10 setembro 2005




PAZ PAZ PAZ






PROTEJA A SUA A VIDA E VIDA DE QUEM VOCÊ AMA


DIGA NÃO AS ARMAS,DIGA SIM A VIDA.
PSDB E MARCUTAIAS


TUDO A VER


PSDB Wladmir diz que não abonou filiações

10/09/2005
O ex-vereador, também ex-secretário estadual do Trabalho Wladmir Garcêz disse ontem que não é o responsável pela filiação de Zander Fábio e Júlio César Neri ao PSDB. “As fichas dos dois foram abonadas respectivamente por Olier Alves e Carlos Alberto Leréia, como pode ser constatado nas assinaturas das fichas”, fala. Zander e Júlio César Neri são acusados de participarem de um esquema de desvio de recursos da Câmara Municipal de Goiânia em prejuízo ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Zander e Júlio César, ex-funcionários da Câmara, são réus confessos do processo fraudulento.



Oposição quer investigação de contratos sem licitaçào em governo tucano no

Ceará17h7 - 9/9/2005


FORTALEZA - A dispensa de licitação em contratos celebrados pelo governo do estado do Ceará está na mira dos partidos de oposição. Segundo levantamento feito deputado estadual Nelson Martins (PT-CE), nos dois primeiros anos do mandato do governador Lúcio Alcântara (PSDB) houve 147 dispensas, sendo 103 delas fundamentadas no artigo 24 da lei de licitações que prevê essa possibilidade em casos de emergência ou calamidade pública. O deputado petista protocolou nesta sexta-feira, no Ministério Publico estadual, mais documentos, incluindo cópias dos diários oficiais em que os contratos foram publicados, para subsidiar uma representação em que deu entrada no mês de julho. Ele pede que seja investigado se as dispensas eram realmente necessárias. Vários dossiês anônimos encaminhados à imprensa e ao Ministério Público denunciam a contratação de empresas terceirizadas sem licitação no governo do tucano Lúcio Alcântara, grande parte na área de segurança e limpeza. Segundo o petista, só nesses dois segmentos, entre 2003 e 2005, o governo pagou R$153 milhões. Algumas dessas despesas, segundo o deputado, também estão sendo pagas com recursos federais como Fundef.Um dos maiores contratos é com a Companhia Nacional de Administração Prisional Ltda (Conap), do empresário filiado ao PSDB Luis Gastão Bittencourt, que administra as penitenciárias regional Industrial do Cariri, de Sobral e o Instituto Presídio Professor Olavo Oliveira II. A Ordem dos Advogados do Brasil e o Ministério Público Federal ajuizaram no final de agosto uma ação civil pública pedindo a suspensão dos contratos. A estimativa é que já foram pagos cerca de R$50 milhões.A ação questiona a dispensa do processo licitatório e argumenta que uma resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária considera ilegal empresas privadas realizarem serviços penitenciários associados à segurança, administração, gerenciamento e à disciplina nas unidades prisionais. O relatório aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) referente a 2004 apontou que foram dispensadas licitações em 43,58% das compras, obras e serviços do Estado. O governo contesta. Segundo o secretário de administração, Mauro Filho, o percentual correto é de 27,57% e atribuiu o excesso registrado pelo TCE ao fato de ter contabilizado indevidamente itens que dispensam a exigência, como despesas com estagiários e profissionais de Saúde da gestão plena municipal.
Fonte: O Globo
FILHO DE MALUF É PRESO

E CHEGA ALGEMADO

A CARCERAGEM DA PF

Fonte JP.



Flávio Maluf chega algemado à sede da PFO filho do ex-prefeito de São Paulo Paulo Maluf, chegou há pouco à carceragem da Polícia Federal, na Lapa, zona oeste de São Paulo. Flávio Maluf chegou num dos carros da Polícia Federal algemado. O pai dele se apresentou no início da madrugada na carceragem, passou por exame de corpo de delito e, por volta das 8h30m, Flávio se apresentou.



Maluf responderá por formação de quadrilhaAlém do pedido de prisão, a juíza aceitou, na noite da sexta-feira, todas as denúncias do Ministério Público contra o ex-prefeito, seu filho, Flávio Maluf, o doleiro Vivaldo Alves e o ex-diretor da construtora Mendes Júnior Simeão Damasceno de Oliveira. Os quatro passam a ser réus de crimes de formação de quadrilha, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A soma das penas mínimas é de 8 anos de prisão. Para o Ministério Público Federal, as escutas telefônicas revelam que o ex-prefeito e o filho tentaram impedir o depoimento do doleiro Vivaldo Alves, o Birigüi. O doleiro, apontado como operador do dinheiro dos Maluf no exterior, disse ter movimentado pelo menos US$ 161 milhões por meio da conta Chanani, do Safra National Bank de Nova York (EUA). Ele afirmou que todo o dinheiro era de Maluf e de seu filho.

http://jovempan.uol.com.br/jpamnew/noticias/ultimasnoticias/#74542
CREDO! TEM GENTE QUE TEM

SAUDADE DE FHC DO

PSDB.




09/09/2005 - 14h46I nflação acumulada é

a menor da história do

país, diz pesquisa


SÃO PAULO _ A inflação medida pelo IGP-M e IGP-DI nos oito primeiros meses de 2005 - de, respectivamente, 0,74% e 0,33% - é a menor da história em períodos equivalentes em todos os anos anteriores, segundo estudo coordenado pela Economática. A pesquisa se remete até o ano de 1968 no caso do IGP-DI e a 1989 no IGP-M.No caso do IGP-DI, segundo a Economática, o menor valor anteriormente atingido nos oito primeiros meses foi em 1998, quando o índice chegou a registrar 0,96% no período analisado. O IGP-M teve seu menor valor anterior ao de 2005 também no ano de 1998, quando atingiu 1,66% nos oito primeiros meses. Em 2005, o IGP-M apresenta quatro meses consecutivos de deflação, fato nunca antes acontecido no Brasil. O exercício no qual se teve maior numero de meses com deflação foi o de 1998, quando o índice também registrou deflação em quatro meses, porém não consecutivos. Já o IGP-DI também apresenta quatro meses de deflação consecutivos este ano, marca já superada em 1998, quando o país teve cinco meses consecutivos de deflação. (Valor Online)

DO SONHO


A REALIDADE

A PRISÃO

DE MALUF.




Cansada e indignada de ver a roubalheira de Maluf, sabendo que esse
dinheiro que ele roubou ,é dinheiro que poderia ter melhorado muito a vida das pessoas que como eu vive em SP,que poderia ter sido construído escolas de boa qualidade como o CEU da Marta, que poderiam ter sido criados e aparelhados muitos Postos de Saúde,que poderiam ter sido asfaltado e iluminado muitos Km de ruas, que poderia ter pago melhores salários e ter equipado melhor a nossa policia, que poderia ter recuperado praças e jardins deixando SP mais bonita e agradável, que poderia ter construído muitas casas para a população de baixa renda que vive em áreas de risco,eu um dia falei:_ Eu hei de ver , eu vou viver para ver um dia o Maluf na cadeia. Nenhum governo passado teve a boa vontade que teve o governo Lula em investigar com seriedade, determinação e punir esse que é o maior ladrão dos cofres públicos do país.Tenho certeza que hoje milhões de pessoas como eu, está com alma lavada. Maluf não agiu só, se ele abrir a boca,vai ser um escândalo muito grande,tem muita gente graúda, que ocupou cargos importantes no país envolvida no esquema Maluf. Quem viver verá.


Ex-prefeito Paulo Maluf se entrega à PF em SP

da Folha Online

O ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, se entregou, no início da madrugada deste sábado, à Polícia Federal. Ele chegou à sede da Superintendência da PF por volta de 0h20, depois de ter o pedido de prisão preventiva aceito pela juíza Silvia Maria Rocha, da 2ª Vara Criminal de São Paulo. Abatido, Maluf se recusou a dar entrevistas. Ele chegou à sede da PF em um Santana preto, acompanhado por advogados e seguranças. A juíza entendeu que Maluf, em liberdade, poderia atrapalhar o andamento do processo, ocultar provas e coagir testemunhas.

09 setembro 2005

INFLAÇÃO DE 2005


É A MENOR DA HISTÓRIA


VIVA O GOVERNO LULA

09/09/2005 - Inflação de 2005 é a menor da história
A inflação medida pelos índices IGP-M e IGP-DI nos oito primeiros meses de 2005 é a menor da história do Brasil, segundo estudo coordenado pela consultoria Economática.
No caso do IGP-DI, a série histórica vem desde 1968. A queda acumulada de janeiro a agosto é de 0,33%.
Já o IGP-M, medido desde 1989, está negativo em 0,74% no ano.
É a primeira vez que os dois índices apresentam deflação no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Até então, o melhor desempenho havia sido medido em 1998, quando o IGP-DI registrou alta de 0,96% nos preços, contra 1,66% do IGP-M.
Em 2005, o IGP-M apresenta quatro meses consecutivos de deflação, fato inédito no país. Em 1998, também houve quatro meses com registro de queda nos preços, mas não consecutivos. No IGP-DI, 1998 teve cinco meses seguidos de queda, marca que ainda não foi superada.
As informações são do portal Invertia.

BRASIL MAIS DE UMA

DÉCADA

SEM INVESTIR NO

ENSINO SUPERIOR.



09/09/2005 - Haddad: Brasil ficou mais de uma década sem investir no ensino superior
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse nesta sexta-feira (9) que, diferentemente da educação básica, onde o problema é de qualidade, na educação superior o problema é de acesso.

Hoje, no Brasil, apenas 9% dos jovens de 18 a 24 anos estão na faculdade. "Os jovens não estão conseguindo chegar à universidade e é nossa meta viabilizar esse acesso", afirmou.

Para Haddad, essa deficiência no acesso tem duas razões. A primeira é a falta de investimento federal na expansão da rede pública de educação superior.

"Nós passamos mais de uma década sem investimentos na expansão do ensino superior público federal, o número de instituições se manteve praticamente o mesmo e a expansão de vagas deveu-se única e exclusivamente ao esforço individual de cada reitor", explicou.

A segunda razão é o fato de o país ter tido "uma expansão desenfreada do ensino privado, justamente por falta de investimentos públicos nas instituições federais de ensino".

Haddad disse que, entre as iniciativas do atual governo para reverter essa situação, foi estabelecido "um plano ousado de expansão" em 36 novas extensões no interior do país, para evitar que o jovem tenha que se deslocar para as regiões metropolitanas para ter acesso à educação superior.

"Retomamos os investimentos na expansão e na interiorização do ensino público no nosso país", explica.

O ministro afirmou que, para enfrentar a expansão do ensino privado, que não veio acompanhada de um programa de bolsas de estudo nem de um programa de apoio ao jovem de baixa renda, foi criado o programa Universidade para Todos, o conhecido ProUni.

Segundo ele, só na primeira edição, em 2004, o programa ofereceu 112 mil bolsas de estudo para jovens egressos da escola pública e de baixa renda, sem condições de arcar com a mensalidade.

"Para que se tenha uma idéia desse programa, o primeiro curso superior no Brasil data de 1827 e, e de lá para cá, nós conseguimos criar um sistema federal de educação superior que oferta anualmente 125 mil vagas", contou o ministro.

Segundo ele, só o ProUni ofereceu, no seu primeiro ano, 102 mil vagas.

"Isso significa dizer que praticamente duplicamos o acesso e com foco na população de baixa renda, porque a universidade pública está aberta para todos, para todas as classes sociais, mas o ProUni não, ele está direcionado para a população que não tem renda para arcar com uma mensalidade".

Agência Brasil
A MÍDIA É IMPARCIAL?


X-Terra-Karma: 0%>X-Terra-Hash: Date: Thu, 8 Sep 2005 10:04:48 -0300 (BRT)>From: MARIA SOCORRO <>>To: Giuseppe <>>Subject: Re: [Newsletternomade] atualizacao 7/09>>



Bom dia!

>Que bom já estar tão aceito o manisfesto, >levando em conta que a população que tem acesso >é muito pequena, acho que devemos continuar e >deve ter uma data para encerrar um ato para >entrega....>Quanto a lista de nomes, sei que ainda vão fazer >os acertos mas tem nomes repetidos e com certeza >ainda faltam alguns, por sinal não vi o meu, mas >sei que vai sair.>>Apenas uma informação: Ontem estive na >manifestação dia 7 de setembro, na esplanada dos >ministérios e estávamos com faixas de apoio ao >Lula, e tinha uma faixa dúbia:>"ACORDA NAÇÃO PETISTA!"!!>Quando as TVs nos viam perguntavam é contra ou a favor?>Como respondíamos a favor, eles passavam e não >entrevistavam... Esse foi apenas um detalhe do >muitos que ocorreram.>

Abraços>Socorro
ESCLARECENDO A KIKA.



O que eu quis dizer é que, pesquisando o nome POR UM NOVO BRASIL,ele não estava registrado como domínio , de nenhum modo,ou seja nem como org,nem como com.br e outros até a data de ontem 08/09/2005. Por isso eu registrei esse domínio como org. Isso não impede que você mantenha o nome do seu Blog igual, e nem impede que você faça um domínio com o nome POR UM NOVO BRASIL desde que NÃO seja como ORG. ENTENDEU KIKA OU QUER QUE EU DESENHE?

" QUEM PARIU MATHEUS QUE O EMBALE"


09/09/2005 - ‘Quem pariu Matheus que o embale’, diz Carlito Merss sobre Severino
"Quem pariu Matheus que o embale. O PSDB e o PFL não mediram esforços para derrotar o PT nas eleições para a presidência da Câmara", disse o deputado federal Carlito Merss (PT-SC), sobre o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE). Ontem, o dono do restaurante Fiorella, Sebastião Augusto Buani, disse que pagou R$ 40 mil ao deputado Severino Cavalcanti, então primeiro-secretário da Câmara, para prorrogar por mais três anos a concessão de uso do restaurante no Congresso - ignorando assim o processo de licitação.

Merss disse que se ficar comprovado que Severino realmente quebrou o decoro parlamentar, não tem outro caminho senão a cassação. “Agora, ele tem que ter direito à defesa, tem que se explicar”, afirmou.

Relato detalhado

Outro deputado petista, Carlos Abicalil (PT-MT), se mostrou surpreso com as revelações feitas pelo dono do restaurante. "É a primeira vez que vejo um corruptor se manifestar antecipadamente numa entrevista coletiva. O Buani fez um relato detalhado, que de fato vai exigir rigor e celeridade nas investigações por parte da Câmara", disse.

Abicalil, entretanto, disse que "é precipitado ainda falar em cassação de Severino. É preciso ver em que estágio está a investigação que foi instalada pela Câmara; ver a autenticidade do documento que Severino teria assinado. Se for autêntico, é preciso ver qual o procedimento regimental cabível. Juridicamente, é preciso lembrar que esse ato foi praticado na gestão da mesa anterior (quando João Paulo Cunha era presidente)". As informações são da Agência Brasil.
CAIXA DA CAMPANHA DE FHC


Caixa de campanha de FHC pode ser o dono da Guaranhuns Ricardo Sérgio de Oliveira, caixa de campanha de Fernando Henrique e José Serra. Leiam tudo em.

http://www.portalmidiapetista.blogspot.com/
NOTA DE ESCLARECIMENTO

Para evitar futuras confusões e mal entendidos como ocorreu com o site do BU, em que uma internauta retirou o seu Blog da lista, que gentilmente e democraticamente tinha sido adicionada pelo Spyk, esclareço que o domínio POR UM NOVO BRASIL me pertence eu paguei por ele.Os amigos, e internautas podem digitar

http://www.porumnovobrasil.org/ ou http://por1novobrasil.blogspot.com/ que entraram nesta pagina.

Esclareço também que não importo que outros tenham um Blog com o mesmo nome que o meu, o que importa é o conteúdo o que importa são as mensagens,o que importa é o pensamento de cada um. a liberdade de expressão.
Liberdade e democracia,custamos tanto para conseguir, muitas vidas foram ceifadas para que a democracia e liberdade fosse realidade.
Jamais devemos permitir que tentem nos impor a censura, a intolerância covarde e cruel novamente em nossas vidas.
Liberdade,liberdade abriu a asas sobre nós,e assim deverá permanecer por séculos e séculos.
PRESIDENTE LULA ESTAVA CERTO




Presidente Lula tinha razão,presidente Lula estava certo, ele sabia o que falava quando falou que na Câmara tinha 300 picaretas.Um desses picaretas o tal deputado Ronivon teve a liminar cassada ontem, ele estava lá na Câmara desde 1997 .


"Deputado diz que vendeu seu voto a favor da reeleição
por R$ 200 mil[Reportagem publicada em 13 de maio de 1997]
FERNANDO RODRIGUES da Sucursal de Brasília.
O deputado Ronivon Santiago (PFL-AC) vendeu o seu voto a favor da emenda da reeleição por R$ 200 mil, segundo relatou a um amigo. A conversa foi gravada e a Folha teve acesso à fita. Ronivon afirma que recebeu R$ 100 mil em dinheiro. O restante, outros R$ 100 mil, seriam pagos por uma empreiteira _a CM, que tinha pagamentos para receber do governo do Acre. Os compradores do voto de Ronivon, segundo ele próprio, foram dois governadores: Orleir Cameli (sem partido), do Acre, e Amazonino Mendes (PFL), do Amazonas. "


Gente o cara estava lá desde 1997, ou sejam 08 anos e ninguém pediu a cassação dessa liminar? O cara confirmou que vendeu voto para a reeleição do FHC e continuou no cargo de deputado? Essa é a moral do PFL quer tem como presidente o safado do Bornhausen? Esses 300 picaretas elegeram o Severino, para tentar prejudicar o governo Lula, ou seja para prejudicar o país, para prejudicar 180 milhões de brasileiros. Esses safados falam em ética, eles não sabem o que é ética, eles não sabem o que é honestidade. Presidente Lula está certo, SÃO 300 PICARETAS QUE ESTÃO LÁ NA CASA DO POVO, SÃO 300 PICARETAS QUE ENGANARM O POVO.


CADÊ A CPI DA COMPRA VOTOS,QUE NÃO CHAMOU NINGÉM DA ERA FHC PARA DEPOR?


CADÊ OS DEPUTADOS QUE VENDERAM OS SEUS VOTOS PARA DEPOR, TER SEUS SIGILOS BANCARIOS QUEBRADOS?

08 setembro 2005

Eu recomendo

Blog interessante, feito por pessoa inteligente
Nogueira Júnior


@- Maluf vai para o PTB do Bob, que seja bem vindo, pois o PTB é a cara do Maluf, diga-se de passagem, o PP também era!

@- O Governador e o Prefeito de são Paulo não foram ao desfile, estão viajando! Bela desculpa! O Governador de Minas não foi ao desfile.
A governadora do Rio de Janeiro não foi ao desfile! Mas não é o Presidente Lula que esta na berlinda? Ele foi e ainda desfilou mil metros em carro aberto sob vaias e aplausos!
Democracia é isto!

@- Existe um dossiê (será?) que apontam nomes de jornalistas da “grande” mídia que receberam “jornalão” ou melhor, propina da Câmara dos Deputados para os “jornalistas”, cabe ao sindicato (ele existe?) da “classe” exigir explicações e a revelação da longa lista!

@- Jogada suja: Dizem que há mais provas contra o Severino, mas se ele renunciar a Presidência da Câmara estas provas serão, digamos, “esquecidas” pela oposição, e ele continuara Deputado! Ora se há mais provas que tire ele de lá e mostrem rapidamente para a população os documentos, chantagem e “ocultação de cadáver” é crime!

@- Uma frase que a esquerda odeia, mas, que pratica: “os fins justificam os meios”.
O deputado Fernando Gabeira de braços dados com o Presidente do PFL (um verdadeiro meliante), na passeata de ontem no Centro de São Paulo, não faz jus a sua biografia!

GOV. LULA FAZENDO TUDO DE BOM

PARA O POVO

BRASILEIRO



Ministério da Saúde instalará no RJ o maior centro de traumato-ortopedia da AL
O Ministério da Saúde pretende instalar no Rio de Janeiro o maior centro de traumato-ortopedia da América Latina.
A informação é do ministro da Saúde, Saraiva Felipe, que visitou hoje (8) o prédio para onde será transferido o Into (Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia). O instituto passará a ocupar, em dezembro de 2007, o antigo prédio do Jornal do Brasil, no Caju, zona portuária da cidade. Atualmente, o Into funciona no centro da cidade.
Nas novas instalações, o número de cirurgias realizadas por ano deverá crescer de cinco mil para 12 mil.
O ministro Saraiva Felipe afirmou que serão investidos R$ 40 milhões nas obras e R$ 31 milhões na compra dos equipamentos do instituto, valores já incluídos na proposta orçamentária do ministério para o ano que vem.
Segundo ele, o hospital passará a ter capacidade de oferecer serviços sofisticados, inclusive com a utilização de células-tronco no tratamento de traumato-ortopedia.
O diretor do instituto, Sérgio Côrtes, destacou que, entre os tratamentos inéditos no país, a unidade pretende realizar os de tumores ósseos e de graves perdas ósseas. "A terapia celular vai entrar aí como auxiliar.
Ao invés de fazer uma amputação vai poder tratar esses casos com uma cirurgia celular e banco de ossos", disse. Côrtes disse ainda que os pacientes serão beneficiados com a redução de 30 para 12 meses no tempo de espera por uma cirurgia de alta complexidade.
Com isso, segundo ele, a unidade seguirá os padrões internacionais de tempo de espera. Haverá também a ampliação de 88 mil para 232 mil atendimentos ambulatoriais por ano e o aumento do número de leitos, que passará de 150 para 340.
As informações são da Agência Brasil.
BLOG DO ONI PRESENTE.

Deputado ameaçado de cassação enriquece com "vacas milagrosas"
Leia em http://www.blogdoonipresente.blogspot.com/

Quem é Romeu Queiroz? De onde vem Queiroz? Com quem andava Queiroz?

Muito interessante.
VOCÊ É INTELIGENTE OU BURRO?


VOCÊ É INTELIGENTE SE:

Não confia em tudo que mídia fala, pois 30% é mentira, 30% é invencionice, 30% manipulado.

Não assiste os telejornais e a programação da Record, Band, Rede Vida, SBT

Não vota em Serra, Alckmin, FHC, Garotinho, Rosinha, FHC e corja.

Não lê o Blog da Kika e corja que ela indica.

Não compra e não lê a revista Veja.

Não compra contrabando na Daslu, lá é mil vezes mais caro do que nos camêlos.

Vota SIM pelo desarmamento,SIM pela Paz.

Apóia o presidente Lula e o governo Lula.

Diz NÃO ao GOLPE da direita de merda.


VOCÊ É BURRO SE:

Fizer tudo ao contrario dos inteligentes.

Entendeu ou quer que eu desenhe?
O QUE SEVERINO TEM?


Tem nomes como ninguém

Tem provas como ninguém

Tem tudo que lhe convém

O que Severino tem?

Tem nomes de deputados

Tem nomes de senador

Sabe tim -tim por tim-tim

Quem comprou FHC.

E recebeu dindin.

Severino vai cantar o nome de cada um.

Tem PSDB, tem PFL, tem PDT e
PTB.

Tem PPS, PP,PV e PMDB.
O POVO PEDE AOS TUCANOS,

PSDB/PFL, "NÃO

PROCRIEM"



O MUNDO PELO AVESSO

EMIR SADER


Políticos descartáveis

Um ex-secretário de Estado dos EUA é o autor da famosa frase sobre o ditador Anastácio Somoza: “It’s a sun of a bitch, but it’s our son of a bitch”.
No Brasil, Severino é o "Somoza" da burguesia que o elegeu. Agora que não serve mais, querem o cargo de volta.
A burguesia não tem partido, já nos ensinava Gramsci. Usa os partidos e os políticos, conforme lhe interessem em cada momento político, afim de garantir a reprodução da sua lógica de maximização dos lucros e de hegemonia dos seus valores na sociedade. Da mesma forma que o império se vale de quem cumpra com os seus desígnios.
O ex-secretário de Estado norte-americano Foster Dulles, no governo Eisenhower, é o autor da famosa frase sobre o ditador Anastácio Somoza: “It’s a sun of a bitch, but it’s our son of a bitch”.
A burguesia brasileira se valeu de uma malta de aventureiros e corruptos, conforme lhe foram funcionais para derrotar a esquerda e garantir a continuidade do poder.
Foi assim com Jânio Quadros, para derrotar o nacionalista general Henrique Lott.
Foi assim com a ditadura militar, para derrotar a esquerda.
Foi assim com Collor, para derrota a esquerda.
Foi assim com Severino Cavalcanti, para impor derrota ao governo Lula.
Depois, passada a circunstância, quando já não tem mais utilidade ou caso se torne um aliado incomodo, a burguesia se desfaz dos bonecos que criou e inflou, jogando-os no lixo, até mesmo tratando de demonstrar que não tinha nada com isso, como se tivessem sido invenções da natureza ou do acaso. Foi assim com Jânio, com a ditadura militar, com Collor, e agora com Severino.
Este foi um candidato articulado pelos tucanos, com FHC na cabeça.
Um Pigmaleão do mal, lançado, apoiado e votado pelos tucanos – a começar por esse ex-comunista, Alberto Goldman, que agora finge que não tem nada a ver com esse engendro.
Os tucanos colocaram um vice de confiança deles, do PFL, e diziam abertamente que seria o poder atrás do trono e, caso chegasse a hora, assumiria no lugar de Severino. Ieda Crusius, Artur Virgilio, Zulaiê Cobra – todos brindavam a vitória contra o governo, elevando Severino a presidência da Câmara de Deputados.
Agora se comportam como o tipo que foi pego roubando um “porco”, com o bicho nos ombros e que faz gesto de surpreso: “Tirem esse bicho daí.” As marcas digitais do crime apontam para os dedos dos tucanos.
Se a imprensa tivesse um mínimo de decência, reconstituiria os votos que elegeram a Severino e publicaria a lista, para que a cidadania pudesse saber quem joga com a republico conforme sopra o vento.
Os mesmos mentores das denúncias contra a corrupção, aqueles que privatizaram o patrimônio publico a preço de banana, os mesmos que querem retornar ao poder para dar continuidade a esse processo, privatizando a Petrobras, o Banco do Brasil, a Eletrobrás, a Caixa Econômica Federal, cumprindo o compromisso que assumiram com o FMI, quando quebraram o país pela terceira vez em seu governo, são os que geraram o monstro de Severino Cavalcanti e agora querem jogá-lo na lata do lixo, de onde o tiraram, porque já lhes serviu e agora se torna aliado incômodo.
Severino sempre foi conhecido como corrupto.
Mas era “their son of a bitch”, o corrupto – um dos tantos – de plantão no PSDB. Não serve mais e deve ser descartado.
Outros aventureiros se candidatam a terem seus 15 minutos de glória.
Como dizia o cartaz no casamento do filho de César Maia: “Não procriem”.
É necessário castrar os tucanos, antes que povoem de novo o poder de Severinos.


Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".


A ÉTICA, O TRABALHO DO PSDB, A SERIEDADE,COMPETÊNCIA ESTÁ AQUI NESTA PEQUENA AMOSTRA.

A SAFADEZA DO PSDB

Órgão descumpre exigência para regularizar serviço de emplacamento de veículo, feito sem licitação nem contrato Escândalo das placas sobrevive no Detran

Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de São Paulo voltou a descumprir exigências para regularizar os serviços de emplacamento de veículos no Estado, que há três anos é feito pela iniciativa privada sem contrato e há oito anos sem licitação.

O TCE (Tribunal de Contas do Estado) cobrava a tomada de providências para que a irregularidade fosse sanada até o final de agosto, o que não foi feito pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB).

VOLTA A MÁFIA DOS FISCAIS COM O PSDB

ADMINISTRAÇÃO

Conversa em que servidor paulistano pede R$ 500 para permitir instalação de publicidade irregular foi gravada Fiscal admite propina para liberar anúncio

Um fiscal de uma das subprefeituras da administração José Serra (PSDB) foi flagrado ao cobrar propina para fazer vista grossa a anúncios irregulares na região do Jabaquara, zona sul de São Paulo.

ÉTICA TUCANA

"Para líder tucano, "caixa dois" do presidente do PSDB não é caso de punição: "Ele nem foi eleito", diz Goldman; deputado se irrita ao falar do assunto"

INCOMPETÊNCIA DE ALCKMIN

AEROPORTO FANTASMA


Ao lado do gasto de R$ 5,5 milhões da administração Geraldo Alckmin (PSDB) para concluir a reforma em dezembro do ano passado, o que chama a atenção é o pequeno movimento: apenas cinco pessoas, em média, utilizaram o aeroporto a cada dia, entre janeiro e julho deste ano.

07 setembro 2005

PSDB CALHORDAS



Cínico ,canalha ,cara de pau, safado, dissimulado, esses e outros adjetivos que mostram que uma pessoa não presta, não vale nada, poderia ser usado para esse sujeito de nome Goldman. Esse mesmo calhorda estava ontem 06/09 em uma passeata contra a "CORRUPÇÃO", contra a impunidade.
O Azeredo usou caixa 2 em 1998, ou seja desde 1998 que o PSDB faz uso do valérioduto, tem conhecimento do valérioduto, usou o valérioduto, e agora quer posar de inocente, de ético, horrorizado com o uso de caixa 2 por alguns do PT.
O Azeredo segundo o sujeito Goldman, não pode ser punido porque ele nem foi eleito, mas isso não justifica a não punição.
Esse sujeito está pensando que somos idiotas.
O PT errou sim em fazer uso de caixa 2 por alguns, o PT está cortando na própria carne e punindo quem errou, e o PSDB não vai punir,não puniu antes, e não punira. Calhordas.

"Para líder tucano, "caixa dois" do presidente do PSDB não é caso de punição: "Ele nem foi eleito", diz Goldman; deputado se irrita ao falar do assunto"




BRASIL UM PAÍS DE TODOS

VIVA LULA PRESIDENTE





Preços caem pelo quarto mês seguidoÍndice geral medido pela Fundação Getúlio Vargas em 12 capitais do país mostra recuo de 1,04% no atacado, com destaque para feijão, leite e ovos


Ato pró-Lula reúne milhares de pessoas no ABCPúblico lotou a praça da Igreja Matriz, em São Bernardo, em defesa do governo Lula e contra corrupção; Tarso Genro e Luiz Marinho estiveram presentes




06/09/2005 - Brasil é o 5º em investimentos estrangeiros diretos. O Brasil foi apontado como o quinto destino preferencial de IED (Investimentos Estrangeiros Diretos) em pesquisa realizada pela Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento).


06/09/2005 - Farmácia Popular já vendeu 8 milhões de itens em pouco mais de um ano. Em pouco mais de um ano de funcionamento, as 53 farmácias populares instaladas em vários pontos do país já venderam 8 milhões de itens entre frascos, cartelas com comprimidos, bisnagas, injetáveis e preservativos.Nas farmácias populares, a população encontra 95 tipos de remédios a preços menores que os praticados no mercado. Até o final do ano, o governo federal deve abrir mais 263 unidades.


RANKING DAS NAÇÕES País passou do 65º lugar, na década passada, para o 51º, neste ano, na comparação com outros 136 paísesBrasil sobe 14 posições na lista desde 90
DA SUCURSAL DO RIO. Um retrato da evolução do IDH brasileiro, por um período mais longo de tempo, mostra que o país conseguiu subir, de 1990 a 2003, 14 posições no ranking de 136 países que têm dados que permitem a comparação no período.


06/09/2005 - Lula deve assinar esta semana decreto que cria Computador para Todos
O projeto do governo federal para viabilizar a chegada ao mercado de computadores com preço acessível à população de mais baixa renda, o Computador para Todos, será criado formalmente por decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda esta semana. A informação é do coordenador do projeto, o assessor especial da Presidência da República César Alvarez.

Com o decreto, os fabricantes de computadores podem se inscrever no Ministério das Comunicações para fazerem parte da lista dos que se comprometem a fornecer o equipamento ao preço máximo de R$ 1,4 mil, o chamado "computador popular".



LULA 2006

06 setembro 2005

INCOMPETÊNCIA DE ALCKMIN MATA ALUNA DE 7 ANOS.


ESTE É O CARA QUE QUER SER PRESIDENTE DO BRASIL , ELE NÃO CONSEGUE MANTER OS ALUNOS DE UMA ESCOLA PRIMÁRIA EM SEGURANÇA, IMAGINA O PAÍS.

ESTE É ALCKMIN, RESPONSÁVEL PELA MORTE DE UMA ALUNA DE 7 ANOS,POR NEGLIGÊNCIA,POR DESCASO,POR INCOMPETÊNCIA.


Criança morre em desabamento de escola em São Paulo
São Paulo - Uma criança morreu e outra ficou ferida no desabamento de parte da Escola Estadual Diogo Faria, no Parque Paulistano, zona leste de São Paulo, na manhã desta terça-feira. De acordo com a Secretaria de Educação, os alunos da primeira série do Ensino Fundamental estavam na aula de Educação Física quando parte do cano coletor de água caiu e derrubou o muro sobre as duas alunas de 7 anos.
As vítimas foram encaminhadas inicialmente para o Pronto-Socorro Tide Setúbal, mas uma delas, com fraturas múltiplas, não resistiu aos ferimentos e morreu. A outra ferida seguiu para o Hospital Ermelino Matarazzo. A perícia está na escola para averiguar as causas do acidente. O caso está sendo registrado no 22º Distrito Policial.

1 2 3 é LULA OUTRA VEZ !




06/09/2005 - Alimento mais barato puxa inflação para baixo
A queda nos preços dos alimentos pelo terceiro mês consecutivo teve forte influência no recuo da inflação de janeiro a agosto.A gerente do Sistema de Índices de Preços do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Eulina Nunes dos Santos, explicou que o recuo é reflexo da estabilidade do dólar.
"Para se ter uma idéia, os preços do óleo de soja no ano já acumulam queda de 13% e a farinha de trigo já caiu 4% no ano, ou seja, o dólar tem beneficiado os preços agrícolas no varejo".Eulina disse que também em agosto, o IPCA, que é usado pelo governo para fixar as metas de inflação, desacelerou em função de um menor aumento nas tarifas de telefone fixo e nos preços dos combustíveis.Nesses oito meses do ano, a inflação medida pelo IPCA é de 3,59%. Segundo Eulina, é o mais baixo percentual para este período do ano desde 1998 (1,65%). Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 6,02%, abaixo da taxa dos 12 meses imediatamente anteriores (6,57%).Para setembro, a economista do IBGE acredita que a taxa deve se manter no mesmo patamar, já que, a princípio, o único impacto é do reajuste da tarifa de água e esgoto em São Paulo. A pesquisa mede os preços que atingem famílias que ganham entre R$ 300 a R$ 12 mi, em nove regiões metropolitanas, além das cidades de Goiânia e Brasília.
As informações são da Agência Brasil.
1000 PESSOAS NO EVENTO DO PSDB/PFL/PPS/PV, E A MAIORIA FOI OBRIGADA A IR PELOS "PATRÕES" HILÁRIO!



Cerca de mil pessoas, segundo a PM (Polícia Militar) participaram da manifestação pública. Para os organizadores do evento, o público estimado foi de 15 mil pessoas. Entre os políticos presentes estavam os deputados Fernando Gabeira (PV-RJ), José Carlos Aleluia (PFL-BA), Valter Feldman (PSDB-SP), o presidente do PPS, Roberto Freire (PE) e o líder do PSDB na Câmara, Alberto Goldmann (SP).

Na entrevista, perguntado porque estava na manifestação, uma senhora respondeu:- Eu não queria vir, minha colega também não, eu não sou contra o presidente Lula,mas o dono da loja obrigou a gente a vir.Outro entrevistado respondeu:- O patrão mandou a gente vir, como eu não quero perder o emprego eu vim,mas eu vou votar é no Lula,acha que isto vai mandar safados para cadeia,vai nada, olha o Maluf ai soltinho ,isso é coisa do Paulinho que acha que vai ser ministro de qualquer coisa se o Lula perder e o Alckmin ganhar, mais ele não ganha, vai ser Lula outra vez.


Relatório de Serraglio é torpe rendição à chicana golpista
Para abafar crimes do PSDB-PFL contra o povo, golpistas querem acabar investigações em pizza crucificando inocentes sem provas.



Aúltima moda entre os golpistas, expressa em editoriais de sua mídia, é que para cassar mandatos de parlamentares não há necessidade de provas das acusações, pois “o julgamento é político”. É evidente que o julgamento é político. Por isso mesmo é que são preciso provas de que os parlamentares - e outras figuras, inclusive o presidente - cometeram algum delito político, e de que esse delito político é grave o suficiente para que mereçam a pena máxima.

EMBUSTE
Toda essa conversa embusteira, que confunde julgamento político com perseguição política, transformou-se em berros - pois levar no berro é a sua única tática - depois do parecer do relator do Conselho de Ética sobre o bufão da canalha, Roberto Jefferson. Pois o relator, aliás, um deputado do PFL, registrou a inexistência de provas sobre o suposto “mensalão”, isto é, sobre a suposta compra de votos no Congresso. E, realmente, não apareceram, após mais de dois meses de investigações, CPIs e o escambau, provas dessa compra de votos. Apareceram - a rigor, reapareceram - as provas da compra de votos no governo Fernando Henrique. Do governo Lula, nada.
No entanto, em seguida, outro relator, o da CPI dos Correios, deputado Serraglio, acossado aberta e despudoradamente pela mídia golpista, lançou um “relatório parcial”. Para que um “relatório parcial”? Se as investigações estão longe do fim, que utilidade tem um relatório “parcial” agora? Somente uma: coonestar as chicanas, o que é a mesma coisa que tentar abafar no afogadilho as investigações. E foi esse o conteúdo do “relatório parcial” de Serraglio.
O “relatório parcial” excluiu o senador Eduardo Azeredo, presidente nacional do PSDB, que, como candidato a governador de Minas, recebeu quase R$ 10 milhões do esquema de Marcos Valério. Nenhum dos citados por Serraglio esteve nem perto de tal quantia.
Azeredo, ressalte-se, confessou o caixa 2, embora tenha dito que não sabia dele - apesar de indícios e testemunhos apontarem que ele sabia. Então, por que Azeredo foi excluído do relatório? Segundo Serraglio, o caso de Azeredo é diferente. Supõe-se que ele queira dizer que o dinheiro que a campanha de Azeredo recebeu era caixa 2, e não para comprar o seu voto. Mas, se esse é o caso, por que incluiu o deputado Roberto Brant, dirigente nacional do PFL, que recebeu dinheiro via Valério em sua campanha à Prefeitura de Belo Horizonte? Ninguém até hoje acusou o deputado Brant de vender seu voto ao governo ou ao PT, pela simples razão de que ele sempre esteve com a oposição. É evidente que o dinheiro recebido por Brant não era para comprar o seu voto, e sim caixa 2 de campanha. Então, por que Brant foi incluído no relatório, e Azeredo foi excluído?
No caso do deputado José Dirceu, nem mesmo houve recebimento de qualquer dinheiro de Valério ou outra qualquer irregularidade. Nem ficou provado que ele sabia do caixa 2 que o tesoureiro do PT, Delúbio Soares, organizou depois que Dirceu saiu da presidência do PT. Delúbio afirmou categoricamente que nunca falou a Dirceu do assunto. Por que, então, Serraglio dedica sete páginas ao deputado, nas quais meramente transcreve o que Jefferson falou, além de dois disse-me-disse assumidos, um de Valério e outro da mulher deste? Onde está a prova de que Jefferson disse a verdade? Todos os indícios são no sentido oposto, e exatamente por essa razão o Conselho de Ética recomendou sua cassação por unanimidade. E desde quando um disse-me-disse (ou dois, ou cem) constitui algo mais do que um disse-me-disse?
Quanto aos demais deputados, Serraglio expôs um estranho princípio, ou, melhor, uma peculiar falta de princípios: segundo ele, os acusados não provaram que o dinheiro que receberam, via Marcos Valério, foi para pagar dívidas de campanha. Assim, eles devem ser culpados de ter vendido o seu voto...
Trata-se de uma inversão completa, daquelas que são inevitáveis a alguém que se dobra a chicaneiros, difamadores e golpistas. Aos infelizes que preferem essa bizarra ginástica, ao invés de manter a espinha erecta, realmente só resta chamar o avesso de direito. Jefferson inventou a história do “mensalão” porque seu esquema foi pego em flagrante. Não provou que esse “mensalão” - ou seja, a compra de votos - existiu, nem apareceu nenhuma prova disso. Mas são os outros - os difamados, os acusados - que têm de provar que não venderam o seu voto...
E, no entanto, tudo conduz à conclusão de que o dinheiro recebido por esses deputados foi mesmo para pagar dívidas de campanha. Que lógica tem o PT pagar a seus próprios deputados para que votassem a favor do governo, isto é, do governo do PT? E, note-se bem, trata-se aqui de deputados que sempre estiveram entre os mais fiéis ao governo. Por exemplo: em todas as votações o deputado Professor Luizinho votou sempre a favor das propostas do governo, e defendeu-as, fizesse chuva ou fizesse sol. É ridículo achar que ele recebeu R$ 20 mil para votar a favor do governo. É tão inverossímil que nem os golpistas ousam falar uma imbecilidade dessas. A mesma coisa pode ser dita do deputado Paulo Rocha e de cada um dos deputados petistas. E o deputado João Paulo, que, por sinal, como lembrou, nem votava, pois era presidente da Câmara? Todo mundo sabe da fidelidade de João Paulo ao PT e ao governo - por isso mesmo é que o PT e o governo o apoiaram para presidente da Câmara. Quem acha que ele recebeu R$ 50 mil em troca do seu voto, ou em troca de apoiar o governo? Ninguém, absolutamente ninguém.
A existência de seis deputados do PT entre aqueles que receberam o dinheiro, é um indício clamoroso de que esse dinheiro não foi para comprar votos. Além disso, para comprar votos em que votações? Pois nem os golpistas sustentam mais a história de Jefferson de que haveria uma mesada, etc., etc. Agora, eles dizem que não importa se era mensal ou não, exatamente porque ficou provado que não havia pagamento mensal. Mas, se não era mensal, então, para que votações esse dinheiro foi pago? Porque, das duas, uma: ou o PT pagava uma mesada que servia para comprar o voto em qualquer votação, ou não pagava mesada, e, portanto, comprava votos para determinadas votações. Como já ficou provado que não havia mesada, é preciso responder: que votações foram compradas? Mas ninguém nem ao menos tentou responder a isso. Ao contrário, foge-se dessa pergunta com as evasivas mais cínicas.

BREQUE
O “relatório parcial” de Serraglio surge exatamente no momento em que os golpistas mudaram o disco: dizem agora que o país, o povo, está cansado de CPIs, que é preciso terminar logo, cassar os parlamentares rapidamente, em suma, dar um breque nas investigações, acabar logo com esse negócio de ficar apurando. Dizem isso precisamente no momento em que as investigações batem e entram pela porta deles.
O que realmente essas CPIs trouxeram de novo, até agora? Primeiro, que Valério era operador do PSDB-PFL, que armou o esquema de caixa 2 do próprio presidente do PSDB. Segundo, que seu principal financiador era Daniel Dantas, do Opportunity, um escroque que açambarcou quase metade das telecomunicações do país, sob os auspícios de Fernando Henrique et caterva - o mesmo Dantas que tem uma bancada no Congresso chefiada pelo próprio presidente do PFL, senador Bornhausen. Terceiro, que o notório Ricardo Sérgio, caixa de Fernando Henrique e operador das propinas tucanas, andou, no mínimo, cruzando o caminho de Valério e, talvez, mais do que isso, seja o verdadeiro proprietário de uma das arapucas receptadoras de dinheiro do esquema.
Há mais, que nos dispensamos aqui de resumir. Há inclusive o aparecimento do caixa 2 de Serra na campanha para presidente, e o reaparecimento do caixa 2 de Fernando Henrique, também na eleição para presidente. Mas tudo isso sempre apontando para o mesmo lado: para os golpistas, para o tucano-pefelismo, para o assalto ao patrimônio público, para as privatizações de Fernando Henrique.
É exatamente neste momento, em que o dinheiro aponta para os crimes dos próprios golpistas, que apareceu essa onda de acabar logo com isso, de decapitar cabeças sem provas, de fazer como os nazistas faziam - perseguir, cassar, executar os adversários. E que se danem as CPIs e as investigações, aquelas mesmas pelas quais esses mesmos elementos gritavam e às quais incensavam há coisa de poucas semanas.
ABAFADOR
Serraglio se prestou a esse papel. O de abafador das investigações, de coonestador das chicanas, contra os indícios, as provas e a lógica mais elementar. Naturalmente, ainda tem tempo de se recuperar desse mau passo, e esperemos que o faça.
Mas seja como for, essa canalha golpista não vai levar no berro. E não vai porque o povo existe, fato de que aqueles que se dobrarem aos golpistas muito rapidamente se darão conta.
CARLOS LOPES
http://www.horadopovo.com.br/

SEVERINO VAI DETONAR.














Eu havia publicado isto aqui já em 04/09



06/09/2005 - 07h48m 'Se é para me cassar sem prova, muita gente vai dançar', diz Severino Gerson Camarotti - O Globo

- Quero saber quem terá coragem de me tirar daqui. Isso é golpe! Se for esse o jogo, vou partir para o tudo ou nada. Não vou aceitar esta covardia. Vamos para a ofensiva. A situação na Câmara vai ficar insustentável. Se é para tentar me cassar sem prova, muita gente vai dançar! - ameaçou Severino em pelo menos duas conversas relatadas ao jornal 'O Globo'.
QUE BOM QUE VIVEMOS EM UMA DEMOCRACIA,QUE BOM QUE EXISTEM PESSOAS COMO O SPYK DO BLOG, http://blogspyk.blogspot.com, QUE BOM QUE A CENSURA ACABOU, QUE BOM QUE UNS GOSTEM DO VERMELHO OUTROS DO AZUL.


RECEBI ESTE E-MAIL EM RESPOSTA A UMA TENTATIVA DE CENSURA,QUE TENTARAM IMPOR. ESSA TAL KIKA É UMA PESSOA MUITO DOENTE,QUE PENSA QUE ESTAMOS VIVENDO NA DITADURA MILITAR,QUE PENSA QUE INTIMIDA TODO MUNDO,QUE PENSA QUE PODE ME CALAR. CAIU DO CAVALO KIKINHA.




O BRASIL HOJE É UM PAÍS DE TODOS








Oi Jussara,


Obrigado por atender ao meu pedido.
Você deve estar a par da polêmica entre os dois blogs homônimos Por um novo Brasil!, o seu, e Por um novo Brasil, de Kika Albuquerque. Ela questionou esse autor, em comentário no BU!, que o nome do seu blog(Jussara) deveria constar como http://por1novobrasil.blogspot.com/ e não como está. Daí a razão da solicitação para que você me confirmasse o nome correto.
Estou reativando o seu link no BU! da forma que estava e me permito emitir o seguinte:

(1)- O BU! - Blogs Unidos foi colocado no ar com a única finalidade de facilitar a concentração de links para blogs cujos autores comentem sobre política ou conteúdo significativo sobre esse tema.

(2)- A inserção naquele diretório é gratuita e livre.

(3)- Embora tenha ocorrido a inserção de blogs homônimos, não compete a mim decidir a forma como será exposto, tendo como garantia a confirmação explícita dos autores como o nome de seus blogs será exibido.

(4)- Este autor não será juiz nem advogado de questões que fogem à finalidade do projeto BU! - Blogs Unidos.

(5)- Estarei explicando por email a Kika Albuquerque que somente o autor de um blog poderá solicitar a mudança de nome e não estarei me sujeitando a aceitar que qualquer outra pessoa diga como deve estar lá inserido.

(6)- Assim sendo, fica garantida a exposição do nome de seu blog da forma como foi confirmada.

Independente disso me permita sugerir que ambas as autoras, se possível, busquem um entendimento sobre esse assunto.

Abraços,


Spyk
http://blogspyk.blogspot.com/

O fuzilamento político



JOSÉ DIRCEU

Revogar um mandato popular só com provas. Só a população, pelo voto, é que tem o direito de fazer um julgamento político sem provas José Márcio Camargo, economista-sócio da consultoria Tendências.
A sabedoria popular adverte: "As aparências enganam". No conselho transmitido de geração para geração, os pais recomendam aos filhos que não se deixem levar pela ilusão das primeiras impressões. Para confiar cegamente em alguém ou em alguma coisa, é preciso ter certeza.Quanto mais graves as conseqüências desse juízo, mais absoluta e inequívoca deve ser a convicção. Sob pena de cometermos injustiças irreparáveis, levados por falsas percepções, mal-entendidos, mentes confusas ou manipulação de interesses, muitas vezes ilegítimos e inescrupulosos.Prova de que as aparências enganam é a falsa notícia que quase toda a imprensa transmitiu à opinião pública na semana passada. A sociedade foi iludida com a informação de que as CPIs dos Correios e da Compra de Votos "pediram" a cassação de deputados. Não foi isso que aconteceu. Quem ler com isenção o relatório verá que houve recomendação para que a Mesa Diretora da Câmara iniciasse processos para analisar os casos de parlamentares citados nas investigações.
Sem uma constatação inequívoca da quebra do decoro parlamentar, qualquer condenação será ilegítima
As CPIs lavaram as mãos, deixando o juízo de valor para o Conselho de Ética e para o plenário da Câmara. Mas a impressão geral ventilada pela mídia foi a de um veredicto público. Tanto que essa foi a interpretação da Folha no editorial "A cassação de Dirceu" (pág. A2, 4/9).Esse tipo de distorção tem sido constante neste processo. Transmitem convicções falsas e ignoram, ou reduzem a importância de, fatos e declarações favoráveis aos denunciados. Só recebem destaque versões convenientes para respaldar o julgamento sumário, o fuzilamento político.Ao invés de investigar, apostam em declarações acusatórias, seja de quem for, venha de onde vier, mesmo sem filtro de credibilidade. Esse amontoado de fragmentos inconsistentes vai transformar-se na base de indícios que tende a prevalecer no julgamento político para saciar o "clamor nacional por punição".Nesse sentido, o relatório distorceu depoimentos para induzir conclusões erradas. Deturparam confirmações e afirmações de testemunhas, como Marcos Valério, Renilda de Souza e Emerson Palmieri. Transformaram suposições em assertivas. E suposições desmentidas por quem as teria induzido. Como foi o caso de Delúbio Soares, fato "esquecido" pelas comissões. Sem falar nos relatos do deputado Roberto Jefferson, que só merecem "elevado grau de verossimilhança" quando servem para me prejudicar.Esse conjunto de impressões falsas constrói o imaginário no qual se formará a convicção da sociedade e de seus representantes no Congresso. Por essa razão, meus advogados traçaram uma linha auxiliar de defesa visando um recurso ao Poder Judiciário em caso de eventual injustiça.Isso não é chicana. É acrescentar argumentos ao debate, aproveitando um caso individual para chamar a atenção sobre riscos futuros de outros parlamentares que exercem, tenham exercido ou venham a exercer cargos no Poder Executivo.Até agora, as CPIs estimularam o denuncismo irresponsável para criar um ambiente de horror, cenário favorável às ambições políticas de alguns de seus integrantes. Estão longe de comprovar o desvio sistêmico de dinheiro público, e a tese do mensalão vai ficando mais frágil à medida que o tempo passa e a evidência concreta não aparece.Como as aparências não se comprovam, recorrem a ilações subjetivas para justificar as decapitações políticas. Se fosse eu um superministro, como apregoa o editorial da Folha, não precisaria ter debatido tantos assuntos conflituosos nos grupos interministeriais coordenados pela Casa Civil. Se fosse um ditador no PT, não teria participado de disputas acirradas nem instituído o mais democrático processo de escolha de dirigentes partidários, com a participação de todos os filiados. Qual partido faz isso?Se houve algum ato isolado de corrupção no governo, não posso ser responsabilizado. Não recebi vantagens indevidas nem participei ou fui conivente com qualquer esquema destinado a captar e distribuir recursos a partidos ou parlamentares. Essa é a verdade.Tenho consciência de que estou sendo julgado não por meus eventuais erros ou supostos delitos, mas pelo que represento na história da esquerda, do PT e do governo Lula. Estou na linha de tiro, mas o objetivo das forças que me atacam é interromper o processo de organização dos trabalhadores e de consolidação de uma alternativa popular para o país.Se a Folha considera que nada será suficiente para apagar a convicção preconcebida de que exerci "papel ativo na trama de corrupção", é porque o processo está contaminado pelo prejulgamento próprio dos regimes autoritários. Nesse caso, a imprensa perde a legitimidade para formar opinião na sociedade.O julgamento é político. Mas, se não houver uma constatação inequívoca da quebra do decoro parlamentar, qualquer eventual condenação será ilegítima. Condenar pelas aparências, especialmente se o conjunto de indicações estiver distorcido, é romper a linha que separa a autoridade da tirania.
José Dirceu, 59, advogado, é deputado federal (PT-SP). Foi ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República (2003-5).





PSDBOSTA E MOSCA, TUDO A VER


Este é o Alckmin, picolé de chuchu, ele pretende governar o Brasil. Enquanto o aeroporto serve as moscas, tal qual a careca do Serra, a educação, saúde,segurança, habitação, também estão entregue às moscas.Alias moscas, mosquitos, Dengue é com eles.





Alckmin amplia aeroporto "fantasma"


FABIO SCHIVARTCHEDA REPORTAGEM LOCAL MOACYR LOPES JUNIOR REPÓRTER-FOTOGRÁFICO Itanhaém, no litoral sul de São Paulo, tem 85 mil habitantes, praias de areia dura e agora um aeroporto totalmente reformado e ampliado, com uma pista capaz de receber até um Boeing 737, com cem passageiros a bordo.Inaugurado na década de 50 com apenas uma pista de terra, o aeroporto estadual Antônio Ribeiro Nogueira Júnior passou nos últimos cinco anos por grandes modificações. Ganhou um terminal de passageiros, sede para os bombeiros, estacionamento, pátio de aeronaves e uma pista de 1.350 metros de extensão -maior até do que a do aeroporto Santos Dumont (RJ), por onde é feita a ponte aérea Rio-São Paulo.Ao lado do gasto de R$ 5,5 milhões da administração Geraldo Alckmin (PSDB) para concluir a reforma em dezembro do ano passado, o que chama a atenção é o pequeno movimento: apenas cinco pessoas, em média, utilizaram o aeroporto a cada dia, entre janeiro e julho deste ano.Há dias em que não há nenhum pouso ou decolagem em Itanhaém. Entediados, funcionários fazem palavras cruzadas e alguns até cochilam nas dependências do aeroporto no horário de serviço.

Sem estudo --Para decidir pela reforma e ampliação do aeroporto de Itanhaém, o governo estadual não utilizou estudos técnicos para avaliar a demanda reprimida de vôos no litoral paulista nem tinha informações sobre o potencial econômico da região. O último dado disponível era da década de 80 -material desatualizado, segundo o próprio secretário.Especialistas ouvidos pela Folha afirmam que, antes de investir na reforma, o governo deveria ter feito um estudo de demanda que apontasse a relação custo-benefício da obra .
  • GOVERNO FHC FOI PRÓDIGO EM OBSTRUIR CPIs


Um levantamento elaborado pela Liderança do PT na Câmara indica que o governo passado foi pródigo na tarefa de obstruir a instalação de comissões parlamentares de inquérito (CPIs). Segundo o documento, para driblar as investigações no Legislativo, a base aliada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lançava mão de duas estratégias: a pressão para que os pedidos de investigação não alcançassem o número de assinaturas necessárias e o esvaziamento de investigações em andamento. Confira alguns dos escândalos que tiveram as investigações abortadas ou esvaziadas pelo tucanato.


Sivam O contrato para a criação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) foi o primeiro dos vários escândalos ocorridos durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 1995, denúncias de corrupção e tráfico de influência no contrato de US$ 1,4 bilhão derrubaram um ministro de Estado e dois assessores presidenciais.
No ano seguinte, os deputados conseguiram reunir assinaturas suficientes para criar uma CPI sobre o caso na Câmara. Mas a investigação só começaria em 2001, porque parlamentares governistas obstruíram a pauta da Casa com CPIs sem importância. Esvaziada pelos aliados de FHC, a CPI do Sivam limitou-se a enviar, em maio de 2002, um relatório com informações requentadas ao Ministério Público Federal, que já acompanhava o caso.


Proer e pasta rosa. Em agosto de 1995, o Banco Central interveio nos bancos Econômico da Bahia, Mercantil de Pernambuco e Comercial de São Paulo. O senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), amigo de Ângelo Calmon de Sá, dono do Econômico, deu um ultimato ao governo para acabar com a intervenção. O presidente FHC rendeu-se à pressão e decidiu aceitar a solução oferecida por ACM: a desapropriação do Econômico pelo governo da Bahia, que assumiria o controle acionário da instituição.
Por intermédio do Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer), o Econômico foi beneficiado com R$ 9,6 bilhões. Os deputados conseguiram reunir assinaturas para criar uma CPI sobre o caso em 1996, mas os aliados de FHC retardaram a instalação dos trabalhos até 2001.
Após cinco meses de investigações, o relator tucano Alberto Goldman (SP) concluiu que o “socorro” aos bancos quebrados era inevitável diante da crise vivida pelo sistema bancário. Em fevereiro de 1996, o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, já havia anunciado o fim das investigações sobre a chamada pasta rosa, que continha nomes de 25 políticos supostamente beneficiados com dinheiro do Econômico.


Precatórios Em novembro de 1996, o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER) foi o principal foco de corrupção no governo FHC. As irregularidades estavam no pagamento dos precatórios. A manobra consistia em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo, mas os aliados de FHC impediram a instalação de uma CPI para investigar o caso.


Compra de votos Gravações telefônicas realizadas em 1997 indicam que a emenda constitucional que permitiu a reeleição do presidente FHC custou caro aos cofres públicos. Os deputados Ronivon Santiago e João Maia, ambos do PFL do Acre, teriam recebido R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Um pedido de CPI foi apresentado em maio de 1997 para apurar o caso, mas, até o final do segundo mandato de FHC, não foi aprovado. O projeto de resolução que previa a investigação da compra de votos foi rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a partir do relatório da deputada tucana Zulaiê Cobra (SP).


Desvalorização do real Durante a desvalorização do real, ocorrida entre janeiro e fevereiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto era de que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. O então deputado e hoje senador Aloísio Mercadante (PT-SP) propôs a instalação de uma CPI para investigar o favorecimento às duas instituições. Mas o projeto de resolução tramitou durante dois anos na Câmara e foi arquivado, depois de rejeitado pela Comissão de Finanças e Tributação da Casa. A matéria foi relatada pelo deputado tucano Custódio Mattos (MG).


Grampos no BNDES Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) flagraram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES. Eles articulavam o apoio da Previ, a caixa de previdência do Banco do Brasil, para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Por pressão do governo, parlamentares aliados a FHC retiram o apoio ao pedido de CPI, que não obteve o número de assinaturas exigido pelo regimento da Câmara.


CPI da Corrupção Em 2001, o governo jogou pesado contra a criação de uma CPI para investigar denúncias de corrupção no governo de FHC. Aliados foram ameaçados com o corte de verbas e de cargos na administração pública. Uma tropa de choque foi articulada para evitar a chamada CPI da Corrupção. O deputado Francisco Dornelles (PPB-RJ) pediu demissão do Ministério do Trabalho e reassumiu sua cadeira na Câmara. Com isso, sua suplente, a deputada Alcione Athayde (PPB-RJ), que já havia assinado o pedido de CPI, teve o nome retirado da lista. O senador Fernando Bezerra, ao contrário, não foi exonerado do cargo de ministro da Integração Nacional. Assim, não pôde assinar o requerimento para criação da CPI, como prometera ao pedir exoneração do cargo. Para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Corregedoria-Geral da União, órgão que, na gestão tucana, especializou-se em abafar denúncias.


Caso Eduardo Jorge O secretário-geral da Presidência da República, Eduardo Jorge Caldas, foi alvo de denúncias durante o governo FHC. As suspeitas se referiam a um suposto esquema de liberação de verbas para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo; a um caixa-dois para a reeleição de FHC; a um lobby para empresas de informática; e à manipulação de recursos dos fundos de pensão nas privatizações. No final do governo passado, a Corregedoria-Geral da União, criada por FHC, arquivou os processos contra Eduardo Jorge. Uma operação-abafa sepultou a possibilidade de criação de CPI para o caso.


Engavetador-Geral”Durante os anos em que esteve à frente da Procuradoria-Geral da República, na gestão FHC, Geraldo Brindeiro ganhou o apelido de “engavetador-geral da República”. Segundo informações publicadas pela imprensa, dos 626 inquéritos que passaram pela mesa de Brindeiro até maio de 2001, 242 haviam sido engavetados e 217 haviam sido arquivados. Dos 242 que estiveram parados na gaveta do procurador, 194 tinham deputados federais como réus. Outros 33 se referiam a senadores, 11 a ministros e ex-ministros e quatro ao próprio presidente FHC.

  • ACM chama Bornhausen de ladrão
  • RAQUEL ULHÔADA SUCURSAL DE BRASÍLIA São Paulo, quarta-feira, 19 de novembro de 2003 Em um bate-boca que significou o rompimento entre duas lideranças do PFL, o senador Antonio Carlos Magalhães (BA) acusou ontem o presidente do seu partido, Jorge Bornhausen (SC), de "roubar" recursos do caixa do PFL para privilegiar um grupo político em detrimento de outros. A briga foi presenciada por vários senadores.Após a discussão -que o próprio ACM considerou "um rompimento" com Bornhausen-, o senador baiano protocolou requerimento à Comissão Executiva Nacional do PFL pedindo prestação de contas sobre os recursos financeiros do partido.Afinal é ladrão ou não é? O povo precisa saber!
NENHUM OUTRO GOVERNO COMBATEU TANTO A CORRUPÇÃO ,COMO O GOVERNO LULA.
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No governo Lula, PF desmantelou 77 quadrilhas e redes de corrupção
Das 77 operações especiais realizadas pela Polícia Federal desde o início do governo Lula, 40 (ou 52%) resultaram em prisões de servidores públicos e integrantes da própria PF – todos membros de organizações criminosas desmanteladas ao longo de 29 meses. Em 20 desses casos, foram desmontados esquemas de corrupção, extorsão e desvio de dinheiro público. Também houve prisões de servidores por prevaricação, concussão, formação de quadrilha e fraudes em geral, sobretudo contra a Previdência.
Nestes 29 meses, foram presos mais de 350 funcionários públicos, ou cerca de 25% de todas as prisões efetuadas no período (1.424). O número de servidores não é preciso porque algumas operações – como a Curupira, iniciada hoje (2 de junho) – ainda não têm o levantamento final das autuações.
Veja abaixo a relação completa das operações da PF desde a posse de Lula, com resumo sobre os objetivos e os resultados das investigações:
2003 .

ÁGUIA – 36 presos, todos servidores públicos Prisão de policiais civis envolvidos com o tráfico internacional de entorpecentes no Estado do Amazonas. A Polícia Federal prendeu 36 pessoas nas cidades de Manaus e Tabatinga. A operação ocorreu em 13 de junho.

SUCURI – 39 presos, sendo 17 servidores e 22 policiais federaisRepressão a crimes praticados por servidores públicos federais e outros que atuavam na Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu. Os 39 presos recebiam propina para facilitar a passagem de mercadorias estrangeiras. A operação aconteceu em 7 de dezembro.

NICOTINA II – 1 policial federal presoOperação de repressão ao contrabando e descaminho de mercadorias, especialmente cigarros. Durante esta operação ocorreu a prisão do assessor da Corregedoria da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, delegado Alexandre Morato Crenite, além de Roberto Eleutério da Silva, o Lobão, tido como o maior contrabandista de cigarros do país. Realizada em 3 de setembro.

PLANADOR – 24 presos, sendo 12 servidores e 12 policiais federaisOperação de combate a organização criminosa com ramificações em São Paulo e Amazonas, que agia no tráfico internacional de drogas, extorsão, roubo, receptação, adulteração de veículos e formação de quadrilha, contando com a participação de policiais civis, magistrados estaduais e advogados. Doze policiais federais foram presos e mais três funcionários da PF no Rio de Janeiro em 06 de agosto. Outras 9 pessoas também tiveram prisão preventiva decretada. Foram 24 presos ao todo.

TRÂNSITO LIVRE – 30 presos, todos servidores públicosA Operação “Trânsito livre” foi realizada no dia 9 de dezembro de 2003 contra o crime organizado em Foz do Iguaçu. Duzentos policiais federais de vários Estados (RS/ SC/ MG/ GO/ RJ/ DF e outros) prenderam dezenas de pessoas envolvidas com tráfico de drogas e contrabando, entre elas policiais rodoviários. Esta é a maior operação do gênero na região. As investigações provaram que pessoas conhecidas como “batedores” levavam dinheiro dos ônibus, carregados de contrabando, para policiais rodoviários. Os policiais deixavam o veículo passar com as mercadorias ilícitas, recebendo uma quantia em dinheiro que variava entre R$ 250 e R$ 500 por ônibus.

GAFANHOTO – 53 presosO ex-governador de Roraima, Neudo Campos, foi preso pela Polícia Federal no dia 26 de novembro de 2003, em Brasília. A prisão faz parte da operação denominada “Praga no Egito”, deflagrada em quatro Estados e que prendeu 53 pessoas. A operação, fruto de mais de três meses de investigação, teve como objetivo a prisão de pessoas que promoviam desvio de dinheiro público no estado.

CAVALO DE TRÓIA – 27 presosOperação foi realizada no dia 5 de novembro de 2003 nos Estados do Pará, Goiás, Maranhão e Piauí, envolvendo um efetivo de 205 policiais federais com o objetivo de prender uma quadrilha especializada em cometer crimes pela internet, contra bancos e clientes. Culminou com a descoberta de “hackers”, que criaram sites e programas de computador capazes de capturar senhas e outras informações pessoais dos clientes que movimentavam as contas a partir da internet. Esta investigação resultou na expedição de 33 mandados de busca e apreensão e outros de prisão, resultando em 27 pessoas presas.

ANACONDA – 9 presos, sendo 2 servidores e 3 policiais federaisA operação “Anaconda” teve início no dia 30 de outubro de 2003 em São Paulo e Maceió. O objetivo da operação é o desmantelamento de uma organização criminosa que atuava em São Paulo, com ramificações nos Estados do Pará, Alagoas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. Na operação foram cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e oito pessoas foram presas, por determinação do Tribunal Regional Federal, com sede em São Paulo. Dois delegados da PF foram presos, um deles aposentado, um agente da PF, a esposa de um juiz federal e quatro empresários. Todo o material de provas reunido durante a investigação possibilitou que o MP oferecesse denúncia criminal em relação aos integrantes da organização pelos crimes de formação de quadrilha, prevaricação, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, facilitação ao contrabando, lavagem de dinheiro e concussão. Os membros da quadrilha atuavam na intermediação de sentenças judiciais favoráveis.

CONCHA BRANCA – 1 presoTeve início no dia 15 de setembro de 2003 no município de Macaé. A operação desencadeada pela Polícia Federal no Rio de Janeiro teve como objetivo a repressão ao tráfico de entorpecentes no Estado. Foram realizadas buscas na av. do Contorno, bairro da Passagem, em Cabo Frio; na rua José Pinto de Macedo e rua Cediel Gonçalves Marinho, ambas no bairro da Prainha, em Arraial do Cabo. Durante a operação, o traficante Cristiano Martins Duarte, vulgo “Rato”, foi preso no município de Juiz de Fora (MG).

SETEMBRO NEGRO – 13 presosNo dia 18 de setembro de 2003, após oito meses de investigação, a operação "Setembro Negro", de combate ao contrabando de madeiras em Rondônia, resultou na prisão de 13 pessoas envolvidas com crimes de falsidade ideológica, concussão, formação de quadrilha, corrupção ativa e passiva e inserção de dados falsos em sistema de informação.

DRAKE O Departamento de Polícia Federal lançou no dia 2 de setembro de 2003 uma série de ações de combate aos crimes contra a natureza e o patrimônio histórico. Entre elas, foi criada uma campanha contra o tráfico de animais e um cartaz bem-humorado, desenhado pelo cartunista Ziraldo. O DPF inaugurou ainda, no Distrito Federal, a primeira das 27 novas delegacias especializadas em meio ambiente e patrimônio histórico. Ao mesmo tempo, os federais iniciaram uma operação (Drake II), em todo o país, para combater a biopirataria. O objetivo do projeto Drake é combater o tráfico internacional de espécies silvestres da fauna e da flora e sua variância: a Biopirataria. As 27 novas delegacias contarão com policiais especializados nesta tarefa de bloquear o furto de nossa biodiversidade e materiais genéticos.

GARÇA – 5 presosA “Operação Garça” prendeu no dia 28 de agosto de 2003 cinco pessoas acusadas pelo derrame de aproximadamente R$ 20 mil, em notas de cinco reais falsas, na Grande Vitória. Foram apreendidas 1.767 cédulas de R$ 5, treze cédulas de R$ 50, espelhos para falsificar ticketes de alimentação, telefones celulares e documentos falsos.

TEMPESTADE NO OESTE A Operação Tempestade no Oeste foi realizada no dia 29 de outubro de 2003 pela Polícia Federal em Jales/SP. A ação envolveu três Estados: São Paulo, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo, contando com a colaboração de policiais das Delegacias em Araçatuba, Bauru, Marília, Araraquara, Presidente Prudente/SP e Três Lagoas/MS, totalizando mais de 40 policiais. A investigação resultou na prisão de diversas pessoas apontadas como participantes, direta ou indiretamente, da prática do tráfico de entorpecente.

MEDUSA A operação "Medusa”, que visava interceptar empresas que operavam ilegalmente a compra e venda de moeda estrangeira e atuavam no Mato Grosso do Sul sem a devida autorização do Banco Central, foi deflagrada no dia 30 de outubro de 2003. As casas de câmbio interditadas foram: “Campo Grande Câmbio e Turismo”; “Estacionamento 1007 Ltda.”; “J.P Câmbio e Turismo”; “Overcash Câmbio e Turismo”; “Dólar Câmbio”; “Hibari Viagens e Turismo” e “Intercâmbio Turismo”. Também foram realizadas buscas nas residências dos proprietários dessas empresas.

PAZ NO CAMPO – 8 presosTeve início no dia 14 de outubro de 2003, nas cidades de Laranjal e Palmital, região central do Estado do Paraná. A operação visava combater as milícias clandestinas armadas, bem como investigar uma organização chamada PCR (Primeiro Comando Rural). Foram apreendidas 66 armas de fogo, sendo espingardas calibre 12, revólveres calibres 357, 38, além de duas pistolas 9mm de uso exclusivo da PF e Forças Armadas, bem como duas mil munições de calibre 12, 3.57 e 9mm. Foram presas 8 pessoas e elaborados 9 termos circunstanciados, totalizando 17 pessoas indiciadas por crimes de porte ilegal de arma e formação de quadrilha.

LINCE – 4 presos, sendo 1 policial federalA Polícia Federal prendeu no dia 13 de novembro de 2003, no Estado de Rondônia, um policial federal e empresários acusados de envolvimento na extração ilegal de diamantes da reserva indígena de Roosevelt. Foram 4 presos e 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Vilhena, Cacoal e Juína (a última no estado do Mato Grosso). A ação, batizada de Operação Lince, é resultado de investigações de quase um ano da PF. A operação contou com a participação de 42 policiais federais da região e mais sete policiais do COT (Comando de Operações Táticas).
2004

FELIZ ANO VELHO – 23 presosRealizada no dia 22 de janeiro de 2004 a Operação “Feliz Ano Velho" prendeu um grupo organizado ligado à falsificação das ATPFs (Autorizações para Transporte de Produtos Florestais) emitidas pelo Ibama. Mais de 110 policiais participam da operação. Tailândia, Tomé Açu, Breu Branco, Paragominas, Marabá, Mãe do Rio e Moju são as cidades onde foram cumpridos os mandados de prisão e de busca e apreensão emitidos pela Justiça no dia 10 de Dezembro de 2003.

ZAQUEU – 25 presos, sendo 10 servidoresIniciada no dia 3 de fevereiro de 2004, na cidade de Manaus/AM, a Operação Zaqueu teve como objetivo a prisão de auditores fiscais do trabalho, empresários e intermediários que cometiam crimes de corrupção ativa e passiva, concussão, advocacia administrativa, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A Operação Zaqueu reuniu 120 policiais federais do Acre, Rondônia, Roraima e Amapá, além de nove policiais do COT. Foram estabelecidas 28 equipes, compostas por quatro policiais em média. O nome da operação foi escolhido em referência a um fiscal corrupto, citado na Bíblia. Os fiscais foram presos porque as investigações da Polícia Federal concluíram que havia um “esquema” de obtenção de propina por meio de corrupção ativa e passiva.

FRAUDE ZERO – 5 presos, sendo 1 servidorA Operação prendeu no dia 10 de fevereiro de 2004 cinco pessoas, entre elas um servidor do INSS, acusadas de participação em quadrilhas destinadas a perpetrar fraudes em face da autarquia previdenciária. A operação levada a cabo pela Polícia Federal, denominada "Fraude Zero", resulta do trabalho realizado pela Força-Tarefa Previdenciária no Estado do Paraná, composta pelo Ministério Público Federal, INSS e Departamento de Polícia Federal.

SORO – 13 presos, sendo 1 policial federalA Polícia Federal em Pernambuco realizou operação no dia 5 de março, que resultou no cumprimento de 11 mandados de busca e apreensão, bem como pela prisão temporária de 13 pessoas acusadas de falsificação de leite em pó na região nordeste. A operação policial denominada “Soro” contou com a colaboração da Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA do Ministério da Agricultura e da Secretaria Nacional de Direito Econômico – SNDE do Ministério da Justiça. A operação também teve o apoio das Superintendências de Sergipe e do Ceará. Já no final das investigações, os policiais descobriram a participação de um suposto advogado e de um agente de polícia federal, os quais recebiam dinheiro da organização criminosa para monitorarem investigações, diligências, inquéritos, processos, porventura existentes, informando ao líder da organização.

PANDORA – 1 servidor público presoA Polícia Federal prendeu no dia 19 de março de 2004, num flat em São Paulo, durante a operação Pandora, o vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores de São Paulo, Armando Melão. O vereador é acusado de usar indevidamente o nome do senador Antero Paes de Barros, PSDB/MT, e dos deputados José Mentor, PT/SP, e Rodrigo Maia, PFL/RJ, para extorquir empresários. Melão prometia aos empresários que as investigações da CPI do Banestado não chegariam até suas empresas. No momento da prisão, o vereador tinha consigo R$ 50 mil em dinheiro e R$ 550 mil em cheques. Segundo as investigações, Melão pretendia arrecadar com o golpe US$ 2,4 milhões junto a doleiros e empresários, dos quais receberia hoje US$ 400 mil. A investigação foi solicitada pelo deputado federal e relator da CPI do Banestado, José Mentor, e durou 40 dias. Durante as investigações a PF produziu farta documentação, incluindo vídeos e fotos da atuação criminosa do vereador.

MATUSALÉM – 13 servidores públicos presosPoliciais Federais em Manaus-AM realizaram no dia 15 de abril a Operação Matusalém contra uma quadrilha composta por funcionários do INSS envolvidos em fraudes contra o cofre público no Estado. A operação visava dar cumprimento a 13 mandados de prisão, sendo 8 prisões preventivas e 5 prisões temporárias.O grupo cobrava parcelas da dívida das prefeituras debitando diretamente na conta em que as prefeituras recebem os repasses do Fundo de Participação dos Municípios. No fim do ano, muitas vezes constatava-se que débitos eram cobrados a mais, gerando com isso a restituição. De posse dessas informações, os acusados se ofereciam para agilizar o processo de ressarcimento, cobrando uma percentagem que variava de 15 a 20%. As investigações evidenciaram que os membros da organização propiciaram ao município de Humaitá, por meio de contatos com secretario Municipal de Finanças Hegio Coelho Neto, a restituição de R$ 1.840.854,08, sendo o valor da propina repassado aos funcionários do INSS envolvidos na fraude de forma parcelada e em espécie.

MAMORÉ Foi desencadeada no dia 20 de abril de 2004, em todo o Estado de Rondônia, a Operação Mamoré, de combate ao crime organizado, principalmente os relacionados ao narcotráfico, à lavagem de dinheiro, ao comércio ilegal de armas e pedras preciosas. A Operação mobiliza cerca de 400 agentes públicos de diversos órgãos da administração pública federal e estadual, entre eles delegados, peritos, escrivães e agentes do Departamento de Polícia Federal, membros das Forças Armadas, da Polícia Rodoviária Federal, do Ibama, da Funai e da Abin. A Operação Mamoré, coordenada pela Polícia Federal, é a fase das ações policiais da Operação Rondônia, uma grande operação coordenada pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, em curso desde 2003 no Estado e que conta com a participação de 15 órgãos do governo federal, além das Forças Armadas. Além da Operação Mamoré, a Operação Rondônia engloba ainda a Operação Guaporé, deflagrada em novembro, que envolve ações de inteligência coordenadas pela ABIN com o apoio dos serviços de inteligência das Forças Armadas, e a Operação Abuanã, coordenada pelo Ministério das Relações Exteriores.

BARRILHA – 1 presoFoi deflagrada no dia 26 de abril, em Corumbá/MS, fronteira com a Bolívia, a Operação Barrilha. A operação tinha por objetivo encerrar as atividades da empresa Flamboyant Exportadora Ltda, que exportava irregularmente para a Bolívia a substância química carbonato de sódio, colaborando para a produção de cocaína daquele país. Na empresa, foram apreendidas 5 toneladas de carbonato de sódio, além de outros produtos químicos controlados, como manitol, amônia, soda cáustica, álcool etílico, cafeína, benzocaína etc.

PINDORAMA – 11 presosNo dia 13 de maio de 2004, a Divisão De Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Histórico (DMAPH/CGPFAZ) deflagrou a Operação Pindorama, tendo como alvo os Estados de Rondônia, Amapá, Pará, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e São Paulo, para cumprir mandados judiciais de Busca e Apreensão e de Prisão Temporária em desfavor de pessoas investigadas pelo IPL 022/03 DCOIE, todos expedidos pela Justiça Federal no Distrito Federal. Foram realizadas onze prisões, sendo que os acusados estariam envolvidos com contrabando de partes de animais silvestres, realizado sob a fachada do comércio de artesanato indígena. A atuação do grupo guarda características de delinqüência organizada, uma vez que seus membros se comunicavam entre si, encomendando e despachando mercadoria com destino à Europa e aos EUA. Mais de 1.000 peças foram apreendidas, e já estão sendo separadas para análise. Plumas, penas, ossos, dentes e garras de inúmeros e raríssimos animais silvestres são objeto do interesse de comerciantes no Brasil e no exterior, que se utilizam de mão-de-obra indígena, e das inúmeras lojas que comercializam tais itens – inclusive a Artíndia (loja que funciona na sede da FUNAI).

OPERAÇÃO VAMPIRO – 17 presos, sendo 6 servidoresA Operação Vampiro foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 19 de maio de 2004 em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, resultou no cumprimento de 17 mandados de prisão por acusações de fraude em processo de licitação de hemoderivados no Ministério da Saúde. A Operação contou com 200 policias federais. As investigações começaram em março de 2003, a pedido do ministro da Saúde, Humberto Costa. Seis dos presos são funcionários do Ministério da Saúde. Foram cumpridos, ainda, 42 mandados de busca e apreensão. Juntamente aos presos foram encontrados, por agentes federais, 29,7 mil reais, 120 mil dólares e 7 mil euros.

SHOGUN – 2 presosA PF prendeu o chinês naturalizado brasileiro Law Kin Chong e seu advogado, Pedro Lindolfo Sarlo, dia 1 de junho, em São Paulo. Os dois tentavam subornar o presidente da CPI da Pirataria, deputado Luiz Antônio de Medeiros. A operação ocorreu em São Paulo e contou com 10 policiais federais.

ROSA DOS VENTOS – 2 presosA ação aconteceu no dia 5 de Junho, Dia do Meio Ambiente, nas 27 unidades da federação e teve como objetivo o combate ao crime ambiental e o tráfico doméstico e internacional de animais silvestres. Como resultado da operação, foram lavrados dois Autos de Prisão em Flagrante, com o indiciamento de oito pessoas; cinco Termos Circunstanciados, com seis pessoas compromissadas a comparecer em Juízo; apreensão de vários equipamentos de mergulho e armas pneumáticas com arpões, cinco embarcações, redes com pranchas de madeira, 80Kg de camarão, 25 pássaros da fauna silvestre em 21 gaiolas e armadilhas, 43 vidros de palmito em conserva e um tatu abatido. Os pássaros foram soltos na Floresta do Palmito, as gaiolas destruídas e o camarão foi doado à comunidade carente em Paranaguá/PR.

TAMAR – 9 presosA Polícia Federal deflagrou no dia 19 de junho, em todo país, a Operação “Tamar”, que tinha como objetivo reprimir a exploração sexual infantil. A ação é resultado de uma parceria entre a PF e a CPI da Exploração Sexual Infantil, iniciada em 12 de junho de 2003 no Congresso Nacional para investigar denúncias sobre redes de exploração sexual contra crianças e adolescentes existentes hoje no Brasil. A ação da Polícia Federal envolveu mais de 200 policiais federais entre agentes, escrivães e delegados, que foram aos locais indicados pela CPI como pontos onde crianças e adolescentes são explorados sexualmente. A CPI identificou, em mais de seis meses de investigação, quase duas dezenas de locais em capitais e cidades do interior do país onde crianças e adolescentes trabalham como prostitutas e são exploradas por pessoas envolvidas inclusive com tráfico de armas e seres humanos. Mais de 10 inquéritos abertos, nove pessoas presas em flagrante e mais de 300 casas de entretenimento noturno, entre bares, boates e saunas, vistoriadas pelos agentes da Polícia Federal na Operação Tamar.

LINCE II – 7 presos, sendo 4 policiais federaisA Polícia Federal realizou a Operação Lince no dia 23 de junho, em Ribeirão Preto/SP, com o objetivo de prender integrantes de uma quadrilha especializada na adulteração de combustíveis e roubo de cargas, que atuava por pelo menos dois anos. Foram cumpridos 6 mandados de prisão temporária e 30 mandados de busca e apreensão. Dois delegados federais e um agente federal foram presos na cidade paulista.

PENSACOLA – 14 presosUma investigação sobre fraude em vestibulares e em concursos públicos foi encerrada no dia 23 de junho com a prisão de 14 pessoas na Operação “Pensacola”, iniciada há mais de 1 ano no Acre. Os integrantes da quadrilha foram presos em São Paulo, Brasília e Goiás. A investigação iniciou em uma fraude do vestibular do curso de Medicina, no ano de 2001, na Universidade Federal do Acre. Os criminosos utilizavam a modalidade de “cola” eletrônica, usando um sofisticado esquema de envio de mensagens, contendo os gabaritos, para pagers e visores de relógios digitais. Segundo apurou a Polícia Federal, era cobrado de 6 a 15 mil reais por aluno.

CASO UNAÍ – 9 presosInvestigação da Polícia Federal que prendeu oito pessoas, entre executores, intermediários e mandantes dos assassinatos de dois fiscais do Trabalho e um motorista do órgão, ocorridos em 28 de fevereiro. As prisões de sete pessoas ocorreram em 27 de julho e a de Norberto Mânica, apontado pelas investigações como o mandante do crime, ocorreu em 13 de agosto.

ORCRIM ESA (Mamoré) – 22 presosNo dia 5 de agosto a Operação “Orcrim ESA” cumpriu 33 mandados de busca e apreensão e prisões temporárias. Foram presas 22 pessoas, acusadas de desvio de verbas públicas federais, formação de quadrilha, corrupção, grilagem de terras, exploração de minérios, exploração clandestina de madeiras e concussão. Dentre os presos está o ex-senador por Rondônia, Ernandes Amorim, considerado um dos principais membros da organização criminosa que atuava na cidade de Ariquemes, a 200 km da capital Porto Velho. Amorim é pai da atual prefeita da cidade, Daniela Amorim, que também teve mandado de busca e apreensão cumprido em sua residência. A quadrilha trabalhava com desvio de verbas públicas federais e estaduais, especificamente as relacionadas a obras públicas. O prejuízo estimado pelos investigadores da PF gira em torno de 18 milhões de reais. O “esquema” da quadrilha girava em torno do superfaturamento das obras e até licitações fantasmas, entre outros crimes, todos no estado de Rondônia. Uma das pessoas presas, Albertina Franco de Melo Almeida, é a titular da Secretaria de Finanças da cidade de Ariquemes.

ZUMBI – 16 presos, sendo 2 servidoresFoi desencadeada no dia 6 de agosto, no estado do Pará, a operação denominada “Zumbi”. Foram presas 16 pessoas, entre elas duas servidoras do INSS. Também foram realizados 25 mandados de busca e apreensão. A envolveu as cidades de Castanhal, Maracanã, Santa Isabel e Igarapé Açu. A Polícia Federal contou com a participação de 100 homens. A quadrilha ativava benefícios suspensos por falta de movimentação, muitos deles por óbito, cadastrando procuradores para receber o dinheiro. Alguns destes procuradores eram parentes dos beneficiários e outros nem mesmo existiam. Os presos são acusados de formação de quadrilha, inserção de dados falsos para fins previdenciários e lavagem de dinheiro.

ALBATROZ – 20 presosA Polícia Federal deflagrou no dia 10 de agosto, em Manaus/AM e São Paulo, a “Operação Albatroz”, para cumprir 32 mandados de busca e apreensão e 20 mandados de prisão temporária contra membros de uma organização criminosa que atuava principalmente na fraude de licitações públicas no Estado do Amazonas. Mais de dois anos de investigações da PF desvendaram o esquema de fraudes que funcionava por meio da Comissão Geral de Licitação do Estado do Amazonas (CGL). O líder desse esquema seria o deputado estadual Antônio do Nascimento Cordeiro, que não foi preso por possuir imunidade parlamentar, mas foi indiciado. A Operação Albatroz mobilizou uma equipe da Receita Federal e 4 policiais federais de vários estados para o cumprimento dos mandados.

FAROL DA COLINA – 65 presos, sendo 1 policial federalTeve início no dia 17 de agosto com o objetivo de combater crimes financeiros, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ocorreu simultaneamente em 8 estados e envolveu 800 policiais federais de todo o país. A ação foi resultado do trabalho da Força-Tarefa que envolve a Polícia Federal, a Receita Federal, o Banco Central, e o Ministério Público Federal. Foram expedidos 215 mandados de busca e apreensão e 123 de mandados de prisão temporária pela 2ª Vara Federal de Curitiba nos estados de Amazonas, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. A operação aconteceu como desdobramento das investigações realizadas desde 1997 no chamado “caso Banestado”, e levou este nome devido à tradução livre de Beacon Hill, a empresa que seria uma das maiores beneficiárias de contas abertas na agência do Banestado em Nova York.

CAVALO DE TRÓIA II – 64 presosA Polícia Federal prendeu no dia 20 de outubro uma quadrilha de hackers, internautas e laranjas, que desviou R$ 240 milhões de bancos públicos e privados do país este ano, pela internet. A PF prendeu 64 pessoas nas cidades do Pará, Tocantins, Maranhão e Ceará, a quadrilha agiu em várias cidades pobres dos quatro Estados. Entre “os cabeças” da quadrilha estão Fábio Florêncio, que encomendou programas de computador para desviar dinheiro pela internet, e Athaíde Evangelista, que teria criado um dos programas, o Disney.com, para a realização das fraudes.

PARDAL – 5 presosA Polícia Federal em Curitiba, através da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários, desencadeou no dia 25 de outubro, a Operação Pardal, com o fim de combater o contrabando e o descaminho. Foram presos Fabio Passarin Dutra, Rita Tereza Prestes da Cruz, Nelson Ypólito, Kátia Prestes da Cruz e Cristiane Gusso da Rocha, autuados por infração aos art 334 e 288 do Código Penal Brasileiro. Eles faziam parte de uma quadrilha especializada em introduzir ilegalmente mercadorias de informática oriundas do Paraguai. Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Federal Criminal de Curitiba, que resultaram em uma das maiores apreensões do ano em equipamentos de informática, tais como computadores, impressoras, motherboards, placas de vídeo, processadores e notebooks. Os alvos da operação policial foram a loja MG Informática, localizada no bairro Capão Raso, e a loja FD Informática, situada o bairro Hugo Lange, ambas nesta Capital. Também houve buscas em uma residência que servia de depósito do equipamento, na cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba.

MUCURIPE – 11 presosA Polícia Federal desarticulou no dia 25 de outubro uma quadrilha que movimentava mais de R$ 1 milhão por mês com o tráfico internacional de mulheres nas cidades de fortaleza, Recife e Dortmund, na Alemanha. A operação, batizada de Mucuripe — nome de uma praia do Ceará —, prendeu 11 pessoas que negociavam programas com mulheres brasileiras por meio de um site de uma agência de turismo alemã.

CHACAL – 5 presosA Divisão de Inteligência Policial da Polícia Federal começou no dia 27 de outubro a desvendar o esquema de espionagem montado pela Kroll Associates, empresa contratada pelo Grupo Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, para investigar a Telecom Itália numa disputa pelo controle da operadora de telefonia fixa Brasil Telecom. Após 16 operações de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Curitiba e Brasília - que resultaram na prisão em flagrante de cinco pessoas. A operação da PF começou a ser viabilizada em setembro, quando a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) reuniu em um CD 80 e-mails e relatórios produzidos pela Kroll. Os documentos mostram que a Kroll não tocava as investigações sozinha. Duas empresas a auxiliavam: a Armor, uma consultoria de segurança britânica, e a Sitrick, agência americana de gerenciamento de crises. Os arquivos comprovam que a investigação estava em curso até vir a público, em julho. Apontam que a Kroll também investigou a atuação italiana na Venezuela, na Bolívia, na Espanha, no México e na Grécia. 90 policiais participaram da operação.

POROROCA – 32 presos, sendo 3 servidoresA operação teve início no dia quatro de novembro, quando 25 pessoas foram presas no Amapá, Minas Gerais, Pará e Distrito Federal, acusadas de participar de uma quadrilha que fraudava licitações. Entre os presos acusados de participar da quadrilha estão o ex-senador pelo Amapá Sebastião Rocha (PDT) e o Ex-prefeito paraense Fernando de Souza Flexa Ribeiro, que assume mandato de senador em janeiro, na vaga do senador Duciomar Costa (PTB-PA), prefeito eleito de Belém. A quadrilha fraudou licitações de pelo menos 17 grandes obras públicas no Amapá, que juntas totalizam R$ 103 milhões, segundo as investigações conduzidas pela Operação Pororoca. Desde então mais 7 pessoas foram presas, entre elas os prefeitos de Macapá, João Henrique (PT); e de Santana, Rosemiro Rocha (PDT).

CAPELA – 6 presosA Polícia Federal realizou no dia cinco de novembro a Operação Capela, em São Paulo, que consistiu no cumprimento de 18 mandados de busca e apreensão em 9 endereços de depósitos utilizados pelo comerciante Law Kim Chong. Os mandados, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, foram cumpridos no mesmo dia. Durante a operação ocorreram 6 prisões em flagrante, incluindo 2 sobrinhas de Chong. No escritório e no depósito principais de Law Kim Chong, localizados no Shopping 25 de Março, nº 02, foram apreendidas grandes quantidades de pedras preciosas classificadas como esmeraldas, avaliadas inicialmente no valor aproximado de US$ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares). Em outro depósito localizado na rua do Bucolismo, nº 77, o qual mede aproximadamente trinta mil metros quadrados, foi apreendida grande quantidade de mercadoria sem documentação regular. Também foi encontrada neste depósito uma fábrica de relógios falsificados, que funcionava clandestinamente nos fundos do depósito. Dois imigrantes ilegais da China, que trabalhavam de maneira irregular no local foram detidos. Parte do material apreendido deve ser enviada para análise em Brasília. As mercadorias foram entregues à Receita Federal.

POEIRA NO ASFALTO – 47 presos, sendo 26 servidoresA Polícia Federal, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, iniciou no dia oito de novembro pela manhã no Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná a Operação “Poeira no Asfalto”, para desmantelar uma das principais quadrilhas especializadas em fraudar e falsificar combustíveis no país. A atuação dos fraudadores contava com a participação de uma rede de servidores públicos, dentre eles policiais rodoviários federais, civis e militares, fiscais de tributos estaduais e fiscais do meio ambiente.

CATARATAS – 39 presosOperação conjunta da Receita Federal, com o suporte da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, com o objetivo de combater o contrabando, o descaminho e outros crimes ocorridos na região da fronteira Brasil-Paraguai. A operação, iniciada em 08 de novembro, já realizou milionárias apreensões de mercadorias contrabandeadas, além de drogas e munições, e causou diversos atos de mobilização e protesto na Ponte Internacional da Amizade por parte de lojistas, sacoleiros, mototaxistas e até da Prefeitura de Ciudad del Este, no lado paraguaio. A operação não tem data definida para terminar.

MIDAS – 10 presos, sendo 1 servidorDesencadeada em 10 de novembro pela força-tarefa previdenciária em Mato Grosso, composta pela Polícia Federal, Ministério da Previdência Social e Ministério Público Federal. Foram presas 10 pessoas e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nos estados do Mato Grosso, São Paulo, Goiás, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Os presos são acusados de fraudes no setor de arrecadação do INSS, que eram cometidas por empresários, advogados e intermediários, e tinham a participação do Procurador-chefe da Procuradoria Especializada do INSS em Mato Grosso, Álvaro Marçal Mendonça, preso em Itajaí/SC. Ele seria o principal facilitador na liberação indevida de certidões negativas de débito. A ação contou com o apoio de auditores fiscais da Previdência.

CATUABA – 58 presos, sendo 26 servidoresAção conjunta da PF com a Secretaria da Receita Federal e a Procuradoria da República na Paraíba. Prendeu, em 12 de novembro, em nove estados, 58 pessoas, das quais, 26 servidores públicos. Foram cumpridos 83 mandados de busca num total de 32 municípios. Entre os envolvidos estão sócios e funcionários de empresas de bebidas, supostos “laranjas”, servidores de Secretarias de Fazenda estaduais e funcionários de bancos. Daniel dos Santos Moreira, vulgo “Daniel da Coroa” é apontado pelas investigações como o cabeça da organização criminosa. Foram apreendidos documentos e computadores na empresa dele, a Engarrafadora Coroa 82, localizada no município de Patos, a 300 km da capital João Pessoa. Foi apreendido também o Avião Carajá pertencente ao empresário, que possui ainda outras 39 empresas investigadas, inclusive em nome dos chamados “laranjas”, além de bebidas sem o selo do IPI ou com selo falsificado. As ações aconteceram na Paraíba, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Goiás. Participaram da operação aproximadamente 300 policiais federais e 50 auditores da receita federal. Os presos são acusados de sonegação fiscal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e falsificação de documentos.

FARAÓ – 8 presos, sendo 4 servidoresOperação da Polícia Federal que prendeu no dia 18 de novembro oito pessoas que seriam responsáveis pelo desvio de mais de R$ 31 milhões da folha de funcionários públicos do Estado de Roraima (gafanhotos). Sete buscas e prisões aconteceram em Boa Vista (RR) e uma em Manaus (AM). Dos oito presos, quatro eram funcionários públicos: dois ex-secretários da Fazenda um ex-secretário do Tesouro de Roraima além do ex-gerente da agência do Banco do Brasil. Segundo a investigação, os sócios da empresa NSAP, também presos, foram autorizados pelos ex -secretários de Estado a movimentarem as contas para o pagamento dos funcionários públicos do Estado de Roraima. A Empresa teria desviado verba pública também através de funcionários fantasmas ligados a diversas autoridades de Roraima. O caso, já apurado pela Polícia Federal em novembro de 2003 através da “Operação Praga do Egito”, culminou com o indiciamento do ex-governador Neudo Campos e outras autoridades do Estado. Segundo Laudo de Exame Econômico-Financeiro do Setor Técnico Científico (Setec) da Superintendência Regional de Roraima, com a Operação Praga do Egito (Gafanhoto) e Operação Faraó já foram apurados desvios, do erário público, que chegam a um montante de R$ 80.466.104,20 (oitenta milhões, quatrocentos e sessenta e seis mil, cento e quatro reais e vinte centavos).

ÁGUIA II – 19 presos, sendo 14 servidoresA Polícia Federal cumpriu 19 mandados de prisão, dos 21 expedidos por determinação do juiz da 4ª. Vara Federal, em Manaus. As prisões são resultado das investigações da PF em Manaus, que resultaram na Operação Águia (3 julho de 2003). A PF constatou que policiais civis da região estavam envolvidos com tráfico de drogas. O Ministério Público, após recebimento do inquérito, ofereceu denúncia que resultou, agora, na prisão de 14 policiais civis e 5 traficantes. Dois continuam foragidos.
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS – 2 policiais federais presosNo dia 24 de novembro, em uma ação que envolveu 40 policiais federais, foi preso o ex-delegado-chefe da PF em São José dos Campos (SP), Marcos Vinícius Deneno, suspeito dos crimes de extorsão, corrupção e formação de quadrilha. Durante a operação também foi preso, em flagrante, o delegado Reinaldo Ragazzo Boarim, por posse ilegal de armas de calibre restrito. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão na residência dos delegados, de três agentes federais, empresas e na própria delegacia. A ação aconteceu depois de cerca de seis meses de investigações desenvolvidas pela Diretoria de Inteligência Policial (DIP), que recebeu denúncias feitas ao Ministério Público Federal depois da Operação Anaconda.

MASCATES – 13 presos, sendo 1 servidorEm operação conjunta com a Receita Federal, a Polícia Federal deflagrou em 29 de novembro a Operação Mascates, para desmontar um esquema de importação ilegal de mercadorias, (contrabando e descaminho) e sonegação fiscal. Foram presas 13 pessoas, sendo 10 em Goiânia (GO) e três em Foz do Iguaçu (PR), com 29 mandados de busca e apreensão cumpridos em Goiânia, Foz do Iguaçu e Brasília. Um ano e meio de investigações desvendou o esquema de legalização das mercadorias contrabandeadas, principalmente produtos de informática e eletrônicos, com o uso de Guias de Arrematação de leilões da própria Receita Federal, além de notas frias. Estima-se que a maior parte dos produtos comercializados nas lojas investigadas tenha origem ilegal, e que o grupo movimentou, só em 2003, R$ 55 milhões. Um Policial Rodoviário Federal também foi preso.

PERSEU – 12 presos, sendo 1 servidorEm 1º de dezembro a Força-Tarefa Previdenciária composta pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e INSS prendeu 12 pessoas que fariam parte de um grupo criminoso envolvido em sonegação de impostos e de contribuições previdenciárias que somariam R$ 150 milhões. A ação, batizada de Operação Perseu, foi iniciada simultaneamente em oito estados (Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, São Paulo, Tocantins e Paraná), com a participação de mais de 350 Policiais federais e 67 Auditores-Fiscais da Previdência Social. As investigações concentram-se no Grupo Margem, o segundo maior frigorífico do país, com 21 unidades industriais e faturamento bruto anual de R$ 2,3 bilhões. Além de sócios e funcionários da empresa, um auditor-fiscal também foi preso.

SENTINELA – 10 presos, sendo 4 servidoresA Operação Sentinela foi deflagrada em 02 de dezembro para desarticular uma quadrilha que fraudava licitações realizadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O grupo investigado, composto por empresários e servidores públicos de área administrativa do TCU, fraudava licitações naquele órgão, além de exercer advocacia administrativa para aprovação de parecer favorável às empresas que são alvo de investigação: Brasfort, Reman Segurança, Confederal, Montana e Sitran. Foram presas 10 pessoas e cumpridos 15 mandados de busca e apreensão. Dos 10 presos, quatro eram servidores públicos.

CASTELO – 7 presosA Operação Castelo aconteceu no dia 3 de dezembro no estado de Goiás, e visou reprimir o tráfico internacional de seres humanos. Foram presas sete pessoas, a partir de denúncia sobre o embarque de mulheres aliciadas para prostituição na Espanha. Também foram cumpridos 16 Mandados de Busca e Apreensão em estabelecimentos comerciais e residências.

FAROESTE – 22 presos, sendo 12 servidoresA Operação Faroeste, realizada no dia 7 de dezembro, teve como objetivo desarticular uma quadrilha especializada em grilagem de terras públicas no oeste do Pará, especialmente na cidade de Santarém. Foram 18 pessoas presas, sendo 8 servidores do Incra.

MAR AZUL – 4 presos, sendo 2 servidoresA Operação Mar Azul foi deflagrada no dia 07 de dezembro e foi resultado de investigações realizadas pela Força Tarefa Previdenciária, composta pela PF, Ministério Público Federal e INSS. Foram presos dois auditores fiscais da Previdência Social e dois empresários do ramo de navegação, nas cidades do Rio de Janeiro, de Niterói e de Vassouras, na Região Serrana.

CAVALO DE AÇO – 36 presos, sendo 4 servidoresA Polícia Federal, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal realizou no dia 9 de dezembro a Operação Cavalo de Aço nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Bahia. O objetivo era desarticular uma organização criminosa que atuava no roubo de cargas e veículos. A base da operação foi o estado do Espírito Santo, onde as investigações foram desenvolvidas durante 6 meses.

SAIA JUSTA – 6 presos, sendo 3 servidoresA operação Saia Justa foi realizada no dia 13 de dezembro e prendeu pessoas envolvidas em um esquema de fraude ao Instituto Nacional do Seguro Social. A quadrilha fazia inclusões no sistema do INSS de vínculos empregatícios inexistentes, majorações de tempo de serviço, conversões de atividades profissionais especiais para gerar aposentadorias com menor tempo de serviço e concessões de aposentadorias abaixo da idade limite. A fraude causava um prejuízo de R$ 600 mil reais por ano.

FÊNIX – 12 presosA Operação Fênix foi deflagrada dia 15 de dezembro pela Força-tarefa Previdenciária, composta por integrantes da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério da Previdência Social. A ação teve por finalidade desbaratar uma organização criminosa formada por médicos particulares e segurados de benefícios por incapacidade, cujo objetivo principal era fraudar a Previdência Social.

2005
ALCATÉIA – 11 presosDesencadeada no dia 14 de janeiro, a Operação Alcatéia prendeu 11 pessoas envolvidas com a alteração de chassis de ônibus e caminhões. A base da quadrilha era a cidade de Divinópolis (MG), mas as investigações mostram que o grupo atuava em 15 estados brasileiros. Além da acusação da alteração de chassis, a quadrilha era acusada pelos crimes de roubo de cargas e caminhões, desmanche de carros, e sonegação fiscal.

PREDADOR – 15 presosA Operação Predador, que aconteceu no dia 28 de janeiro, desmontou uma quadrilha que desviava verbas do Conselho Federal de Enfermagem. Com ações nos estados do Rio de Janeiro, Piauí, Goiás, Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe, foram presas 15 pessoas, entre elas o presidente do Cofen, Gilberto Linhares. A quadrilha era acusada de desviar verbas do Conselho através de licitações superfaturadas, além de outros crimes. As investigações mostraram que o desvio chegou próximo aos R$ 50 milhões de reais.
PETISCO – 43 presos, sendo 4 servidoresRealizada no dia 02 de fevereiro, a Operação Pestisco contou com a participação de 250 agentes da Polícia Federal de Brasília, Rio e Campos, além de 120 homens da Polícia Militar. A ação desarticulou uma quadrilha do tráfico de drogas que atuava na cidade de Campos (RJ) e outros municípios do interior fluminense, e movimentava cerca de R$ 2,5 milhões por mês com a venda de 30 quilos de cocaína e meia tonelada de maconha. Ao todo foram presas 43 pessoas.

PRETORIUM – 7 presos, sendo 5 servidoresA Operação Pretorium foi desencadeada no dia 10 de fevereiro e prendeu 7 pessoas envolvidas em um esquema de corrupção que funcionava dentro do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima. Entre as irregularidades descobertas estavam “viagens fantasmas”, pagamento irregular de diárias e horas-extras e desvio de verbas públicas destinadas às eleições de 2004, além de um esquema de repasse de salários.

BIG BROTHER – 5 presosA Operação Big Brother prendeu em no dia 15 de fevereiro cinco pessoas envolvidas com um esquema que fraudava documentos para tentar obter o pagamento de títulos da dívida pública da Petrobrás e Eletrobrás. Somente em um dos casos, o grupo tentou obter, fraudulentamente, R$ 600 milhões. Ao todo, as ações judiciais descobertas durante as investigações totalizavam quase R$ 1 bilhão. Graças ao trabalho das estatais e da PF, os saques dos valores foram evitados.

CLONE – 4 presosA Operação Clone foi desencadeada no dia 16 de fevereiro em Brasília (DF) para prender uma quadrilha que lesava centenas de correntistas por meio de fraudes bancárias. Quatro pessoas foram presas. De acordo com as investigações, o grupo executava fraudes através da Internet e obtinha, através de empregados dos bancos, os saldos e dados pessoais dos clientes a serem lesados. O principal alvo da quadrilha era a Caixa Econômica Federal, mas foram registradas ocorrências contra correntistas do Banco do Brasil, Itaú e Bradesco no Distrito Federal e nos estados do Rio de Janeiro, Goiânia, Ceará e São Paulo. Os valores desviados podem chegar a 10 milhões de reais.

TERRA NOSTRA – 15 presos, sendo 3 servidoresRealizada no dia 17 de fevereiro, a Operação Terra Nostra contou com a participação de 150 policiais federais. Foi desmontada uma quadrilha que fazia grilagem de terras em áreas sem título de domínio no norte do estado de Tocantins. Os acusados agiam de forma ordenada, falsificando documentos relativos à posse e propriedade das terras, forjando contratos de cessão de direitos de posse a fazendeiros de outros estados e, pressionando, com ameaças de violência, os interessados que efetuavam a negociação a desistirem da compra, recebendo de volta menos da metade do valor pago. Foram presas 15 pessoas.

CARONTE – 22 presos, sendo 14 servidoresA Força Tarefa no Pará, constituída pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério da Previdência Social, realizou no dia 18 de fevereiro a Operação Caronte. O objetivo era prender servidores públicos do INSS, advogados e empresários que fraudavam a Previdência Social através da emissão irregular de Certidões Negativas de Débito. Foram presas 22 pessoas e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão.

AJUSTE FISCAL – 11 presosA Operação Ajuste Fiscal aconteceu no dia 24 de fevereiro e resultou na prisão de 11 auditores fiscais da Secretaria de Receita Previdenciária (antiga Gerência do INSS) do Ministério da Previdência. A suspeita é que o grupo tenha causado um prejuízo de R$ 1 bilhão aos cofres da Previdência, referente a dívidas que deixaram de ser cobradas de empresas nos últimos dez anos mediante pagamento de propinas.
DRAGÃO – 5 presosDesencadeada no dia 18 de março, a Operação Dragão prendeu cinco empresários do ramo de extração de areia. Eles estavam envolvidos com crimes de corrupção, formação de cartel, sonegação fiscal e usurpação de matéria-prima da União por meio da extração irregular de areia.

BURITIS – 29 presos, sendo 14 servidoresA Operação Buritis prendeu no dia 31 de março, 29 pessoas envolvidas com um esquema de corrupção que envolvia policiais rodoviários federais e empresários do setor de transportes. Participaram da ação 160 policiais federais do Piauí, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Brasília. Os presos foram acusados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, concussão, prevaricação, violação de sigilo funcional e formação de quadrilha.

MARÇO BRANCO – 8 presos, sendo 5 servidoresA operação Março Branco foi realizada no dia 05 de abril pela Superintendência da Polícia Federal no Paraná juntamente com a Secretaria de Segurança Pública do estado. A ação prendeu uma quadrilha especializada no patrulhamento armado de fazendas ocupadas por membros do Movimento dos Sem Terra (MST) e sua conseqüente desocupação forçada, bem como tráfico internacional de armas e violações aos Direitos Humanos. Oito pessoas foram presas, e houve a apreensão de armas de diversos calibres usados pelos membros da organização.

TANGO – 13 presosA Operação Tango, desencadeada no dia 11 de abril, prendeu integrantes de uma quadrilha envolvida com crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Cerca de 300 policiais federais atuaram na operação, que aconteceu simultaneamente no Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Tocantins e Paraíba. Ao todo 13 pessoas foram presas. O grupo agia criando créditos tributários “frios”, que eram oferecidos a empresas com dificuldades financeiras, os quais seriam utilizados na compensação de obrigações fiscais.

CASTANHOLA – 12 presosCom objetivo de desarticular uma quadrilha que atuava no tráfico internacional de mulheres para Espanha e Portugal, a Operação Castanhola foi realizada no dia 14 de abril. Foram 7 pessoas presas na cidade de Anápolis. Também aconteceram ações de repressão na Espanha e Portugal, que resultaram na prisão de 5 pessoas na cidade de Santander (Espanha).

HIDRA – 67 presos, sendo 21 servidores e 1 policial federalA Operação Hidra foi a maior ação da história da Polícia Federal para combate ao crime de contrabando e descaminho. Desencadeada no dia 04 de maio, a operação prendeu 67 pessoas e contou com a participação de mais de 750 policiais federais. A quadrilha que foi alvo da ação tinha como base principal a cidade de Maringá, além de ramificações em outras cidades do Paraná e do estado de Mato Grosso do Sul.

GUABIRU – 26 presos, sendo 10 servidoresA Operação Guabiru prendeu no dia 17 de maio 26 pessoas envolvidas com um esquema de desvio de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação que deveria ser usado para a compra de merenda escolar em municípios alagoanos. Entre os presos, 8 eram prefeitos municipais e 4 eram ex-prefeitos.

GALILEU – 100 presosDeflagrada no final de maio, a operação desbaratou uma quadrilha de fraudadores de concusrsos públicos, especializada em vender gabaritos, que atuava em vários Estados desde 1996.

INTEGRADA SÃO FRANCISCO Foi deflagrada na última quinta-feira, 26, a “Operação Integrada São Francisco” que conta com a participação de 90 homens das polícias Federal, Rodoviária Federal, Civil, Militar e Corpo de Bombeiros de Pernambuco. O principal objetivo é localizar e destruir plantações de maconha no estado, principalmente no sertão, na região conhecida como “polígono da maconha”. Desde o início da operação já foram destruídos 442.166 pés de maconha em 172 plantios; 289.984 mudas, além de 220 quilos de maconha pronta para o consumo.

CURUPIRA – 78 pessoas presasPolícia Federal, Ibama e Ministério Público Federal deflagraram em 2 de junho a Operação Curupira, após nove meses de investigações, que tem por objetivo desmontar esquema de fraude e corrupção instalado no Ibama-MT desde 1990. A organização criminosa era composta por madeireiros e despachantes especializados na extração e transporte ilegal de madeira, mediante corrupção de servidores públicos do Ibama e da Fundação Estadual do Meio Ambiente. Ao todo são 480 policiais que estão cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Paraná. Até o momento 78 pessoas já foram presas. Os envolvidos devem ser indiciados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistema de informações, prevaricação, advocacia administrativa, falsidade ideológica, autorização indevida de desmate, extravio de documento público, formação de quadrilha e estelionato contra a administração pública.