Mobilização Trabalhadores querem o Congresso Nacional votando assuntos que melhorem a vida da população brasileira CréditoRaquel CamargoContra a rearticulação da direita e da elite: vamos garantir os avanços e conquistas
11/11/2005 - 08:28
Porque a elite não quer Lula na Presidência
Porque a elite não quer Lula na Presidência
Pela primeira vez na história do País, a maioria da população está no centro das atençõesA direita pefelista-tucana primeiro usou a falta de curso universitário para afirmar que Lula não tinha competência para assumir. Como não deu resultado, passou a falar que o presidente praticava uma forma arcaica de governo. Também não pegou. Passou então a ironizar discursos e improvisos de Lula, igualmente sem sucesso. Em seguida, os conservadores chegaram ao cúmulo de falar que o País estava à beira de situação parecida com a que levou ao golpe militar de 1964!
Para desespero da direita, sua ofensiva não abalou o governo porque os cuidados do presidente e sua equipe são atender as necessidades da maioria da população e não fazer o que a elite, que é minoria, quer.
Os conservadores entenderam então que corriam o risco de não voltar ao governo e perder suas regalias.
Acompanhe abaixo algumas realizações do governo Lula.
• Este ano serão distribuídas 850 mil cestas de alimentação. Foram implantadas 119 cozinhas comunitárias e 19 bancos de alimentos.
• Criação de 3,5 milhões de empregos formais.
• Inclusão social através da criação de centros vocacionais tecnológicos e implantação dos Institutos do Semi-árido e de Neurociências no Nordeste.
• Pela primeira vez, 1,3 milhão de alunos do ensino médio receberam 2,7 milhões de livros didáticos. Todos os alunos com deficiência visual receberam livros em braille.
• O Universidade para Todos criou 122 mil vagas para estudantes de baixa renda.
• O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do mundo. Em 2003 transferiu R$ 2,2 bilhões às populações carentes, no ano passado foram R$ 3,4 bilhões e neste ano serão R$ 6,5 bilhões.
• Apoio às micro e pequenas empresa, com linhas de crédito a juros bairros, formação de arranjos produtivos locais e parcelamento de débitos.
• Os brasileiros agora têm micro crédito popular, regulamentação do crédito com desconto em folha para aposentados e a abertura de contas simplificadas.
• A agricultura familiar foi considerada estratégica e 700 mil produtores foram incluídos no Programa Nacional de Agricultura Familiar.
• 256 mil famílias estão sendo atendidas pelo Programa de Atendimento Integral à Família.
• Até dezembro, 2,7 milhões de idosos e pessoas com deficiência serão atendidas pelo Programa de Prestação Continuada.
• Aumento nos investimentos em todos os níveis de ensino, desde a educação infantil até a pós-graduação.
• Mais recursos para a saúde pública, agilidade no setor nacional de transplantes e implantação do serviço de atendimento móvel de urgência em 606 cidades.
• O governo trabalha para fazer valer a importância no Brasil no contexto mundial, com fortalecimento do Mercosul e consolidação do G-20 em defesa dos interesses agrícolas dos países em desenvolvimento.
Publicada na Tribuna nº 2095 (em formato PDF, 295 Kb)
Para desespero da direita, sua ofensiva não abalou o governo porque os cuidados do presidente e sua equipe são atender as necessidades da maioria da população e não fazer o que a elite, que é minoria, quer.
Os conservadores entenderam então que corriam o risco de não voltar ao governo e perder suas regalias.
Acompanhe abaixo algumas realizações do governo Lula.
• Este ano serão distribuídas 850 mil cestas de alimentação. Foram implantadas 119 cozinhas comunitárias e 19 bancos de alimentos.
• Criação de 3,5 milhões de empregos formais.
• Inclusão social através da criação de centros vocacionais tecnológicos e implantação dos Institutos do Semi-árido e de Neurociências no Nordeste.
• Pela primeira vez, 1,3 milhão de alunos do ensino médio receberam 2,7 milhões de livros didáticos. Todos os alunos com deficiência visual receberam livros em braille.
• O Universidade para Todos criou 122 mil vagas para estudantes de baixa renda.
• O Bolsa Família é o maior programa de transferência de renda do mundo. Em 2003 transferiu R$ 2,2 bilhões às populações carentes, no ano passado foram R$ 3,4 bilhões e neste ano serão R$ 6,5 bilhões.
• Apoio às micro e pequenas empresa, com linhas de crédito a juros bairros, formação de arranjos produtivos locais e parcelamento de débitos.
• Os brasileiros agora têm micro crédito popular, regulamentação do crédito com desconto em folha para aposentados e a abertura de contas simplificadas.
• A agricultura familiar foi considerada estratégica e 700 mil produtores foram incluídos no Programa Nacional de Agricultura Familiar.
• 256 mil famílias estão sendo atendidas pelo Programa de Atendimento Integral à Família.
• Até dezembro, 2,7 milhões de idosos e pessoas com deficiência serão atendidas pelo Programa de Prestação Continuada.
• Aumento nos investimentos em todos os níveis de ensino, desde a educação infantil até a pós-graduação.
• Mais recursos para a saúde pública, agilidade no setor nacional de transplantes e implantação do serviço de atendimento móvel de urgência em 606 cidades.
• O governo trabalha para fazer valer a importância no Brasil no contexto mundial, com fortalecimento do Mercosul e consolidação do G-20 em defesa dos interesses agrícolas dos países em desenvolvimento.
Publicada na Tribuna nº 2095 (em formato PDF, 295 Kb)
A elite nunca aceitará um trabalhador no governo do Brasil. Por isto alimenta uma crise que tenta eliminar os avanços e conquistas dos trabalhadores e da população excluída. Vamos reagir contra este golpe.O movimento social e sindical quer do Congresso Nacional a votação de projetos de interesse do País e da população.
Mas o PSDB e o PFL querem manter o Congresso paralisado, engordando uma crise para terem munição contra Lula nas eleições de 2006. Eles querem voltar ao governo com seu projeto de retirada dos direitos dos trabalhadores, privatizações e defesa dos interesses das elites.
A mobilização do movimento social e sindical cobra do governo Lula novos patamares de política econômica, ampliar a retomada do desenvolvimento, com mais distribuição de renda e valorização do trabalho.
Depois de fazer um intenso corpo-a-corpo no Congresso em outubro, abordando deputados e senadores em torno da aprovação de projetos sociais e de temas da agenda dos trabalhadores, como a redução da jornada de trabalho, os sindicalistas preparam a Marcha a Brasília. Ela reivindica a melhoria das condições de vida com aumento do salário mínimo e mais investimentos em obras sociais.
“Queremos ver aprovados projetos sobre questões sociais e trabalhistas”, disse João Felício, presidente nacional da CUT.
Para ele, o Congresso não pode deixar de lado as discussões e temas que são importantes para a sociedade.
“Queremos também a aprovação de projetos garantindo a redução da jornada de trabalho e recursos do Orçamento para políticas públicas e conversão da dívida externa em investimentos para a educação”, comentou o sindicalista.
Felício quer ampliar o debate com os políticos sobre os projetos e temas de interesse social.
Publicada na Tribuna nº 2095 (em formato PDF, 295 Kb)
http://www.smabc.org.br/
Mas o PSDB e o PFL querem manter o Congresso paralisado, engordando uma crise para terem munição contra Lula nas eleições de 2006. Eles querem voltar ao governo com seu projeto de retirada dos direitos dos trabalhadores, privatizações e defesa dos interesses das elites.
A mobilização do movimento social e sindical cobra do governo Lula novos patamares de política econômica, ampliar a retomada do desenvolvimento, com mais distribuição de renda e valorização do trabalho.
Depois de fazer um intenso corpo-a-corpo no Congresso em outubro, abordando deputados e senadores em torno da aprovação de projetos sociais e de temas da agenda dos trabalhadores, como a redução da jornada de trabalho, os sindicalistas preparam a Marcha a Brasília. Ela reivindica a melhoria das condições de vida com aumento do salário mínimo e mais investimentos em obras sociais.
“Queremos ver aprovados projetos sobre questões sociais e trabalhistas”, disse João Felício, presidente nacional da CUT.
Para ele, o Congresso não pode deixar de lado as discussões e temas que são importantes para a sociedade.
“Queremos também a aprovação de projetos garantindo a redução da jornada de trabalho e recursos do Orçamento para políticas públicas e conversão da dívida externa em investimentos para a educação”, comentou o sindicalista.
Felício quer ampliar o debate com os políticos sobre os projetos e temas de interesse social.
Publicada na Tribuna nº 2095 (em formato PDF, 295 Kb)
http://www.smabc.org.br/