Assistir essas cenas cômicas da oposição, que pensa em ser poder, não tem preço!PSDB/PFL estão se engalfinhando, está voando penas e bicos por todos os lados, hilário!
Azeda o clima entre PSDB e PFL
Ilimar Franco e Maria Lima
BRASÍLIA
A campanha do tucano Geraldo Alckmin entrou em crise ontem depois da divulgação de pesquisas mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva hoje venceria as eleições no primeiro turno, com um bate-boca público protagonizado pelos principais líderes e dirigentes de PSDB e PFL. O prefeito do Rio, Cesar Maia (PFL), o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), e o líder do PFL na Câmara, Rodrigo Maia (RJ), expuseram a crise com trocas de insultos entre si. O que já era uma crise velada, desde a escolha do senador José Jorge (PFL-PE) para vice na chapa, virou lavagem de roupa suja com declarações desconcertantes dos dois lados.
O clima esquentou ainda mais durante o dia, sobretudo depois que Rodrigo Maia, na mesma linha do pai, disse que o problema da campanha de Alckmin era de coordenação, numa crítica direta ao presidente do PSDB.
— É uma crítica ao comportamento do Tasso em relação a nós. Não tem nada a ver com o candidato Geraldo Alckmin. Tudo o que se pede ao candidato, ele faz, o problema é o seu entorno — disse Rodrigo Maia.
O tucano cearense não gostou e a primeira reação foi de ironizar pai e filho, reproduzindo tratamento que é dispensado a ambos por Antonio Carlos Magalhães.
— O meu garoto falou e meu paipai repercutiu? Se meu paipai não confirmar, não vale o que meu garoto disser. Só vale se meu paipai confirmar — ironizou Tasso Jereissati.
Mas seu bom humor logo acabou. Em seguida o tucano disse que iria se reunir com o presidente do PFL para pedir a ele que controle seu partido. Disse que está na hora de se saber quem são, de fato, os aliados de Alckmin. Lembrando das críticas do governador paulista, o pefelista Cláudio Lembo, a tucanos, durante os ataques criminosos em São Paulo, Tasso disparou:
— Não dá mais para setores do PFL ficarem batendo no candidato e no PSDB. Não dá mais para ficar batendo no Fernando Henrique, no governador Aécio Neves. Agora é hora de saber se é aliado ou se não é? Chegou a hora de dar um basta e parar com essas brincadeiras.
Ao tomar conhecimento do texto de Cesar Maia, repetiu a ironia, dizendo que não faria comentários sobre o que escreveu o prefeito sem saber o que pensava o filho:
— O meu garoto repercutiu? Se não repercutiu, não vale.
Enquanto o tucano dava essas declarações na entrada do plenário do Senado, Bornhausen e Rodrigo Maia, que ocupavam uma das mesas da sala de cafezinho do Senado, já partiam para o contra-ataque.
— O Tasso Jereissati não está autorizado a fazer crítica ao PFL, restrinja-se ao PSDB — rebateu Bornhausen.
Não bastasse a guerra de tucanos com pefelistas, o ex-líder do PSDB na Câmara Alberto Goldman (SP) tratou de botar mais fogo no ninho tucano ao publicar, em sua página na internet, críticas a Tasso, a Fernando Henrique e a Aécio. Elogios só para o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, e para Alckmin. Goldman afirma: “Um desabafo para quem, como eu, ficou esta semana em São Paulo e Brasília. Fernando Henrique, em Nova York, falando demais. Aécio Neves em Nova York com sua tradicional pinta de boa-vida. Tasso em Nova York fazendo pronunciamentos inconvenientes”.
http://oglobo.globo.com/jornal/pais/247411099.asp
A campanha do tucano Geraldo Alckmin entrou em crise ontem depois da divulgação de pesquisas mostrando que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva hoje venceria as eleições no primeiro turno, com um bate-boca público protagonizado pelos principais líderes e dirigentes de PSDB e PFL. O prefeito do Rio, Cesar Maia (PFL), o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), e o líder do PFL na Câmara, Rodrigo Maia (RJ), expuseram a crise com trocas de insultos entre si. O que já era uma crise velada, desde a escolha do senador José Jorge (PFL-PE) para vice na chapa, virou lavagem de roupa suja com declarações desconcertantes dos dois lados.
O clima esquentou ainda mais durante o dia, sobretudo depois que Rodrigo Maia, na mesma linha do pai, disse que o problema da campanha de Alckmin era de coordenação, numa crítica direta ao presidente do PSDB.
— É uma crítica ao comportamento do Tasso em relação a nós. Não tem nada a ver com o candidato Geraldo Alckmin. Tudo o que se pede ao candidato, ele faz, o problema é o seu entorno — disse Rodrigo Maia.
O tucano cearense não gostou e a primeira reação foi de ironizar pai e filho, reproduzindo tratamento que é dispensado a ambos por Antonio Carlos Magalhães.
— O meu garoto falou e meu paipai repercutiu? Se meu paipai não confirmar, não vale o que meu garoto disser. Só vale se meu paipai confirmar — ironizou Tasso Jereissati.
Mas seu bom humor logo acabou. Em seguida o tucano disse que iria se reunir com o presidente do PFL para pedir a ele que controle seu partido. Disse que está na hora de se saber quem são, de fato, os aliados de Alckmin. Lembrando das críticas do governador paulista, o pefelista Cláudio Lembo, a tucanos, durante os ataques criminosos em São Paulo, Tasso disparou:
— Não dá mais para setores do PFL ficarem batendo no candidato e no PSDB. Não dá mais para ficar batendo no Fernando Henrique, no governador Aécio Neves. Agora é hora de saber se é aliado ou se não é? Chegou a hora de dar um basta e parar com essas brincadeiras.
Ao tomar conhecimento do texto de Cesar Maia, repetiu a ironia, dizendo que não faria comentários sobre o que escreveu o prefeito sem saber o que pensava o filho:
— O meu garoto repercutiu? Se não repercutiu, não vale.
Enquanto o tucano dava essas declarações na entrada do plenário do Senado, Bornhausen e Rodrigo Maia, que ocupavam uma das mesas da sala de cafezinho do Senado, já partiam para o contra-ataque.
— O Tasso Jereissati não está autorizado a fazer crítica ao PFL, restrinja-se ao PSDB — rebateu Bornhausen.
Não bastasse a guerra de tucanos com pefelistas, o ex-líder do PSDB na Câmara Alberto Goldman (SP) tratou de botar mais fogo no ninho tucano ao publicar, em sua página na internet, críticas a Tasso, a Fernando Henrique e a Aécio. Elogios só para o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, e para Alckmin. Goldman afirma: “Um desabafo para quem, como eu, ficou esta semana em São Paulo e Brasília. Fernando Henrique, em Nova York, falando demais. Aécio Neves em Nova York com sua tradicional pinta de boa-vida. Tasso em Nova York fazendo pronunciamentos inconvenientes”.
http://oglobo.globo.com/jornal/pais/247411099.asp