para melhorar a qualidade de vida nos assentamentos, como investimentos na assistência técnica, obras de infra-estrutura, educação e acesso ao crédito.
O tamanho da área destinada para a reforma agrária também teve um crescimento significativo nesses três anos. Foram 22,48 milhões de hectares, a maior extensão dos últimos dez anos. Desde 2003 foram aplicados R$ 2,73 bilhões na obtenção de terras, R$ 1,33 bilhão somente no ano passado. O presidente do Incra, Rolf Hackbart, destaca o exemplo do Pará, onde foram assentadas 40 mil famílias, o melhor resultado do país em um estado que possui um dos maiores problemas de conflito de terra no Brasil.
Qualidade nos assentamentos
Cerca de 450 mil famílias foram beneficiadas, em 2005, com recursos para assistência técnica. Já com obras de infra-estrutura foram 191,7 mil famílias assistidas e 155,5 mil foram atendidas com programas de crédito que incluem: crédito-habitação, infra-estrutura viária, sistema de abastecimento de água e instalação de energia elétrica.
Também no ano passado, pelo Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, foram beneficiadas 74.276 famílias com a alfabetização de 63,7 mil jovens e adultos, a formação em nível superior de 2.097 jovens e a capacitação de 5.436 adolescentes com ensino médio.
A relação dos beneficiários do Plano Nacional de Reforma Agrária do governo durante o ano de 2005 está disponível no site do Incra.
Números da reforma agrária

a.. 245 mil famílias assentadas entre 2003-2005 - 127 mil famílias somente em 2005;
b.. 850 mil postos de trabalho criados no campo nos últimos três anos;
c.. R$ 2,73 bilhões investidos na obtenção de terras;
d.. 22,48 milhões de hectares de terras destinados à reforma agrária no período;
e.. 450 mil famílias beneficiadas com assistência técnica em 2005.

26 janeiro 2006


26/01/2006 - CEF e Incra lançam linha de crédito para assentados em SP

A Caixa Econômica Federal e a Superintendência do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em São Paulo lançam amanhã (27) uma linha de crédito habitacional para 12 mil famílias assentadas no Estado.
De acordo com a informação da Secretaria de Imprensa do Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da solenidade no assentamento Nossa Senhora Aparecida, no município de Castilho.As famílias poderão usar financiamento de R$ 9 mil a R$ 17 mil para instalar cisternas e construir ou reformar casas. O assentado terá acesso à linha por meio da Carta de Crédito Individual – FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou pelo programa Aquisição de Material de Construção.O total de recursos da linha é de R$ 250 milhões. O Incra informou que as famílias já utilizavam outro programa do órgão, o Crédito Instalação, para financiamento habitacional e compra de ferramentas, de animais e insumos. A nova linha vai ampliar essas ações.

As informações são da Agência Brasil.
PALOCCI HOMEM SÉRIO.
O Minstro Palocci saiu ileso da CPI do Fim Mundo vulgo CPI do Bingo.Ele deu todas as respostas a oposiçõa raivosa e virulenta, que ficando constrangida começou a tecer elogios e cumprimentos ao ministro Palocci, pela sua condução da política econômica e pelo seu comportamento pessoal. Não tiveram a minima chance de envolver o ministro Palocci em nenhuma das maracutais de Buratti,Polleto, dólar de Cuba, alias fantasia essa do fim do mundo.A Bolsa não caiu, ninguém com dois neurônios deram importância para essas acusações infundadas, e como disse o ministro, acusações tão velhas já estão até caducas.
ESSES SÃO UNS DOS MOTIVOS PARA REELEGER LULA
26/01/2006 - 09h45
Desemprego é o menor em quase 4 anos e renda sobe, diz IBGE
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JANAINA LAGE
da Folha Online, no Rio
A taxa de desemprego de seis regiões metropolitanas do país recuou de 9,6% para para 8,3% em dezembro, o menor marca já verificada na nova Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em março de 2002. Além disso, a renda do trabalhador subiu 2% no ano passado.Já o contingente de pessoas desocupadas nas seis regiões metropolitanas foi estimado em 1,8 milhão, uma queda de 13,6% em relação ao mês anterior. Trata-se da primeira vez que esse número cai abaixo de 2 milhões.No entanto, a população ocupada não se alterou em relação a novembro e somou 20,2 milhões de pessoas. O dado mostra que a queda do desemprego deve-se mais à saída de pessoas do mercado de trabalho do que à criação de novas vagas.Depois de um 2004 promissor, com redução significativa da taxa de desemprego, o mercado de trabalho patinou ao longo de 2005, mas se recuperou no final do ano. A taxa média de desemprego no ano passado foi de 9,8%, contra 11,5% em 2004.Segundo Marcelo de Ávila, economista do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão ligado ao Ministério do Planejamento, existiam dúvidas quanto ao ritmo de queda da taxa em dezembro. Historicamente, ele aponta que a redução era da ordem de 1 ponto percentual.Antes de ser influenciada pelo "efeito fim de ano" a taxa de desemprego permaneceu estatisticamente estável por seis meses seguidos, de junho a novembro. Fatores como a taxa de juros elevada, carga tributária e crise política minaram o ânimo do empresariado. O mercado de trabalho sofreu ainda com a desaceleração da economia no terceiro trimestre, quando o PIB (Produto Interno Bruto) recuou 1,2%.Entre as seis regiões pesquisadas, três apresentaram queda na taxa de desocupação: Belo Horizonte (de 8,2% para 7%), Rio de Janeiro (de 7,7% para 6,8%) e São Paulo (9,7% para 7,8%). Em Porto Alegre, Recife e Salvador houve estabilidade.RendaA renda do trabalhador acompanhou o movimento de recuperação do mercado de trabalho em dezembro e subiu de R$ 978,07 em novembro para R$ 995,40 em dezembro, uma alta de 1,8%. Em relação a dezembro de 2004 houve alta de 5,8%.O rendimento médio de 2005 teve alta de 2% em relação ao ano anterior. Segundo o IBGE, o rendimento mais baixo da série foi registrado em 2004.

FALAM EM RISCO SERRA, O CORRETO É O RISCO PSDB
O PSDB abriga todos aqueles que em 8 anos de governo FHC, acabaram com o Brasil. PSDB é o partido das maracutaias, é o partido da truculência, é o partido que criou e usou o valérioduto, usou dinheiro das estatais, fez compra de votos para a reeleição de FHC em 1998. PSDB abriga Serra o mentiroso, disse na campanha de prefeito que não aumentaria as tarifas de ônibus, mentiu, foi seu primeiro ato assim que eleito prefeito de SP. Dizia na campanha que cuidaria das pessoas, mentiu, o que ele fez foi criar rampas antimendigos nas áreas nobres da cidade, não cuidou das pessoas carentes e necessitadas, cuidou da elite, cuidou para que a elite não veja a miséria que é uma visão desagradável, feia. A elite precisa imaginar que SP toda é como as vitrines e os corredores do Shopping Iguatemi, cheia de gente bonita e saudável, e de objetos de consumo belíssimos, luxuosos, e caros. Se o PSDB por uma grande desgraça do povo brasileiro voltar ao poder, FHC estará de volta como ministro, dizem por ai que seria Ministro da Fazenda. Desemprego, falências, a volta do FMI, a volta dos juros estratosféricos, fim dos programas sociais, a volta dos 54 milhões de miseráveis. fim do PROUNI, volta das privatizações escusas, volta desvios de verbas, fim da recuperação das estradas brasileiras, volta da epidemia de dengue, volta do apagão, o caos estaria de volta em nosso país, esse é o risco PSDB. Serra faz parte desse risco , além de ser um grande mentiroso, pois ele assumiu um compromisso por escrito que não abandonaria a prefeitura de SP para ser candidato nas mãos do risco Kassab, que foi Secretário de Finanças de Pitta e aumentou o seu patrimônio em mais de 300% em 18 messes. Serra, Alckmin, FHC e todos do PSDB já provaram que não tem compromisso com o Brasil, e muito menos com o povo brasileiro, já provaram que não tem a mínima competência para governar o país, PSDB se alinha com o PFL que representa o pensamento e ações mais retrógradas e antidemocráticas na política do país.
O compromisso que Serra assinou, está no blog do Josias de Souza

25 janeiro 2006

Lula aumenta mínimo para R$ 350 em abril

O presidente aceitou proposta das centrais sindicais e elevará o mínimo a R$ 350, um aumento real de 12,07%; é o maior poder de compra desde 1979
ROSA S. DOS SANTOS MULHER DE CORAGEM


24/01/2006 - Mulher acusa ACM de ter colaborado com tortura na ditadura

O senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) foi acusado nesta terça-feira (24), pela desempregada Rosa Simiano dos Santos, de ter colaborado com o regime militar e com os torturadores daquele período.
Durante o depoimento do médico-legista Paulo Vasques à CPI dos Bingos, Rosa abordou o senador na saída do plenário e o acusou de ser um dos "mentores da ditadura militar".Inicialmente, ele se aproximou dela sorrindo, imaginado tratar-se de uma eleitora, e ameaçou abraçá-la. Neste momento, ela se apresentou como filha de Antônio Pereira da Silva, que, segundo ela, foi torturado pela ditadura, e disse que deveria ser apresentado um dossiê contra ACM.O senador indagou: "Eu?". "Sim, o senhor. O senhor é responsável pela tortura no período da ditadura. Responsável pela morte do meu pai", respondeu a desempregada. O senador revidou a acusação com xingamentos."Causa espanto o ACM ficar indignado com fotos de tortura. Basta falar com a família de alguma vitima da ditadura ou ver alguma imagem do período que ele ajudou a construir", disse Rosa aos jornalistas.Durante a sessão, o legista havia apresentado fotos da autópsia feita no prefeito de Santo André Celso Daniel, assassinado em janeiro de 2002. Na época dos regimes militares, ACM destacou-se como importante quadro político da extinta Arena, partido que deu apoio total à ditadura.
Com informações da Folha Online.


24/01/2006 - Ibope: Lula sobe, avaliação do governo melhora e PT é o preferido do eleitorado

Embora tenha seguido rigorosamente o mesmo padrão de levantamentos anteriores, a divulgação da última pesquisa Ibope, com enfoque principal nas eleições presidenciais, acabou naufragando num mar de confusões e omissões.

Pegos de surpresa com a inesperada recuperação do presidente Lula – que muitos tinham como morto e enterrado - os meios de comunicação perderam-se completamente na hora de mostrar os números aos seus leitores, ouvintes e telespectadores.

O que a imprensa procurou esconder, dando pouco destaque ou simplesmente ignorando, está disponível com todos os detalhes no site do Ibope (
www.ibope.com.br).

Além de mostrar que Lula continua vivo na briga pela reeleição, a pesquisa revela que melhorou a aprovação de seu governo e que o Partido dos Trabalhadores continua, após oito meses de pancadaria generalizada, tendo a preferência do eleitorado brasileiro, bem à frente dos demais.

O levantamento também quis saber a opinião dos eleitores sobre o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco, cujos resultados foram igualmente ignorados pelos jornais.

O Ibope ouviu 2.002 eleitores em 143 municípios brasileiros, entre os dias 12 e 16 de janeiro. Veja a seguir os principais números da pesquisa:

Preferência partidária
O instituto preparou duas questões para saber qual era a preferência partidária dos pesquisados. Na primeira, pediu que a pessoa indicasse apenas um partido. O PT aparece em primeiro, com 26%, seguido do PMDB com 15% e do PSDB com 8%. Na seqüência vêm PDT, PTB e PFL, todos com 5%.

No detalhamento por faixa salarial, a preferência pelo PT se mantém em quatro categorias: até 1 salário mínimo (24%), entre 1 e 2 (28%), entre 2 e 5 (27%) e entre 5 e 10 (26%). Na faixa dos cidadãos mais abastados, acima de 10 salários mínimos, o preferido é o PSDB, com 28%. Neste caso, o PT vem em segundo, com 16%.

Na outra simulação, o Ibope pediu que o entrevistado indicasse três partidos de sua preferência. Neste caso, o PT aparece em 35% das respostas, seguido pelo PMDB, com 28% e, bem atrás, o PSDB, com 16%. Na seqüência vêm PDT (13%), PTB (13%) e PFL (12%).

Governo Lula
A pesquisa de janeiro também mostra grande recuperação do governo Lula em relação ao levantamento feito pelo instituto em dezembro. No último mês do ano passado, 42% aprovavam o governo e 52% desaprovavam. Agora, as posições se inverteram: 49% aprovam e 44% desaprovam, ou seja, o índice positivo subiu sete pontos percentuais e o negativo caiu oito pontos.

O mesmo ocorreu com a avaliação do governo. Em dezembro, a administração Lula tinha 29% de ótimo/bom, 32% de regular e 32% de ruim/péssimo. Em janeiro, a avaliação de ótimo/bom subiu para 33% e a de ruim/péssimo caiu para 27%. O índice regular variou para cima: 39%.

Eleições
Além das simulações para o primeiro turno, nas quais Lula aparece na frente de todos os 10 candidatos colocados, em sete cenários diferentes, a pesquisa apontou boa recuperação do presidente num eventual segundo turno, sobretudo em relação ao tucano José Serra, que hoje seria seu principal adversário.

Em dezembro, Serra sairia na frente no primeiro turno, com 37% contra 31% de Lula. Agora Lula tem 35% e Serra 31%. A principal modificação, porém, está no cenário de segundo turno, em que o petista baixou para apenas três pontos percentuais uma diferença que era de 13 pontos.

O levantamento do final do ano passado colocava Serra com 48% no segundo turno, e Lula com 35%. Agora o presidente tem 42% e o prefeito de São Paulo aparece com 45%. A diferença indica empate técnico, já que a margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Já no cenário em que Geraldo Alckmin aparece como candidato tucano no segundo turno, Lula vence por larga vantagem: 48% a 35%. Contra Anthony Garotinho (PMDB), o petista venceria por 49% a 30%.

São Francisco
Por fim, o Ibope quis saber o que pensam os eleitores do Nordeste e de Minas Gerais sobre o projeto de interligação do Rio São Francisco, que tem por objetivo levar água ao semi-árido nordestino, beneficiando, segundo o governo, 12 milhões de pessoas.

No geral, o resultado foi apertado: 46% são a favor da obra e 43% são contra. No Nordeste, o índice dos que aprovam sobe para 48%, sendo que 40% desaprovam. Em Minas, ao contrário, 49% são contra e 41% são a favor.

Há, entanto, uma clara divisão de opiniões entre os mais pobres e os mais abastados. A interligação é aprovada por 52% dos entrevistados que ganham até 1 salário mínimo. Nessa faixa, só 37% são contra. Essa proporção se inverte entre os eleitores com renda superior a 10 salários: 65% são contra e 26% são a favor.

Para ler a íntegra da pesquisa,
clique aqui.

Obras em 15 aeroportos geram 50 mil empregos

Para modernizar a infra-estrutura aeroportuária do Brasil, o governo federal já promoveu, em 36 meses, 19 grandes obras em 15 aeroportos. As melhorias incluem construção de pista de pouso e decolagem, ampliação e reforma de terminais de passageiros, ampliação de estacionamentos, implantação de pontes de embarque e de novos pátios para aeronaves, entre outros, que estão gerando 50 mil empregos diretos e indiretos. As obras estão permitindo o aumento da capacidade dos aeroportos para receber passageiros, bem como para o transporte de cargas. Atualmente, nos 66 aeroportos administrados pela Infraero, passam 100 milhões de passageiros por ano, o que corresponde a 97% do movimento aéreo regular no Brasil.
Em 2005, foram finalizadas cinco obras. Uma delas, inaugurada no final de dezembro, foi a construção de segunda pista de pouso de decolagem do Aeroporto Internacional de Brasília. A pista, com 3.300 metros, vai descongestionar o tráfego aéreo local que com freqüência ocasiona espera para pousos e decolagens. Houve ainda ganhos para o meio ambiente por causa das medidas de compensação ambiental em decorrência da obra adotadas pela Infraero, como a construção do borboletário no zoológico da capital.
Outra importante obra entregue no ano passado, foi a instalação de mais quatro pontes de embarque no Aeroporto de Congonhas (SP) e o início da operação do edifício-garagem, que no início de 2006 já terá capacidade para 3.400 vagas. Também já está funcionando desde setembro o novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Maceió. O local, com o triplo do tamanho em relação o antigo terminal, comporta agora 1,2 milhão de passageiros por ano. Antes da reforma, o limite era de 650 mil. Além disso, em agosto de 2005, a Infraero inaugurou a reforma e modernização do Aeroporto de Uberlândia (MG), que engloba o novo terminal de passageiros ampliando a capacidade de 175 mil para 550 mil passageiros por ano.
Estão em andamento sete obras, como a do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o maior do país em movimento de passageiros com 100 mil/dia. A Infraero está promovendo a implantação, adequação, ampliação e revitalização do sistema de macro-drenagem. O término está previsto para o próximo ano. No Aeroporto Santos-Dumont, no Rio, as obras incluem a reforma e ampliação do terminal de passageiros e do sistema de pistas e pátios. Apesar da transferência dos vôos nacionais deste aeroporto para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, em agosto de 2004, o Santos- Dumont continua a operar acima da sua capacidade. Até novembro de 2005, foram 3,2 milhões de passageiros embarcados e desembarcados. A capacidade atual é para 1,8 milhões de passageiros por ano. A Infraero pretende dotar a cidade do Rio de Janeiro de um moderno aeroporto central, capaz de atender até 8,5 milhões de passageiros por ano com conforto e segurança. Estão sendo feitas melhorias ainda nos aeroportos de João Pessoa, Goiânia, Vitória, Cuiabá e Macapá.
Obras inauguradas
Segundo a Infraero, foram 19 grandes obras de melhorias em aeroportos entregues em todas as regiões do país e gerados mais de 50 mil empregos diretos e indiretos. Desde 2003, foram inauguradas melhorias nos aeroportos de:
Campinas, Campina Grande, Joinville, Manaus, Porto Velho, Petrolina, Recife, Santos-Dumont (RJ), Congonhas (SP), Brasília, Navegantes, Macaé, Guarulhos, Uberlândia e Maceió.

24 janeiro 2006

24/01/2006 - Leia balanço da bancada do PT sobre gestão de José Serra em São Paulo

Em nota divulgada na sexta-feria (20), a Bancada do PT na Câmara Municipal fez um balanço do primeiro ano da administração José Serra (PSDB). Assinado pelo líder João Antônio, o documento mostra que o prefeito quase nada fez do que prometeu, ocupou-se ora em atacar a gestão passada ou então alimentar seus planos eleitorais para 2006, e o pouco que realizou foi dar prosseguimento a obras e programas implantados pelo governo Marta Suplicy. Leia abaixo a íntegra da nota:
Administração Serra: um ano decepcionante
É possível dividir em dois momentos o primeiro ano da administração José Serra (PSDB) à frente da cidade de São Paulo. No primeiro, ele não tirou os olhos do retrovisor e gastou boa parte do seu tempo e energia para criticar sua antecessora alegando que assumiu a prefeitura sucateada. Foi a forma que encontrou para encobrir a inoperância do seu governo, que pouco fez pela cidade. Mas a desculpa esfarrapada caiu no vazio após o Tribunal de Contas do Município aprovar a prestação de contas da gestão Marta Suplicy.
Na fase seguinte, Serra finalmente passou a olhar para frente, mas não para se ocupar do destino da maior cidade do país e, sim, para alimentar a onda em torno da sua possível candidatura a presidente da República em 2006, horizonte que tem norteado suas ações.
A esta altura do ano, os paulistanos perguntam: qual é a marca da administração do PSDB? Passado um quarto do mandato do governo empossado em janeiro, qual é a proposta administrativa da gestão tucana?
Conferindo o programa de governo que Serra discretamente distribuiu na campanha eleitoral, fica claro que ele pouco ou nada fez do muito que prometeu. Na Educação, por exemplo, escreveu que iria “manter todos os CEUs, melhorando seu funcionamento”, mas a verdade é que os equipamentos tiveram suas atividades reduzidas, com sérios prejuízos aos usuários. Em Habitação, o tucano prometeu “acelerar a regularização de lotes e loteamentos irregulares em áreas adequadas, priorizar a urbanização de favelas e bairros precários, e promover o reassentamento das famílias que vivem em áreas de risco”. Mas a prática de Serra foi reduzir as verbas para o setor.
Além disto, a gestão Marta havia deixado recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento para uma profunda intervenção do poder público no centro da cidade, inclusive com ações na área de moradia. O prefeito não utilizou os valores e, numa atitude deplorada pela sociedade, adotou uma ação higienista para tirar os moradores de rua da região, indo na contramão da boa política de inclusão social dos mais pobres.
Na Saúde, disse que iria “distribuir remédios gratuitamente nos 400 postos de saúde e enviá-los pelo correio ou por motoboys”. Até agora também nada e, pior, suspendeu o programa de distribuição de remédios em casa iniciado por Marta. E sequer apresentou algum projeto para “construir hospitais de bairro, unidades de pequeno porte, com 50 leitos”, como consta do programa. Em Transporte, além de não melhorar o sistema, permitiu que o serviço fosse sucateado, com redução da frota e aumento do número de passageiros por ônibus. Serra havia prometido “atuar com o governo do estado na expansão das linhas do Metrô e apoiar a continuação do Rodoanel”, mas no orçamento de 2006 reservou apenas R$ 1 mil para cada um destes projetos.
O fato é que, além da ausência de planejamento consistente, com idéias novas e positivas em benefício dos que vivem em São Paulo, a administração do PSDB caracteriza-se pelo centralismo autoritário. Extinguiu coordenadorias e restringiu o orçamento das subprefeituras, acabou com as formas de participação popular (Orçamento Participativo) na condução da cidade e governa por decreto (sete deles flagrantemente ilegais), passando por cima da Câmara Municipal e sem ouvir a sociedade. E quando fala em administrar a cidade através de parcerias, quer entregar a gestão de hospitais e pronto-socorros para entidades privadas, que ainda receberão recursos do Tesouro Municipal para gastarem livremente, ignorando os princípios da impessoalidade e da moralidade que norteiam o serviço público.
É um governo que ao mesmo tempo em que dá calote nos fornecedores, alegando falta de recursos para pagá-los, junta dinheiro em caixa e deve virar o ano com cerca de R$ 1 bilhão “dormindo” nos bancos amigos sem proporcionar benefícios concretos para a cidade. O dinheiro está sendo poupado para ser torrado em obras no ano eleitoral de 2006. E o que faz o dinheiro sobrar não tem nada a ver com gestão eficiente: é baixo investimento em obras e serviços. Até a semana passada, menos de 50% dos R$ 1,5 bilhão previstos no orçamento de 2005 para investimentos haviam sido gastos.
O fato é que o que de melhor fez o atual ocupante da prefeitura foi continuar obras e programas (nem todos, infelizmente!) da administração do PT. Se isto é positivo de um lado, do outro só confirma que Serra não tinha na eleição um projeto verdadeiro e próprio para melhorar nossa cidade. Outubro de 2004 foi um trampolim para seu projeto pessoal de concorrer à presidência novamente, como deixam evidentes as viagens eleitorais que vem fazendo por alguns estados. Gesto típico de candidato foi o de oferecer, no apagar das luzes do presente ano, um abono para os servidores (e pegou carona no projeto para tentar camuflar o reajuste salarial de apenas 0,1% que concedeu ao funcionalismo).
Depois de tanto criticar vários programas implantados pelo PT, Serra passou a admitir publicamente a importância deles. O prefeito reconheceu o papel pedagógico dos Centros Educacionais Unificados (que propiciam educação com cultura, esporte e informática nas regiões mais pobres, quebrando o ciclo de reprodução da exclusão social) e anunciou recentemente a construção de cinco novos CEUs no ano que vem, embora tenha destinado valor insuficiente no orçamento de 2006.
Além disso, escolas e obras que vem anunciando com alarde como seus “feitos” foram licitadas ou iniciadas no governo do PT. É o caso das 15 escolas de alvenaria que substituíram as de “latinhas” deixadas por Celso Pitta, os hospitais municipais de Cidade Tiradentes (Zona Leste) e do M’Boi Mirim (Zona Sul), a ampliação da avenida Jacu-Pêssego, entre outros projetos.
Afinal, qual a proposta de Serra para a cidade de São Paulo? A conclusão é que esta é uma gestão sem marca própria, que só apresenta avanços naquilo que herdou e deu prosseguimento da administração passada. Fora isto, caracteriza-se por querer implementar um processo de desmonte de políticas públicas na cidade de São Paulo, especialmente na saúde. A Bancada do PT age para barrar e reverter esse retrocesso na Prefeitura, lutando, como oposição séria e responsável, para que a situação melhore e possamos ampliar as conquistas da população e o interesse público.
Ver João Antonio Líder da Bancada PT/SP Câmara Municipal de São Paulo
A informação é do www.ptdm-sp.org.b
24/01/2006 - Pesquisa mostra PT como favorito dos mineiros

Pesquisa do Instituto Datatempo, divulgada no último dia 10 pelo jornal O Tempo, revelou que o PT se mantém como o partido mais apreciado pelos mineiros. Com 19% de aprovação entre os entrevistados, o PT, se manteve à frente de outras legendas como o PMDB, PSDB, PFL e PV que seguiram com 11%, 10%, 3% e 1% respectivamente.

Para o presidente do PT-MG, Nilmário Miranda, o resultado da pesquisa mostra que o PT conseguiu se recuperar do desgaste, causado pela campanha de difamação deflagrada pela oposição. “É um reconhecimento pelas mudanças feitas pelo partido, como a eleição da nova direção, e também mostra que o PT reafirma o seu compromisso com a ética e justiça social, um postura compreendida pela população mineira”, diz.

Um dado constatado durante o levantamento dos dados, mas que confirma outras pesquisas realizadas sobre o perfil do eleitor, é o desinteresse de muitos com a política no país. 43% dos entrevistados se mostraram indiferentes quando perguntados sobre qual o partido de preferência.

Nilmário lamenta esta constatação da pesquisa e aponta a educação como único caminho para reverter o quadro. “Infelizmente é um retrato histórico de nosso povo, algo que já estamos tentando mudar com mais investimentos na educação”, diz se referindo aos investimentos do Governo Lula na área educacional.

As informações são do www.ptmg.org.br
BRASIL UM PAÍS DE TODOS.


23/01/2006 - Governo espera atender todas as famílias brasileiras abaixo da linha da pobreza

O governo federal espera atender até o final de 2006, por meio dos programas sociais, todas as famílias que estejam na linha da pobreza ou abaixo dela. A meta foi reafirmada hoje (23) pelo ministro do Desenvolvimento Social de Combate a Fome, Patrus Ananias. Segundo ele, pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizadas em 2000 mostravam que existiam, no Brasil, 11,2 milhões de famílias em situação de pobreza. O ministro contou que os dados atualizados ainda estão em elaboração. "Hoje, nós já atendemos a 8,7 milhões de família e a determinação do presidente Lula é que nós estejamos até o final de 2006 ou até mesmo antes atendendo a essas famílias que ainda não foram atendidas".Patrus Ananias está visitando cidades do interior de São Paulo para acompanhar a execução dos programas sociais que recebem recursos do governo federal.
Hoje (23) ele assinou convênio com a prefeitura para ampliação do Banco de Alimentos da Cidade. Amanhã, ele segue para Sumaré e Rio Claro, cidades do interior de SP.Em Campinas, o MDS investiu R$ 37,9 milhões ao longo de 2005 com programas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar, atendendo 72,7 mil pessoas.
Na região, que engloba mais 18 municípios, o total de recursos soma R$ 101,3 milhões, beneficiando 214,3 mil pessoas. Atualmente, o Bolsa Família está presente em 11,3 mil lares da cidade e 37,2 mil famílias da região.
As informações são da Agência Brasil.

23 janeiro 2006

23/01/2006 - Istoé mente sobre pesquisa, causa confusões na mídia e "promove" Garotinho


Quem assistia ao Jornal da Globo nesta sexta-feira, dia 20, foi surpreendido com a notícia de que a revista IstoÉ mentiu. A publicação, no dia anterior, havia dito que somente investigara o primeiro turno das eleições presidenciais. Mas o telejornal abriu a matéria com afirmação de que "ao contrário do que informou ontem a revista IstoÉ, o Ibope fez, sim, simulações de segundo turno na pesquisa de intenção de voto à presidência da República".
A mentira causou confusão na mídia, pois induziu jornais e revistas à maior "barrigada", que no jargão jornalístico refere-se a uma notícia publicada por órgão de imprensa e posteriormente desmentida pelos fatos. Os resultados da pesquisa e o questionário aplicado pelos pesquisadores estão disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde o início da semana passada. A pesquisa foi registrada no dia 13 de janeiro e bastava uma simples solicitação ao TSE para obtê-la. Para não utilizar adjetivos mais pesados, somente classificando como primária a mentira imposta pela revista IstoÉ, uma vez que os dados são públicos.
Os dados divulgados na última quinta-feira, pelo Jornal Nacional traziam apenas cenários de primeiro turno, cujos números mostravam Lula de volta à liderança do primeiro turno. De acordo com o JN, "a revista "Isto É" informou que não encomendou simulações para o segundo turno. E esclareceu ainda que, em virtude da mudança dos nomes testados, também não foi feita a evolução do desempenho dos candidatos".
Neste sábado, até mesmo a colunista Tereza Cruvinel no jornal O Globo declara que "a pesquisa feita para a revista "IstoÉ" não fez simulações de segundo turno nem seria correto, metodologicamente falando, compará-la com pesquisas que constituem séries histórias, como a CNI-Ibope ou a CNT-Sensus". Embora correta, o fato é que, caso tivesse os dados em mãos, a colunista provavelmente, ainda que com ressalvas, arriscaria-se a algum tipo de comparação. A análise do desempenho dos candidatos nas últimas pesquisas foi realizada por jornais e revistas que optaram por revelar a farsa da IstoÉ. É o caso do Jornal da Globo, O Estado de São Paulo e a revista Veja, para citar alguns. No entanto, a Folha de S.Paulo e o jornal O Globo deste sábado não deram sequer uma linha sobre o assunto.
O que a Editora Três, que edita a IstoÉ, escondeu é que o Ibope constatou num dos cenários propostos entre Lula e Serra: as intenções de voto em Lula no segundo turno aumentaram. Em dezembro, ele tinha 35% dos votos e hoje está com cerca de 42%. Já José Serra, que em dezembro tinha 48%, caiu para algo em torno de 45%. Os dois estão tecnicamente empatados, no limite da margem de erro de 2% para mais ou para menos. Votos nulos e em branco eram 12%. Agora são 9%. Não sabem e não opinaram, 4% em dezembro contra 3% em janeiro. Nas demais simulações Lula, aliás, ganha de todos os outros candidatos no segundo escrutínio.
PT e Lula do mesmo tamanho
Mas omissão não fica somente na conta da IstoÉ. O próprio Jornal Nacional optou pela divulgação somente dos dados do primeiro turno, quando já possuía os resultados sobre a preferência partidária. O PT mantém a liderança nas indicações dos brasileiros com 35%; seguido pelo PMDB 28%; PSDB 16%; PTB 13%; PDT 13%; e o PFL com 12%. O Ibope apresentou uma lista dos principais partidos e quis saber se o eleitor teria simpatia ou preferência por algum deles. Ainda que o resultado possa estar, de acordo com algumas análises, um pouco inflado, pois o entrevistado pôde escolher até três legendas, o fato é que houve uma clara opção do Jornal Nacional pela não divulgação.
De qualquer maneira, o interessante é que a pesquisa mostra que a preferência pelo PT, mesmo "sangrando" durante meses, é praticamente do mesmo tamanho que a intenção de votos do Lula, que oscila entre 38% e 35% nos setes cenários do primeiro turno, pesquisados pela revista IstoÉ.
Na medida para Garotinho
A nova edição da revista IstoÉ, que chega às bancas neste sábado, mantém a manipulação e apresenta somente os resultados da simulação do primeiro turno das eleições, com a seguinte chamada: Lula sai na frente, Serra mantém favoritismo no PSDB, Alckmin não decola e Garotinho se consolida como nome do PMDB ao Planalto.
Desta maneira, a revista incide diretamente na disputa dos partidos. Não registra o crescimento de Lula. Na peleja interna do PSDB, dá uma ducha de água fria na candidatura de Geraldo Alckmin. E no PMDB tira Germano Rigotto do páreo, "consolidando" Anthony Garotinho.
Caso tivesse divulgado o segundo turno, a chamada teria que ser bem diferente, pois Garotinho não está com esta bola toda. Lula tem 48% das intenções de voto contra 35% de Alckmin. Ganha de Garotinho por 49% a 30%. Nas outras simulações, Garotinho enfrenta os tucanos. Serra venceria o ex-governador (54% a 26%). Alckmin, com 37%, ficaria em empate técnico com o peemedebista.
Portanto, a matéria é feita sobre medida para o ex-governador do Rio de Janeiro, que neste momento luta pela indicação de seu nome como o candidato do PMDB nas próximas eleições. Aparecer bem posicionado o ajuda nas articulações. Por outro lado, a omissão dos resultados do segundo turno esconde o bom desempenho de Lula nas intenções de voto e enfraquece uma ala dentro do PMDB que defende aliança com o PT. A Folha de S.Paulo deste sábado garante que Lula ofereceu ao PMDB a vaga de vice na sua chapa à presidência. O anúncio teria sido feito, segundo o jornal, num jantar com a bancada peemdebista no Senado.
Outro fato também chama atenção e corrobora a tese de que a pesquisa é o número do sapato de Garotinho. Segundo a jornalista Mariana Caetano, no jornal O Estado de S.Paulo deste sábado 21, o questionário aplicado, sem menção na IstoÉ, cuja íntegra o jornal teve acesso, inclui perguntas como "Qual seria a principal ação que Garotinho poderia ter e que faria o (a) sr. (a) pensar em votar nele para presidente?" Na lista, estão ações como "mostrar que é a favor dos pobres" e "não misturar religião com política", entre outras. Garotinho é evangélico. As perguntas incluem uma avaliação sobre as características atribuídas ao ex-governador do Rio – competência, honestidade, autoridade – e a opção religiosa do entrevistado."
A matéria diz ainda que, "de acordo com a diretora-executiva do Ibope, Márcia Cavallari, o teor do questionário foi definido por orientação da Editora Três, que teria informado que faria perguntas temáticas, por candidato, em novas sondagens. Não há nenhum outro levantamento encomendado pela empresa. Márcia não soube dizer quem representou a editora na assinatura do contrato. A pesquisa foi faturada pela Editora Três, a um custo de R$ 126 mil".
Mesmo diante de uma armação, os telejornais e as demais publicações foram contidos na crítica à Editora Três/ IstoÉ. Palavras como mentira e manipulação não costumam fazer parte do vocabulário da mídia quando se trata de uma auto-análise. Ah! O santo oligopólio.

Rosana Ramos, jornalista
Em 2005 o PT ganhou 30 mil novos militantes

Em 2005, o ano do maior ataque da direita ao PT, mais de 30 mil pessoas se filiaram ao partido. Em dezembro de 2004 o PT tinha 835 mil associados. Encerrou o ano de 2005 com 866 mil associados. A informação foi prestada pelo presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, em entrevista à revista Época. Com este dado ele aposta que o PT vai mobilizar a militância nas próximas eleições muito mais do que conseguiu em 2002. "A crise, agora, mostrou que, quando precisa, a militância vai à ação para defender o partido. Foi o que ocorreu na eleição interna do PT com a participação de 314 mil pessoas. Nenhum outro partido tem esse exército. O pessoal está consciente dos problemas, mas sabe que a história do partido é outra. A chave de nossa vitória em 2006 será mobilizar a militância. E ainda existe gente que não foi votar, militantes que não são filiados e filiações que eu recebi depois de setembro", afirmou.
Para que não paire nenhuma dúvida quantas famílias foram assentadas, para que não digam que o governo Lula está "inflando" os numeros de assentados com a reforma agrária:


Governo divulga lista com nomes de assentados
O governo Lula deverá anunciar hoje que ultrapassou em 10,9% a meta de famílias assentadas prevista para 2005 no programa de reforma agrária.Segundo balanço do Ministério do Desenvolvimento Agrário ao qual a Folha teve acesso, foram assentadas 127.506 famílias em 2005 -a meta era de 115 mil.Segundo o balanço que deverá ser divulgado hoje, o ministério vai distribuir "aos movimentos sociais" uma lista com "os nomes dos assentados com RG e CPF por região, Estado, município e projeto de assentamento".O ministério diz que a medida demonstra que não há "ocultamento" de possível duplicidade de nomes na relação dos beneficiários da reforma agrária."[A divulgação da lista] era uma reivindicação dos movimentos que não era atendida pelo governo anterior. Se houver equívoco, poderá ser amplamente verificado e corrigido", diz o texto que acompanha o balanço.




Porque o presidente Lula vai se reeleger em 2006?

Isso é simples de responder.

Há os que dizem que ele se reelege porque combate a miséria, pobreza, fome do povo que fazia parte dos excluídos do país.
Há os dizem que ele se reelege porque criou o PROUNI, maior programa educacional já feito que coloca jovens carentes nas universidades.
Há os que dizem que ele se reelege porque criou o Crédito Consignado, que devolveu dignidade ao cidadão trabalhador e aposentado que necessita de empréstimos bancários, com juros baixo que variam em 1,5% a 2,8 % ao mês.
Há os que dizem que ele se reelege porque combate a corrupção, como nunca foi feito no país nos governos anteriores.
Há os que dizem que ele se reelege porque disse com muita responsabilidade, pagando adiantada a divida , sem crise, "Fora FMI".Há os que dizem que ele se reelege porque está recuperando as estradas brasileiras, abandonadas desde 1999 pelos governos anteriores.
Há os que dizem que ele se reelege porque tem recordes nas exportações.
Há os que dizem que ele se reelege porque os alimentos estão muito mais baratos, as pessoas estão comprando mais e com qualidade.
Há os que dizem que ele se reelege porque deu aumento real ao salário mínimo.
Há os que dizem que ele se reelege porque diminuiu muito o desemprego, Lula criou em três anos 4,6 vezes mais empregos que FHC em 8 anos.
Há os que dizem que ele se reelege porque vai fazer a tão sonhada Transposição do Rio São Francisco, que vai levar água, desenvolvimento ao povo do semi árido nordestino.
Há os que dizem que ele se reelege porque não engavetou as CPIs, como fez FHC mesmo sabendo que elas são palanques da oposição contra o seu governo.
Há os que dizem que ele se reelege porque está controlando a inflação como mão de ferro.
Há os que dizem que ele se reelege porque está fazendo um páis de todos.

Por tudo isso que foi feito, e muito mais que está sendo feito pelo presidente Lula e pelo governo Lula, para o país e pelo povo brasileiro ele se reelege. O que vai ser definitivo para conduzir o presidente Lula a mais um mandato é o seu carisma, é a verdade de suas palavras ao povo brasileiro, quando ele fala :"Eu saio daqui feliz porque quando eu desci aqui e me deparei com a fisionomia de vocês, eu disse a mim mesmo: essa é a minha gente, porque essa é a minha cara. A minha cara não é a cara da Zona Sul, não é a cara da Avenida Paulista, a minha cara é a cara do povo sofrido deste país que clama por justiça”, o povo sabe que isso é verdade sente na pele, na alma e no bolso. Lula vai se reeleger porque o povo não tem medo de continuar a ser cada dia mais feliz.
Jussara Seixas