14 janeiro 2006

Obra do governo Alckmin, transformar a violência de SP maoir que do RJ. E ele pensa em ser presidente do Brasil, ele é sem noção!

Governo precisa investir na PolíciaPresidente da Associação dos Delegados da Polícia Civil de São Paulo afirma que o governo desmotiva a corporação. André de Rissio acredita que se medidas não forem tomadas com urgência, São Paulo se tornará o Rio de Janeiro.

http://jovempan.uol.com.br/
Está explicado o desespero da oposiçaõ feroz e virulenta. A avaliação do presidente Lula, e do governo Lula estão subindo.


13/01/2006 - Melhora avaliação do governo Lula, mostra pesquisa Pulso Brasil
Números de pesquisa mensal Pulso Brasil, do Ipsos Opinion, publicados na coluna Painel, da Folha de S.Paulo, e confirmados pelo blog do jornalista Alon Feuerwerker, apontam que, entre novembro e dezembro passados, aumentou de 32% para 36% o número de pessoas que consideram que o Brasil está no rumo certo.

Da mesma forma, as notas médias dadas ao governo Lula aumentaram de 4,91 para 5,13 no mesmo período.

Entre os que avaliam o governo Lula como “ótimo ou bom”, a porcentagem cresceu de 29% para 32%. A avaliação “regular” oscilou de 34% para 35%, e os que consideram a gestão “ruim ou péssima” caiu de 36% para 33%.

As publicações que anunciaram esses resultados não informaram qual a margem de erro da pesquisa

12 janeiro 2006

Durante meses a imprensa deu destaque para os depoimentos na CPI dos envolvidos no caso GTech, durante meses fez ilações sobre o ministro Dirceu e o ministro Palocci. Durante meses manipulando informações, distorcendo os fatos, deu destaque em manchetes de primeira pagina envolvendo os nomes do ministro Dirceu e Palocci. A CPI dos bingos após meses investigando, interrogando, e até fazendo ameaças aos depoentes como: ou fala o que queremos ouvir, ou sai daqui preso, para intimidar os depoentes e obriga- los de alguma forma envolver os nomes dos ministro Dirceu e o ministro Palocci, chegam a conclusão que eles não estavam envolvidos nas maracutaias de Buratti e Waldomiro. Eles foram inocentados de qualquer envolvimento com o ilícito. E agora quem irá vir a público para pedir desculpas por tantas calunias, ilações, ofensas, difamações contra os ministros?

11/01/2006 - CPI dos Bingos isenta Dirceu e Palocci
Concluído desde o final do ano passado, o relatório parcial da CPI dos Bingos que trata do caso GTech listará indícios de cobrança de propina na prorrogação do contrato entre a empresa e a Caixa Econômica Federal, mas isentará o ministro Antonio Palocci (Fazenda) e o ex-ministro José Dirceu de responsabilidade pelas negociações.O parecer, de autoria do senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), deveria ter sido apresentado no início de dezembro, mas foi adiado sob o argumento de que a proximidade do recesso retardaria a sua votação. Como a CPI só volta na próxima semana, Garibaldi marcou para quarta-feira (18) a nova data da leitura do parecer.No texto, Garibaldi apenas citará Dirceu (que ocupou a Casa Civil até metade do ano passado) e Palocci devido às respectivas relações pessoais com Waldomiro Diniz, ex-assessor da Casa Civil, e Rogério Buratti, ex-secretário de Palocci em sua primeira gestão em Ribeirão Preto (SP)."Eles são citados, mas sem nenhuma profundidade. Em relação a Palocci, foi dito que ele tomou conhecimento da proposta por meio do Buratti, mas o próprio Buratti provou que ele tinha recusado", disse Garibaldi. "Quanto a José Dirceu, não há citação que o comprometa. No caso da GTech, há um dos menores envolvimentos dele explicitamente."A conclusão da CPI é que há elementos que apontam a ocorrência de pagamento de propina no processo de prorrogação de um contrato de R$ 650 milhões, em 2003, entre a Caixa e a GTech, responsável por gerenciar loterias.Segundo a GTech, Buratti e Waldomiro pediram R$ 6 milhões para permitir o sucesso da negociação. Na versão de Buratti, a GTech ofereceu, por meio do ex-gerente de marketing Marcelo Rovai, até R$ 16 milhões.O parecer cita um trecho do depoimento de Buratti à CPI, em outubro: "[Rovai] Fez uma proposta de propina ao PT e eu levei ao Ralf [Barquete, ex-consultor da presidência da Caixa e ex-secretário de Palocci], que levou para o ministro e ele rejeitou".Seriam indícios de negociação de propina, conforme o relatório: a intensa troca de telefonemas entre os investigados no período da prorrogação do contrato, denúncias feitas por eles próprios e depósitos de R$ 5 milhões da GTech na conta da MM Consultoria, de Minas Gerais, no período das negociações. A CPI suspeita que a empresa funcionava como laranja.A responsabilidade recairá, segundo Garibaldi, à GTech e aos dirigente da Caixa. "Eu cheguei à conclusão de que há nesse episódio uma série de crimes, como tráfico de influência, formação de quadrilha, falsidade ideológica."As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
O meu amigo Julio me enviou este texto, simplesmente brilhante.
E AINDA QUEREM COMPARAR

Passei a vida toda lutando contra a Ditadura Militar e políticos da Arena; PDS; PFL; PSDB...Vivi a era FHC e vi o país ser posto à venda.
Vi Mais de 100 empresas públicas serem "privatizadas", sem que o produto da venda tenha sido utilizado em favor do País.Fiquei 8 anos sem nenhum centavo de reajuste salarial.
Vi colegas de trabalho, concordados, serem demitidos, através do malsinado RH 008.
Vi todo o processo de desmonte da Caixa para a privatização. A Petrobrás afundando a P36
Vi dezenas e dezenas de CPIs serem abortadas a custa de muita grana.
Vi o Procurador Geral da União ser chamado de Engavetador Geral da União.
Vi a Polícia Federal de mãos amarradas.
Vi o avanço da dengue, culpa do então ministro Serra, que demitiu seis mil mata-mosquitos.
Vi, só no estado do Rio de Janeiro 207.521 casos de dengue, com 63 óbitos.
Vi o FMI mandando e desmandando e os Governos dizendo amém.
Vi um país que gerou apenas 8 mil empregos mensais durante 08 longos anos.
Vi o país sendo entregue com a privatização das Teles e da CIA Vale do Rio Doce
Vi parlamentares recebendo 200 mil para votarem na emenda da reeleição.
Vi trabalhadores escravos.
Vi 19 trabalhadores sem terras serem massacrados em Eldorado dos Carajás.
Vi e vivi. Participei de dezenas de passeatas.
Vi o embaixador Celso Lafer tirar os sapatos em aeroportos americanos. Humilhação total....subserviência...
Vi figuras nebulosas como Luiz Carlos Mendonça,,André Lara Resende, Eduardo Jorge, Pérsio Árida,Luiz Estevão, Daniel Dantas,Ricardo Sérgio, mandando e desmandando no governo através de falcatruas e negociatas.
Vi o "pensamento único" do PSDB calando jornais; rádios e TVs.
Vi o caso Marka/FonteCindam Durante a desvalorização do real, os bancos foram socorridos pelo B.Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
Vi o B.C "doando" milhões de dólares para os banqueiros falidos salvarem suas peles,no famigerado PROER
Vi milhares de micros e pequenas empresas fechando suas portas para dar lugar aos importados pela paridade do dólar.
Vi o escândalo do SIVAM... A pasta Rosa, os grampos telefônicos, o apagão em 2001.
Agora que o Brasil gera mais de 100 mil empregos mensais; são quase 4 milhões de novos postos
Que as indústrias batem recordes de produção;
Que o comércio bate recordes de venda;
Que o país bate recordes de exportações;
Que dispensamos a tutela do FMI;
Que o banco onde trabalho contrata milhares de novos empregados concursados;
Que estamos entrando em período de deflação;
Que 09 milhões de famílias são atendidas pelos programas sociais do Governo;
Que a agricultura familiar está tendo acesso ao crédito;
Que as pequenas e micros empresas voltam a abrir portas;
Que a Polícia federal atua sem amarras e desbarata uma quadrilha atrás da outra, como nunca em toda a sua história;
Que o risco país atinge seu recorde histórico de 280 pontos. Ele chegou a mais de dois mil nos tempos de FHC
Que a fiscalização da Receita Federal está fazendo as grandes empresas e bancos recolherem impostos (tanto que a Receita federal também bate recordes de arrecadação);
Que a política externa é reconhecida, e que Lula torna-se a maior liderança dos países emergentes
Que o Ministério do trabalho fiscaliza as empresas (o FGTS também bate recordes históricos de arrecadação) e está erradicando o trabalho escravo no campo... Agora vem alguém me pedir para ir às ruas contra LULA e o governo popular ?!
Meu amigo: TÔ FORA!
Estou pronto para ir às ruas pedir investigação de quaisquer atos de corrupção praticados por quem quer que seja. Que a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e outras instituições sérias investiguem com total isenção, e que a Justiça puna exemplarmente todo aquele que tenha praticado irregularidade.Fazer o jogo e servir de instrumento de pessoas como ACM, Bornhausen, FHC, Arthur Virgilio, Álvaro Dias, Jefersons da vida e outros, que todos sabemos bem que são.JAMAIS!

Abraços,Um brasileiro que não tem medo de ser feliz !!!

11 janeiro 2006

GOVERNO LULA

Produção de veículos em 2005 supera expectativa e bate recorde histórico


O resultado acima do previsto reflete o bom desempenho de dezembro, quando foram produzidos 200.332 veículos, uma alta de 6% na comparação com o mesmo mês de 2004. Em relação a novembro, houve uma queda de 6%. As vendas de veículos também surpreenderam a Anfavea, com a comercialização de 183.642 unidades em dezembro. Foi o melhor dezembro da história.
Foi com muita tristeza que a Folha Online teve que dar essa notícia. A Folha de São Paulo como é explícito é tucana roxa. Será que a mídia e a oposição raivosa falaram que isso é uma ação populista e eleitoreira, como a de recuperar as rodovias do país, que os governadores dos estados abandonaram? Para os sem noção é polulismo dar condições para as pessoas trafegar com segurança nas rodovias, é populismo evitar que as pessoas morram em acidentes nas estradas, ou que seus veículos sejam danificados, é populismo favorecer o escoamento da produção do país, assim pensam os sem noção.
Jussara Seixas
BRASIL, SOBERANO DE FATO!
Precisou o Brasil ter um presidente vindo do povo, migrante nordestino, ex metalúrgico mas com muito amor ao país e ao povo brasileiro para termos um país soberano.
O Brasil com Lula presidente é um país de todos, o presidente Lula faz um governo aonde todas as classes sociais são beneficiadas. O trabalhador urbano e rural, estudantes, agricultores, pescadores, professores, banqueiros, industriais, empresários, comerciantes, fazendeiros, a donas de casa, e muito mais pessoas, profissionais, movimentos sociais, gente que fazem parte da gente deste imenso país. O presidente Lula não excluiu ninguém, brancos, negros, indios, deficientes físico, crianças, idosos, do pobre ao rico o governo Lula fez por todos, deu prioridade aos menos favorecidos, deu prioridade para quem não tinha nada, investiu muito no combate a miséria e a fome, investiu na educação, investiu na igualdade racial, combateu o trabalho infantil, o trabalho em regime de escravidão, como nunca tinha sido feito antes neste país. Os bons resultados foram a sensível diminuição da miséria, diminuição na desigualdade social, aumento do emprego formal, a renda está sendo melhor distribuída entre todos. Mas com todos esses números positivos do governo Lula, tem gente que vem com aquela conversa: é mas os bancos nunca lucraram tanto. Lucraram porque a economia ficou sólida, estabilizada, aumentou o investimento do capital estrangeiro, porque o Brasil recuperou a confiança e a credibilidade do investidor estrangeiro, porque muito mais pessoas hoje tem acesso aos serviços dos bancos, como contas, créditos, cartões de créditos, financiamentos para casa própria, financiamento de carros, financiamentos industriais e agrícolas, financiamentos pessoais e para compra de bens duráveis. Os bancos são instituições financeiras, quanto mais elas financiam mais elas ganham, o povo está comprando mais, financiando mais, investindo mais, então é óbvio que os lucros dos bancos aumentem. Ontem o Brasil do governo Lula se despediu do FMI, antecipando o pagamento da divida com o FMI, o Brasil lucrou U$ 900 milhões, e não somos mais refém do modelo econômico que foi imposto pelo FMI, que muito prejudicou o povo brasileiro. Agora temos a independência econômica no Brasil, e como disse o presidente Lula, um país só consegue ser independente quando caminha com as próprias pernas e consegue crescer de modo sólido com seus próprios recursos. Isso faz o povo brasileiro sentir muito orgulho de ser brasileiro, e orgulho maior de ter Lula como presidente do Brasil, com o seu governo fez este país soberano de fato.
Jussara Seixas

10 janeiro 2006

Tucano mata petista em Goiás

Rodrigo Lopes
Do estado de Minas

O ano eleitoral mal começou e a disputa política entre tucanos e petistas já provocou uma vítima. Uma briga pelo poder em Sítio D'Abadia - município de pouco maisde 2,6 mil habitantes, no norte de Goiás -, acabou em morte na noite de sexta-feira. O trabalhador rural Franciscode Feitosa Nascimento, militante do PT, foi assassinado com quatro tiros, desferidos à queima roupa, pelo o ex-prefeito João Oliveira Reis, pai do atual prefeito Kesser Vieira Reis (PSDB). A motivação do crime foi um processo de cassação de Kesser, por compra de votos, na eleiçãode2004. Até ontem ninguém havia sido preso.

TUCANOS AMEAÇARAM PETISTA DE MORTE

A vítima e o assassino eram velhos aliados, mas na última eleição Nascimento decidiu mudar de lado e apoiou a candidata petista Dorinha Antônia de Souza, que foi derrotada pelo tucano. Os tucanos não perdoaram a traição e, desde a eleição, ameaçavam matar o ex-companheiro político.
Na última sexta-feira, por volta das 22h, numa merceariado povoado de São Vidal, no interior do município, a ameaça foi concretizada. João Reis e Nascimento começarama discutir. Exaltado, o ex-prefeito sacou um revólver calibre 38 e deu quatro tiros no militante petista. Avítima ainda foi levada com vida até o hospital do município vizinho de Damolândia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu poucas horas depois. Revoltados com o crime, moradores do povoado atearam fogo em dois veículos: um da prefeitura e outro de Heitor Vieira Reis, um dos filhos de Kesser.
O deputado estadual Ivan Ornellas (PT) acusa tanto aPolícia Militar quanto a Civil de negligência. "A PolíciaMilitar foi acionada pela população, mas em vez de prender o acusado foi prevarica-lo", reclama o parlamentar.Ornellas afirmou também que o delegado responsável pela apuraçãodo homicídio mandou fechar por três dias a delegacia para retardar a investigação. Ontem, na prefeitura e na Polícia Militar ninguém atendeu aos telefonemas feitos pela reportagem do Correio. E o delegado Eduardo Prado, titular da comarca de SítioD`Abadia e responsável pela investigação, não atendeu o telefonema porque, segundo um funcionário, estava em audiência.
Disputa O município, localizado a 346 km de Brasília, vive um clima de guerra. A briga entre tucanos e petistas se acirrou depois do pleito de 2004, quando o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-GO) determinou a realização de novas eleiçõesao acatar denúncia de compra de votos formulada contra Kesser Vieira, vencedor do pleito com 58% dos votos validos. A representação foi feita pela candidata do PT, Dorinha Antônia de Souza . O tucano recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE),que acatou as alegações de sua defesa e determinou as uspensão da nova eleição. O relator do processo, ministro Humberto Gomes de Barros, alegou que a ação deveria ter sido movida em conjunto pela coligação PT-PDT-PMDB.
Em abril do ano passado, a Procuradoria Regional Eleitoral de Goiás fez nova denúncia contra Kesser, acusado de oferecer, em setembro de 2004, R$ 1 mil e um cheque-moradia- programa social do estado - de R$ 1,5 mil a um casal de eleitores. De acordo com a denúncia, o candidato tucano chegou a pagar R$ 500 do valor total oferecido aos eleitores.
Editor: Oswaldo Buarim Jr.
// oswaldo.buarim@correioweb.com.br
GOVERNO LULA EDUCAÇÃO PARA TODOS

10/01/2006 - 09h35
Prouni recebe inscrições para vagas remanescentes
Da Redação Em São Paulo
O MEC (Ministério da Educação) recebe a partir desta terça-feira (10/01) as inscrições para as vagas remanescentes do Prouni (Programa Universidade para Todos). Os candidatos que não foram selecionados na primeira fase do programa podem se inscrever até o dia 14. O resultado será divulgado no dia 16.Serão oferecidas 5.180 bolsas (5,6% do total) nos cursos menos procurados na 1ª etapa.Na última sexta-feira (06/01), o MEC divulgou a lista dos pré-selecionados. Das 91,1 mil bolsas ofertadas neste semestre, 86 mil foram preenchidas, o que representa 94,4% do total. Os beneficiados têm até o dia 3 de fevereiro para apresentar documentos pessoais e comprovar renda familiar e escolaridade na instituição de ensino na qual foram aprovados.O programa recebeu 797.840 inscrições. Cada candidato pôde se inscrever em até cinco cursos. Nesta edição, o número de instituições participantes cresceu de 1.142 (2005) para 1.232. ProgramaO programa, que oferece bolsas de estudos em universidades não-públicas, vai beneficiar este ano 130 mil estudantes -91 mil no primeiro semestre e o restante no segundo. O aumento na oferta de vagas é de 18 mil em relação às 112 mil da primeira edição.Das vagas disponíveis no primeiro semestre, cerca de 63 mil são integrais. As bolsas parciais são de 50% do valor da mensalidade do curso superior. Outras 40 mil, aproximadamente, estarão disponíveis no segundo semestre.Neste ano, foi registrado um crescimento de cerca de 134% nas inscrições em relação a 2005. Para o primeiro semestre de 2006, o programa recebeu adesão de 797.840 estudantes. O número é superior ao dobro da procura verificada no ano passado, quando 340 mil estudantes se inscreveram.CritériosPodem concorrer às bolsas do Prouni os alunos inscritos no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2005 que escolherem um curso em instituição não-pública que tenha aderido ao programa. Quanto melhor for a nota do Enem, mais chance o estudante tem de conquistar vaga no curso que deseja.Pelo regulamento, o estudante que cursou o ensino médio em escola particular, ainda que com bolsa de estudos parcial, não pode receber ao benefício. As bolsas de estudos se destinam apenas aos alunos de escolas públicas e bolsistas integrais da rede particular.Para receber a bolsa integral, o aluno deve comprovar renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio (R$ 450); e para as bolsas de 50% da mensalidade, rendimento familiar por pessoa de até três salários mínimos (R$ 900). Deve, ainda, satisfazer uma destas condições: ter cursado todo o ensino médio em escola pública; em escola privada na condição de bolsista integral; ser professor da rede pública de ensino básico, em efetivo exercício, integrante do quadro permanente da instituição, e concorrer a vaga em cursos de licenciatura, normal superior ou pedagogia. No caso do professor, a renda familiar não é considerada. O Prouni faz uma reserva de vagas aos estudantes portadores de deficiência, aos autodeclarados negros, pardos ou indígenas. Em 2006, o Ministério da Educação destinou aos cotistas cerca de 30% das vagas. Mais informações podem ser obtidas no site do Prouni ou pelo telefone 0800-616161 (ligação gratuita).
VAI VOAR PENAS, BICOS, E VAI APARCER MUITA SUJEIRA.


Além da briga anunciada entre ele e o prefeito de São Paulo, José Serra, os dois do PSDB, o governador também vai ser chamado a explicar as denúncias de um estranho esquema de arrecadação envolvendo o PSDB e o ex-diretor de Furnas, Dimas Toledo. A Polícia Federal investiga o assunto. Toledo nega. Para o cientista político Fábio Wanderley Reis, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, a direção do PSDB está numa situação muito complicada.
Recebi um e-mail perguntando porque eu não havia feito comentário sobre a morte do general Urano Bacellar, se eu tinha ódio dos militares.

Respondo ao internauta e esclareço que: Ódio é uma palavra o qual eu não tenho nenhuma afinidade, é um sentimento que eu não possuo. O ódio, a intolerância nunca construíram, sempre destruíram, destruiu vidas, sonhos, presente, passado e futuro. Não tenho apreço e nem respeito pelos militares que impuseram, e serviram a ditadura militar no Brasil, mas não tenho ódio. O general Urano Barcellar estava em missão de paz do Haiti, a missão do Exército brasileiro no Haiti é nobre, de suma importância para garantir a democracia naquele país, garantir a paz do tão sofrido povo haitiano. Quanto a morte do general Urano Barcellar eu só tenho que lamentar, pois ele estava comandando a missão de paz com competência, estava conduzindo com excelência e grande responsabilidade a difícil tarefa de comandar o Componente Militar da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti. Quanto a morte em si, há suspeita de suicídio, mas ainda não foi confirmado pelos órgão oficiais que estão investigando, de qualquer forma é uma perda lastimável.
Jussara Seixas
SERRA NÃO PAGA BOLSA ALUGUEL

LEIA EM



http://ultimainstancia.uol.com.br/noticias/ler_noticia.php?idNoticia=23716&canal=st
A MÍDIA ESCONDE, A GENTE MOSTRA

O Blog Amigos do Presidente Lula recebeu está bomba do amigo, Marcelo H. Laranjeiras, eu faço questão de publicar aqui.

O link a seguir leia aqui é uma bomba !

Caixa dois de FURNAS o Dimasduto.


José Serra
PSDB-SP
7.000.000,00



Geraldo Alckimin
PSDB-SP
9.300.000,00



http://www.amigosdopresidentelula.blogspot.com/

09 janeiro 2006

A HORA E VEZ DO PSDB/PFL




09 de Janeiro de 2006 - 14:19


Polícia Federal investiga esquema tucano
A Polícia Federal informou, nesta segunda-feira, que está apurando um suposto esquema de arrecadação de recursos de campanha tucana em 2002 e que seria encabeçado pelo ex-diretor de engenharia de Furnas, Dimas Toledo. Em julho passado, Dimas foi afastado do cargo. Um documento entregue, informalmente à CPMI dos Correios, revela que Dimas Toledo arrecadou, usando o poder de seu cargo, recursos junto a colaboradores, fornecedores, prestadoresde serviços, corretoras de valores, seguradoras e bancos que tinham relações com Furnas. No documento, estão listados os principais doadores, as campanhas beneficiadas e os valores que elas teriam recebido nos dois turnos das eleições. Na semana passada o jornal "O Globo" publicou na coluna Panorama Político, nota sobre o documento de cinco páginas, acompanhado de um laudo do perito Ricardo Molina. Segundoa nota, "o documento teria sido elaborado, assinado e autenticado em cartório pelo próprio diretor de Furnas", afirmao jornal. De acordo com a nota, publicada no dia 7 de janeiro, o documento lista os principais doadores da campanha tucana, as campanhas beneficiadas e os valores que elas teriam recebido nos dois turnos das eleições. "Os dados disponíveis e o que se conhece da investigação na PF ainda não permitem precisar se os recursos arrecadados constam da contabilidade oficial ou se fazem parte de um caixa dois que levantou R$ 39,9 milhões". Segundo a coluna Panorama Político, as campanhas majoritárias do PSDB e aliados à Presidência da República, em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro teriam sido abastecidas pelos recursos captados pelo então diretor de Furnas. "Segundo o documento, o `dimasduto` ajudou a financiar campanhas de deputados tucanos, do PFL, do PMDB, do PTB, do PP, do PSC e do PL de vários estados", informa o jornal. Entre os parlamentares incluídos na lista, estariam inclusive investigadores da CPMI dos Correios e relatores de processos de cassação do Conselho de Ética da Câmara. Ao comentar a nota, o deputado Carlos Abicalil (PT-MT) afirmou que já tinha conhecimento do documento, mas que é prematuro fazer qualquer avaliação. “Diferentemente da oposição, não fazemos afirmações levianas e preferimos aguardar a conclusão das investigações que estão sendo feitas pela Polícia Federal para fazer qualquer pronunciamento”,ressaltou Abicalil.
SERRA E ALCKMIN CAUSARAM O AUMENTO DA INFLÇÃO EM SP.
09/01/2006 - 14h21
ICV termina 2005 com segunda menor alta da sua série histórica

SÃO PAULO - O Índice do Custo de Vida (ICV) no município de São Paulo fechou 2005 com uma alta de 4,54%, inferior ao avanço de 7,7% apurado no exercício anterior. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socioeconômico (Dieese), responsável pelas informações, o resultado do ano passado é a menor elevação dos últimos sete anos e a segunda menor de toda a história do indicador, iniciada em 1959, superior apenas à taxa vista em 1998 (0,49%).

Dos grupos analisados, Transportes registrou o maior aumento, de 9,62%. Os produtos e serviços que mais subiram nesse item foram ônibus urbano (17,65%) e bilhete de metrô múltiplo de 10 (17,65%).

Educação e Leitura, aparece em seqüência, com alta de 8,28%; seguido por Despesas Diversas, com 7,63%; e Saúde, com elevação de 6,37%. Também mostrou variação positiva Alimentação (3,14%), Habitação (2,52%), Equipamento Doméstico (1,04%), Despesas Pessoais (0,92%) e Recreação (0,89%). Vestuário foi o único a mostrar taxa negativa, de 0,25%.

O Dieese também divide a população em três estratos sociais, os quais obedecem critérios de renda. Por essa divisão, as famílias de maior poder aquisitivo da cidade (com renda média de R$ 2.792,90) perceberam inflação de 4,94% em seus itens de consumo. As famílias mais pobres (renda média de R$ 377,49) sentiram avanço de 3,80% e as do estrato intermediário (renda média de R$ 934,17) observaram em 2005 inflação de 4,09%.

No último mês do ano passado, o ICV mostrou nova desaceleração perante novembro, de 0,38% para 0,19%. Os grupos Transportes (0,84%), Alimentação (0,24%) e Habitação (0,13%) foram as principais pressões, ao responderem juntos por um acréscimo de 0,23 ponto percentual do indicador, enquanto Despesas Pessoais (-0,40%) e Equipamento Doméstico (-0,63%) ajudaram a conter o avanço, ao descontar 0,04 ponto do ICV de dezembro.

Também mostraram variação negativa: Vestuário (0,02%), Recreação (0,10%) e Despesas Diversas (0,32%). Educação e Leitura subiu 0,07% e Saúde mostrou estabilidade.

De acordo com o Dieese, a alta nas despesas com Transportes deveu-se, unicamente, ao subgrupo

individual (1,16%), tendo como origem o reajuste dos combustíveis (1,94%), em especial o álcool (6,75%). O grupo Alimentação, por sua vez, foi influenciado pelos maiores reajustes nos produtos in natura e semi-elaborados (0,76%) e na alimentação fora do domicílio (0,42%). Entre os produtos da indústria alimentícia (-0,40%), verificou-se deflação.

Quanto à relação entre o comportamento dos preços e a renda familiar, as famílias mais pobres observaram inflação de 0,11%. As famílias de nível intermediário de rendimento verificaram avanço de 0,18%, enquanto para as de maior poder aquisitivo, a alta chegou a 0,22%.

(Valor Online)
O desastre que a mídia tucana quer fazer o povo brasileiro esquecer.Brasil empobreceu sob Fernando Henrique Cardoso


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que hoje é o principal quadro do neoliberalismo no Brasil, já pediu que se esquecesse o que escreveu. Agora, pretende que se esqueça o que fez durante seu longo período à frente da presidência da República, oito anos de retrocesso para o país e seu povo.Em seu artigo dominical do último dia 1o, publicado em vários jornais, o ex-presidente tucano diz que "2005 terminou melancolicamente", e que "nunca se viu tanto escândalo em um só governo. Nem tanta desfaçatez".E, em meio a opiniões desatinadas – entre elas a de que a diminuição do ritmo de crescimento da população brasileira para 1% ao ano permite a previsão de que a pressão por mais empregos vai diminuir – ele prega a "continuidade de boas políticas", insistindo na tecla de que o lado bom do atual governo é aquilo que seria, pretensamente, a continuidade daquilo que foi implantado no período tucano anterior a 2003. E adianta alguns itens do programa conservador que a direita defenderá na campanha de 2006, uma "plataforma mínima para os próximos 20 anos", diz de forma pretensiosa: a manutenção da lei de responsabilidade fiscal, da política de metas inflacionárias e do câmbio flutuante; quer também reduzir "drasticamente" os cargos de confiança; fixar a idade mínima de 65 anos para todas as aposentadorias, "sem ressalvas"; entregar para a iniciativa privada, "nacional ou estrangeira", todas as obras de infraestrutura – estradas, portos, energia elétrica e saneamento; uma reforma eleitoral restritiva, com voto distrital e proibição de coligações proporcionais, etc.O ex-presidente reitera o mesmo programa que foi rejeitado pelo povo brasileiro em 2002, mas que a aliança PSDB / PFL, núcleo da direita neoliberal, quer levar de volta ao comando do governo.E passa por cima das mazelas dos oito anos de mandato tucano, marcado por negociatas de dimensão nunca vista na história brasileira envolvendo a privatização de empresas estatais que foram praticamente doadas aos que as adquiriram – havendo inclusive forte suspeita de participação direta do próprio Fernando Henrique Cardoso no favorecimento de uma empresa na privatização da telefonia! Estas irregularidades, e outras denunciadas fartamente, jamais foram investigadas, seja pelo Ministério Público (cuja ação, no período FHC, era ridicularizada pela imprensa e pelas autoridades), pela Polícia Federal e muito menos por CPIs cuja constituição, na época, foi sistematicamente torpedeada por aqueles que controlavam o governo federal e o Congresso Nacional.Acometido da singular cegueira aristocrática que caracteriza a elite mais atrasada, anti-democrática, antipopular e antinacional, da qual é o expoente mais visível, Fernando Henrique Cardoso passa por alto o fato de que o Brasil, que chegara, no final dos anos 80, a ser a 8ª maior economia do planeta, perdeu posição, caindo para o 12o. lugar em 2002, quando ele deixou ao governo; o PIB per capita, em 1994, antes da posse de FHC, era de 3.464 dólares; quando ele deixou a presidência, em 2002, havia desabado para 2.630 dólares, tendo perdido 24% em oito anos; em 2004, sob Lula, havia recuperado valor, chegando a 3.326 dólares.São números desoladores, sob todos os pontos de vista. A dívida externa (líquida, pública e privada), por exemplo: em 1995, era de 107 bilhões de dólares, ou 20% do PIB; em 2002, era 195 bilhões de dólares, ou 42% do PIB; a dívida líquida do setor público representava 29% do PIB em 1994 e aumentou para 51% em 2001, fazendo com que o governo tivesse que pagar, em 2002, juros de 45% sobre sua dívida mobiliária (representada pelos títulos do governo em poder de particulares). Entre 1995 e 2002, a balança de transações correntes, que inclui a balança comercial (exportações e importações), a balança de serviços (viagens, transportes e remessa de lucros) e as transferências unilaterais (por exemplo,dinheiro de imigrantes enviado para fora do país ou de brasileiros residentes no exterior enviado para parentes no Brasil), acumulou um saldo negativo de 181 bilhões de dólares. Isto é, o Brasil funcionou como aquele devedor do cartão de crédito que não liquida sua dívida mas a aumenta ao longo do tempo, fazendo empréstimos novos para pagar os antigos até chegar a um ponto em que não consegue mais pagar e quebra. Para suportar os juros e encargos de uma dívida tão monumental, e crescente, aumentou a carga fiscal como nunca: a soma total dos impostos significava, em 1994, 26% do PIB; em 2000, pulou para 36%!São números expressivos, que desmentem a pretensão de que a política econômica do governo Lula, apesar das limitações ortodoxas que a caracterizam, seja uma mera continuidade do período neoliberal de FHC. Um símbolo dessa diferença é o pagamento da dívida do país com o FMI, de 15,5 bilhões de dólares (saldo do empréstimo "preventivo" feito por FHC em 1999), e da dívida com o Clube de Paris, sinalizando para a retomada pelo Brasil do controle de sua política econômica. E que desmascaram a pretensão tucana de que o governo de FHC tenha sido marcado por "boas políticas"; para o país, seu povo e sua economia, foram péssimas, deixando o Brasil mais pobre e agravando seus problemas crônicos. Elas precisam ser derrotadas e banidas para que o país possa, de fato, retomar o rumo do crescimento consistente e contínuo, gerando empregos e renda e fortalecendo a soberania nacional.
Editorial Vermelho

A MÍDIA JÁ É MOTIVO DE CHACOTA
Quando o presidente Lula deixar de ser presidente do Brasil, os jornalistas vão entrar em crise de abstinência. Acostumados a espionar o presidente Lula 24 h por dia os 365 dias do ano, não deram trégua nem nos quatro dias de folga do presidente Lula. Para eles é importante saber e relatar se o presidente andou pelo lado direito ou esquerdo da praia, se ele estava usando uma sunga azul ou vermelha,se ele pescou ou não, se ele dormiu do lado direito ou esquerdo da cama, quanto ele consumiu de água de coco, o que ele comeu no café da manhã, no almoço, no jantar, que filme ele assistiu, exatamente qual o horário que ele pescou á noite, exatamente quantas horas ele ficou na praia,quantas vezes entrou no mar, com quem e o que conversou. Como se isso fosse da maior importância para a população, para o país. O mais incrível nisso tudo é o texto da matéria dos 4 dias de folga do presidente: Depois de passar quatro dias isolado na vila militar da Praia de Inema situada na Base Naval de Aratu, isolado de quem cara pálida? O bom nisso tudo é o próprio comentário do jornalista que fez a matéria, estavam lá jornalistas de SP, RJ, Salvador com suas teleobjetivas de máxima potência para relatar todos os movimentos e passos do presidente, e foram alvos de chacotas das pessoas que passavam no local. As pessoas estão repudiando essas atitudes da mídia de total falta de respeito ao presidente do país, e a pessoa do presidente Lula. Isso é muito importante acontecer, a mídia precisa urgentemente rever sua ética, se é que tiveram algum dia, ou vão ficar totalmente desmoralizadas, desacreditadas, serão motivos de chacota da população.A matéria que me refiro está em:
Jussara Seixas

08 janeiro 2006

Carta Capital:
Valerioduto tucano foi maior
Os tucanos mineiros Aécio Neves e Eduardo Azeredo
Na sua primeira edição do ano, a revista semanal Carta Capital destaca a autenticidade pela Polícia Federal (PF) do documento que estima em R$ 100 milhões os gastos do ex-governador tucano de Minas Gerais, Eduardo Azeredo, em 1998. O “resumo da movimentação financeira” está dividido em 11 tópicos. O primeiro deles relata que só a SMP&B e a DNA, agências do publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, teriam movimentado R$ 53,8 milhões em favor do comitê de Azeredo. Uma parte substancial, quase R$ 11 milhões, teria sido desviada de empresas públicas ou recém-privatizadas à época, entre elas o Banco do Estado de Minas Gerais (Bemge), a Cemig, a Copasa e a Loteria Mineira.
A matéria, assinada por Sergio Lirio, informa que o senador tucano Eduardo Azeredo terá de apresentar à CPI dos Correios novas e mais convincentes explicações sobre o tamanho do caixa 2 de sua campanha à reeleição ao governo de MG e sobre o quanto se envolveu diretamente na arrecadação. Entre o Natal e o Ano-Novo, contrariando as tentativas do PSDB de desqualificar a papelada entregue pelo lobista Nilton Monteiro no início de dezembro último, o Instituto de Criminalística da PF concluiu não haver indícios de fraude no principal documento repassado por Monteiro aos delegados em Brasília, três páginas que detalham as supostas fontes e os supostos destinatários de cerca de R$ 100 milhões angariados entre empresas públicas e privadas. A maior parte sem declaração ao Tribunal Regional Eleitoral.
O documento é assinado e rubricado por Cláudio Mourão, secretário de Administração de Minas Gerais durante o mandato de Azeredo e ex-tesoureiro da malsucedida campanha à reeleição. Segundo o laudo da PF, a assinatura e as rubricas são verdadeiras. Os peritos concluíram também que não existem sinais de fraude ou montagem na seqüência das páginas, registradas por Nilton Monteiro em um cartório de Belo Horizonte em meados do ano passado, conforme noticiou a Folha de S.Paulo em 29 de dezembro.
As empresas públicas, segundo Mourão, patrocinariam o "Enduro da Independência" - uma competição esportiva bancada pelo governo estadual. Em vez de aplicar os recursos na organização do evento, as empresas de Marcos Valério teriam desviado a maior parte dos valores para a campanha do governador.
Estatais
Para provar o desvio, Monteiro anexou ao “resumo” a programação de gastos de divulgação e organização do evento que, afirma, lhe foi repassada por Mourão. Os gastos ficaram bem abaixo da milionária conta final. Da papelada em poder da PF constam ainda cálculos do contador das empresas de Valério sobre os impostos relativos à movimentação financeira do Enduro. A partir dos cálculos contábeis, deduz-se que a organização do evento movimentou os cerca de R$ 53 milhões relacionados na primeira página do documento analisado pelos peritos federais.
Outra parte das contribuições ilegais teria vindo de companhias privadas, principalmente empreiteiras como a Queiroz Galvão, a Erkal, a CBN e a Tercam. O documento não especifica a quantia. Dos quase R$ 100 milhões supostamente arrecadados, apenas R$ 8,5 milhões foram declarados oficialmente pela campanha de Azeredo.
O publicitário não reconhece a movimentação. Por meio da assessoria de imprensa, Marcos Valério informou a revista que prestou às comissões parlamentares de inquérito (CPIs), ao Ministério Público (MP) e à PF todas as informações a respeito e que não havia nada a acrescentar.
Em depoimentos às CPIs, tanto Valério quanto Cláudio Mourão sustentaram versão semelhante: o empresário teria obtido no Banco Rural R$ 11 milhões em empréstimos e repassado à campanha de Azeredo. A garantia dos financiamentos vinha de contratos das agências DNA e SMP&B com órgãos do governo estadual. Os valores não foram declarados à Justiça eleitoral. Azeredo não reconhece a dívida. As empreiteiras negam as doações.
O documento indica ainda uma outra fonte e um dos supostos destinatários do caixa 2. A fonte seria o empresário Clésio Andrade, hoje vice-governador de Minas Gerais, candidato a vice na chapa de Azeredo e então sócio de Valério. Andrade teria doado por fora R$ 8,25 milhões à campanha. Ele nega a doação.

Lista com 140 nomes
O receptor teria sido o atual ministro do Turismo, Walfrido Mares Guia, então candidato a deputado federal. Segundo o documento, ele recebeu R$ 24,6 milhões, que teriam sido usado para fazer "pagamentos de despesas diversas". Ele também nega a informação.
Segundo a Carta Capital, nas páginas seguintes, entretanto, o documento contêm uma lista extensa de políticos de diferentes partidos supostamente beneficiados financeiramente pelo comitê de Azeredo. Parte desta relação havia sido entregue pelo próprio publicitário ao deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) em agosto do ano passado. As circunstâncias em que o parlamentar recebeu a lista - na garagem do Congresso e sem aviso aos demais membros da comissão -, entretanto, custaram o posto de vice-presidente da CPI da Compra de Votos.
A lista, aparentemente completa, traz o nome de 140 políticos. Por ordem, os partidos que mais teriam recebido auxílio foram o PTB (R$ 1,153 milhão), o PFL (R$ 1,364 milhão), PT (R$ 880 mil), o PPB (R$ 720 mil) e o PSDB (R$ 647 mil). Ao todo, os candidatos teriam recebido R$ 10,8 milhões. Entre eles, o atual governador de Minas, Aécio Neves, então candidato a deputado federal.
A revista pondera que apesar da confirmação da rubrica e da assinatura de Mourão, a lista de destinatários do caixa 2 é a parte mais controversa da documentação. Não há datas nem o detalhamento de como os recursos foram repassados.
Da Redação Com Carta Capital
Quando os iluminados escrevem
a gente tem a obrigação de ler e divulgar.

CARTAS ÁCIDAS

FLÁVIO AGUIAR

5/1/2006

IGDA em alta
Para atacar o governo e o PT, perdeu-se a noção de qualquer limite. O que está acontecendo é a orgia do massacre, perpetrada com uma mistura de desprezo e oportunismo. É o IGDA – Índice Geral de Desfaçatez Acumulada – que está em alta, dificultando muito a leitura de jornais.
O IGDA – Índice Geral de Desfaçatez Acumulada – está em alta, o que dificulta muito a leitura de jornais hoje em dia. Para atacar o governo e o PT, perdeu-se a noção de qualquer limite. O que está acontecendo é a orgia do massacre, perpetrada com uma mistura de desprezo e oportunismo.
Cito o ministro (do STF) Nelson Jobim, que recentemente citou Nelson Rodrigues: “Os idiotas perderam a modéstia”. E por isso, acrescento eu, vêem o mundo à sua própria imagem, deuses e oráculos que se imaginam de seu próprio futuro.
Comecemos a medida do IGDA pelo Congresso Nacional. As oposições rasparam o próprio tacho para justificar a convocação extraordinária do Legislativo. Mas depois dele convocado, ninguém quer trabalhar, ficam numa embromação em torno de relatórios incompletos, ainda sem provas conclusivas (como o da CPI dos Correios), ou então numa inapetência de reuniões da Comissão de Ética que, como a dos bingos, perdeu o rumo e se afundou no labirinto do leque que abriu.
Entrementes, discute-se ad nauseam a questão hipócrita do destino dos salários extras que serão percebidos. Alguns parlamentares resolveram, porque se atrasaram(!) em pedir o não-recebimento, doar as verbas para instituições beneficientes. Mas isso, é claro, é apresentado como não tendo qualquer interesse eleitoreiro. Não! O único interesse eleitoreiro em marcha, é claro, é o do governo federal, obviamente, ao destinar verbas para tapar buracos nas estradas que os governos estaduais tiveram anos para tapar e não o fizeram.
No meio dessa confusão, a cidade de São Paulo e sua vizinhança submergem no lamaçal (aqui em sentido próprio) das chuvas de verão. O governo estadual e o governo municipal, que não se entendem por causa de uma briga antecipada sobre quem será o candidato a presidente, culpam ambos o governo federal, e um secretário municipal culpa a chuva.
Passemos aos jornais e ao noticiário. De algum tempo para cá se tornou moda achincalhar o presidente da República. Não basta criticá-lo, e motivos para isso, diga-se de passagem, existem. Não basta. Desde que alguns parlamentares ameaçaram machistamente “dar surras” no presidente, qualquer jeguelhé que tome da pena se acha no direito – até no dever – de deitar e rolar em cima dele, substituindo a crítica pela avacalhação, confundindo palavras com bengaladas.
Chama-se o presidente de palhaço, de inepto, de ser um paspalho e por aí afora. Avacalha-se com qualquer iniciativa governamental, protege-se o perfil de seus opositores. Não se pode deixar de constatar que, a pretexto de uma ira oportuna, renascem os preconceitos. Essa fúria teatral é a voz da opinião pública? Ledo engano! É a voz dos preconceitos, dos acólitos e comezinhos da Casa Grande a despejarem seu despeito sobre o “de baixo” que ousou invadir um território de que julgavam ter cadeira cativa, ou pelo menos poder sobre a catraca de entrada. Percebe-se o esforço desavisado nuns, desabrido noutros, de “ensinar à gentinha” qual é o seu lugar.
Palavras de relatórios parciais são tomadas como definitivas, indícios ou suspeitas são apresentadas como provas. Mas só isso não basta. Como os índices e resultados das políticas sociais do governo Lula são bem melhores que os de FHC, passaram a surgir sistematicamente novos relatórios e pesquisas colando FHC e Lula num contínuo de dez anos, mostrando como tudo piorou nesse período, e pondo lado a lado, em termos de avaliação, os oito anos do primeiro com os três do segundo. É de matar!
E a cada dia aumenta a chusma do que se dispõem a decretar que o PT morreu, que o governo acabou. Alguns inflam o peito e brandem a sua “desilusão” com o governo e o partido, como se isso tivesse alguma importância. Mas percebe-se, na encenação da ira de muitos, o olho no festim (o assalto ao botim) que se seguirá ao possível, provável, certo ou suposto (conforme o articulista) defenestramento de Lula do governo federal. Há um incontido afã de aparecer no santinho que consagrará o (esperado) fim do governo petista.
Mas há mais ainda. Gritam as palavras, as frases, num frenesi: esta é a maior crise da história da república! Nossa! Viraram mingau (para ficarmos só na república) a Revolução Federalista, a Revolta da Armada, a Guerra de Canudos, a do Contestado, os levantes tenentistas dos anos 20 e a Coluna Prestes, a Revolução de 30, o levante de 32, o golpe de 37, o golpe de 45, o suicídio de Vargas e a tentativa de impedir a posse de Juscelino ou de derruba-lo, a tentativa de golpe em 61 e o golpe em 64, o sobre-golpe em 68, a luta armada, o movimento das diretas-já e sua traição no Congresso e a morte de Tancredo, para dizer o mínimo.
Enquanto isso, parte da esquerda se congraça com essa desfaçatez reacionária e dela não consegue se distinguir. O que prova que é mais fácil repetir os erros do passado do que aprender com eles. Mas isso é o assunto da próxima carta.
Flávio Aguiar é professor de Literatura Brasileira na Universidade de São Paulo (USP) e editor da TV Carta Maior.