07/07/2006 - 18:22 Presídio paulista lembra masmorra medieval
A situação do CDP (Centro Provisório de Detenção) de Araraquara preocupa o coordenador do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Ariel de Castro Alves. Ele afirmou nesta sexta-feira (7) que a Pastoral Carcerária e entidades de direitos humanos da região tentaram entrar no presídio, mas mesmo com autorização judicial não obtiveram permissão. "A situação é grave, dramática e absurda, e lembra as masmorras medievais", disse Alves. Ele reforçou que o fato de em cada metro quadrado conviverem seis presos viola a legislação, porque as regras da ONU (Organização das Nações Unidas) determinam seis metros quadrados para cada preso.
A situação do CDP (Centro Provisório de Detenção) de Araraquara preocupa o coordenador do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Ariel de Castro Alves. Ele afirmou nesta sexta-feira (7) que a Pastoral Carcerária e entidades de direitos humanos da região tentaram entrar no presídio, mas mesmo com autorização judicial não obtiveram permissão. "A situação é grave, dramática e absurda, e lembra as masmorras medievais", disse Alves. Ele reforçou que o fato de em cada metro quadrado conviverem seis presos viola a legislação, porque as regras da ONU (Organização das Nações Unidas) determinam seis metros quadrados para cada preso.