27 agosto 2005

PARA JAMAIS ESQUECERMOS.

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O MUNDO PELO AVESSO
EMIR SADER
27/8/2005
Para FHC não esquecer
O ex-presidente FHC diz que não sabe como Lula ganhou as eleições para presidente. Vamos lembrá-lo então. Lula ganhou porque FHC fracassou. Ele pode não saber, mas o povo brasileiro, que o mantém como o mais rejeitado dos candidatos à presidência, sabe muito bem.
O ex-presidente FHC – o mais rejeitado dos candidatos à presidência da República, segundo pesquisas – diz que não sabe como Lula ganhou as eleições para presidente. Vamos lhe recordar algumas das tantas razões que o especialista em pedir que esquecessem o que escreveu esqueceu ou nunca soube:
Lula ganhou porque o governo de FHC terminou em fracasso: a estabilidade monetária não significou que os pobres brasileiros pudessem tomar iogurte todos os dias, nem que pudessem colocar dentaduras e viajar para o exterior, como ele prometia.
Lula ganhou porque, ao contrário do que prometia FHC, os ministérios fundamentais do seu governo não foram os ministérios sociais, mas os ministérios econômicos, especialmente o da Fazenda – seu governo era Pedro Malan e mais dez.
Lula ganhou porque a inflação não foi liquidada, mas transferida para a dívida pública, levando o Estado brasileiro à falência e provocando a deterioração de todos os serviços públicos, assim como a capacidade de investimento do Estado.
Lula ganhou porque FHC promoveu o maior escândalo da história brasileira, com a venda a preço de banana de grande número de empresas, patrimônios da nação, construído com o esforço dos trabalhadores brasileiros, para grandes empresas nacionais e internacionais.
Lula ganhou porque nunca como no governo FHC a educação se privatizou tanto no Brasil, da mesma forma que nunca como antes as empresas privadas de saúde ganharam tanto.
Lula ganhou porque FHC multiplicou por onze o endividamento do Estado brasileiro, promoveu a deterioração dos serviços públicos, elevou o desemprego e diminuiu o poder aquisitivo dos salários.
Lula ganhou porque o grande empresariado brasileiro, amigo de FHC, goza das políticas econômicas que contemplam centralmente seus interesses, que não levam em conta o nível de emprego, a distribuição de renda e os direitos dos trabalhadores.
Lula ganhou porque FHC, que teve oito anos de mandato, comprou sua reeleição, sem ter nenhuma CPI, nem escândalo da imprensa, de quem era o queridinho, além de maioria absoluta no Congresso, enquanto a maioria do povo brasileiro passou a não ter carteira de trabalho assinada, a perder direitos sociais, a ter o desemprego elevado a níveis inéditos.
Lula ganhou porque os trabalhadores-sem-terra foram tratados como criminosos, como se tivessem introduzido a violência no campo, quando são vítimas privilegiadas da violência dos latifundiários e da polícia, enquanto lutam pelo direito de trabalhar, produzir, afirmar sua identidade pela educação e ganhar o direito de serem cidadãos.
Em suma, Lula ganhou porque FHC fracassou. Ele pode não saber, mas o povo brasileiro, que o mantém como o mais rejeitado dos candidatos à presidência, sabe muito bem. O povo tem memória e por isso diz: FHC, nunca mais.
Emir Sader, professor da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".
A VERDADE APARECE, COM PROVAS.




Corretor desmente doleiro e Valério, com PROVAS







Brasília - Amparado em documentos da Bolsa de Valores, extratos bancários oficiais e outras provas, o investidor Enivaldo Quadrado, sócio da corretora Bônus Banval, mostrou nesta sexta-feira a Polícia Federal que nunca fez remessas ao exterior para o deputado federal José Dirceu (PT-SP), nem efetuou pagamentos, transferências ou outra operação financeira para o PT ou seu ex-tesoureiro, Delúbio Soares.
Todo o dinheiro que ele diz ter recebido do empresário Marcos Valério de Souza - cerca de R$ 6,5 milhões - foi aplicado em barras de ouro e outros ativos da Bolsa Mercantil e de Futuros (BMF), conforme os papéis apresentados.
O depoimento, que durou mais de seis horas - um dos mais longos até agora, foi considerado muito importante pela PF porque pode indicar que tanto o doleiro Antonio Oliveira Claramunt, o Toninho da Barcelona, como o empresário Valério mentiram em seus depoimentos à CPI e às autoridades para obter vantagens. Toninho para reduzir a pena e Valério, para engordar a dívida que ele atribui ao PT. Os dois serão convocados a prestar novo depoimento.
"Ele falou de forma convincente e calçado em documentação. Não vimos nenhum vestígio de remessas ao exterior", afirmou um delegado que atua no caso.
A PF desconfia de que a versão de Barcelona pode ter sido engendrada pelo seu advogado, Ricardo Sayeg, para tirar proveito da crise ética por que passa o País em favor do cliente, condenado a 25 anos de prisão em vários processos por sonegação de impostos, crimes contra o sistema financeiro e formação de quadrilha.
Sayeg é também advogado de José Carlos Batista, sócio da corretora Guaranhuns, também acusada de fazer remessas ilegais em associação com Barcelona.
Laranja
Quadrado confirmou à PF que atuou como "laranja" para Valério, para o qual fez três saques, no montante de R$ 650 mil, na agência do Banco Rural da Avenida Paulista, em São Paulo. Os saques, conforme destacou, seriam porque Valério não queria viajar transportando dinheiro. Neste mesmo período, ele teria se interessado em comprar a Bônus. O investidor explicou que fez os saques para agradar ao empresário, porque a Banval atravessava dificuldades financeiras e ele pretendia vendê-la a Valério, ao qual fora apresentado meses antes pelo líder do PP, deputado José Janene (PR).
Barcelona acusou a Banval de realizar operações de remessas de dinheiro, para fins de lavagem, conhecidas como "esquenta-esfria", a fim de produzir recursos de caixa dois, em favor de Dirceu. Valério, por sua vez, informou ao Ministério Público Federal que fez repasses de R$ 3,5 milhões para petistas indicados por Delúbio Soares. "Vim aqui mostrar e desmontar essas mentiras", disse Quadrado à imprensa, ao final do depoimento.
Triangulação
Pelos documentos apresentados, os recursos confiados por Valério a Banval foram entregues para a empresa de investimentos Natimar Negócios Intermediações Ltda, escolhida pelo próprio empresário, entre as clientes da Banval, para centralizar suas aplicações. Com título que lhe permite atuar na BMF, a Banval agasalha várias empresas de investimentos sob seu guarda-chuva, entre elas a Natimar, escolhida por Valério, que enviava seus recursos por meio das suas empresas 2S e Rogério Tolentino Associados. A triangulação desse tipo de investimento parece esquisita, mas segundo a PF é assim mesmo que funciona no mercado.
Na hora do retorno do investimento, conforme revelou Quadrado, Valério dava o sinal indicando nomes para que a Banval fizesse as transferências de dinheiro de resgate dessas aplicações. Ele prometeu entregar até a próxima quarta-feira a lista completa dos beneficiados, mas a PF já confirmou que entre eles não há os nomes de Dirceu, Delúbio, PT, parlamentares ou prepostos do partido.
Vannildo Mendes
http://www.estadao.com.br/nacional/noticias/2005/ago/26/220.htm

26 agosto 2005

TUCANO ABRE O BICO





Exclusivo para Veja


O que o ex-tesoureiro tucano pode contar







Há poucos dias, o economista Cláudio Roberto Silveira Mourão, de 60 anos, contou a VEJA, com exclusividade, sua versão sobre o esquema de caixa dois que comandou em 1998, como tesoureiro da campanha à reeleição do tucano Eduardo Azeredo ao governo de Minas Gerais. Mesmo antes de ser interrogado a respeito, Mourão fez questão de realçar que o então companheiro de chapa de Azeredo e atual vice-governador mineiro, Clésio Andrade, não teve participação no processo – a não ser ter-lhe apresentado a Marcos Valério, que viria a ser o principal abastecedor do caixa dois. Pode-se supor que, ao comparecer na CPI do Mensalão, para a qual já teve a convocação aprovada, também defenderá Clésio Andrade de responsabilidades naquelas operações. Os detalhes revelados por Mourão demonstram que o sistema de caixa dois de 1998 tem muitas semelhanças com o esquema montado pelo próprio Valério para o PT nas campanhas subseqüentes. A engenharia (via empréstimos), o operador (Valério) e o agente financeiro (Banco Rural) foram os mesmos. A seguir, as principais declarações feitas por Mourão na entrevista que concedeu ao repórter José Edward, da sucursal de VEJA em Belo Horizonte e a relação de contradições e incoerências dessa sua versão:

"No final de julho de 1998, logo no início do primeiro turno, eu me reuni com o então candidato a vice, Clésio Andrade, num restaurante e pedi-lhe um aporte financeiro para a campanha. Clésio me indicou, então, alguns empresários que, segundo ele, poderiam colaborar. O Marcos Valério foi um deles. Me reuni com ele na SMP&B, falei das nossas dificuldades e, na mesma hora, ele se dispôs a fazer um empréstimo de 2 milhões de reais para a campanha. Nos reunimos pela manhã e, à tarde, ele ligou me orientando a comparecer na tesouraria do Banco Rural por volta das 19 horas do dia seguinte. Quando cheguei lá, eles me entregaram os recursos em dinheiro vivo. Eu paguei este empréstimo uma semana depois, quando começaram a entrar as doações oficiais. O Azeredo e o Clésio não ficaram sabendo dessa transação. Aliás, essa é a primeira vez que falo sobre isso. Acho até que o Marcos Valério se esqueceu..."

"No segundo turno, voltei a procurar Marcos Valério e ele fez uma doação de 9 milhões de reais para a campanha. Depois que perdemos a eleição ele passou a dizer que foi empréstimo, mas na verdade o combinado foi uma doação"

"O Marcos Valério resolveu nos ajudar porque vislumbrou que suas agências não teriam espaço num eventual governo de Itamar Franco, que naquele momento estava com muitos pontos à frente nas pesquisas. Por isso, ele resolveu fazer os empréstimos para nos ajudar a reverter o quadro e, assim, assegurar que continuaria a ser fornecedor do Estado"

"Marcos Valério não pediu nada em troca. Pelo contrário, ao final do governo Azeredo, suas agências ficaram com créditos no valor 5 milhões de reais, os quais não sei se foram honrados pelo sucessor, Itamar Franco. Ele fez apenas duas exigências: a primeira foi de que os recursos não deviam ser declarados. Ou seja: deveriam ser jogados num caixa dois. A segunda foi de que ele próprio é quem iria repassar os recursos que seriam destinados aos candidatos a deputado. Creio que foi uma forma que ele encontrou para, em caso de perdemos a eleição majoritária (o que de fato aconteceu), ter influência e prestígio pelo menos junto a alguns deputados que eventualmente fossem eleitos"

"Geralmente, as indicações chegavam até mim por intermédio de lideranças como o então vice-governador Walfrido dos Mares Guia e o candidato a vice, Clésio Andrade. Eu, então, repassava os pedidos para Marcos Valério, que efetuava os pagamentos por meio de transferências bancárias. Como ele já divulgou, ele repassou 1,8 milhão para 79 pessoas, algumas das quais ele próprio definiu. O restante foi todo utilizado por mim para pagar despesas do dia-a-dia da campanha"

"Eduardo Azeredo e Clésio Andrade não tiveram nenhuma responsabilidade na operação do esquema de caixa dois da campanha de 1998. Eu tinha total autonomia e fiz tudo da minha cabeça. Logo depois da campanha, prestei contas de tudo ao Eduardo Azeredo. Informei-lhe, inclusive, que a maior parte dos 20 milhões gastos foram oriundos de caixa dois"

"Na primeira campanha de Azeredo ao governo de Minas, em 1994, da qual também fui tesoureiro, também teve caixa dois"
CAINDO EM CONTRADIÇÕES

Há algumas incoerências na entrevista que Mourão deu à VEJA. Eis as principais:

Mourão diz que, logo após a campanha de 1998, apresentou ao candidato derrotado, Eduardo Azeredo, uma relação de todos os gastos da campanha, incluindo a contabilidade do caixa dois. Em depoimento espontâneo na CPI dos Correios, Azeredo afirmou que só ficou sabendo da existência de caixa dois em sua campanha recentemente.

Mourão diz que foi dele a iniciativa de procurar o então candidato a vice-governador, Clésio Andrade, para pedir ajuda, e que o mesmo não tomou conhecimento dos empréstimos e doações feitas por Marcos Valério durante a campanha. Em depoimento à CPI do Mensalão, Marcos Valério afirmou que Clésio Andrade é quem foi o idealizador dessas operações. "

Mourão diz que os 4,5 milhões de reais repassados ao publicitário Duda Mendonça em 1998 foram todos pagos por ele diretamente à sócia de Duda, Zilmar Fernandes. Em seu depoimento na CPI, Marcos Valério disse que foi ele quem passou o dinheiro diretamente para Zilmar. "

Mourão diz que depois da eleição de 1998 não manteve nenhuma relação de negócios com Marcos Valério, mas em 2001 Marcos Valério foi avalista de um empréstimo feito pela pessoa física Cláudio Mourão junto ao Banco Rural. "

Mourão nega que Eduardo Azeredo e Clésio tiveram alguma responsabilidade com o caixa dois. Mas, em novembro do ano passado, ele entrou com uma ação na Justiça contra Azeredo e Clésio, na qual cobra uma indenização de 3,5 milhões de reais por dívidas que teria contraído durante a campanha de 1998. Em julho último, logo após a eclosão do escândalo do mensalão, ele retirou subitamente a ação da Justiça.
SERRA, FHC , NO OLHO DO FURACÃO.





26/08/2005 - Bittar: Depoimento de Dantas poderá jogar luz sobre privatizações tucanas

A CPMI dos Correios marcou o depoimento do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, para o dia 14 de setembro. Existe grande expectativa acerca do que ele terá a dizer sobre as denúncias de envolvimento no esquema de Marcos Valério de captação de recursos para partidos políticos. Mais do que isso, o deputado Jorge Bittar (PT-RJ) acredita que ele poderá “jogar luz” sobre o processo de privatizações ocorrido no governo Fernando Henrique Cardoso.
“Ele é uma figura polêmica, que esteve no centro de todo o processo de privatização de FHC, em fina articulação com o tucano Ricardo Sérgio, que foi diretor do Banco do Brasil (BB) e depois tesoureiro da campanha de José Serra ainda em 98, quando ele disputou o Senado”, afirmou Bittar. Graças à influência de Ricardo Sérgio, que tinha todo o controle da Previ, fundo de pensão dos funcionários do BB, Dantas conseguiu formar o pool de fundos de pensão para adquirir várias teles e, apesar de sócio minoritário, o Opportunity recebeu a delegação para gerenciá-las.
Duas companhias controladas por Daniel Dantas, a Telemig Celular e a Amazônia Celular, depositaram mais de R$ 150 milhões nas contas das agências de Marcos Valério. Bittar avalia que parte desse dinheiro pode ter sido usado para pagar despesas com publicidade, mas ele acredita que outra parte possa ter irrigado o esquema de pagamento de dívidas de campanha pelo caixa dois.
Pesa sobre Dantas a suspeita de que ele teria tentado fazer com que Marcos Valério intercedesse junto ao governo federal para convencer os fundos de pensão a vender ao Opportunity sua participação nas teles. “É certo que se ele tentou isso, quebrou a cara, porque os fundos estão ganhando essa disputa em todas as instâncias da Justiça, inclusive da Justiça americana e a Previ está prestes a assumir o controle”, afirmou o deputado petista.
Bittar acredita que a partir do depoimento de Dantas a CPMI poderá optar por buscar outras formas de descobrir a conexão entre o banqueiro, o publicitário Valério e o tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio. “Se for necessário a CPMI poderá quebrar sigilos bancários, telefônicos e fiscais para elucidar a origem desses recursos”, afirmou.
(www.informes.org.br)
LULA É O MELHOR PRESIDENTE DO BRASIL

















































26/08/2005 - Lula pede ao povo que não perca a esperança
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (26) que a população não perca a esperança no governo por causa da crise política. Ele falou de improviso para cerca de 3 mil pessoas, em Quixadá, Ceará, onde lançou o Programa do Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil"A minha consciência é tranqüila, porque conheço a qualidade ética e moral do nosso povo. Vocês não podem, em nenhum momento, achar que não vale a pena participar da vida política. Vamos deixar as coisas acontecerem. Aquilo que for mentira vai aparecer, aquilo que for verdade vai aparecer. Nada de ficar mais incomodado do que já estamos", disse. Lula voltou a garantir que os culpados serão punidos. "No Brasil, as pessoas fazem as coisas erradas porque sabem que não são punidas. Nós temos, agora, que provar que eles serão punidos", destacou. Ele defendeu a reforma política para dar "mais credibilidade" aos partidos.
Mau agouroO presidente voltou a criticar setores da política e da imprensa "como aves de mau agouro" que não querem enxergar ações positivas do governo. Lula pediu aos presentes que sejam mensageiros de boas notícias no sertão.
Durante a fala, interrompida diversas vezes por manifestações de apoio dos populares, Lula disse que não se sentia incomodado em repetir informações sobre o seu governo.
"Há aves de mau agouro que não querem enxergar um dedo do que está na frente do seu nariz. Mesmo assim vou continuar falando e vou ser a rádio peão para dar informações para vocês", disse o presidente.
Lula voltou a citar números de oferta de empregos e de financiamento para a agricultura familiar e defendeu a punição dos culpados pela atual crise política. O presidente pediu "paciência", especialmente a ministros, na identificação dos culpados pela crise.
Ele criticou administrações anteriores, afirmando que historicamente se governou para 35% ou 40% da população. "Em época de eleição o pobre vale mais que o rico, mas quando o político ganha, o pobre fica chupando o dedo".
O presidente reiterou que, apesar da crise, nada teme, pois confia no povo brasileiro. "Eu quero que vocês saibam que com toda essa crise que estamos vivendo eu ando chateado, sofrendo muito, tendo denúncias e mais denúncias, insinuações e mais insinuações, mas nenhuma prova que possa condenar uma pessoa", afirmou.
"Quem errou deve pagar. Mas não somos imperador, nem estamos no Império. E o presidente só deve fazer a parte que lhe cabe", disse.
Com informações da Agência Estado.
BOATO OU VERDADE?



No fórum do Estadão tem uma tal de Kika, que segundo informações que recebi, recebe dinheiro e "favores" do PSDB para ficar dia e noite na internet,vigiando os sites petistas, e enaltecendo o governo de FHC. Essa tal Kika é uma biscateira, dizem as más línguas em outros fóruns que ela teria sido uma das garotas de Geane, a cafetina de Brasília, nos idos de 1994/1995 e dizem que ela seria a preferida de FHC e todos do PSDB e PFL.Bom isso é o que dizem por ai na rede,não sei se é boato ou se é verdade.Mas que falam,falam.Como essa tal de Kika sempre foge do assunto não sei não!
VAMOS REAGIR VAMOS A LUTA SIM!
26/08/2005 - Movimentos Sociais do Piauí fazem ato pró-Lula em 7 de setembro
A Coordenação de Movimentos Sociais no Piauí prepara para 7 de Setembro uma manifestação contra a corrupção e em defesa do governo Lula. A idéia é levar para as ruas 5 mil pessoas e distribuir uma carta aberta à população.

“Chegou a hora das entidades populares, sindicais e partidos de esquerda reagirem e mostrarem o que está por trás da propaganda que as elites vêm fazendo contra o governo Lula”, disse Socorro Silva, integrante da Comissão Pró-Conselho Estadual da Juventude.

Durante a semana que antecede o 7 de setembro a Coordenação de Movimentos Sociais fará mobilização na Vila Irmã Dulce, Mocambinho, Promorar, Parque Piauí e Dirceu Arcoverde. CUT, MST, FAMCC, FAMEPI, FETAG, setores da Igreja Católica e diversas entidades ligadas à juventude já confirmaram participação.
LULA, FAZENDO TUDO DE BOM PARA O BRASIL,ENQUANTO TUCANOS DESPENCAM.

26/08/2005 - BNDES aprova R$ 1 bilhão para setor ferroviário
O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou a criação do Programa de Apoio Financeiro a Investimentos em Ferrovias nas Regiões Norte e Nordeste do país. A nova linha contará com orçamento de R$ 1 bilhão, até 30 de junho de 2009, e terá juros de 1% sobre a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo).



26/08/2005 - Governo investe R$ 29 milhões em pesquisa clínica
Os ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia devem investir R$ 29,2 milhões na melhoria de 14 centros de pesquisa clínica, com o objetivo de incentivar a descoberta de remédios e de tratamentos de saúde.
As unidades escolhidas funcionam em hospitais de ensino e a previsão é de que recebam a verba em três parcelas anuais até 2007.

26/08/2005 - Movimentos Sociais do Piauí fazem ato pró-Lula em 7 de setembro
A Coordenação de Movimentos Sociais no Piauí prepara para 7 de Setembro uma manifestação contra a corrupção e em defesa do governo Lula. A idéia é levar para as ruas 5 mil pessoas e distribuir uma carta aberta à população.

“Chegou a hora das entidades populares, sindicais e partidos de esquerda reagirem e mostrarem o que está por trás da propaganda que as elites vêm fazendo contra o governo Lula”, disse Socorro Silva, integrante da Comissão Pró-Conselho Estadual da Juventude




TUCANATO DESPENCA .
26/08/2005 - TSE cassa prefeito tucano em Pernambuco
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou na noite desta quinta-feira (25), por unanimidade, o mandato do prefeito José Roberto Gadelha (PSDB), da cidade de Goiana, na zona da mata de Pernambuco, por abuso de poder econômico nas eleições municipais de 2004.
Também foi cassado o mandato do vice-prefeito, Marcílio da Costa, reformando decisão anterior do TRE de Pernambuco em recurso da coligação Frente Trabalhista de Goiana, formada entre outros partidos pelo PTB, PL, PFL e PT.O relator, ministro Marco Aurélio, considerou que a propaganda ilícita do então candidato Beto Gadelha, em talões de jogo do bicho, apreendida por oficiais de Justiça na campanha eleitoral, contribuiu para o resultado da eleição.
15 MIL PESSOAS NAS RUAS DE SALVADOR EM DEFESA DO PRESIDENTE LULA




26 DE AGOSTO DE 2005
MOVIMENTOS
A concentração no Campo Grande: o grampeador fez menção a escândalo envolvendo ACM
15 mil pessoas vão às ruas de Salvador em defesa de Lula
A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) mobilizou cerca de 15 mil pessoas, ontem (25) pela manhã, no Centro de Salvador, contra a desestabilização do governo Lula e contra a corrupção, por mudanças na política econômica, pela prioridade nos direitos sociais e por reformas políticas democráticas.
Os representantes das entidades que integram a CMS, se revezavam em palavras-de-ordem em cima de um potente trio elétrico na Praça do Campo Grande, de onde partiu a manifestação em direção à Praça Municipal.
"Fica"... "Lula!"
Os manifestantes não precisaram avisar, como diz a letra da música, “Prepara uma avenida que a gente vai passar”. A Avenida 7 de Setembro, que corta parte do Centro Histórico de Salvador foi tomada pelos “caras-pintadas”, pelos trabalhadores da capital e de vários municípios da Região Metropolitana e outros setores que saíram às ruas em defesa de Lula e contra a corrupção. O tráfico parou para dar passagem aos manifestantes.
O presidente da CUT/BA, Everaldo Augusto, ao microfone gritava: “Fica” e, um mar de pessoas respondia: “Lula”. “Fica Lula” era a expressão que ritmava a passeata e repudiava a ação das forças da oposição conservadora que, debilitando o governo do presidente Lula pretendem retornar ao governo nas eleições de 2006.
Sob o forte sol do meio dia, a passeata prosseguia embalada pelo forró do “Fica Lula” entrecortado por discursos. A música do compositor Hugo Luna tocada pelo trio elétrico tem como refrão “Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo”, que já se transformou em palavra de ordem nas manifestações pró-Lula.
A superfaixa da UNE: 'FHC, ACM e Jefferson??? Eu não aceito'
"Não dá para acreditar"
“Os caras pintadas voltam às ruas em defesa de Lula, contra a corrupção e por mudanças na política econômica”, disse o presidente da UJS/BA, Augusto Vasconcelos. Ele prosseguiu argumentando que não dá para acreditar que ACM e seu neto (o senador do PFL Antonio Carlos Magalhães e o deputado federal Antonio Carlos Magalhães Neto) tentem passar a imagem de paladinos da moralidade.
Os baianos — arguiu Augusto — sabem muito bem o que significa o governo do grupo do senador ACM em nosso estado. São escândalos e mais escândalos de uso do dinheiro público. “Queremos a apuração das denúncias de corrupção e punição de todos os envolvidos, como disse o presidente Lula, doa a quem doer. Mas não podemos aceitar a tentativa de FHC, ACM, o PSDB e o PFL, de voltar ao governo para dar continuidade ao desmonte do estado brasileiro com a política neoliberal”, disse.Presença maciça na passeata, os estudantes exibiam uma grande faixa com a inscrição “Fala sério. FHC, ACM e Jefferson falando em corrupção?”, assinada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) e União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES). Um grande grampeador, feito de espuma, circulava entre “os caras pintadas” numa alusão ao escândalo dos grampos telefônicos na Bahia envolvendo o senador ACM e seu neto, apelidado pelos baianos de “Grampinho”.
"Uma saída positiva"
Na Praça Municipal, um ato público marcou o final da manifestação. Ao falar em nome da CUT/BA, Everaldo Augusto disse que “Os trabalhadores, estudantes, os movimentos sociais resolveram tomar para si a responsabilidade de buscar uma saída positiva para a crise. Isto significa fortalecer o projeto de mudanças, exigir punição para todos os casos de corrupção, indistintamente, e manifestar o apoio ao presidente Lula. A direita quer voltar ao governo e nós não vamos deixar. A Bahia começou a gritar: Fica Lula”.O secretário-geral da CUT nacional, Artur Henrique, afirmou que as manifestações que estão ocorrendo em todo o Brasil são respostas à oposição que tenta desestabilizar o governo Lula. Por outro lado, disse, “cobramos uma agenda mais positiva do governo que, no nosso entender, deve assumir os compromissos de mudanças. Exigimos uma plataforma de mudanças efetivas”, disse.O deputado federal Nelson Pelegrino (PT/BA) conclamou a retomada da mobilização popular contra a investida da oposição ao governo. “A nossa idéia não é fazer manifestação com foco na cassação de deputados. Os envolvidos em corrupção devem ser punidos, mas uma das formas de combater a corrupção no país é fazer uma reforma política que envolva o financiamento público de campanha”, disse o presidente da UBES, Marcelo Gavião. De cima do trio elétrico, Gavião puxou a palavra-de-ordem “Veja, Veja, mas não leia”, referindo-se à revista Veja, que têm sido porta-voz das forças conservadoras no ataque ao governo Lula. Marcelo registrou a queima de exemplares da revista, que alguns estudantes faziam naquele momento na praça.
"A elite e nós"Daniele Costa vice-presidente regional da UNE disse que a entidade está a 60 anos do lado da democracia e das mudanças. Nesse momento, ela está ao lado do povo brasileiro contra a investida das forças conservadoras que querem desestabilizar o governo democraticamente eleito. Também discursou a vice-presidente nacional da UNE, Louise Caroline: “A elite quer derrubar Lula e ficar com a política econômica. Nós queremos derrubar a política econômica e ficar com Lula”, sintetizou.Falaram no ato vários parlamentares, o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag/BA) e deputado estadual Edson Pimenta (PCdoB), o dirigente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar, Pedro dos Anjos; representantes da Conan e do MST; representações do PV, PSB e PT.Último a falar, representando o PCdoB, o deputado estadual Javier Alfaya disse que a hora é de mobilização pelo “Fica Lula” diante da investida da oposição conservadora. O ato foi encerrado por um sonoro Viva Lula puxado por Javier.Participaram da manifestação prefeitos de vários municípios da região Metropolitana de Salvador; o deputado estadual Zilton Rocha (PT), o deputado estadual e presidente do PT Emiliano José, o presidente estadual do PCdoB Péricles de Souza; a deputada estadual Lídice da Mata (PSB); os vereadores de Salvador: Aladilce Souza (PCdoB); Reginaldo Oliveira ( PCdoB), Sérgio Carneiro (PT) e Rui Costa (PT); o presidente da UEB, Juremar Oliveira; e a presidente da Abes, Juliana Cunha.
De Salvador, Julieta Palmeira
HOJE NA AV.PAULISTA,EM DEFESA DO PRESIDENTE LULA.














25/08/2005 - CUT, UNE e MST tomam a Paulista em defesa de Lula e contra AlckminDirigentes da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais) reforçaram a convocação para a manifestação desta sexta-feira (26) na avenida Paulista. Segundo a entidade, o ato é "contra o golpismo e o desgoverno tucano".

“Defendemos a retomada do projeto político pelo qual o presidente Lula foi eleito, com ênfase na mudança da política econômica, reduzindo os juros e o superávit primário para investirmos mais recursos em políticas públicas e no desenvolvimento”, declarou o secretário nacional de Comunicação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e dirigente da CMS, Antonio Carlos Spis.

Até o momento já foram realizadas 14 manifestações da CMS em vários Estados, unindo CUT, UNE, Ubes, MST, Conam e dezenas de entidades contra a tentativa de desestabilização do governo "promovida pela mídia golpista, pelo PSDB e PFL"; por uma reforma política democrática que garanta o financiamento público de campanha e ponha freio à corrupção; e por uma guinada na economia, priorizando a produção.

Combate aos privatistas
“O ato desta sexta ganha importância pois estão em São Paulo os representantes do neoliberalismo, que privatizaram nosso patrimônio, que fizeram o país regredir ao passado e agora querem voltar”, declarou o presidente da UEE (União Estadual dos Estudantes), Augusto Chagas.

Para o representante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), João Campos, o momento é de reafirmar os laços e compromissos estabelecidos na Carta ao Povo Brasileiro, reivindicando a mudança da política econômica e bandeiras específicas, como a reforma agrária e a reforma urbana.

Campos denunciou um despejo violentíssimo ocorrido recentemente na capital, onde, a mando do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a Polícia Militar deixou dezenas de famílias ao relento.

Desgoverno tucano
O presidente estadual da CUT, Edílson de Paula, lembrou que o governador tucano montou uma verdadeira “operação abafa” para engavetar 58 CPIs e que todos os escândalos e negociatas agora começarão a vir à tona. “Esse governo do PSDB e do PFL é de desmanche do Estado, de entrega do patrimônio público aos interesses privados, de precarização das relações do trabalho, de queda na qualidade dos serviços oferecidos à população. Nós vamos às ruas contra esse desmonte”, frisou Edílson.

A concentração terá início às 11 horas no vão livre do Masp.

24 agosto 2005

PRESIDENTE LULA É IMBATÍVEL














O presidente Lula continua imbatível, primeiro porque Serra não é candidato a presidente, ele afirmou na TV para todo o Brasil que não deixaria a prefeitura para concorrer a presidência,ou será que ele é homem sem palavra, um mentiroso ? Segundo porque a eleição não é hoje,não é nem este ano, falta ainda 1 ano e dois meses para as eleições.Terceiro Lula vence todos os que são possíveis candidato isso em plena crise criada pela oposição e pela mídia.






LULA 2006

SOU BRASILEIRA NÃO DESISTO NUNCA DE CONTINUAR SENDO FELIZ!

23 agosto 2005

ESCÂNDALO DA "OPOSIÇÃO .















Participação do secretário de Segurança Pública do Estado traz suspeitas sobre tucanos Doleiro saiu de presídio para depor sem autorização de juiz .





FREDERICO VASCONCELOS DA REPORTAGEM LOCAL


http://www1.folha.uol.com.br/
A transferência do doleiro Antonio Oliveira Claramunt, o Toninho da Barcelona, da penitenciária de segurança máxima de Avaré (SP) para prestar depoimento a membros da CPI dos Correios na capital paulista, no dia 16, foi realizada sem autorização judicial.O responsável pela transferência foi o secretário estadual de Segurança Pública, Saulo de Castro Abreu Filho. O juiz corregedor do Departamento de Execuções Criminais, Pedro Paulo Ferronato, abriu sindicância para apurar eventual irregularidade. Ferronato pediu informações ao diretor da penitenciária de Avaré.Além dos desdobramentos na esfera judicial, o episódio deverá ter repercussão política, diante da participação de Saulo numa operação considerada "precipitada" por parlamentares petistas.Ao autorizar a transferência de Toninho, de helicóptero, para ser ouvido num prédio da Polícia Civil em São Paulo (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), Saulo alimentou a suspeita de que haveria interesse dos tucanos em apressar possíveis revelações sobre lavagem de dinheiro envolvendo o PT.Dois dias antes do depoimento de Toninho, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) tentou impedir o que chamou de "operação precipitada". "Não há deliberação da CPI. Não há o que justifique essa pressa toda", afirmou Ideli.Na ocasião, o senador Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB, defendeu o interrogatório de Toninho, dizendo que o doleiro condenado a 25 anos de prisão estava "desesperado, isolado, sendo tratado como bandido de alta periculosidade".No depoimento, Toninho, sem apresentar provas, afirmou haver feito "algumas operações com políticos do PT entre 2002 e 2003". Citou, entre outros, o ex-ministro da Casa Civil e deputado federal José Dirceu e o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, como seus clientes.O objetivo de Toninho era trocar informações por redução de pena e obter garantia de integridade física.Outro episódio que reforçou a suspeita de eventual empenho dos tucanos em agravar as acusações contra o governo federal foi a entrega à imprensa, atribuída à Polícia Civil paulista, da gravação do depoimento do advogado Rogério Tadeu Buratti, sexta-feira, em Ribeirão Preto. Buratti acusou o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, de receber R$ 50 mil mensais de uma empreiteira quando foi prefeito de Ribeirão Preto (2001-2002).

22 agosto 2005

VOTE NÃO AS ARMAS





Doutor Rosinha denuncia “bancada da bala”
Cinco deputados federais que integram a frente parlamentar pró-armas receberam, nas eleições de 2002, doações de fabricantes de armamentos e munições. No total, estes deputados, responsáveis por campanha contrária ao desarmamento, receberam R$ 170 mil do setor. O levantamento foi realizado pelo gabinete do deputado Doutor Rosinha (PT-PR) junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
No próximo dia 23 de outubro, os eleitores brasileiros irão às urnas responder à pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?"
Denominada "Frente Parlamentar Pelo Direito à Legítima Defesa", a frente pró-armas — também conhecida como "bancada da bala" — é presidida pelo deputado Alberto Fraga (PFL-DF).
Em 2002, o pefelista recebeu uma doação de R$ 60 mil da CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos). A doação equivale a 63,6% do total de gastos da campanha de Fraga. A prestação de contas do deputado pefelista junto ao TSE registra um total de doações da ordem de R$ 94,4 mil.
Outro integrante da frente pró-armas que recebeu verbas da CBC é Josias Quintal (PMDB-RJ), ex-secretário estadual de Segurança Pública. Foram R$ 40 mil, segundo dados do TSE.
A Taurus, por sua vez, fez doações a dois outros membros da frente parlamentar: os gaúchos Pompeu de Mattos (PDT) e Enio Bacci (PDT). Receberam R$ 10 mil cada.
O quinto membro beneficiado é o deputado Luiz Antonio Fleury Filho (PTB-SP). O ex-governador paulista (1991-94), em cuja gestão 111 presos do Carandiru foram mortos pela PM, recebeu R$ 50 mil da empresa Enguia, geradora de energia que integra a holding da qual também faz parte a CBC, o Grupo Arbi.
"Esses dados revelam, mais uma vez, que o financiamento privado de campanha implica cobrança de posições políticas por parte das empresas", avalia o deputado Doutor Rosinha.
Informes (www.informes.org.br)

Veja quem está apoiando o desarmamento.....
VAMOS LÁ PESSOAL DEFENDER O PT E O PRESIDENTE LULA, MELHOR PRESIDENTE QUE O BRASIL JÁ TEVE.















22/08/2005 - Ato em defesa do PT e governo Lula acontece na sexta-feira em SP
O Diretório Municipal do PT da capital paulista convoca os militantes petistas e a base social do partido a participarem do ato em defesa da história do partido e do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ato acontece na próxima sexta-feira (26), às 18h, na Casa de Portugal, Avenida da Liberdade, 602.
ALCKMIN E PSDB DERAM UM TIRO NO PÉ. Alckmin, deram um tiro no pé, na ânsia de antecipar as eleições denegrindo a imagem do ministro Palocci, do governo Lula,eles proporcionaram mais de 2 h de entrevista com o ministro Palocci. Em cadeia nacional em horário nobre,domingo 12 h está todo mundo em casa,e na frente das TVs Palocci não somente se defendeu das acusações de Buratti como mostrou ao país a sólida economia brasileira,o avanço da geração de empregos e renda,os avanços dos programas sociais do presidente Lula,mostrou mais uma vez que recebeu o país falido de FHC ,mostrou que no governo Lula foram criados 12 vezes mais empregos que no desgoverno de FHC do PSDB.Detonou a revista Veja,mostrou e provou como essa revista é safada e mentirosa, e para bom entendedor deu a entender que o MP de SP agiu de má fé propositalmente, a serviço do PSDB de Alckmin com ajuda é claro do secretário de segurança do Alckmin o Saulo de Castro.Não é a toa que Alckmin mantém em seu quadro na segurança antigo torturador , o delegado Calandra conhecido pelo codinome de capitão Ubirajara, atuou no DOI-Codi. Com isso o Alckmin proporcionou mais de 2 h de propaganda do governo Lula totalmente de graça para milhões de brasileiros. Foi ótimo foi, foi muito bom, parabéns ao ministro Palocci que venha mais e mais entrevistas para a população ser informada corretamente do bom desempenho do governo Lula que a mídia esconde.
EXCLUSIVA ENTREVISTA PARA REVISTA FÓRUM
















A revista Fórum deste mês traz uma entrevista exclusiva com o ministro da Integração Nacional Ciro Gomes. Ele denuncia os interesses que estão por trás da crise política e acusa: “querem fazer do presidente Lula um ‘tetraplégico político’”. Ciro também alerta para o risco de setores progressistas atirarem contra o governo. “Forçar a barra agora pela esquerda é cuspir pra cima”. (Leia trechos da entrevista)











» "Não tem outro Lula" - entrevista com Ciro Gomes por Renato Rovai
» 13 opiniões sobre a crise por Redação
Revista Veja - laboratório de invenções da elitePor: Anselmo Massad
Um movimento popular ganhava atenção e simpatia da opinião pública fazia dois anos. Era preciso desmoralizá-los. Em junho de 1998, a capa da revista semanal com maior tiragem do país enquadrava uma das lideranças do movimento com uma iluminação avermelhada produzida nas telas de um computador sobre o rosto com uma expressão tensa. A chamada não deixava dúvidas: “A esquerda com raiva”. O rosto demonizado era de João Pedro Stédile, líder do movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), e a publicação, Veja.Na matéria, além de explicitar sua posição, descredenciando o movimento por defender idéias contrárias às defendidas pela revista, os sem-terra eram apresentados como grupo subversivo-revolucionário, quase terrorista. Apesar das quase duas horas de entrevista, só foram aproveitadas declarações do líder de debates sobre socialismo em congressos devidamente descontextualizados. Stédile conta que, após a publicação daquela reportagem, ele e as lideranças do movimento tomaram a decisão de não atender mais à revista. Na época, uma carta anônima circulou por correio eletrônico revelando supostos detalhes de como a matéria teria sido produzida. A carta não comprova nada, e atribui ao secretário geral de Comunicações de Governo de Fernando Henrique Cardoso, Angelo Matarazzo, a “encomenda” para desmoralizar os sem-terra.A iniciativa de não dar entrevistas à Veja também foi adotada por Dom Paulo Evaristo Arns, ex-arcebispo da Arquidioscese de São Paulo, quando presidia a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O motivo era a distorção da cobertura. Procurado, não quis discutir o tema, apesar de manter a determinação de não conversar com jornalistas do veículo.O presidente venezuelano Hugo Chávez é o mais recente alvo no plano internacional. Em 2002, Veja chegou às bancas no domingo com a chamada "A queda do presidente fanfarrão", quando a reviravolta já havia ocorrido e a manobra golpista denunciada. A "barriga", jargão jornalístico empregado a erros da imprensa, não foi sequer corrigida ou remediada. Em 4 de maio desse ano, Hugo Chávez voltou a ser alvo da revista, com a pergunta na capa "Quem precisa de um novo Fidel?", ditador cubado a quem a revista sempre se esperneou.A lista é extensa, mas as razões derivam de uma fórmula simples. “Veja faz um jornalismo de trás para a frente”, explica Cláudio Julio Tognolli, repórter do semanário na década de 1980 e hoje professor da USP. Segundo ele, se estabelece uma tese e a partir dela se parte para a rua, para a apuração. Ouvir lados diferentes da história e pesquisar sobre o tema são práticas que não alteram a “pensata”, jargão para definir a tese que a matéria deve comprovar. Dentro da redação, o melhor repórter é o que traz personagens e fontes para comprovar a tese. “Assim, Veja ensina à classe média bebedora de uísque o que pensar”, alfineta.Júlio César Barros, secretário de redação da revista, negou esse tipo de procedimento, em entrevista realizada em meados de 2003. Ele admitiu, porém, que a posição da revista é muito clara e conhecida por todos, do estagiário ao diretor. “Medidas irresponsáveis, que atentem contra as leis de mercado ou tragam prejuízos para a economia não terão apoio da revista, que prefere políticas austeras e espaço para o empresariado”, resumiu. A versão oficial do jornalismo praticado pela revista é de que, depois de ouvir especialistas e as pessoas envolvidas, o repórter normalmente já tem uma opinião formada sobre o assunto e a reproduz na matéria. Quem já trabalhou na revista nega.“As assinaturas das matérias são uma ficção”, sintetiza um ex-colaborador da revista que não quis se identificar. As matérias são reescritas diversas vezes. O repórter entrega o texto que é modificado pelos editores, depois refeito pelos editores executivos e, por fim, pelos diretores de redação. No final da “linha de montagem”, o repórter, que pacientemente aguardou a edição para uma eventual necessidade de verificação de dados, não tem acesso ao texto até ver um exemplar impresso. O processo é narrado no livro do ex-diretor de redação da revista Mário Sérgio Conti, que fez parte da cúpula da publicação de XXX a 1997, como chefe de redação e diretor. A opinião que prevalece é a da revista, ainda que todos os entrevistados tenham dito o oposto, mesmo que para isso seja preciso omiti-las do leitor. A criação de frases de efeito para os entrevistados foi, durante a década de 1980, prática comum, conforme narram diversos jornalistas ex-Veja. É do inventivo do ex-diretor Elio Gaspari a frase assumida por Joãozinho Trinta: “Quem gosta de pobreza é intelectual”. Outras foram criadas, algumas sem consulta, no caso de fontes mais próximas aos repórteres e diretores, que ganhavam carta-branca como porta-vozes de certas personalidades.No quesito busca de frases, Tognolli conta que elaborou com colegas um dicionário de fontes que incluía verbetes como “Sindicalista que fala bem da direita” ou “Militar que fala bem da esquerda”. O material informal de consulta chegou a 70 verbetes e inúmeros nomes. Algo essencial para os dias de fechamento e encomendas de declarações sob medida.Veja por dentroAssim como outras revistas semanais, a estrutura é extremamente centralizada. Até o cargo de editor, o jornalista ainda é considerado de “baixa patente”, ou seja, não decide grandes coisas sobre o que será publicado. Dos editores executivos para cima já se possui poder sobre a definição do conteúdo, mas os profissionais são escolhidos a dedo. Além de competência profissional — qualidade de texto, capacidade intelectual e ampla bagagem cultural — é preciso estar muito alinhado com a editora.Afinados, os diretores têm grande liberdade para controlar a equipe. Quanto ao conteúdo, o espaço é considerável, ainda que o presidente do conselho do grupo, Roberto Civita, o herdeiro do império da Editora Abril, participe das reuniões que definem a capa de Veja, junto do diretor de redação, do diretor-adjunto (cargo hoje vago), do redator-chefe e, eventualmente, do editor-executivo da área.O ex-redator-chefe, atualmente diretor do jornal Diário de São Paulo relata que Civita sempre foi muito presente na redação, ainda que sem vetos ou imposições do patrão. Leite sustenta que as matérias e capas sempre foram feitas ou derrubadas a partir de critérios jornalísticos. “Roberto Civita acompanhava a confecção da revista, sabia de seu conteúdo e dava sua opinião em reuniões regulares com os diretores da revista. Mas,de vez em quando, até saíam matérias com as quais ele não estava de acordo”, garante. Leite afirma que, nesses casos, cobrado por políticos e empresários, Civita respondia que “não controlava aquele pessoal”. “Claro que controlava, mas sabia que fazer revista não é igual a fabricar sabonete”, compara.A revista busca agradar a quem a compra: a classe média conservadora. A tiragem semanal da revista é de 1,1 milhão de exemplares, sendo 800 mil assinantes e o restante vendido em banca. “A maioria dos que compram, gostam das opiniões, gostam do Diogo Mainardi”, lamenta Raimundo Pereira, um dos primeiros editores da revista na época em que lá ainda trabalhava o u criador, Mino Carta.A cúpula da publicação reflete esse perfil. O diretor de redação Eurípedes Alcântara e o ex-diretor da revista Exame Eduardo Oinegue, autor da matéria de 1998 sobre os sem-terra, são membros do São Paulo Athletic Club, o Clube Inglês, freqüentado pela elite paulistana. Oinegue costumava defender que os jornalistas devem circular e manter amizades no meio em que cobrem. Entre empresários, se a editoria é Economia, políticos, se é Brasil etc.Os preconceitos da elite são refletidos pela revista. Além dos movimentos sociais, há quem relate que um dos bordões de Tales Alvarenga, atual diretor de publicações, em sua fase à frente da revista era: “Não quero gente feia”. Por gente bonita, referia-se não apenas a padrões estéticos de magreza, mas também aqueles ligados à cor da pele. Segundo colaboradores próximos, fotografar negros seria quase certeza de material desperdiçado.A despeito de comentar o livro de Mário Sérgio Conti, o ex-editor-executivo de Veja, hoje diretor do Diário de São Paulo, Paulo Moreira Leite, criticava a obra por ser parcial demais e não ser fiel aos fatos, especialmente os que envolviam os amigos do diretor. “A amizade e a proximidade excessiva com os poderosos são o caminho mais comum e mais eficaz para a impostura e a falsidade, o erro e a arrogância”, afirmava na época. Procurado novamente para falar a respeito, recusou-se a falar mais sobre Conti.Falando em amizades, um caso em que essas relações foram reveladas, mas nem por isso foram explicadas ocorreu em novembro de 2001. O nome da editora de economia de Veja, Eliana Simonetti, aparecia na agenda do lobista Alexandre Paes dos Santos. Ela recebeu a quantia de 40 mil reais em empréstimos, segundo sua própria estimativa. A revista, de acordo com a jornalista, sabia do relacionamento. Quando os repasses vieram a público, ela foi demitida, sob a alegação de "relacionamento impróprio" com uma fonte.O maior problema é que a informação surgiu a partir de uma agenda do lobista, envolvido com empresas transnacionais e influência direta sobre funcionários do Palácio do Planalto. Quem revelou a existência do documento foi Veja, cuja reportagem fez vista grossa ao nome da colega. Para dar satisfação à opinião pública, a revista publicou somente uma nota a respeito. Nenhuma investigação foi promovida sobre eventuais matérias compradas, hipótese negada pela ex-editora e pela revista. Simonetti não respondeu aos contatos, mas afirmou, à época, que "todo jornalista tem seu lobista", colocando toda a classe sob suspeita. Ela processou a Abril, e ganhou em primeira instância no ano seguinte o direito à indenização de 20 vezes o valor do último salário. ImpérioPublicações tradicionais do mundo todo têm sua posição claramente conhecida pelo público, sem roupagem de imparcialidade. Os questionamentos éticos aparecem quando as relações por trás desses interesses não são transparentes ao público leitor. Um dos motivos dessa falta de transparência é o surgimento dos grandes conglomerados de comunicação. Esse fenômeno adquire contornos mais dramáticos no Brasil, que permite a propriedade cruzada dos meios de comunicação (uma mesma empresa detém meios impressos e televisivos, por exemplo).O presidente da Radiobrás e ex-diretor de publicações da Abril, Eugênio Bucci, alerta que os grupos transnacionais de entretenimento compram TVs e jornais e os restringem a um mero departamento. “A pergunta que se colocava antes era se o jornalismo é capaz de ser independente do anunciante. Hoje se questiona se ele é capaz de ser independente do grupo que o incorporou”, avalia.A concentração dos veículos de comunicação nas mãos de poucos grupos, ainda que nacionais, é a marca da história da mídia no Brasil. O grupo Abril não foge à regra. Ele abarca um complexo que envolve 90 revistas, duas editoras de livros (Ática e Scipione), uma rede de TV (MTV), uma de TV a cabo (TVA) e uma rede de distribuição de revistas em banca de jornal (Dinap), além de inúmeras páginas na internet. Tem sete das dez revistas com maior tiragem no país e, nesse quesito, Veja é a quarta maior do mundo. “A Abril faz o que for preciso para expandir seu império, se for preciso derrubar um artigo da Constituição, alterar leis ou políticas, ela usa suas publicações para gerar pressão”, sustenta Giberto Maringoni, jornalista, chargista e doutorando em história da imprensa.A evolução do império Abril dá uma mostra de como ela soube usar bem sua, digamos, habilidade. O início das atividades se deu em 1950, com a publicação das revistas em quadrinhos do Pato Donald, personagem de Walt Disney. O milanês Victor Civita aproveitava a licença para a América Latina e a amizade do irmão Cesar com o desenhista norte-americano para lançar os produtos. Apesar de simbólico, não se pode dizer que o grupo tenha sido um propalador de enlatados norte-americanos ou produzido materiais de má qualidade em sua história.O surgimento de diversas revistas, incluindo Veja, um semanário informativo — e não uma revista ilustrada, como o nome e as concorrentes sugeriam —, o lançamento de coleções na década de 1960, como A conquista do espaço, a revista infantil Recreio, sob o comando da escritora Ruth Rocha, e a revista Realidade, uma das melhores feitas no país até hoje, são exemplos de publicações de qualidade da editora. Qualidade que não se manteve, segundo o diretor responsável pela criação de Veja em 1968, Mino Carta. Ele considera a publicação da Abril muito ruim, assim como todas da grande imprensa brasileira, à qual lê muito pouco, para “não sofrer demais”. Na época em lançou o livro Castelo de Âmbar (Editora Record, 2000), afirmou aos quatro ventos a incompetência e até a “imbecilidade”, em suas palavras, dos donos da Abril, que “não entendiam nada de Brasil, assim como não entendem ainda hoje.”O episódio da demissão de Carta do seu posto na revista Veja é um exemplo do tipo de interesses que pautam os donos da Abril e o jornalismo de suas publicações. A censura prévia havia sido suspensa em março de 1974, com a posse do general Ernesto Geisel. Combativa, a redação publicou três capas seguidas com duras críticas ao governo. A gota d'água para o regime foi uma charge de Millôr Fernandes, que apresentava um preso acorrentado e um balão com a fala de um carcereiro oculto, do lado de fora da cela: “Nada consta”.Na negociação operacional da censura, Carta conta que Roberto Civita, filho de Victor, ofereceu a cabeça de Millôr a Golbery do Couto e Silva, chefe da Casa Civil, para tentar evitar a censura. O então ministro da Justiça, Armando Falcão, queria a cabeça de Carta. No livro, ele menciona uma carta escrita por Sérgio Pompeu de Souza, o preferido de Falcão e diretor da sucursal de Brasília, sugerindo ao conselho a demissão do diretor para facilitar as coisas para a revista. Carta afirma que, entre as facilidades, estava incluso a liberação de um financiamento da Caixa Econômica Federal para saldar uma dívida de 50 milhões de dólares no exterior.Na versão oficial, reproduzida no livro de Conti, os Civita queriam noticiar os progressos do país e Carta, só os aspectos negativos do regime. Queriam ainda expandir o grupo, com a construção de hotéis. Foi preciso ceder ao governo. O episódio decisivo foi a exigência da demissão do dramaturgo Plínio Marcos, colunista da revista. A negativa de Carta em fazê-lo foi o motivo alegado para o seu desligamento, em abril de 1976. Dois meses depois, a censura na revista acabou.Desde então, Veja tem servido a interesses políticos e econômicos para preservar os seus, ainda que isso implique mudança de posição. Um exemplo foi o comportamento na ascensão e queda do ex-presidente Fernando Collor de Melo. O livro Notícias do Planalto, de Mário Sérgio Conti, conta em detalhes o período, ainda que inclua a maioria da grande imprensa. Da capa sobre "O caçador de marajás", em 1988, até a “Caso encerrado”, sobre a morte de Paulo César Farias, a despeito do laudo do médico-legista Fortunato Badan Palhares, em 1993. A adesão automática à candidatura alternativa aos perigosos Leonel Brizola e depois Luiz Inácio Lula da Silva, favoritos naquele pleito, foi dando lugar aos escândalos de corrupção no decorrer do governo.Os que têm seus interesses atendidos pela revista também mudam. Para Tognolli, durante a década de 1980, a revista vivia sob a tutela de Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA), quando Elio Gaspari era o diretor da revista. Nos anos de Mário Sérgio Conti, houve uma pequena melhora, até a transição ocorrida nos anos de Fernando Henrique em Brasília. “O que antes era ninho dos baianos, hoje é ninho dos tucanos. Quem começou a campanha da mídia contra o atual governo foi Veja”, sustenta.Um levantamento das capas entre os anos de 2000 e 2005 mostram claramente o seu jornalismo tendencioso. Política interna e economia são os temas de capa mais freqüentes em 2000, 2002 e 2005. Curiosamente, em 1998, ano de eleições federal e estadual, esses temas estiveram bem ausentes: só foram destacados em 11 das 52 edições. Nada se compara a 2005, em que quase metade das 28 capas produzidas até o fechamento desta reportagem destaca temas políticos. Desnecessário dizer que o prato principal era a corrupção.Um exemplo foi o uso de uma pesquisa do Instituto Ipsos Opinion, divulgado pela revista na edição de 13 de julho. No levantamento, constatou-se que 55% dos entrevistados acreditavam que Lula conhecia o esquema de corrupção, ao mesmo tempo em que a popularidade pessoal e do governo permaneciam estáveis em relação ao estudo anterior. A avaliação dos analistas do grupo, de que a imagem do presidente permanecia intacta, foi omitida, o inverso do apregoado pela reportagem de capa. A visão dos autores só foi publicada depois de duas edições na seção de cartas, sem o menor destaque.Raimundo Pereira acredita que, se não fosse o caso do financiamento de campanha, é bem possível que se achasse outro assunto para desmoralizar o atual governo. “Veja não está isolada em sua ação, mas é a ponta de lança, a que tem mais prestígio e circulação”, avalia.Tratamento bem diferente daquele dado ao caso da compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição, em 1997. Naquele ano, apenas uma capa foi feita sobre o assunto, com o rosto de Sérgio Motta, então ministro-chefe da Casa Civil, e a chamada “Reeleição” e “A compra de votos no Congresso”, em letras menores. Como se não fosse corrupção. Assepsia total para o Planalto. Um servilismo ao governo que, com os petistas no poder, se transformou em ódio.
MINISTRO PALOCCI , A ENTREVISTA




























21/08/2005 - Palocci rebate denúncia e nega risco à economia
Numa entrevista coletiva de 2 horas e 11 minutos, o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, negou “categoricamente” neste domingo (21) as denúncias de Rogério Buratti contra ele; criticou a maneira como o Ministério Público paulista divulgou as informações; rebateu ilações publicadas na imprensa e garantiu que os fundamentos da economia brasileira estão sólidos o suficiente para resistir a crises políticas, independentemente de quem esteja à frente das instituições.

“Trabalhamos para posicionar a economia em condições de suportar qualquer turbulência. Os fundamentos são sólidos”, afirmou Palocci, citando os avanços na geração de empregos, investimentos e nas contas externas. “Essa política econômica é garantida por Lula desde antes de sua posse, com a carta ao povo brasileiro. O compromisso foi mantido depois, quando ele assumiu o governo, e é mantido a cada dia, nos pronunciamentos que faz”, lembrou.

O ministro revelou que, num telefonema, deixou o presidente “à vontade” para afastá-lo do ministério, temporária o definitivamente, em razão das denúncias de Buratti, que o acusou de comandar um esquema de pagamento de propina em seu segundo mandato como prefeito de Ribeirão Preto, entre 2001 e 2002. De acordo com Palocci, Lula recusou-se a afastá-lo.

“Telefonei para Lula para deixá-lo absolutamente tranqüilo sobre minha posição no ministério. Não vejo nenhum risco para a economia brasileira. A estabilidade não é mantida apenas pelo ministro da Fazenda. Não tenho apego a cargos”, contou.

Palocci esclareceu que, com a atitude, quis apenas deixar o presidente em total liberdade de decisão, diante dos comentários de que sua saída desestabilizaria a economia.

“Não vou utilizar a sensibilidade da economia para defender posições próprias. A economia não reagirá a qualquer evento que envolva pessoas. Estou muito seguro de que essa crise não colocará os pilares da economia brasileira sob risco”.

Denúncias de Buratti
O ministro falou sobre seu relacionamento com Buratti e sobre a veracidade das acusações que fez. As negou “categoricamente e com veemência”, como já havia feito em nota oficial. “Não recebi e não autorizei desvio de recursos para o Diretório Nacional do PT ou outras instâncias partidárias. Quero dar esta resposta cabal”.

Palocci afirmou que tal negativa se dava em todos os aspectos, ou seja, não só quanto a sua participação no suposto esquema, mas quanto à própria existência do esquema. “Nego em todos os aspectos. Isso não ocorreria durante dois anos sem o meu conhecimento”.

Buratti foi secretário de governo da Prefeitura de Ribeirão Preto na primeira gestão de Palocci como prefeito (1993-1996). Afastou-se no segundo ano, devido a denúncias de corrupção. “Ele era meu amigo, mas depois disso nos distanciamos. Tive apenas relacionamento de cunho social com a família e a pessoa dele. Não sou inimigo do Buratti, mas deixei de ser amigo pelo que aconteceu em Ribeirão”, relatou o ministro.

Escutas telefônicas e agenda
Palocci negou que Rogério Buratti fizesse lobby no ministério através de assessores, segundo matérias publicadas nas imprensa. Ele criticou especificamente uma reportagem de Veja, de que teria mandado montar um esquema de escuta telefônica no ministério.

O ministro disse que a revista ignorou as informações prestadas ao repórter antes da publicação da matéria, na edição deste fim de semana. “Acho que vocês (da imprensa) estão sendo municiados com informações caluniosas e fraudadas”, ponderou.

Depois, completou. “Isso é um grande absurdo, uma coisa desprovida de propósito. Este ministério não se presta a esse tipo de coisa. O único aparelho de escuta que eu tenho na minha casa é o estetoscópio”, disse, numa referência a sua profissão de origem, a medicina.

Sobre os contratos da prefeitura de Ribeirão com a Leão & Leão, afirmou que é uma grande empresa na região e presta serviços a vários municípios locais. Mas frisou que, no caso de Ribeirão, a licitação foi feita antes do seu governo, não procedendo, portanto, a informação de que a empresa teria ganho o contrato numa espécie de troca de favores. “Este é um dado relevante que ninguém levantou. É um dado efetivo da realidade”.

Segundo as informações de Buratti ao Ministério Público, a Leão & Leão pagava propina mensal de R$ 50 mil à prefeitura em retribuição ao contrato. Palocci rebateu. Afirmou quem, na administração dele, foi feito apenas um contrato com a empresa, no valor de R$ 140 mil. “Foi uma contratação emergencial, após um temporal, para retirar galhos e entulho das ruas. Estão misturando contratos completamente diferentes para dizer que eu tinha favorecido a empresa”.

Sobre os supostos agendamentos feitos por Buratti, intermediando encontros entre empresários e assessores do ministério e o próprio ministro, Palocci frisou que as gravações telefônicas usadas para tal ilação não provam nada de efetivo.

Foram divulgadas quatro gravações. Em nenhuma, lembrou Palocci, há marcação de encontros ou identificação de nomes. “Faço agenda com muitos empresários do Brasil. Mas sempre trato de política econômica. Se pessoas ligam e pedem agenda, não posso ser responsabilizado por isso. Estes encontros citados (nas escutas) não ocorreram”.

Investigação e MP
Palocci disse que Rogério Buratti foi colocado numa situação constrangedora antes de fazer as denúncias. Não achei correto o procedimento do promotor. Ele se apressou em divulgar, em traduzir o depoimento. Em condições de completo constrangimento, se oferece o dispositivo da delação premiada. São procedimentos que contrariam a legislação. Existiu indiscrição de autoridades. Autoridades que saem no meio do depoimento para dar entrevista estão sendo legalmente indiscretas. Quando distribuem a fita do depoimento, estão ferindo a lei”, criticou.

Ele adiantou que estuda medidas judiciais contra Buratti e o próprio Ministério Público. E avisou que escreverá uma carta ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, pedindo que analise com “seriedade” a questão do MP.

O ministro também afirmou, que independentemente do procedimento condenável, está “totalmente à disposição” para esclarecer os fatos. “O MP e a CPI terão toda a minha colaboração de forma absolutamente transparente. Se qualquer membro do MP quiser acesso aos meus dados, não precisa nem pedir à Justiça. Abro qualquer dado meu aos procuradores, só não vou distribuir de público, não vou fazer panfletagem da minha vida privada”, disse.

Palocci garantiu estar tranqüilo quando às acusações. “Não temo o porvir nem o que está colocado sobre a mesa. Eu sei do que eu fiz e do que não fiz. Foram oito meses de escuta. Há um ano estas fitas estão circulando. Não há provas contra mim”, comentou, referindo-se ao período em que a polícia grava as conversas telefônicas de Buratti.

Ele também disse não temer possíveis prejuízos à sua imagem pessoal. “Continuarei tratando todas as questões com compromisso e bom-humor. Só assim a gente consegue vencer desafios tão grandes”.

Economia
Questionado pelos jornalistas, Palocci se manifestou várias vezes sobre a solidez dos dados econômicos, elogiando a disposição do presidente Lula em manter os fundamentos que têm norteado o governo até agora.

“Não conheço nenhum movimento que fale em guinada da política econômica”, garantiu. Na seqüência, fez um balanço do esforço para chegar à situação atual.

“Assumimos nas piores condições possíveis. A inflação sem controle, a dívida pública no topo, a carga tributária elevada. 2003 foi um ano em que pouco pôde ser feito em termos de produção de boas notícias. Era preciso um forte ajuste. Entre 2002 e 2003, o Brasil poderia quebrar a qualquer momento. Hoje, não. Basicamente por dois motivos: as contas externas estão muito sólidas e a democracia avançou”.

Sobre os desdobramentos da crise, afirmou: “Estes episódios não vão abalar nossa convicção nos procedimentos, que são firmes, são duros, são medidas necessárias de estabilidade, equilíbrio e crescimento de longo prazo”.

Já a reação negativa do mercado financeiro na última sexta-feira (19) - com a alta do dólar e a queda da Bolsa de Valores de São Paulo -, aconteceu, na opinião de Palocci, pela maneira como as denúncias de Buratti foram divulgadas. “Por isso ressaltei aqui a responsabilidade de todos”.

Ele também descartou a possibilidade de a política fiscal tornar-se ainda mais ortodoxa para isolar a economia da crise. “Não é uma atitude que blinda a economia. São os resultados que levam a fundamentos sólidos. Os fundamentos não carecem de reforço, mas não podem ser enfraquecidos. Isto seria um engano enorme, um engano do tamanho do Brasil”.

Crise, Lula, o PT e o Congresso
O ministro reiterou a disposição do governo Lula de investigar tudo desde o início da crise, com determinações específicas a ele e demais ministros, como Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, e Waldir Pires, da Controladoria-Geral da União. “Muitos dos dados que vocês publicam vêm da PF e do Banco Central”, comentou.

Palocci não acredita que a crise provoque a paralisação do Congresso ou a deterioração das relações com o governo. “Deputados e senadores também têm consciência e responsabilidade. Quando há conflitos, o próprio Congresso resolve. O Congresso é uma casa de conflitos. Temos de respeitar”.


Para o ministro, não há orquestração contra o governo. “Houve um problema real. Parcelas do governo e do partido têm culpa nisso. Mas não foram as instituições, foram as pessoas. Você vê interesses políticos menores tentando interferir na crise. São aproveitadores, apressadinhos, mas não estão prevalecendo”.

Ele acha que o país sairá melhor da crise. “Nunca se explicitou tanto estas questões. As coisas estão mais do que explícitas. Tudo aparecerá a seu tempo. Isso não é um episódio só brasileiro. As grandes democracias às vezes são chacoalhadas por crises dessa natureza e saem fortalecidas, porque são grandes democracias. Não temos de temer eventos como este. Temos de enfrentá-los”.

Palocci também vê com otimismo o futuro do governo Lula. O Brasil (no final de 2006) vai sair muito melhor do que quando o presidente Lula iniciou seu trabalho. Podem comparar os dados. Todos, sem exceção, estão bem melhores do que no passado. O Brasil melhorou. Todos deveriam aplaudir a melhora do Brasil”.

Quando às declarações do secretário-geral do PT, Ricardo Berzoini, de que Palocci deveria prestar esclarecimentos sobre as denúncias, o ministro disse não as considerar ofensivas.
“O Berzoini tem todo o direito de ter a reação que teve. Existe um esforço muito grande da nova direção do PT, que passa por uma situação extremamente difícil. Respeito as posições, não me considero ofendido. Lado bom da posição dele foi não deixar de dizer que, em todos os casos, o PT quer o esclarecimento dos fatos”,

21 agosto 2005

O promotor sobe ao picadeiro e dá à imprensa mais defuntos frescos






Palhaçada.



Esta talvez seja a palavra que traduza com mais precisão o picadeiro midiático montado pelo promotor Sebastião Sérgio da Silveira.

Desta vez, a imprensa teve quase nenhuma culpa pelos prejuízos causados na economia. Tampouco pelos lucros auferidos pelos especuladores.
A irresponsabilidade do promotor bateu no Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro Gilmar Mendes ocupou uma das reportagens do Jornal da Cultura, de São Paulo, para cobrar mudanças na política de divulgação de depoimentos de acusados contra terceiros. Trata-se de um bom sinal, pois o Poder Judiciário não pode engolir a reação corporativista dos promotores de São Paulo, alegando que o colega nada fez de errado porque o caso não está sob sigilo.





São desculpas esfarrapadas como essa que entulham a legislação de formalismos que alimentam chicanas e só fazem alimentar a impunidade.
Em períodos como o que o país atravessa, a imprensa quer – em número cada vez maior – defuntos frescos, não importa o peso, a quantidade nem a origem.


E o promotor Sebastião Sérgio da Silveira os deu. Numa das boas reportagens do Jornal Nacional sobre o caso, foi frisado que ele deixou várias vezes a sala de interrogatório para saciar os jornalistas.
A intimidade com que o promotor tratou as acusações merece investigação: qual o interesse político e/ou econômico de Sebastião Silveira, que não teve sequer o cuidado para se referir a Antonio Palocci como então prefeito do período em que foram cometidas as irregularidades, mas sim ao "ministro".



Outro detalhe que não pode passar despercebido no circo é a vestimenta do acusado e depoente, que fez as graves denúncias sem a companhia de advogado. Rogério Buratti chegou ao depoimento apresentando ao país o novo modelito do macacão amarelo-laranja para presidiários de São Paulo
Depois de espalhar apreensão na economia, graças à irresponsabilidade do promotor, saiu de camisa pólo azul listrada dando chauzinho para os policiais
O circo armado só confundiu ainda mais e ameaçou um dos pilares que ainda se mantêm em pé do governo Lula.
No mesmo Jornal Nacional, o comentarista Arnaldo Jabor atribuiu a confusão ao grupo do deputado José Dirceu, a quem Buratti estaria ligado.
Para ele, a confusão vivida hoje no mercado financeiro, e com repercussões no exterior, pode ter dois propósitos: levantar ainda mais a poeira para que se torne impossível limpar a paisagem política do Brasil ou enlamear todos com a mesma sujeira.


imprensa erra, porém, ao não diferenciar as biografias de denunciantes e de denunciados. No começo desta semana, tivemos o doleiro Toninho Barcelona ocupando a revista Veja com o assombroso título "Ele quer falar". Durante a semana, constatou-se que "ele quer extorquir", conforme a opinião da maioria dos parlamentares da CPMI dos Correios – da oposição e da situação – que vieram ouvi-lo em São Paulo.



A delação premiada que os promotores de Ribeirão Preto ofereceram a Rogério Buratti ainda não está assegurada.
Quem vai defini-la são os juízes dos vários processos a que o ex-assessor do então prefeito de Ribeirão Preto, Antonio Palocci, será submetido. O promotor Silveira, que deve a Buratti seus minutos de fama, certamente irá recomendar a que o réu colaborou com a Justiça.
O chefe do circo precisa enquadrar o palhaço.


Alguém ai lembra dos sequestradores de Abilio Diniz?
Pois é, ficou provado , depois de passada a eleições, do então candidato Lula, na época, que os mesmos policias de São Paulo, fizeram os sequestradores, vestirem camisetas do PT, com o nome de Lula!, Alguém lembra desta fato?
FERNANDINHO BEIRA-MAR TAMBEM QUER DELAÇÃO PREMIADA!
































Comentário deixado neste BLOG

Por Marco Nero



Em troca da redução de sua pena de 35 anos de reclusão, Fernandinho Beira-Mar, afirmou que quer entrar nesse negócio de delação premiada tambem, e em troca da sua liberdade, ele poderá declarar à Imprensa que matou até Jesus Cristo, sua mãe, seu pai e seus irmãos, se a questão for redução da pena.




"Digam-me o que quer que eu fale, e eu falarei à imprensa..." A declaração, realizada ontem à Polícia Federal e à Procuradoria Pública, foi gravada e a fita enviada a toda grande imprensa.
Segundo ele: "Fui procurado por pessoas do PFL e PSDB querendo que eu depusesse contra o PT e contra Lula.





Eu topei, desde que ganhe um bom prêmio, quero uma delação premiada, e bota premiada nisso!" Inquiridos se tal procedimento era legal, os preclaros procuradores e agentes afirmaram que tais medidas têm respaldo na Lei 7.834 do Código de Publicidade Burguesa (também conhecida como Lei Foderoseana), que permite apresentar denúncias com todo estardalhaço quando realizada contra partidos que opõem-se ao PFL e PSDB.




"Eles me disseram que eu dissesse qualquer coisa que pudesse derrubar a economia, e que se eu falasse mal do Lula, lá fora eu iria ter o total apoio de Antonio Carlos Magalhães e a cúpula do PFL, o Toninho Malvadeza, que não tem nada de malvadeza, perto da "autoridade" aqui..."




Muto bom Marco Nero! Seja sempre bem-vindo!!!
BOIOLAS DO PSDB,PFL,PP,PL,PMDB,PTD,PTB MACHO SÓ TEM NO PT.






























Lendo a reportagem da revista Época desta semana sobre as festas em Brasília patrocinadas por Geane,cheguei a seguinte conclusão:como somente consta que políticos do PT participaram dessas festas com garotas de programas, só no PT tem machos,nos outros partidos só tem boiolas, eunucos e anjos .Somente reagindo com muita ironia a respeito desse reportagem!
CHAMEM OS ESPÍRITOS DO ALÉM.










Isto não é mentira,não é boato,é verdade, a prefeitura de SP sob o comando do vampiro Serra, contratou um entidade de médiuns para prevenir SP das enchentes.A matéria está no Jornal O Globo de hoje, 21/08. Eu nem vou comentar isso,afinal eu não acredito em bruxas, mas que eles existem,existem! Mas eu sugeri através de e-mail ao Senador Delcidio do Amaral que preside a CPI que chame essa entidade para ajudar nas investigações.Quem sabe baixe um espírito iluminado na sessão da CPI e entregue todos os que foram beneficiados com as privatizações de FHC,todos os que receberam os famosos R$200.000,00 para a reeleição de FHC,quem foram os que financiaram a reeleição de FHC,quem são os financiadores que estão proporcionando a tentativa para derrubar o governo Lula.Afinal a CPI conta com a ajuda até de criminosos que estão presos, pode contar a ajuda do além, seria um espetáculo único na história política mundial. Cruz credo pé de pato mangalo três vezes!



20/08/2005 - 09h20mPrefeitura se une a médiuns para prever temporal em SPGiba Bergamim Jr - Diário de S.PauloSÃO PAULO - O secretário de Subprefeituras de São Paulo, Walter Feldman, contará com a ajuda de médiuns para prevenir a cidade de tragédias provocadas por enchentes, tornados e chuvas de granizo. É isso mesmo. Um extrato do termo de parceria entre a Prefeitura e a Fundação Cacique Cobra Coral, entidade "científica esotérica especializada em fenômenos climáticos" e a Agência de Meteorologia Tunikito foi publicado na quinta-feira no "Diário Oficial" da cidade.