30 dezembro 2005
29 dezembro 2005
O ano de 2005 está no fim. Foi o ano da tentativa do golpe contra a democracia, golpe contra o povo brasileiro, como o feito em 64. A oposição e a mídia não suportaram o bom desempenho do governo Lula, não suportaram ver que o governo Lula colocou a economia nos trilhos, que diminuiu a quantidade de pessoas miseráveis, que gerou milhões de empregos, que com soberania, sem crise, livrou o Brasil do FMI, que conseguiu colocar milhares de jovens carentes nas universidades particulares, antes reduto somente da classe abastada, com o PROUNI. O ano de 2005 foi ano da revelação do preconceito que existe na elite deste país. Foi insuportável para eles ver um presidente ex- metalúrgico, ex- sindicalista, migrante nordestino, integrante de um partido de esquerda, que nunca cursou uma universidade, recuperar em três anos um país que estava falido economicamente, socialmente e moralmente. Este ano de 2005 mostrou a face oculta dos políticos que há mais de 10 anos estão enganando, trapaceando e enriquecendo às custas da credibilidade do povo brasileiro, que os elegeu. Borhausen, o senador banqueiro do PFL, SC: o que esse cidadão fez de bom para povo brasileiro ou pelo país? Quais os projetos dele para melhorar vida do povo, além de querer acabar com raça de 53 milhões de pessoas que elegeram Lula presidente? Pois, no fundo, foi isso que ele quis dizer quando disse que " acabaria com essa raça por 30 anos". O senador Arthur Virgílio, do PSDB, AM, que baba na gravata e cospe quando fala: quais os projetos dele para melhorar a vida das pessoas, além de obstruir todos os projetos do governo para beneficiar milhões de pessoas, principalmente as mais pobres, e ameaçar, na tribuna do senado, dar uma surra no presidente? O ACM e o seu netinho o Aceminho, o que eles fizeram além de grampear escutas telefônicas ilegalmente, acomodar suas bundas nas cadeiras do Congresso e pressionar depoentes nas CPIs com ameaças, tortura psicológica e gritos? A histérica senadora do PSOL, AL, Heloísa Helena, essa quase perde a voz de tanto gritar: o que ela fez, além de proporcionar espetáculo de circo com tapas e cadeiradas nos parlamentares do PT? 2005 mostrou a incompetência de Alckmin com a segurança em SP, o descaso com os menores infratores. Alckmin foi chamado de irresponsável pela Anistia Internacional pelos maus tratos na FEBEM, engavetou 67 CPIs para investigar o seu governo. 2005 revelou que Serra é um mentiroso: assinou compromisso de não abandonar a prefeitura de SP para concorrer à eleição de 2006 e está na disputa com os outros candidatos do PSDB; mentiu quando disse, na campanha para prefeito, que não aumentaria as tarifas de ônibus, e foi seu primeiro ato depois de eleito; disse que trabalharia em parceria com o governador Alckmin, e o que vemos é pena de tucano voando pela disputa eleitoral. Cadê os projetos dessa oposição raivosa, virulenta, racista, preconceituosa, para melhorar a vida dos brasileiros? Não existe, nunca existiu, eles nunca pensaram no povo brasileiro, sempre governaram para a elite, e em causa própria. Elegeram Severino Cavalcanti presidente da Câmara, de olho em prometidos 65% de aumento, e na tentativa de comprometer a solidez do governo Lula ao não aprovar os projetos do governo, projetos de interesse do povo brasileiro e do país. O ano de 2005 revelou que alguns integrantes do PT fizeram uso de caixa dois através do valerioduto, que foi criação do PSDB, que em 1998 já abastecia a campanha tucana de Azeredo do PSDB para eleição ao governo de MG. Laudo concluído nesta semana pelo INC (Instituto Nacional de Criminalística) afirma ser autêntico o documento de três páginas que descreve um suposto caixa dois de R$ 91,5 milhões movimentados durante a campanha à reeleição do hoje senador Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas Gerais em 1998.O documento, com data de 7 de junho de 2005, traz rubricas e assinatura, com firma reconhecida em cartório, de Cláudio Roberto Mourão da Silveira, tesoureiro da campanha do PSDB. As CPIs foram instaladas, os petistas foram punidos, o presidente Lula não engavetou as CPIs, se no governo de FHC, do PSDB, não tivessem engavetado todas as CPIs que tentaram instalar para apurar compra de votos, caixa dois, essa movimentação de caixa dois do valerioduto já não existiria. Esse ano de 2005 revelou que nenhum governo combateu tanto a corrupção como o governo Lula: foram mais de 1.600 pessoas presas, entre juizes, advogados, funcionários públicos, empresários, policiais, delegados e políticos, pessoas que agiam há décadas na impunidade. O presidente Lula não deu trégua para os corruptos, não jogou a corrupção para baixo do tapete, como os governos anteriores, não poupou partidários políticos, foi implacável no combate à corrupção. Esse ano de 2005 revelou que é possível levar luz para todos, alimentos para muitos, educação, saúde, terra, crédito, casa própria com os financiamentos da Caixa, gerar empregos e renda, que é possível dar dignidade ao povo quando se faz um governo para todos, quando se faz um governo sem exclusão. O presidente Lula colocou o povo brasileiro, o país, acima da crise política, da disputa eleitoreira e, principalmente, acima dos interesses de poucos. 2005 revelou que os donos da grande mídia não se importam com povo brasileiro, que a mídia não é imparcial e não se interessa por um governo que dê primazia ao povo: os jornais, revistas, rádios e canais de TV mentiram, inventaram, manipularam e omitiram informações, na tentativa de, junto com a oposição, promover um golpe no povo. Tentar derrubar um presidente como o presidente Lula não é dar um golpe no governo, é um golpe no povo. Não conseguiram e não vão conseguir, o povo sabe, sente na pele, no bolso e na alma que Lula é o melhor presidente que o país já teve. A mídia e a oposição sabem disso, eles sabem que se não tivessem armado essa tentativa de golpe, o presidente Lula se reelegeria já no primeiro turno em 2006; não importa que ele se reeleja no 2º turno, importa é que ele vai se reeleger para continuar suas realizações, que fazem o Brasil, cada vez mais, ser um país de todos.
Jussara Seixas
IGP-M fecha 2005 com menor inflação da história
da Folha Online
28 dezembro 2005

Jussara Seixas
28/12/2005 - 15h29
Exportações brasileiras atingem US$ 117 bi e batem a meta do ano
da Folha Online
O diretor de Política Econômica do Banco Central, Afonso Bevilaqua, previu que a dívida externa brasileira bruta (pública e privada) fechará 2005 em US$ 165 bilhões, o menor valor desde 1995. Ele destacou que a redução da dívida será de US$ 50 bilhões em relação ao estoque de dezembro de 2003. Bevilaqua fez questão, também, de lembrar que, no fim de 1999, o estoque da dívida externa brasileira era de US$ 225 bilhões e, no início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em US$ 210,7 bilhões. Ele disse que tem havido uma melhora crescente dos indicadores de sustentabilidade da dívida externa brasileira. "A melhora é patente", afirmou o diretor.
Entre esses indicadores, ele destacou a relação entre dívida externa e PIB que, no fim de dezembro de 2002, estava em 46% e, segundo o diretor, deve fechar 2005 em 21%, o menor valor desde 1975, quando essa relação estava em torno de 25%.
Outro indicador apontado pelo diretor do BC é o tamanho da dívida externa em relação ao valor das exportações. Em dezembro de 1999, a dívida externa era 4,1 vezes superior ao valor das exportações. Deverá cair para 1,4 vez em 2005. Segundo Bevilaqua, este será o menor valor da série histórica do BC para esse indicador, iniciada em 1970.
Bevilaqua fez, também, novas previsões para as reservas internacionais brasileiras em 2006. Considerando as compras de dólares do BC em dezembro até ontem (US$ 4,033 bilhões), a projeção sobe de US$ 56 bilhões, contida no relatório de inflação divulgado hoje, para US$ 60 bilhões ao fim de 2006. Essa projeção não leva em consideração eventuais intervenções que o BC possa vir a fazer no mercado de câmbio ao longo de 2006.
Com a decisão do Brasil de quitar a sua dívida com o Fundo Monetário Internacional, não há mais diferença entre reservas líquidas e reservas brutas.
O diretor do BC disse que, até agora, os benefícios de manter reservas internacionais elevadas têm excedido os seus custos. Ele observou que a manutenção das reservas traz custos para o governo, mas também benefícios, como aqueles associados à percepção de risco menor da economia e redução dos custos de empréstimos externos feitos pela República e pelas empresas. "Os benefícios ainda têm excedido os custos", afirmou.
Bevilaqua destacou, ainda, que o resultado das contas externas brasileiras continua surpreendendo favoravelmente.
As informações são da Agência Estado.
27 dezembro 2005
Na prática ocorreram porque algum burocrata, amparado por definições abrangentes dos "programas" e "ações governamentais" julgou-se no direito de adquirir esses itens, supostamente em favor da operacionalização do serviço público.Em 1995, dados oficiais do governo mostravam uso de verba do Fundo Social de Emergência para a compra de goiabada cascão e para pagamento de frete para o transporte de cristais oferecidos como presente ao presidente Bill Clinton (USA). Tais fatos mostraram que as despesas não eram sociais, nem de emergência. As denúncias levaram o governo a mudar o nome do Fundo.O Contas Abertas selecionou ainda outras "pérolas" para divertir os internautas nesses dias festivos. Vejam alguns exemplos de empenhos orçamentários oficiais clicando no item desejado:CLIQUE AQUI Nos últimos anos, o Tribunal de Contas da União (TCU), vem ampliando seu raio de atuação, fiscalizando não apenas a legalidade do gasto como também a sua qualidade ou prioridade.Recentemente o TCU condenou os desvios de utilização da CIDE – Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – aquela que pagamos quando abastecemos os nossos veículos a gasolina ou a díesel – que tem sido aplicada em várias finalidades diferentes da sua destinação legal. Recursos exclusivamente destinados à infra-estrutura de transportes, a projetos ambientais e para subsídiar preços, estão sendo empregados em pagamentos de pessoal, xícaras, camisetas para coral, diárias, almoço de conselheiros, copeiragem, festividades e homenagens, aquisição de porteiro eletrônico, recarga de extintores, etc.Um fato positivo é que o Sistema Integrado de Administração Financeira (SIAFI), registra todas as "compras", permitindo que as mais estranhas sejam descobertas e eventualmente questionadas. O fato negativo é que, já há alguns anos, certos burocratas vem omitindo, no SIAFI, a descrição minuciosa dos itens adquiridos. A Controladoria Geral da União (CGU) e o TCU devem evitar que isso ocorra, impedindo a desejada transparência. Ao que se saiba, ninguém nos últimos anos foi punido, quer por comprar indevidamente, quer por esconder o que comprou.Os exemplos apresentados pelo Contas Abertas são de certa forma anedóticos e com valores insignificantes frente aos dispêndios globais da União. Os ordenadores de despesa, porém, devem ficar atentos pois o Contas Abertas estará fiscalizando esses lançamentos esdrúxulos, com a expectativa de contribuir para o necessário aprimoramento da qualidade e da prioridade dos gastos públicos.
http://www.blogdoonipresente.blogspot.com/
26 dezembro 2005
Pesquisa Datafolha revela preferência pelo PT
Jussara Seixas
Campanha "Nenhum Brasileiro sem resposta-na-ponta-da-língua, pra Responder à Folha de S.Paulo": "O 'projeto de país' do Eduardinho Graeff, by Clóvis Rossi"
Sr. Clóvis Rossi,Seu comparsa aí repete hoje o bobajol que toda essa Folha de S.Paulo escreve todos os dias. O senhor sente-se 'assegurado' por ele repetir o seu bobajol e -- pasme! -- oferece a esse imbecil o nobre espaço do jornal pelo qual EU pago pra ler. Mais dia menos dia, serei obrigada a recorrer a alguma Delegacia do Consumidor, para ver se consigo receber o serviço que compro e pelo qual pago: receber um jornal.Eu NÃO pago para receber propaganda de tucanos ou de Friazinhos. O Friazinhos é seu patrão; o Friazinhos não é MEU patrão: ele (e o senhor) são fornecedores de um serviço que eu compro, pelo qual pago e que não recebo, mais, há meses: jornalismo.Eu sou um cidadão. Eu VOTO e elejo Lula-presidente. E reelejo Lula-presidente, porque isso é parte do MEU projeto de país. O que menos me interessa, no mundo, é a opinião que CR ou Friazinhos tenham sobre o meu voto e sobre o MEU projeto de país.Ou, então... quem sabe... O senhor e seu amigo-aí, quem sabe, estariam supondo que eu... não saiba votar?! Não faltaria, mesmo, mais nada, pra acontecer, pra condecorar o autismo dos dois-aí: o seu e o dele. Neopelés?! Neohebescamargos?No mais, observo que a metáfora "'eles' (eu) não têm um projeto de país" deve ser o mote de propaganda da tucanaria, para esse mês. Anteontem, foi a insuportável Lucia Hipólito, a 'exigir' projeto-de-país n'O Observatório de Imprensa.Para ela, que é do PSD [risos], mas eu suponho que, hoje, seja paga por Bornhausen-ACM-FHC, só os "deputados e senadores velhos" (?!) teriam projeto de país... E o Brasil estaria à beira do caos porque "há muitos deputados e senadores jovens, de sangue muito quente, no Congresso", os quais não teriam, para LH, o tal de "projeto de país".Deve-se registrar que, no mesmo instante, o ma-ra-vi-lho-so Luis Nassif perguntou, na lata, preciso, correto, democrático e decente: "Mas... que projeto de pais tem o PSDB?!" Ficou sem resposta, é claro. E, além das imediatas vinhetas, recebeu as caratonhas mais indignadas, daquela horrenda Lucia Hipólito (eu VI).Hoje, são o senhor e o seu colega-correspondente-aí: nesse segundo diagnóstico-de-sociologia-de-palestragem-e-michê-de-FHC, consecutivo, dois, o segundo, igualzinho, em dois dias, também faltaria o tal de "projeto de país".Só que, para o senhor e o seu amigo-aí, só faltariam "projetos de país" aos metalúrgicos, aos índios cocaleros e, no geral, aos pobres. O tal de "projeto de país" de vocês dois... estaria UÓTIMO [risos]. Ora essa... pois candidatem-se à presidente, os doizinhos! Disputem votos, com o 'projeto de país' de vocês! Elejam-se! Ou metam a violinha no saco, quando perderem em eleições democráticas, como perderam, em 2002 e perderão outra vez, em 2006.No mais, é só besteirol a quatro mãos, hoje, na sua coluna, Sr. Clóvis Rossi: a única "condição necessária e suficiente" para QUALQUER CIDADÃO e seu respectivo projeto de país chegarem ao poder, para viabilizarem-se, nas democracias, é receberem VOTOS, em eleições democráticas. Em matéria de 'projeto de país', é eleição, ou é golpe. Não há terceira via.Em países 'educados' por universidade 'neoliberal' e tucano-pefelista e imprensa autista, desossada, semianalfabetizada e partidarizada, como o Brasil-2005, o ato inicial de VOTAR -- o ato, o voto, o gesto! -- já é manifestação de que os eleitores temos um projeto de país, sobretudo quando o voto manifesta-se contra sociologias-de-araque (como as de FHC e Lucia Hipólito e outros 'cientistas políticos'); contra jornais como a Folha de S.Paulo; e contra jornalistas como o senhor e o seu patrão; e contra leitores como o seu-amigo-aí.O MEU projeto de país, que manifestei pelo meu voto em Lula e que outra vez manifestarei em 2006 é, hoje, muito claro e já tem, até, várias versões de propaganda: "Xô, tucanaria! Vamos acabar com a raça de Bornhausen-FHC! Virgílio é uma abominação! Queremos imprensa de redemocratização do Brasil! Xô Folha de S.Paulo! Xô colunagens de Clóvis Rossi! LULA É MUITOS!" E por aí vamos! E vamos! Lula é muitos! Lula 2006!É claro que há, aí, um MAGNÍFICO projeto de pais, para o Brasil-2006. Talvez não seja o seu [risos]. Mas é o MEU.É quase inacreditável, eu sei, mas o senhor escreveu e está impresso, quer dizer, há prova: "uma filósofa baba no vestido só porque ouve um metalúrgico falar" (22/12/2005). Mas... que metáfora canalha, Sr. Clóvis Rossi! Se babasse, a filósofa ainda babaria melhor do que o seu correspondente-imbecilóide, aí, que baba porque lê... uma Folha de S.Paulo! [risos, muitos].Pode-se dizer que, hoje, o senhor e seu correspondente-imbecilóide-aí, ofendem, em jornal, em coluna, ao mesmo tempo, EU (que sou o cliente-consumidor desse jornal!) o meu voto, a democracia brasileira, o jornalismo e, até, o Código do Consumidor [risos]. Acho que alguém está pirando, aí nesse jornal [risos] ou, vai-se ver, já pirou completamente! Acorda, OMBUDSMAN! Abram o olho, acionistas da FSP! (E nem acrescento, pq me preocupa menos, que os senhores ofendem também a filosofia. Piraram total?)Dois Napoleões, vocês-aí, 'trocando idéias' no pátio do mesmo hospício [risos]. Melhor: dois Napoleões, no mesmo hospício, e convencidos de que bom, mas bom meeeeeeeeeeesmo, prô Brasil, é o 'projeto de país' à moda Eduardinho Graeff [risos].Tenho observado que sempre que FHC 'cita' Eduardinho Graeff (o que FHC fez na aula-magna-chata, para pautar a Folha de S.Paulo para dezembro/2005) é porque FHC está A-PA-VO-RA-DO. Hoje, Eduardinho Graeff ganha meia página na FSP. Tá provado: FHC está A-PA-VO-RA-DO! Ótimo, pro MEU projeto de país!Lula é muitos! Lula 2006![assina] Caia Fittipaldi (dos Lingüistas Brasileiros para a Democracia/ Universidade Nômade / Campanha “Nenhum Brasileiro sem Resposta-na-ponta-da-língua, pra Responder à Folha de S.Paulo" / Tricoteiras Unidas / Mães do Planalto / Gaviões da Fiel.) [Msg composta com msg de vários campanhistas. Para vários destinatários, campanhistas e outros]
SÃO PAULO
Publicidade de banco estadual é investigada
FREDERICO VASCONCELOS
DA REPORTAGEM LOCAL
O suposto esquema foi apontado em denúncia anônima ao procurador-geral de Justiça, Rodrigo César Rebello Pinho, sobre irregularidades na publicidade do único banco público estadual.
Durante um ano e nove meses, a Nossa Caixa operou com duas agências de publicidade sem contrato firmado. Uma sindicância interna -aberta há cinco meses pela direção do banco- ainda não apontou os responsáveis pela situação irregular dos contratos com as agências Colucci & Associados Propaganda Ltda. e a Full Jazz Comunicação e Propaganda Ltda. Juntas, elas respondiam por uma conta de R$ 28 milhões.
A denúncia recebida pelo Ministério Público sugere a investigação de dois pontos: a) as agências sacariam dinheiro adiantado da verba de publicidade do Estado; b) deputados alinhados com o governo paulista, ligados a revistas e a emissoras de rádio e de TV, teriam sido beneficiados na distribuição de recursos para publicidade do banco.
A instituição nega as práticas apontadas e refuta a suspeita de favorecimento a parlamentares para reforçar o apoio a Alckmin. Mas não permitiu o acesso aos documentos da sindicância.
O presidente da Nossa Caixa, Carlos Eduardo Monteiro, diz que não recebeu nenhuma solicitação do Palácio dos Bandeirantes para beneficiar parlamentares. "Eu recebo muitos deputados e prefeitos, mas a interferência do governador aqui é zero", afirmou.
"Houve um desarranjo administrativo, isso não poderia acontecer. É uma irregularidade formal séria", disse Monteiro, ao comentar a questão dos contratos. Ele afirmou que, ao tomar conhecimento da distorção, em junho, pediu imediatamente uma auditoria interna para levantar os gastos de publicidade: "Não há despesas não justificadas nem despesas acima dos padrões."
Os contratos com as duas agências venceram em setembro de 2003. Até julho último, quando suspendeu os serviços, o banco promoveu seus produtos, com a Full Jazz, e sua imagem institucional, com a Colucci, sem a prorrogação formal dos contratos e sem realizar uma nova licitação. Em junho, os serviços da Full Jazz totalizaram R$ 1,5 milhão e os da Colucci, R$1,4 milhão.
A Colucci questiona na Justiça o rompimento e nega as acusações da denúncia. A Full Jazz, procurada pela Folha, não se manifestou.
O procurador-geral Rebello Pinho confirmou que a denúncia foi distribuída à Promotoria da Cidadania. O Ministério Público vai pedir informações à Nossa Caixa e requisitar cópia da sindicância interna. "Ainda não dá para fazer nenhum juízo de valor", disse Rebello Pinho.
O Ministério Público Estadual foi alertado para a circunstância de que Monteiro poderia estar agindo como investigador e investigado, pois foi diretor-jurídico do banco, de janeiro a outubro de 2004, antes de assumir a presidência. A informação anônima aos procuradores relata que o gerente de Marketing da Nossa Caixa, Jaime de Castro Júnior, afastado do cargo por Monteiro, teria avisado várias vezes o atual presidente e seu antecessor, Valderi Frota de Albuquerque, de que os contratos estavam vencidos, circunstância que teria sido ignorada por ambos.
"Eu tento não interferir na sindicância, até porque ele [Castro Júnior] é vinculado a mim", diz Monteiro. A denúncia ao Ministério Público Estadual sugere que o gerente de marketing poderá ser apontado como único responsável, espécie de "bode expiatório". O presidente da Nossa Caixa diz que aguarda o resultado da sindicância. "Mas, aparentemente, a responsabilidade é dele, pois ele era o gestor do contrato."
Castro Júnior foi procurado pela Folha e se recusou a informar os argumentos da defesa que ofereceu à comissão de sindicância. Albuquerque não foi localizado.
Em 29 de junho, Monteiro distribuiu à diretoria circular sobre "fato grave que está acontecendo em contratos de prestação de serviços cuja alçada é de nossa diretoria". No documento, relatou que recebera pedido para encontro com Castro Júnior em um hotel. Disse que o gerente, acompanhado de uma funcionária, estava "transtornado" quando lhe informou que os contratos estavam vencidos e que, "apesar das iniciativas para para sua prorrogação antes do vencimento", os atos formais não haviam sido adotados ("submissão às alçadas competentes para aprovação, formalização dos respectivos instrumentos, publicação, encaminhamento ao TCE etc.", revela o documento).
Monteiro pediu a presença no local de um diretor da Nossa Caixa. Dias depois, afastou Castro Júnior e a funcionária, instituiu comissão de inquérito e determinou suspender a prestação de serviços pelas agências e o pagamento de serviços já prestados, até a realização de estudos. E mandou providenciar a elaboração de edital para contratar novas agências, com recursos ampliados para R$ 40 milhões (R$ 23 milhões para a publicidade comercial e R$ 17 milhões para a publicidade institucional e legal).
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2612200505.htm
25 dezembro 2005

CUBA ESTÁ EM FESTA
25/12/2005 - 17h49 Cuba começa a festejar o 47º aniversário da revolução
HAVANA, 25 dez (AFP) - Cuba iniciou neste domingo, com um dia de festa, as celebrações pelo 47º aniversário da revolução socialista comandada por Fidel Castro, que serão completados no próximo primeiro de janeiro.
A Praça da Revolução José Martí - centro político de Cuba, foi cenário das festividades, com uma gigantesca feira agropecuária.
Milhares de pessoas se reuniram para comprar vegetais, verduras e frutas vendidos a preços subsidiados, ainda mais baratos que o usual.
O programa incluiu um espetáculo artístico para crianças sob a estátua de Che Guevara, na fachada do Ministério do Interior.
Por volta do meio-dia houve apresentações de bandas, competições de ciclismo e de patins.
A Praça da Revolução também serviu de cenário para um festival esportivo com exibições de basquete, vôlei, futebol, seguindo-se a projeção de filmes e desenhos animados no Teatro Nacional.

GRANDE IMPRENSA - Vergonha Nacional
Mais uma vez a imprens tenta eleger o PSDB para governar o Brasil
Estamos tentando descobrir o que a direita ofereceu para os grandes meios de comunicação do país para fazerem o próximo Presidente da República, bem como queremos saber o que cada um ganha com isso.
Estão forçando a barra de forma espetacular, jamais vista no Brasil e em outros países democráticos sérios, mas nós não deixaremos isso acontecer, pois vamos investigar e os donos destas grandes empresas de comunicação, bem como todos os grandes empresários envolvidos serão investigados por anos e anos a fio, não daremos tréguas á eles e nem à direita. A gente não desiste nunca, vamos mostrar para toda população como eles manipulam os cidadãos brasileiros.
Queríamos salientar que não adianta fazer dos ricos, seres mais ricos, pois se a população pobre aumenta, existe a possibilidade da piora na condição de vida dos mais ricos e até da classe média que sofrerão mais assaltos, seqüestros, roubos, estupros e homicídios... Abram o olho, estão jogando com você e você ainda não se tocou, pois os mais ricos têm dinheiro o suficiente para comprar carros blindados e você?!
Em matéria publicada hoje, 17/12/2005, o site Último Segundo, ligado ao PSDB, diz que a DataFolha, órgão de extrema direita, avalia que governo é o melhor, se o de Serra (PSDB) na prefeitura ou de Alckmin (PSDB) no governo de estado. Só esquece de dizer que nada contra os dois governos são expostos na mídia, mas nós vamos expor algumas coisas...
Saúde - Tanto o estado de São Paulo, como a cidade de São Paulo, passam por momento muito delicado e quem sofre é a população, da maneira como está
Transporte - O prefeito José Serra (PSDB) tirou de circulação mais de 500 ônibus, aumentando o tempo de espera nos pontos e forçando as pessoas a andarem espremidas dentro dos mesmos. Ruas cada vez mais esburacadas, radares e multas em excesso, trânsito cada dia mais congestionado... Enquanto isso o governador Geraldo Alckmin (PSDB) vai entregando as rodovias consertadas para empresas particulares e os pedágios... Cada vez maiores!!! Fora o IPVA cada vez mais caro!!!;
Emprego - Uma vergonha, só
Educação - Com toda certeza os CÉU´s do PT são muito melhores que as escolinhas ridículas que o PSDB quer implantar na cidade de São Paulo... Estão querendo fazer igual o governador do PSDB fez, acabou com a repetência, acabando assim com o ensino no estado, tem criança na 4ª série que não sabe nem ler e nem escrever, é esse o futuro que essas duas personalidades incompetentes querem para as crianças do Brasil?!;
Segurança - Essa nem se fala, a cada dia que passa a segurança piora mais, a polícia sem treinamentos específicos, equipamentos e salários decentes perdem a vontade de prestarem o serviço que deveriam, muitos partem para a criminalidade e corrupção, por causa do descaso do governo Geraldo Alckmin (PSDB) aumenta a cada dia o número de policiais civis e militares com problemas psicológicos, muito se entregam as drogas e a bebida, atendem á chamados em condições físicas e mentais deploráveis, ocasionando vítimas inocentes e muitas vezes sendo rudes com a população;
Corrupção - Acontece em todos os cantos do Estado e da Cidade de São Paulo, mas a grande imprensa não se presta a investigar, pois não tem lucro com isso, mas já existem pelo menos umas vinte investigações sigilosas sendo feitas e com certeza até as eleições de 2006 estarão sendo divulgadas. Inclusive a própria imprensa divulgará, pois tem muita gente boa ainda em órgãos de investigação deste país.