17 outubro 2005

EU VOTO SIM EU VOTO 2 VOTO PELA VIDA!

AJUDE A EDITORA ABRIL
A TER SEU ALUGUEL GRATUITO VOTE NÃO!

EU VOTO SIM, VIDAS HUMANAS NÃO TEM PREÇO.

CONVIDO A TODOS A DIGITAREM NO GOOGLE OS NOME DE Birmann 21 EDIFÍCIO DA EDITORA ABRIL DA VEJA, Birmnn, CBC E PRÉDIO DA EDITORA ABRIL, O DONO DA CBC O Sr. Birmnn É MAIOR FABRICANTE DE MUNIÇÃO DA AL É O DONO DO PRÉDIO DA EDITORA ABRIL.
AS CUSTAS DO QUE VÃO VOTAR NÃO O ALUGUEL DO PRÉDIO DA EDITORA ABRIL VAI SAIR DE GRAÇA AS CUSTAS DE VIDAS HUMANAS.





ENTENDA PORQUE A REVISTA VEJA DA EDITORA ABRIL, É CONTRA O DESARMAMENTO.A VEJA SE DIZ IMPARCIAL, FALA SÉRIO!


"Uma informação perdida na edição de domingo do Estada não pode passar batida" - avisa leitor. Numa reportagem de Carlos Franco, entra a informação de que o prédio alugado pela Editora Abril, na Marginal Pinheiros, pertence ao dono da CBC, a maior fabricante de munição da América Latina."Em São Paulo, a família Birmann está voltada para construçãoe empreendimentos imobiliários, entre os quais se destacam obras como oEdifício Birmann 21, na Marginal do Pinheiros, integralmente locado a Editora Abril, que publica, entre outros títulos, a revista Veja". 10/10Blue Bus "Daniel Birmann tem procurado fugir do foco do debate do referendo, apesar do sonoro 'Não' que estampa no endereço da internet da CBC. Ele tem deixado esse papel de defender o 'Não' para a bancada do Congresso Nacional, que ajudou a eleger, a exemplo do deputado Alberto Fraga (PFL-DF), que teve quase dois terços de sua campanha em 2002 legalmente financiados pela CBC. Fraga foi a primeira estrela do programa eleitoral do 'Não (.....)".





A VEJA DOS CIVITAS
É CONTRA O DESARMAMENTO.
Recebi este e-mail de um jornalista amigo.


Cara Ju

Você viu a capa da Veja, leu a matéria ? Se espantou ? Eu não me espantei, achei muito natural. Os Civitas continuam os mesmos, em 1971 o Richard Civita pegou a arma do chefe de segurança da editora Abril para brincar, e acertou um tiro nessa brincadeira, no próprio chefe de segurança, dono da arma. Sorte do segurança não ter morrido, na época o caso foi abafado, apenas os funcionários da editora ficaram sabendo, e por um motivo óbvio nós não noticiamos. Eles continuam os mesmos, hoje são contra o desarmamento, são contra a proibição da venda de armas.