"BUSH GO HOME"
Bush será recebido com protestos no Brasil
BUSH ASSASSINO
Na Argentina, quem vai liderar o protesto contra Bush será o ex-craque Diego Armando Maradona. Durante encontro com o presidente de Cuba, Fidel Castro, na noite da última quarta-feira, Maradona chamou o presidente dos EUA de "assassino". "Vou encabeçar uma marcha para impedir que ele pise em território argentino", prometeu.
São Paulo - A União da Juventude Socialista (UJS) - com apoio da UNE, da UBES, do MST, da CUT e de ONGs partidárias da esquerda - prepara uma série de atos de protesto por ocasião da visita do presidente norte-americano, George W. Bush, ao Brasil, no próximo fim de semana.
Wadson Ribeiro, presidente da UJS, adiantou que a primeira ação será realizada na fronteira entre o Mato Grosso de Sul e o Paraguai, país vizinho que também será visitado por Bush. O objetivo da passeata é chamar a atenção do público para a influência crescente dos EUA na América do Sul.
Recentemente, o governo americano recebeu sinal verde para a instalação de uma base militar no Paraguai. "Somos contra o modo de atuação dos EUA no mundo todo, e essa será a melhor oportunidade de expressarmos isso", declarou Ribeiro. O foco dos manifestantes, contudo, é Bush, que se encontrará com o presidente Lula.
Para a capital federal, a entidade imagina um protesto com "criatividade e humor". Ribeiro acredita que cerca de três mil manifestantes participarão dos atos. "Queremos usar grandes bonecos, cartazes bem-humorados; pretendemos lembrar a manifestação de 60." No início da década de 60, o então presidente norte-americano, Dwight Eisenhower, conheceu Brasília a convite de Juscelino Kubitschek, que dava continuidade a seu projeto de abertura econômica internacional. Durante aquela visita, manifestantes carregaram cartazes com os dizeres "Go Home" (vá para casa). Meses após o encontro de ambos, o Brasil receberia vultoso empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Wadson Ribeiro, presidente da UJS, adiantou que a primeira ação será realizada na fronteira entre o Mato Grosso de Sul e o Paraguai, país vizinho que também será visitado por Bush. O objetivo da passeata é chamar a atenção do público para a influência crescente dos EUA na América do Sul.
Recentemente, o governo americano recebeu sinal verde para a instalação de uma base militar no Paraguai. "Somos contra o modo de atuação dos EUA no mundo todo, e essa será a melhor oportunidade de expressarmos isso", declarou Ribeiro. O foco dos manifestantes, contudo, é Bush, que se encontrará com o presidente Lula.
Para a capital federal, a entidade imagina um protesto com "criatividade e humor". Ribeiro acredita que cerca de três mil manifestantes participarão dos atos. "Queremos usar grandes bonecos, cartazes bem-humorados; pretendemos lembrar a manifestação de 60." No início da década de 60, o então presidente norte-americano, Dwight Eisenhower, conheceu Brasília a convite de Juscelino Kubitschek, que dava continuidade a seu projeto de abertura econômica internacional. Durante aquela visita, manifestantes carregaram cartazes com os dizeres "Go Home" (vá para casa). Meses após o encontro de ambos, o Brasil receberia vultoso empréstimo do Fundo Monetário Internacional (FMI).