SEMPRE DE MÃOS DADA COM FHC SAIBA QUEM É GERALDO PICOLÉ DE CHUCHU ALCKMIN
Alckimin é o candidato da organização terrorista OPUS DEI (que sustentou a ditadura de Franco na Espanha), da FIESP (que acredita não existir vida inteligente fora de São Paulo), de onze entre dez pefelistas (formado por coronéis do tipo ACM ou remontagem de nazistas, caso de Bornhausen) e da DASLU, a mais luxuosa loja da capital paulista. Diz ele que sua filha trabalha lá como balconista...
A escolha do governador Geraldo Alckimin como candidato tucano à presidência da República nas eleições de outubro deste ano confirma que o PSDB está rachado, que FHC perdeu o controle do partido e que os tucanos voltaram a ser um PMDB da vida. A própria reação de Serra, ao acusar Alckimin de usar “métodos heterodoxos do malufismo/quercismo” é a certeza que a turma dita pura está de lama até o pescoço. Ou acima dele.
Alckimin é o candidato apoiado pela organização terrorista OPUS DEI (sustentou a ditadura de Franco na Espanha). O candidato da FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo), que acredita não existir vida inteligente fora dos limites de São Paulo. O candidato preferido de onze entre dez pefelistas (a maioria formada por coronéis do tipo ACM ou remontagem de líderes nazistas, caso de Bornhausen) e o candidato da DASLU, a mais luxuosa loja da capital paulista, onde pobre nem entra e nem sai se entrar, vira suco. Diz ele que sua filha trabalha lá como balconista... As DASLU pratica as artes do contrabando, da sonegação e inexiste, um prédio de dez andares, para a cobrança de IPTU.
O governador Alckimin já se disse baiano, fez essa ridícula declaração em Salvador quando lá esteve, aludindo ao fato que alguns familiares lá estiveram em tempos de Brasil colônia. E afirma com convicção que vai ser um gerente, que “o Brasil precisa de um gerente”. O que isso significa além de alguém que cumpre ordens do patrão?
Samuel Pinheiro Guimarães, um dos mais notáveis diplomatas brasileiros da atualidade, em seu livro “Quinhentos anos de periferia”, editado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pela Contraponto, afirma o seguinte sobre o Brasil e os chamados países periféricos: “o dilema é que os grandes Estados periféricos ou enfrentam esses desafios com habilidade e determinação e nesse esforço manterão um relacionamento complexo, tenso, difícil com aquelas estruturas hegemônicas, ou não os enfrentam, permanecendo em situação de crescente inferioridade, devido à acelerada concentração de poder econômico, político e militar e, com isso, sofrerão processos de estagnação econômica, de instabilidade política e eventual fragmentação territorial”.
Os desafios a que o embaixador se refere são os de um projeto nacional, no caso, um projeto Brasil, a ser construído numa “democracia genuína e duradoura”. Alckimin quer gerenciar a chave do cofre e a caneta que nomeia, demite e transfere, em nome dos interesses da potência hegemônica em relação ao Brasil, falo dos Estados Unidos.
Traz de volta o processo de privatizações (Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa Econômica Federal, por exemplo). A adesão sem restrições a ALCA (Aliança de Livre Comércio das Américas) e acentua o processo de internacionalização da Amazônia, como aceita a presença norte-americana na chamada região da Tríplice Fronteira, onde, com aquela conversa mole para boi dormir, os norte-americanos afirmam que há terrorismo. Está lá, por acaso, lógico, como as armas químicas de Saddam, o quinto maior aqüífero do mundo, o Guarani.