GOVERNO LULA
10/11/2006 - 18h19
BNDES tem lucro recorde de R$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre
RIO - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro recorde no terceiro trimestre, de R$ 2,4 bilhões. O resultado é 276% superior ao obtido no mesmo trimestre de 2005. No acumulado dos nove primeiros meses de 2006, o lucro do banco de fomento federal também registrou marca histórica, ao alcançar R$ 5,71 bilhões, montante 132% maior ao apurado no mesmo período do ano passado. As razões para os recordes estão relacionadas a uma redução das provisões para empresas que estavam inadimplentes e que pagaram suas dívidas, a um ganho com dividendos e juros sobre capital de empresas nas quais o BNDES tem ações e, ainda, à venda de ações que se valorizaram nos últimos meses. Somente com a carteira de ações, o lucro correspondeu a R$ 3,02 bilhões no acumulado de janeiro a setembro. Na renda fixa, o ganho chegou a R$ 2,49 bilhões. Deste total, R$ 1,096 bilhão correspondeu à reversão de provisão para risco. "No que se refere à recuperação de crédito, os dados refletem uma melhoria da situação financeira das empresas, que estão menos endividadas. E reflete também uma melhor gestão em resolver questões antigas", disse o presidente do BNDES, Demian Fiocca. Um dos exemplos de resolução de inadimplência foi o caso da Brasil Ferrovias, que devia R$ 1,2 bilhão ao banco. O grupo ALL Logística conseguiu fazer um acordo com o banco, ao adquirir as ações da empresa antes inadimplente. A taxa de inadimplência em relação à certeira total do banco fechou o mês de setembro com 0,55%, inferior à taxa observada ao final de junho, que foi de 0,69%, e ainda menor ao registrado em dezembro de 2005 (2,08%)."Na renda variável, o lucro mostra a qualidade da carteira do BNDES e um bom desempenho das empresas ao pagar dividendos e pela percepção positiva que se reflete no valor de mercado dessas ações", completou Fiocca. Na renda variável, a maior parte do lucro deveu-se à venda de ações que estavam na carteira do banco, correspondendo a R$ 1,486 bilhão no acumulado do ano até setembro. Um dos destaques foi a operação de venda de ações do Banco do Brasil. A receita com dividendos e juros sobre capital próprio de ativos de renda variável chegou a R$ 1,18 bilhão.
BNDES tem lucro recorde de R$ 2,4 bilhões no terceiro trimestre
RIO - O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro recorde no terceiro trimestre, de R$ 2,4 bilhões. O resultado é 276% superior ao obtido no mesmo trimestre de 2005. No acumulado dos nove primeiros meses de 2006, o lucro do banco de fomento federal também registrou marca histórica, ao alcançar R$ 5,71 bilhões, montante 132% maior ao apurado no mesmo período do ano passado. As razões para os recordes estão relacionadas a uma redução das provisões para empresas que estavam inadimplentes e que pagaram suas dívidas, a um ganho com dividendos e juros sobre capital de empresas nas quais o BNDES tem ações e, ainda, à venda de ações que se valorizaram nos últimos meses. Somente com a carteira de ações, o lucro correspondeu a R$ 3,02 bilhões no acumulado de janeiro a setembro. Na renda fixa, o ganho chegou a R$ 2,49 bilhões. Deste total, R$ 1,096 bilhão correspondeu à reversão de provisão para risco. "No que se refere à recuperação de crédito, os dados refletem uma melhoria da situação financeira das empresas, que estão menos endividadas. E reflete também uma melhor gestão em resolver questões antigas", disse o presidente do BNDES, Demian Fiocca. Um dos exemplos de resolução de inadimplência foi o caso da Brasil Ferrovias, que devia R$ 1,2 bilhão ao banco. O grupo ALL Logística conseguiu fazer um acordo com o banco, ao adquirir as ações da empresa antes inadimplente. A taxa de inadimplência em relação à certeira total do banco fechou o mês de setembro com 0,55%, inferior à taxa observada ao final de junho, que foi de 0,69%, e ainda menor ao registrado em dezembro de 2005 (2,08%)."Na renda variável, o lucro mostra a qualidade da carteira do BNDES e um bom desempenho das empresas ao pagar dividendos e pela percepção positiva que se reflete no valor de mercado dessas ações", completou Fiocca. Na renda variável, a maior parte do lucro deveu-se à venda de ações que estavam na carteira do banco, correspondendo a R$ 1,486 bilhão no acumulado do ano até setembro. Um dos destaques foi a operação de venda de ações do Banco do Brasil. A receita com dividendos e juros sobre capital próprio de ativos de renda variável chegou a R$ 1,18 bilhão.