27/08/2006 - 13:50 Lula em Guarulhos: "Jamais trairei o povo pobre deste país"
Em clima de emoção compartilhado com a multidão que compareceu ao comício realizado esta noite (26), em Guarulhos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu:
“Jamais trairei o povo pobre desse país. Porque quando olho pra vocês sinto confiança e esperança. Foram vocês que estiveram sempre ao meu lado. E agora estão mostrando que o Brasil mudou, com distribuição de renda e geração de empregos”.
Mais de 13 mil pessoas compareceram ao comício em Pimentas, bairro carente de Guarulhos, para apoiar a reeleição de Lula. A grande presença de público – uma constante nos comícios que o presidente tem realizado em todo o país - motivou o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, a desafiar a oposição. “Sabe por que eles não fazem comício? Porque, sem showmício, eles nunca vão conseguir reunir o povo numa praça”.
O candidato do PT ao governo paulista, senador Aloizio Mercadante, também não perdeu a oportunidade de ironizar os adversários. “Alguém viu o FHC na campanha”?, perguntou à multidão, que respondeu em coro com um “não”. “E sabem por que eles escondem o FHC? É porque nem dá para comparar os oito anos dele com os quatro de Lula”, completou Mercadante.
Lula, por sua vez, disse que o seu governo está vencendo o preconceito daqueles que acreditavam que um metalúrgico não poderia presidir o país. “Esse era um preconceito generalizado. Mas, hoje, o povo tem orgulho de ter um trabalhador na presidência. Porque viu que basta trabalhar com seriedade, coração e inteligência para dar jeito no Brasil”.
Em seguida, o presidente destacou algumas das ações e programas de seu governo, como o Farmácia Popular, o Brasil Sorridente, o ProUni e as obras habitacionais e de saneamento. Em Guarulhos, lembrou, será inaugurado em setembro um hospital público com 180 leitos. E já está funcionando um campus universitário que, a partir de setembro, recebe seus primeiros 500 alunos.
Lula também citou as ações de governo que tem beneficiado diretamente as mulheres, como o Pronaf Mulher, destinado às produtoras rurais, e a Lei Maria de Penha de proteção contra a violência doméstica.
O presidente encerrou o comício pedindo votos para Mercadante, por entender que, com ele, poderão ser desenvolvidas novas parcerias entre a União e o governo estadual.
Antes, havia recebido um documento das mãos de Gustavo Petta, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e de representantes dos movimentos secundarista e universitário, contendo sugestões para o programa de governo de um segundo mandato. Petta disse que, ao apoiar Lula, a UNE mantém a sua história de coerência.
“A UNE tem uma trajetória de apoio aos candidatos que lutam em defesa do povo. E, ao mesmo tempo, sempre fomos oposição à direita, hoje representada por ACM, Borhaussen e outros que apoiaram a ditadura militar”.
A primeira oradora da noite foi a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que também ressaltou as ações de Lula em benefício da população mais carente, como o aumento do poder de compra e a redução dos preços da cesta básica, e das mulheres, como o Bolsa Família.
Segundo ela, não foi por acaso que, na semana passada, o governo Lula conquistou a maior aprovação já registrada na história do Instituto Datafolha, cuja pesquisa de análise de aprovação foi iniciada em 1987.O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, fez um dos pronunciamentos mais aplaudidos da noite. Segundo ele, é impressionante o ódio e o preconceito que certos setores destilam contra Lula, mas quem observar a história vai encontrar a explicação.
“Todos os líderes populares desse país foram mortos, banidos ou exilados porque não queriam que as portas da política fossem abertas para o povo”.
A aprovação popular do governo Lula estaria atraindo uma ira ainda maior “na medida em que apostavam no seu fracasso e ele provou, de uma vez por todas, que um trabalhador pode governar tão bem ou melhor que um empresário ou um doutor. Entender esse processo é fundamental para o fortalecimento da democracia brasileira”.
O senador Aloizio Mercadante citou vários dados que comprovariam o que chamou de desgoverno tucano. Entre eles, o baixo crescimento econômico de São Paulo em comparação com o resto do país, a falta de oportunidades de emprego para os jovens e o caos na segurança.
“Não conseguiram, em 12 anos, criar uma política que separasse o criminoso de alta periculosidade do criminoso comum. Com isso, transformaram as prisões em espaços de recrutamento de jovens para o crime organizado”.
Mercadante se comprometeu a criar uma nova política de segurança para o Estado e acabar com a Febem. “No meu governo, a educação será uma paixão. E o jovem vai segurar caderno e lápis e não um revólver”.
Em clima de emoção compartilhado com a multidão que compareceu ao comício realizado esta noite (26), em Guarulhos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu:
“Jamais trairei o povo pobre desse país. Porque quando olho pra vocês sinto confiança e esperança. Foram vocês que estiveram sempre ao meu lado. E agora estão mostrando que o Brasil mudou, com distribuição de renda e geração de empregos”.
Mais de 13 mil pessoas compareceram ao comício em Pimentas, bairro carente de Guarulhos, para apoiar a reeleição de Lula. A grande presença de público – uma constante nos comícios que o presidente tem realizado em todo o país - motivou o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, a desafiar a oposição. “Sabe por que eles não fazem comício? Porque, sem showmício, eles nunca vão conseguir reunir o povo numa praça”.
O candidato do PT ao governo paulista, senador Aloizio Mercadante, também não perdeu a oportunidade de ironizar os adversários. “Alguém viu o FHC na campanha”?, perguntou à multidão, que respondeu em coro com um “não”. “E sabem por que eles escondem o FHC? É porque nem dá para comparar os oito anos dele com os quatro de Lula”, completou Mercadante.
Lula, por sua vez, disse que o seu governo está vencendo o preconceito daqueles que acreditavam que um metalúrgico não poderia presidir o país. “Esse era um preconceito generalizado. Mas, hoje, o povo tem orgulho de ter um trabalhador na presidência. Porque viu que basta trabalhar com seriedade, coração e inteligência para dar jeito no Brasil”.
Em seguida, o presidente destacou algumas das ações e programas de seu governo, como o Farmácia Popular, o Brasil Sorridente, o ProUni e as obras habitacionais e de saneamento. Em Guarulhos, lembrou, será inaugurado em setembro um hospital público com 180 leitos. E já está funcionando um campus universitário que, a partir de setembro, recebe seus primeiros 500 alunos.
Lula também citou as ações de governo que tem beneficiado diretamente as mulheres, como o Pronaf Mulher, destinado às produtoras rurais, e a Lei Maria de Penha de proteção contra a violência doméstica.
O presidente encerrou o comício pedindo votos para Mercadante, por entender que, com ele, poderão ser desenvolvidas novas parcerias entre a União e o governo estadual.
Antes, havia recebido um documento das mãos de Gustavo Petta, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e de representantes dos movimentos secundarista e universitário, contendo sugestões para o programa de governo de um segundo mandato. Petta disse que, ao apoiar Lula, a UNE mantém a sua história de coerência.
“A UNE tem uma trajetória de apoio aos candidatos que lutam em defesa do povo. E, ao mesmo tempo, sempre fomos oposição à direita, hoje representada por ACM, Borhaussen e outros que apoiaram a ditadura militar”.
A primeira oradora da noite foi a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que também ressaltou as ações de Lula em benefício da população mais carente, como o aumento do poder de compra e a redução dos preços da cesta básica, e das mulheres, como o Bolsa Família.
Segundo ela, não foi por acaso que, na semana passada, o governo Lula conquistou a maior aprovação já registrada na história do Instituto Datafolha, cuja pesquisa de análise de aprovação foi iniciada em 1987.O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, fez um dos pronunciamentos mais aplaudidos da noite. Segundo ele, é impressionante o ódio e o preconceito que certos setores destilam contra Lula, mas quem observar a história vai encontrar a explicação.
“Todos os líderes populares desse país foram mortos, banidos ou exilados porque não queriam que as portas da política fossem abertas para o povo”.
A aprovação popular do governo Lula estaria atraindo uma ira ainda maior “na medida em que apostavam no seu fracasso e ele provou, de uma vez por todas, que um trabalhador pode governar tão bem ou melhor que um empresário ou um doutor. Entender esse processo é fundamental para o fortalecimento da democracia brasileira”.
O senador Aloizio Mercadante citou vários dados que comprovariam o que chamou de desgoverno tucano. Entre eles, o baixo crescimento econômico de São Paulo em comparação com o resto do país, a falta de oportunidades de emprego para os jovens e o caos na segurança.
“Não conseguiram, em 12 anos, criar uma política que separasse o criminoso de alta periculosidade do criminoso comum. Com isso, transformaram as prisões em espaços de recrutamento de jovens para o crime organizado”.
Mercadante se comprometeu a criar uma nova política de segurança para o Estado e acabar com a Febem. “No meu governo, a educação será uma paixão. E o jovem vai segurar caderno e lápis e não um revólver”.