Economia: Vendas na indústria crescem e nível de emprego se mantém alto
A indústria brasileira fechou outubro com crescimento nas vendas, na produção e na oferta de empregos. Segundo o levantamento Indicadores Industriais, divulgado hoje (5) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), as vendas reais do setor registraram aumento de 10,74% em relação ao mesmo mês de 2005, maior marca registrada em um ano e meio. A alta das vendas e das horas trabalhadas em outubro mostram a intensificação da atividade econômica, avalia a CNI.
A entidade vê como positivo essa intensificação da atividade, já que ela acontece com a criação de novos postos de trabalho e sem a pressão sobre a capacidade instalada.
Na comparação com o mês anterior, as vendas reais subiram 1,69%. O número leva em conta o ajuste sazonal – que corrige oscilações na atividade econômica provocadas por fases de aquecimento e retração ao longo do ano.
Entre maio e outubro, as vendas acumulam alta de 5,6% e só apresentaram queda em agosto. Com o resultado de outubro, a taxa acumulada de crescimento da indústria em 2006 está em 1,43%, contra 0,38% registrado até setembro.
Mercado de trabalho
A melhora nas vendas das indústrias refletiu no mercado de trabalho. O número de pessoas ocupadas no setor subiu 0,53% em outubro (dado corrigido pelo ajuste sazonal). Em 2006, o emprego na indústria aumentou a uma taxa média mensal de 0,37%. Nas projeções da CNI, o crescimento nos postos de trabalho deve ser superior a 4% este ano.
Pelo sexto mês consecutivo, o total de horas trabalhadas aumentou. Em outubro, o índice subiu 1,23%, o que representa o maior aumento mensal em 18 meses. Nos últimos seis meses, o índice teve expansão de 4,5% na série com ajuste sazonal.
“A expansão do mercado de trabalho não apenas ocorre de maneira constante como está em um ritmo significativo”, disse o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.
Ainda de acordo com o boletim, o índice de utilização da capacidade instalada passou de 81,4% em outubro de 2005 para 81,8% em outubro deste ano. Em setembro, era de 82,2% (dados dessazonalizados). O fator positivo é que, em geral, outubro é quando ocorre um pico nesse indicador. O recuo registrado na comparação com outubro de 2005 indica que "não há sinais de riscos de gargalo ao aumento da produção nos próximos meses".
“A estabilidade no índice indica que os investimentos no setor se mantiveram constantes e os empresários estão conseguindo absorver o crescimento sem comprometer a capacidade de produção”, ressalta Castelo Branco, que coordenou a pesquisa da CNI.
Com agências
A indústria brasileira fechou outubro com crescimento nas vendas, na produção e na oferta de empregos. Segundo o levantamento Indicadores Industriais, divulgado hoje (5) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), as vendas reais do setor registraram aumento de 10,74% em relação ao mesmo mês de 2005, maior marca registrada em um ano e meio. A alta das vendas e das horas trabalhadas em outubro mostram a intensificação da atividade econômica, avalia a CNI.
A entidade vê como positivo essa intensificação da atividade, já que ela acontece com a criação de novos postos de trabalho e sem a pressão sobre a capacidade instalada.
Na comparação com o mês anterior, as vendas reais subiram 1,69%. O número leva em conta o ajuste sazonal – que corrige oscilações na atividade econômica provocadas por fases de aquecimento e retração ao longo do ano.
Entre maio e outubro, as vendas acumulam alta de 5,6% e só apresentaram queda em agosto. Com o resultado de outubro, a taxa acumulada de crescimento da indústria em 2006 está em 1,43%, contra 0,38% registrado até setembro.
Mercado de trabalho
A melhora nas vendas das indústrias refletiu no mercado de trabalho. O número de pessoas ocupadas no setor subiu 0,53% em outubro (dado corrigido pelo ajuste sazonal). Em 2006, o emprego na indústria aumentou a uma taxa média mensal de 0,37%. Nas projeções da CNI, o crescimento nos postos de trabalho deve ser superior a 4% este ano.
Pelo sexto mês consecutivo, o total de horas trabalhadas aumentou. Em outubro, o índice subiu 1,23%, o que representa o maior aumento mensal em 18 meses. Nos últimos seis meses, o índice teve expansão de 4,5% na série com ajuste sazonal.
“A expansão do mercado de trabalho não apenas ocorre de maneira constante como está em um ritmo significativo”, disse o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.
Ainda de acordo com o boletim, o índice de utilização da capacidade instalada passou de 81,4% em outubro de 2005 para 81,8% em outubro deste ano. Em setembro, era de 82,2% (dados dessazonalizados). O fator positivo é que, em geral, outubro é quando ocorre um pico nesse indicador. O recuo registrado na comparação com outubro de 2005 indica que "não há sinais de riscos de gargalo ao aumento da produção nos próximos meses".
“A estabilidade no índice indica que os investimentos no setor se mantiveram constantes e os empresários estão conseguindo absorver o crescimento sem comprometer a capacidade de produção”, ressalta Castelo Branco, que coordenou a pesquisa da CNI.
Com agências